Série The Muppets é cancelada
A rede americana ABC decidiu cancelar a série “The Muppets”, após 16 episódios, sem conseguir encontrar o tom adequado para a atração. “The Muppets” começou com boa audiência, juntando 9 milhões de telespectadores em sua estreia, em setembro no ano passado, mas após a curiosidade ser saciada, a atração perdeu a maior parte do público. A emissora ainda tentou salvar a atração, promovendo uma reformulação em seus bastidores, no hiato de fim de ano. No lugar do co-criador da série Bob Kushell, assumiu Kristin Newman, produtora de “That ‘70s Show” e “How I Met Your Mother”. Mas não foi o suficiente. “The Muppets” atingiu o fundo do poço em seu ultimo episódio, exibido em fevereiro, com 2,7 milhões de telespectadores.
NBC cancela Undeatable e quatro séries da atual temporada
A rede americana NBC anunciou o cancelamento de cinco séries. Três são comédias: “Telenovela”, “Crowded” e “Undateable”. As demais são os dramas “Heartbeat” e “Game of Silence”. Da lista, apenas “Undateable” era veterana, saindo do ar após três temporadas. As outras são lançamentos recentes que não emplacaram, com resultados insatisfatórios de audiência. De todas, “Telenovela” era a mais proeminente, por ser estrelada pela atriz Eva Longoria (série “Desperate Housewives”) e se passar nos bastidores da gravação de uma novela latina. “Heartbeat” também tinha uma atriz conhecida, Melissa George (série “Grey’s Anatomy”), como uma cirurgiã cardíaca. Mas nenhuma delas conquistou público e crítica. A que mais sofreu foi “Crowded”, em que a estrelinha teen Miranda Cosgrove (série “iCarly”) retornava para a casa dos pais. A atração foi considerada um exemplo acabado de como as sitcoms tradicionais tinham se tornado antiquadas. Mais o pior desempenho coube a “Game of Silence”, suspense centrado num mistério, que recebeu a notícia do cancelamento após exibir seu sexto episódio. Ou seja, nem vale a pena acompanhar o resto, pois a trama não deve ter resolução.
Série teen Faking It é cancelada pela MTV
O canal americano MTV anunciou o cancelamento da série “Faking It”, que termina em sua 3ª temporada. O episódio final do programa irá ao ar na próxima terça-feira (17/5) nos EUA. A série girava em torno de duas amigas, Karma (Katie Stevens, do reality show “American Idol”) e Amy (Rita Volk, da série “Major Crimes”), que querem a todo custo se tornarem populares na escola, e descobrem que podem conseguir isso fingindo ser um casal lésbico. Até que são forçadas a bancar sua farsa, com direito a beijos na frente de todos os amigos. Os problemas começam quando uma delas percebe que é realmente lésbica. “Minha esperança é que ‘Faking It’ seja a primeira série do que chamo de era pós-gay na televisão”, disse o criador da série Carter Covington ao site The Hollywood Reporter. “Nós sempre tentamos abordar a narrativa a partir de um ponto que vai além das histórias de pessoas assumindo a homossexualidade, e realmente exploramos as vidas de todos os nossos personagens, independentemente de sua sexualidade”. “Faking It”, entretanto, jamais agradou à comunidade LGBT por utilizar-se de diversos estereótipos e tratar a homossexualidade de forma fútil. A série tampouco agradou ao público em geral, sendo cancelada por causa da baixa audiência – a última temporada foi vista por menos de 500 mil pessoas por episódio (em todas as plataformas).
Fox cancela cinco séries lançadas na atual temporada
A rede americana Fox anunciou o cancelamento de cinco séries que estrearam na atual temporada. As atrações que não voltarão à sua programação são “The Grinder”, “Grandfathered”, “Cooper Barrett’s Guide To Surviving Life”, “Second Chance” e “Bordertown”. Todas saíram do ar com audiências muito baixas. Apenas “Second Chance” era uma produção dramática. Lutando com problemas de concepção desde seu projeto, a série mudou de nome três vezes até ir ao ar. Criada pela dupla de produtores e roteiristas Howard Gordon (séries “24 Horas” e “Homeland”) e Rand Ravich (série “Crisis”), sua trama envolvia uma experiência de ressurreição, que trazia um velho xerife assassinado de volta à vida, na pele de um homem bem mais novo e saudável – papel de Rob Kazinsky (série “True Blood”). Um dos maiores fracassos dramáticos do ano, tinha média de 2,4 milhões de telespectadores ao vivo e só teve 11 episódios produzidos. “Bordertown”, por sua vez, era uma produção animada de Seth MacFarlane (criador de “Uma Família da Pesada”) sobre duas famílias vivendo em uma cidade fictícia na fronteira dos EUA com o México. Criada pelo produtor-roteirista Mark Hentemann (também de “Uma Família da Pesada”), a série foi um completo fiasco, rendendo somente 1,78 milhão de telespectadores por episódio. Durou 13 episódios. As demais atrações canceladas eram sitcoms e só “The Grinder” ousava um pouco no gênero. Melhor da leva, trazia Rob Lowe (“Parks and Recreation”) como astro de uma famosa série jurídica que, após o cancelamento, decide levar sua “experiência” para tribunais de verdade, ajudando em casos do escritório de advocacia de sua família, para horror do irmão formado em Direito, vivido por Fred Savage (o eterno Kevin, de “Anos Incríveis”). Criação da dupla Jarrad Paul e Andrew Mogel (roteiristas de “Sim Senhor”) em parceria com Nicholas Stoller (roteirista de “Sex Tape – Perdido na Nuvem” e diretor de “Vizinhos”), “The Grinder” não encontrou público, registrando 2,1 milhões de telespectadores ao vivo. Mas foi longe, rendendo 22 episódios. Mais tradicional, “Grandfathered” girava em torno de um tiozão conquistador (John Stamos, de “Três É Demais”), que um dia descobre ter um filho adulto e uma neta. Criada por Daniel Chun (roteirista de “The Office” e “Os Simpsons”), teve uma média de 2,7 milhões de telespectadores e também chegou a 22 episódios. Por fim, “Cooper’s Guide To Surviving Life” era uma comédia juvenil que girava em torno de Cooper Barrett (Jack Cutmore-Scott, de “Kingsman: Serviço Secreto”), recém-formado na faculdade e incapaz de definir seu futuro, que decide mostrar ao mundo os desafios que as pessoas da sua idade enfrentam. Criação de Jay Lacopo (roteirista de “Triângulo Amoroso”), registrou a média de 2 milhões de telespectadores e durou só 13 episódios.
Série Nashville é cancelada
A rede americana ABC puxou o plugue em “Nashville”, que foi cancelada ao final de quatro temporadas e 86 episódios produzidos. Ainda em exibição, a 4ª temporada registra a média de 4,2 milhões de telespectadores. Mesmo com a inclusão das plataformas digitais, que fez seu público crescer para 6,7 milhões de telespectadores, trata-se de uma audiência abaixo da média da ABC – 8 milhões na temporada passada. Criada por Callie Khouri (roteirista do clássico “Thelma & Louise”), a série acompanhava a vida de duas estrelas rivais da música country, a diva Rayna Jaymes (Connie Britton, da série “Friday Night Lights”) e a jovem Juliette Barnes (Hayden Panettiere, da série “Heroes”). No Brasil, a série era exibida pelo canal pago Sony.
CSI: Cyber é cancelada, marcando o fim da franquia CSI na televisão
A rede americana CBS anunciou nesta quinta-feira (12/5) o cancelamento da série “CSI: Cyber” após duas temporadas. A atração era a última remanescente da franquia policial “CSI”, que chegou a ser considerada a mais bem-sucedida do gênero na televisão. O fim de “CSI: Cyber”, cancelada por baixa audiência, foi um desfecho anticlimático para o universo inaugurado em 2000, que revolucionou as investigações policiais com suas análises forenses, gerando três spin-offs e diversos imitadores. Em seu auge, entre os anos de 2002 e 2006, “CSI” foi a série mais vista do mundo, sintonizada por 26 milhões de telespectadores por episódio apenas nos EUA. O sucesso era tanto que, no Brasil, “CSI” chegou a ser um trunfo da Record contra a Globo, que colocou a série no horário nobre para incomodar a audiência da concorrente. Até o cineasta Quentin Tarantino (“Os Oito Odiados”) revelou-se fã, dirigindo dois episódios (na verdade, uma história em duas partes). Mas a audiência foi lentamente corroída pela repetição da fórmula e a saída de integrantes do elenco original, levando a seu inevitável cancelamento no ano passado, em sua 15ª temporada, num desfecho assistido por 8,26 milhões de telespectadores. “CSI: Cyber” era o filhote mais novo da franquia, que antes teve “CSI: Miami” (2002-2012) e “CSI: NY” (2004-2013). Lançado em 2015, o programa tinha a expectativa de manter a grife no ar. Entretanto, não funcionou como a CBS esperava. A troca do já conhecido universo forense por investigações de crimes cibernéticos descaracterizou a marca e rendeu a pior audiência dentre todas as atrações da franquia. O final da 2ª temporada foi ao ar em março e visto por apenas 6,32 milhões de pessoas nos EUA. “CSI” era a segunda franquia mais longeva dos Estados Unidos, posição agora assumida por “NCIS”, atração similar, que estreou em 2003. A liderança do ranking pertence a outra grife policial, “Law & Order”, inaugurada em 1990, que é atualmente representada pelo spin-off “Law and Order: SVU”, no ar desde 1999. As quatro atrações da franquia “CSI” ainda são reprisadas no Brasil pelo canal pago AXN.
The Musketeers vai acabar na 3ª temporada
O canal britânico BBC One anunciou que a série “The Musketeers” vai se encerrar em sua 3ª temporada, que ainda não estreou. “A 3ª temporada de ‘The Musketeers’ completa as 30 horas desta série com ambição e energia”, disse a produtora executiva Jessica Pope sobre a última temporada. “Está cheio de ação e aventura, diversão e drama do começo ao fim”. Baseada na clássica aventura literária “Os Três Mosqueteiros”, de Alexandre Dumas, a série foi criada por Adrian Hodges (roteirista de “Sete Dias com Marilyn” e criador da série “Primeval”) e se passa em Paris, no século 17, em torno de um grupo de soldados treinados para proteger a coroa e o país de traidores. O elenco traz Luke Pasqualino (série “Skins”) como o jovem D’Artagnan, Tom Burke (“O Libertino”) como Athos, Santiago Cabrera (série “Merlin”) como Aramis e Howard Charles (“Floresta Negra”) como Porthos, os mosqueteiros do título, que defendem o Rei Luis XIII (Ryan Gage, de “O Hobbit: A Desolação de Smaug”) contra as tramas do Cardeal Richelieu (Peter Capaldi, da série “Doctor Who”) e a bela Milady de Winter (Maimie McCoy, da série “Personal Affairs”), uma das mais misteriosas mulheres de Paris. A série é filmada na República Tcheca e repleta de anacronismos, mostrando os heróis com um figurino de couro que só se tornaria moda após a revolução industrial. A data de estreia dos episódios finais não foi anunciada, mas a previsão é que eles comecem a ser exibidos ainda este ano.
The Vampire Diaries: Ian Somerhalder diz que a série acaba na próxima temporada
O ator Ian Somerhalder, que interpreta o vampiro Damon Salvatore em “The Vampire Diaries”, informou que a próxima temporada será a última da série. “Decidimos realizar mais uma última temporada para realmente fazer justiça à história”, ele disse, durante um um evento de fãs (WalkerStalkerCon), realizado em Nashville no domingo (11/4). O canal CW ainda não se manifestou oficialmente sobre o destino da atração. Mas, na semana passada, a atriz Kat Graham, que interpreta a bruxa Bonnie Bennett, anunciou que seu trabalho na série só iria até o final da 8ª temporada. Na ocasião, parecia que ela estava apenas saindo do elenco, mas talvez a declaração já se referisse ao final da atração. Ou será que foi sua decisão de sair do programa que precipitou o fim? A série está atualmente em seu sétimo ano, o primeiro após a saída de Nina Dobrev, intérprete da protagonista Elena Gilbert, e já foi renovada para mais uma temporada – que será a última. O presidente da rede CW, Mark Pedowitz, chegou a dizer no ano passado que a série continuaria enquanto Paul Wesley e Ian Somerhalder, intérpretes dos irmãos vampiros Stefan e Damon Salvatore, quisessem. Entretanto, quando os dois decidissem que chegou a hora, a atração sairá do ar. Pois bem, Ian Somerhalder acaba de anunciar sua decisão.
Togetherness é cancelada na 2ª temporada
O canal pago americano HBO anunciou o cancelamento da série de comédia “Togetherness”, que encerra sua produção com a atual 2ª temporada, ainda em exibição. O último episódio vai ao ar no dia 10 de abril. A atração não emplacou entre o público e ainda perdeu audiência com a exibição dos novos capítulos, registrando a média de 337 mil telespectadores por episódio – menos que os 365 mil telespectadores da temporada inaugural. “Togetherness” marcou a estreia dos irmãos Mark e Jay Duplass (“Jeff e as Armações do Destino”) como roteiristas, produtores e diretores de TV, e sua trama refletia o estilo das comédias indies da dupla, ao acompanhar a vida de dois casais que moram na mesma casa. O casal central era vivido por Melanie Lynskey (série “Two and a Half Men”) e Mark Duplass, que após ter filhos começa a enfrentar crise em seu relacionamento. A situação piora quando uma parente e um amigo – Amanda Peet (“Uma Ladra Sem Limites”) e Steve Zissis (“Jeff e as Armações do Destino”) – precisam de ajuda e se mudam para o já apertado lar da família. Ao todo, a série somou 16 episódios, oito por temporada.
Pessoa de Interesse: 5ª temporada será final da série
A rede CBS anunciou que a 5ª temporada de “Pessoa de Interesse” (Person of Interest) será mesmo a última da série. A decisão já tinha sido antecipada em janeiro pelo produtor da atração, o cineasta J.J. Abrams (“Star Wars: O Despertar da Força”), que na época lamentou. “É uma pena, porque os produtores Jonathan Nolan e Greg Plageman fizeram um trabalho tão surpreendente no show, que eu sei que renderia mais histórias. Mas é muito difícil reclamar. É um milagre conseguir colocar um programa no ar e, ainda mais, vê-lo durar tanto tempo, então é algo que nós devemos agradecer. Mas eu amo essa série e eu teria gostado de vê-la continuar”, disse na ocasião. Segundo Abrams, o criador da atração, Jonathan Nolan (roteirista de “Insterestelar”), programou os próximos episódios para servirem como final da série. Ou seja, a atração terá uma conclusão. A 5ª temporada será mais curta, com apenas 13 capítulos, que começarão a ser exibidos a partir do dia 3 de maio. O final está programado para o dia 21 de junho nos EUA. No Brasil, a série é transmitida pelo canal pago Warner e pela rede SBT.
Série bíblica Of Kings and Prophets dá vexame e é cancelada após dois episódios
A série bíblica “Of Kings and Prophets” afugentou o público da TV americana. O vexame fez a rede ABC tirá-la do ar após a exibição de seu segundo episódio, no cancelamento mais rápido dos últimos anos. Segundo o site TVLine, a atração registou apenas 3,3 milhões de telespectadores em sua estreia e caiu para 2,4 milhões em sua segunda noite de terça-feira. Como exibiu cenas de violência e nudez, não agradou nem sequer o público considerado seu alvo. Organizações religiosas protestaram contra o conteúdo, por ser uma produção derivada da Bíblia. Criada por Adam Cooper e Bill Collage (roteiristas de “Êxodo: Deuses e Reis”), “Of Kings and Prophets” buscava ser uma mescla da grandiosidade de “Game of Thrones” e a religiosidade de “A Bíblia” (The Bible), ao contar a história do Rei Davi. A série era estrelada por Ray Winstone (“O Franco-Atirador”) como o rei judeu Saul e Oliver Rix (série “The Musketeers”) como o pastor e futuro rei Davi. O elenco ainda incluía Elodie Yung (a Elektra da série “Demolidor”), Maisie Richardson-Sellers (série “The Originals”), Mohammad Bakri (série “Tyrant”), Mark Ivanir (série “Royal Pains”) e Simone Kessell (série “Wonderland”). O piloto foi dirigido pelo cineasta Jeffrey Nachmanoff (“O Traidor”). Ao todo, foram produzidos 11 episódios. Os capítulos remanescentes poderão ser disponibilizados em plataformas online, mas a rede ABC informou que não pretende transmiti-los no futuro.
Produtora acusa pirataria pelo cancelamento da série Hannibal
A produtora Martha De Laurentiis acusou a pirataria de ter sido responsável pelo cancelamento da ótima série “Hannibal”, inspirada na criação do escritor Thomas Harris, o psicopata Hannibal Lecter. O desabafo aconteceu por meio de uma carta enviada ao site The Hill. “Quando a NBC optou por não renovar ‘Hannibal’ para uma 4ª temporada, não foi difícil ligar isso ao fato de que ela foi a 5ª série mais baixada ilegalmente no ano de 2013. E quando um terço da audiência vem de sites piratas, apesar de cada episódio estar disponível para download legítimo no dia seguinte à exibição, você não precisa de um cálculo complexo para entender a situação”, escreveu a produtora na sua carta. Filha do lendário Dino De Laurentiis, produtor de “Barbarella” (1968) e “King Kong” (1976), além das versões cinematográficas de “Hannibal” (2001) e “Dragão Vermelho” (2002), Martha De Laurentiss conclui: “Os piratas mataram ‘Hannibal’? Com mais de 2 milhões de espectadores vendo nosso seriado ilegalmente, é difícil não pensar que eles foram pelo menos em parte responsáveis por centenas de pessoas perdendo os empregos e milhões de pessoas, que o assistiam de forma legítima, sendo privadas do show”. Apesar do sucesso de crítica e do grande elenco, que incluía Laurence Fishburne, Hugh Dancy e Gillian Anderson, além de Mads Mikkelsen no papel-título, os índices de audiência da série nunca foram considerados altos, inviabilizando sua produção. Em todo caso, “Hannibal” teve uma trajetória que pode ser considerada vitoriosa, graças ao nível de excelência de sua produção e por ter encerrado sua trama, concluída na véspera da história celebrada nos cinemas pelo filme “O Silêncio dos Inocentes” (1991).
You, Me and the Apocalypse é cancelada
O canal pago britânico Sky decidiu não renovar “You, Me and the Apocalypse”, série de comédia coproduzida pela rede americana NBC. Segundo representantes do canal, a série não foi renovada por ter chegado a um final natural. As produções do Reino Unido costumam durar pouco e “You, Me and the Apocalypse” teve 10 episódios, mais que os habituais seis capítulos das sitcoms britânicas. Criada por Iain Hollands (série “Beaver Falls”), a história acompanhava um grupo de pessoas com trajetórias completamente diferentes, entre elas um padre vivido por Rob Lowe (série “The Grinder”), que descobrem estar misteriosamente conectadas quando um grande cometa, prestes a colidir com a Terra, ameaça extinguir a vida no planeta. Ao longo de sua exibição na Inglaterra, a série registrou a média de 227 mil telespectadores, com 1% da audiência em seu horário ao vivo. Números acima da média do canal, que até setembro de 2015 era de 0.80%. Em entrevistas, o ator Matthew Baynton (também da série “Younderland”), disse que, se a atração fosse renovada, a história poderia apresentar a forma como os sobreviventes reagiriam quando saíssem do bunker.












