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  • Série

    Uncle Buck é primeiro cancelamento da temporada americana de verão

    6 de julho de 2016 /

    A rede americana ABC anunciou o cancelamento da série de comédia “Uncle Buck”, que estreou no mês passado nos EUA. Primeiro desastre do verão, a série era uma versão da comédia clássica de John Hughes “Quem Vê Cara Não Vê Coração” (Uncle Bluck, 1989), famosa Sessão da Tarde em que o gordinho John Candy vivia o tio irresponsável que aprendia a ser um adulto ao cuidar dos seus sobrinhos. O Tio Buck da versão televisiva não só era bem mais magro que Candy, como também de outra raça. O personagem foi vivido por Mike Epps (o Doug negro de “Se Beber Não Case!”), que na TV cuida dos sobrinhos durante o fim de semana como favor para os pais. Obviamente, não bastou mudou a raça dos personagens para a trama ganhar novidade, uma vez que, esgotada a premissa do filme no primeiro episódio, a série passou a repetir as mesmas situações e piadas. E pior: duas vezes seguidas. Como a série não agradou (32% de aprovação no site Rotten Tomatoes), a emissora exibiu os episódios a toque de caixa, passando dois capítulos consecutivos por semana. O último dos 8 capítulos produzidos foi exibido na terça (5/7), diante de 3,4 milhões de telespectadores. “Uncle Buck” foi desenvolvida por Steven Cragg e Brian Bradley (ambos da série “MADtv”) e produzida por Will Packer (“Pense como Eles Também”), que se envolveram em polêmica já na concepção do projeto por não terem consultado as famílias dos falecidos Hughes e Candy.

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  • Música

    Record engaveta minissérie dos Mamonas Assassinas

    29 de junho de 2016 /

    A Brasília amarela não vai sair da garagem. O projeto da minissérie dos Mamonas Assassinas, que estava sendo desenvolvido pela rede Record, foi arquivado. Segundo a coluna de Flávio Ricco, a equipe envolvida na produção foi dispensada, diante de inúmeros problemas enfrentados, desde desentendimentos entre o autor Carlos Lombardi e os familiares da banda sobre a abordagem da história, até a demora na liberação da verba da Ancine, que não aconteceu dentro do cronograma traçado. Isto não significa que o projeto ficará encalhado. Ainda segundo Ricco, a Record ainda estaria interessado na série, mas prefere esperar uma nova oportunidade, financeira e criativamente, para viabilizar a produção.

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  • Música

    Vinyl: HBO surpreende e cancela a série após anunciar sua renovação

    22 de junho de 2016 /

    O canal pago americano HBO tomou uma decisão surpreendente e anunciou nesta quarta (22/6) o cancelamento da série “Vinyl”, quatro meses após encomendar sua renovação. “Após uma reflexão cuidadosa, decidimos não seguir em frente com a 2ª temporada de ‘Vinyl’. Obviamente, não foi uma decisão fácil. Nós temos um grande respeito pela equipe e pelo elenco pelo trabalho e paixão que dedicaram a este projeto”, afirmou o canal em comunicado. A produção estava passando por uma reformulação completa e o cancelamento vem dois meses após Terence Winter (“Boardwalk Empire”) deixar o cargo de showrunner da série, por diferenças criativas. Ele trabalhava ao lado do cineasta Martin Scorsese (“O Lobo de Wall Street”) e do cantor Mick Jagger, dos Rolling Stones, cocriadores da atração. Segundo apurou o site The Hollywood Reporter, a decisão do cancelamento partiu do novo presidente de programação da HBO, Casey Bloys, que assumiu o cargo no começo do ano, após a saída de Michael Lombardo, responsável pela aprovação da série. Jagger e Scorsese maturaram a ideia de “Vinyl” por cerca de duas décadas, pensando num filme, até Winter entrar a bordo com a determinação de transformar o conceito numa série. O programa aborda a indústria da música do começo dos anos 1970, enfocando a fictícia gravadora American Century, presidida pelo instável Richie Finestra (Bobby Cannavale), que busca um “novo som” capaz de salvar seu negócio da falência. Tudo isso é mote para mostrar a cena musical da época, com direito a flashes de bandas e cantores como Velvet Underground, David Bowie e New York Dolls. Apesar de Scorsese ter dirigido o primeiro episódio, com 2 horas de duração, a série não emplacou em audiência nem empolgou a crítica. Após uma estreia com pouco mais de 764 mil espectadores ao vivo, o público se estabilizou em torno de 500 mil pessoas por episódio. Muito abaixo do esperado pelo tema e os nomes envolvidos. Além do peso dos produtores envolvidos, o elenco também destacava atores conhecidos como Bobby Cannavale (“Blue Jasmine”), Olivia Wilde (“Rush – No Limite da Emoção”), Juno Temple (“Malévola”), Ray Romano (série “Parenthood”) e James Jagger (“Sex & Drugs & Rock & Roll”), o filho de Mick. Embora o cancelamento tenha sido surpreendente, não é um fato inédito. O HBO cometeu o mesmo recuo com a série “The Brink”, estrelada por Jack Black (“Goosebumps”) e Tim Robins (“Lanterna Verde”), cancelada em novembro do ano passado, quatro meses após o anúncio de sua renovação.

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  • Série

    Penny Dreadful: Série é encerrada sem aviso, com final inesperado

    20 de junho de 2016 /

    A série “Penny Dreadful” chegou ao fim, sem maiores avisos, com o episódio exibido no domingo (19/6) nos Estados Unidos, surpreendendo os fãs. O nono e último episódio da 3ª temporada acabou com um “the end”. Ou seja, depois de 27 episódios, a série não voltará para um quarto ano. Em contraste com a blitz publicitária de “Game of Thrones”, o canal americano Showtime optou por terminar a série sem alarde, colocando um ponto final na história de terror gótico criada pelo roteirista John Logan (“007 Contra Spectre”), que reunia diversos personagens da literatura do século 19, como Frankenstein e Dorian Gray, e trazendo Eva Green como a protagonista, uma médium atormentada por demônios. David Nevins, o presidente do Showtime, foi sucinto ao explicar o encerramento. “É isso que é a televisão agora. Não temos que fazer sete temporadas pelo saco de fazer sete temporadas. Alguns programas são feitos para isso, outros, não”. Em comunicado, Logan disse que, já na 2ª temporada, percebeu para onde a história estava indo, e o encontro de Vanessa com Deus seria um final apoteótico. “Era um programa sobre Vanessa Ives e sua batalha com a fé. Uma mulher apegada a Deus e a ao diabo. Falei com Eva, e depois com David”, disse o responsável pela atração. Em entrevista com o site da revista The Hollywood Reporter, Nevins explicou que tentou reverter a decisão de Logan, mas que o escritor estava determinado a concluir a história de forma definitiva… e trágica. “A coisa tradicional para se fazer era anunciar que esta seria a última temporada”, contou o executivo. “Mas parecia que tiraria a surpresa, e parte do prazer de se assistir TV hoje é experimentar as surpresas em primeira mão, sem spoilers de nenhum tipo. O episódio não começa com os créditos usuais, o que sinaliza algo diferente está acontecendo, e termina com ‘the end'”. John Logan ainda divulgou um vídeo, disponível logo abaixo, em que agradece aos fãs e confirma que sempre teve a intenção de encerrar a série em sua 3ª temporada. No Brasil, “Penny Dreadful” é exibida pelo canal pago HBO.

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  • Filme

    John Green revela que Quem É Você, Alasca? não vai mais virar filme

    19 de junho de 2016 /

    O escritor John Green, que já teve dois livros transformados em filmes – “A Culpa É das Estrelas” (2014) e “Cidades de Papel” (2015) – , revelou que os planos para o terceiro foram descartados. Ele usou as redes sociais para comunicar que a Paramount Pictures engavetou o projeto de adaptar “Quem É Você Alasca?”, que tinha a atriz Elle Fanning (“Malévola”) cotada para o papel principal. “Já que isso tem tantos RTs, eu acho que devo dizer: Não haverá filme de ‘ Quem é você, Alasca?’ (do meu conhecimento, pelo menos)”, ele escreveu no Tweeter, ao destacar um cartaz feito por fã. “Eu não tenho controle sob os direitos do filme. Do meu conhecimento, a Paramount (que detém os direitos) não tem planos.” Em sua página do Tumblr, o autor deu maiores detalhes das dificuldades, elogiando o roteiro do criador das séries “Chuck” e “Gossip Girl”. “Josh Schwartz escreveu um ótimo roteiro, o tipo de roteiro que é tão bom que nenhuma instituição pró-lucrativa investiria dez milhões de dólares para fazê-lo, então provavelmente nunca o será”, ele explicou. A adaptação também teve um problema adicional, com a saída da cineasta Rebecca Thomas (“A Fita Azul”), após ser cortejada pela Universal para comandar “A Pequena Sereia”. Primeiro livro de John Green, “Quem É Você Alasca?” acompanha um adolescente chamado Miles, que estuda em um colégio interno, onde conhece a jovem e enigmática Alasca, por quem se apaixona. O livro causou certa polêmica e foi banido de diversas escolas dos EUA por fazer descrição de sexo entre adolescentes. Ou seja, a trama já era considerada controvertida para um lançamento PG-13 (para menores de 13 anos) e o roteiro não abrandou o relacionamento. Infelizmente, o sistema de classificação etária dos EUA é antiquado e bastante diferente do utilizado no Brasil. Enquanto por aqui há um nicho de filmes para adolescentes com censura 14 e 16 anos, nos EUA, após a classificação PG-13 vem imediatamente a R, para maiores de 17 anos e geralmente reservada para filmes com cenas de ultraviolência e sexo.

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  • Série

    Pretty Little Liars: Lindsey Shaw vai voltar na 7ª temporada

    18 de junho de 2016 /

    A atriz Lindsey Shaw voltará à série “Pretty Little Liars”, para retomar a personagem Paige McCullers na 7ª temporada. A ultima aparição de Page foi na 5ª temporada, após se destacar como namorada de Emily (Shay Mitchell) e uma importante aliada das meninas mentirosas. Shaw reaparecerá a partir do episódio oito, mostrando o que aconteceu com sua personagem, que deixou Rosewood para morar com sua família na Califórnia, onde fez faculdade. O relacionamento de Emily com Paige também terminou na 5ª temporada, principalmente devido à distância. Detalhes sobre retorno de Paige, ainda não foram revelados, mas vale lembrar que Emily está solteira e que, desde que as duas estiveram juntas, houve um salto de cinco anos na trama. Desde que saiu de “Pretty Little Liars”, Lindsey fez aparições da série “Faking It”, também com temática lésbica e recentemente cancelada, e estrelou o romance indie “Temps”, lançado em abril nos EUA. A 7ª temporada, que pode ser a última de “Pretty Little Liars”, estreia na terça (21/6) nos EUA.

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  • Série

    Orphan Black é renovada para a 5ª e última temporada

    17 de junho de 2016 /

    O canal pago americano BBC America anunciou a renovação da série “Orphan Black” para sua 5ª e última temporada. Assim, a saga dos clones chegará ao final em 2017. Apesar de aclamada pela crítica, a atração vem perdendo audiência ao vivo a cada ano. A 4ª temporada, encerrada na quinta-feira (16/6), teve uma média de 247 mil telespectadores por episódio, quase metade do público que sintonizou seus episódios iniciais em 2013 – 438 mil telespectadores. Criada por dois autores respeitados do gênero terror, John Fawcett (diretor e roteirista do ótimo filme de lobisomem “Possuída”) e Graeme Manson (roteirista do cultuado horror “O Cubo”), a série colocou em evidência o talento de Tatiana Maslany. Na trama, ela já interpretou mais de uma dezena de personagens diferentes, clones que vão se conhecendo à medida em que a trama avança, revelando uma grande conspiração científica. No Brasil, a série está no catálogo do serviço de streaming Netflix.

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  • Série

    Pretty Little Liars: Noivo de Troian Bellisario diz que a série vai acabar na nova temporada

    16 de junho de 2016 /

    O ator Patrick J. Adams, que é protagonista de “Suits”, falou demais sobre a série de sua noiva, Troian Bellisario, a Spencer de “Pretty Little Liars”. Durante o ATX Festival, convenção televisiva que acontece anualmente em Austin, ele falou com o site Hollywood Life sobre o seu noivado e acabou soltando uma informação bombástica sobre o destino de PLL: a série vai acabar na 7ª temporada! “Nosso aniversário é o dia que ela voltou das gravações do piloto de ‘Pretty Little Liars’. Ela chegou em casa e tivemos o nosso primeiro encontro. Então, o fato de a série estar acabando este ano, e após isso possivelmente nós vamos nos casar e começar o próximo capítulo da nossa vida, é bem legal.” O elenco só tem contrato firmado até a 7ª temporada da produção, que, ao que tudo indica, irá também encerrar a história, após um salto no tempo de cinco anos na metade da temporada passada. Mas embora os indícios fossem fortes, esta foi a primeira vez que alguém falou abertamente sobre o assunto. Mesmo não sendo uma, digamos, fonte oficial, inegavelmente o ator tem acesso às informações sobre o destino da série. Mas, por enquanto, nem a criadora da atração, I. Marlene King, nem o canal pago Freeform comentaram o assunto. A 7ª e possivelmente última temporada de “Pretty Little Liars” estreia na próxima terça, dia 21 de junho, nos EUA. Mas, mesmo que esteja em seu final, a série não irá acabar neste ano como disse Adams. Com 20 episódios, a exibição da temporada será interrompida pela metade em agosto e só voltará a ser retomada em 2017.

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  • Música

    Série Nashville é descancelada com mudança de canal

    10 de junho de 2016 /

    Cancelada na rede americana ABC, a série “Nashville” vai continuar a ser produzida para o canal pago CMT (Contry Music Television), especializado em música country. A novidade foi divulgada no Twitter oficial do estúdio Lionsgate TV, que produz a atração. “O CMT ouviu os fãs. A onda de amor e apreciação que eles têm demonstrado por ‘Nashville’ é reconfortante”, disse Brian Philips, presidente da emissora. “‘Nashville’ é uma perfeita adição ao nosso line-up de especiais musicais, documentários e séries originais.” Além de ser exibida no CMT, a 5ª temporada inédita também será disponibilizada no serviço de streaming Hulu, um dia após cada episódio passar na TV. Na ABC, a série tinha uma média de 4,2 milhões de telespectadores, mas com a inclusão das plataformas digitais, seu público chegava a atingir 6,7 milhões de telespectadores. Já o programa mais popular do CMT, o reality show “Party Down South”, cancelado neste ano, teve em seu auge 1 milhão de telespectadores sintonizados. Criada por Callie Khouri (roteirista do clássico “Thelma & Louise”), “Nashville” acompanhava a vida de duas estrelas rivais da música country, a diva Rayna Jaymes (Connie Britton, da série “Friday Night Lights”) e a jovem Juliette Barnes (Hayden Panettiere, da série “Heroes”). No Brasil, a série deve continuar a ser exibida pelo canal pago Sony.

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  • Série

    Série Limitless é oficialmente cancelada

    28 de maio de 2016 /

    Após ficar no limbo, a série “Limitless” teve seu destino finalmente definido. E não é uma boa notícia para seus fãs. O produtor executivo Craig Sweeney informou o cancelamento da tração em seu Twitter, onde lamentou que o programa “não irá continuar em nenhuma plataforma”, agradecendo aos fãs e todos os telespectadores que assistiam à série. “Limitless” vira, assim, o cancelamento mais lamentado da temporada, saindo do ar com críticas positivas e a maior audiência entre as atrações que tiveram suas produções suspensas em 2016. Foi ainda a última série do período a ter seu fim decretado, após o verdadeiro massacre que, na semana passada, cortou dezenas de produções da programação televisiva americana. A demora para definir seu fim se deveu à busca de um novo lar para sua 2ª temporada. As tentativas foram levadas adiante pela própria rede CBS, que compartilhava sua produção com um astro de Hollywood, Bradley Cooper (“Sniper Americano”). A ideia era repetir o que aconteceu com “Supergirl” – que saiu da CBS e foi para a CW. Mas as negociações não vingaram. Nem a proposta de incluir os novos episódios no novo serviço de streaming do canal, CBS All Access, que, por enquanto, só tem confirmado para seu lançamento uma nova série da franquia “Star Trek” e o projeto de um spin-off de “The Good Wife”. “Limitless” estreou em setembro com a segunda maior audiência entre os novos dramas da temporada passada: 9,86 milhões sintonizados em sua estreia. E saiu do ar com uma média de 6 milhões de telespectadores por episódio – bem acima, por exemplo, de “Bones”, cancelada em sua 11ª temporada com 4,5 milhões de telespectadores. Desenvolvida por Craig Sweeny (roteirista de “Medium” e “Elementary”), a série era uma continuação do filme “Sem Limites” (2011), inclusive com participação de Bradley Cooper no papel de Eddie Morra. Mas se concentrava numa nova cobaia dos testes com a droga milagrosa NZT, Brian Sinclair (Jake McDorman, também de “Sniper Americano”), rapaz que domina os efeitos colaterais e aumenta a capacidade de seu cérebro para 100%. Ele acaba recrutado pela agente do FBI Rebecca Harris (Jennifer Carpenter, de “Dexter”) para ajudar a solucionar crimes. A série era exibida no Brasil no canal pago Space.

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    The Americans é renovada para mais duas temporadas e acaba em 2018

    26 de maio de 2016 /

    O canal pago americano FX anunciou a renovação da série “The Americans” para mais duas temporadas, que serão as últimas da atração. A série de espionagem, passada nos anos 1980, chegará ao fim em 2018, concluindo sua história em mais 23 capítulos – 13 no ano que vem e mais 10 na reta final. Em um comunicado, Eric Schrier, presidente de conteúdos originais do FX, afirmou que os produtores irão encerrar a série em grande estilo. “Não temos dúvida que mais duas temporadas são suficientes para que Joe Weisberg e Joel Fields contem a história até uma conclusão perfeita”. Atualmente em sua 4ª temporada, “The Americans” acompanha dois agentes soviéticos, vividos por Keri Russell (“Planeta dos Macacos: O Confronto”) e Matthew Rhys (série “Brothers & Sisters”), que se passam por uma típica família americana. Nem seus filhos sabiam de sua missão, até a mais velha (Holly Taylor) descobrir a verdade na temporada anterior. Criada por Joseph Weisberg (roteirista da série “Falling Skies”), a série é elogiadíssima pela crítica e no ano passado rendeu o Emmy de Melhor Atriz Convidada para Margo Martindale (série “Justified”).

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    Série Limitless vira paradoxo: não foi renovada nem cancelada

    25 de maio de 2016 /

    Última série que ainda não teve seu destino definido para a próxima temporada, “Limitless” virou um paradoxo. A série não foi renovada pela rede CBS. Mas tampouco foi oficialmente cancelada. Isto porque se trata de uma produção da própria CBS, que, ainda por cima, tem em sua equipe um astro de Hollywood, Bradley Cooper (“Sniper Americano”). Segundo apurou a revista Entertainment Weekly, o cancelamento não foi anunciado porque há interesse em preservar a franquia, enquanto conversas acontecem nos bastidores para uma mudança de canal, como aconteceu com “Supergirl” – que saiu da CBS e foi para a CW. A expectativa é que a produção ganhe uma 2ª temporada em algum serviço de streaming, já que se trata da série de maior audiência que não retornará para a programação da TV aberta na próxima temporada, com uma média de 6 milhões de telespectadores por episódio – bem acima, por exemplo, de “Bones”, cancelada em sua 11ª temporada com 4,5 milhões de telespectadores. “Limitless” estreou em setembro com a segunda maior audiência entre os novos dramas da temporada passada: 9,86 milhões sintonizados em sua estreia. Desenvolvida por Craig Sweeny (roteirista de “Medium” e “Elementary”), a série oferece uma continuação do filme “Sem Limites” (2011), inclusive com participação de Bradley Cooper no papel de Eddie Morra. Mas se concentra numa nova cobaia dos testes com a droga milagrosa NZT, Brian Sinclair (Jake McDorman, também de “Sniper Americano”), rapaz que domina os efeitos colaterais e aumenta a capacidade de seu cérebro para 100%. Ele acaba recrutado pela agente do FBI Rebecca Harris (Jennifer Carpenter, de “Dexter”) para ajudar a solucionar crimes. A série é exibida no Brasil no canal pago Space.

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    Série baseada no filme A Hora do Rush é cancelada

    22 de maio de 2016 /

    A rede americana CBS anunciou o cancelamento da série de comédia “Rush Hour”, que estreou no final de março e teve seu destino decidido após a exibição de oito episódios. O programa era uma adaptação do filme “A Hora do Rush” (1998), estrelado por Jackie Chan e Chris Tucker, e não emplacou, com uma audiência média de 4,2 milhões de espectadores. Os personagens foram encarnados por Jon Foo (“Tekken”) e Justin Hires (“Anjos da Lei”). A série era uma criação de Bill Lawrence (criador de “Cougar Town” e “Scrubs”) e Blake McCormick (roteirista de “Cougar Town”), com produção de Brett Ratner, o diretor dos três filmes da franquia “A Hora do Rush”. A trilogia “A Hora do Rush” rendeu mais de US$ 850 milhões em bilheteria ao redor do mundo. Chegou a se falar de um 4º filme da franquia, mas esse projeto acabou não indo adiante. No ano passado, a CBS chegou a encomendar o piloto de outra atração baseada numa franquia cinematográfica de sucesso: “Um Tira da Pesada”, mas mesmo com participação de Eddie Murphy o episódio gravado não passou no teste e o projeto acabou arquivado.

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