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  • Série

    Série Limitless vira paradoxo: não foi renovada nem cancelada

    25 de maio de 2016 /

    Última série que ainda não teve seu destino definido para a próxima temporada, “Limitless” virou um paradoxo. A série não foi renovada pela rede CBS. Mas tampouco foi oficialmente cancelada. Isto porque se trata de uma produção da própria CBS, que, ainda por cima, tem em sua equipe um astro de Hollywood, Bradley Cooper (“Sniper Americano”). Segundo apurou a revista Entertainment Weekly, o cancelamento não foi anunciado porque há interesse em preservar a franquia, enquanto conversas acontecem nos bastidores para uma mudança de canal, como aconteceu com “Supergirl” – que saiu da CBS e foi para a CW. A expectativa é que a produção ganhe uma 2ª temporada em algum serviço de streaming, já que se trata da série de maior audiência que não retornará para a programação da TV aberta na próxima temporada, com uma média de 6 milhões de telespectadores por episódio – bem acima, por exemplo, de “Bones”, cancelada em sua 11ª temporada com 4,5 milhões de telespectadores. “Limitless” estreou em setembro com a segunda maior audiência entre os novos dramas da temporada passada: 9,86 milhões sintonizados em sua estreia. Desenvolvida por Craig Sweeny (roteirista de “Medium” e “Elementary”), a série oferece uma continuação do filme “Sem Limites” (2011), inclusive com participação de Bradley Cooper no papel de Eddie Morra. Mas se concentra numa nova cobaia dos testes com a droga milagrosa NZT, Brian Sinclair (Jake McDorman, também de “Sniper Americano”), rapaz que domina os efeitos colaterais e aumenta a capacidade de seu cérebro para 100%. Ele acaba recrutado pela agente do FBI Rebecca Harris (Jennifer Carpenter, de “Dexter”) para ajudar a solucionar crimes. A série é exibida no Brasil no canal pago Space.

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  • Série

    Série baseada no filme A Hora do Rush é cancelada

    22 de maio de 2016 /

    A rede americana CBS anunciou o cancelamento da série de comédia “Rush Hour”, que estreou no final de março e teve seu destino decidido após a exibição de oito episódios. O programa era uma adaptação do filme “A Hora do Rush” (1998), estrelado por Jackie Chan e Chris Tucker, e não emplacou, com uma audiência média de 4,2 milhões de espectadores. Os personagens foram encarnados por Jon Foo (“Tekken”) e Justin Hires (“Anjos da Lei”). A série era uma criação de Bill Lawrence (criador de “Cougar Town” e “Scrubs”) e Blake McCormick (roteirista de “Cougar Town”), com produção de Brett Ratner, o diretor dos três filmes da franquia “A Hora do Rush”. A trilogia “A Hora do Rush” rendeu mais de US$ 850 milhões em bilheteria ao redor do mundo. Chegou a se falar de um 4º filme da franquia, mas esse projeto acabou não indo adiante. No ano passado, a CBS chegou a encomendar o piloto de outra atração baseada numa franquia cinematográfica de sucesso: “Um Tira da Pesada”, mas mesmo com participação de Eddie Murphy o episódio gravado não passou no teste e o projeto acabou arquivado.

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  • Série

    Série House of Lies vai acabar com episódio passado em Cuba

    22 de maio de 2016 /

    O canal pago americano Showtime anunciou o cancelamento da série de comédia “House of Lies”, que vai chegar ao final em sua 5ª temporada. O último episódio da série foi gravado em Havana e será exibido no dia 13 de junho nos EUA. Intitulado “No Es Facil”, a produção representa um marco histórico, já que foi a primeira vez que uma atração americana recebeu autorização para gravar em Cuba. A comédia de humor negro se passa no mundo das empresas de consultoria de imagem e foi criada por Matthew Carnahan (série “Dirt”), a partir do livro “Fábrica de Mentiras: Como os Consultores Roubam o seu Relógio para Depois lhe Dizer as Horas”, de Martin Kihn. Seu elenco é liderado por Don Cheadle, atualmente em cartaz no filme “Capitão América: Guerra Civil”, e Kristen Bell, que na próxima temporada estrelará outra série de comédia, “The Good Place”, que nesta semana teve seu primeiro trailer divulgado. “House of Lies” é exibida no Brasil pelo canal pago HBO.

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  • Série

    Série The Mysteries of Laura é cancelada após duas temporadas

    15 de maio de 2016 /

    A rede NBC cancelou “The Mysteries of Laura”, que não voltará após duas temporadas. O canal mais exigente da TV aberta americana tirou a atração do ar com uma audiência que produções de outras redes matariam para ter. A 2ª temporada vinha registrando a média de 6,7 milhões de telespectadores e acabou num cliffhanger. Ou seja, não encerrou sua trama. Baseada na série espanhola “Los Misterios de Laura”, a versão americana foi desenvolvida por Jeff Rake (criador da série “Miss Match”) e girava em torno de Laura Diamond (Debra Messing, de “Will & Grace”), uma detetive de homicídios que dá conta dos casos mais hediondos, mas não consegue criar seus dois filhos gêmeos. A série era produzida pelos prolíficos Greg Berlanti (“Blindspot”, “The Flash”, “Supergirl”) e Aaron Kaplan (“The Neighbors”, “Chasing Life”, “Kevin from Work”). O último episódio foi ao ar em 2 de março nos EUA.

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  • Série

    Série Castle é cancelada em sua 8ª temporada

    13 de maio de 2016 /

    A maior surpresa da atual rodada de cancelamentos veio num anúncio da rede ABC: o final de “Castle” em sua 8ª temporada, A notícia foi inesperada, porque negociações de bastidores já tinham conseguido estender o contrato de Nathan Fillion, intérprete do personagem-título. No final, pode ter pesado a decisão de sua coprotagonista, Stana Katic, intérprete da detetive Kate Beckett, que comunicou em abril que não continuaria na série. Segundo rumores, Katic e Nathan nunca se deram bem. Mas a situação entre os dois teria chegado a um ponto que forçou a produção a dispensar a atriz. Caso a série continuasse, ela mudaria muito, virando um drama mais procedural com Castle investigando crimes. Como os produtores temiam a decisão da ABC, eles se precaveram e gravaram dois finais diferentes para a temporada. O que será usado permitirá um final para todas as tramas desenvolvidas, encerrando a série sem deixar interrupção abrupta. “Castle” também foi a série de maior audiência cancelada na atual temporada. A produção vinha registrando a média de 6,12 milhões de telespectadores ao vivo. O último episódio irá ao ar na segunda (16/5) nos EUA.

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  • Série

    Série Galavant é cancelada, mas deve voltar na Broadway

    13 de maio de 2016 /

    A rede americana ABC anunciou o cancelamento de “Galavant” depois de duas temporadas. A atração era festejada pela crítica, mas tinha baixa audiência. No final, ser cult não foi o suficiente para garantir novos episódios. Criada por Dan Fogelman (roteirista da animação “Enrolados”), a série tinha tom de fábula da Disney, contando até com músicas originais de Alan Menken, vencedor de quatro Oscars de Melhor Canção – por “A Pequena Sereia” (1989), “A Bela e a Fera” (1991), “Aladdin” (1992) e “Pocahontas” (1995). “Galavant” acompanhava o personagem-título (Joshua Sasse, da série “Rogue”), um homem honesto e exímio com a espada, que descobre ter perdido o amor de sua vida (Mallory Jansen, da série “Young & Hungry”) para o Rei Richard (Timothy Omundson, da série “Psych”). A jovem preferiu se casar com um homem rico a passar o resto da vida ao lado de um pobretão. Mas, quando a Princesa Isabella (Karen David, da série “Waterloo Road”), filha do Rei de Valência, busca sua ajuda para libertar seu reino, ele descobre o verdadeiro amor. O elenco ainda incluía participações especiais de vários rostos conhecidos, como Vinnie Jones (“Rota de Fuga”), John Stamos (série “Plantão Médico/E.R.”), Ricky Gervais (série “Derek”) e Rutger Hauer (série “True Blood”). Apesar das críticas positivas, a atração enfrentou problemas de audiência desde sua estreia e os próprios produtores disseram em entrevista que a renovação para a 2ª temporada tinha sido um milagre. Mesmo assim, “Galavant” deve continuar em outro formato, já que Alan Menken revelou que tem planos para transformá-la num musical na Broadway. “Gavalant não vai continuar na ABC. Mas vai continuar em outros formatos. GARANTIDO”, postou Menken em seu Twitter. “Eu amo o nosso elenco, roteiristas e fãs!! Fiquem ligados…” Por sua vez, Joshua Sasse, o Galavant, já emplacou uma nova série de comédia na TV americana. Ele vai se manter no ar com a produção de “No Tomorrow”, versão americana da série “Como Aproveitar o Fim do Mundo”, da rede Globo.

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  • Série

    Série The Muppets é cancelada

    13 de maio de 2016 /

    A rede americana ABC decidiu cancelar a série “The Muppets”, após 16 episódios, sem conseguir encontrar o tom adequado para a atração. “The Muppets” começou com boa audiência, juntando 9 milhões de telespectadores em sua estreia, em setembro no ano passado, mas após a curiosidade ser saciada, a atração perdeu a maior parte do público. A emissora ainda tentou salvar a atração, promovendo uma reformulação em seus bastidores, no hiato de fim de ano. No lugar do co-criador da série Bob Kushell, assumiu Kristin Newman, produtora de “That ‘70s Show” e “How I Met Your Mother”. Mas não foi o suficiente. “The Muppets” atingiu o fundo do poço em seu ultimo episódio, exibido em fevereiro, com 2,7 milhões de telespectadores.

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  • Série

    NBC cancela Undeatable e quatro séries da atual temporada

    13 de maio de 2016 /

    A rede americana NBC anunciou o cancelamento de cinco séries. Três são comédias: “Telenovela”, “Crowded” e “Undateable”. As demais são os dramas “Heartbeat” e “Game of Silence”. Da lista, apenas “Undateable” era veterana, saindo do ar após três temporadas. As outras são lançamentos recentes que não emplacaram, com resultados insatisfatórios de audiência. De todas, “Telenovela” era a mais proeminente, por ser estrelada pela atriz Eva Longoria (série “Desperate Housewives”) e se passar nos bastidores da gravação de uma novela latina. “Heartbeat” também tinha uma atriz conhecida, Melissa George (série “Grey’s Anatomy”), como uma cirurgiã cardíaca. Mas nenhuma delas conquistou público e crítica. A que mais sofreu foi “Crowded”, em que a estrelinha teen Miranda Cosgrove (série “iCarly”) retornava para a casa dos pais. A atração foi considerada um exemplo acabado de como as sitcoms tradicionais tinham se tornado antiquadas. Mais o pior desempenho coube a “Game of Silence”, suspense centrado num mistério, que recebeu a notícia do cancelamento após exibir seu sexto episódio. Ou seja, nem vale a pena acompanhar o resto, pois a trama não deve ter resolução.

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  • Série

    Série teen Faking It é cancelada pela MTV

    13 de maio de 2016 /

    O canal americano MTV anunciou o cancelamento da série “Faking It”, que termina em sua 3ª temporada. O episódio final do programa irá ao ar na próxima terça-feira (17/5) nos EUA. A série girava em torno de duas amigas, Karma (Katie Stevens, do reality show “American Idol”) e Amy (Rita Volk, da série “Major Crimes”), que querem a todo custo se tornarem populares na escola, e descobrem que podem conseguir isso fingindo ser um casal lésbico. Até que são forçadas a bancar sua farsa, com direito a beijos na frente de todos os amigos. Os problemas começam quando uma delas percebe que é realmente lésbica. “Minha esperança é que ‘Faking It’ seja a primeira série do que chamo de era pós-gay na televisão”, disse o criador da série Carter Covington ao site The Hollywood Reporter. “Nós sempre tentamos abordar a narrativa a partir de um ponto que vai além das histórias de pessoas assumindo a homossexualidade, e realmente exploramos as vidas de todos os nossos personagens, independentemente de sua sexualidade”. “Faking It”, entretanto, jamais agradou à comunidade LGBT por utilizar-se de diversos estereótipos e tratar a homossexualidade de forma fútil. A série tampouco agradou ao público em geral, sendo cancelada por causa da baixa audiência – a última temporada foi vista por menos de 500 mil pessoas por episódio (em todas as plataformas).

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  • Série

    Fox cancela cinco séries lançadas na atual temporada

    13 de maio de 2016 /

    A rede americana Fox anunciou o cancelamento de cinco séries que estrearam na atual temporada. As atrações que não voltarão à sua programação são “The Grinder”, “Grandfathered”, “Cooper Barrett’s Guide To Surviving Life”, “Second Chance” e “Bordertown”. Todas saíram do ar com audiências muito baixas. Apenas “Second Chance” era uma produção dramática. Lutando com problemas de concepção desde seu projeto, a série mudou de nome três vezes até ir ao ar. Criada pela dupla de produtores e roteiristas Howard Gordon (séries “24 Horas” e “Homeland”) e Rand Ravich (série “Crisis”), sua trama envolvia uma experiência de ressurreição, que trazia um velho xerife assassinado de volta à vida, na pele de um homem bem mais novo e saudável – papel de Rob Kazinsky (série “True Blood”). Um dos maiores fracassos dramáticos do ano, tinha média de 2,4 milhões de telespectadores ao vivo e só teve 11 episódios produzidos. “Bordertown”, por sua vez, era uma produção animada de Seth MacFarlane (criador de “Uma Família da Pesada”) sobre duas famílias vivendo em uma cidade fictícia na fronteira dos EUA com o México. Criada pelo produtor-roteirista Mark Hentemann (também de “Uma Família da Pesada”), a série foi um completo fiasco, rendendo somente 1,78 milhão de telespectadores por episódio. Durou 13 episódios. As demais atrações canceladas eram sitcoms e só “The Grinder” ousava um pouco no gênero. Melhor da leva, trazia Rob Lowe (“Parks and Recreation”) como astro de uma famosa série jurídica que, após o cancelamento, decide levar sua “experiência” para tribunais de verdade, ajudando em casos do escritório de advocacia de sua família, para horror do irmão formado em Direito, vivido por Fred Savage (o eterno Kevin, de “Anos Incríveis”). Criação da dupla Jarrad Paul e Andrew Mogel (roteiristas de “Sim Senhor”) em parceria com Nicholas Stoller (roteirista de “Sex Tape – Perdido na Nuvem” e diretor de “Vizinhos”), “The Grinder” não encontrou público, registrando 2,1 milhões de telespectadores ao vivo. Mas foi longe, rendendo 22 episódios. Mais tradicional, “Grandfathered” girava em torno de um tiozão conquistador (John Stamos, de “Três É Demais”), que um dia descobre ter um filho adulto e uma neta. Criada por Daniel Chun (roteirista de “The Office” e “Os Simpsons”), teve uma média de 2,7 milhões de telespectadores e também chegou a 22 episódios. Por fim, “Cooper’s Guide To Surviving Life” era uma comédia juvenil que girava em torno de Cooper Barrett (Jack Cutmore-Scott, de “Kingsman: Serviço Secreto”), recém-formado na faculdade e incapaz de definir seu futuro, que decide mostrar ao mundo os desafios que as pessoas da sua idade enfrentam. Criação de Jay Lacopo (roteirista de “Triângulo Amoroso”), registrou a média de 2 milhões de telespectadores e durou só 13 episódios.

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  • Música

    Série Nashville é cancelada

    13 de maio de 2016 /

    A rede americana ABC puxou o plugue em “Nashville”, que foi cancelada ao final de quatro temporadas e 86 episódios produzidos. Ainda em exibição, a 4ª temporada registra a média de 4,2 milhões de telespectadores. Mesmo com a inclusão das plataformas digitais, que fez seu público crescer para 6,7 milhões de telespectadores, trata-se de uma audiência abaixo da média da ABC – 8 milhões na temporada passada. Criada por Callie Khouri (roteirista do clássico “Thelma & Louise”), a série acompanhava a vida de duas estrelas rivais da música country, a diva Rayna Jaymes (Connie Britton, da série “Friday Night Lights”) e a jovem Juliette Barnes (Hayden Panettiere, da série “Heroes”). No Brasil, a série era exibida pelo canal pago Sony.

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  • Série

    CSI: Cyber é cancelada, marcando o fim da franquia CSI na televisão

    12 de maio de 2016 /

    A rede americana CBS anunciou nesta quinta-feira (12/5) o cancelamento da série “CSI: Cyber” após duas temporadas. A atração era a última remanescente da franquia policial “CSI”, que chegou a ser considerada a mais bem-sucedida do gênero na televisão. O fim de “CSI: Cyber”, cancelada por baixa audiência, foi um desfecho anticlimático para o universo inaugurado em 2000, que revolucionou as investigações policiais com suas análises forenses, gerando três spin-offs e diversos imitadores. Em seu auge, entre os anos de 2002 e 2006, “CSI” foi a série mais vista do mundo, sintonizada por 26 milhões de telespectadores por episódio apenas nos EUA. O sucesso era tanto que, no Brasil, “CSI” chegou a ser um trunfo da Record contra a Globo, que colocou a série no horário nobre para incomodar a audiência da concorrente. Até o cineasta Quentin Tarantino (“Os Oito Odiados”) revelou-se fã, dirigindo dois episódios (na verdade, uma história em duas partes). Mas a audiência foi lentamente corroída pela repetição da fórmula e a saída de integrantes do elenco original, levando a seu inevitável cancelamento no ano passado, em sua 15ª temporada, num desfecho assistido por 8,26 milhões de telespectadores. “CSI: Cyber” era o filhote mais novo da franquia, que antes teve “CSI: Miami” (2002-2012) e “CSI: NY” (2004-2013). Lançado em 2015, o programa tinha a expectativa de manter a grife no ar. Entretanto, não funcionou como a CBS esperava. A troca do já conhecido universo forense por investigações de crimes cibernéticos descaracterizou a marca e rendeu a pior audiência dentre todas as atrações da franquia. O final da 2ª temporada foi ao ar em março e visto por apenas 6,32 milhões de pessoas nos EUA. “CSI” era a segunda franquia mais longeva dos Estados Unidos, posição agora assumida por “NCIS”, atração similar, que estreou em 2003. A liderança do ranking pertence a outra grife policial, “Law & Order”, inaugurada em 1990, que é atualmente representada pelo spin-off “Law and Order: SVU”, no ar desde 1999. As quatro atrações da franquia “CSI” ainda são reprisadas no Brasil pelo canal pago AXN.

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    The Musketeers vai acabar na 3ª temporada

    24 de abril de 2016 /

    O canal britânico BBC One anunciou que a série “The Musketeers” vai se encerrar em sua 3ª temporada, que ainda não estreou. “A 3ª temporada de ‘The Musketeers’ completa as 30 horas desta série com ambição e energia”, disse a produtora executiva Jessica Pope sobre a última temporada. “Está cheio de ação e aventura, diversão e drama do começo ao fim”. Baseada na clássica aventura literária “Os Três Mosqueteiros”, de Alexandre Dumas, a série foi criada por Adrian Hodges (roteirista de “Sete Dias com Marilyn” e criador da série “Primeval”) e se passa em Paris, no século 17, em torno de um grupo de soldados treinados para proteger a coroa e o país de traidores. O elenco traz Luke Pasqualino (série “Skins”) como o jovem D’Artagnan, Tom Burke (“O Libertino”) como Athos, Santiago Cabrera (série “Merlin”) como Aramis e Howard Charles (“Floresta Negra”) como Porthos, os mosqueteiros do título, que defendem o Rei Luis XIII (Ryan Gage, de “O Hobbit: A Desolação de Smaug”) contra as tramas do Cardeal Richelieu (Peter Capaldi, da série “Doctor Who”) e a bela Milady de Winter (Maimie McCoy, da série “Personal Affairs”), uma das mais misteriosas mulheres de Paris. A série é filmada na República Tcheca e repleta de anacronismos, mostrando os heróis com um figurino de couro que só se tornaria moda após a revolução industrial. A data de estreia dos episódios finais não foi anunciada, mas a previsão é que eles comecem a ser exibidos ainda este ano.

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