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    Netflix confirma razões do cancelamento de The Get Down e Sense8

    10 de junho de 2017 /

    Ted Sarandos, chefe de conteúdo da Netflix, finalmente deu a versão oficial para o cancelamento das séries “The Get Down” e “Sense8”. Durante um evento do Sindicato dos Produtores realizado no sábado (10/6), ele afirmou o que todos já supunham: as séries eram caras e tinham menos audiência do que parecia. “As pessoas estão assistindo com a mesma relação do tamanho dos gastos? Isso é bastante tradicional. Quando digo isso, quero dizer que um programa muito caro para um grande público é ótimo. Um programa grandioso e caro para um público minúsculo é difícil de fazer funcionar por muito tempo, mesmo no nosso modelo de negócio”, ele explicou. “The Get Down” custava US$ 12 milhões por episódio e “Sense8” US$ 9 milhões, o que as colocava entre as séries mais caras de todos os tempos. O preço da série de Baz Luhrmann ela elevado pela recriação de época e trabalho com coreografia, composições e gravações da trilha sonora. Já a produção das irmãs Wachowski encarecia devido a logística de gravar cenas nos quatro cantos do mundo – o elenco gravou até em São Paulo. Recentemente, Reed Hastings, cocriador da Netflix, também falou sobre os cancelamentos. Ele polemizou ao dizer que queria ver mais séries canceladas no serviço, pois isso significaria que a empresa não estaria acomodada e, com os riscos, teria mais chances de chegar a sucessos surpreendentes como “13 Reasons Why”.

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    Netflix responde aos fãs de Sense8 dizendo não ter como reviver a série

    8 de junho de 2017 /

    O cancelamento de “Sense8” motivou milhares de fãs a se manifestarem em protestos, petições, pegações, hashtags e campanhas de toda a espécie para tentar fazer o serviço de streaming voltar atrás ou, pelo menos, conseguir a produção de um episódio especial que conclua a trama inacabada pelo final abrupto na 2ª temporada. Todo este barulho chegou a Netflix, mas não adiantou nada. A plataforma usou seu tumblr oficial para emitir um comunicado, em que diz ter ouvido os apelos, mas, infelizmente, não puderam reverter a decisão do cancelamento. “Nos sabemos que vocês querem que renovem ‘Sense8’ e gostaríamos de poder trazer ‘Sense8’ de volta para vocês. E a razão pela qual demoramos tanto para responder essas mensagens de vocês é porque ficamos pensado longamente aqui Netflix como fazer isso acontecer, mas infelizmente não tivemos como”, diz o texto, sem dar maiores explicações sobre as supostas dificuldades encontradas. Vejam a mensagem original abaixo.

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  • Série

    Fox cancela 24: Legacy e planeja transformar franquia em antologia

    8 de junho de 2017 /

    A Fox anunciou o cancelamento de “24: Legacy”, spin-off de “24 Horas”, após apenas uma temporada. A produção não repetiu a audiência nem a repercussão da série original, mesmo com grande investimento da emissora, terminando com apenas 3,4 milhões de telespectadores ao vivo em seu último episódio. Mas isso não significa que a Fox tenha desistido da franquia. Afinal, “24: Live Another Day”, estrelada por Keifer Sutherland como o agente Jack Bauer, registrou o dobro desse público em 2014, e a expectativa pelo projeto de “24: Legacy” era tão alta que o trailer bateu recordes de visualizações na internet. Um dos maiores problemas que a atração enfrentou foi que “Homeland” redefiniu as séries de combate ao terrorismo, deixando “24 Horas” muito datada. Curiosamente, as duas séries tem um produtor em comum, Howard Gordon. E o canal conta com a ajuda dele para repaginar a franquia, transformando-a numa antologia com personagens e tramas diferentes a cada temporada. Os executivos do canal estão atualmente discutindo com Gordon e Brian Grazer como retomar “24 Horas”. Infelizmente, resgatar Bauer não é uma opção viável no momento, já que Sutherland está comprometido com outra série (“Designated Survivor”) em outro canal. Uma ideia seria mostrar aventuras de alguns personagens originais, como a filha de Jack, Kim Bauer (vivida por Elisha Cuthbert), vista pela última vez há sete anos, na 8ª e última temporada de “24 Horas”. Seja como for, o ator Corey Hawkins, que protagonizou o spin-off, não fará mais parte do legado de “24 Horas”. O que, por outro lado, é uma boa notícia para os fãs de “The Walking Dead”, já que seu personagem, Heath, desapareceu misteriosamente durante a primeira metade da 7ª temporada para o ator se dedicar a outros projetos – ele também está num espetáculo da Broadway. Agora, Hawkins terá mais tempo para combater zumbis.

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    House of Cards pode ser o próximo cancelamento da Netflix

    3 de junho de 2017 /

    Os fãs das séries da Netflix saíram do mundo dos sonhos para o dos pesadelos, com os cancelamentos de duas séries em menos de uma semana. Até então quase imune aos cortes, a plataforma de streaming decidiu parar de produzir “The Get Down” e “Sense8”, coincidindo com uma declaração de seu CEO de que a Netflix deveria ter mais cancelamentos. Para deixar os fãs ainda mais preocupados, os produtores de “House of Cards” deram uma entrevista em que se assumem como candidatos à próxima rodada da guilhotina. “Acho que pode ir para qualquer um dos lados, cancelamento ou renovação, mas ficamos felizes de termos deixado os espectadores querendo mais”, disse a produtora Melissa James Gibson, em entrevista para o site da revista The Hollywood Reporter. “Podemos dizer que já discutimos várias ideias sobre como a série pode acabar. Não há nada absoluto ou fechado sobre isso. De certa forma, estamos seguindo em frente com o que conversamos sobre a série, mas estamos abertos para todas as possibilidades”, completou o coprodutor Frank Pugliese. Criada por Beau Willimon, “House of Cards” é baseada numa minissérie homônima da BBC, que durou três temporadas. A 5ª temporada da atração estrelada por Kevin Spacey e Robin Wright estreou na Netflix na terça-feira (30/5).

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    Fãs de Sense8 organizam “pegação coletiva” em protesto contra cancelamento da série

    3 de junho de 2017 /

    O cancelamento de “Sense8” deixou muitos fãs irritados em todo o mundo. Um site chamado renewsensate.com entrou no ar e uma petição para a Netflix rever sua decisão já conta com mais de 330 mil assinaturas no site Change.org. No Brasil, um dos mercados em que a série tinha mais adeptos, as redes sociais se encheram de memes e manifestações contra a decisão da Netflix, que deixou a produção sem final. E nesses dias de protestos políticos, os fãs decidiram levar sua indignação para as ruas. Um evento foi marcado para domingo (4/5), na Avenida Paulista, em São Paulo, onde a série gravou cenas de sua 2ª temporada. E é, no mínimo, diferente. O protesto propõe uma “pegação coletiva”, numa referências às cenas de orgia que aconteciam no seriado. Até agora, o evento no Facebook tem cerca de 8 mil pessoas confirmadas e outras 16 mil interessadas. O protesto está marcado para começar a partir das 17h do domingo no vão do Masp, na capital paulista. A página do evento também registra a tristeza e a revolta dos fãs com o cancelamento, mas também gente que nem conhecia a série, mas se interessou pela pegação. “Não sei o que é ‘Sense8’, mas sei o que é suruba. Tô dentro”, comentou um, mais irreverente.

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  • Filme

    Netflix avisa que vai cancelar mais séries

    2 de junho de 2017 /

    Fãs e produtores de séries que se acostumaram a ver as atrações da Netflix serem renovadas eternamente se assustaram com o cancelamento duplo dos últimos dias. Em menos de uma semana, a plataforma cancelou duas séries de cineastas prestigiados, “The Get Down”, de Baz Luhrmann (“O Grande Gatsby”), e “Sense8”, das irmãs Wachowski (“Matrix”). Mas cancelamentos deveriam ser mais comuns na Netflix, segundo o CEO do serviço de streaming, Reed Hastings. “Cancelamos pouquíssimas séries. Estou sempre pressionando nossa equipe de conteúdo para tomar mais riscos, experimentar coisas mais loucas. Nós temos que ter uma taxa de cancelamento mais alta”, ele disse, em entrevista à CNBC. Para Hastings, a taxa de sucessos da Netflix é elevada demais para o padrão de produções de séries. Isso faz com que séries de alcance mediano percam importância. E ele quer mais séries que gerem discussão. Segundo o empresário, ao investir em atrações surpreendentes, “passamos a ter obras inacreditavelmente bem-sucedidas, como ’13 Reasons Why’. Essa série foi surpreendente. É um ótimo programa, mas não percebemos o quanto conquistaria o público.” Em outras palavras, Hastings deseja que suas séries não sejam apenas bem-sucedidas. Elas precisam ser extremamente bem-sucedidas. Embora a Netflix não divulgue dados de audiência, “13 Reasons Why” foi uma das séries mais polêmicas e comentadas do ano, por causa da forma com que retrata o suicídio. No começo de maio, ela foi renovada para sua 2ª temporada. Antes de “Sense8” e “The Get Down”, a Netflix só tinha cancelado “Lilyhammer”, “Hemlock Grove”, “Marco Polo” e “Longmire”.

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  • Série

    Elenco de Sense8 fica de “coração partido” com o cancelamento da série

    2 de junho de 2017 /

    A Netflix pegou todo mundo de surpresa ao anunciar o cancelamento de “Sense8” menos de um mês após a estreia da 2ª temporada. A internet surtou e já há até um abaixo-assinado para tentar reverter a situação. Mas o mais impressionante é o desolamento do elenco, que foi ao Twitter agradecer aos fãs e se despedir da série. “Estamos todos de coração partido. Esse programa era a definição de global, igualdade, inovação e diversidade. A TV na forma mais representativa e inclusiva”, disse Freema Agyeman, que interpretava Amanita Caplan, sintetizando o sentimento do grupo. “Lamento que Sense8 foi cancelada, foi uma experiência incrível. Obrigada a todos que assistiram e apoiaram o seriado. Sentirei saudades”, escreveu Tina Desai, a Dandekar. “Me desculpem, gente. Muito obrigado pela paixão e apoio nesses últimos dias, foi tocante ver o amor de vocês pelo seriado. Em frente!”, tuitou Brian J. Smith, que fez o papel de Will Gorski. ”Muito amor pelo elenco e equipe de produção que trabalharam tanto nas duas temporadas. Tenho muito orgulho de ter sido parte da série mais épica de todas”, finalizou Adam Shapiro, que interpreta o doutor Metzger. Veja abaixo os tuítes originais: We are all heartbroken.?This show was the DEFINITION of global, equal, groundbreaking, diverse. TV at its most representational & inclusive. https://t.co/hfHxzEE54b — Freema Agyeman (@FreemaOfficial) June 1, 2017 Sorry guys. Thanks for your passion and support these last few days, was very moving to see your love for the show. En Evant! https://t.co/77H3Ob7OGB — Brian J. Smith (@BrianJacobSmith) June 1, 2017 I'm sorry #Sense8 has been cancelled. It was an incredible experience. Thank u to everyone​ who watched and supported the show. Wl miss it. — Tina Desai (@tinadesai07) June 1, 2017 Much ❤️ to the cast & crew who worked so hard on the 2 seasons. I have so much #Pride to have been part of the most EPIC show ever. #Sense8 https://t.co/onWiEAdLQt — Adam Shapir? (@adamshapiro) June 1, 2017

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    Sense8 é cancelada menos de um mês após a estreia da 2ª temporada

    1 de junho de 2017 /

    A Netflix anunciou o cancelamento de “Sense8”, série sci-fi das irmãs Lilly e Lana Wachowski (“Matrix”), menos de um mês após a disponibilização de sua 2ª temporada. “Após 23 episódios, 16 cidades e 13 países, a história dos grupo Sense8 terminou”, disse Cindy Holland, vice-presidente de conteúdo original do serviço de streaming, em comunicado divulgado à imprensa americana. “Foi tudo o que nós e os fãs sonhávamos que seria: ousada, emotiva, impressionante, vigorosa e completamente inesquecível”, continuou. “Nunca houve uma série mais global com elenco e equipe igualmente diversa e internacional, o que se refletiu na apaixonada comunidade de fãs pelo mundo. Agradecemos Lana, Lilly, Joe (Michael Straczynski, cocriador da série) e Grant (Hill, produtor executivo) por sua visão, e todo o elenco e equipe por seu trabalho e comprometimento.” Mas ao contrário do clima de “missão cumprida” do comunicado, a série sai do ar deixando questões no ar e com a vontade dos envolvidos de continuar. Na terça (30/5), dois dias antes da guilhotina cair, o ator Brian J. Smith usou o Twitter para conclamar os fãs a fazerem campanha pela renovação. “Se não mostramos nosso apoio, ‘Sense8’ pode não ser renovado. Vamos tuitar o máximo possível a hashtag #RenewSense8”, ele escreveu. A série estreou em 2015 com uma proposta ousada. A trama acompanhava oito pessoas aparentemente aleatórias ao redor do mundo, que passam a dividir consciência, habilidades e memórias repentinamente. Por conta disso, eles também começam a compartilhar seus sentimentos e visões de mundo, permitindo um diálogo entre diferentes culturas. A série era apontada como a primeira sci-fi abertamente queer, não apenas por incluir personagens gays e transgêneros, mas por abordar o modo de vida LGBTQ em sua trama. Um dos episódios da 2ª e agora última temporada foi gravado na Parada de Orgulho LGBT de São Paulo. O cancelamento de “Sense8 chega apenas uma semana após a Netflix anunciar o fim de “The Get Down”, série musical criada por Baz Luhrmann. As duas têm em comum o fato de serem projetos criados por cineastas com custos elevadíssimos. Não por coincidência, a Netflix já tinha cancelado “Marco Polo”, que também se situava entre suas séries mais caras, apontando uma tendência de revisão de metas. Da lista das mais dispendiosas, apenas “The Crown”, premiada com Globos de Ouro, SAG e BAFTA Awards, foi renovada.

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  • Filme

    Sucesso de crítica, série Quarry é cancelada após 1ª temporada

    31 de maio de 2017 /

    O canal pago americano Cinemax anunciou o cancelamento da série “Quarry” após a 1ª temporada. Sucesso de crítica, com 75% de aprovação no site Rotten Tomatoes, a série também tinha um público acima da média do canal. O problema é que uma reestruturação da HBO fez com que o Cinemax mudasse seu foco. O canal vai passar a ter uma programação centrada em filmes de ação. Esse “rebranding” já tinha levado ao cancelamento da série “The Knick”, drama médico de época do cineasta Steven Soderbergh (“Onze Homens e um Segredo”). E também pode tirar do ar o terror “Outcast”, baseado em quadrinhos de Robert Kirkman (“The Walking Dead”). Para piorar o cenário para séries de qualidade, a mudança acontece ao mesmo tempo em que o WGN América cancelou suas séries. Num desabafo publicado em seu blog pessoal, o roteirista-produtor Michael D. Fuller revelou que metade da 2ª temporada já estava escrita, porque havia confiança na continuidade da produção. Afinal, todos os fatores que garantem uma renovação, como boas críticas e público fiel, estavam presentes. A série foi desenvolvida por Fuller e Graham Gordy, ambos roteiristas da série dramática “Rectify”, e produzida em parceria com Greg Yaitanes, diretor e produtor de “Banshee”, a série mais bem-sucedida do Cinemax. Adaptação do livro de Max Allan Collins, “Quarry” girava em torno de um ex-fuzileiro (Logan Marshall-Green, de “Prometheus”), que ao retornar do Vietnã em 1972 era evitado por aqueles que amava, tornando-se alvo de comentários pejorativos por ter lutado numa guerra suja. Transformado em pária, o combatente duro e desiludido acaba recrutado por uma rede de assassinos de aluguel, que atua ao longo do rio Mississippi. Além de Logan Marshall-Green, o elenco destaca Jodi Balfour (série “Bomb Girls”), Peter Mullan (“Cavalo de Guerra”), Nikki Amuka-Bird (“O Destino de Jupiter”), Damon Herriman (série “Flesh and Bone”) e Edoardo Ballerini (série “Boardwalk Empire”).

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    Série mais cara da Netflix, The Get Down é cancelada após uma temporada

    25 de maio de 2017 /

    A Netflix cancelou a série “The Get Down”, criada pelo cineasta Baz Luhrmann (“O Grande Gatsby”), após a disponibilização da segunda metade de sua temporada inaugural sem muita fanfarra. Considerada a mais cara produção do serviço de streaming, a série despertou grande expectativa, mas se revelou bem diferente do que se esperava. Prometida como um relato da origem do hip-hop, a atração se revelou fantasiosa e coreografada como um grande musical. Mesmo acompanhando personagens fictícios, a produção incorporou fatos e personagens históricos, como Grandmaster Flash, pioneiro do hip-hop e lenda-viva da discotecagem mundial. Por sinal, Flash era um dos produtores, ao lado do rapper Nas e do crítico e escritor Nelson George, que trabalharam junto com Luhrmann para garantir a autenticidade da recriação da época. Passada no berço do hip-hop em meados dos anos 1970, a trama girava em torno de um grupo de adolescentes maltrapilhos de South Bronx, em Nova York, que começam a se destacar com ritmo, poesia, passos de dança e latas de spray, indo dos cortiços para a cena artística de Manhattan. A história também tinha uma trama paralela, envolvendo uma cantora de discoteca filha de um pastor evangélico. O elenco incluía uma nova geração de atores negros e latinos, mas também nomes conhecidos como Jimmy Smits (“Sons of Anarchy”), Giancarlo Esposito (série “Breaking Bad”), Jaden Smith (“Depois da Terra”), Skylan Brooks (“The Inevitable Defeat of Mister & Pete”), Shameik Moore (“Dope”) e Justice Smith (“Cidades de Papel”). Segundo o instituto de pesquisa Symphony Advanced Media, a primeira parte da temporada de estreia, lançada em agosto do ano passado, foi vista por 3,2 milhões de pessoas nos Estados Unidos em seus primeiros 31 dias no ar — menos de um quinto do registrado por “Orange is the New Black” em sua 4ª temporada. O fracasso é ainda maior considerando os altos custos de produção — um total de US$ 120 milhões, sendo US$ 7,5 milhões por episódio, maior orçamento de uma série da plataforma — e as várias paralisações na produção, que atrapalharam o andamento do projeto, criando a necessidade de dividir a temporada em duas partes – a segunda metade foi disponibilizada em abril. De acordo com a revista Variety, “The Get Down” teve a produção interrompida e reiniciada tantas vezes que a equipe passou a apelidá-la de “The Shut Down” (“Desligada”, em inglês). Relatos falam em bastidores tumultuados pelo perfeccionismo de Luhrman, que não teria se adaptado ao formato de produção em série. Durante as gravações, Luhrman chegou a se declarar sobrecarregado e considerou abandonar o projeto, mas decidiu ao menos terminar uma temporada completa.

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    Série Chicago Justice é cancelada

    25 de maio de 2017 /

    O universo Chicago, do produtor Dick Wolf, começou a diminuir. A rede NBC confirmou o cancelamento da série “Chicago Justice” após uma temporada. A atração não agradou à emissora como outras séries, “Chicago Fire”, “Chicago PD” e “Chicago Med”, que foram renovadas. Mas ela tinha uma média de 6,1 milhões de telespectadores, um número apenas ligeiramente abaixo das demais. A mais assistida, “Chicago Fire”, tem média de 7 milhões de telespectadores ao vivo. Mas o destino de “Chicago Justice” pode ser reflexo de um dado mais significativo, refletindo a mudança comercial causada pela entrada em cena dos serviços de streaming. Séries procedurais, como as produzidas por Dick Wolf, não atraem as plataformas de streaming e os canais da TV paga, que tem comprado apenas reprises de produções serializadas. Isto significa que a NBCUniversal, produtora da atração e dona do canal, lucra menos com Dick Wolf. De forma significativa, até agora nenhum canal ou plataforma americana mostrou interesse em adquirir as reprises de “Chicago Fire”, a mais velha da turma. “Chicago Fire” foi renovado para sua 6ª temporada, “Chicago PD” para a 5ª e “Chicago Med” para a 3ª. Todas são exibidas no Brasil pelo canal pago Universal.

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    Trailer de 5 minutos da nova série Young Sheldon é sensacional

    18 de maio de 2017 /

    A rede CBS divulgou as fotos e o primeiro trailer de “Young Sheldon”, série de comédia que tem tudo para se tornar a mais bem-sucedida da próxima temporada. Spin-off de “The Big Bang Theory” centrado na infância do personagem vivido por Jim Parsons, a série destaca um prodígio real, o jovem Iain Armitage, que interpreta o prodígio da ficção. A prévia faz rir e também é emocionante, ao mostrar como o pequeno gênio interagia na infância com sua família e escola normais. A ligação com a série principal é garantida com uma introdução feita por cenas de “The Big Bang Theory” e narração deliciosa do próprio Jim Parsons, que dá sua versão para os eventos mostrados, ao mesmo tempo em que o artifício aproxima a produção do clima nostálgico de “Anos Incríveis” e “The Goldbergs”, com direito à evocação do final dos anos 1980. Grande achado da produção, Iain Armitage tem apenas oito anos de idade, mas sua dedicação à dramaturgia é tanta que, além de atuar, ele mantém um canal no YouTube onde faz críticas de teatro. Sério. Ele também foi visto recentemente na minissérie “Big Little Lies”, interpretando o filho de Shailene Woodley (“A Culpa É das Estrelas”). Mas o casting mais curioso é o da mãe de Sheldon, Mary Cooper. Ela será vivida por Zoe Perry (série “The Family”), que na vida real é filha de Laurie Metcalf, que interpreta a versão mais velha da personagem na série original. A família Cooper ainda inclui Lance Barber (série “The Comeback”) como o pai e as crianças Raegan Revord (vista em dois episódios de “Modern Family”) e o estreante Montana Jordan como os irmãos de Sheldon. “Young Sheldon” foi desenvolvida pelo criador e um dos roteiristas principais de “The Big Bang Theory”, respectivamente Chuck Lorre e Steven Molaro, e o piloto dirigido pelo cineasta Jon Favreau (de “Homem de Ferro” e “Mogli, o Menino Lobo”) A série estreia em 25 de setembro nos Estados Unidos.

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    The Odd Couple, Pure Genius, Training Day e Doubt são oficialmente canceladas

    17 de maio de 2017 /

    A rede CBS oficializou os cancelamentos das séries “The Odd Couple”, “Training Day”, “Pure Genius” e “Doubt”. As quatro já estavam informalmente canceladas. Única “veterana” da lista, a produção de “The Odd Couple” foi interrompida ao final da 3ª temporada. O Matthew Perry compartilhou a notícia em abril, em seu Twitter. Remake de uma série clássica dos anos 1970, por sua vez inspirada no filme “Um Estranho Casal” (1968), a nova versão da história dos dois solteiros (Perry e Thomas Lennon) que dividem um apartamento nunca conseguiu emplacar uma boa audiência, exibindo apenas temporadas reduzidas – de 12 a 13 episódios – nos três anos em que esteve no ar. Curiosamente, seus números seriam suficientes para garantir renovação em outro canal. A última temporada registrou média de 4,9 milhões de telespectadores. Infelizmente, a CBS, como líder de audiência, exige mais público que as demais emissoras para manter uma série no ar. As outras três séries eram estreantes e tiveram seus destinos determinados com mais antecedência. “Pure Genius” teve apenas 13 episódios exibidos, mas poderia até ser considerada um sucesso, com média de 5,3 milhões de telespectadores. Seu problema era o tipo de público que alcançava, marcando apenas 0,86 pontos na demografia-chave para os anunciantes (adultos de 18 a 49 anos). Criação de Jason Katims e Sarah Watson (ambos de “Parenthood”), sua trama se passava num hospital high tech, financiado por um bilionário do Vale do Silício (Augustus Prew, da série “The Borgias”), que aplicava o que havia de mais moderno e revolucionário na Medicina para tratar casos complexos, na esperança de que seus médicos pudessem curar sua própria doença rara. O bom elenco incluía Dermot Mulroney (“Sobrenatural: A Origem”), Odette Annable (séries “House” e “Banshee”), Brenda Song (série “Dads”), Reshma Shetty (série “Royal Pains”), Ward Horton (“Annabelle”) e Matthew John Armstrong (série “Heroes”). “Training Day” foi um fiasco de público e crítica, com 3,4 milhões de telespectadores e míseros 21% de aprovação no Rotten Tomatoes. Mas o final da série se tornou inevitável devido a um fator trágico: a morte inesperada de Bill Paxton, seu protagonista. Criada por Will Beall (roteirista do fraco “Caça aos Gângsteres”), a série era inspirada pelo filme “Dia de Treinamento” (2001). Paxton tinha o papel equivalente ao que rendeu o Oscar a Denzel Washington, como o policial corrupto que recebe a missão de treinar um novato, um jovem negro idealista, vivido pelo quase estreante Justin Cornwell (visto antes num episódio de “Chicago P.D.”), numa inversão das etnias dos protagonistas do filme. A versão televisiva ainda incluía outros jovens policiais, interpretados por Katrina Law (série “Arrow”) e Drew Van Acker (série “Pretty Little Liars”). Por fim, “Doubt” foi o grande fiasco da temporada, tirada do ar após a exibição de apenas dois episódios. Os capítulos chegaram a ter média de 4,6 milhões de telespectadores, mas somente 0,66 pontos na demo. Criação do casal Tony Phelan e Joan Rater (de “Grey’s Anatomy”), “Doubt” era estrelada por Katherine Heigl (também ex-“Grey’s Anatomy”), que interpretava uma advogada impulsiva, atraída por um cliente suspeito de assassinar a própria esposa. O elenco também incluía Steven Pasquale (série “Rescue Me”), Laverne Cox (série “Orange Is the New Black”), Dulé Hill (série “Psych”), Dreama Walker (série “Apartment 23”) e o veterano Elliott Gould (“Onze Homens e um Segredo”).

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