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  • Filme

    Netflix cancela a série Girlboss

    25 de junho de 2017 /

    A série de comédia “Girlboss” juntou-se a “The Get Down” e “Sense8” na lista de cancelamentos recentes da Netflix. A produção, inspirada na vida de Sophia Amoruso, não terá 2ª temporada. Criada pela roteirista Kay Cannon, autora da franquia cinematográfica “A Escolha Perfeita”, e produzida pela atriz Charlize Theron (“Mad Max: Estrada da Fúria”), a série trazia Britt Robertson (série “Under the Dome”) como Sophia, uma jovem com ideais anarquistas que se recusa a entrar para a vida adulta e conseguir “um emprego de verdade”. Demitida de seu emprego de vendedora de loja, ela acaba descobrindo um novo mercado para roupas de brechó modificadas e inicia um negócio pelo eBay que logo vira uma empresa milionária de moda, a Nasty Gal. A série teve 13 episódios com direção do cineasta alemão Christian Ditter (“Simplesmente Acontece” e “Como Ser Solteira”), disponibilizados pela Netflix em abril. A empresária Sophia Amoruso comentou o cancelamento em uma série de posts no Instagram Stories. “A série da Netflix sobre a minha vida foi cancelada. Estou orgulhosa do trabalho, e ao mesmo tempo ansiosa para controlar minha narrativa daqui pra frente. Foi uma boa série e foi um privilégio trabalhar com tantos talentos incríveis, mas viver minha vida como uma caricatura foi difícil, mesmo que por apenas dois meses”, escreveu. No início de junho, o diretor de conteúdo da Netflix, Ted Sarandos, explicou a lógica por trás das decisões de cancelamento da plataforma, indicando que o desempenho está tendo um papel maior do que nos primeiros dias do serviço. “Quantas pessoas assistem uma série, em relação ao que você gastou para produzi-la”, ele equacionou, durante uma conferência do PGA (sindicado dos produtores). “Quando eu digo isso, um show caro que gera uma grande audiência é ótimo. Mas um show caro com uma pequena audiência é difícil de manter, mesmo em nosso modelo”.

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  • Série

    Ator de Sense8 confirma que a série tinha baixa audiência

    12 de junho de 2017 /

    O ator Brian J. Smith, intérprete do policial Will Gorski na série “Sense8”, publicou um longo texto em seu Twitter que mais uma vez confirma o motivo do fim da série: falta de audiência. As informações sobre a baixa audiência da produção já tinham sido comentadas por Ted Sarandos, chefe de conteúdo da Netflix. O texto do ator repete a justificativa para o cancelamento, afirmando a audiência do programa não justificava o alto valor que a Netflix investia na produção. “Lembrem que, para início de conversa, eles [os produtores] fizeram este estranho, maravilhoso e não convencional programa ser possível. E que a série teria continuado se ao menos a audiência justificasse os gastos. Pode não parecer justo perante a reação de fãs tão apaixonados, mas sempre, SEMPRE, tudo se resume aos números. Vocês podem descansar sabendo que, apesar de a série não continuar, vocês fizeram a diferença”, escreveu. O ator ainda completou escrevendo que sentirá falta de seu personagem. “Sempre verei ‘Sense8’ como uma espécie de sinfonia inacabada, um lembrete para nunca levar as coisas que amamos como certeza. Sentirei falta da série e sentirei falta de Gorski, mas sigo em frente e nunca mais serei o mesmo. Obrigado, do fundo do meu coração”. Dear Sense8 Family Read: https://t.co/mOmNYMmxP0 — Brian J. Smith (@BrianJacobSmith) June 9, 2017

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  • Série

    Netflix confirma razões do cancelamento de The Get Down e Sense8

    10 de junho de 2017 /

    Ted Sarandos, chefe de conteúdo da Netflix, finalmente deu a versão oficial para o cancelamento das séries “The Get Down” e “Sense8”. Durante um evento do Sindicato dos Produtores realizado no sábado (10/6), ele afirmou o que todos já supunham: as séries eram caras e tinham menos audiência do que parecia. “As pessoas estão assistindo com a mesma relação do tamanho dos gastos? Isso é bastante tradicional. Quando digo isso, quero dizer que um programa muito caro para um grande público é ótimo. Um programa grandioso e caro para um público minúsculo é difícil de fazer funcionar por muito tempo, mesmo no nosso modelo de negócio”, ele explicou. “The Get Down” custava US$ 12 milhões por episódio e “Sense8” US$ 9 milhões, o que as colocava entre as séries mais caras de todos os tempos. O preço da série de Baz Luhrmann ela elevado pela recriação de época e trabalho com coreografia, composições e gravações da trilha sonora. Já a produção das irmãs Wachowski encarecia devido a logística de gravar cenas nos quatro cantos do mundo – o elenco gravou até em São Paulo. Recentemente, Reed Hastings, cocriador da Netflix, também falou sobre os cancelamentos. Ele polemizou ao dizer que queria ver mais séries canceladas no serviço, pois isso significaria que a empresa não estaria acomodada e, com os riscos, teria mais chances de chegar a sucessos surpreendentes como “13 Reasons Why”.

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  • Série

    Netflix responde aos fãs de Sense8 dizendo não ter como reviver a série

    8 de junho de 2017 /

    O cancelamento de “Sense8” motivou milhares de fãs a se manifestarem em protestos, petições, pegações, hashtags e campanhas de toda a espécie para tentar fazer o serviço de streaming voltar atrás ou, pelo menos, conseguir a produção de um episódio especial que conclua a trama inacabada pelo final abrupto na 2ª temporada. Todo este barulho chegou a Netflix, mas não adiantou nada. A plataforma usou seu tumblr oficial para emitir um comunicado, em que diz ter ouvido os apelos, mas, infelizmente, não puderam reverter a decisão do cancelamento. “Nos sabemos que vocês querem que renovem ‘Sense8’ e gostaríamos de poder trazer ‘Sense8’ de volta para vocês. E a razão pela qual demoramos tanto para responder essas mensagens de vocês é porque ficamos pensado longamente aqui Netflix como fazer isso acontecer, mas infelizmente não tivemos como”, diz o texto, sem dar maiores explicações sobre as supostas dificuldades encontradas. Vejam a mensagem original abaixo.

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  • Série

    Fox cancela 24: Legacy e planeja transformar franquia em antologia

    8 de junho de 2017 /

    A Fox anunciou o cancelamento de “24: Legacy”, spin-off de “24 Horas”, após apenas uma temporada. A produção não repetiu a audiência nem a repercussão da série original, mesmo com grande investimento da emissora, terminando com apenas 3,4 milhões de telespectadores ao vivo em seu último episódio. Mas isso não significa que a Fox tenha desistido da franquia. Afinal, “24: Live Another Day”, estrelada por Keifer Sutherland como o agente Jack Bauer, registrou o dobro desse público em 2014, e a expectativa pelo projeto de “24: Legacy” era tão alta que o trailer bateu recordes de visualizações na internet. Um dos maiores problemas que a atração enfrentou foi que “Homeland” redefiniu as séries de combate ao terrorismo, deixando “24 Horas” muito datada. Curiosamente, as duas séries tem um produtor em comum, Howard Gordon. E o canal conta com a ajuda dele para repaginar a franquia, transformando-a numa antologia com personagens e tramas diferentes a cada temporada. Os executivos do canal estão atualmente discutindo com Gordon e Brian Grazer como retomar “24 Horas”. Infelizmente, resgatar Bauer não é uma opção viável no momento, já que Sutherland está comprometido com outra série (“Designated Survivor”) em outro canal. Uma ideia seria mostrar aventuras de alguns personagens originais, como a filha de Jack, Kim Bauer (vivida por Elisha Cuthbert), vista pela última vez há sete anos, na 8ª e última temporada de “24 Horas”. Seja como for, o ator Corey Hawkins, que protagonizou o spin-off, não fará mais parte do legado de “24 Horas”. O que, por outro lado, é uma boa notícia para os fãs de “The Walking Dead”, já que seu personagem, Heath, desapareceu misteriosamente durante a primeira metade da 7ª temporada para o ator se dedicar a outros projetos – ele também está num espetáculo da Broadway. Agora, Hawkins terá mais tempo para combater zumbis.

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  • Série

    House of Cards pode ser o próximo cancelamento da Netflix

    3 de junho de 2017 /

    Os fãs das séries da Netflix saíram do mundo dos sonhos para o dos pesadelos, com os cancelamentos de duas séries em menos de uma semana. Até então quase imune aos cortes, a plataforma de streaming decidiu parar de produzir “The Get Down” e “Sense8”, coincidindo com uma declaração de seu CEO de que a Netflix deveria ter mais cancelamentos. Para deixar os fãs ainda mais preocupados, os produtores de “House of Cards” deram uma entrevista em que se assumem como candidatos à próxima rodada da guilhotina. “Acho que pode ir para qualquer um dos lados, cancelamento ou renovação, mas ficamos felizes de termos deixado os espectadores querendo mais”, disse a produtora Melissa James Gibson, em entrevista para o site da revista The Hollywood Reporter. “Podemos dizer que já discutimos várias ideias sobre como a série pode acabar. Não há nada absoluto ou fechado sobre isso. De certa forma, estamos seguindo em frente com o que conversamos sobre a série, mas estamos abertos para todas as possibilidades”, completou o coprodutor Frank Pugliese. Criada por Beau Willimon, “House of Cards” é baseada numa minissérie homônima da BBC, que durou três temporadas. A 5ª temporada da atração estrelada por Kevin Spacey e Robin Wright estreou na Netflix na terça-feira (30/5).

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  • Série

    Fãs de Sense8 organizam “pegação coletiva” em protesto contra cancelamento da série

    3 de junho de 2017 /

    O cancelamento de “Sense8” deixou muitos fãs irritados em todo o mundo. Um site chamado renewsensate.com entrou no ar e uma petição para a Netflix rever sua decisão já conta com mais de 330 mil assinaturas no site Change.org. No Brasil, um dos mercados em que a série tinha mais adeptos, as redes sociais se encheram de memes e manifestações contra a decisão da Netflix, que deixou a produção sem final. E nesses dias de protestos políticos, os fãs decidiram levar sua indignação para as ruas. Um evento foi marcado para domingo (4/5), na Avenida Paulista, em São Paulo, onde a série gravou cenas de sua 2ª temporada. E é, no mínimo, diferente. O protesto propõe uma “pegação coletiva”, numa referências às cenas de orgia que aconteciam no seriado. Até agora, o evento no Facebook tem cerca de 8 mil pessoas confirmadas e outras 16 mil interessadas. O protesto está marcado para começar a partir das 17h do domingo no vão do Masp, na capital paulista. A página do evento também registra a tristeza e a revolta dos fãs com o cancelamento, mas também gente que nem conhecia a série, mas se interessou pela pegação. “Não sei o que é ‘Sense8’, mas sei o que é suruba. Tô dentro”, comentou um, mais irreverente.

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  • Filme

    Netflix avisa que vai cancelar mais séries

    2 de junho de 2017 /

    Fãs e produtores de séries que se acostumaram a ver as atrações da Netflix serem renovadas eternamente se assustaram com o cancelamento duplo dos últimos dias. Em menos de uma semana, a plataforma cancelou duas séries de cineastas prestigiados, “The Get Down”, de Baz Luhrmann (“O Grande Gatsby”), e “Sense8”, das irmãs Wachowski (“Matrix”). Mas cancelamentos deveriam ser mais comuns na Netflix, segundo o CEO do serviço de streaming, Reed Hastings. “Cancelamos pouquíssimas séries. Estou sempre pressionando nossa equipe de conteúdo para tomar mais riscos, experimentar coisas mais loucas. Nós temos que ter uma taxa de cancelamento mais alta”, ele disse, em entrevista à CNBC. Para Hastings, a taxa de sucessos da Netflix é elevada demais para o padrão de produções de séries. Isso faz com que séries de alcance mediano percam importância. E ele quer mais séries que gerem discussão. Segundo o empresário, ao investir em atrações surpreendentes, “passamos a ter obras inacreditavelmente bem-sucedidas, como ’13 Reasons Why’. Essa série foi surpreendente. É um ótimo programa, mas não percebemos o quanto conquistaria o público.” Em outras palavras, Hastings deseja que suas séries não sejam apenas bem-sucedidas. Elas precisam ser extremamente bem-sucedidas. Embora a Netflix não divulgue dados de audiência, “13 Reasons Why” foi uma das séries mais polêmicas e comentadas do ano, por causa da forma com que retrata o suicídio. No começo de maio, ela foi renovada para sua 2ª temporada. Antes de “Sense8” e “The Get Down”, a Netflix só tinha cancelado “Lilyhammer”, “Hemlock Grove”, “Marco Polo” e “Longmire”.

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  • Série

    Elenco de Sense8 fica de “coração partido” com o cancelamento da série

    2 de junho de 2017 /

    A Netflix pegou todo mundo de surpresa ao anunciar o cancelamento de “Sense8” menos de um mês após a estreia da 2ª temporada. A internet surtou e já há até um abaixo-assinado para tentar reverter a situação. Mas o mais impressionante é o desolamento do elenco, que foi ao Twitter agradecer aos fãs e se despedir da série. “Estamos todos de coração partido. Esse programa era a definição de global, igualdade, inovação e diversidade. A TV na forma mais representativa e inclusiva”, disse Freema Agyeman, que interpretava Amanita Caplan, sintetizando o sentimento do grupo. “Lamento que Sense8 foi cancelada, foi uma experiência incrível. Obrigada a todos que assistiram e apoiaram o seriado. Sentirei saudades”, escreveu Tina Desai, a Dandekar. “Me desculpem, gente. Muito obrigado pela paixão e apoio nesses últimos dias, foi tocante ver o amor de vocês pelo seriado. Em frente!”, tuitou Brian J. Smith, que fez o papel de Will Gorski. ”Muito amor pelo elenco e equipe de produção que trabalharam tanto nas duas temporadas. Tenho muito orgulho de ter sido parte da série mais épica de todas”, finalizou Adam Shapiro, que interpreta o doutor Metzger. Veja abaixo os tuítes originais: We are all heartbroken.?This show was the DEFINITION of global, equal, groundbreaking, diverse. TV at its most representational & inclusive. https://t.co/hfHxzEE54b — Freema Agyeman (@FreemaOfficial) June 1, 2017 Sorry guys. Thanks for your passion and support these last few days, was very moving to see your love for the show. En Evant! https://t.co/77H3Ob7OGB — Brian J. Smith (@BrianJacobSmith) June 1, 2017 I'm sorry #Sense8 has been cancelled. It was an incredible experience. Thank u to everyone​ who watched and supported the show. Wl miss it. — Tina Desai (@tinadesai07) June 1, 2017 Much ❤️ to the cast & crew who worked so hard on the 2 seasons. I have so much #Pride to have been part of the most EPIC show ever. #Sense8 https://t.co/onWiEAdLQt — Adam Shapir? (@adamshapiro) June 1, 2017

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  • Série

    Sense8 é cancelada menos de um mês após a estreia da 2ª temporada

    1 de junho de 2017 /

    A Netflix anunciou o cancelamento de “Sense8”, série sci-fi das irmãs Lilly e Lana Wachowski (“Matrix”), menos de um mês após a disponibilização de sua 2ª temporada. “Após 23 episódios, 16 cidades e 13 países, a história dos grupo Sense8 terminou”, disse Cindy Holland, vice-presidente de conteúdo original do serviço de streaming, em comunicado divulgado à imprensa americana. “Foi tudo o que nós e os fãs sonhávamos que seria: ousada, emotiva, impressionante, vigorosa e completamente inesquecível”, continuou. “Nunca houve uma série mais global com elenco e equipe igualmente diversa e internacional, o que se refletiu na apaixonada comunidade de fãs pelo mundo. Agradecemos Lana, Lilly, Joe (Michael Straczynski, cocriador da série) e Grant (Hill, produtor executivo) por sua visão, e todo o elenco e equipe por seu trabalho e comprometimento.” Mas ao contrário do clima de “missão cumprida” do comunicado, a série sai do ar deixando questões no ar e com a vontade dos envolvidos de continuar. Na terça (30/5), dois dias antes da guilhotina cair, o ator Brian J. Smith usou o Twitter para conclamar os fãs a fazerem campanha pela renovação. “Se não mostramos nosso apoio, ‘Sense8’ pode não ser renovado. Vamos tuitar o máximo possível a hashtag #RenewSense8”, ele escreveu. A série estreou em 2015 com uma proposta ousada. A trama acompanhava oito pessoas aparentemente aleatórias ao redor do mundo, que passam a dividir consciência, habilidades e memórias repentinamente. Por conta disso, eles também começam a compartilhar seus sentimentos e visões de mundo, permitindo um diálogo entre diferentes culturas. A série era apontada como a primeira sci-fi abertamente queer, não apenas por incluir personagens gays e transgêneros, mas por abordar o modo de vida LGBTQ em sua trama. Um dos episódios da 2ª e agora última temporada foi gravado na Parada de Orgulho LGBT de São Paulo. O cancelamento de “Sense8 chega apenas uma semana após a Netflix anunciar o fim de “The Get Down”, série musical criada por Baz Luhrmann. As duas têm em comum o fato de serem projetos criados por cineastas com custos elevadíssimos. Não por coincidência, a Netflix já tinha cancelado “Marco Polo”, que também se situava entre suas séries mais caras, apontando uma tendência de revisão de metas. Da lista das mais dispendiosas, apenas “The Crown”, premiada com Globos de Ouro, SAG e BAFTA Awards, foi renovada.

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  • Filme

    Sucesso de crítica, série Quarry é cancelada após 1ª temporada

    31 de maio de 2017 /

    O canal pago americano Cinemax anunciou o cancelamento da série “Quarry” após a 1ª temporada. Sucesso de crítica, com 75% de aprovação no site Rotten Tomatoes, a série também tinha um público acima da média do canal. O problema é que uma reestruturação da HBO fez com que o Cinemax mudasse seu foco. O canal vai passar a ter uma programação centrada em filmes de ação. Esse “rebranding” já tinha levado ao cancelamento da série “The Knick”, drama médico de época do cineasta Steven Soderbergh (“Onze Homens e um Segredo”). E também pode tirar do ar o terror “Outcast”, baseado em quadrinhos de Robert Kirkman (“The Walking Dead”). Para piorar o cenário para séries de qualidade, a mudança acontece ao mesmo tempo em que o WGN América cancelou suas séries. Num desabafo publicado em seu blog pessoal, o roteirista-produtor Michael D. Fuller revelou que metade da 2ª temporada já estava escrita, porque havia confiança na continuidade da produção. Afinal, todos os fatores que garantem uma renovação, como boas críticas e público fiel, estavam presentes. A série foi desenvolvida por Fuller e Graham Gordy, ambos roteiristas da série dramática “Rectify”, e produzida em parceria com Greg Yaitanes, diretor e produtor de “Banshee”, a série mais bem-sucedida do Cinemax. Adaptação do livro de Max Allan Collins, “Quarry” girava em torno de um ex-fuzileiro (Logan Marshall-Green, de “Prometheus”), que ao retornar do Vietnã em 1972 era evitado por aqueles que amava, tornando-se alvo de comentários pejorativos por ter lutado numa guerra suja. Transformado em pária, o combatente duro e desiludido acaba recrutado por uma rede de assassinos de aluguel, que atua ao longo do rio Mississippi. Além de Logan Marshall-Green, o elenco destaca Jodi Balfour (série “Bomb Girls”), Peter Mullan (“Cavalo de Guerra”), Nikki Amuka-Bird (“O Destino de Jupiter”), Damon Herriman (série “Flesh and Bone”) e Edoardo Ballerini (série “Boardwalk Empire”).

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  • Música

    Série mais cara da Netflix, The Get Down é cancelada após uma temporada

    25 de maio de 2017 /

    A Netflix cancelou a série “The Get Down”, criada pelo cineasta Baz Luhrmann (“O Grande Gatsby”), após a disponibilização da segunda metade de sua temporada inaugural sem muita fanfarra. Considerada a mais cara produção do serviço de streaming, a série despertou grande expectativa, mas se revelou bem diferente do que se esperava. Prometida como um relato da origem do hip-hop, a atração se revelou fantasiosa e coreografada como um grande musical. Mesmo acompanhando personagens fictícios, a produção incorporou fatos e personagens históricos, como Grandmaster Flash, pioneiro do hip-hop e lenda-viva da discotecagem mundial. Por sinal, Flash era um dos produtores, ao lado do rapper Nas e do crítico e escritor Nelson George, que trabalharam junto com Luhrmann para garantir a autenticidade da recriação da época. Passada no berço do hip-hop em meados dos anos 1970, a trama girava em torno de um grupo de adolescentes maltrapilhos de South Bronx, em Nova York, que começam a se destacar com ritmo, poesia, passos de dança e latas de spray, indo dos cortiços para a cena artística de Manhattan. A história também tinha uma trama paralela, envolvendo uma cantora de discoteca filha de um pastor evangélico. O elenco incluía uma nova geração de atores negros e latinos, mas também nomes conhecidos como Jimmy Smits (“Sons of Anarchy”), Giancarlo Esposito (série “Breaking Bad”), Jaden Smith (“Depois da Terra”), Skylan Brooks (“The Inevitable Defeat of Mister & Pete”), Shameik Moore (“Dope”) e Justice Smith (“Cidades de Papel”). Segundo o instituto de pesquisa Symphony Advanced Media, a primeira parte da temporada de estreia, lançada em agosto do ano passado, foi vista por 3,2 milhões de pessoas nos Estados Unidos em seus primeiros 31 dias no ar — menos de um quinto do registrado por “Orange is the New Black” em sua 4ª temporada. O fracasso é ainda maior considerando os altos custos de produção — um total de US$ 120 milhões, sendo US$ 7,5 milhões por episódio, maior orçamento de uma série da plataforma — e as várias paralisações na produção, que atrapalharam o andamento do projeto, criando a necessidade de dividir a temporada em duas partes – a segunda metade foi disponibilizada em abril. De acordo com a revista Variety, “The Get Down” teve a produção interrompida e reiniciada tantas vezes que a equipe passou a apelidá-la de “The Shut Down” (“Desligada”, em inglês). Relatos falam em bastidores tumultuados pelo perfeccionismo de Luhrman, que não teria se adaptado ao formato de produção em série. Durante as gravações, Luhrman chegou a se declarar sobrecarregado e considerou abandonar o projeto, mas decidiu ao menos terminar uma temporada completa.

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  • Série

    Série Chicago Justice é cancelada

    25 de maio de 2017 /

    O universo Chicago, do produtor Dick Wolf, começou a diminuir. A rede NBC confirmou o cancelamento da série “Chicago Justice” após uma temporada. A atração não agradou à emissora como outras séries, “Chicago Fire”, “Chicago PD” e “Chicago Med”, que foram renovadas. Mas ela tinha uma média de 6,1 milhões de telespectadores, um número apenas ligeiramente abaixo das demais. A mais assistida, “Chicago Fire”, tem média de 7 milhões de telespectadores ao vivo. Mas o destino de “Chicago Justice” pode ser reflexo de um dado mais significativo, refletindo a mudança comercial causada pela entrada em cena dos serviços de streaming. Séries procedurais, como as produzidas por Dick Wolf, não atraem as plataformas de streaming e os canais da TV paga, que tem comprado apenas reprises de produções serializadas. Isto significa que a NBCUniversal, produtora da atração e dona do canal, lucra menos com Dick Wolf. De forma significativa, até agora nenhum canal ou plataforma americana mostrou interesse em adquirir as reprises de “Chicago Fire”, a mais velha da turma. “Chicago Fire” foi renovado para sua 6ª temporada, “Chicago PD” para a 5ª e “Chicago Med” para a 3ª. Todas são exibidas no Brasil pelo canal pago Universal.

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