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  • Série

    Fotos da 5ª temporada de The Blacklist mostram reencontro entre Liz e Tom

    1 de setembro de 2017 /

    A revista Entertainment Weekly divulgou as primeiras fotos oficiais da 5ª temporada de “The Blacklist”, que destacam o reencontro entre Tom (Ryan Eggold) e Liz Keen (Megan Boone), depois do período em que ele esteve envolvido com sua própria família (no cancelado spin-off “The Blacklist: Redemption”). Uma das imagens também revela Tom abrindo a mala deixada por Mr. Kaplan (Susan Blommaert), que deve conter o segredo que movimentará a nova temporada. A 5ª temporada de “The Blacklist” estreia em 27 de setembro nos Estados Unidos. A série é exibida no Brasil pelo canal pago AXN.

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  • Série

    Monica Barbaro vai voltar a viver personagem de Chicago Justice na série Chicago P.D.

    31 de agosto de 2017 /

    A atriz Monica Barbaro não ficou muito tempo afastada das telinhas após o cancelamento de “Chicago Justice”. Ela vai viver a mesma personagem, Anna Valdez, em “Chicago P.D.”, série do mesmo produtor, passada no mesmo universo. Barbaro irá aparecer no quarto episódio da 5ª temporada, intitulado “Snitch”. E sua participação proporcionará uma mini-reunião de “Chicago Justice”, uma vez que ela encontrará Jon Seda, cujo personagem, Antonio Dawson, está retornando para “Chicago P.D.” após ter sido escalado para estrelar o spin-off já cancelado. Há possibilidade de novas aparições da atriz. Embora “Chicago Justice” tenha sido cancelada após uma temporada de 13 episódios, vários atores reprisarão seus respectivos papeis em outras séries do produtor Dick Wolf. Philip Winchester, por exemplo, vai retomar o promotor Peter Stone graças a uma mudança do personagem para Nova York, onde integrará o elenco da nova temporada de “Law & Order: SVU”. “Chicago P.D.” estreia sua 5ª temporada no dia 27 de setembro. A série é exibida no canal pago Universal no Brasil.

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  • Série

    Young Sheldon: Spin-off de The Big Bang Theory ganha novo comercial

    29 de agosto de 2017 /

    A rede CBS divulgou um novo comercial de “Young Sheldon”, spin-off de “The Big Bang Theory” centrado na infância de Sheldon Cooper, o personagem vivido por Jim Parsons. O elenco destaca um prodígio real, o jovem Iain Armitage, que interpreta o prodígio da ficção. Grande achado da produção, Iain Armitage tem apenas oito anos de idade, mas sua dedicação à dramaturgia é tanta que, além de atuar, ele mantém um canal no YouTube onde faz críticas de teatro. Sério. Ele também foi visto recentemente na minissérie “Big Little Lies”, interpretando o filho de Shailene Woodley (“A Culpa É das Estrelas”). Mas o casting mais curioso é o da mãe de Sheldon, Mary Cooper. Ela será vivida por Zoe Perry (série “The Family”), que na vida real é filha de Laurie Metcalf, a mãe do Sheldon adulto na série original. A família Cooper ainda inclui Lance Barber (série “The Comeback”) como o pai e as crianças Raegan Revord (vista em dois episódios de “Modern Family”) e o estreante Montana Jordan como os irmãos de Sheldon. Críticos americanos dizem que Raegan rouba as cenas e que a série deveria ser sobre ela. “Young Sheldon” foi desenvolvida pelo criador e um dos roteiristas principais de “The Big Bang Theory”, respectivamente Chuck Lorre e Steven Molaro, e o piloto dirigido pelo cineasta Jon Favreau (de “Homem de Ferro” e “Mogli, o Menino Lobo”). A série estreia em 25 de setembro nos Estados Unidos.

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    Site pornô quer produzir 3ª temporada de Sense8

    27 de agosto de 2017 /

    As criadoras de “Sense8” receberam uma proposta inusitada para reviver a série. O vice-presidente do site pornô xHamster, Alex Hawkings, revelou ser fã e se disse disposto a bancar uma 3ª temporada da produção cancelada pela Netflix. Por meio de um comunicado, Hawkings explicou seus planos, visando sensibilizar Lana e Lilly Wachowski. “Não estamos propondo uma paródia pornô ou algo do gênero, mas um verdadeiro revival”, escreveu Hawkins. “Estamos felizes pelo fato de a Netflix ter decidido dar um episódio final à série, mas gostaríamos que vocês considerassem outra opção que não concluir a história — deixar que o xHamster a produza”. A Netflix infirmou que “Sense8” voltará para um especial de duas horas, que deve colocar um ponto final na série em 2018. O executivo admite que a proposta é um tanto quanto “inusitada”, mas argumenta: “Há cinco anos, as pessoas riam da ideia da Netflix em produzir conteúdo original. Nós achamos que é nossa hora (de entrar nesse mercado)”. Hawkins também exalta os ideais pró-LGBT+ do xHamster, e propõe usá-lo como ferramenta para combater as “leis anti-LGBT nos Estados Unidos e no mundo”, e apoiar as aulas de educação sexual nas escolas. A carta termina convidando as irmãs Wachowski para uma reunião. Até o momento, elas não se manifestaram sobre o assunto.

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  • Série

    Bryan Fuller revela que existem negociações para resgatar a série Hannibal

    12 de agosto de 2017 /

    O produtor-roteirista Bryan Fuller revelou que existem negociações para trazer a série “Hannibal” de volta. Ele garantiu a um fã no Twitter que foi preciso esperar, contratualmente, dois anos desde o final da série para iniciar conversas com outros canais, o que aconteceu neste mês de agosto. Na mesma mensagem, ele afirmou que a Neoprod, empresa de Martha DeLaurantiis, que possui os direitos do personagem, já está tratando isso. Mas fez uma ressalva: “Essas coisas levam tempo”. Em entrevista concedida em maio, Fuller havia adiantado que as perspectivas para a retomada da série eram boas. “Estamos empolgados com o prospecto de retornar à história, mas há alguns obstáculos a serem vencidos.” Antes disso, chegou a revelar os planos de trazer “Hannibal” de volta como uma minissérie, focando na trama adaptada no filme “O Silêncio dos Inocentes”, de 1991. “Acho que a adaptação cinematográfica é um ótimo filme, mas tem muitos detalhes interessantes que podem ser exploradores em uma série de televisão. Espero que consigamos contar essa história”, disse Fuller, durante entrevista para um podcast (Shock Wave). Após o final de “Hannibal”, Fuller ajudou a conceber a série “Star Trek: Discovery” e desenvolveu “Deuses Americanos/American Gods”. Ele também está envolvido num remake da série “Amazing Stories”. Conversations couldn't start until 2 years after the final airing of season 3. @neoprod has started those conversations. This takes time. — Bryan Fuller (@BryanFuller) August 9, 2017

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    Netflix cancela Gypsy na 1ª temporada

    11 de agosto de 2017 /

    A Netflix cancelou a série “Gypsy“, estrelada por Naomi Watts (“A Série Divergente: Convergente”), 40 dias após a disponibilização dos 10 episódios de sua 1ª e única temporada. Na trama, a atriz vivia uma psicóloga manipuladora, que utilizava sessões de terapia para se envolver sexualmente com seus pacientes, escanteando a ética para sua própria satisfação. O clima de sedução – com muitas cenas de lesbianismo – contava com a direção de uma especialista. A cineasta Sam Taylor-Johnson (de “Cinquenta Tons de Cinza”) assinou os dois primeiros episódios. Apesar da premissa provocante, “Gypsy” acabou não agradando à crítica, obtendo apenas 26% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Numa época em que não faltam ofertas de séries, é possível supor que o público seguiu a orientação da imprensa e não embarcou em maratonas da série. Mas a Netflix não divulga a audiência de suas produções. Criada pela roteirista estreante Lisa Rubin, a série também incluía em seu elenco Billy Crudup (“Spotlight”), Sophie Cookson (“Kingsman: Serviço Secreto”), Lucy Boynton (“Sing Street”), Karl Glusman (“Animais Noturnos”), Melanie Liburd (série “Dark Matter”), Poorna Jagganthan (série “The Night Of”) e a veterana Brenda Vaccaro (“O Espelho tem Duas Faces”). “Gypsy” é a segunda série da Netflix a ser cancelada na 1ª temporada em 2017. O mesmo aconteceu com “Girlboss”, estrelada por Britt Robertson (“Tomorrowland”).

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  • Série

    The Middle vai acabar na 9ª temporada

    3 de agosto de 2017 /

    A rede ABC aproveitou o evento semestral da TCA (Associação dos Críticos de TV dos EUA) para anunciar que a 9ª temporada de “The Middle” será a última da série. “Sentamos com o elenco no fim do ano passado e tomamos a decisão em conjunto de encerrar a trajetória da família Heck. Foi uma excelente trajetória, uma experiência única na vida, e teremos um ano inteiro para nos despedirmos. Queremos contar todas as histórias”, disse a criadora DeAnn Heline na entrevista coletiva da TCA. “Tivemos a ideia há alguns anos e ela foi se aperfeiçoando ao passar do tempo. Será um fim honesto para o programa, e um que os fãs irão gostar.” “The Middle” começou a ser exibida em 2009 e, junto com “Modern Family”, é uma das séries de comédia mais antigas do canal. Criada por Eileen Heisler e DeAnn Heline (ambas da série “Commited”), a série gira em torno de uma típica família da classe média endividada, e destaca a atriz Patricia Heaton (série “Everybody Loves Raymond”) como a esposa e mãe eternamente sofredora. A temporada final vai estrear 3 de outubro nos Estados Unidos, fazendo a série superar os 200 episódios. “The Middle” faz parte da programação do canal pago Warner no Brasil.

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    Annie Potts será a avó do pequeno Sheldon no spin-off de The Big Bang Theory

    20 de julho de 2017 /

    A atriz Annie Potts, que estrelou a franquia original dos “Caça-Fantasmas”, entrou na nova série “Young Sheldon”, spin-off de “The Big Bang Theory” centrado na infância de Sheldon Cooper. Ela viverá uma personagem importante da vida da criança: a avó de Sheldon, que ele chama de Meemaw. A avó sempre foi mencionada no sitcom original e finalmente apareceu na 9ª temporada com interpretação de June Squibb (“Nebraska”). Meemaw foi uma das maiores incentivadoras da inteligência do netinho e vai entrar em conflito com a intérprete de Mary Cooper, Zoe Perry (série “The Family”). Um detalhe curioso é que Perry é filha de Laurie Metcalf, que interpreta a mesma personagem, mãe de Sheldon, em “The Big Bang Theory”. Já o pequeno Sheldon será vivido por Iain Armitage, de apenas oito anos de idade e visto recentemente na minissérie “Big Little Lies”. A família Cooper ainda inclui Lance Barber (série “The Comeback”) como o pai e as crianças Raegan Revord (vista em dois episódios de “Modern Family”) e o estreante Montana Jordan como os irmãos de Sheldon. “Young Sheldon” foi desenvolvida pelo criador e um dos roteiristas principais de “The Big Bang Theory”, respectivamente Chuck Lorre e Steven Molaro, e o piloto dirigido pelo cineasta Jon Favreau (de “Homem de Ferro” e “Mogli, o Menino Lobo”). Jim Parsons, que interpreta o Sheldon adulto em “The Big Bang Theory”, também participa como narrador. A série vai estrear em 25 de setembro nos Estados Unidos.

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    The Carmichael Show vai acabar após a 3ª temporada

    1 de julho de 2017 /

    A NBC anunciou o cancelamento de “The Carmichael Show” ao final de sua 3ª temporada. A decisão foi tomada após o criador e estrela da série Jerrod Carmichael revelar seu desejo de sair da atração. “Por três temporadas (ok 2,5), eu fiz um programa que eu amo com meus amigos”, disse ele. “É algo que eu queria fazer desde os 13 anos. Agora, estou ansioso para fazer outras coisas que eu amo. Obrigado a todas as pessoas que trabalharam ou assistiram ao ‘The Carmichael Show’.” Carmichael comunicou sua vontade de abandonar a série em meio às negociações de renovação entre a rede NBC e o estúdio 20th TV e Universal, mas o canal já sinalizava uma tendência de interromper a produção, devido à baixa audiência. A série caiu de 4,1 milhões de telespectadores ao vivo para 3,6 milhões na 3ª temporada. Ao mesmo tempo, a atração contava com prestígio da crítica – 85% de aprovação no site Rotten Tomatoes – , por abordar temas polêmicos, como o racismo e a violência policial. A 3ª temporada se provou bastante oportuna, ao antecipar em suas tramas fatos que acabariam nos telejornais, como um tiroteio em massa, que fez um episódio com este mesmo tema ser adiado nos Estados Unidos, após o atentado contra um jogo de baseball do Partido Republicano. A série só exibiu metade dos episódios de sua 3ª temporada, e o final está previsto apenas para 23 de agosto.

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    Netflix volta atrás e revive Sense8 com episódio especial de encerramento da série

    29 de junho de 2017 /

    A Netflix voltou atrás e anunciou um final mais feliz para os fãs da série “Sense8”. Diante da campanha criativa e incessante para que a série não ficasse sem desfecho, o serviço de streaming se comprometeu a produzir um episódio especial de duas horas para encerrar a história. “De forma improvável e inesperada, o amor de vocês trouxe ‘Sense8’ de volta à vida”, exaltou Lana Wachowski, num longo comunicado publicado na página do Facebook dedicada à série. “As cartas apaixonadas, petições, a voz coletiva que se levantou como o punho da Sun para lutar por essa série foram além do que qualquer um poderia esperar”, continua o texto da co-criadora da série. “Mas esse é um presente dos fãs que eu sempre vou carregar no meu coração: por mais que na maioria da vezes essas decisões sejam de fato irreversíveis, isso nem sempre é verdade”. O cancelamento da série gerou muitas reclamações, por ter deixado seus espectadores sem um final. As reações foram ruidosas, mas a própria Netflix chegou a dizer que não adiantava reclamar. Para justificar o cancelamento, executivos da plataforma sugeriram que a série possuía um custo elevado e uma produção complexa, por ser filmada em vários países. “Um programa grandioso e caro para um público minúsculo é difícil de manter por muito tempo, mesmo no nosso modelo de negócio”, disse Ted Sarandos, diretor de conteúdo da plataforma. Reed Hastings, cocriador da Netflix, chegou a afirmar que a Netflix cancelava poucas séries e precisava fazer isso mais vezes. E assim vieram também os cancelamentos de “The Get Down” e “Girlboss”. Mas os fãs não desistiram. E o ruído se tornou tão alto que a Netflix não pôde mais ignorá-lo. No final, a situação de “Sense8” passou a refletir a capacidade do serviço de engajar e dialogar com seu público. Será que os espectadores teriam a mesma disposição de seguir uma série nova, sabendo que ela poderia ser cancelada e ficar sem fim? Caso esse comportamento se tornasse padrão, a economia obtida com cancelamentos poderia se tornar prejuízo a médio prazo. Além da carta de Lana Wachowski, a Netflix também divulgou um vídeo confirmando o retorno da série. Veja abaixo as duas mensagens oficiais. "Querida família Sense8, Venho querendo escrever esta carta há algum tempo. O derramamento de amor e tristeza que veio… Publicado por Sense8 em Quinta, 29 de junho de 2017

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    Loosely Exactly Nicole é salva pelo Facebook para se tornar a primeira série da rede social

    26 de junho de 2017 /

    A série “Loosely Exactly Nicole”, cancelada pela MTV no começo do ano, após sua 1ª temporada, foi resgatada pelo Facebook, que pretende virar uma plataforma de séries como a Netflix. A atração é a primeira série confirmada para integrar o conteúdo do projeto. “Loosely Exactly Nicole” acompanhava o cotidiano da atriz/personagem Nicole Byer, uma jovem negra e acima do peso que tenta decolar sua carreira como comediante, e tinha uma média de 198 mil telespectadores na TV paga americana. O Facebook considera que os números mais importantes da produção são os demográficos. Segundo uma reportagem publicada pelo The Wall Street Journal, os conteúdos originais do Facebook terão como público-alvo pessoas de 13 a 34 anos, com foco especial na faixa dos 17 aos 30. Por isso, a empresa procura séries no estilo de “Scandal” e “Pretty Little Liars”. A série de Nicole Byer faz parte desse espectro. Além da 2ª temporada de “Loosely Exactly Nicole”, a rede social também encomendou a produção de um reality show, “Last Late Standing”, que reunirá 50 competidores disputando um prêmio de US$ 500 mil. E novos projetos serão anunciados em breve. Ainda de acordo com o WSJ, a companhia de Mark Zuckerberg conversa com produtoras de Hollywood e está disposta a pagar até US$ 3 milhões por episódio para entrar no ramo das séries. Mas não há muitas informações sobre como esses novos conteúdos são disponibilizados – se serão gratuitos, visando gerar receita de anunciantes, ou integrarão um pacote de assinaturas. Como a novidade deve ser lançada ainda em 2017, informações mais precisas virão em breve.

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    Netflix cancela a série Girlboss

    25 de junho de 2017 /

    A série de comédia “Girlboss” juntou-se a “The Get Down” e “Sense8” na lista de cancelamentos recentes da Netflix. A produção, inspirada na vida de Sophia Amoruso, não terá 2ª temporada. Criada pela roteirista Kay Cannon, autora da franquia cinematográfica “A Escolha Perfeita”, e produzida pela atriz Charlize Theron (“Mad Max: Estrada da Fúria”), a série trazia Britt Robertson (série “Under the Dome”) como Sophia, uma jovem com ideais anarquistas que se recusa a entrar para a vida adulta e conseguir “um emprego de verdade”. Demitida de seu emprego de vendedora de loja, ela acaba descobrindo um novo mercado para roupas de brechó modificadas e inicia um negócio pelo eBay que logo vira uma empresa milionária de moda, a Nasty Gal. A série teve 13 episódios com direção do cineasta alemão Christian Ditter (“Simplesmente Acontece” e “Como Ser Solteira”), disponibilizados pela Netflix em abril. A empresária Sophia Amoruso comentou o cancelamento em uma série de posts no Instagram Stories. “A série da Netflix sobre a minha vida foi cancelada. Estou orgulhosa do trabalho, e ao mesmo tempo ansiosa para controlar minha narrativa daqui pra frente. Foi uma boa série e foi um privilégio trabalhar com tantos talentos incríveis, mas viver minha vida como uma caricatura foi difícil, mesmo que por apenas dois meses”, escreveu. No início de junho, o diretor de conteúdo da Netflix, Ted Sarandos, explicou a lógica por trás das decisões de cancelamento da plataforma, indicando que o desempenho está tendo um papel maior do que nos primeiros dias do serviço. “Quantas pessoas assistem uma série, em relação ao que você gastou para produzi-la”, ele equacionou, durante uma conferência do PGA (sindicado dos produtores). “Quando eu digo isso, um show caro que gera uma grande audiência é ótimo. Mas um show caro com uma pequena audiência é difícil de manter, mesmo em nosso modelo”.

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    Ator de Sense8 confirma que a série tinha baixa audiência

    12 de junho de 2017 /

    O ator Brian J. Smith, intérprete do policial Will Gorski na série “Sense8”, publicou um longo texto em seu Twitter que mais uma vez confirma o motivo do fim da série: falta de audiência. As informações sobre a baixa audiência da produção já tinham sido comentadas por Ted Sarandos, chefe de conteúdo da Netflix. O texto do ator repete a justificativa para o cancelamento, afirmando a audiência do programa não justificava o alto valor que a Netflix investia na produção. “Lembrem que, para início de conversa, eles [os produtores] fizeram este estranho, maravilhoso e não convencional programa ser possível. E que a série teria continuado se ao menos a audiência justificasse os gastos. Pode não parecer justo perante a reação de fãs tão apaixonados, mas sempre, SEMPRE, tudo se resume aos números. Vocês podem descansar sabendo que, apesar de a série não continuar, vocês fizeram a diferença”, escreveu. O ator ainda completou escrevendo que sentirá falta de seu personagem. “Sempre verei ‘Sense8’ como uma espécie de sinfonia inacabada, um lembrete para nunca levar as coisas que amamos como certeza. Sentirei falta da série e sentirei falta de Gorski, mas sigo em frente e nunca mais serei o mesmo. Obrigado, do fundo do meu coração”. Dear Sense8 Family Read: https://t.co/mOmNYMmxP0 — Brian J. Smith (@BrianJacobSmith) June 9, 2017

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