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  • Filme

    2ª temporada de Aruanas vai abordar poluição ambiental

    8 de março de 2020 /

    A 2ª temporada de “Aruanas”, da Globoplay, já está sendo gravada em São Paulo. Segundo apurou o colunista Flavio Ricco, do Uol, desta vez a série protagonizada por Taís Araújo, Leandra Leal, Débora Falabella, Camila Pitanga e Thainá Duarte vai abordar os problemas causados pela poluição em uma cidade fictícia. Na trama, a jovem atriz Bella Piero (da novela “O Outro Lado do Paraíso”) será uma vítima da poluição de ar pelas micropartículas. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), em reportagem da revista Galileu, de 2018, mais de 90% das crianças do planeta respiram ar tão poluído que colocam sua saúde e desenvolvimento em risco. Criada e escrita por Estela Renner e Marcos Nisti, com a colaboração de Carolina Kotscho, “Aruanas” acompanha o trabalho de uma ONG ambiental liderada por mulheres e abordou o desmatamento da Amazônia em sua 1ª temporada. A nova temporada de “Aruanas” também contará com participações de Lima Duarte (“Família Vende Tudo”), Lázaro Ramos (“Mundo Cão”) e Daniel de Oliveira (“Aos Teus Olhos”), e tem gravações agendadas até junho, para lançamento em dezembro deste ano em streaming.

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  • Filme,  TV

    Juntos a Magia Acontece: Especial de Natal da Globo é o mais diferente já feito

    25 de dezembro de 2019 /

    A Globo exibe nesta noite de Natal (25/12) um especial patrocinado, “Juntos a Magia Acontece”, que faz parte de uma campanha da Coca-Cola, lançada em outubro com o mesmo nome. A ação comercial inclui cobertura no site da Globo, quadro no “Mais Você” e reportagem no “Encontro com Fátima Bernardes”. Conteúdo artístico e publicitário andam cada vez mais indistinguíveis nas novas iniciativas de marketing do mercado. E o especial desta quarta ainda acrescenta nesse enredo um verniz de marketing social. A emissora carioca, que há décadas insere campanhas de interesse público em suas novelas, também desenvolve ações afirmativas fora das telas. Uma delas é o Laboratório de Narrativas Negras para o Audiovisual – uma parceria da Globo com a FLUP (Festa Literária das Periferias) – , onde uma escritora novata e muito jovem, chamada Cleissa Regina Martins, criou em 2017 o argumento que acabou virando o roteiro do especial. “Juntos a Magia Acontece” é, assim, duplamente resultado de marketing. E não deixa de ser muito interessante como o encontro entre interesses de mercado e relações públicas convergem para subverter o gênero do especial natalino. Sem esquecer que também ilustra, contra expectativas de governos conservadores, uma transformação irreversível no extrato cultural – à base de pesquisas comerciais, o que é mais incrível ainda. A história de Cleissa, de apenas 24 anos, revoluciona a trajetória dos especiais natalinos da TV brasileira por um motivo singelo: a representatividade de uma trama centrada numa família negra. O programa acompanha o primeiro Natal de uma família de moradores de Madureira, no Rio, após a morte de sua matriarca, Neuza (Zezé Motta). Na história, o viúvo Orlando (Milton Gonçalves) vai morar na casa da filha Vera (Camila Pitanga), cujo marido Jorge (Luciano Quirino) está desempregado há sete meses. Eles têm uma filhinha, Letícia (Gabriely Mota). E aos moradores da casa ainda se junta André (Fabrício Boliveira), irmão mais velho de Vera. Vendo as dificuldades da família, o aposentado Orlando decide voltar ao mercado de trabalho. Ele busca emprego provisório como Papai Noel, mas se defronta com racismo de forma explícita. O papai negro “não se encaixa no perfil” e é dispensado por uma loira (Alice Wegmann) que contrata papais noéis para shoppings. Até um comerciante negro (Tony Tornado) questiona: “Papai Noel negro?”. Nem com ajuda do padre (Francisco Cuoco) da paróquia, que recorre à maior benemérita da comunidade (Aracy Balabanian), Orlando deixa de ouvir “não”. “Não vou dizer por mim, mas pensando nas crianças, elas estranhariam. Ele é mais moreno, né?” O drama emociona e corta o coração, mas tem final “natalino”, num clima muito similar ao sentimento evocado pelo célebre “A Felicidade Não se Compra” (1946), um dos maiores clássicos natalinos de todos os tempos, do mestre hollywoodiano Frank Capra. “Juntos a Magia Acontece” tem supervisão de texto de George Moura (roteirista de “O Grande Circo Místico”) e direção artística de Maria de Médicis, responsável por uma dúzia de novelas. Veja o trailer abaixo.

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  • Filme

    Festival de Tiradentes vai homenagear Antonio e Camila Pitanga

    13 de dezembro de 2019 /

    A Mostra de Cinema de Tiradentes vai homenagear os atores Antonio e Camila Pitanga, pai e filha de trajetórias marcantes no cinema brasileiro. Os dois também tem uma relação forte com o festival. O documentário “Pitanga”, que marcou a estreia de Camila como diretora e no qual ela retrata a trajetória do pai desde o Cinema Novo, foi premiado em Tiradentes em 2017. A 23ª edição do festival mineiro, que vai acontecer entre 24 de janeiro e 1º de fevereiro na charmosa cidade histórica, será aberta com a pré-estreia mundial de “Escravos de Jó”, filme de Rosemberg Cariry filmado em Ouro Preto, que também traz Antonio Pitanga no elenco. Como em todos os anos, o festival definiu um tema para sua edição, e em 2020 vai girar em torno de um genérico “A Imaginação como Potência”. Uma variação da frase de 51 anos “L”imagination au pouvoir!”, slogan dos protestos de maio de 1968 em Paris.

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  • Etc

    Camila Pitanga assume relacionamento com namorada

    11 de novembro de 2019 /

    A atriz Camila Pitanga confirmou seu namoro com a artesã Beatriz Coelho. Elas estão juntas há um ano, mas mantinham o relacionamento longe do público. Mas após o jornal carioca Extra publicar uma nota sobre o namoro nesta segunda (11/11), a assessoria de imprensa da artista enviou uma nota para a coluna de Leo Dias confirmando o envolvimento amoroso. Em abril, Camila esteve na Europa a trabalho e a namorada a acompanhou, mostrando alguns Stories delas juntas. Na época, fãs começaram a especular, mas ambas se mantiveram bastante discretas. Antes de Beatriz, Camila teve um breve romance com o músico Rafael Rocha e também com o ator Igor Angelkorte, em 2018. Camila Pitanga está atualmente em cartaz com a peça “Por Que Não Vivemos?”, em Belo Horizonte, e se prepara para gravar a 2ª temporada de “Aruanas”, série da Globoplay.

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  • Série

    Aruanas: Globosat divulga o trailer de sua série de ação amazônica de apelo internacional

    18 de junho de 2019 /

    A Globoplay divulgou o trailer de “Aruanas”, primeira série de ação e suspense passada na Amazônia. Com tema de denúncia social e preservação ecológica, a prévia acompanha um grupo de amigas ativistas, que se engaja contra uma mineradora na floresta para defender o meio-ambiente e passa a sofrer ameaças. As protagonistas são Débora Falabella (“O Beijo no Asfalto”), Leandra Leal (“Bingo: O Rei das Manhãs”), Tais Araújo (“O Roubo da Taça”) e Thainá Duarte (“Mundo Cão”, mas o elenco também destaca Camila Pitanga (“Eu Receberia as Piores Notícias dos seus Lindos Lábios”), que retorna a uma produção da Globo três anos após testemunhar a morte do amigo e ator Domingos Montagner, durante intervalo de gravação da novela “Velho Chico”. Ela interpreta a vilã da história. Coprodução da Maria Farinha Filmes, a série criada por Estela Renner e Marcos Nisti (que trabalharam juntos no documentário “The Beginning of Life”) tem direção artística de Carlos Manga Jr. (“Se Eu Fechar Os Olhos Agora”) e direção geral da própria Estela Renner. O detalhe é que o lançamento será internacional. “Aruanas” exibe sua première mundial nesta terça (18/6) em Londres, seguida por uma apresentação em Nova York, no dia 24 de junho, e em São Paulo, dia 27 de junho. Toda a 1ª temporada será disponibilizada em 2 de julho na Globoplay, mas os capítulos também estarão disponíveis por meio de VOD (em www.aruanas.tv) para o público de mais de 150 países, com legendas em 11 idiomas. Como o tema da série debate a preservação da biodiversidade, a crise ambiental mundial e a valorização do trabalho de ativistas, 50% das vendas serão doadas para uma iniciativa (ainda não divulgada) de proteção da floresta amazônica. Para completar, o primeiro episódio irá ao ar na rede Globo no dia 3 de julho.

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  • Música

    Bruna Linzmeyer e Camila Pitanga se beijam no novo clipe de Letrux

    10 de fevereiro de 2019 /

    A cantora indie Letrux, nome artístico de Letícia Novaes, lançou seu novo clipe, “Ninguém Perguntou por Você”, que traz as atrizes Bruna Linzmeyer (“O Grande Circo Místico”) e Camila Pitanga (“Eu Receberia as Piores Notícias dos seus Lindos Lábios”) protagonizando cenas quentes. Elas começam em clima de flerte numa festa lotada, até que engatam e todo o resto do mundo some ao seu redor. A dança sensual progride para beijos e vai se tornando cada vez mais escaldante. “Ninguém Perguntou por Você” faz parte do álbum “Letrux em Noite de Climão”, lançado ainda em 2017. A direção do clipe é do jornalista Pedro Henrique França.

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  • Música

    Clássico da MPB Maria, Maria ganha clipe após 40 anos, com Zezé Motta, Camila Pitanga e Sophie Charlotte

    21 de setembro de 2018 /

    “Maria Maria”, clássico da MPB de Milton Nascimento, ganhou seu primeiro clipe após quatro décadas. O vídeo reúne as atrizes Zezé Motta, Camila Pitanga, Sophie Charlotte, Georgiana Góes, Arianne Botelho, Simone Mazzer e Jéssica Ellen, que demonstram, numa coreografia simbólica, a força e a beleza da mulher. Com direção e roteiro de Matheus Senra, o vídeo também explora a capacidade feminina de gerar vida, mostrando as dores do parto e fazendo analogia ecológica entre a Terra batida sob os pés do elenco e o take final, que revela o nascimento de uma planta. Composta em parceria com o poeta Fernando Brant, a música do icônico LP “Clube da Esquina II” (1978) ganhou nova versão acústica, que faz parte do EP “A Festa”. O disco, que inclui outros clássicos ao violão e a faixa-título, anteriormente gravada por Maria Rita em 2003, foi disponibilizado nas plataformas digitais nesta sexta (21/9).

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  • Música

    Fernanda Montenegro e Camila Pitanga participam de clipe da Anistia Internacional com cantores brasileiros

    29 de maio de 2018 /

    A Anistia Internacional Brasil comemorou os 70 anos da Declaração dos Direitos Humanos com o lançamento de um clipe musical intitulado “Manifestação”, uma gravação coletiva que busca chamar atenção para a defesa desses direitos universais. E em meio a dezenas de cantores brasileiros de gerações e estilos diferentes, como Chico Buarque, Ludmilla e Criolo, acabou se destacando a participação de quatro atrizes, igualmente bem distintas: Fernanda Montenegro, Letícia Sabatella, Camila Pitanga e Roberta Estrela D’Alva. Unidos no mesmo tom, os artistas da seleção cultural brasileira cantam contra o racismo, a homofobia, a fome e as desigualdades sociais, com um refrão proclamador. “E proclamamos que não se exclua ninguém senão a exclusão”. A letra é do escritor Carlos Rennó e a música foi composta por Russo Passapusso (do BaianaSystem), pelo rapper Rincón Sapiência e pelo maestro e compositor Xuxa Levy. Já o clipe, que combina imagens dos artistas em estúdio e cenas de protestos nas ruas do país, foi dirigido pelo cineasta João Wainer (do documentário “Junho: O Mês que Abalou o Brasil”) e o fotojornalista Fabio Braga. Ao final, o vídeo informa o listão dos participantes, que além dos já citados inclui Pericles, Rael, Rico Dalasam, Paulo Miklos, As Bahias e a Cozinha Mineira, Luedji Luna, Xenia França, Ellen Oleria, BNegao, Felipe Catto, Chico César, Paulinho Moska, Pretinho da Serrinha, Pedro Luis, Marcelino Freire, Ana Canãs, Márcia Castro, Larissa Luz, Siba Veloso e Marcelo Jeneci.

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  • Filme

    Pitanga celebra um dos maiores astros negros do cinema brasileiro

    27 de abril de 2017 /

    Uma pena quando um grande cineasta demora a lançar um novo filme. Beto Brant, que às vezes assina a direção com Renato Ciasca, é um desses diretores que conquistaram o seu espaço entre os maiores do Brasil (e do mundo, por que não?) já a partir de seu longa de estreia, “Matadores” (1997). Sua carreira tem sido marcada por obras de narrativa impactante como “O Invasor” (2001) e “Cão sem Dono” (2007) e outras de maior risco e experimentação, casos de “Crime Delicado” (2005) e “O Amor Segundo B. Schianberg” (2010). Seu último filme na direção havia sido no longínquo 2011, com o apaixonante “Eu Receberia as Piores Notícias de seus Lindos Lábios”, estrelado por Camila Pitanga. Pois é novamente com Camila, desta vez coassinando a direção, que Brant retorna em “Pitanga” (2017), para contar a trajetória de vida do pai da atriz, Antonio Pitanga, um dos maiores atores brasileiros de todos os tempos, protagonista num país que tem por hábito colocar os negros em segundo plano. Considerando que se trata de um filme comandado por Camila, até que ela aparece bem pouco em cena. Em compensação, seu pai domina o filme, que parece correr solto a partir da alegria contagiante e da autoconfiança de Pitanga. Em alguns momentos, chega a ser até incômoda a rasgação de seda contínua em torno do ator, que, naturalmente, se sente muito feliz em tomar para si a fama de grande conquistador, de homem de grande magnetismo. Mas nos dois primeiros terços do filme é quase difícil não sorrir junto com esse homem que viveu a vida de maneira intensa e que conquistou o coração de muitas mulheres, sendo que várias delas aparecem em cena, em reencontros emocionados: Maria Bethânia, Zezé Motta, Selma Egrei, Ítala Nandi, Elisa Lucinda… Paradoxalmente, isto realça a ausência da mãe de Camila, Vera Manhães, ainda viva, que nas fotos mostradas no filme revela-se belíssima. Não é à toa que a filha veio ao mundo tão bela e especial. Segundo relatos de alguns depoimentos ao longo do filme, o casal representava uma espécie de sensualidade, sexualidade e beleza singulares na época da sua juventude. O fato de o filme ser contado pelo próprio Pitanga, a partir de encontros com várias pessoas (famosas), velhos conhecidos, que passaram por sua vida de forma marcante, e que relembram com ele memórias saudosas do passado, diferencia o longa de outros documentários sobre personalidades. Aqui, o ator cheio de energia e muita prosa parece ser o dono do filme, com a bênção de Brant. O tom, entretanto, muda em seu terço final, quando Antonio Pitanga fala de assuntos mais sérios, sobre a chegada dos negros em território brasileiro nos navios negreiros. A obra assume o elogio à resistência, a destacar a importância do cinema mais político produzido no Brasil, especialmente nas décadas de 1960 e 70, e revela o engajamento cultural de um baiano bastante envolvido com a religião e a cultura afro-brasileira. De uma forma ou de outra, difícil negar o destaque do documentário neste momento de opressão e, ao mesmo tempo, de resistência das minorias, atestando o valor do negro em nossa sociedade e em nossa cultura, a partir de um registro vívido, original e pulsante. Além do mais, a vantagem dessa abordagem particular escolhida por Brant e Camila é que muita coisa é revelada nas entrelinhas: nos gestos, nas falas e nas emoções dos vários personagens que aparecem em cena. Sem esquecer que o filme ainda traz ótimas cenas de filmes estrelados por Antonio Pitanga – clássicos como “A Grande Feira” (1961), “Barravento” (1962), “O Pagador de Promessas” (1962), “Ganga Zumba” (1963), “Os Pastores da Noite” (1976), “A Idade da Terra” (1980), “Quilombo” (1984), “Chico Rei” (1985) e tantos outros.

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  • Filme

    Mostra de Tiradentes premia filmes dirigidos por mulheres

    29 de janeiro de 2017 /

    O filme “Baronesa”, de Juliana Antunes, foi o vencedor da 20ª Mostra de Cinema de Tiradentes, recebendo o Troféu Barroco, conferido pelo Júri da Crítica, e o Prêmio Helena Ignez, entregue pela primeira vez. Ele foi criado para celebrar um destaque feminino e que foi dado a Fernanda de Sena, diretora de fotografia do longa. O trabalho marca a estreia de Juliana Antunes na direção e é apenas o terceiro filme dirigido por uma mulher a vencer o festival. A trama gira em torno de duas vizinhas em um bairro de periferia de Belo Horizonte, que buscam evitar os conflitos do tráfico. O público, porém, preferiu outro título. O documentário “Pitanga”, que marca a estreia da atriz Camila Pitanga como diretora (em parceria com o cineasta Beto Brant), foi escolhido o Melhor Filme na votação popular. O longa traça a trajetória do ator Antônio Pitanga, pai de Camila. E se integra à consagração das mulheres cineastas realizada pelo evento, assim como o vencedor na categoria de Melhor Curta da Mostra Foco: “Vando Vulgo Vedita”, de Andréia Pires e Leonardo Mouramateus. O Júri Jovem, composto por pessoas selecionadas através de uma oficina de crítica cinematográfica, foi responsável pelo prêmio da Mostra Olhos Livres, que reúne filmes com uma linguagem mais autoral e menos convencional. O troféu foi entregue à “Lamparina da Aurora”, produção maranhense dirigida por Frederico Machado, proprietário da Lume Filmes e também responsável por um festival no Nordeste. O longa-metragem gira em torno das memórias de um casal de idosos em uma fazenda abandonada. Os diretores dos filmes premiados receberão incentivos de empresas patrocinadoras para a realização de um novo trabalho, como recursos para locação de equipamentos e para pós-produção. Confira abaixo todos os premiados da 20ª Mostra de Tiradentes. Vencedores da Mostra de Tiradentes 2017 Melhor Filme da Mostra Aurora pelo Júri da Crítica Barones, de Juliana Antunes Melhor Filme da Mostra Olhos Livres pelo Júri Jovem Lamparina da Aurora, de Frederico Machado Melhor Filme pelo Júri Popular Pitanga, de Camila Pitanga e Beto Brant Melhor Curta da Mostra Foco pelo Júri da Crítica Vando Vulgo Vedita, de Andréia Pires e Leonardo Mouramateus Melhor Curta pelo Júri Popular Procura-se Irenice, de Marcos Escrivão e Thiago B. Mendonça Prêmio Helena Ignez para Destaque Feminino Fernanda de Sena, diretora de fotografia de Baronesa Prêmio Aquisição Canal Brasil Vulgo Vando Vedit, de Andréia Pires e Leonardo Mouramateus

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  • Etc

    Camila Pitanga pretende dar um tempo na carreira em 2017, após ano traumático

    30 de dezembro de 2016 /

    Camila Pitanga decidiu dar um tempo na atuação em 2017. A atriz testemunhou a morte do colega Domingos Montagner, seu par romântico em “Velho Chico”, que faleceu por afogamento enquanto os dois mergulhavam no Rio São Francisco, em Sergipe, nos intervalos de gravação da novela. Em entrevista ao jornal Folha de São Paulo, a atriz contou que pretende separar o ano que vem para se dedicar à família e aos estudos. “Eu considero esse um ano trágico. Tem muita coisa que dói, que está aí pulsando na minha alma. São muitas mortes, muitas perdas. Ter testemunhado a perda de Domingos foi uma coisa marcante”, admitiu. “Mudou tudo depois disso. Tenho uma fome de viver, e, também, há um estado de delicadeza sobre o que vem. Querer ficar com a minha família no ano que vem, para me guardar um pouco, tem a ver com isso”. E acrescentou: “Talvez eu volte a cantar, quem sabe. Desejo é o que não falta para realizar em 2017”.

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  • Filme

    Camila Pitanga e Alexandre Borges foram os atores mais procurados no Google Brasil em 2016

    14 de dezembro de 2016 /

    O Google divulgou nesta quarta-feira (14/12) os termos mais pesquisados em sua plataforma brasileira em 2016. E nas categorias de atores e atrizes, os campeões nacionais foram Alexandre Borges e Camila Pitanga. Borges viveu o personagem Aparício em “Haja Coração”, mas também chamou atenção do público por conta da vida real, após se separar de Júlia Lemmertz em 2015 e aparecer em imagens que geraram polêmica. Já Camila foi a protagonista Maria Tereza da novela “Velho Chico”, par de Domingos Montagner, que acabou falecendo em setembro numa tragédia, ao se afogar nas águas no rio São Francisco durante uma folga das gravações. Ela estava junto com o ator e conseguiu se salvar. O 2º lugar entre as mulheres foi com Larissa Manoela, pelo sucesso de suas personagens Isabela e Manuela de “Cúmplices de um Resgate”, do SBT. Na sequência do Top 10, ficaram Mônica Iozzi, a ex-BBB Munik Nunes, a atriz francesa Marion Cotillard, Leona Cavalli, Pally Siqueira (namorada de Fábio Assunção), Cláudia Rodrigues, Luana Piovani e Mariana Rios. Entre os homens, o segundo nome mais buscado no Google Brasil foi o do americano Leonardo DiCaprio, que venceu o Oscar de Melhor Ator pela primeira vez em 2016, por seu papel em “O Regresso”. Também se destacaram galãs que tiveram ‘nudes’ vazados ou expuseram seus corpos em trabalhos, como Paulo Zulu (3º lugar na lista), Kleber Tolledo (6º) e o inglês Orlando Bloom (7º). O ranking possui ainda atores falecidos: o inglês Alan Rickman (4º), Guilherme Karan (5º) e o mexicano Rubén Aguirre (9º). Edson Celulari aparece em 8º lugar, após lutar contra um câncer e vencê-lo no fim do ano. E Renato Aragão fecha a lista, em 10º, pela notícia da volta de “Os Trapalhões” em 2017.

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  • Domingos Montagner
    Etc

    Polícia conclui as investigações sobre a morte de Domingos Montagner

    8 de novembro de 2016 /

    A Polícia de Sergipe concluiu as investigações sobre a morte do ator Domingos Montagner. O inquérito foi encerrado após um mês e meio de investigação e confirma que o ator morreu por afogamento. A conclusão é que foi um fato atípico, ou seja, para os investigadores foi um acidente, não houve crime. O delegado responsável pela investigação ouviu 14 pessoas, entre elas a atriz Camila Pitanga, que estava com Montagner no momento de sua morte. Também foram feitas vistorias no local do afogamento, que constataram a falta de sinalização e salva-vidas, avisando da proibição de banho naquela área. Apesar disso, ninguém foi indiciado pela polícia. “A polícia civil não encontrou nenhum tipo de referência a crime ou repercussão penal, mas são fatos que merecem uma apreciação do Ministério Público sob o ponto de vista de responsabilidade da prefeitura”, disse o delegado Alessandro Vieira. Os promotores vão avaliar se as falhas de sinalização do local contribuíram para o acidente. Domingos Montagner morreu no dia 15 de setembro depois de um mergulho com a atriz Camila Pitanga num lugar conhecido como Prainha, em Canindé de São Francisco. A área é considerada perigosa para banho, por causa da correnteza e da formação de redemoinhos. Há um ano, havia avisos de risco no local, mas, após uma reforma, a sinalização foi retirada e só foi reinstalada depois da morte do ator. Em setembro, a prefeitura declarou que não tinha instalado os avisos porque a obra foi interditada pelo Ministério Público. Por sua vez, o Ministério afirmou que o embargo não eximia a responsabilidade do município. A prefeitura de Canindé de São Francisco declarou que vai aguardar o posicionamento final do Ministério Público.

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