Rosamund Pike vai estrelar série baseada na saga de fantasia A Roda do Tempo
A atriz britânica Rosamund Pike, indicada ao Oscar por “Garota Exemplar” (2014), vai estrelar sua primeira série americana, a adaptação da saga de fantasia “The Wheel of Time” do escritor Robert Jordan, lançada no Brasil como “A Roda do Tempo” (tradução literal). O anúncio foi feito pelo Twitter oficial dos roteiristas da série, que postou uma foto de Pike segurando o primeiro livro da saga, “The Eye of the World” (“O Olho do Mundo”, no Brasil). A série é uma produção da Amazon Studios em parceria com a Sony Pictures Television para a plataforma Prime Video. A trama se passa em um mundo fantástico onde a magia existe, mas só pode ser acessada por algumas mulheres. A feiticeira Moiraine, personagem de Pike, é uma delas, já que faz parte da poderosa organização conhecida como Aes Sedai. A história acompanha Moiraine numa aventura com cinco jovens escolhidos, sendo que um deles é um Dragão Renascido, que, segundo profecias, pode salvar ou destruir a humanidade. A adaptação está a cargo de Rafe Judkins, produtora-roteirista de “Agents of SHIELD”. O projeto marca uma mudança de foco da atriz Rosamund Pike, que após 15 anos focada no cinema, passou a dar mais atenção para produções de séries. Ela trabalhou em algumas séries britânicas nos últimos meses, dublando as animações “Thunderbirds” e “Watership Down”, e estrelando a comédia “State of the Union”. Mas não abandonou o cinema. Ela também poderá ser vista em breve nos filmes “I Care a Lot”, ao lado de Peter Dinklage (“Game of Thrones”), “The Informer”, com Joel Kinnaman (“Esquadrão Suicida”), e “Radioactive”, com Anya Taylor-Joy (“Fragmentado”). Please welcome Rosamund Pike to the Wheel of Time family. Say hello to Moiraine. #WoTWednesday pic.twitter.com/577Hffwy6Y — Wheel of Time Writers' Room (@WoTWritersRoom) June 19, 2019
Diretor do Espetacular Homem-Aranha vai filmar nova versão de Branca de Neve
A Disney abriu negociações com o diretor Marc Webb, responsável pelos dois filmes da saga “O Espetacular Homem-Aranha”, para comandar o remake live-action do clássico “Branca de Neve e os Sete Anões”. A produção será um musical como “Aladdin”. E, além das canções mais famosas do primeiro longa animado de Walt Disney, a nova versão também terá músicas novas da Benj Pasek e Justin Paul, muito requisitados por Hollywood desde que venceram o Oscar por “La La Land”. O script deve expandir a história da animação original de 1937, o que garante grande desafio para a roteirista Erin Cressida Wilson (“A Garota no Trem”), já que a história de Branca de Neve é a fábula encantada mais filmada de todos os tempos. A fantasia de princesa, madrasta malvada, espelho mágico, maçã envenenada, bruxa, sete anões e príncipe encantado, compilada pelos irmãos Grimm no século 19, já foi adaptada nas mais diferentes configurações, como terror gótico, comédia romântica, fantasia épica repleta de efeitos visuais e drama de vingança, para ficar apenas em produções dos últimos anos – respectivamente, nos filmes “Floresta Negra” (1997), “Espelho, Espelho Meu” (2012), “Branca de Neve e o Caçador” (2012) e “Blancanieves” (2012). Ainda não há previsão para a estreia da nova versão.
Trailer da série Motherland: Fort Salem mostra exército de bruxas
O canal pago americano Freeform divulgou um trailer completo de “Motherland: Fort Salem”, série de fantasia sobre um exército de bruxas, que fará parte da programação da próxima temporada. A prévia destaca o aspecto militar e patriótico da organização feminina, além de envolvimentos românticos, e revela quem são os inimigos: uma facção de bruxas terroristas. A 1ª temporada de 10 episódios se passa em uma realidade alternativa, onde as bruxas concordaram em lutar pela independência dos EUA em troca do fim de sua perseguição. Séculos depois, elas representam a força armada mais perigosa do país. Criada por Eliot Laurence (que também criou “Claws”), a série vai seguir três jovens desde seu treinamento básico em magia de combate até sua ida assustadora e emocionante para a guerra. Neste mundo, os papéis tradicionais de gênero e poder são invertidos, com as mulheres na linha de frente, enfrentando a luta iminente e as ameaças terroristas com táticas e armas sobrenaturais. O elenco destaca Taylor Hickson (a Petra de “Deadly Class”), Jessica Sutton (“A Barraca do Beijo”), Amalia Holm (“Alena”) e Demetria McKinney (“Saints & Sinners”). A série tem produção do ator Will Ferrell (“Pai em Dose Dupla”) e do diretor Adam McKay (“Vice”) e ainda não há previsão de estreia.
Só trilha de Thom Yorke sobrevive ao banho de sangue de Suspiria
Dario Argento fez de “Suspiria” um filme inesquecível em 1977, porque é um artista visionário com um apuro estético particular. Não há nada igual a suas cores vivas e clima alucinógeno, que levam a uma decida sem volta ao inferno. A não ser outro filme de Dario Argento, claro. Por mais que tenha talento, Luca Guadagnino não tem a marca autoral de Argento. Afinal, como ir de “Me Chame pelo seu Nome” para um remake de “Suspiria” sem passar recibo de, hmm, eclético? Do “Suspiria” original, a refilmagem de Guadagnino mantém o empoderamento feminino, bruxas e a escola de dança. Só. Após cometer o erro de refilmar o que não precisava ser refilmado, a decisão de Guadagnino em fugir ao máximo possível do roteiro do clássico é tão compreensível quanto injustificável. É uma estratégia para evitar muitas comparações e privilegiar um olhar próprio. Mas também leva à pergunta inescapável: por que não fazer um filme novo, em vez de tentar refazer “Suspiria”? Não seria mais legítimo filmar essa história de bruxas com outro título, admitindo-se a inspiração em “Suspiria”? Afinal, trata-se sempre de uma referência indiscutível no gênero. Mas a opção de Guadagnino em se distanciar da obra original é o menor dos problemas do filme, que começa destruindo qualquer possibilidade de mistério, com Chloë Grace Moretz jogando na cara que existem bruxas nessa história. Corta para uma casinha isolada no campo, com uma mulher moribunda na cama. Corta para a inexpressiva Dakota Johnson chegando a uma academia de danças. E o espectador já sabe onde ela está se metendo. E logo conhecemos a principal professora do local, Tilda Swinton, maravilhosa como sempre, que ainda tem mais dois outros papéis no filme. Mas não, ela não é a protagonista. Nem Dakota Johnson convence na função, porque, lá pelas tantas, a personagem da linda e talentosa Mia Goth, a maior revelação de “Ninfomaníaca”, começa a ganhar mais tempo em cena para representar e guiar os olhos da plateia, embora o diretor já tenha mostrado, desde os primeiros minutos, que existem bruxas. Tudo isso costurado por uma montagem absurdamente tosca, que não só dificulta a condução da trama como atrapalha a imersão do espectador com inúmeros e desnecessários cortes numa mesma cena. E se Luca Guadagnino se esforça tanto para fugir do enredo de Dario Argento, por que começa a demonstrar lampejos surrealistas em alguns momentos? Por que quase duas horas e meia de filme? E pra quê uma surpresa final a mais? Só para justificar a passividade de Dakota Johnson? Enfim, é uma desculpa para orquestrar o banho de sangue mais ridículo da história recente do cinema. Não pelo horror exageradamente B e gore, mas pela ruindade inacreditável da coisa. É melhor ignorar o filme e comprar o CD, com a música de Thom Yorke, o vocalista do Radiohead, que assina a trilha sonora e sai dessa sanguinolência absurda como único sobrevivente.
Hellboy é destruído pela crítica americana: “Um dos piores filmes do ano”
O novo filme do herói “Hellboy” foi eviscerado pela crítica norte-americana. A distribuidora Lionsgate já sabia que tinha uma bomba nas mãos e estabeleceu um longo embargo, liberando as publicações das resenhas apenas na quarta-feira (10/4), dois dias antes da estreia do filme nos Estados Unidos. Entretanto, a tática se provou suicida, já que concentrou a dose de negatividade, que irrompeu de uma só vez em toda a imprensa. O resultado foi uma “nota” abaixo da média “Transformers”, de apenas 13% de aprovação no agregador Rotten Tomatoes para o longa de Neil Marshall (“Game of Thrones”). O filme foi enterrado com comparações desfavoráveis às adaptações anteriores dos quadrinhos para o cinema, feitas em 2004 e 2008 pelo cineasta Guillermo Del Toro (“A Forma da Água”) e estreladas por Ron Perlman. Del Toro queria fazer um terceiro filme, mas o estúdio preferiu um reboot para relançar a franquia. Se arrependimento matasse… “Você percebe o quanto precisa de Guillermo del Toro quando vê o reboot de ‘Hellboy”, publicou o site do crítico Roger Ebert. O reboot foi considerado genérico, com muita violência gratuita, efeitos visuais baratos, roteiro pavoroso, elenco inexpressivo e nenhuma criatividade. “Um dos piores filmes que você verá este ano”, decretou o site World of Reel. “A corrida para o pior filme do ano está esquentando. Você poderia até dizer que está mais quente que o inferno, agora que ‘Hellboy’ assumiu a liderança”, ecoou o jornal New York Post. “Por toda a sua atitude durona e pelos mini-apocalipses de CGI no qual ele luta, está faltando algo neste Hellboy. Ele é uma figura banal de filme de ação, sem o carisma de sua versão anterior”, descreveu o jornal britânico The Guardian. “São duas horas que parecem três, e a impressão é que ainda assim tem algo faltando”, concordou o jornal San Francisco Chronicle, que ainda lamentou a violência gratuita da produção. “É assim que os filmes de Hollywood seriam se o sindicato de diretores calculasse os salários dos seus profissionais pelo número de cabeças decapitadas”. “Enquanto Del Toro trouxe muito charme, Marshall entrega tripas, cartilagens e monstros saídos do inferno do CGI. O filme tem duas horas, mas parece uma eternidade, se arrastando incoerentemente de uma cena de ação barulhenta para outra”, descreveu a revista Time Out. “Violência e vulgaridade substituem o humor e a poesia de Guillermo Del Toro”, descreveu a revista Newsday. “Até os fãs de Hellboy provavelmente desejarão que esta versão do personagem volte para o lugar de onde veio [o inferno]”. “Marshall e o roteirista Andrew Cosby foram fundo com sua classificação R-Rated (para maiores), apresentando tanto sangue e palavrões que, francamente, fica monótono. As performances fracas e a história incoerente não ajudam em nada”, apontou o jornal The Washington Post. “Há pouca tensão ou química e o CGI parece barato – deixando esse filme mais parecido com o purgatório do que com uma diversão infernal”, lamentou o jornal britânico Daily Mirror. “Apesar de seus visuais horripilantes, o verdadeiro vilão do filme é sua escrita podre, que transforma ‘Hellboy’ em sequências de ação constantes costuradas por duas ou três frases e uma vaga sugestão de narrativa”, resumiu o site Vox. “Feio, desagradável e totalmente sem graça, sem nada a dizer que não comece com um palavrão”, lamentou o jornal inglês Telegraph. “O fim está chegando”, diz um amigo moribundo de Hellboy quase no começo do filme, e a esta altura eu já estava pensando: ‘Ah, sim, por favor'”, clamou a crítica do New York Times, desejando que tudo acabasse mais rápido. “Quem, exatamente, estava clamando por um reboot de Hellboy?”, indagou, retoricamente, a revista The Hollywood Reporter. A resposta, claro, eram os fãs de Guillermo Del Toro. “Já ouviu a frase: ‘Se não está quebrado, não faça um reboot’?”, reforçou o blogue Randy Reviews. “A única coisa positiva que sobra desse filme é o reconhecimento da visão original de Guillermo del Toro”, concluiu o site We Live Entertainment. A estreia está marcada para 16 de maio no Brasil, um mês depois do lançamento nos Estados Unidos.
Vídeo compara novo filme de Hellboy com os quadrinhos originais
A Lionsgate divulgou um vídeo de “Hellboy” focado nos quadrinhos do personagem. Repleto de cenas inéditas, o vídeo faz comparações do filme com as imagens concebidas por Mike Mignola, criador do herói, acompanhadas por depoimentos do próprio artista e do elenco da adaptação. O novo filme adapta a trama de quadrinhos conhecida como “The Wild Hunt”, uma minissérie de oito capítulos que introduz a ameaça de Nimue, a maior de todas as bruxas britânicas – e, segundo a lenda arthuriana, amante de Merlin. O papel é desempenhado por Milla Jovovich (da franquia “Resident Evil”). Escrito por Andrew Cosby (criador da série “Eureka”) e dirigido por Neil Marshall (“Legionário”, série “Game of Thrones”), o reboot de “Hellboy” ainda inclui em seu elenco Ian McShane (série “American Gods”), Sasha Lane (“American Honey”), Daniel Dae Kim (“Hawaii Five-0”), Penelope Mitchell (“The Vampire Diaries”), Sophie Okonedo (“Depois da Terra”) e Kristina Klebe (“Halloween – O Início”). A estreia está marcada para 16 de maio no Brasil, um mês depois do lançamento nos Estados Unidos.
Cena de Hellboy destaca a vilã vivida por Milla Jovovich
A Lionsgate divulgou uma cena inédita de “Hellboy”, reboot da franquia baseada nos quadrinhos de Mike Mignola. A prévia mostra uma tentativa da vilã vivida por Milla Jovovich (franquia “Resident Evil”) para convencer o protagonista a cumprir seu destino e causar o fim do mundo. A nova versão traz o ator David Harbour (o xerife Hopper na série “Stranger Things”) no papel consagrado por Ron Perlman e dispensa os demais heróis sobrenaturais vistos nos dois filmes anteriores, trocando-os por personagens vividos por Sasha Lane (“American Honey”) e Daniel Dae Kim (“Hawaii Five-0”), além de trazer Ian McShane (série “American Gods”) no papel do Professor Bruttenholm, interpretado pelo saudoso John Hurt nos longas originais. Para completar, Milla Jovovich tem o papel de Nimue, a maior de todas as bruxas britânicas, que volta à vida para trazer o apocalipse. Com roteiro de Andrew Cosby (criador da série “Eureka”) e direção de Neil Marshall (“Game of Thrones”), o filme estreia em 11 de abril no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Com audiência em queda, Charmed troca showrunner
A rede The CW anunciou uma mudança criativa na série “Charmed”. Carter Covington (criador de “Faking It”) deixou o cargo de showrunner e será substituído pelo casal de roteiristas Elizabeth Kruger e Craig Shapiro na 2ª temporada. Kruger e Shapiro foram responsáveis pela criação das séries “Salvation” e “Necessary Roughness”. Segundo apurou a revista The Hollywood Reporter, a emissora espera que com a troca de produtores executivos a série “se apoie mais em seus enredos sobrenaturais e menos na dinâmica familiar”, que era o forte de Covington. A verdade é que, apesar de renovada, “Charmed” não está tendo um bom desempenho, atingindo sua pior audiência no último domingo (24/3), quando foi assistida por 589 mil telespectadores ao vivo nos Estados Unidos. Isto representa metade do público que sintoniza a outra série nova de bruxas do canal, “Legacy”. E aponta que o CW fez a escolha errada ao deixar “O Mundo Sombrio de Sabrina” ir para a Netflix, com a justificativa de não querer três lançamentos de bruxas no mesmo ano. Preferiu “Charmed”, que não atingiu o mesmo sucesso de “Sabrina” em streaming. “Charmed” é um reboot latino da série homônima de 1998, produzida pelo lendário Aaron Spelling (“Ilha da Fantasia”, “Casal 20”, “Barrados no Baile”, etc), sobre três (quatro, a partir do 4º ano) irmãs bruxas, que durou oito temporadas até 2006. As três garotas superpoderosas do reboot são vividas por Madeleine Mantock (“Into the Badlands”), Melonie Diaz (“Fruitvale Station”) e Sarah Jeffery (“Descendentes”), e o elenco de apoio ainda inclui Rupert Evans (série “The Man In The High Castle”), Ser’Darius Blain (“Jumanji: Bem-Vindo à Selva”) e Charlie Gillespie (série “Degrassi: Next Class”). A produção é de Jennie Snyder Urman, criadora de “Jane the Virgin”, e o projeto foi escrito por Jessica O’Toole e Amy Rardin, roteiristas de “Jane the Virgin”.
Jovens Bruxas vai ganhar remake dos produtores de Corra!
O popular terror dos anos 1990 “Jovens Bruxas” vai ganhar remake da produtora Blumhouse, de Jasom Blum, responsável por alguns dos filmes mais bem-sucedidos do gênero nos últimos tempos – “Corra!”, “Nós”, “Fragmentado”, “Uma Noite de Crime”, etc. O estúdio Sony se acertou com Blum para sua produtora desenvolver uma nova versão do horror adolescente de 1996 que, apesar de despretensioso, acabou cultuado – e ainda rendeu a música-tema da série “Charmed”, lançada dois anos depois. O elenco original incluía Robin Tunney (a Teresa Lisbon de “The Mentalist”), Fairuza Balk (Ginger em “Ray Donovan”), Neve Campbell (a Sidney Prescott da franquia “Pânico”), Rachel True (série “Half & Half”) e Skeet Ulrich (o FP Jones de “Riverdale”). A trama antecipava “Meninas Malvadas” (2004) como terror, ao acompanhar uma jovem recém-chegada numa nova escola, que faz amizade com três garotas malvadas, envolvidas em bruxaria. Mas a irmandade formada por elas é quebrada quando uma das bruxas abusa do poder. Ao se voltarem contra a novata, esta se mostra muito mais poderosa que o esperado. A Sony tenta filmar o remake desde 2015, quando contratou a cineasta Leigh Janiak (do terror indie “Honeymoon”) para o projeto. Na ocasião, a iniciativa não deu em nada. A nova versão será escrita e dirigida pela atriz Zoe Lister-Jones, que estreou atrás das câmeras com a comédia musical indie “Band Aid”, premiada em festivais norte-americanos em 2017. E a produção vai contar com participação do diretor do filme original, Andrew Fleming (“Nancy Drew e o Mistério de Hollywood”). O novo “The Craft” (título em inglês) ainda não tem cronograma de filmagem e nem data de estreia definidos. Veja abaixo o trailer para relembrar o filme original, ao som do cover de “How Soon Is Now” (The Smiths) cantado por Richard Butler (Psychedelic Furs) na banda Love Spit Love, que viraria tema de abertura de “Charmed”.
O Mundo Sombrio de Sabrina: Trailer da 2ª temporada traz Sabrina mais poderosa e sinistra
A Netflix divulgou um novo trailer da 2ª temporada de “O Mundo Sombrio de Sabrina”, que traz Sabrina (vivida por Kiernan Shipka) mais, hmm, sombria. Ela virou uma bad girl e gostou, depois de negociar sua alma com o diabo. E isso também a tornou mais poderosa, mostrando habilidades que nenhuma bruxa iniciante deveria ter. Baseada na personagem de quadrinhos criada nos anos 1960 na editora Archie Comics, a série acompanha a bruxinha, que além de problemas românticos e provas da escola, tem que lidar com rituais satânicos, criaturas das trevas e tramas de terror. O clima gótico reflete os quadrinhos atuais da personagem, numa abordagem introduzida pelo roteirista Roberto Aguirre-Sacasa – que também é chefe criativo da Archie Comics. O próprio autor das HQs criou a série, em parceria com o ubíquo produtor Greg Berlanti e o diretor Lee Toland Krieger – o trio que lançou “Riverdale” com sucesso na TV americana. Vale lembrar que a série já foi oficialmente renovada para suas 3ª e 4ª partes – que, com oito episódios cada, sugerem uma 3ª temporada com midseason, batizada de forma diferente para confundir. A 2ª temporada ou Parte 2, com 10 episódios, chega ao streaming em 5 de abril.
O Mundo Sombrio de Sabrina: Pôster de 2ª temporada destaca triângulo amoroso
A Netflix divulgou um pôster inédito da 2ª temporada de “O Mundo Sombrio de Sabrina”, que coloca a protagonista (vivida por Kiernan Shipka) entre seus dois amores, o humano Harvey (Ross Lynch) e o bruxo Nicholas (Gavin Leatherwood). Vale lembrar que a série já foi oficialmente renovada para suas 3ª e 4ª partes – que, com oito episódios cada, sugerem uma 3ª temporada com midseason, batizada de forma diferente para confundir. Baseada na personagem de quadrinhos criada nos anos 1960 na editora Archie Comics, a série acompanha a bruxinha Sabrina, que além de problemas românticos e provas da escola, tem agora que lidar com rituais satânicos, criaturas das trevas e tramas de terror. O clima gótico reflete os quadrinhos atuais da personagem, numa abordagem introduzida pelo roteirista Roberto Aguirre-Sacasa – que também é chefe criativo da Archie Comics. O próprio autor das HQs criou a série, em parceria com o ubíquo produtor Greg Berlanti e o diretor Lee Toland Krieger – o trio que lançou “Riverdale” com sucesso na TV americana. A 2ª temporada ou Parte 2, com 10 episódios, chega ao streaming em 5 de abril. O trailer já pode ser assistido aqui.
Bruxas formam um exército no primeiro teaser da série Motherland: Fort Salem
O canal pago americano Freeform divulgou o primeiro teaser de “Motherland: Fort Salem”, série sobre um exército de bruxas. A prévia destaca o aspecto militar e patriótico da organização feminina. A 1ª temporada de 10 episódios se passa em uma realidade alternativa, onde as bruxas concordaram em lutar pela independência dos EUA em troca do fim de sua perseguição. Criada por Eliot Laurence (que também criou “Claws”), a série vai seguir três jovens desde seu treinamento básico em magia de combate até sua ida assustadora e emocionante para a guerra. Neste mundo, os papéis tradicionais de gênero e poder são invertidos, com as mulheres na linha de frente, enfrentando a luta iminente e as ameaças terroristas que são notavelmente familiares ao nosso mundo, mas com táticas e armas sobrenaturais”. O elenco destaca Taylor Hickson (a Petra de “Deadly Class”), Jessica Sutton (“A Barraca do Beijo”), Amalia Holm (“Alena”) e Demetria McKinney (“Saints & Sinners”). A série tem produção do ator Will Ferrell (“Pai em Dose Dupla”) e do diretor Adam McKay (“Vice”) e ainda não há previsão de estreia.
2ª temporada de O Mundo Sombrio de Sabrina ganha primeiras fotos
A Netflix divulgou as primeiras imagens da 2ª temporada de “O Mundo Sombrio de Sabrina”, que revelam a protagonista (vivida por Kiernan Shipka) dividida entre seus dois amores, o humano Harvey (Ross Lynch) e o bruxo Nicholas (Gavin Leatherwood). Vale lembrar que a série já foi oficialmente renovada para suas 3ª e 4ª partes – que, com oito episódios cada, sugerem uma 3ª temporada com midseason, batizada de forma diferente para confundir. Baseada na personagem de quadrinhos criada nos anos 1960 na editora Archie Comics, a série acompanha a bruxinha Sabrina, que além de problemas românticos e provas da escola, tem agora que lidar com rituais satânicos, criaturas das trevas e tramas de terror. O clima gótico reflete os quadrinhos atuais da personagem, numa abordagem introduzida pelo roteirista Roberto Aguirre-Sacasa – que também é chefe criativo da Archie Comics. O próprio autor das HQs criou a série, em parceria com o ubíquo produtor Greg Berlanti e o diretor Lee Toland Krieger – o trio que lançou “Riverdale” com sucesso na TV americana. A 2ª temporada ou Parte 2, com 10 episódios, chega ao streaming em 5 de abril. O trailer já pode ser assistido aqui.











