Netflix revela primeiro teaser da 2ª temporada de “Bridgerton”
A Netflix divulgou o primeiro pôster e o teaser da 2ª temporada de “Bridgerton”, a série mais vista do serviço de streaming até a estreia de “Round 6”. A prévia enfatiza o clima fofoqueiro da trama, além de mostrar vislumbres de novos confrontos e romances. Depois de adaptar “O Duque e Eu”, o primeiro livro da saga literária de Julia Quinn, com foco em Daphne Bridgerton (Phoebe Dynevor), a filha mais velha da família Bridgerton, e seu namoro e casamento com o Duque de Hastings (Regé-Jean Page), a nova temporada vai se basear em “O Visconde que Me Amava”, em que o solteiro mais cobiçado da temporada de bailes é Anthony Bridgerton (Jonathan Bailey). E quem rouba seu coração é uma recém-chegada a Londres: a inteligente e charmosa Kate Sharma, que não tolera idiotas – incluindo Anthony Bridgerton. Com a escalação de Simone Ashley para o papel de Kate, a série continua sua reformulação do universo literário. Nas obras de Julia Quinn, tanto o Duque de Hastings quanto Kate são brancos – ela é até retratada como loira na capa nacional do segundo volume. Mas a mudança vai além do tom de pele e cor do cabelo. A personagem teve até o sobrenome alterado para refletir sua mudança racial na série – deixando de ser Kate Sheffield, como no texto original. Quem imaginava protestos dos fãs dos livros tem se surpreendido com os elogios ao elenco multirracial, que acabou virando uma marca da série. Na verdade, trata-se de uma característica das produções da Shondaland, empresa de Shonda Rhimes (criadora de “Grey’s Anatomy” e “Scandal”), que será mantida na 2ª temporada de “Bridgerton”. A estreia dos novos episódios vai acontecer em 25 de março.
2ª temporada de “Bridgerton” ganha novas imagens
A Netflix divulgou novas fotos oficiais da 2ª temporada de “Bridgerton”, a série mais vista do serviço de streaming até a estreia de “Round 6”. A 2ª temporada não vai contar com a presença do astro revelação Regé-Jean Page. Cheio de compromissos, o ator não quis estender sua participação e considerou a história do Duque de Hastings encerrada no primeiro ano da produção, o que é verdade. Os oito primeiros episódios adaptaram “O Duque e Eu”, o primeiro livro de Julia Quinn, com foco em Daphne Bridgerton (Phoebe Dynevor), a filha mais velha da família, e seu namoro e casamento com o Duque de Hastings (Regé-Jean Page). Como cada exemplar da coleção literária “Os Bridgerton” conta a história de amor de um dos oito irmãos da família Bridgerton, no segundo volume o solteiro mais cobiçado da temporada de bailes é Anthony Bridgerton (Jonathan Bailey). E quem rouba seu coração é uma recém-chegada a Londres: a inteligente e charmosa Kate Sharma, que não tolera idiotas – incluindo Anthony Bridgerton. Com a escalação de Simone Ashley para o papel de Kate, a série continua sua reformulação do universo de Julia Quinn. Nos livros, o Duque de Hastings é branco, da mesma forma que Kate, retratada como loira na capa nacional do segundo volume, “O Visconde que Me Amava”. A personagem teve até o sobrenome alterado para refletir sua mudança racial na série – deixando de ser Kate Sheffield, como na obra original. Mas quem imaginava protestos dos fãs dos livros tem se surpreendido com os elogios ao elenco multirracial, que acabou virando uma marca da série. Na verdade, trata-se de uma característica das produções da Shondaland, empresa de Shonda Rhimes (criadora de “Grey’s Anatomy” e “Scandal”), que será mantida na 2ª temporada de “Bridgerton”. A estreia dos novos episódios vai acontecer em 25 de março. E DIGO MAIS🗣️🗣️🗣️ pic.twitter.com/ZtvG7iYa6z — netflixbrasil (@NetflixBrasil) January 19, 2022
Netflix anuncia data de estreia da 2ª temporada de “Bridgerton”
A Netflix anunciou que a 2ª temporada de “Bridgerton” estreia em 25 de março. A data foi revelada num vídeo com a participação do elenco, que também celebrou um ano do lançamento da temporada inaugural, disponibilizada em 25 de dezembro do ano passado. Desde então, “Bridgerton” se tornou um fenômeno na Netflix, tornando-se a série mais vista do serviço de streaming até a estreia de “Round 6”, que quebrou todos os recordes. Segundo a plataforma, a atração foi assistida por 82 milhões de assinantes em seu primeiro mês. A 2ª temporada não vai contar com a presença do astro revelação de Bridgerton, Regé-Jean Page. Cheio de compromissos, o ator não quis estender sua participação e considerou a história do Duque de Hastings encerrada no primeiro ano da produção, o que é verdade. Os oito primeiros episódios adaptaram “O Duque e Eu”, o primeiro livro de Julia Quinn, com foco em Daphne Bridgerton (Phoebe Dynevor), a filha mais velha da família, e seu namoro e casamento com o Duque de Hastings (Regé-Jean Page). Como cada exemplar da coleção literária “Os Bridgerton” conta a história de amor de um dos oito irmãos da família Bridgerton, no segundo volume o solteiro mais cobiçado da temporada de bailes é Anthony Bridgerton (Jonathan Bailey). Quem rouba seu coração é uma recém-chegada a Londres. Kate Sharma é inteligente e teimosa e não tolera idiotas – incluindo Anthony Bridgerton. Com a escalação de Simone Ashley para o papel de Kate, a série continua sua reformulação do universo de Julia Quinn. Nos livros, o Duque de Hastings é branco, da mesma forma que Kate, retratada como loira na capa nacional do segundo volume, “O Visconde que Me Amava”. A personagem teve até o sobrenome alterado para refletir sua mudança racial na série – deixando de ser Kate Sheffield, como na obra original. Mas quem imaginava protestos dos fãs dos livros tem se surpreendido com os elogios ao elenco multirracial, que acabou virando uma marca da série. Na verdade, trata-se de uma característica das produções da Shondaland, empresa de Shonda Rhimes (criadora de “Grey’s Anatomy” e “Scandal”), que será mantida na 2ª temporada de “Bridgerton”.
“Bridgerton” encerra gravações da 2ª temporada
Chegaram ao fim as gravações da 2ª temporada de “Bridgerton”. O anúncio foi feito nas redes sociais por Nicola Coughlan, intérprete da fofoqueira misteriosa Lady Whistledown. “Mal posso esperar para compartilhar esta temporada de ‘Bridgerton’ com vocês, foi uma alegria completa”, ela escreveu. “Estou muito orgulhosa e animada para vocês todos verem isso. Vejo vocês em 2022/1814”. A série é baseada na coleção literária “Os Bridgerton”, de Julia Quinn, que conta a cada exemplar a história de amor de um dos oito irmãos da família Bridgerton. No segundo volume, “O Visconde que Me Amava”, o solteiro mais cobiçado da temporada de bailes é Anthony Bridgerton, o visconde do título do livro – charmoso, elegante e muito rico que, contrariando as probabilidades, resolve dar um basta na rotina de libertino e arranjar uma noiva. Quem rouba seu coração é uma recém-chegada a Londres. Kate Sharma é inteligente e teimosa e não tolera idiotas – incluindo Anthony Bridgerton. Ela será interpretada por Simone Ashley, dando sequência à reformulação racial do universo de Julia Quinn, onde todos são brancos – como realmente era a aristocracia do século 19. A personagem teve até o sobrenome alterado para refletir sua mudança racial na série – deixando de ser Kate Sheffield, como na obra original. Ao contrário das reclamações que esse tipo de inciativa gerava há alguns anos, o elenco multirracial foi bastante elogiado e acabou virando uma marca da série. Na verdade, trata-se de uma característica das produções da Shondaland, empresa de Shonda Rhimes (criadora de “Grey’s Anatomy” e “Scandal”), que será mantida na 2ª temporada de “Bridgerton”. Os novos capítulos chegarão em 2022 e a Netflix já renovou a atração para 3ª e 4ª temporadas, além de ter anunciado a produção de uma série derivada com foco na Rainha Charlotte. Any that’s a wrap on Pen 🌼 I can’t wait to share this season of Bridgerton with you, it’s been a complete joy. I’m so proud and so excited for you all to see it. See you in 2022/1814 Yours Truly,Lady Whistledown🪶 pic.twitter.com/ILtEyah4CW — Nicola Coughlan (@nicolacoughlan) October 29, 2021
Marc Pilcher (1968-2021)
O cabeleireiro e figurinista Marc Pilcher, que há apenas três semanas venceu o Emmy por seu trabalho nos penteados da série “Bridgerton”, morreu no domingo (3/10) aos 53 anos em decorrência de covid-19. De acordo com informações da revista Variety, Pilcher passou mal ao retornar de Los Angeles, nos Estados Unidos, para onde tinha viajado especificamente para participar da cerimônia do Emmy, e já chegou doente ao Reino Unido. Apesar de ter sido vacinado com duas doses do imunizante contra o coronavírus e não ter comorbidades, ele não resistiu à infecção. A notícia da morte do profissional foi confirmada pela atriz Nicola Coughlan, intérprete de Penelope Featherington na série. Em seu perfil no Twitter, ela descreveu o cabeleireiro como “brilhante e visionário”, além de “apaixonado por seu trabalho”. “Com o coração partido pela perda de Marc Pilcher, o brilhante e visionário cabeleireiro e maquiador da 1ª temporada de ‘Bridgerton’. Marc era tão apaixonado por seu trabalho e tão talentoso. Nem um mês atrás, ele ganhou seu primeiro prêmio Emmy”, escreveu Coughlan no Twitter. O criador de “Bridgerton”, Chris Van Dusen, também lamentou a perda no Twitter, dizendo que é “impossível” assistir a série e não perceber “o talento, a criatividade, a paixão e a arte incomparáveis” de Marc Pilcher. “Ele deixou uma marca notável neste projeto e trabalhar com ele foi um privilégio”, completou. O prêmio conquistado por “Bridgerton” foi o principal de sua carreira, mas antes disso Pilcher recebeu uma indicação ao Oscar pelo filme “Duas Rainhas” (2018). Pilcher também foi cabelereiro da série “Downton Abbey”, trabalho que lhe rendeu prêmios consecutivos da Associação de Maquiadores e Cabeleireiros dos EUA, e também foi responsável pelos penteados do filme derivado da atração, lançado em 2019. Pilcher começou sua carreira no West End (a Broadway londrina) em 1988, onde trabalhou por 15 anos em peças e musicais, até estrear na TV em 2003. Em sua trajetória hollywoodiana, iniciada em 2007, ele fez a cabeça dos maiores astros do cinema em dezenas de blockbusters, creditado como cabelereiro de “Sherlock Holmes” (2009) e sua continuação de 2011, “Fúria de Titãs” (2010) e a sequência de 2012, “Príncipe da Pérsia: As Areias do Tempo” (2011), “Sombras da Noite” (2012), “Thor: O Mundo Sombrio” (2012), “Malévola” (2014), “A Bela e a Fera” (2017) e quatro títulos da franquia “Star Wars”, incluindo “O Despertar da Força” (2015) e “A Ascensão Skywalker” (2019), entre muitas outras produções, incluindo “Sete Dias com Marylin” (2011), que rendeu indicação ao Oscar para Michelle Williams, e “W.E.: O Romance do Século” (2011), dirigido por Madonna. Na produção de “Duas Rainhas”, que lhe rendeu sua indicação ao prêmio da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos EUa, ele trabalhou com Saoirse Ronan e Margot Robbie. Seu último filme inédito é “King’s Man: A Origem”, que será lançado nos cinemas em dezembro.
Netflix revela as 10 séries mais vistas da plataforma em todos os tempos
A Netflix voltou a emitir sinais de fumaça sobre a audiência de sua programação. A plataforma de streaming divulgou uma lista com as dez séries originais mais vistas de seu serviço. Ao fazer o anúncio, o chefão da programação da empresa, Ted Sarandos, revelou que “Bridgerton” lidera o ranking por ter sido assistida por 82 milhões de contas de assinatura. Os números também são grandiosos para os demais destaques, com “Lupin: Parte 1” e a 1ª temporada “The Witcher” empatados na 2ª posição, vistas por 76 milhões de assinantes. Em seguida vem outro empate, entre “Sex/Life” e a já velha 3ª temporada de “Stranger Things”, ambas com 67 milhões de visualizações. A Parte 4 de “La Casa de Papel” atingiu 65 milhões, “A Máfia dos Tigres” marcou 64 milhões, a minissérie “O Gambito da Rainha” teve 62 milhões, “Sweet Tooth” chegou a 60 milhões, e “Emily em Paris” fecha o ranking revelado com 58 milhões. Mas segundo Sarandos, essa lista pode sofrer mudanças em breve devido ao sucesso da recém-lançada “Round 6”. Ao anunciar o Top 10 da empresa, ele afirmou que a série sul-coreana pode se tornar a atração original mais vista da história da plataforma, “caso os números de suas primeiras semanas se mantenham firmes”. Os números servem para mostrar quais são os conteúdos mais populares do serviço. Mas não servem realmente como relatório confiável de audiência, porque são todos inflados. Vale lembrar que a Netflix conta como vista qualquer série que tiver dois minutos assistidos por um assinante. É o tempo de duração dos créditos de abertura de uma atração. Até 2019, a Netflix considerava vistas apenas séries que tivessem 70% de sua exibição concluída e os números só ultrapassaram a casa de 40 milhões com a 3ª temporada de “Stranger Things”. A mudança aconteceu em janeiro de 2020 com a contabilização dos lançamentos de “Witcher” e do filme “Esquadrão 6”, com Ryan Reynolds, que de uma hora para outra dobraram a média até então considerada padrão de sucesso na plataforma. A justificativa para a mudança na contabilização foi um exemplo descontextualizado da concorrência. O YouTube foi quem estabeleceu o parâmetro de dois minutos de visualização. Só que o YouTube é uma plataforma de vídeos curtos, repleta de clipes de três minutos de duração. Para dar noção das distorções ocasionadas por essa abordagem, a Netflix afirmou que “Esquadrão 6” teria sido visto por 83 milhões de assinantes em seu primeiro mês, em janeiro de 2020, praticamente metade do total de 167 milhões de usuários que o serviço possuía na época em todo o mundo. Entretanto, um ano e meio depois, Scott Stuber, chefe da divisão de filmes da plataforma, afirmou que “Esquadrão 6” não teria sequência porque não atingiu as expectativas. Um filme com mais audiência que a série mais vista segundo dados revelados nesta semana pelo chefão da Netflix, não teria engajamento suficiente do público. Ao comentar a decepção de “Esquadrão 6” em julho deste ano, Stubber também admitiu que os números da Netflix são considerados um problema por cineastas que ele gostaria de atrair para a empresa.
Imagens da 2ª temporada destacam novos protagonistas de “Bridgerton”
A Netflix divulgou as primeiras imagens da 2ª temporada de “Bridgerton” em suas redes sociais. Entre as imagens é possível ver o primeiro encontro entre os novos protagonistas, com a introdução de Simone Ashley (a Olivia da série “Sex Education”) no papel de Kate Sharma, interesse amoroso de Anthony Bridgerton (Jonathan Bailey) na trama do segundo ano da produção. Durante o evento Tudum, no sábado passado (25/9), a plataforma chegou a divulgar um vídeo deste momento. Outra imagem mostra a família Sharma, incluindo ainda Shelley Conn (“Liar”) e Charithra Chandran (“Alex Rider”). Os próximos capítulos serão baseados no segundo volume da coleção literária “Os Bridgerton”, de Julia Quinn, intitulado em português “O Visconde que Me Amava”. Os oito primeiros episódios adaptaram “O Duque e Eu”, o primeiro livro, com foco em Daphne Bridgerton (Phoebe Dynevor), a filha mais velha da família, durante seu debut na alta sociedade, quando atrai a atenção de vários pretendentes e acaba se casando com o Duque de Hastings (Regé-Jean Page). Cada exemplar da obra original conta a história de amor de um dos oito irmãos da família Bridgerton e, no segundo volume, o solteiro mais cobiçado da temporada de bailes é Anthony Bridgerton, o visconde do título do livro – charmoso, elegante e muito rico que, contrariando as probabilidades, resolve dar um basta na rotina de libertino e arranjar uma noiva. Quem rouba seu coração é uma recém-chegada a Londres. Kate Sharma é inteligente e teimosa e não tolera idiotas – incluindo Anthony Bridgerton, como demonstra na prévia abaixo. Com a escalação de Simone Ashley, a série continua sua reformulação do universo de Julia Quinn. Nos livros, o Duque de Hastings é branco, da mesma forma que Kate, retratada como loira na capa nacional de “O Visconde que Me Amava”. A personagem teve até o sobrenome alterado para refletir sua mudança racial na série – deixando de ser Kate Sheffield, como na obra original. Mas ao contrário de quem imaginava protestos dos fãs dos livros, o elenco multirracial foi bastante elogiado e acabou virando uma marca da série. Na verdade, trata-se de uma característica das produções da Shondaland, empresa de Shonda Rhimes (criadora de “Grey’s Anatomy” e “Scandal”), que será mantida na 2ª temporada de “Bridgerton”. Os novos capítulos ainda não tem previsão de estreia, mas só chegarão em 2022, devido às interrupções não planejadas nas gravações e outras dificuldades criadas pela pandemia de covid-19. Lançada no final de dezembro, “Bridgerton” rapidamente se tornou a série mais bem-sucedida da Netflix. Segundo a plataforma, a atração foi vista por 82 milhões de assinantes em seu primeiro mês. Com isso, teria superado o recorde anterior de 76 milhões de visualizações que pertencia a “The Witcher”, tornando-se o maior hit da sua história. A Lady Whistledown acabou de me mostrar essas fotos e eu vim correndo compartilhar com vocês. A 2ª temporada de Bridgerton estreia em 2022. 🐝 pic.twitter.com/xYgZvlpytQ — netflixbrasil (@NetflixBrasil) September 27, 2021
Cena de “Bridgerton” destaca protagonista da 2ª temporada
A Netflix divulgou a primeira prévia da 2ª temporada de “Bridgerton”. Revelado no evento Tudum, o vídeo introduz Simone Ashley (a Olivia da série “Sex Education”) como Kate Sharma, interesse amoroso de Anthony Bridgerton (Jonathan Bailey) na trama do segundo ano da produção. Os próximos capítulos serão baseados no segundo volume da coleção literária “Os Bridgerton”, de Julia Quinn, intitulado em português “O Visconde que Me Amava”. Os oito primeiros episódios adaptaram “O Duque e Eu”, o primeiro livro, com foco em Daphne Bridgerton (Phoebe Dynevor), a filha mais velha da família, durante seu debut na alta sociedade, quando atrai a atenção de vários pretendentes e acaba se casando com o Duque de Hastings (Regé-Jean Page). Cada exemplar da obra original conta a história de amor de um dos oito irmãos da família Bridgerton e, no segundo volume, o solteiro mais cobiçado da temporada de bailes é Anthony Bridgerton, o visconde do título do livro – charmoso, elegante e muito rico que, contrariando as probabilidades, resolve dar um basta na rotina de libertino e arranjar uma noiva. Quem rouba seu coração é uma recém-chegada a Londres. Kate Sharma é inteligente e teimosa e não tolera idiotas – incluindo Anthony Bridgerton, como demonstra na prévia abaixo. Com a escalação de Simone Ashley, a série continua sua reformulação do universo de Julia Quinn. Nos livros, o Duque de Hastings é branco, da mesma forma que Kate, retratada como loira na capa nacional de “O Visconde que Me Amava”. A personagem teve até o sobrenome alterado para refletir sua mudança racial na série – deixando de ser Kate Sheffield, como na obra original. Mas ao contrário de quem imaginava protestos dos fãs dos livros, o elenco multirracial foi bastante elogiado e acabou virando uma marca da série. Na verdade, trata-se de uma característica das produções da Shondaland, empresa de Shonda Rhimes (criadora de “Grey’s Anatomy” e “Scandal”), que será mantida na 2ª temporada de “Bridgerton”. Os novos capítulos ainda não tem previsão de estreia, mas só chegarão em 2022, devido às interrupções não planejadas nas gravações e outras dificuldades criadas pela pandemia de covid-19. Lançada no final de dezembro, “Bridgerton” rapidamente se tornou a série mais bem-sucedida da Netflix. Segundo a plataforma, a atração foi vista por 82 milhões de assinantes em seu primeiro mês. Com isso, teria superado o recorde anterior de 76 milhões de visualizações que pertencia a “The Witcher”, tornando-se o maior hit da sua história.
Gravações de “Bridgerton” são interrompidas duas vezes por covid-19
As gravações da 2ª temporada de “Bridgerton” sofreram duas interrupções em uma semana após testes positivos de covid-19 entre membros da equipe. A produção da série da Netflix está acontecendo na Inglaterra, onde o número de casos da variante delta vem aumentando nos últimos meses. Graças à contaminação no set, as gravações entraram em pausa e não tem previsão para serem retomadas. Isto geralmente acontece quando a infecção atinge algum integrante do elenco ou da equipe criativa, mas a identidade de quem testou positivo está sendo preservada. A única informação confirmada é que as pessoas contaminadas estão em isolamento. Chama atenção o fato da segunda paralisação ter gerado reação bem diferente dos produtores. Na quinta, quando surgiu o primeiro teste positivo, a paralisação durou apenas 24 horas. Na ocasião, circulou a informação de que nenhum membro do elenco foi afetado. Desta vez, esta informação foi omitida do comunicado e a pausa será maior. Lançada no final de dezembro, “Bridgerton” rapidamente se tornou a série mais bem-sucedida da Netflix. Segundo a plataforma, a atração da produtora Shonda Rhimes foi vista por 82 milhões de assinantes em seu primeiro mês, tornando-se o maior hit da sua história. Com isso, teria superado o recorde anterior de 76 milhões de visualizações que pertencia a “The Witcher”. A série é baseada na coleção literária “Os Bridgerton”, de Julia Quinn, que possuiu ao todo nove volumes, e atualmente encontra-se renovada até sua 4ª temporada.
Números do Emmy: HBO Max, “The Crown” e “The Mandalorian” lideram indicações
As séries “The Crown” e “The Mandalorian” lideram em número de indicações a disputa do Emmy Awards 2021, que visa premiar os melhores conteúdos e artistas televisivos/streamers do ano. Ambas tiveram 24 nomeações na premiação da Academia de Televisão dos EUA. As duas produções vão competir entre si pelo Emmy de Melhor Série de Drama, categoria que também inclui “The Handmaid’s Tale” (21 indicações), “Lovecraft Country” (18), “Bridgerton” (12), “Pose” (9), “This Is Us” (6) e “The Boys” (5). Igualmente acirrada está a disputa entre as minisséries, que coloca frente a frente “WandaVision” (23), “O Gambito da Rainha” (18), “Mare of Easttown” (16), “I May Destroy You” (9) e “The Underground Railroad” (7). Já a concorrência a Melhor Série de Comédia abre com grande vantagem de “Ted Lasso”, com 20 indicações, contra “Hacks” (15), “The Flight Attendant” (9), “O Método Kominsky” (5), “Black-ish” (5), “Cobra Kai” (4), “Pen15” (3) e o azarão “Emily em Paris” (2). Este ano, a HBO apresentou todos os seus candidatos como produções da HBO Max, fazendo com que a soma combinada de seus conteúdos de TV paga (94) e streaming (36) superassem os esforços dos concorrentes. Na batalha frontal com a Netflix, a vantagem foi de um título apenas, 130 contra 129, respectivamente. A guerra de números entre a HBO e a Netflix faz parte da História recente do Emmy, chegando a dominar as duas últimas edições. Em 2018, a Netflix superou pela primeira vez a concorrente com 112 indicações contra 108, mas no ano passado a HBO recuperou a coroa com 137 nomeações versus 118. A Netflix protestou contra o favorecimento à HBO Max (via consolidação de TV e streaming) em seu primeiro ano na premiação, mas o comunicado oficial da Academia de Televisão manteve a vantagem do rival. Os organizadores da premiação ainda apresentaram uma tabulação dos números de cada conglomerado, que colocou a Disney à frente de todos os outros, com 146 indicações somadas das plataformas Disney+ (71), Hulu (25), rede ABC (23), canais pagos FX (16), National Geographic (10) e Freeform (1). Mas só o número da Disney+ já seria suficiente para impressionar, comparado ao seu desempenho inaugural no ano passado – quanto somou 19 nomeações. O sucesso da plataforma é puxado pelas séries “The Mandalorian” (24), “WandaVision” (23), “Falcão e o Soldado Invernal” (5) e o telefilme/especial “Hamilton” (12). A Apple TV+ (35) e a Hulu (25) também registraram grande representatividade, puxados, respectivamente, pelos sucessos de “Ted Lasso” (20) e “The Handmaid’s Tale” (21). Em compensação, a Amazon submergiu. Graças a “The Underground Railroad” (7), ainda conseguiu assegurar 18 nomeações, sem entretanto impedir o forte declínio em relação as 30 citações do ano passado. O pior desempenho de streaming ficou para a recém-lançada plataforma Peacock, que obteve apenas duas indicações. Com a supremacia do streaming, a TV convencional vê seu prestígio diminuir ainda mais, ocupando menos vagas que HBO Max e Netflix: 102 somadas por todas as redes no Emmy, bem menos que as 121 do ano passado. O NBC lidera entre os canais abertos, graças ao humorístico “Saturday Night Live” (21), ao reality “The Voice” (7) e à série “This Is Us” (6). Mas é a TV paga, após a “conversão” da programação da HBO em catálogo de streaming, quem mais sofreu o impacto da concorrência online, disputando somente 51 prêmios com os canais FX (16), VH1 (11), Nat Geo (10), Bravo (8) e Showtime (6). Veja a lista realmente completa com todos os indicados aqui. O Emmy Awards 2021 será entregue em uma cerimônia em Los Angeles no dia 19 de setembro, com apresentação do comediante Cedric the Entertainer (da série “The Neighborhood”).
Confira a única lista realmente completa dos indicados ao Emmy 2021
A Academia de Televisão dos EUA divulgou nesta terça (13/7) a lista dos indicados à 73ª edição de sua premiação anual, os Emmy Awards. A cerimônia da entrega dos troféus acontecerá em 19 de setembro, em Los Angeles, com apresentação do comediante Cedric the Entertainer (da série “The Neighborhood”). As indicações refletem o aumento das opções de streaming, com muitas atrações da Disney+, HBO Max, Paramount+, Hulu, Apple TV+ e até Peacock, que diluíram muito o predomínio crescente da Netflix e Amazon, tendência dos últimos anos. Na verdade, com a lista completa é possível perceber que até a referência da Academia mudou, reconhecendo a grande vantagem do conglomerado Disney com 146 indicações somadas das plataformas Disney+ (71), Hulu (25), rede ABC (23), canais pagos FX (16), National Geographic (10) e Freeform (1). Entre as plataformas individuais, a mais lembrada foi a HBO Max com 130 nomeações, seguida de perto pela Netflix, com 129. Mas esses números são polêmicos, porque a HBO soma à sua plataforma 94 produções feitas para a TV paga (a HBO tradicional). A grande maioria dos sites brasileiros publicaram só as principais categorias de indicados, o que não permite avaliar o quadro completo da premiação. Apenas a Pipoca Moderna traz a relação integral. Graças a isso, nossos leitores são os únicos a saber que o cineasta Spike Lee concorre ao Emmy, a recém-falecida Jessica Walter foi reconhecida por sua trabalho como dubladora, o especial de reencontro de “Friends” disputa quatro troféus, as músicas originais de “WandaVision” e “The Boys” emplacaram na categoria de Melhor Canção, os documentários musicais de Billie Eilish, David Byrne, Bee Gees e Tina Turner estão entre os mais citados da premiação, além de conhecer quais são as melhores séries de animação, séries documentais, os diretores e roteiristas indicados, entre muitas e muitas outras categorias. Confira abaixo do vídeo dos anúncios principais a única lista realmente completa dos indicados aos Emmy Awards 2021. Melhor Série – Drama “The Boys” “Bridgerton” “The Crown” “The Handmaid’s Tale” “Lovecraft Country” “The Madalorian” “Pose” “This Is Us” Melhor Série – Comédia “Black-ish” “Cobra Kai” “Emily em Paris” “Hacks” “The Flight Attendant” “O Método Kominsky” “Pen15” “Ted Lasso” Melhor Minissérie “I May Destroy You” “Mare of Easttown” “O Gambito da Rainha” “The Underground Railroad” “WandaVision” Melhor Telefilme “Dolly Parton’s Christmas On The Square” “Oslo” “Robin Roberts Presents: Mahalia” “Sylvie’s Love” “Uncle Frank” Melhor Ator – Série de Drama Jonathan Majors (“Lovecraft Country”) Josh O’Connor (“The Crown”) Regé-Jean Page (“Bridgerton”) Billy Porter (“Pose”) Matthew Rhys (“Perry Mason”) Sterling K. Brown (“This is Us”) Melhor Ator Coadjuvante – Série de Drama Giancarlo Esposito (“The Mandalorian”) O-T Fagbenie (“The Handmaid’s Tale”) John Lithgow (“Perry Mason”) Tobias Menzies (“The Crown”) Max Minghella (“The Handmaid’s Tale”) Chris Sullivan (“This Is Us”) Bradley Whitford (“The Handmaid’s Tale”) Michael K. Williams (“Lovecraft Country”) Melhor Atriz – Série de Drama Uzo Aduba (“In Treatment”) Olivia Colman (“The Crown”) Emma Corrin (“The Crown”) Elisabeth Moss (“The Handmaid’s Tale”) Mj Rodriguez (“Pose”) Jurnee Smollett (“Lovecrafty Country”) Melhor Atriz Coadjuvante – Série de Drama Gillian Anderson, “The Crown” Helena Bonham Carter, “The Crown” Emerald Fennell, “The Crown” Madeline Brewer, “The Handmaid’s Tale” Ann Dowd, “The Handmaid’s Tale” Yvonne Strahovski, “The Handmaid’s Tale” Samira Wiley, “The Handmaid’s Tale” Aunjanue Ellis, “Lovecraft Country” Melhor Ator – Série de Comédia Anthony Anderson (“Black-ish”) Michael Douglas (“O Método Kominsky”) William H. Macy (“Shameless”) Jason Sudeikis (“ted Lasso”) Kenan Thompson (“Kenan”) Melhor Ator Coadjuvante – Série de Comédia Bowen Yang (“Saturday Night Live”) Kenan Thompson (“Saturday Night Live”) Brett Goldstein (“Ted Lasso”) Brendan Hunt (“Ted Lasso”) Nick Mohammed (“Ted Lasso”) Jeremy Swift (“Ted Lasso”) Paul Reiser (“O Método Kominsky”) Carl Clemons-Hopkins (“Hacks”) Melhor Atriz – Série de Comédia Aidy Bryant (“Shrill”) Kaley Cyuoco (“The Flight Attendant”) Allison Janney (“Mom”) Tracee Ellis Ross (“Black-ish”) Jean Smart (“Hacks”) Melhor Atriz Coadjuvante – Série de Comédia Kate McKinnon (“Saturday Night Live”) Cecily Strong (“Saturday Night Live”) Aidy Bryant (“Saturday Night Live”) Rosie Perez (“The Flight Attendant”) Hannah Einbinder (“Hacks”) Hannah Waddingham (“Ted Lasso”) Juno Temple (“Ted Lasso”) Melhor Ator – Minissérie ou Telefilme Lin-Manuel Miranda (“Hamilton”) Leslei Odom, Jr (“Hamilton”) Paul Bettany (“Wandavision”) Hugh Grant (“The Undoing”) Ewan McGregor (“Halston”) Melhor Ator Coadjuvante – Minissérie ou Telefilme Daveed Diigs (“Hamilton”) Jonathan Groff (“Hamilton”) Anthony Ramos (“Hamilton”) Thomas Brodie-Sangster (“O Gambito da Rainha”) Evan Peters (“Mare of Easttown”) Paapa Essiedu (“I May Destroy You”) Melhor Atriz – Minissérie ou Telefilme Michaela Coel (“I May Destroy You”) Cynthia Erivo (“Genius: Aretha”) Elizabeth Olsen (“WandaVision”) Anya Taylor-Joy (“O Gambito da Rainha”) Kate Winslet (“Mare of Easttown”) Melhor Atriz Coadjuvante – Minissérie ou Telefilme Jean Smart (“Mare of Easttown”) Julianne Nicholson (“Mare of Easttown”) Kathryn Hahn (“WandaVision”) Phillipa Soo (“Hamilton”) Renee Elise Goldsberry (“Hamilton”) Moses Ingram (“O Gambito da Rainha”) Melhor Ator Convidado – Série de Drama Don Cheadle (“Falcão e o Soldado Invernal”) Charles Dance (“The Crown”) Timothy Olyphant (“The Mandalorian”) Courtney B. Vance (“Lovecraft Country”) Carl Weathers (“The Mandalorian”) Melhor Atriz Convidada – Série de Drama Alexis Bledel (“The Handmaid’s Tale”) Claire Foy (“The Crown”) McKenna Grace (“The Handmaid’s Tale”) Sophie Okonedo (“Ratched”) Phylicia Rashad (“This Is Us”) Melhor Ator Convidado – Série de Comédia Alec Baldwin (“Saturday Night Live”) Dave Chappelle (“Saturday Night Live”) Morgan Freeman (“The Kominsky Method”) Daniel Kaluuya (“Saturday Night Live”) Daniel Levy (“Saturday Night Live”) Melhor Atriz Convidada – Série de Comédia Jane Adams (“Hacks”) Yvette Nicole Brown (“A Black Lady Sketch Show”) Bernadette Peters (“Zoey’s Extraordinary Playlist”) Issa Rae (“A Black Lady Sketch Show”) Maya Rudolph (“Saturday Night Live”) Kristen Wiig (“Saturday Night Live”) Melhor Talk-Show ou Programa de Variedades “Conan” “The Daily Show com Trevor Noah” “Jimmy Kimmel Live” “Last Week Tonight com John Oliver” “The Late Show com Stephen Colbert” Melhor Reality Show de Competição “The Amazing Race” “Nailed It” “RuPaul’s Drag Race” “Top Chef” “The Voice” Melhor Reality Show Estruturado “Antiques Roadshow” “Property Brothers: Forever Home” “Queer Eye” “Running Wild With Bear Grylls” “Shark Tank” Melhor Reality Show sem Estrutura “Becoming” “Below Deck” “Indian Matchmaking” “RuPaul’s Drag Race Untucked” “Selling Sunset” Melhor Série de Esquetes “A Black Lady Sketch Show” “Saturday Night Live” Melhor Especial de Variedades “Bo Burnham: Inside” “David Byrne’s American Utopia” “8:46 – Dave Chappelle” “Friends: The Reunion” “Hamilton” “A West Wing Special to Benefit When We All Vote” Melhor Especial de Variedades ao Vivo “Celebrating America – An Inauguration Night Special” “The 63rd Annual Grammy Awards” “The Oscars” “The Pepsi Super Bowl LV Halftime Show Starring The Weeknd” “Stephen Colbert’s Election Night 2020” Melhor Especial de Variedades com Apresentador “My Next Guest Needs No Introduction with David Letterman” “Oprah with Megan and Harry: A CBS Primetime Special” “Stanley Tucci: Searching For Italy” “United Shades Of America with W. Kamau Bell” “VICE” Melhor Apresentador de Variedades ou Competição Bobby Berk, Karamo Brown, Tan France, Antoni Porowski, Jonathan Van Ness (“Queer Eye”) Nicole Byer (“Nailed It!”) Barbara Corcoran, Mark Cuban, Lori Greiner, Robert Herjavec, Daymond John, Kevin O’Leary (“Shark Tank”) Tom Colicchio, Padma Lakshmi, Gail Simmons (“Top Chef”) RuPaul (“RuPaul’s Drag Race”) Melhor Série Animada “Big Mouth” “Bob’s Burgers” “Genndy Tartakovsky’s Primal” “The Simpsons” “South Park: The Pandemic Special” Melhor Produção Animada em Curtas “Love, Death + Robots” “Maggie Simpson In: The Force Awakens From Its Nap” “Once Upon a Snowman” “Robot Chicken” Melhor Documentário “The Bee Gees: How Can You Mend A Broken Heart” “Boys State” “Framing Britney Spears” “The Social Dilemma” “Tina” Melhor Série Documental “Allen v. Farrow” “American Masters” “City So Real” “Pretend It’s A City” “Secrets Of The Whales” Mérito Excepcional em Documentário “Dick Johnson Is Dead” “76 Days” “Welcome To Chechnya” Melhor Design de Produção – Série Contemporânea “The Flight Attendant” “The Handmaid’s Tale” “Mare Of Easttown” “The Undoing” “Yellowstone” Melhor Design de Produção – Série de Época ou Fantasia “Bridgerton” “The Crown” “Halston” “The Mandalorian” “Perry Mason” “O Gambito da Rainha” Melhor Design de Produção – Série de Meia-Hora “Emily em Paris” “Hacks” “Ted Lasso” “United States of Al” “WandaVision” Melhor Design de Produção – Variedades “Last Week Tonight With John Oliver” “The Late Show With Stephen Colbert” “The Masked Singer” “RuPaul’s Drag Race” “Saturday Night Live” Melhor Design de Produção – Especial de Variedades “Friends: The Reunion” “78th Annual Golden Globe Awards” “The 63rd Annual Grammy Awards” “The Oscars” “Stephen Colbert’s Election Night 2020” Melhor Casting – Série de Comédia “The Flight Attendant” “Hacks” “O Método Kominsky” “Pen15” “Ted Lasso” Melhor Casting – Série de Drama “Bridgerton” “The Crown” “The Handmaid’s Tale” “Lovecraft Country” “The Mandalorian” Melhor Casting – Minissérie “I May Destroy You” “Mare of Easttown” “O Gambito da Rainha” “The Underground Railroad” “WandaVision” Melhor Casting – Reality Show “Queer Eye” “RuPaul’s Drag Race” “Shark Tank” “Top Chef” “The Voice” Melhor Coreografia – Variedades “Christmas In Rockefeller Center” “Dancing With The Stars” – Routines: Argentine Tango “Dancing With The Stars” – Routines: Paso Doble “The Disney Holiday Singalong “Savage X Fenty Show Vol. 2” “World Of Dance” Melhor Coreografia – Série ou Telefilme “Dolly Parton’s Christmas On The Square” “Genius: Aretha” “Lucifer” “Zoey’s Extraordinary Playlist” – Routines: Black Man In A White World / Tightrope “Zoey’s Extraordinary Playlist” – Routines: Hello Dolly / Starships / Let’s Get Loud” Melhor Coreografia – Sitcom “Call Me Kat” “The Conners” “Country Comfort” “Last Man Standing” “The Upshaws” Melhor Fotografia – Série de Meia-Hora “Grown-ish” “Hacks” “Made For Love” “The Mandalorian” “Servant” Melhor Fotografia – Série de Uma Hora “Bridgerton” “The Crown” “Euphoria” “Lovecraft Country” “The Mandalorian” “Perry Mason” “The Umbrella Academy” Melhor Fotografia – Minissérie ou Antologia “Fargo” “Mare Of Easttown” “O Gambito da Rainha” “Small Axe” – Mangrove “The Underground Railroad” Melhor Fotografia – Documentário “City So Real” “David Attenborough: A Life On Our Planet” “Dick Johnson Is Dead” “Rebuilding Paradise” “Secrets Of The Whales” “The Social Dilemma” Melhor Fotografia – Reality Show “The Amazing Race” “Deadliest Catch” “Life Below Zero” “Queer Eye” “RuPaul’s Drag Race” Melhor Comercial “Airpods Pro” — Jump “Alexa’s Body” – Amazon Alexa “Better | Mamba Forever” – Nike “It Already Does That” – Apple Watch Series 6 “You Can’t Stop Us” – Nike “You Love Me” – Beats by Dre Melhor Figurino – Produção de Época “Bridgerton” “The Crown” “Halston” “O Gambito da Rainha” “Ratched” Melhor Figurino – Produção de Fantasia “The Handmaid’s Tale” “Lovecraft Country” “The Mandalorian” “The Umbrella Academy” “WandaVision” Melhor Figurino – Produção Contemporânea “Black-ish” “Euphoria” “Hacks” “I May Destroy You” “Mare Of Easttown” “The Politician” “Pose” Melhor Direção – Série de Comédia James Burrows (“B Positive”) Susanna Fogel (“The Flight Attendant”) Lucia Aniello (“Hacks”) James Widdoes (“Mom”) Zach Braff (“Ted Lasso”) MJ Delaney (“Ted Lasso”) Declan Lowney (“Ted Lasso”) Melhor Direção – Série de Drama Julie Anne Robinson (“Bridgerton”) Benjamin Caron (“The Crown”) Jessica Hobbs (“The Crown”) Liz Garbus (“The Handmaid’s Tale”) Jon Favreau (“The Mandalorian”) Steven Canals (“Pose”) Melhor Direção – Minissérie ou Antologia Thomas Kail (“Hamilton”) Michaela Coel (“I May Destroy You”) Sam Miller (“I May Destroy You”) Craig Zobel (“Mare Of Easttown”) Scott Frank (“O Gambito da Rainha”) Barry Jenkins (“The Underground Railroad”) Matt Shakman (“WandaVision”) Melhor Direção – Variedades Christopher Werner (“Last Week Tonight With John Oliver”) Alexander J. Vietmeier (“Late Night With Seth Meyers”) Jim Hoskinson (“The Late Show With Stephen Colbert”) Paul G. Casey (“Real Time With Bill Maher”) Don Roy King (“Saturday Night Live”) Melhor Direção – Especial de Variedades Bo Burnham (“Bo Burnham: Inside”) Spike Lee (“David Byrne’s American Utopia”) Julia Reichert, Steven Bognar, Dave Chappelle (“8:46 – Dave Chappelle”) Ben Winston (“Friends: The Reunion”) Thomas Schlamme (“A West Wing Special To Benefit When We All Vote”) Melhor Direção – Documentário Kirby Dick, Amy Ziering (“Allen v. Farrow”) Frank Marshall (“The Bee Gees: How Can You Mend A Broken Heart”) Amanda McBaine, Jesse Moss (“Boys State”) Kirsten Johnson (“Dick Johnson Is Dead”) Jeff Orlowski (“The Social Dilemma”) Dan Lindsay, TJ Martin (“Tina”) Melhor Direção – Reality Show Bertram van Munster (“The Amazing Race”) Mark Perez (“Queer Eye”) Nick Murray (“RuPaul’s Drag Race”) Ariel Boles (“Top Chef”) Alan Carter (“The Voice”) Melhor Edição – Série de Drama “The Crown” – Avalanche “The Crown” – Fairytale “The Handmaid’s...
Regé-Jean Page agradece fãs brasileiros como primeiros a apoiá-lo em “Bridgerton”
O astro da série “Bridgerton”, Regé-Jean Page, fez questão de agradecer aos fãs brasileiros pelo apoio recebido ao assumir o papel do Duque de Hastings. O ator contou que se sentia rejeitado por não corresponder à descrição física do personagem, que é branco nos livros da escritora Julia Quinn, mas percebeu que poderia fazer o papel graças aos leitores do Brasil. “Vou agradecer especificamente aos fãs brasileiros, porque eles me apoiaram antes de qualquer outra pessoa. Quando todo mundo ainda estava meio que passiva-agressivamente nervoso porque eu não tinha olhos azuis, os brasileiros compareceram, demonstrando apoio”, disse Page, em entrevista de capa para a revista Variety. O ator inglês de 31 anos foi catapultado para o estrelato internacional depois de estrelar o romance de época da Netflix. Lançado em dezembro, “Bridgerton” rapidamente se tornou a série de maior sucesso do serviço de streaming até o momento, ocupando o 1ª lugar em 83 países, incluindo o Brasil. Infelizmente, o ator não voltará à série, que foi rapidamente renovada por mais três anos, garantido sua produção até a 4ª temporada. Regé-Jean Page só assinou contrato para a 1ª temporada e, graças a projeção conquistada com a atração, está atualmente com a agenda lotada de projetos cinematográficos. Ele será visto à seguir na nova versão do jogo “Dungeons & Dragons” e no novo longa dos irmãos Russo (diretores de “Vingadores: Ultimato”), “The Gray Man”.
Ator de “Charmed” será o patriarca da família Bridgerton na Netflix
O ator Rupert Evans, que integra o elenco de “Charmed”, vai participar da 2ª temporada de “Bridgerton”. Ele fará o papel de Edmund Bridgerton, o marido amoroso e devotado de Violet Bridgerton (Ruth Gemmell), e pai dos oito filhos que apareceram na trama da série da Netflix. A participação será em flashbacks nos primeiros episódios da nova temporada, já que, nos livros que inspiram a atração, Edmund está morto há muitos anos. Ele teve uma reação alérgica a uma picada de abelha e faleceu com 38 anos, enquanto sua esposa esperava sua filha mais nova, Hyacinth Bridgerton. Maior sucesso recente da Netflix, a série adapta a coleção literária “Os Bridgerton”, de Julia Quinn, que possuiu ao todo nove volumes, e já se encontra renovada até a 4ª temporada. Segundo a plataforma, a atração foi vista por 82 milhões de assinantes em seu primeiro mês, tornando-se o maior hit da história do serviço de streaming – superado o recorde anterior de 76 milhões de visualizações que pertencia a “The Witcher”.








