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    O Irlandês: Vídeos de bastidores destacam efeitos, astros e a história do filme de Martin Scorsese

    27 de novembro de 2019 /

    A Netflix divulgou três vídeos de bastidores de “O Irlandês”, de Martin Scorsese (“O Lobo de Wall Street”). As prévias destacam a origem da produção, os efeitos utilizados para rejuvenescer o elenco, numa trama verídica que atravessa décadas, e a interpretação dos dois protagonistas, Robert De Niro e Al Pacino. “O Irlandês” conta com roteiro de Steve Zaillian, que adapta o livro de Charles Brandt “I Heard You Paint Houses”, sobre a vida de Frank “O Irlandês” Sheeran, o maior assassino da máfia americana. No filme, Sheeran (De Niro) conta o que sabe sobre todos os crimes que ele cometeu ou testemunhou enquanto trabalhava para a máfia. A trama mostra o envolvimento da máfia na política e no sindicalismo, e ainda aborda um dos grandes mistérios criminais dos Estados Unidos: que fim levou Jimmy Hoffa (interpretado por Pacino), líder sindicalista e do crime organizado, que sumiu inesperadamente e até hoje ninguém sabe como morreu. Robert De Niro e Scorsese não filmavam juntos há mais de duas décadas, desde “Cassino” (1995). O mesmo filme também marcou a última parceria do ator e do diretor com Joe Pesci, que foi convencido a abandonar a aposentadoria para também integrar a nova produção. O elenco ainda conta com Anna Paquin (“X-Men”), Jesse Plemons (“Fargo”), Harvey Keitel (“Cães de Aluguel”) e Bobby Cannavale (“Homem-Formiga”). Coberto de elogios – está com 96% de aprovação no site Rotten Tomatoes – , o filme chegou em streaming nesta quarta-feira (27/11), após um curto período nos cinemas.

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  • Filme

    O Irlandês traz elenco sublime em obra-prima de Martin Scorsese

    23 de novembro de 2019 /

    Cineastas católicos costumam lidar com a culpa de maneira muito intensa. Alfred Hitchcock, Abel Ferrara, Clint Eastwood, Robert Bresson, Éric Rohmer são alguns desses exemplos. Basta citar seus nomes para lembrar da temática da culpa em alguns de seus trabalhos mais marcantes. Mas Martin Scorsese, que vem tratando do peso dos atos de seus personagens, e possivelmente dele mesmo como espelho desses alter-egos, conseguiu chegar a um desses exemplares definitivos em que o remorso acompanha também o espectador, até pela duração e pelo andamento mais pausado – e de certa forma pesado – de “O Irlandês”. Se os filmes de máfia do diretor trazem momentos de euforia e alegria entre suas muitas mortes, Scorsese também sempre foi mestre em mostrar o fundo do poço, a descida aos infernos de seus personagens. Isso aconteceu em “Caminhos Perigosos” (1973), “Os Bons Companheiros” (1990), “Cassino” (1995) e até em “O Lobo de Wall Street” (2013), uma espécie de atualização do gênero. Porém, “O Irlandês” oferece algo de natureza distinta, feita com carta branca da Netflix, que investiu os US$ 159 milhões necessários para a realização deste projeto acalentado há mais de dez anos. O projeto nasceu quando Robert De Niro leu o livro de Charles Brandt, “I Heard You Paint Houses”, e ficou fascinado. Comentou com Scorsese, que percebeu o entusiasmo do amigo. Isso foi na época em que De Niro dirigiu “O Bom Pastor” (2006). Importante lembrar que Scorsese não se reunia com De Niro – e Joe Pesci – nas telas desde “Cassino” (1995). Qualquer reencontro seria cercado de expectativas. Ao incluir Al Pacino, então, a expectativa atingiu o infinito. O livro de Brandt, adaptado pelo roteirista Steve Zaillian (“A Lista de Schindler”, “O Gângster”), gira em torno de Frank Sheeran, um hitman da máfia que foi guarda-costas do líder sindical Jimmy Hoffa, e que conta sua própria versão dos fatos envolvendo a misteriosa morte do sindicalista, desaparecido em 30 de julho de 1975, e declarado morto 10 anos depois. É importante não saber detalhes dessa história – bem popular nos EUA, mas menos conhecida no Brasil – para não estragar as surpresas e principalmente o impacto que o filme provoca. A narrativa atravessa seis décadas e, para viver os personagens na fase mais jovem da vida, Scorsese recorreu a uma tecnologia de rejuvenescimento digital. A decisão encareceu bastante o projeto, mas decorreu da visão do diretor, que acreditava que colocar atores jovens para interpretar os mesmos papéis de De Niro e Pesci seria algo inconcebível, ainda mais que eles viveram na época retratada e conheciam bem demais os nuances da trama, algo importantíssimo para o filme. Scorsese também considerou que utilizar próteses e maquiagem serviria mais para situações de envelhecimento e não ao contrário – o próprio De Niro fez isso em “Era uma Vez na América” (1984), de Sergio Leone, quando teve que envelhecer na base da maquiagem. O resultado do processo digital na tela é o mais bem-sucedido uso dessa tecnologia, embora seja possível notar que os corpos não acompanham a aparência jovial dos personagens – continuam se movimentando como homens septuagenários. No entanto, uma vez que se embarca na história, é fácil ficar não apenas envolvido, mas também muito impressionado com a interpretação das versões mais jovens de De Niro, Pesci e Pacino. Especialmente De Niro e Pesci, sublimes. E pensar que Pesci já estava aposentado e só aceitou voltar a atuar após muita insistência de Scorsese e De Niro… De forma interessante, ele tem um papel bastante distinto de suas parcerias anteriores com Scorsese, geralmente muito elétricas. Em “O Irlandês”, o ator vive um chefão da máfia gentil, doce até. E com uma fala mansa e pacificadora, mesmo quando precisa lidar com situações em que assassinatos são detalhes corriqueiros. Scorsese também elencou atores do porte de Harvey Keitel e Bobby Cannavale e se dá ao luxo de utilizá-los muito pouco. O mesmo poderia ser dito de Anna Paquin, que vive um das filhas de Frank Sheeran, mas sua interpretação, com uma ausência de falas bem explícita, é compensada com o olhar de confronto que ela trava com o pai. Aquilo é forte o suficiente para magoar o coração de um homem velho cheio de remorsos. Um peso que o personagem leva como uma cruz. Velhinho, ele precisa de muletas, cai em uma cena. O filme mostra sua decadência física, seu desaparecimento. Como se ele precisasse daquela trajetória toda para que compensasse, de algum modo, o mal que fez no passado. Do ponto de vista temático, “O Irlandês” ainda coincide com outra reflexão cinematográfica recente sobre a velhice, “Dor e Glória”, de Pedro Amodóvar. Ambos os filmes são trabalhos que lidam com o processamento da dor, com os arrependimentos, com as mudanças provocadas pelo tempo no modo de ver a vida. Saímos deles diferentes de quando entramos. E não apenas por termos acabado de ver uma obra-prima.

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  • Filme

    Edward Norton é detetive com síndrome de Tourette no trailer dublado de Brooklyn Sem Pai Nem Mãe

    30 de outubro de 2019 /

    A Warner divulgou a versão dublada do trailer de “Brooklyn Sem Pai Nem Mãe”, filme escrito, dirigido e estrelado por Edward Norton (“Birdman”). O vídeo chega dois meses depois do lançamento do trailer nacional legendado (que pode ser visto aqui). Com clima noir, a prévia apresenta o protagonista, um assistente de detetive com síndrome de Tourette, que acaba descobrindo um grande segredo de um político local. A trama é uma adaptação do romance homônimo de Jonathan Lethem (“Motherless Brooklyn”, em inglês), mas enquanto a história original se passa nos anos 1990, a adaptação de Norton trouxe a trama para a Nova York dos anos 1950, evocando a era do cinema noir. Norton vive Lionel Essrog, que não consegue controlar seus impulsos, falando o que lhe vêm à mente e repetindo gestos sem parar. Mas um detetive experiente, Frank Minna (papel de Bruce Willis, que já não é mais “Duro de Matar”), resolve empregar o rapaz, órfão desde a adolescência, por acreditar que o funcionamento de seu cérebro ajudaria a encontrar padrões em investigações. Quando Frank sofre um atentado, Lionel resolve assumir o caso perigoso que o detetive investigava para fazer justiça em nome do amigo. É assim que acaba se envolvendo numa sórdida intriga política. O elenco inclui também Gugu Mbatha-Raw (“Uma Dobra no Tempo”), Willem Dafoe (“Aquaman”), Alec Baldwin (“Missão: Impossível – Efeito Fallout”), Ethan Suplee (“Horizonte Profundo: Desastre no Golfo”), Leslie Mann (“Não Vai Dar”), Michael Kenneth Williams (“Assassin’s Creed”), Bobby Cannavale (“Mr. Robot”), Dallas Roberts (“The Walking Dead”) e Cherry Jones (“A Festa”). A première mundial aconteceu no Festival de Toronto e a estreia comercial está marcada para esta sexta (1/11) nos Estados Unidos. O lançamento no Brasil, porém, ficou para 12 de dezembro.

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  • Filme

    Edward Norton vive detetive com síndrome de Tourette no trailer noir de Brooklyn Sem Pai Nem Mãe

    22 de agosto de 2019 /

    A Warner divulgou o pôster, quatro fotos e o trailer legendado de “Brooklyn Sem Pai Nem Mãe”, filme escrito, dirigido e estrelado por Edward Norton (“Birdman”). Com clima noir, a prévia apresenta o protagonista, um assistente de detetive com síndrome de Tourette, que acaba descobrindo um grande segredo de um político local. A trama é uma adaptação do romance homônimo de Jonathan Lethem (“Motherless Brooklyn”, em inglês), mas enquanto a história original se passa nos anos 1990, a adaptação de Norton trouxe a trama para a Nova York dos anos 1950, evocando a era do cinema noir. Norton vive Lionel Essrog, que não consegue controlar seus impulsos, falando o que lhe vêm à mente e repetindo gestos sem parar. Mas um detetive experiente, Frank Minna (papel de Bruce Willis, que já não é mais “Duro de Matar”), resolve empregar o rapaz, órfão desde a adolescência, por acreditar que o funcionamento de seu cérebro ajudaria a encontrar padrões em investigações. Quando Frank sofre um atentado, Lionel resolve assumir o caso perigoso que o detetive investigava para fazer justiça em nome do amigo. É assim que acaba se envolvendo numa sórdida intriga política. O elenco inclui também Gugu Mbatha-Raw (“Uma Dobra no Tempo”), Willem Dafoe (“Aquaman”), Alec Baldwin (“Missão: Impossível – Efeito Fallout”), Ethan Suplee (“Horizonte Profundo: Desastre no Golfo”), Leslie Mann (“Não Vai Dar”), Michael Kenneth Williams (“Assassin’s Creed”), Bobby Cannavale (“Mr. Robot”), Dallas Roberts (“The Walking Dead”) e Cherry Jones (“A Festa”). A première mundial está marcada para o começo de setembro no Festival de Toronto e a estreia comercial em 1 de novembro nos Estados Unidos.O lançamento no Brasil, porém, ficou para 12 de dezembro.

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    Homecoming: Janelle Monáe substitui Julia Roberts como protagonista da 2ª temporada

    23 de julho de 2019 /

    A cantora Janelle Monáe vai voltar a explorar a atuação como protagonista da 2ª temporada de “Homecoming”, série da Amazon. Será o primeiro papel fixo de Monáe numa série, após se destacar no cinema em “Moonlight” e “Estrelas Além do Tempo” (ambos de 2016), mas ela já é conhecida dos assinantes da Amazon por participação num episódio da série “Electric Dreams”. A 2ª temporada de “Homecoming” vai acompanhar uma mulher (Monáe) que acorda em uma canoa no meio do oceano, sem nenhuma memória de como chegou até lá – ou mesmo de quem ela é. A atriz Julia Roberts, que protagonizou a 1ª temporada, não voltará a aparecer nos novos episódios, mas ainda seguirá como produtora executiva da atração. Já os demais membros do elenco original, como Bobby Cannavale, Stephan James, Hong Chau e Shea Whigham, devem retornar para a nova temporada. A data de estreia dos novos episódios ainda não foi definida pelo serviço de streaming.

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  • Série

    Julia Roberts não vai estrelar a 2ª temporada de Homecoming

    16 de janeiro de 2019 /

    Julia Roberts não vai voltar como atriz na 2ª temporada de “Homecoming”, série que ela estrelou para o serviço de streaming Amazon Prime Video em 2018. Segundo apurou o site The Hollywood Reporter, ela tinha contrato para aparecer apenas em uma temporada e seguirá apenas como produtora executiva do segundo ano. Sam Esmail (“Mr. Robot”) seguirá como showrunner da atração, mas não há notícias sobre o retorno dos demais membros do elenco da série, como Stephan James, Bobby Cannavale, Shea Whigham, Alex Karpovsky, Hong Chau e Sissy Spacek. A atriz interpretava a protagonista da série, uma psicóloga que fazia parte de um programa governamental para ajudar veteranos de guerra a se adaptarem novamente à vida em sociedade. O problema é que, anos depois, a personagem parecia não se lembrar desse trabalho, empregada como garçonete em uma cidade do interior dos EUA. Sua conexão com um paciente seria a chave para desvendar o mistério. “Homecoming” rendeu indicações ao Globo de Ouro e ao Critics Choice para Julia Roberts e tem 98% de aprovação no site Rotten Tomatoes.

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  • Série

    Homecoming: Julia Roberts vive clima de paranoia no trailer de seu primeira série

    13 de setembro de 2018 /

    A Amazon divulgou o trailer completo de “Homecoming”, primeira série protagonizada por Julia Roberts (“O Jogo do Dinheiro”). A prévia explora paranoia e tensão, com direito a imagens simbólicas de escadarias labirínticas, que exploram a premissa kafkiana. Desenvolvida por Sam Esmail (criador de “Mr. Robot”), a atração é baseada num podcast de ficção sobre funcionários de uma agência governamental secreta, que estão desesperados para retornar à vida civil. Roberts vive uma assistente social (Roberts) que trabalha em uma instalação secreta do governo com a missão de ajudar essa transição. Entretanto, a prévia indica que ninguém sabe exatamente o que está fazendo, todos são vigiados e a própria protagonista confessa ter medo. O elenco inclui Bobby Cannavale (visto na temporada mais recente de “Mr. Robot), Stephan James (do filme “Raça”), Alex Karpovsky (série “Girls”), Shea Whigham (série “Agent Carter”), Sissy Spacek (série “Bloodline”) e Dermot Mulroney (que trabalhou com Roberts em “O Casamento do Meu Melhor Amigo” e “Álbum de Família”). A série estreia em 2 de novembro e possui garantia de continuação, pois a Amazon encomendou duas temporadas de uma vez.

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  • Série

    Homecoming: Veja o teaser da primeira série estrelada por Julia Roberts

    23 de julho de 2018 /

    A Amazon divulgou o pôster e o primeiro teaser de “Homecoming”, primeira série protagonizada por Julia Roberts (“O Jogo do Dinheiro”). Desenvolvida por Sam Esmail (criador de “Mr. Robot”), a atração é baseada num podcast de ficção sobre funcionários de uma agência governamental secreta, que estão desesperados para retornar à vida civil. A série vai se concentrar em uma assistente social (Roberts) que trabalha em uma instalação secreta do governo. Na prévia, ela aparece prestes a iniciar uma entrevista com um paciente. O elenco inclui Bobby Cannavale (visto na temporada mais recente de “Mr. Robot) como seu supervisor ambicioso, Stephan James (do filme “Raça”) como um soldado ansioso para se retornar à vida civil, além de Alex Karpovsky (série “Girls”), Shea Whigham (série “Agent Carter”), Sissy Spacek (série “Bloodline”) e Dermot Mulroney (que trabalhou com Roberts em “O Casamento do Meu Melhor Amigo” e “Álbum de Família”). A série ainda não tem previsão de estreia, mas já possui garantia de continuação, pois a Amazon encomendou duas temporadas de uma vez.

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  • Série

    Homecoming: Primeira série estrelada por Julia Roberts revela fotos da atriz

    30 de junho de 2018 /

    A Amazon divulgou as duas primeiras fotos de Julia Roberts (“O Jogo do Dinheiro”) em sua primeira série como protagonista, intitulada “Homecoming”. Desenvolvida por Sam Esmail (criador de “Mr. Robot”), a série é baseada num podcast de ficção sobre funcionários de uma agência governamental secreta, que estão desesperados para retornar à vida civil. O podcast tinha sua história narrada por meio de uma colagem de sessões de terapia, ligações telefônicas e conversas ouvidas à distância. Já a série vai se concentrar em uma assistente social (Roberts) que trabalha em uma instalação secreta do governo. O elenco inclui Bobby Cannavale (visto na temporada mais recente de “Mr. Robot) como seu supervisor ambicioso, Stephan James (do filme “Raça”, que aparece numa das fotos) como um soldado ansioso para se retornar à vida civil, além de Alex Karpovsky (série “Girls”), Shea Whigham (série “Agent Carter”) e uma participação de Dermot Mulroney (que trabalhou com Roberts em “O Casamento do Meu Melhor Amigo” e “Álbum de Família”) como o namorado da protagonista. A série ainda não tem previsão de estreia, mas já possui garantia de continuação, pois a Amazon encomendou duas temporadas de uma vez.

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    Edward Norton está sendo processado por casal após incêndio

    28 de março de 2018 /

    A produtora do ator Edward Norton está sendo processada por um casal, devido ao incêndio que destruiu o prédio onde mora. Erica e George Cruz disseram que o incêndio do último sábado (24/3) no Harlem, em Nova York, teve início durante as filmagens de um longa dirigido pelo ator, intitulado “Motherless Brooklyn”, e que a equipe da produção os tranquilizou dizendo que tudo estava controlado. Acontece que este não foi o caso. Segundo informou o site TMZ, mais de 200 bombeiros responderam ao alarme de incêndio, sendo que um deles morreu tentando apagar as chamas. As vítimas afirmam que “tiveram que correr por sua vida descendo várias escadas escuras” e que ainda perderam diversos objetos pessoais. Edward Norton divulgou uma declaração no final de semana lamentando a tragédia, mas salientando que o incêndio não começou nas filmagens e nem por culpa de sua equipe. “Se a nossa equipe de filmagem não tivesse noticiado a situação e alertado o departamento de bombeiros com a velocidade com que fizeram, acredito que os residentes dos edifícios teriam morrido”, ele afirmou. A construção dos anos 1920 chegou a ser um local de festas noturnas, mas não era considerada adequadamente protegida para enfrentar incêndios, o que permitiu o fogo se espalhar rapidamente. “Motherless Brooklyn” é o segundo filme dirigido por Norton, que estreou na função na comédia “Tenha Fé” (2000). O elenco inclui Bruce Willis (“Desejo de Matar”), Willem Dafoe (“Projeto Flórida”), Gugu Mbatha-Raw (“Uma Dobra no Tempo”), Leslie Mann (“Como Ser Solteira”), Bobby Cannavale (série “Mr. Robot”) e Alec Baldwin (“Blue Jasmine”), e a estreia estava prevista para 2019.

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  • Etc

    Incêndio em set de filme de Edward Norton resulta na morte de um bombeiro

    23 de março de 2018 /

    Um incêndio de grandes proporções no set de “Motherless Brooklyn”, no Harlem, em Nova York, resultou na morte de um bombeiro na noite de quinta-feira (22/3). O fogo começou cerca de 23h no porão de um prédio, que estava sendo ocupado apenas para as filmagens, com direção do ator Edward Norton (“O Incrível Hulk”). A construção dos anos 1920 chegou a ser um local de festas noturnas, mas não era considerada adequadamente protegida para enfrentar incêndios, o que permitiu o fogo se espalhar rapidamente. Os bombeiros foram chamados e Michael R. Davidson acabou morrendo ao tentar conter as chamas. Os produtores do filme escreveram uma mensagem em sua homenagem. “Nossas profundas condolências vão para a família de Michael R. Davidson. Um incêndio começou na última noite onde estávamos realizando o filme. Nossa produção estava no fim de um dia de trabalho e havia dezenas de pessoas trabalhando quando notamos fumaça saindo do set e no local onde estávamos. Assim que notamos a fumaça, nossa equipe alertou os bombeiros e começamos a alertar as pessoas para evacuarem o local”, descreve a nota. “Para nossa enorme tristeza, soubemos que um bombeiro perdeu sua vida lutando contra o fogo. Os bombeiros de Nova York são os mais corajosos do mundo, assistimos a eles entrando nas chamas para garantir a segurança de todos e impedir o fogo de se alastrar. Os bombeiros de Nova York são super heróis, temos admiração e gratidão por eles. Nossos corações e solidariedade vão para a família dele”, completou o post. “Motherless Brooklyn” é o segundo filme dirigido por Norton, que estreou na função na comédia “Tenha Fé” (2000). O elenco inclui Bruce Willis (“Desejo de Matar”), Willem Dafoe (“Projeto Flórida”), Gugu Mbatha-Raw (“Uma Dobra no Tempo”), Leslie Mann (“Como Ser Solteira”), Bobby Cannavale (série “Mr. Robot”) e Alec Baldwin (“Blue Jasmine”), e a estreia estava prevista para 2019. Veja abaixo um vídeo do incêndio. At least 1 firefighter removed with serious injuries after mayday call in basement fire in 5-story residential building on St. Nicholas Ave & 149th. @fdny has gone to 4th alarm. #WestHarlem pic.twitter.com/wcn0mWU6KR — Mark D. Levine (@MarkLevineNYC) 23 de março de 2018

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    Julia Roberts e Dermot Mulroney retomam parceria em série do criador de Mr. Robot

    10 de março de 2018 /

    Julia Roberts vai voltar a contracenar com Dermot Mulroney após dois filmes de sucesso, a comédia romântica “O Casamento do Meu Melhor Amigo” (1997) e o drama “Álbum de Família” (2013). O reencontro, porém, vai acontecer numa série. Ele se juntou à atriz no elenco de “Homecoming”, em desenvolvimento por Sam Esmail (criador de “Mr. Robot”) para a Amazon. Mulroney fará uma participação especial como Anthony, o namorado de Heidi, a personagem de Roberts. Além deles, o elenco também inclui Bobby Cannavale (das séries “Boardwalk Empire” e “Vinyl”), Stephan James (do filme “Raça”) e Alex Karpovsky (série “Girls”). “Homecoming” é baseada num podcast de ficção sobre funcionários de uma agência governamental secreta, que estão desesperados para retornar à vida civil. O podcast tinha sua história narrada por meio de uma colagem de sessões de terapia, ligações telefônicas e conversas ouvidas à distância. Já a série vai se concentrar em uma assistente social (Roberts) que trabalha em uma instalação secreta do governo, em seu supervisor ambicioso (vivido por Cannavale) e num soldado (James) ansioso para se retornar à vida civil. A Amazon já encomendou duas temporadas do drama antes mesmo da estreia.

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    Mr. Robot é renovada para a 4ª temporada

    13 de dezembro de 2017 /

    O canal pago americano USA Network anunciou a renovação da série “Mr. Robot” para sua 4ª temporada. O anúncio foi feito na véspera da exibição do último episódio da 3ª temporada, que vai ao ar na noite desta quarta-feira (13/12) nos Estados Unidos. O programa sofreu uma queda de audiência, atingindo 531 mil telespectadores e 0,2 na demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes), vindo de 742 mil e 0,3 na temporada passada. Mas ganhou muitos elogios da crítica, mantendo uma das melhores avaliações do site Rotten Tomatoes – 92% de aprovação, a mesma do ano anterior. A 2ª temporada da produção foi indicada a 6 Emmys e rendeu ao protagonista Rami Malek o troféu de Melhor Ator em Série de Drama. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Space com poucas horas de diferença em relação aos Estados Unidos.

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