Jeffrey Wright é confirmado como Comissário Gordon no novo filme de Batman
Especulado desde setembro, o ator Jeffrey Wright foi confirmado como James Gordon no filme “The Batman” na noite desta quarta (30/10). O anúncio foi feito pelo diretor Matt Reeves (“Planeta dos Macacos: A Guerra”) nas redes sociais, com um gif do ator dizendo “Tuíte alguma coisa”, em inglês. Ao lado da imagem, Reeves escreveu: “Tweet! #Gordon”. O roteiro do cineasta devia exigir um Comissário negro, porque, segundo apurou a revista The Hollywood Reporter, Mahershala Ali (“Green Book”) era a principal opção antes de assinar com a Marvel para viver Blade no cinema. Será a primeira vez que o famoso comissário da polícia de Gotham City será vivido por um ator negro. Os últimos atores a interpretar o papel foram Gary Oldman (na trilogia “Cavaleiro das Trevas”) e J.K. Simmons (em “Liga da Justiça”) no cinema, e Ben McKenzie na TV (em “Gotham”). Wright vai se juntar a Robert Pattinson (“Bom Comportamento”), intérprete de Batman, Zöe Kravitz (“Mad Max: Estrada da Fúria”), que foi anunciada como Mulher-Gato, e Paul Dano (“Okja” e “12 Anos de Escravidão”), contratado para viver o vilão Charada. Entretanto, Jonah Hill (“Anjos da Lei”), que negociava viver o Penguim, não entrou em acordo com a Warner e desistiu do papel. A produção ainda busca um intérprete para o personagem. Escrito e dirigido por Matt Reeves, “The Batman” chega aos cinemas em junho de 2021. Tweet! #Gordon ? pic.twitter.com/O4PBX7MmuH — Matt Reeves (@mattreevesLA) October 30, 2019
Crise nas Infinitas Terras: Brandon Routh se despede do papel de Ray Palmer
Stephen Amell não é o único ator que está se despedindo de seu papel no Arrowverso. Além do intérprete de Oliver Queen/Arqueiro Verde, Brandon Routh também dá adeus a Ray Palmer, o Elektron/Átomo, no crossover “Crise nas Infinitas Terras”. “Meu último dia filmando com a minha família de ‘Legends’. Amo todos vocês e agradeço muito as cinco temporadas que passamos juntos. Nem sempre foi fácil, mas acho que isso dificulta ainda mais a saída – nossas dificuldades nas primeiras temporadas nos uniram e fizeram das três últimas um estouro! Nunca fiquei tanto tempo em um trabalho, então isso é novo para mim. Acho que vou sentir falta de todos vocês e do quanto nos divertimos fazendo esse programa bobo na Waverider – tanto quanto eu vou sentir falta de viver Ray Palmer. Amor e benção para um grande final de temporada” Routh foi escalado como Ray Palmer na 3ª temporada de “Arrow”, em 2014, e formou o time original do spin-off “Legends of Tomorrow” em 2016. A despedida dá a entender que seu personagem será uma das vítimas de “Crise das Infinitas Terras”. Tanto ele quando sua esposa, Courtney Ford, intérprete de Nora Darhk, estão deixando o elenco fixo da série “Legends of Tomorrow” durante o crossover. Outra pequena informação sobre a trama de “Crise das Infinitas Terras” (leia aqui) completa o quadro de despedida/transição do Elektron no Arrowverso. Ao menos, o arco final permitirá ao ator realizar uma volta ao papel de Superman, 13 anos depois de estrelar “Superman: O Retorno” (2006). No crossover, Routh também interpretará o Superman de outra Terra, um herói mais velho, inspirado na minissérie/graphic novel “O Reino do Amanhã” (Kingdom Come), de Mark Waid e Alex Ross. O uniforme que ele vai usar até reproduz o “S” estilizado do design de Ross para a publicação de 1996. O que não deixa de ser um presente de despedida por seu desempenho no Arrowverso. Ver essa foto no Instagram My final day of filming with my #LegendsFamily. I love you all & appreciate the 5 seasons we’ve spent together. It hasn’t always been easy, but I think that’s what makes it harder to leave—getting through the growing pains of the first few seasons has bonded us. ?? And made the last three seasons a blast! I’ve never been at a job this long, so this is new for me. ? I think I will miss you all and the fun we’ve had making this silly show on the #Waverider—as much as I’ll miss bringing #RayPalmer to life. Love & blessings on a great finish to the season. ??❤️❤️❤️ Uma publicação compartilhada por Brandon Routh (@brandonjrouth) em 25 de Out, 2019 às 1:49 PDT
Titãs recria a dança Batusi da série de Batman dos anos 1960
O episódio de “Titãs” disponibilizado na sexta-feira (18/10) nos Estados Unidos incluiu uma referência especial à série clássica “Batman”, dos anos 1960. A trama acompanhou um mergulho na psique de Dick Grayson (Brenton Thwaites), o Robin, que passa a ser confrontado por um Bruce Wayne/Batman imaginário (Iain Glen) devido à amargura causada por um segredo. Numa das cenas, Dick vai a um cabaré atrás de informações, quando Bruce se materializa no meio de duas dançarinas exóticas e começa a dançar, repetindo os famosos passos do Batusi, a dancinha feita por Adam West como Batman num episódio de 1966. O Batusi era uma variação de uma dança que era moda na época, chamada de watusi. Ela também foi dançada por John Travolta no filme “Pulp Fiction” (1994). Compare abaixo. Os passos são idênticos. “Titãs” está atualmente na metade da sua 2ª temporada nos Estados Unidos, mas ainda não tem previsão de lançamento no Brasil. A série é disponibilizada no mercado internacional pela Netflix.
Crise nas Infinitas Terras escala herói Espectro
O ator canadense Stephen Lobo (das séries “Continuum” e “Travelers”) foi contratado para viver o detetive Jim Corrigan no Arrowverso. Apesar do anúncio, o showrunner Marc Guggenheim não confirmou se ele vestirá o manto verde de seu alter-ego poderoso, o “herói” Espectro, que nos quadrinhos tem grande importância no crossover “Crise nas Infinitas Terras”. A história de Corrigan é trágica. Ele fez sua primeira aparição nos quadrinhos na década de 1940, criado por ninguém menos que Jerry Siegel, um dos “pais” do Superman. E foi logo assassinado em sua história de origem, vítima de criminosos que investigava. Como sua alma se recusa a partir e entrar no além, ele retorna como Espectro, um espírito de vingança obcecado com a justiça, que possui poderes sobrenaturais praticamente ilimitados. Curiosamente, o personagem já apareceu na série “Constantine” (2014), que acabou integrada ao Arrowverso via presença do personagem-título em “Legends of Tomorrow”. Na ocasião, porém, foi interpretado por outro ator: Emmett J Scanlan, o Lobo de “Krypton”. Disparado o maior crossover já tentado na história da televisão, “Crise nas Infinitas Terras” será exibido entre dezembro e janeiro ao longo de cinco episódios individuais das séries “Arrow”, “The Flash”, “Supergirl”, “Legends of Tomorrow” e a estreante “Batwoman”. Embora sua série tenha ficado de fora desta lista, até o herói Raio Negro (Black Lightning) vai participar da produção.
Paul Dano será o Charada no novo filme de Batman
O ator Paul Dano (“Okja” e “12 Anos de Escravidão”) foi contratado para viver o vilão Charada em “The Batman”, novo filme do herói de Gotham City. No longa, Edward Nygma será apresentado como Edward Nashton, antes de assumir sua identidade maligna. Dano será o segundo ator a interpretá-lo no cinema, após Jim Carrey em “Batman Eternamente” (1995). A confirmação acontece após Zöe Kravitz (“Mad Max: Estrada da Fúria”) ser anunciada como Mulher-Gato. Entretanto, Jonah Hill (“Anjos da Lei”), que negociava viver o Penguim, não entrou em acordo com a Warner e desistiu do papel. Rumores apontam que os produtores estariam agora atrás de Seth Rogen (“Vizinhos”). Escrito e dirigido por Matt Reeves (“Planeta dos Macacos: A Guerra”), o filme trará Robert Pattinson (“Bom Comportamento”) como Batman. A produção deve começar a ser filmada em janeiro para um lançamento em junho de 2021.
Crise nas Infinitas Terras revela visual do supervilão Anti-Monitor
Os produtores do Arrowverso divulgaram as imagens oficiais de mais dois personagens do crossover “Crise nas Infinitas Terras”. Eles são o Pariah (abaixo), uma versão alternativa de Harry Wells (Tom Cavanagh) como o último sobrevivente de sua Terra, e o Anti-Monitor (acima), supervilão responsável pela destruição do multiverso. Considerada um marco dos quadrinhos, a história da “Crise” original, publicada em 1985, ficou famosa por matar muitos super-heróis clássicos, como o Flash (a versão de Barry Allen) e a Supergirl (Linda Lee Danvers), o que foi um choque para os leitores da época. O objetivo foi realizar o primeiro reboot dos quadrinhos em todos os tempos, por meio da destruição de todas Terras paralelas, menos uma. Esse evento foi tão traumático que apagou a existência do multiverso, inclusive a memória dele, e reacomodou sobreviventes de outras Terras na linha temporal da Terra 1, por meio de um recomeço completo de todas as histórias e lembranças dos personagens da DC. Na história clássica, Pariah é um personagem que viaja no tempo para testemunhar a criação do universo, mas ao fazer isso passa a acreditar que sua presença tenha originado o multiverso e sua antítese entrópica, materializados pelo Monitor e o Anti-Monitor (ambos interpretados por LaMonica Garrett), seres poderosos movidos por diferentes objetivos. Enquanto o primeiro se dedica a estudar o multiverso, a motivação do segundo é a destruição de todas as dimensões. Por causa da sua participação no big bang, Pariah é sempre enviado para locais que estão prestes a ser destruídos pela onda de antimatéria do Antimonitor, testemunhando as mortes de universos inteiros, um atrás do outro. Isto o leva ao desespero, mas, depois de muito se culpar, descobre que outro cientista, ao viajar no tempo até o Big Bang, foi quem realmente criou as entidades. O Anti-Monitor apenas se aproveitou da sua aparição como atalho para invadir sua dimensão, destruí-la e, com isso, aumentar sua anti-energia a ponto de se tornar uma ameaça para todo o multiverso. Não está claro o quanto da história original de Marv Wolfman será aproveitada na adaptação televisiva. Após o episódio de estreia de “Arrow”, o Pariah pode até ser o Harry Wells de Terra 2 (saiba mais aqui – com spoilers). De todo modo, o personagem já deve aparecer nos próximos episódios de “The Flash”.
Anne Hathaway parabeniza Zoë Kravitz por virar a nova Mulher-Gato do cinema
A atriz Anne Hathaway, que viveu Selina Kyle, a Mulher-Gato, em “Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge”, usou as redes sociais para parabenizar Zoë Kravitz por ter conseguido o papel da personagem no vindouro filme “The Batman”. Pelo Instagram, a atriz escreveu, aludindo às sete (nove nos Estados Unidos) vidas de um gato: “Os maiores parabéns para Zoë Kravitz por ter conseguido o papel de uma vida. Bem, uma vida de qualquer jeito… Curta o passeio, Selina”. Confira o post original abaixo. Curiosamente, Zoë já foi Mulher-Gato antes. Ela dublou a personagem em “Lego Batman: O Filme”, produção da Warner lançada em 2017. Além da Mulher-Gato, outros vilões clássicos dos quadrinhos, como Pinguim e Charada, devem aparecer na produção, sem esquecer de coadjuvantes obrigatórios, como Comissário Gordon e Alfred. Batman, por sua vez, será vivido por Robert Pattinson (“Bom Comportamento”) Com direção de Matt Reeves (“Planeta dos Macacos: A Guerra”), o filme tem estreia marcada apenas para junho de 2021. Ver essa foto no Instagram The biggest congrats to @zoeisabellakravitz on landing the role of a lifetime. Well, one life anyway… Enjoy the ride, Selina ? #Catwoman Uma publicação compartilhada por Anne Hathaway (@annehathaway) em 15 de Out, 2019 às 6:36 PDT
Nova Mulher-Gato, Zöe Kravitz já viveu a personagem no cinema
Uma curiosidade sobre a contratação de Zöe Kravitz, a Mulher-Gato de “The Batman”, é que ela já interpretou a heroína antes no cinema. Ela dublou a personagem em “Lego Batman: O Filme”, produção da Warner lançada em 2017. E tem mais. A atriz chegou a discutir participação em “Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge”, último filme do herói dirigido por Christopher Nolan. Mas acabou não ficando com o papel, que era pouco mais que uma figuração, por ser considerada “muito urbana” em 2012. Como se não bastasse, a filha do roqueiro Lenny Kravitz tem como segundo pai o ator Jason Momoa, intérprete de “Aquaman” nos filmes da DC Comics. Momoa se tornou seu padrasto ao se casar com sua mãe, Lisa Bonet. Além de dublar Selina Kyler, a Mulher-Gato, ela também já deu voz a uma personagem importante da Marvel: Mary Jane no sucesso animado “Homem-Aranha: No Aranhaverso”. A atriz estrela a seguir a série “High Fidelity”, baseada no filme “Alta Fidelidade”, e o drama musical “Viena and the Fantom”, com direção de Gerardo Naranjo (“Miss Bala”), ambos previstos para 2020. Já “The Batman”, dirigido por Matt Reeves (“Planeta dos Macacos: A Guerra”), tem estreia marcada apenas para junho de 2021.
Zoe Kravitz será a Mulher-Gato do novo filme de Batman
A atriz Zoe Kravitz (“Mad Max: Estrada da Fúria”, “Big Little Lies”) vai interpretar Mulher-Gato/Selina Kyle em “The Batman”, que marcará a estreia de Robert Pattinson (“Bom Comportamento”) como o super-herói da DC Comics. A informação foi apurada pelo site da revista The Hollywood Reporter, que ainda revelou o nome das demais finalistas dos testes realizados pelo diretor Matt Reever (“Planeta dos Macacos: A Guerra”): Zazie Beetz (“Coringa”), Ana de Armas (“Blade Runner: 2049”), Ella Balinska (“As Panteras”) e Eiza Gonzalez (“Em Ritmo de Fuga”). Todas contracenaram com Robert Pattinson durante os testes e Zoe Kravitz foi escolhida pelo desempenho e química com o ator, que estrelará a produção no papel-título. A seleção de finalistas demonstra claramente a intenção do cineasta, que também é autor do roteiro, de escalar uma atriz negra ou latina no papel. A escolhida é bem diferente da loira Michelle Pfeiffer, que foi a Mulher-Gato de “Batman: O Retorno” (1992), e de Anne Hathaway, a Selina de “Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge” (2012). Mas já existiram duas Mulher-Gato negras nas telas. A primeira debutou na TV em 1967, interpretada por Eartha Kitt na 3ª e última temporada da série “Batman” dos anos 1960 – substituindo, por coincidência, duas atrizes brancas no papel. E Halle Berry estrelou o único filme com o nome da personagem, “Mulher-Gato”, em 2004 – um fracasso retumbante de público e crítica. Além da Mulher-Gato, outros vilões clássicos dos quadrinhos, como Pinguim e Charada, devem aparecer na produção, sem esquecer de coadjuvantes obrigatórios, como Comissário Gordon e Alfred. A produção ainda tem, portanto, muitos papéis para escalar antes de começar suas filmagens. A estreia está marcada apenas para junho de 2021.
Extrema direita americana ataca a série Batwoman no Rotten Tomatoes e IMDb
Os minions da extrema direita dos Estados Unidos decidiram se engajar em nova campanha destrutiva, desta vez mirando as notas da série “Batwoman” nos fóruns dos sites Rotten Tomatos e IMDb. A tática é a mesma que tentou forjar um fracasso de público contra “Capitã Marvel”, filme que acabou figurando entre as maiores bilheterias do ano. Perfis falsos foram criados nos últimos dias especificamente para falar mal da atração. Por conta disso, a nota da série no IMDb é apenas 3 (o máximo seria 10) e a avaliação da audiência no Rotten Tomatoes está em 11% (de 100%). A manipulação se torna evidente em contraste com a opinião da crítica, que não pode ser distorcida por trolls, minions ou robôs. O primeiro episódio da série, exibido no domingo passado (6/10) na rede americana The CW, teve 72% de aprovação na média das críticas agregadas pelo mesmo Rotten Tomatoes. Considerando-se que a crítica costuma ser mais exigente que o público, a nota popular se apresenta completamente fora do padrão. Mas não é apenas as avaliações negativas que chamam atenção. Outro dado completamente fora das estatísticas é o número exorbitante de votos disparados contra “Batwoman”, muito superior ao de qualquer outra série. Enquanto a temporada passada de “The Flash”, a atração de super-herói de maior audiência da rede CW, recebeu pouco mais de 800 avaliações do público ao longo de seus 22 episódios, o único capítulo exibido de “Batwoman” gerou mais de 4,4 mil votos em uma semana. Entre os comentários negativos, os mais comuns aludem ao fato de que “era o que se poderia esperar” de uma série com o tema proposto (LGBTQIA+) que não tem “um Batman homem”. A maioria das resenhas é assinada por homens. Vale destacar que, além de ser protagonizada por uma mulher, tanto Batwoman quanto sua intérprete, a atriz Ruby Rose, são lésbicas assumidas nos quadrinhos, na TV e na vida real. Triste e ridículo, o esforço inútil dos nerds de direita contrariados com um mundo sem preconceito não tem força para transformar sua visão negativa em realidade, pois, assim como aconteceu “Capitã Marvel” no cinema, a série “Batwoman” também é um sucesso de público na TV americana. Seu primeiro episódio registrou a maior audiência de estreia das últimas temporadas da CW – e não apenas da temporada deste ano – , superando até a volta de “The Flash” no canal.
Crise nas Infinitas Terras: Segredos do crossover são revelados em 12 fotos de bastidores
Graças à empolgação dos integrantes do crossover do Arrowverso “Crise nas Infinitas Terras”, várias fotos dos bastidores da produção estão sendo despejadas nas redes sociais. As 12 mais recentes mostram alguns encontros de super-heróis e revelam o visual de personagens que ainda não tinham sido oficialmente apresentados. Mas o mais interessante é a mistura de realidades alternativas vistas nas imagens, que confirmam algumas teorias. Disparado o maior crossover já tentado na história da televisão, “Crise nas Infinitas Terras” será exibido entre dezembro e janeiro ao longo de cinco episódios individuais das séries “Arrow”, “The Flash”, “Supergirl”, “Legends of Tomorrow” e a estreante “Batwoman”. Embora sua série tenha ficado de fora desta lista, até o herói Raio Negro (Black Lightning) vai participar da produção, como demonstram as fotos. Mas os personagens oficiais do Arrowverso não serão os únicos heróis da DC presentes na trama, já que a versão televisiva da “Crise nas Infinitas Terras” pretende demonstrar que todas as séries e filmes já feitas sobre os heróis da editora existem em seus próprios universos, onde suas histórias continuaram após os finais exibidos nas telas. Assim, o público descobrirá que o Batman de Keaton se casou com a Mulher-Gato de Pfeiffer, bem como o que aconteceu com o Robin de Burt Ward, após o último episódio da série clássica de “Batman”, em 1968, e até o destino do Clark Kent de Tom Welling, após virar Superman no final de “Smallville” em 2011, por exemplo. As imagens reveladas mostram o encontro do Superman vivido por Brandon Routh em “Superman: O Retorno” (2006) com o Superman da série “Supergirl”, interpretado por Tyler Hoechlin, bem como da Lois Lane de “Smallville”, vivida por Erica Durance, com sua contraparte de “Supergirl”, Elizabeth Tulloch. A mistura de versões diferentes faz parte do conceito de multiverso, que foi introduzido na 2ª temporada de “The Flash”. A ideia de que existem várias Terras paralelas, cada uma com sua própria versão dos heróis da DC, já possibilitou que personagens mortas, como Canário Negro e o vilão Flash Reverso, reaparecessem com novas personalidades no Arrowverso. E também serviu de explicação para a ausência de repercussão dos eventos apocalípticos de “Supergirl” nas outras séries – a prima de Superman existe em outro universo. Considerada um marco dos quadrinhos, a “Crise” original de 1985 ficou famosa por matar muitos super-heróis clássicos, como o Flash (a versão de Barry Allen) e a Supergirl (Linda Lee Danvers), o que foi um choque para os leitores da época. O objetivo foi realizar o primeiro reboot dos quadrinhos em todos os tempos, resultado da destruição de todas Terras paralelas, menos uma. Esse evento foi tão traumático que apagou a existência do multiverso, inclusive a memória dele, e reacomodou sobreviventes de outras Terras na linha temporal da Terra 1, por meio de um recomeço completo de todas as histórias e lembranças dos personagens da DC. Assim como na publicação impressa, a expectativa é que a resolução da “Crise” acomode os personagens de “Supergirl” na mesma Terra dos demais integrantes do Arrowverso. Mas seu impacto não deve se resumir a isso, já que o crossover conduzirá ao final da série “Arrow”, que inaugurou esse universo de adaptações de quadrinhos. A coleção de fotos abaixo inclui personagens concebidos originalmente para o crossover dos quadrinhos. Além do Monitor interpretado por LaMonica Garrett (introduzido no crossover passado, “Elseworlds”), uma das imagens revela pela primeira vez o visual do Pariah, que será vivido por Tom Cavanaugh (o Dr. Wells de “The Flash”), e a transformação de Audrey Marie Anderson, intérprete de Lyla Michaels (ex-chefe da agência Argus em “Arrow”), na heroína Precursora (Harbinger, no original). Outras novidades das imagens são a volta de Jonah Hex (novamente na pele de Johnathon Schaech) e a primeira aparição de Osric Chau (Kevin Tran em “Supernatural”) como o cientista Ryan Choi, que vira ninguém menos que o novo Elektron (Atom, no original em inglês) nos quadrinhos. Mas talvez a maior revelação seja a aparição de Katherine McNamara, que dá vida a Blackstar/Mia Smoak, a filha do Arqueiro Verde no futuro, em meio a personagens do presente/passado. Ela vai viajar no tempo e esse artifício pode ser mantido na produção de uma série centrada na personagem, atualmente em desenvolvimento na rede CW como provável substituta de “Arrow”.
Michael Keaton é o Bruce Wayne de Crise nas Infinitas Terras
Michael Keaton, que estrelou os dois filmes de “Batman” dirigidos por Tim Burton em 1989 e 1992, vai aparecer como Bruce Wayne no crossover do Arrowverso “Crise nas Infinitas Terras”. A aparição vai se dar apenas como homenagem. O ator não gravou nenhuma cena para a produção, mas sua foto ilustra um jornal fotografado nos bastidores, sob uma manchete que anuncia o casamento de Bruce Wayne e Selina Kyle (a Mulher-Gato, vivida por Michelle Pfeiffer na época). Veja abaixo. A versão televisiva da “Crise nas Infinitas Terras” pretende demonstrar que todas as séries e filmes já lançados dos heróis da DC existem em seu próprio universo, e que suas histórias continuaram após o fim exibido nas telas. Assim, o público descobrirá que o Batman de Keaton se casou com a Mulher-Gato de Pfeiffer, bem como o que aconteceu com o Robin de Burt Ward, após o último episódio da série clássica de “Batman”, em 1968, e até o destino do Clark Kent de Tom Welling, após virar Superman no final de “Smallville” em 2011, por exemplo. A mistura de versões diferentes faz parte do conceito de multiverso, que foi introduzido na 2ª temporada de “The Flash”. A ideia de que existem várias Terras paralelas, cada uma com sua própria versão dos heróis da DC, já possibilitou que personagens mortas, como Canário Negro, reaparecessem com novas personalidades no Arrowverso. E também serviu de explicação para a ausência de repercussão dos eventos apocalípticos de “Supergirl” nas outras séries – a prima de Superman existe em outro universo. Essas “infinitas Terras” sofrerão agora uma “crise” sem precedentes, inspirada na história mais famosa da DC Comics. Considerada um marco dos quadrinhos, a “Crise” original de 1985 ficou famosa por matar muitos super-heróis clássicos, como o Flash (a versão de Barry Allen) e a Supergirl (Linda Lee Danvers), o que foi um choque para os leitores da época. O objetivo foi realizar o primeiro reboot dos quadrinhos em todos os tempos, resultado da destruição de todas Terras paralelas, menos uma. Esse evento foi tão traumático que apagou a existência do multiverso, inclusive a memória dele, e reacomodou sobreviventes de outras Terras na linha temporal da Terra 1, por meio de um recomeço completo de todas as histórias e lembranças dos personagens da DC. Assim como na publicação impressa, a expectativa é que a resolução da “Crise” acomode os personagens de “Supergirl” na mesma Terra dos demais integrantes do Arrowverso. Mas seu impacto não deve se resumir a isso, já que o crossover conduzirá ao final da série “Arrow”, que inaugurou esse universo de adaptações de quadrinhos. Disparado o maior crossover já tentado na história da televisão, “Crise nas Infinitas Terras” será exibido entre dezembro e janeiro ao longo de cinco episódios individuais das séries “Arrow”, “The Flash”, “Supergirl”, “Legends of Tomorrow” e a estreante “Batwoman”. Embora sua série tenha ficado de fora desta lista, até o herói Raio Negro (Black Lightning) vai participar da produção. Ainda não há previsão oficial para a estreia de “Crise nas Infinitas Terras” no Brasil.
DC Universe imita a HQ Uma Morte em Família e pede para o público votar se Jason Todd deve morrer em Titãs
A pior ideia da História da DC Comics foi repetida como farsa pela plataforma DC Universe. Algum executivo com senso de humor macabro resolveu colocar o destino de Jason Todd, o Robin da série “Titãs”, nas mãos do público. O personagem interpretado por Curran Walters foi capturado e torturado pelo vilão Exterminador (Deathstroke), e visto no episódio da semana passada caindo para sua morte certa. Convocado a votar se Jason vive ou morre, o público usou as redes sociais para votar em massa pela morte do personagem. Desta vez, porém, uma reviravolta de última hora fez com que os votos por sua sobrevivência superassem em 2% a vontade dos trolls na contagem final. A votação pode ter sido manipulada para refletir a solução dramática do episódio, que vai ao ar nesta sexta (11/10) nos Estados Unidos. Mas a morte original do personagem nos quadrinhos também foi resultado de uma campanha manipulada para o mal, que marcou a pré-história dos trolls e robôs na interação do público com a cultura pop. Em 1988, no arco conhecido como “Uma Morte em Família” (A Death in the Family), a DC pediu a participação do público através de telefonemas e cartas, para decidir o futuro de Jason. Na ocasião, ele estava preso e sendo torturado pelo Coringa, que, atendendo aos pedidos do público, acabou matando o personagem. Quando lançaram a convocação, os editores esperavam que os leitores pedissem que Jason fosse salvo. Mas se espantaram com a grande votação por sua morte. O personagem era controvertido, por isso aceitaram a decisão como sinal de uma rejeição muito grande. Entretanto, posteriormente veio à tona que o resultado foi forjada por uma pessoa, que usou um computador para programar ligações em massa para o número de telefone 0800 divulgado para votar a favor da morte do segundo Robin. Pela reviravolta “milagrosa” da nova votação, os responsáveis pela série são mais espertos que os antigos editores, especialmente nesses dias em que o uso de robôs é conhecido e disseminado. De todo modo, a morte do Jason dos quadrinhos acabou “desfeita” 15 anos após a farsa ter sido desmascarada, numa história até hoje tão mal-explicada quando o resultado da votação. It’s time to ask the age-old question! Should @DCUTitans’ Jason Todd live or die? https://t.co/AlMBLlrzkH — DC Universe (@TheDCUniverse) October 10, 2019








