Veja os 10 primeiros minutos de “Batman”
A HBO Max divulgou na internet os 10 primeiros minutos do filme “Batman”, que estreou nesta segunda-feira (18/4) na plataforma, sem custo adicional para quem é assinante do serviço. “Batman” chega em streaming enquanto ainda está em cartaz nos cinemas. No domingo passado (17/4), o filme superou a marca de US$ 750 milhões de bilheteria mundial. A estreia rápida em streaming é resultado de uma mudança na estratégia dos estúdios de Hollywood, que aproveitaram a pandemia para renegociar o período de exclusividade dos cinemas, cortando pela metade a chamada janela cinematográfica. Antes de março de 2020, a exclusividade dos cinemas durava até 90 dias e só depois deste período os filmes eram distribuídos em outras mídias. Agora, a janela passa a durar 45 dias, o que vai levar ao streaming blockbusters que ainda podem estar em cartaz. Com direção de Matt Reeves, “Batman” traz Robert Pattinson no papel-título e mostra o herói da DC Comics em seus primeiros dias como combatente do crime, durante o surgimento de vários vilões icônicos, como o Charada (Paul Dano), Mulher-Gato (Zoë Kravitz) e Pinguim (Colin Farrell). O sucesso do filme já garantiu a produção de duas séries derivadas para a HBO Max, baseadas no Pinguim e no Asilo Arkham. O longa também deve ganhar uma continuação no cinema.
“Batman” atinge US$ 750 milhões antes da estreia em streaming
O filme “Batman” ultrapassou US$ 750 milhões de bilheteria mundial neste domingo (17/4), consolidando-se como a maior arrecadação dos cinemas em 2022, um dia antes de estrear em streaming na HBO Max. O valor total arrecadado é de US$ 751,1 milhões, divididos entre US$ 365 milhões na América do Norte e US$ 386,1 milhões no resto do mundo. A façanha foi comemorada por Jeff Goldstein, presidente de distribuição doméstica da WB, que disse em comunicado: “A incrível resposta que vimos nos cinemas é uma prova do poder duradouro desse icônico super-herói da DC e do enorme apetite por experimente grandes filmes na tela grande. Parabenizamos todos os envolvidos por alcançar este marco impressionante.” Andrew Cripps, presidente de distribuição internacional, ainda acrescentou que o filme “agradou em todos os níveis, atraindo elogios da crítica e grandes multidões em todos os mercados ao redor do mundo. Estamos tão orgulhosos do filme e tão felizes que ele continue a impressionar o público em todos os lugares.” Após os EUA e Canadá (que contabilizam sua arrecadação como um único mercado), os 10 mercados que mais contribuíram com as bilheterias de “Batman” foram o Reino Unido (US$ 53,2 milhões), México (US$ 30,7 milhões), Austrália (US$ 27 milhões), França (US$ 25,9 milhões), Brasil (US$ 22,6 milhões), China (US$ 22,5 milhões), Alemanha (US$ 18,9 milhões), Espanha (US$ 11,8 milhões), Itália (US$ 11,2 milhões) e Japão (US$ 10 milhões). Embora ainda continue em cartaz em vários países, as vendas de ingressos devem diminuir consideravelmente após esta semana, com a disponibilização em streaming. Confira abaixo o trailer oficial do lançamento na HBO Max.
“Animais Fantásticos 3” tem pior bilheteria da franquia nos EUA
A estreia de “Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore” não teve o efeito mágico esperado pela Warner Bros. A superprodução milionária, orçada em US$ 200 milhões, abriu com US$ 43 milhões nas bilheterias da América do Norte no fim de semana da Páscoa. Para entender o que este valor significa, é importante lembrar que “Animais Fantásticos e Onde Habitam” estreou com US$ 74,4 milhões no mercado interno em 2016 e sua sequência, “Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald”, teve uma abertura de US$ 62,2 milhões em 2018. Se a queda de 16% na arrecadação entre o primeiro e o segundo filme já apontava um início de desinteresse do público, “Os Segredos de Dumbledore” registrou um tombo duas vezes maior: 30% atrás do segundo filme. Uma possível compensação para o estúdio foi o desempenho no exterior: US$ 71 milhões, chegando num total global de US$ 193 milhões. Mas os custos elevados obrigam que o faturamento seja três vezes maior para cobrir as despesas de produção – sem levar em conta as despesas de cópias e publicidade (P&A). Os números parecem sinalizar o fim da era dos trouxas. Para quem não sabe, trouxa é como os humanos normais (não mágicos) são chamados no universo de “Harry Potter”. Segundo a crítica, “Os Segredos de Dumbledore” provou o esgotamento da saga. Considerado medíocre, teve apenas 48% de aprovação no Rotten Tomatoes. E após os 36% de “Os Crimes de Grindelwald”, a rejeição aos prólogos já ameaça uma desvalorização da marca “Harry Potter”. Para completar, a franquia é cercada por polêmicas negativas – declarações transfóbicas da roteirista J.K. Rowling, agressão em bar do ator Ezra Miller, demissão de Johnny Depp após julgamento determinar que ele agrediu Amber Heard – , que dificultam muito sua sobrevivência, especialmente após a fusão da Warner com a Discovery e mudanças na condução dos negócios do conglomerado. A Warner Bros. teve pelo menos um motivo para celebrar as bilheterias do fim de semana: “Batman”, de Matt Reeves, ultrapassou a marca de US$ 750 milhões de bilheteria mundial, confirmando seu status de filme mais bem-sucedido de 2022 na véspera de seu lançamento em streaming – nesta segunda (18/4) na HBO Max. O mercado norte-americano ainda destacou duas produções da Paramount no Top 3 das arrecadações. Com US$ 30 milhões em seu segundo fim de semana de exibição, “Sonic 2: O Filme” comemorou o domingo de Páscoa com um total doméstico de US$ 119,6 milhões e US$ 231,8 milhões em todo o mundo. E “Cidade Perdida”, que chega nesta quinta (21/4) nos cinemas brasileiros, acrescentou US$ 6,5 milhões a seu montante para atingir US$ 78,6 milhões domésticos e US$ 99 milhões mundiais. A única novidade da semana na América do Norte foi a estreia de “Luta pela Fé – A História do Padre Stu”, cinebiografia estrelada por Mark Wahlberg, que abriu em 5º lugar com US$ 5,7 milhões. Mas a produção da Sony, que estreia em 19 de maio no Brasil, foi considerada pior que “Os Segredos de Dumbledore”, recebendo apenas 42% de aprovação no Rotten Tomatoes. A maior surpresa ficou por conta do thriller indie “Everything Everywhere All at Once”, que aumentou sua exibição em quase mil telas e, embora tenha chegado em menos cinemas que o “Padre Stu”, faturou US$ 6,1 milhão, ficando em 4º lugar. Além disso, enquanto a crítica lastimou o trabalho de Wahlberg, o filme de ação da A24, estrelado por Michelle Yeoh, foi considerado brilhante, com 97% de resenhas positivas. Infelizmente, é justo este que ainda não tem previsão para o Brasil.
Leslie Grace revela planos de continuação de “Batgirl”
A atriz Leslie Grace (“Um Bairro em Nova York”) deu uma longa entrevista à revista Variety sobre a experiência de virar a nova Batgirl. Classificando a produção da HBO Max como “insana”, ela comentou como foi contracenar com Michael Keaton, Brandan Fraser e J.K. Simmons, além de revelar que já existem conversas sobre a possível continuação do filme. Ressaltando que a produção da sequência vai depender do desempenho em streaming, ela admitiu conhecer os planos dos diretores Adil El Arbi e Bilall Fallah (de “Bad Boys para Sempre”) para a possível “Batgirl 2”. “Definitivamente, houve algumas conversas sobre o que poderia ser”, afirmou. “Eu vi um pouco do que filmamos, obviamente no playback e tal, mas é insano. Nós já falamos sobre para onde vamos a partir daqui, porque muita coisa acontece nesse filme. Há muitos temas diferentes que tocamos na trama. Não é só a ação. Há uma história de amor, uma relação entre pai e filha. Há um olhar para o mundo por uma lente que não é só preta e branca, mas que vê a cor e o espectro entre as coisas”. Grace contou que as filmagens “superaram tudo o que imaginei”. “Eu tive de invocar algumas coisas em mim que nem sabia que tinha. Foi uma experiência incrível de aprendizado estar no set com veteranos de ação e absorver tudo”. Ao falar de seus “coadjuvantes”, ela revelou que teve mais dificuldades para contracenar com Brendan Fraser. Mas por um motivo inusitada. “Foi muito difícil, porque ele é nosso vilão e eu não deveria gostar dele, mas ele é um enorme ursinho de pelúcia. Ele é uma das melhores pessoas que eu já conheci”. O filme também conta com o veterano Michael Keaton de volta ao papel de Batman/Bruce Wayne, que ele desempenhou na virada dos anos 1980 para os 1990. “Foi selvagem para todo mundo”, ela explicou sobre o impacto da escalação. “Nossos diretores ficaram como duas crianças pequenas. Eles são nerds assumidos de Batman. E ele é o Batman, cara! Eu mal podia acreditar que estava dividindo um espaço com o Batman. Queria dizer mais, mas não posso. Foi insano, surreal, incrível”. “E J.K. Simmons vive o meu pai”, ela continuou. “Eu estava tão nervosa, porque tudo que conseguia imaginar era a voz dele em ‘Whiplash’. Tipo, o que será que ele falaria se eu fizesse algo errado? Então, viramos melhores amigos. E ele me contou todas as ótimas histórias sobre começar a carreira, trabalhar como garçom e em uma pizzaria e tentar ser um ator, fazendo teatro”. Para completar, a atriz adiantou o que os fãs podem esperar das cenas de ação. “Há uma boa dose de loucuras. Tem muito fogo porque, todos sabem, Brendan Fraser está vivendo o Vagalume. Tem fogos insanos. Tem acrobacias insanas. Tem quedas insanas. E Batgirl é uma motoqueira, então você vai ver muita coisa f*da”. Leslie Grace dará vida à primeira Batgirl latina e negra. A personagem nunca tinha sido representada desta forma antes, nem mesmo nos quadrinhos. Introduzida em 1967, quando executivos de televisão encomendaram uma heroína para atrair público feminino para a série “Batman”, que estava perdendo audiência em sua 3ª temporada, Batgirl ganhou as formas da atriz Yvonne Craig, que também serviu como modelo físico para as primeiras artes da personagem, sendo integrada aos quadrinhos quase simultaneamente à sua estreia na TV. Apesar de ter se tornado uma das heroínas mais populares da DC Comics, ela só apareceu no cinema 30 anos depois, quando a loira Alicia Silverstone vestiu seu capuz em “Batman & Robin” (1997). O fracasso de público e crítica daquela produção acabou reforçando a aposentadoria da personagem, que nos quadrinhos virou tetraplégica e passou a adotar a identidade de Oráculo, especializando-se em computação e serviços de inteligência para outros heróis. Essa versão de Barbara Gordon também já foi vista em carne e osso na série “Birds of Prey” (lançada no Brasil com o título equivocado de “Mulher Gato”), interpretada por Dina Meyer em 2002, e na recente 3ª temporada de “Titãs”, vivida por Savannah Welch (“Six”). Enquanto estava confinada numa cadeira de rodas nos quadrinhos, duas outras heroínas (uma asiática e uma loira) assumiram sua identidade, mantendo o nome de Batgirl vivo nas publicações mensais. Até que a DC Comics passou por dois reboots e mudou tudo, voltando a trazer Barbara Gordon em forma e de volta à ação como a Batgirl original. Desenvolvido para a plataforma HBO Max, o filme “Batgirl” tem roteiro de Christina Hodson (“Aves de Rapina”) e chega ainda este ano em streaming, numa data ainda não determinada.
Rocco Pitanga vira Batman em série do Spotify
O Spotify anunciou o elenco da adaptação em português da série de áudio “Batman Despertar”, espécie de radionovela da era digital. Com estreia marcada para 3 de maio, a adaptação vai trazer Rocco Pitanga (“Impuros”) como Bruce Wayne/Batman e grande elenco nacional, incluindo Camila Pitanga, irmã do super-herói brasileiro, como a voz de uma personagem chamada Kell (que pode ser Carrie Kelley, a Robin, ou apenas uma figurante). O projeto faz parte de um acordo internacional entre Spotify, Warner Bros. e DC Comics, que pretende adaptar a vasta biblioteca de personagens icônicos da DC em novos podcasts do Spotify em todo o mundo. Escrito por David S. Goyer, autor pela trilogia de “Batman” dirigida por Christopher Nolan no cinema, a trama gira em torno de um serial killer conhecido como O Ceifador, que aterroriza Gotham City sem que Batman apareça para salvar a cidade. É que nessa história complexa, Bruce Wayne não lembra que um dia foi o herói. Em vez disso, trabalha como patologista forense, e após escapar de um ataque do Ceifador, passa a ter terapia com um estranho psicólogo chamado Dr. Hunter (será que os fãs dos quadrinhos não o conhecem por outro nome?). Nesta Gotham sem Batman, Barbara Gordon vai precisar contar com a ajuda do segundo detetive mais inteligente de Gotham, conhecido como O Charada. Daniel Rezende (diretor de “Turma da Mônica: Lições”) e Marina Santana (designer de som de “Lino: Uma Aventura de Sete Vidas”) assinam a direção da adaptação, e o resto do grande elenco nacional inclui Tainá Müller (Barbara Gordon), Augusto Madeira (Charada), Adriana Lessa (Martha Wayne), Nill Marcondes (Thomas Wayne), Hugo Bonemer (Ceifador), Carol Abras (Renne Montoya), José Rubens Chachá (Alfred), Marcelo Varzea (Dr. Hunter) e Maria Bopp (Vicki Vale). Além deles, também há participações especiais de Felipe Castanhari, Erico Borgo, Catarina Garcia, Ivan Costa e Gabriel Godoy.
“Batman” chega na segunda em streaming
Ainda em cartaz nos cinemas, “Batman” vai estrear “de graça” na HBO Max na próxima segunda-feira, dia 18 de abril. A data foi confirmada pela plataforma nas redes sociais. A exibição não terá custo extra para quem é assinante do serviço. A data representa uma janela exclusiva de 46 dias nos cinemas – considerando o lançamento na quinta (3/3) – , que deve se tornar o padrão aproximado do streaming na pós-pandemia. Antes de março de 2020, a exclusividade dos cinemas durava até 90 dias e só depois deste período os filmes eram distribuídos em outras mídias. Mesmo com todo este tempo transcorrido, “Batman” continua a ser o terceiro filme mais visto nos cinemas brasileiros, atrás apenas de dois lançamentos recentes, de acordo com o levantamento da Comscore. Com direção de Matt Reeves, “Batman” traz Robert Pattinson no papel-título e mostra o herói da DC Comics em seus primeiros dias como combatente do crime. Por conta disso, também apresenta o surgimento de vários vilões icônicos, como o Charada (Paul Dano), Mulher-Gato (Zoë Kravitz) e Pinguim (Colin Farrell). Já pode parar com os comentários frenéticos perguntando cadê o Bátima. Como não sou o Charada, dou logo a reposta do enigma: Batman vai #DoCinemaParaSuaCasa no dia 18/04, sem nenhum custo adicional. #BatmanNaHBOMax pic.twitter.com/Vov0ZACCof — HBO Max Brasil (@HBOMaxBR) April 11, 2022
“Sonic 2: O Filme” lidera bilheterias brasileiras
Assim como nos EUA, a estreia de “Sonic 2: O Filme” foi o lançamento mais visto no fim de semana nos cinemas brasileiros. A adaptação do videogame produzida pela Paramount vendeu 816 mil ingressos e arrecadou R$ 15,8 milhões entre quinta e domingo (10/4) no país, segundo apuração da Comscore. O montante representa 68% de toda a movimentação do período, que teve 1,2 milhão de espectadores nos cinemas. Com isso, “Morbius” caiu para o 2º lugar, repetindo a queda vertiginosa do mercado norte-americano. Atraiu 259 mil pessoas e arrecadou R$ 5,2 milhões. “Batman” completa o pódio com 119 mil espectadores e R$ 2,5 milhões em ingressos. Desde a estreia, em 3 de março, o longa da Warner Bros. acumulou 5,7 milhões espectadores e rendeu R$ 112 milhões em bilheteria. Para completar, o único filme brasileiro no ranking, “Alemão 2”, manteve-se como o 6º filme mais visto, com 7 mil espectadores e arrecadação de R$ 155 mil. Desde a estreia, soma 33,5 mil espectadores e R$ 664 mil em ingressos vendidos.
“Sonic 2: O Filme” bate recorde nas bilheterias dos EUA
“Sonic 2: O Filme” teve uma das estreias mais impressionantes do ano com US$ 71 milhões de faturamento entre sexta e domingo (10/4) na América do Norte. Muito acima das expectativas, a produção resultou na maior abertura da Paramount desde 2014 e também se tornou uma das poucas continuações da era da covid-19 a conquistar uma bilheteria de lançamento maior que seu antecessor. Para completar, ainda quebrou um recorde com a maior estreia de uma adaptação de videogame em todos os tempos. O recorde anterior pertencia ao primeiro “Sonic: O Filme”, que chegou com US$ 58 milhões em seu fim de semana inaugural em fevereiro de 2020, um mês antes dos cinemas fecharem em todo o mundo devido à pandemia. O filme chegou no mercado internacional uma semana antes de seu lançamento doméstico e por isso soma um total estrangeiro de US$ 70 milhões. Em todo mundo, a produção já rendeu US$ 141 milhões. O sucesso da franquia gamer tornou o reinado de “Morbius” muito curto. A adaptação do personagem dos quadrinhos do Homem-Aranha sentiu o peso das críticas muito negativas e teve uma queda brutal de arrecadação, em torno de 74% em seu segundo fim de semana. Em 2º lugar, rendeu US$ 10,2 milhões e chegou a um total doméstico de US$ 57,1 milhões em seus primeiros 10 dias de exibição. Em todo o mundo, a produção milionária da Sony está com US$ 126,3 milhões e deve dar prejuízo, em grande contraste com o fenômeno “Homem-Aranha: Sem Volta para Casa”. A Paramount ainda encaixou outro filme no pódio: “Cidade Perdida” em 3º lugar. A comédia de aventura estrelada por Sandra Bullock fez pouco menos que “Morbius”: US$ 9,2 milhões. Seu total doméstico está em US$ 68,9 milhões e o lançamento no Brasil está marcado para 21 de abril. Estes desempenhos deixaram claro o fiasco da estreia de “Ambulância – Um Dia de Crime”, que abriu em 4º lugar. O novo thriller de Michael Bay (o diretor de “Transformers”) rendeu apenas US$ 8,7 milhões em seu primeiro fim de semana nos EUA e Canadá, apesar da maioria das sessões ter ingresso mais caro que a concorrência, por sua exibição em telas de formato premium como IMAX. O longa da Universal também passou longe do topo no Brasil, onde chegou aos cinemas em 24 de março. O lançamento antecipado no exterior ajudou o filme a somar US$ 31 milhões mundiais… em 17 dias. Considerada uma produção barata para os padrões de Michael Bay, “Ambulância” custou US$ 40 milhões para ser filmado e mesmo assim vai dar prejuízo. O Top 5 se completa com “Batman”, que rendeu mais US$ 6,2 milhões no mercado norte-americano, elevando seu faturamento doméstico para US$ 359 milhões e a receita global para US$ 735,1 milhões – a maior bilheteria de 2022.
“Morbius” tira “Batman” do topo das bilheterias no Brasil
A estreia de “Morbius” tirou “Batman” da liderança das bilheterias no Brasil. De acordo com dados da consultoria Comscore, o filme do vampiro vivo da Marvel teve 445 mil espectadores e arrecadou R$ 8,9 milhões entre quinta e domingo (3/4), enquanto o homem-morcego da DC Comics, lançado há um mês nos cinemas, foi visto por 192 mil pessoas e faturou R$ 4 milhões em ingressos vendidos. “Morbius” também liderou as bilheterias em sua estreia nos EUA, mas, assim como no Brasil, com desempenho muito inferior aos dois filmes de “Venom”, primeira franquia derivada dos quadrinhos do Homem-Aranha. Para lembrar, o primeiro “Venom” estreou diante de mais de 1 milhão de espectadores brasileiros em 2018, enquanto o segundo, “Venom: Tempo de Carnificina”, com muitos cinemas fechados pela pandemia, vendeu 580,7 mil ingressos em outubro passado – o que representou 60% de todo o movimento financeiro da semana no mercado nacional. Único lançamento brasileiro do período, “Alemão 2” ficou em 6º lugar entre os filmes mais assistidos, com 15,2 mil espectadores e faturamento de R$ 333 mil. Veja abaixo a lista das 10 maiores bilheterias do fim de semana no Brasil, em levantamento da Comscore. #Top10 #Bilheteria #Filmes #Cinema 31/3-3/4:1. #Morbius 2. #Batman 3. #OsCarasMalvados 4. #AmbulanciaMovie 5. #EpaCadeNoe26. #Alemão27. #Uncharted 8. #NoRitmoDoCoração9. #APiorPessoaDoMundo10. #DriveMyCar — Comscore Movies BRA (@cSMoviesBrazil) April 4, 2022
“Morbius” faz metade da bilheteria de “Venom” nos EUA
“Morbius”, o novo filme baseado nos quadrinhos da Marvel, arrecadou US$ 39,1 milhões em sua estreia em 4.268 cinemas nos EUA e Canadá. O desempenho é menos da metade da arrecadação de “Venom”, primeira produção da Sony sobre um vilão do Homem-Aranha, que fez US$ 80 milhões em seu fim de semana inaugural de 2018. A sequência, “Venom: Tempo de Carnificina”, rendeu ainda mais: US$ 90 milhões em 2021, no auge da pandemia. Em todo o mundo, “Morbius” arrecadou US$ 84 milhões, praticamente o que os outros filmes fizeram em sua estreia na América do Norte. Foram US$ 44,9 milhões vindos de 62 países. O maior desafio para o longa estrelado por Jared Leto está sendo superar as críticas muito ruins. “Morbius” atingiu apenas 17% de aprovação no site Rotten Tomatoes, cotação de lixo radioativo, que o qualifica a buscar uma vaga entre os indicados a Pior Filme do Ano na premiação do Framboesa de Ouro de 2023. Leto venceu este ano o Framboesa de Pior Ator por “Casa Gucci”. Para demonstrar que não foi implicância da crítica, o público deu nota C+ no CinemaScore – pesquisa feita na saída dos cinemas dos EUA. Até então, a pior avaliação para uma adaptação da Marvel no CinemaScore tinha sido de “Eternos”, uma nota B. As pontuações do PostTrak também são medíocres. E isso indica tendência de grande queda na arrecadação dos próximos dias, devido ao boca-a-boca negativo. Apesar disso, “Morbius” não teve dificuldades para liderar as bilheterias deste fim de semana, tirando “Cidade Perdida” do topo. A comédia de aventura estrelada por Sandra Bullock e Channing Tatum ficou em 2º lugar no mercado doméstico com US$ 14,8 milhões. Em dois fins de semana, a produção da Paramount somou US$ 54,6 milhões na América do Norte. “Cidade Perdida” só foi lançado em 17 mercados até agora (com um faturamento inicial de US$ 7 milhões no exterior) e só chega ao Brasil no dia 21. “Batman” completou o pódio norte-americano, ficando em 3º lugar com US$ 10,8 milhões. Em um mês de exibição, a adaptação dos quadrinhos da DC Comics chegou a quase US$ 350 milhões nos EUA e Canadá e superou os US$ 700 milhões em todo o mundo – totalizou exatamente US$ 710,5 milhões neste domingo (3/4) no mercado mundial.
“Gotham Knights” escala intérprete de Spoiler/Batgirl
A atriz Anna Lore (“All American”) entrou no elenco do piloto de “Gotham Knights”, novo projeto de série da DC Comics em desenvolvimento para a rede The CW. Ela interpretará uma das protagonistas: Stephanie Brown. Criada em 1992 pelo roteirista Chuck Dixon e o desenhista Tom Lyle, Stephanie já viveu três heroínas diferentes nos quadrinhos da DC Comics: Spoiler, Robin e Batgirl. A personagem é filha de um dos vilões clássicos de Batman, o Mestre das Pistas, conhecido por sempre deixa pistas claras sobre seus planos, ainda que nem sempre elas sejam óbvias. Ela virou heroína justamente para evitar que inocentes fossem feridos pelo pai, desafiando-o ao se tornar a vigilante Spoiler (às vezes chamada de Salteadora no Brasil), cujo nome em inglês é uma alusão ao fato de estragar as surpresas do pai. Ela virou Robin durante o período mais difícil e polêmico dos quadrinhos de Batman. Durante o crossover “Batman: Jogos de Guerra”, foi torturada pelos inimigos do herói e dada como morta. Mas isso não a deteve, e mesmo contra a vontade de Batman virou a terceira heroína a usar o nome de Batgirl, após a original, Barbara Gordon (vista em live-action na 3ª temporada de “Titãs”), e sua substituta Cassandra Cain (vista no filme “Aves de Rapina”) abandonarem a identidade. Foi neste último período que chegou a ter sua própria publicação mensal, chamando atenção por virar a primeira Batgirl loira. Stephanie Brown também já apareceu em live-action no “Arrowverso”. Ela foi interpretada por Morgan Kohan (da série “When Hope Calls”) num episódio da 2ª temporada de “Batwoman”. A participação da personagem coincide com a inclusão de outra Robin na série: Carrie Kelley, a primeira Robin feminina (apresentada no clássico futurista “O Cavaleiro das Trevas”, de Frank Miller). Só que nesse segundo caso a escalação não refletiu os quadrinhos. Mantendo o padrão do “Arrowverso” de dar papéis de heróis ruivos para atores negros, Carrie Kelley será vivida por Navia Robinson (a Nia de “A Casa da Raven”). O elenco ainda destaca Olivia Rose Keegan (a Lily de “High School Musical: The Musical: The Series”) como Duela Dent, que surgiu nos quadrinhos afirmando ser filha do Coringa e sobrinha do Duas Caras – e também apareceu como esquizofrênica, dizendo-se filha da Mulher-Gato, do Espantalho e do Charada, e até uma ex-membro dos Titãs do futuro que enlouqueceu após múltiplas viagens no tempo. O próprio Duas Caras participa da trama, vivido por Misha Collins, que ficou conhecido ao interpretar o anjo Castiel em “Supernatural” (2005-2020). Outros integrantes da produção incluem Fallon Smythe (“Grown-ish”) e Tyler DiChiara (“Relish”), que viverão a heroína Pássaro Azul e seu irmão, e Oscar Morgan (“Warren”), contratado para interpretar um personagem inédito nos quadrinhos: Turner Hayes, um filho adotivo de Bruce Wayne. Apesar do título, “Gotham Knights” não tem relação com o game da DC de mesmo nome, que será lançado neste ano, nem será uma produção derivada de “Batwoman”, exibida no mesmo canal nos EUA. A atração vai se passar em Gotham City após a morte de Batman. Segundo a sinopse divulgada, mostrará “o filho adotivo rebelde de Bruce Wayne forjando uma aliança improvável com os filhos dos inimigos de Batman, após todos serem incriminados no assassinato”. Além de lutarem para limpar seus nomes e encontrar o verdadeiro assassino, o grupo de fugitivos ainda se verá ocupando o vácuo criado pela ausência de Batman, “quando Gotham se torna mais perigosa que nunca”, tornando-se “sua próxima geração de salvadores”. O projeto está sendo desenvolvida pelos roteiristas Chad Fiveash, James Stoteraux e Natalie Abrams, que atualmente escrevem episódios de “Batwoman”. E a produção é de Greg Berlanti, o mentor do “Arrowverso”, universo de séries de super-heróis da DC Comics na rede The CW. Importante ressaltar que até o momento a atração não tem uma temporada garantida. Apenas seu piloto foi encomendado pelo canal. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Anna Lore (@anna_lore)
“Cidade Perdida” supera “Batman” nos EUA
A comédia romântica de aventura “Cidade Perdida”, estrelada por Sandra Bullock e Channing Tatum, superou expectativas ao estrear no topo das bilheterias da América do Norte, com US$ 31 milhões de arrecadação entre sexta e este domingo (27/3). O desempenho, considerado surpreendente para analistas do mercado, tirou o blockbuster “Batman” do topo das bilheterias e foi destacado pelo presidente de distribuição doméstica da Paramount, Chris Aronson. Em comunicado, ele disse que “Cidade Perdida” resgatou o sucesso do “gênero aventura-comédia-romance que tem sido um pouco escasso ultimamente”. “Uma abertura sensacional!”, comemorou. O filme também teve boa recepção entre a crítica, com 76% de aprovação no Rotten Tomatoes. Já no exterior, arrecadou apenas US$ 3,7 milhões em 16 países de menor expressão no mercado cinematográfico. “Batman” ficou em 2º lugar, faturando US$ 20,5 milhões. Ao todo, a adaptação dos quadrinhos da DC Comics já soma US$ 332 milhões no mercado interno. Além disso, a produção da Warner fez mais US$ 25 milhões no exterior para atingir US$ 672,9 milhões em todo o mundo. A maior surpresa das bilheterias, porém, foi a venda de ingressos de “RRR”, um filme de ação indiano, que se qualificou em 3º lugar com faturamento de US$ 9,5 milhões, um recorde para uma produção da Índia nos EUA. Um dos motivos do recorde foi a estratégia da distribuidora Sarigami de tratar a produção como um evento e decidir cobrar mais caro pelos ingressos. Em compensação, a aventura de alpinismo “Infinite Storm”, estrelada por Naomi Watts, tornou-se literalmente um filme de desastre, abrindo com apenas US$ 751 mil em mais de mil telas. O investimento do estúdio indie Bleeker Street resultou numa obra considerada medíocre pela crítica (58% no Rotten Tomatoes) e ficou em 10º lugar.
Warner revela cena inédita com o Coringa no filme “Batman”
A Warner Bros. divulgou uma cena inédita de “Batman”, cortada na edição final do filme, que revela o visual completo do Coringa e seu encontro com o herói no Asilo Arkham. Na cena de 5 minutos, Batman visita o Coringa na esperança de que ele possa ajudá-lo a entender a linha de raciocínio do Charada, que tem enviado mensagens codificadas para o herói em cenas de crime. Na versão exibida nos cinemas o Coringa aparece apenas brevemente no final, trocando algumas palavras com o Charada em sua cela de Arkham. O vilão é vivido por Barry Keoghan (“Eternos”), como muitos “adivinharam” durante o processo de produção – a Warner chegou a divulgar que o ator interpretaria um policial. A divulgação oficial da cena do Coringa pode ter a ver com planos para o lançamento de uma série centrada no Asilo Arkham, que está sendo produzida pelo diretor do filme, Matt Reeves, ou ainda servir de preparação para o próximo filme da franquia, já considerado inevitável pelo estúdio. Estrelado por Robert Pattinson (“Bom Comportamento”) no papel-título, o filme acompanha o começo da carreira do super-herói, antes de sua fama se solidificar no submundo do crime. Por conta disso, a trama também mostra a origem de vários personagens icônicos. O elenco da produção também inclui Zoe Kravitz (da série “Big Little Lies”) como Mulher-Gato, Colin Farrell (“Dumbo”) como Pinguim, Paul Dano (“12 Anos de Escravidão”) como Charada, John Turturro (“Transformers”) como o mafioso Carmine Falcone, Andy Serkis (“Pantera Negra”) como Alfred e Jeffrey Wright (“Westworld”) como Comissário Gordon. Lançado no primeiro fim de semana de março, o filme já rendeu mais de US$ 600 milhões de bilheteria mundial.












