PIPOCAMODERNA
Pipoca Moderna
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc

Nenhum widget encontrado na barra lateral Alt!

  • Série

    Batwoman: Série vai introduzir Batgirl

    9 de maio de 2021 /

    A série “Batwoman” vai aumentar a Bat-família neste domingo (9/5) com a exibição do episódio “I’ll Give You a Clue”. Graças ao vilão da semana, Arthur Brown, mais conhecido como Mestre das Pistas (Clue Master), a atração também introduzirá sua filha Stephanie. Conhecido por testar a inteligência dos seus inimigos, o Mestre das Pistas sempre deixa pistas claras sobre seus planos, ainda que nem sempre elas sejam óbvias. Para evitar que inocentes sejam feridos, Stephanie Brown resolve desafiá-lo, transformando-se na vigilante Spoiler (às vezes chamada de Salteadora no Brasil), cujo nome em inglês é uma alusão ao fato de estragar as surpresas do pai. Criada por Chuck Dixon, Stephanie também já teve duas outras identidades nos quadrinhos da DC Comics: Robin e principalmente Batgirl. Ela foi a terceira heroína a usar o nome de Batgirl, após a original, Barbara Gordon (que estará na 3ª temporada de “Titãs”), e Cassandra Cain (vista no filme “Aves de Rapina”) abandonarem a identidade. Neste período, chegou a ter sua própria publicação mensal, chamando atenção por ser a primeira Batgirl loira. Barbara acabou retomando o papel no reboot mais recente da DC, mas já há indicações da volta de Stephanie ao uniforme. Na série, a personagem será interpretada por Morgan Kohan (da série “When Hope Calls”), que curiosamente é ruiva como Barbara Gordon e não loira como Stephanie Brown nos quadrinhos. Ela aparece brevemente no trailer do episódio abaixo, aprisionada pelo próprio pai.

    Leia mais
  • Série

    Astro de “Mad Men” será o Espantalho em “Titãs”

    28 de abril de 2021 /

    A série “Titãs” (Titans) escalou o ator Vincent Kartheiser (o Pete Campbell de “Mad Men”) no papel de Jonathan Crane, mais conhecido pelos leitores de quadrinhos como o vilão Espantalho. O personagem vai aparecer na 3ª temporada da série como um prisioneiro no Asilo Arkham, após aterrorizar Gotham City usando toxinas para explorar as fobias de seus inimigos. Anteriormente, o vilão apareceu na trilogia dos filmes de Batman de Christopher Nolan e na série “Gotham”, interpretado respectivamente por Cilliam Murphy e David W. Thompson. Passada em Gotham City, a 3ª temporada de “Titãs” também introduzirá outros dois personagens importantes dos quadrinhos de Batman: Barbara Gordon (a primeira Batgirl/Oráculo) e Tim Drake (o terceiro Robin). Eles serão interpretados pela atriz e cantora Savannah Welch (“Boyhood”), que tem uma perna amputada, e por Jay Lycurgo (“I May Destroy You”), que é preto e está no vindouro novo filme de “Batman”. “Titãs” foi renovada para sua 3ª temporada em novembro de 2019. Mas, desde então, seu lar de origem, o serviço de streaming DC Universe, foi transformado numa plataforma exclusiva de quadrinhos digitais, fazendo com que sofresse mudança de endereço. A série passou para a HBO Max, junto com “Patrulha do Destino” (Doom Patrol) e o desenho da Arlequina (Harley Quinn). Ainda não há previsão para a estreia dos novos episódios.

    Leia mais
  • Filme,  Série

    Warner revela ter planos para Zatanna e Batgirl

    12 de março de 2021 /

    A WarnerMedia vai apostar tudo no conteúdo da DC Comics para tentar se aproximar do sucesso da Disney com a Marvel. Em seu Dia do Investidor, a AT&T, proprietária da Warner, revelou planos ambiciosos para a HBO Max, visando atingir 150 milhões de assinantes até 2025, metade deles fora dos EUA. Isso passa pelo lançamento da HBO Max na América Latina (incluindo Brasil) e por uma versão alternativa e gratuita da plataforma nos EUA, alimentada por anúncios. A previsão para a estreia desses produtos é junho. Mas o crescimento não adiantaria nada sem conteúdo atraente para o público. E a promessa é de muitas adaptações da DC. A apresentação comandada pelo executivo John Stankey, CEO of WarnerMedia, destacou um quadro que reuniu o logotipo de vários heróis da editora, para demonstrar o investimento previsto para produções futuras. A imagem foi publicada nas redes sociais pelo analista Rich Greenfield, e, além de franquias estabelecidas, faz alusões a Zatanna, Batgirl, Super Choque e Besouro Azul. Veja abaixo. Não está claro se os projetos são filmes ou séries, porque “Besouro Azul” e “Super Choque” está sendo desenvolvidos como longas-metragens, respectivamente pelo diretor Angel Manuel Soto (“Twelve”) e o ator Michael B. Jordan (“Pantera Negra”). Os projetos de “Zatanna” e “Batgirl” são as principais novidades da lista, pois não vinham sendo citados entre as últimas notícias envolvendo as adaptações da editora. Apesar disso, o interesse em desenvolver uma produção centrada na heroína de Gotham City é antigo. Em 2017, Joss Whedon começou a escrever o primeiro filme solo de Barbara Gordon, mas nunca encontrou o tom e desistiu (antes de se envolver em várias polêmicas por mau comportamento nos bastidores de “Liga da Justiça” e “Buffy – A Caça-Vampiros”). A última notícia é que Christina Hodson (“Aves de Rapina”) tinha assumido a vaga e feito um “novo” roteiro em 2018. Já “Zatanna” pode integrar o Dark Universe da DC, uma linha de séries desenvolvida pela Bad Robot, produtora de J.J. Abrams, com os personagens da “Liga da Justiça Sombria”. Ela complementaria a nova série de “Constantine”, que estaria em desenvolvimento. Rumores ainda apontam que esse projeto estaria por trás do cancelamento precipitado e nunca esclarecido de “Monstro do Pântano” (Swamp Thing). O personagem também pode ressuscitar junto dessas séries. Warner trying to finally go big with @DCComics in graphic below will be interesting to see if they can execute anywhere near Marvel going forward, as historically it has not been close last Wonder Woman 1984 was disappointing#ATTInvestorDay $T pic.twitter.com/KaHmoh76ML — Rich Greenfield, LightShed (@RichLightShed) March 12, 2021

    Leia mais
  • Série

    Titãs: Visual da vilã Estrela Negra é revelado

    27 de fevereiro de 2021 /

    A HBO Max divulgou o visual da vilã Estrela Negra (Blackfire), vivida por Damaris Lewis (“Pose”) na 3ª temporada de “Titãs” (Titans). A personagem, que também se chama Komand’r, é irmã da heroína Estelar (Starfire), interpretada por Anna Diop na série. Lewis chegou a aparecer em dois episódios da 2ª temporada, mas terá participação mais destacada nos novos capítulos, quando buscará eliminar sua irmã, com quem disputa o título de Rainha do planeta Tamaran. Vale lembrar que Estelar também aparecerá com um novo visual, revelado pela HBO Max em novembro do ano passado. Apesar desse conflito interplanetário, a 3ª temporada de “Titãs” vai se passar em Gotham City e incluirá ainda Barbara Gordon (interpretada por Savannah Welch, de “Boyhood”), além de mostrar a transformação de Robin (Jason Todd) no vilão Capuz Vermelho. O visual desse personagem, interpretado por Curran Walters, também já foi revelado. Para completar, a temporada abordará a morte (e a ressurreição) de Donna Troy, a Moça-Maravilha, que teve um destino trágico (e banal) ao final da 2ª temporada. Sua intérprete, Conor Leslie, continua no elenco da atração. Nos quadrinhos, a Moça-Maravilha original “morreu” para renascer como Troia. A data de estreia da 3ª temporada ainda não foi marcada.

    Leia mais
  • Série

    Ator do novo filme de Batman será Robin na série dos Titãs

    30 de janeiro de 2021 /

    A Batfamília vai crescer bastante na 3ª temporada de “Titãs”. Após a escalação de Savannah Welch (“Boyhood”) como Barbara Gordon, a Batgirl original dos quadrinhos, a produção revelou que Jay Lycurgo (“I May Destroy You”) entrou na série como Tim Drake, o terceiro Robin da DC Comics (para quem está contando, são quatro Robins oficiais, sem considerar as versões femininas). A versão de Tim Drake que aparecerá na série é descrita como um garoto com experiência nas ruas que cresceu durão mas sem perder sua crença inabalável em heroísmo. Sua atitude tranquila é sustentada por uma mente quase genial, um detetive nato com percepção de detalhes muito além de sua idade. Além disso, ele é negro. Ou seja, exceto pelo fato de ser “um detetive nato”, completamente diferente do personagem dos quadrinhos – um menino rico e branco, filho de empresários-arqueólogos, que descobre a identidade de Batman. Criado por Marv Wolfman (o pai dos “Novos Titãs”) e Pat Broderick, Tim Drake foi introduzido em meados de 1989 num arco que tinha o objetivo de ajudar Batman a superar o trauma da morte de Jason Todd, o segundo Robin, pelas mãos do Coringa. Ao deduzir a identidade secreta de Batman e Asa Noturna, ele comprova sua capacidade para se tornar o terceiro o Robin – sua justificativa: “Batman precisa de Robin”. Mas mesmo tendo assumido a identidade do herói no final de 1990, ainda passou por um curso intenso de treinamento, que os leitores da época consideraram interminável. Jason Todd, claro, não morreu. Ele virou o vilão Capuz Vermelho. Na série, o ex-Robin (vivido por Curran Walters) também passará pela mesma transformação na 3ª temporada. Mas o que chama atenção na escalação de Tim Drake é que Jay Lycurgo também faz parte do elenco do novo filme de Batman. Fotos da produção revelam que ele integra uma gangue de caras-pintadas, que possivelmente tem relação com o Coringa – ou com os vampiros da série “Van Helsing” (kkk). Será a primeira vez que Tim Drake aparecerá numa produção live-action. A 3ª temporada de “Titãs” ainda não tem previsão de estreia. CASTING ANNOUNCEMENT: From the shadow of the bat, a new hero arrives to join season 3 of #DCTitans. Please welcome Jay Lycurgo as Tim Drake. pic.twitter.com/gjecFXjmea — DC Titans on Max (@DCTitans) January 28, 2021 Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por LYCURGO (@jaylycurgo) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por LYCURGO (@jaylycurgo) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por LYCURGO (@jaylycurgo)

    Leia mais
  • Série

    Titãs: Atriz deficiente viverá Barbara Gordon na nova temporada

    19 de janeiro de 2021 /

    A produção da série “Titãs” oficializou a intérprete de Barbara Gordon, a Batgirl original, nos episódios da 3ª temporada da atração, que agora será exibida na plataforma HBO Max. Em uma postagem em seu Instagram, a atriz e cantora Savannah Welch finalmente pôde se dizer “honrada” por ter sido escolhida para viver a personagem icônica. Em 15 anos de carreira, ela já apareceu em filmes como “A Árvore da Vida” (2011) e “Boyhood: Da Infância à Juventude” (2014), além da série “Six” (em 2018), mas o papel será seu maior trabalho, além de representar uma segunda chance em sua carreira. Um detalhe da escalação de Welch sugere a forma como Barbara será retratada. A atriz sofreu um acidente em 2016 e precisou amputar uma das pernas, o que interrompeu sua ascensão. Nos quadrinhos, Barbara teve uma longa fase como cadeirante. Ela chegou a aposentar o uniforme de Batgirl quando se viu confinada em uma cadeira de rodas após um ataque do Coringa. Mas superou a restrição especializando-se em informática e virando a Oráculo, fonte de informações cruciais para Batman, além de formar seu próprio grupo de vigilantes femininas, as Aves de Rapina, transformando Canário Negro e Caçadora em suas “pernas”. Welch começou a treinar para lutar numa cadeira de rodas em novembro passado. Sem revelar qual era o trabalho, ela postou um vídeo de seus ensaios com bastão no Instagram, comentando: “Sempre sonhei em treinar para cenas de ação quando tinha as duas pernas, mas em mais de 15 anos de atuação, nunca tive a chance… até agora. Acontece que ‘corpo capaz’ é um termo que podemos redefinir como acharmos adequado”. Veja abaixo. Apesar de registrar a fase cadeirante, a série vai mostrar um desenvolvimento diferente para a personagem. A filha do Comissário Gordon aparecerá no antigo posto do pai, comandando o Departamento de Polícia de Gotham City. Já outra característica importante da evolução da personagem nos quadrinhos foi mantida. A nova versão televisiva de Barbara teve, no passado, um relacionamento amoroso com Dick Grayson (Brenton Thwaites), o Robin/Asa Noturna, que deve gerar faíscas quando os dois se reencontrarem na nova temporada. Este relacionamento existiu nos quadrinhos e os dois até hoje esquentam o clima quando se encontram nas publicações da DC Comics. Savannah Welch será a quarta intérprete de Barbara Gordon nas telas. A personagem surgiu em 1967, quando executivos de televisão encomendaram uma heroína para atrair público feminino para a série “Batman”, que estava perdendo audiência em sua 3ª temporada. Yvonne Craig não só foi a primeira intérprete como também modelo físico para a heroína, que foi integrada aos quadrinhos simultaneamente à sua estreia na série. Apesar de ter se tornado uma das mais populares heroínas da DC Comics, ela só voltou a ganhar carne e osso 30 anos depois, quando Alicia Silverstone vestiu seu capuz em “Batman & Robin” (1997). Finalmente, em 2002, a versão Oráculo de Barbara Gordon estreou na série “Birds of Prey” (lançada no Brasil com o título equivocado de “Mulher Gato”), interpretada por Dina Meyer. A 3ª temporada de “Titãs” ainda não tem previsão de estreia. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Savannah Rose Welch (@savannahwelch) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Savannah Rose Welch (@savannahwelch)

    Leia mais
  • Filme

    Diretor da DC planeja lançar seis filmes de super-heróis por ano – dois deles na HBO Max

    28 de dezembro de 2020 /

    O chefe da DC Films, Walter Hamada, deu uma entrevista ao jornal The New York Times no domingo (27/12), numa reportagem sobre o futuro dos filmes de super-heróis da Warner. Segundo o executivo, a partir de 2022 haverá até quatro estreias da DC Comics nos cinemas por ano. Os títulos serão baseados nos quadrinhos mais populares da editora, filmados com grande orçamento e projetados para a tela grande. Além disso, o plano inclui mais dois filmes adicionais “focados em personagens mais arriscados, como Batgirl e Super Choque (Static Shock)”, para lançamento anual na HBO Max. Séries derivadas de filmes também serão tratadas como prioridade e Hamada admite que, “com cada filme que estamos vendo agora, pensamos: ‘Qual é o potencial spin-off para a HBO Max?'” Os primeiros projetos dessa linha se relacionarão aos filmes “Batman” (um spin-off focado no departamento de polícia de Gotham City) e “O Esquadrão Suicida” (uma série do vilão Pacificador). Hamada acredita que os cinéfilos e os assinantes da HBO Max não deverão ter problemas para entender que todos esses projetos existem no Multiverso da DC, um conceito que o filme do Flash vai apresentar quando for lançado – por isso, ele incluirá duas versões diferentes de Batman, vividas por Ben Affleck e Michael Keaton. A exceção entre os projetos que se multiplicam em streaming deve ficar por conta da nova versão de “Liga da Justiça”, do diretor Zack Snyder. O estúdio avalia essa produção “como uma narrativa que não leva a lugar nenhum”, de acordo com o jornal nova-iorquino. Em outras palavras, as chances da nova “Liga da Justiça” ganhar uma sequência, derivados ou mesmo influenciar futuros projetos são mínimas. Isso não é muito surpreendente e pode explicar por que Snyder tem mencionado continuar sua história em quadrinhos (provavelmente com arte do chefão da editora DC Jim Lee). O simples lançamento do “Snyder Cut” já pode ser considerado uma grande vitória para os fãs, é claro – que a Warner tenha topado fazer essa versão já é um grande choque. Mas se a minissérie de quatro horas estourar em audiência na HBO Max, tudo pode acontecer – o estúdio pode simplesmente mudar sua postura e continuar a história. “Acho que ninguém mais tentou isso”, diz Hamada, sobre as diferentes abordagens dos projetos da DC. “Mas o público é sofisticado o suficiente para entender. Se fizermos bons filmes, eles virão assisti-los.”

    Leia mais
  • Série

    3ª temporada de Titãs revela novo visual de Estelar

    23 de novembro de 2020 /

    A HBO Max divulgou o novo visual de Estelar (Starfire), personagem vivida por Anna Diop em “Titãs”. A imagem revela o traje que a atriz vai utilizar na 3ª temporada, que é bem parecido com o que a heroína veste nos quadrinhos, além de um tom diferente de cabelos, que deixam de ser vermelhos. No mesmo post nas redes sociais, a plataforma revelou a arte conceitual por trás da mudança, que lembra ainda mais a personagem dos quadrinhos e desenhos animados. O criador da heroína, Marv Wolfman, reconheceu a semelhança no Twitter: “Ótimo figurino e Anna fica demais nele. Estelar é excelente!”. O que rendeu agradecimentos de Diop. A expectativa é que Estelar ganhe um arco maior nos próximos episódios de “Titãs”, já que terá que enfrentar sua irmã Estrela Negra (Blackfire), vivida por Damaris Lewis (“Pose”). A 3ª temporada vai se passar em Gotham City e incluirá ainda o Espantalho e Barbara Gordon, além de mostrar a transformação de Robin (Jason Todd) no vilão Capuz Vermelho. O visual desse personagem, interpretado por Curran Walters, também já foi revelado. Para completar, a trama também deverá lidar com a morte (e a ressurreição) de Donna Troy, que teve um destino trágico (e banal) ao final da 2ª temporada. Sua intérprete, Conor Leslie, continua no elenco da atração. Nos quadrinhos, a Moça-Maravilha original “morreu” para renascer como Troia. A data de estreia da 3ª temporada ainda não foi marcada. Bow when in the presence of Queen Starfire 🔥 @TheAnnaDiop @hbomax pic.twitter.com/p7Kv2Ez2TX — DC Titans on Max (@DCTitans) November 23, 2020 Thank you, Marv!! 🥰🥰 — Anna Diop (@TheAnnaDiop) November 23, 2020

    Leia mais
  • Etc

    Nova Batwoman estreia nos quadrinhos antes da série

    27 de outubro de 2020 /

    A DC Comics introduziu a personagem Ryan Wilder nos quadrinhos com a publicação da edição 50 da revista “Batgirl”, que chegou às bancas dos EUA nesta terça-feira (27/10), meses antes da estreia da personagem na série para a qual foi concebida, “Batwoman”. Veja a cena de sua estreia abaixo, com arte de Marguerite Sauvage, Aneke e Emanuela Lupacchino. Último número da atual saga de Batgirl, a revista apresenta Ryan como uma jovem negra sem teto, que mora em uma van com uma planta e recusa ajuda, tendo uma conversa politizada com Barbara Gordon, identidade secreta da Batgirl. Num dos diálogos, Barbara revela que conhece a jovem há muitos anos, desde que Ryan dormia na biblioteca em que ela trabalhava na juventude. Esta citação serve de referência ao fato de que Batgirl também foi uma criação televisiva que virou personagem de quadrinhos. A heroína foi concebida para a 3ª e última temporada da série “Batman”, em 1967, ocasião em que foi apresentada como bibliotecária – uma bibliotecária de óculos, que não conseguia deixar de ser sexy na pele da belíssima Yvonne Craig. Javicia Leslie interpretará Ryan Wilder na TV. A personagem será introduzida no primeiro capítulo da 2ª temporada e logo se tornará a nova protagonista de “Batwoman”. Em julho passado, a showrunner Caroline Dries assumiu a autoria da personagem. “Estou inventando uma personagem totalmente nova que, no passado, foi inspirada pela Batwoman, então ela assume o manto e talvez não seja a pessoa certa no momento para fazê-lo, mas é isso que a torna divertida”, contou a produtora, durante sua participação no ATX TV Festival. Por sinal, a showrunner de “Batwoman” descreveu Ryan Wilder exatamente como ela apareceu nos quadrinhos. Aprofundando os detalhes, Ryan é uma jovem negra, ex-traficante de drogas, que está reformada e sóbria, vivendo em um van com uma planta. Ela também é uma lutadora altamente qualificada, mas extremamente indisciplinada. Como sua antecessora, Ryan pertence à comunidade LGBTQIA+, assumindo-se como bissexual. Apesar da mudança, a produção ainda não deu pistas de como vai resolver o problema causado pela ausência de Ruby Rose na série, após a atriz anunciar que não voltaria a viver Kate Kane na 2ª temporada. A temporada inaugural foi interrompida pelo coronavírus num ponto em que é difícil imaginar como se dará esta transição, mas Caroline Dries já disse que não pretende matar Kate na trama. Assim, o mistério só deverá ser resolvido quando “Batwoman” voltar ao ar em 2021.

    Leia mais
  • Série

    Titãs: Surgem as primeiras imagens do vilão Capuz Vermelho

    26 de outubro de 2020 /

    A HBO Max divulgou o visual do Capuz Vermelho, vilão da 3ª temporada de “Titãs”. As imagens, disponibilizadas nas redes sociais da série, chamam atenção pela fidelidade com que refletem as encarnações mais recentes do personagem. O uniforme será vestido por Curran Walters, intérprete de Jason Todd (o segundo Robin), que encerrou a 2ª temporada se separando dos Titãs de forma ressentida e voltará como o novo vilão – refletindo a trajetória de seu personagem nos quadrinhos, exceto pela parte em que “morre” tragicamente nas mãos do Coringa. A 3ª temporada vai se passar em Gotham City e incluirá ainda o Espantalho e Barbara Gordon. Em vez de aterrorizar Gotham City, o Espantalho vai aparecer como um presidiário do Asilo Arkham que oferece seus serviços como consultor de psicopatas para a polícia de Gotham City – o que lembra Hannibal Leckter em “O Silêncio dos Inocentes” – , enquanto Barbara será apresentada como nova comissária da política no lugar de seu pai, James Gordon. Nos quadrinhos, ela também é conhecida como Batgirl. Outro detalhe importante é que Estrela Negra (Blackfire), a irmã de Estelar, também terá destaque como vilã. Sua intérprete, Damaris Lewis, foi introduzida no final da 2ª temporada e acabou integrada ao elenco central para os próximos capítulos. Até então disponibilizados pela plataforma DC Universe nos EUA, os episódios de “Titãs” migraram para a HBO Max. Já no Brasil, a série continua na plataforma Netflix. A data de estreia da 3ª temporada ainda não foi marcada. Welcome to the Hood. Jason Todd returns as the Red Hood in season 3 of Titans. Seasons 1 and 2 stream November 1st on @hbomax (US). #DCTitans pic.twitter.com/Pm5riPShNb — DCTitans (@DCTitans) October 26, 2020

    Leia mais
  • Etc

    Gotham Knights: Asa Noturna, Batgirl, Capuz Vermelho e Robin assumem legado de Batman em novo game

    22 de agosto de 2020 /

    A Warner Bros. Games e a DC divulgaram um trailer (em versão dublada em português e original em inglês) e um vídeo de gameplay de “Gotham Knights”, um novo videogame de ação e RPG em terceira pessoa, atualmente em desenvolvimento pela divisão de diversões eletrônicas da empresa, sediada em Montreal, no Canadá. O material revela a premissa, mostrando como Asa Noturna (Dick Grayson), Batgirl (Barbara Gordon), Capuz Vermelho (Jason Todd) e Robin (Tim Drake) se juntam para continuar o legado de Batman, após a morte de Bruce Wayne. Enquanto o trailer destaca uma conspiração da Corte das Corujas, o gameplay é centrado num confronto entre Batgirl e o Sr. Gelo. Além do anúncio da morte de Batman, o game vai mostrar Gotham passando por momentos difíceis, com explosões e caos, e os jogadores terão que defender a cidade ao controlar os quatro jovens vigilantes. Os jogadores poderão explorar a ação de mundo aberto de Gotham e patrulhar as ruas escuras dos cinco bairros distintos da cidade usando uma variedade de habilidades de travessia e movimentos de combate, bem como usar a icônica Batmoto. Conforme os personagens progridem, suas habilidades de jogo irão evoluir, junto com um arsenal crescente de armas e equipamentos. Segundo o anúncio, “Gotham Knights” poderá ser jogado no modo singleplayer ou em uma experiência coletiva online com mais de um jogador. O game estará disponível em 2021 para PC, PlayStation®5, PlayStation®4, PlayStation®4 Pro e o sistema de dispositivos Xbox One, incluindo Xbox Series X e Xbox One X.

    Leia mais
  • Série

    Titãs: 3ª temporada terá Barbara Gordon, Espantalho e Capuz Vermelho

    22 de agosto de 2020 /

    O painel da série “Titãs” na DC FanDome não teve vídeo inédito, mas fez uma série de revelações sobre a 3ª temporada. Segundo Brenton Thwaites, que vive Asa Noturna, os roteiros ainda estão sendo produzidos. Por isso, os atores foram surpreendidos por algumas notícias. Para começar, os novos episódios vão se passar em Gotham City. Isto permitirá a aparição de personagens conhecidos dos quadrinhos de Batman. O produtor Greg Walker confirmou três nomes: os vilões Espantalho e Capuz Vermelho, e a heroína Barbara Gordon. Em vez de aterrorizar Gotham City, o Espantalho vai aparecer como um presidiário do Asilo Arkham que oferece seus serviços como consultor de psicopatas para a polícia de Gotham City – o que lembra Hannibal Leckter em “O Silêncio dos Inocentes”. Não houve comentários sobre se Barbara apareceria também como Batgirl, mas ela será apresentada como nova comissária da política de Gotham no lugar de seu pai, James Gordon. Além disso, Barbara e Asa Noturna (que namoraram nos quadrinhos) terão uma dinâmica similar a que existia entre o Comissário Gordon e Batman. Outro detalhe importante adiantado foi que Jason Todd (o segundo Robin), que encerrou a 2ª temporada se separando dos Titãs de forma ressentida, voltará como o vilão Capuz Vermelho. Presente no painel, o ator Curran Walters, intérprete de Jason, vibrou com a notícia, que reflete a trajetória de seu personagem nos quadrinhos. Por fim, Estrela Negra (Blackfire), a irmã de Estelar, deverá ser a principal vilã. Sua intérprete, Damaris Lewis, foi introduzida no final da 2ª temporada e acabou integrada no elenco central para os próximos capítulos. Faltou, porém, comentar a participação de Connor Leslie, que vive Donna Troy, a Moça-Maravilha. Sua simples presença na reunião virtual pode representar uma pista sobre o destino de sua personagem, morta na 2ª temporada. Nos quadrinhos, Donna voltou dos mortos como nova personagem, Troia, o que pode se repetir na série.

    Leia mais
  • Filme

    Joel Schumacher (1939 – 2020)

    22 de junho de 2020 /

    O cineasta Joel Schumacher, de “Batman Eternamente” (1995) e “Batman e Robin” (1997), faleceu nesta segunda-feira (22/6) aos 80 anos, enquanto enfrentava um câncer. Schumacher teve uma longa carreira em Hollywood, iniciada como figurinista de “O Destino que Deus Me Deu”, dramédia estrelada por Tuesday Weld em 1972. Ele chegou a Los Angeles após ter trabalhado como desenhista de roupas e vitrinista em Nova York, e se estabeleceu rapidamente na indústria cinematográfica, quebrando o galho até como cenografista em “Abelhas Assassinas” (1974). Após assinar figurinos de filmes de Woody Allen – “O Dorminhoco” (1973) e “Interiores” (1978) – , foi incentivado pelo cineasta a escrever e, eventualmente, tentar a direção. O incentivo rendeu os roteiros da famosa comédia “Car Wash: Onde Acontece de Tudo” (1976) e do musical “O Mágico Inesquecível” (1978), versão de “O Mágico do Oz” com Diana Ross e Michael Jackson, dois sucessos absurdos dos anos 1970. Com essas credenciais, conseguiu aval para sua estreia na direção, que aconteceu na comédia sci-fi “A Incrível Mulher que Encolheu” (1981), logo seguida por “Taxi Especial” (1983), produção centrada na popularidade do ator Mr. T (da série “Esquadrão Classe A”). O trabalho como diretor começou a chamar atenção a partir do terceiro filme, quando Schumacher demonstrou seu raro talento para escalar atores. No drama “O Primeiro Ano do Resto de Nossas Vidas” (1985), ele juntou uma turma jovem que marcou a década de 1980: Demi Moore, Rob Lowe, Emilio Estevez, Judd Nelson, Andrew McCarthy e Ally Sheedy – apelidados de “brat pack” pela mídia. O sucesso comercial veio com dois terrores inventivos, que viraram exemplos da chamada “estética MTV” no cinema. Ele usou elementos de clipes para dar uma aparência juvenil aos temas sobrenaturais. Em “Os Garotos Perdidos” (1987), filmou uma história de vampiros delinquentes, reunindo pela primeira vez os atores Corey Haim e Corey Feldman, que formariam uma dupla inseparável ao longo da década, ao mesmo tempo em que explorou a imagem de Jim Morrison, cantor da banda The Doors, como referência para uma juventude vampírica que se recusava a envelhecer. Em “Linha Mortal” (1990), juntou o então casal Kiefer Sutherland (seu vilão em “Os Garotos Perdidos”) e Julia Roberts num grupo de estudantes de Medicina (com Kevin Bacon, William Baldwin e Oliver Platt) que decide colocar a própria saúde em risco para descobrir se havia vida após a morte. Os dois filmes tornaram-se cultuadíssimos, a ponto de inspirarem continuações/remakes. Entre um e outro, ele ainda explorou o romance em “Um Toque de Infidelidade” (1989), remake do francês “Primo, Prima” (1975), com Isabella Rossellini, e “Tudo por Amor” (1991), com Julia Roberts. E assinou clipes de artistas como INXS, Lenny Kravitz e Seal – a tal “estética MTV”. Já tinha, portanto, uma filmografia variada quando se projetou de vez com o thriller dramático “Um Dia de Fúria” (1993), um dos vários filmes estrelados por Michael Douglas que deram muito o que falar no período – durante sete anos, entre “Atração Fatal” (1987) e “Assédio Sexual” (1994), o ator esteve à frente dos títulos mais controvertidos de Hollywood. O longa mostrava como um cidadão dito de bem era capaz de explodir em violência, após o acúmulo de pequenos incidentes banais. A projeção deste filme lhe rendeu status e o convite para dirigir o terceiro e o quarto longas de Batman. Mas o que deveria ser o ponto alto de sua trajetória quase acabou com ela. O personagem dos quadrinhos vinha de dois filmes muito bem-recebidos por público e crítica, assinados por Tim Burton, que exploraram uma visão sombria do herói. Schumacher, porém, optou por uma abordagem cômica e bem mais colorida, chegando a escalar o comediante Jim Carrey como vilão (o Charada) e introduzindo Robin (Chris O’Donnell) e até Batgirl (Alicia Silverstone). Ele também deu mais músculos ao traje usado por Val Kilmer em “Batman Eternamente” (1995) e mamilos ao uniforme de George Clooney em “Batman e Robin” (1997) – o que até hoje rende piadas. Abertamente homossexual, Joel Schumacher acabou acusado por fanboys de enfatizar aspectos homoeróticos de Batman. Diante do fiasco, a Warner se viu obrigada a suspender a franquia, que só voltou a ser produzida num reboot completo de 2005, pelas mãos de Christopher Nolan. Em meio à batcrise, o diretor também filmou dois dramas de tribunal, “O Cliente” (1994) e “Tempo de Matar” (1996), inspirados por livros de John Grisham, que tampouco fizeram o sucesso imaginado pelo estúdio, aumentando a pressão negativa. Sem desanimar, ele realizou o suspense “8mm: Oito Milímetros” (1999), juntando Nicolas Cage e Joaquin Phoenix, e ainda foi responsável por lançar Colin Ferrell em seu primeiro papel de protagonista no drama “Tigerland – A Caminho da Guerra” (2000). Ambos receberam avaliações positivas. Mas entre cada boa iniciativa, Schumacher continuou intercalando trabalhos mal-vistos, o que fez com que diversos momentos de sua carreira fossem considerados pontos de “retorno” à melhor fase. O elogiadíssimo suspense “Por um Fio” (2002), por exemplo, com Colin Ferrell basicamente sozinho numa cabine telefônica, atingiu 76% de aprovação no Rotten Tomatoes e assinalou o momento mais claro de “renascimento”. Só que em seguida veio o fracasso dramático de “O Custo da Coragem” (2003), com Cate Blanchett e – novamente – Ferrell, fazendo com que o trabalho seguinte, a adaptação do espetáculo da Broadway “O Fantasma da Ópera” (2004) fosse visto como mais uma chance de recuperação. Cercado de expectativa, o musical estrelado por Gerard Butler e Emmy Rossum se provou, contudo, um fiasco tão grande quanto as adaptações de quadrinhos, encerrando o ciclo de superproduções do diretor. O terror “Número 23” (2007), com Jim Carrey, foi a tentativa derradeira de recuperar a credibilidade perdida. E acabou-se frustrada. Schumacher nunca superou as críticas negativas a esse filme – 8% de aprovação no Rotten Tomatoes – , que tinha conceitos ousados, mas foi recebido como sinal evidente de fim de linha. Ele ainda fez mais três filmes de baixo orçamento, dois deles para o mercado europeu, abandonando o cinema ao voltar a Hollywood para seu último fracasso, “Reféns” (2011), estrelado por Nicolas Cage e Nicole Kidman. Na TV, ainda comandou dois episódios da 1ª temporada de “House of Cards”, ajudando a lançar o projeto de conteúdo original da Netflix em 2013. De forma notável, dezenas de pessoas que trabalharam com Schumacher, nos sucessos e nos fracassos, mobilizaram-se nas últimas horas para lembrar no Twitter que ele não é só o diretor dos piores filmes de Batman. O cineasta foi “uma força intensa, criativa e apaixonada” nas palavras de Emmy Rossum. “Ele viu coisas mais profundas em mim que nenhum outro diretor viu”, apontou Jim Carrey. “Ele me deu oportunidades e lições de vida”, acrescentou Kiefer Sutherland, concluindo que sua “marca no cinema e na cultura moderna viverão para sempre”. Muitos ainda lembraram dele como mentor e amigo. O roteirista Kevin Williams contou como foi convidado para ir a um set por Schumacher e recebeu conselhos que considera importantes para sua carreira. E Corey Feldman revelou, sem filtro, que “ele me impediu de cair nas drogas aos 16 anos”, citando como foi enquadrado e quase demitido pelo cineasta em “Os Garotos Perdidos”. “Pena que eu não escutei”.

    Leia mais
 Mais Pipoca
Mais Pipoca 
@Pipoca Moderna 2025
Privacidade | Cookies | Facebook | X | Bluesky | Flipboard | Anuncie