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  • Etc,  Filme,  Série

    1917 e Era uma Vez em Hollywood vencem o Globo de Ouro 2020

    6 de janeiro de 2020 /

    O Globo de Ouro 2020 premiou “1917” e “Era uma Vez em Hollywood” como Melhores Filmes do ano, respectivamente nas categorias de Drama e Comédia. Seus diretores, também. Sam Mendes levou o troféu de Melhor Direção e Quentin Taratino o de Melhor Roteiro. Mas na soma de prêmios, “Hollywood” levou um troféu a mais: Melhor Ator Coadjuvante, conquistado por um sorridente Brad Pitt. As estatuetas de interpretação dramática ficaram com os favoritos, Joaquin Phoenix, por “Coringa”, e Renée Zellweger, por “Judy”, enquanto Taron Egerton e Awkwafina venceram em Comédia ou Musical, respectivamente por “Rocketman” e “The Farewell”. Vale ressaltar que “The Farewell” representa o desempenho mais dramático da carreira de Awkwafina. Embora a atriz seja conhecida como comediante, o filme da diretora Lulu Wang não é, de forma alguma, uma comédia. Assim como é possível questionar o quanto “Era uma Vez em Hollywood” é mais cômico que os demais filmes de Tarantino – todos considerados Dramas nos Globos de Ouro pregressos. O fato é que essas imprecisões só aumentam o folclore a respeito da falta de seriedade do troféu com o globo dourado, mesmo com interesses corporativos reforçando o mito da sua suposta importância – nunca é demais lembrar que no máximo 90 votantes elegem os 25 vencedores. A relevância do prêmio é alimentada pela rede NBC, que assumiu sua transmissão após perder o Oscar para a ABC em 1976, e pelos estúdios de cinema, que inflam o significado do prêmio para impulsionar filmes recém-lançados. É o caso de “1917”, que só vai chegar aos cinemas brasileiros em 23 de janeiro. Podem apostar: o filme vai ganhar um novo pôster com seus dois Globos de Ouro em destaque. O próprio Sam Mendes apontou, ao receber o troféu de Melhor Filme, que o reconhecimento ajudaria a levar mais público para ver seu filme no cinema. E isso realmente é verdade. O Globo de Ouro não é um premiação da indústria de entretenimento americana, como o Oscar, mas sua transmissão televisiva é uma forte ferramenta de divulgação, que inclui um verniz de prestígio embalado e marketado por Hollywood. Pela falta de solenidade, o Globo de Ouro é também a cerimônia em que os vencedores jogam as regras para cima, dando discursos muito mais longos que o combinado, repletos de palavrões e também mais politizados – o que torna o Oscar monótono, em comparação. Um exemplo típico foi representado por Joaquin Phoenix, ao receber seu troféu de atuação por “Coringa”. Metade de seu agradecimento foi censurada, com corte de som, tornando-se mais desconexo do que o habitual. Mas outros discursos desafiaram limites de duração para ressoar de forma integral, cortados apenas por aplausos efusivos. Ao agradecer sua vitória como Melhor Atriz de Minissérie, por “Fosse/Verdon”, Michelle Williams fez um verdadeiro manifesto, frisando a palavra choice (escolha), um dos slogans da luta feminista por direitos como contracepção e aborto. “Quando você coloca isso [troféu] nas mãos de uma pessoa, reconhece as escolhas que ela fez como ator. Momento a momento, cena a cena, dia a dia”, ela começou. “Mas você também reconhece as escolhas que ela faz como pessoa. A educação que ela busca, o treinamento que procura, as horas que dedica. Sou grata pelo reconhecimento das escolhas que fiz e também por viver em um momento em nossa sociedade em que essa escolha existe, porque, como mulheres e meninas, coisas podem acontecer aos nossos corpos”, ela continuou. “Eu não teria sido capaz de fazer meu papel sem empregar meu direito de escolher como uma mulher”, acrescentou. “Escolher quando ter meus filhos e com quem. Quando me sentir apoiada e capaz de equilibrar nossas vidas, sabendo, como todas as mães sabem, que a balança deve se inclinar para nossos filhos”. A atriz acrescentou que suas escolhas podem ser diferentes das dos espectadores. “Mas graças a Deus, ou a quem você ora, que vivemos em um país fundado no princípio de que eu sou livre para viver pela minha fé e você é livre para viver pela sua”, disse ela. “Então, mulheres, de 18 a 118 anos, quando for a hora de votar, faça-o por seu próprio interesse. É o que os homens fazem há anos, e é por isso que o mundo se parece tanto com eles”, continuou ela. “Não esqueçam que somos o maior gênero de eleitores neste país. Vamos fazer com que ele se pareça mais com a gente”. Com esse texto vigoroso, Michelle Williams mostrou quão sem graça e ultrapassado se tornou Ricky Gervais, o apresentador da noite, que em seu monólogo inicial também soltou uma palavrão, mas para condenar discursos politizados no evento. De fato, Gervais desafinou completamente do tom da premiação, que já tinha embutido politização na escolha de uma de suas homenageadas, Ellen DeGeneres, cujo pioneirismo em se assumir gay na televisão americana, durante os anos 1990, abriu caminho para um mundo muito mais tolerante. Alguém poderia dizer até que abriu caminho para o século 21, mas, infelizmente, num outro país, piadas sobre homossexualidade ainda geram coquetéis molotov de militantes fascistas. Algumas marcas do próprio Globo de Ouro merecem ser citadas antes da lista dos vencedores. Com sua vitória por “The Farewell”, Awkwafina se tornou a primeira atriz asiática premiada pela Associação de Correspondentes Estrangeiros de Hollywood. A islandesa Hildur Guðnadóttir também fez história ao conquistar o troféu de Melhor Trilha Sonora por “Coringa”, virando a primeira mulher a vencer o prêmio sozinha desde que ele foi criado – até então, apenas outra compositora tinha ficado com a estatueta, Lisa Gerrard, que dividiu a honra com Hans Zimmer por “Gladiador”, há 20 anos. Também chamou atenção o fiasco da Netflix. Estúdio com maior quantidade de indicações – 34, somadas entre filmes e séries – , a plataforma só venceu dois prêmios, ambos de interpretação. As performances de Olivia Colman, Melhor Atriz em Série Dramática, por “The Crown”, e de Laura Dern, Melhor Atriz Coadjuvante de cinema, por “História de um Casamento”, impediu um desastre maior – como, por exemplo, o desempenho de “O Irlandês”, grande aposta da empresa, premiada zero vezes. A sensação deve ter sido ainda mais amarga nas categorias televisivas, onde a plataforma ficou atrás da HBO e de seus rivais de streaming, Amazon e Hulu. Graças a “Chernobyl” e “Succession”, a HBO liderou a relação de séries, com quatro troféus. Amazon e Hulu aparecem em seguida com dois troféus cada, enquanto Showtime e FX empataram com a Netflix com um Globo de Ouro televisivo. Confira abaixo a lista completa dos premiados. CINEMA Melhor Filme de Drama “1917” Melhor Ator de Drama Joaquin Phoenix, “Coringa” Melhor Atriz de Drama Renee Zellweger, “Judy” Melhor Filme de Comédia ou Musical “Era Uma Vez em Hollywood” Melhor Ator de Comédia ou Musical Taron Egerton, “Rocketman” Melhor Atriz de Comédia ou Musical Awkwafina, “The Farewell” Melhor Diretor Sam Mendes, “1917” Melhor Ator Coadjuvante Brad Pitt, “Era Uma Vez em Hollywood” Melhor Atriz Coadjuvante Laura Dern, “História de um Casamento” Melhor Animação “Link Perdido” Melhor Filme Estrangeiro “Parasita” Melhor Roteiro Quentin Tarantino, “Era Uma Vez em Hollywood” Melhor Trilha Sonora “Coringa”, Hildur Gudnadóttir Melhor Canção “I’m Gonna Love Me Again”, de “Rocketman” TELEVISÃO Melhor Série de Drama “Succession” (HBO) Melhor Série de Comédia “Fleabag” (Amazon) Minissérie ou Telefilme “Chernobyl” (HBO) Melhor Ator de Drama Brian Cox, “Succession” (HBO) Melhor Atriz de Drama Olivia Colman, “The Crown” (Netflix) Melhor Ator de Comédia ​Ramy Yousef, “Ramy” (Hulu) Melhor Atriz de Comédia ​Phoebe Waller-Bridge, “Fleabag” (Amazon) ​​Melhor Ator de Minissérie ou Telefilme Russell Crowe, “The Loudest Voice” (Showtime) Melhor Atriz de Minissérie ou Telefilme Michelle Williams, “Fosse/Verdon” (FX) Melhor Ator Coadjuvante de Série, Minissérie ou Telefilme Stellan Skarsgård, “Chernobyl” (HBO) Melhor Atriz Coadjuvante de Série, Minissérie ou Telefilme Patricia Arquette, “The Act” (Hulu)

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  • Etc,  Filme

    Vídeo coloca Júnior Groovador em Jumani: Próxima Fase

    3 de janeiro de 2020 /

    A Sony divulgou um vídeo com Júnior Groovador para promover a estreia nacional de “Jumanji: Próxima Fase”. No vídeo, Groovador recebe pelo correio um game de seu amigo J.B. – Jack Black, com quem tocou no Rock in Rio no ano passado – e vai parar nas dunas do Rio Grande do Norte, ops, no mundo de Jumanji. Além de Jack Black, o elenco da continuação de “Jumanji: Bem-Vindo à Selva” conta com os retornos de Dwayne Johnson, Kevin Hart, Karen Gillan e Kevin Jonas, e ainda ganhou as adições de Danny DeVito (“It’s Always Sunny in Philadelphia”), Danny Glover (“Rebobine, por Favor”) e Awkwafina (“Oito Mulheres e um Segredo”). Novamente dirigida por Jake Kasdan, a comédia de aventura estreia no Brasil em 16 de janeiro, um mês depois do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Gotham Awards: História de um Casamento vence primeira premiação da temporada nos EUA

    3 de dezembro de 2019 /

    A primeira grande premiação cinematográfica americana da temporada, o Gotham Awards 2019, consagrou o drama “História de um Casamento”. A produção da Netflix, escrita e dirigida por Noah Baumbach, foi eleita o Melhor Filme Independente do ano, tanto pelo júri do prêmio quanto pelo público. E também rendeu os troféus de Melhor Roteiro para Baumbach e Melhor Ator para Adam Driver. Com 97% de aprovação no Rotten Tomatoes, o filme acompanha os dois lados de uma separação, que tem uma criança no meio. Além de Adam Driver (Kylo Ren na franquia “Star Wars”), destaca em seu elenco a atriz Scarlett Johansson (a Viúva Negra dos “Vingadores”). O lançamento em streaming vai acontecer na sexta-feira (6/12), em todo o mundo. Entre as atrizes, a vencedora foi Awkwafina, por “The Farewell”, que não tem previsão de estreia no Brasil. O filme possui 99% de aprovação e gira em torno de uma família chinesa, que organiza um casamento para que uma vovó doente possa ver todos os parentes pela última vez. O Brasil concorria na categoria de Melhor Documentário com “Democracia em Vertigem”. Mas a obra de Petra Costa, sobre o processo de impeachment de Dilma Rousseff, perdeu para outro título da Netflix: “Indústria Americana”, produzido pelo casal Barack e Michelle Obama. De forma impressionante, produções da Netflix conquistaram seis dos dez prêmios entregues na cerimônia, realizada na noite de segunda-feira (2/12) em Nova York. Nos últimos anos, os vencedores do Gotham foram “Birdman” (2014), “Spotlight” (2015), “Moonlight” (2016), “Me Chame pelo Seu Nome” (2017) e “Domando o Destino” (2018). Três deles também venceram o Oscar de Melhor Filme, um foi finalista e o mais recente nem sequer figurou na lista da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos – mas rendeu à diretora Chloé Zhao um contrato com a Marvel. Confira abaixo a lista completa dos premiados, que ainda inclui duas séries estreantes – uma da Hulu e outra, claro, da Netflix. Melhor Filme “História de Um Casamento” Prêmio do Público “História de um Casamento” Melhor Documentário “Indústria Americana” Melhor Diretor Estreante Laure de Clermont-Tonnerre (“The Mustang”) Melhor Roteiro Noah Baumbach (“História de um Casamento”) Melhor Ator Adam Driver (“História de Um Casamento”) Melhor Atriz Awkwafina (“The Farewell”) Melhor Ator Estreante Taylor Russell (“Waves”) Melhor Série Estreante de Capítulos Longos “Olhos que Condenam” Melhor Série Estreante de Capítulos Curtos “PEN15”

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  • Série

    Série de comédia sobre a juventude de Awkwafina ganha primeiro trailer

    2 de dezembro de 2019 /

    O canal pago americano Comedy Central divulgou o primeiro trailer da comédia “Awkwafina Is Nora From Queens”. Como diz o título didático, a série traz a atriz Awkwafina (“Podres de Ricos”) como uma jovem chamada Nora, que mora no Queens, em Nova York. A série é produzida pela própria Awkwafina e inspirada na juventude da atriz e rapper. Na trama, Nora Lum ainda vive com os pais e precisa lidar com a dificuldade de se tornar uma adulta responsável, aos 27 anos de idade. O elenco também inclui BD Wong (“Mr. Robot”, “Jurassic World”) como pai de Nora, Lori Tan Chinn (“Orange Is the New Black”) como sua avó e Bowen Yang (“Megarromântico”) como um primo. Além disso, o trailer revela uma galeria enorme de atores convidados – entre eles, Celia Au (“Wu Assassins”), Jamie Chung (“The Gifted”), Laverne Cox (“Orange Is the New Black”), Jennifer Esposito (“The Boys”), Chrissie Fit (“A Escolha Perfeita”), Bella Heathcote (“The Man in the High Castle”), David Krumholtz (“The Deuce”), Natasha Lyonne (também de “Orange Is the New Black”), Harry Shum Jr. (“Shadowhunters”) e Ming-Na Wen (“Agents of SHIELD”). Com 10 episódios, a 1ª temporada estreia em 22 de janeiro nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Jumanji: Próxima Fase ganha novo trailer dublado e legendado

    2 de dezembro de 2019 /

    A Sony divulgou pôsteres asiáticos e o trailer final de “Jumanji: Próxima Fase”, em versões legendada e dublada. A prévia mostra Dwayne “The Rock” Johnson, Karen Gillan, Kevin Hart e Jack Black de volta ao jogo de aventuras de “Jumanji: Bem-Vindo à Selva” (2017), mas com menos explicações e mais cenas de ação que os trailers anteriores. Danny DeVito (“It’s Always Sunny in Philadelphia”), Danny Glover (“Rebobine, por Favor”) e Awkwafina (“Oito Mulheres e um Segredo”) também fazem parte do elenco da continuação, que ainda conta com a volta de Nick Jonas e é novamente dirigida por Jake Kasdan. Definir a data de estreia no Brasil parece ser uma aventura à parte, já que enfrenta obstáculos iguais ao da trama, com antecipações e adiamentos seguidos. Atualmente, está marcada para 16 de janeiro, um mês depois do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Filme

    A Pequena Sereia define intérprete de seu Príncipe Encantado

    13 de novembro de 2019 /

    A versão live-action de “A Pequena Sereia” encontrou seu Príncipe Encantado. A Disney definiu o jovem ator londrino Jonah Hauer-King como o príncipe Eric, na adaptação dirigida por Rob Marshall (“O Retorno de Mary Poppins”). O ator é pouco conhecido do público americano, tendo construído a carreira em produções da TV britânica, como as minisséries “Howards End”, “Little Women” e “World on Fire”. Sua estreia em Hollywood foi no filme de cachorro “A Caminho de Casa”, lançado em fevereiro passado, e ele também estará na vindoura produção da Blumhouse “Once Upon a Time in Staten Island”, de James DeMonaco (“Uma Noite de Crime”). Neste sentido, trata-se de uma escolha bem diferente do planejamento original, em que o cantor Harry Styles chegou a ser cogitado para o papel – mas recusou. Depois da recusa, vários atores foram testados. Hauer-King passou por duas audições. A última aconteceu no sábado (9/11), em Londres, com o diretor Rob Marshall. Ele vai se juntar a Halle Bailey (da série “Grown-ish”), que viverá o papel-título, marcando uma mudança racial em relação ao desenho animado de 1989. O filme será a estreia cinematográfica de Bailey, que também é cantora. A produção ainda negociou com Melissa McCarthy (“Poderia Me Perdoar?”), Jacob Tremblay (“Extraordinário”), Awkwafina (“Podres de Rico”) e Javier Bardem (“Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”) para integrarem o elenco, mas não há confirmação de suas contratações. “A Pequena Sereia” é uma das últimas animações que restam para a Disney refilmar com atores, uma estratégia que continua a render hits, como “Aladdin”, lançado em maio com arrecadação de mais de US$ 1 bilhão em todo o mundo. Na trama, a filha do Rei Tritão da Atlântida rebela-se para fazer parte do mundo humano e acaba se casando com um humano, o príncipe Eric, que ela resgatou de um naufrágio. Diferente da versão Disney, o conto original de Hans Christian Anderson não tem final feliz, pois Eric se revela interessado apenas em usar Ariel, sem direito a um “e viveram felizes para sempre” em seu futuro – que por isso é trágico. A nova adaptação começou a ganhar vida com roteiro de Jane Goldman (“Kingsman: O Círculo Dourado”), que foi reescrito por David Magee a pedido do diretor Rob Marshall. Ambos trabalharam juntos em “O Retorno de Mary Poppins”, no ano passado. O compositor Alan Menken, vencedor do Oscar de Melhor Canção Original pelo desenho dos anos 1980, também está no projeto, desenvolvendo com Lin-Manuel Miranda (outro de “O Retorno de Mary Poppins”) uma nova trilha. Além disso, o longa contará com mais três vencedores do Oscar acostumados a trabalhar com Rob Marshall: o diretor de fotografia Dion Beebe, a figurinista Colleen Atwood e o diretor de arte John Myhre. O trio colaborou com o cineasta em “Memórias de Uma Gueixa” (2005) e “Chicago” (2002). Ainda não há previsão de estreia para o novo “A Pequena Sereia”.

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  • Filme

    Personagens de Jumanji: Próxima Fase ilustram 14 pôsteres individuais

    4 de novembro de 2019 /

    A Sony divulgou duas novas coleções de pôsteres internacionais de “Jumanji: Próxima Fase”, que destacam individualmente os personagens da continuação. Além do quarteto original, formado por Dwayne “The Rock” Johnson, Karen Gillan, Kevin Hart e Jack Black, os cartazes destacam a volta do coadjuvante Nick Jonas e a estreia de Awkwafina (“Oito Mulheres e um Segredo”) na franquia. Além destes, o elenco também inclui Danny DeVito (“It’s Always Sunny in Philadelphia”), Danny Glover (“Rebobine, por Favor”) e um cavalo. Sério, o cavalo é um dos protagonistas da história e tem até seu próprio pôster. Veja abaixo. Assim como o filme anterior, “Jumanji: Bem-Vindo à Selva”, a sequência é novamente dirigida por Jake Kasdan. Mas definir a data de estreia no Brasil parece ser uma aventura maior que o próprio filme, já que enfrenta obstáculos seguidos, com antecipações e adiamentos. Atualmente, está marcada para 16 de janeiro, um mês depois do lançamento nos Estados Unidos.

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    Continuação de Jumanji ganha novo trailer em versões dublada e legendada

    31 de outubro de 2019 /

    A Sony divulgou pôsteres e o segundo trailer de “Jumanji: Próxima Fase”, em versões legendada e dublada. A prévia mostra Dwayne “The Rock” Johnson, Karen Gillan, Kevin Hart e Jack Black de volta ao jogo de aventuras, mas nem todos como seus personagens originais. Danny DeVito (“It’s Always Sunny in Philadelphia”), Danny Glover (“Rebobine, por Favor”) e Awkwafina (“Oito Mulheres e um Segredo”) são as novidades do elenco, que conta também com a volta de Nick Jonas. O anterior “Jumanji: Bem-Vindo à Selva” foi lançado em janeiro de 2018 e arrecadou quase US$ 1 bilhão, garantindo rapidamente uma sequência, novamente dirigida por Jake Kasdan. A estreia está marcada 5 de dezembro no Brasil, uma semana antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Jumanji: Próxima Fase ganha vídeo temático de Halloween

    30 de outubro de 2019 /

    A Sony divulgou um vídeo temático de Halloween de “Jumanji: Próxima Fase”, em que Kevin Hart aparece fantasiado com um famoso visual antigo de The Rock, para pedir doces na casa do colega Dwayne “The Rock” Johnson. A continuação da história de “Jumanji: Bem-Vindo à Selva” vai voltar a reunir a dupla com Karen Gillan e Jack Black, mas nem todos como seus personagens originais. Danny DeVito (“It’s Always Sunny in Philadelphia”), Danny Glover (“Rebobine, por Favor”) e Awkwafina (“Oito Mulheres e um Segredo”) são as novidades do elenco, que conta também com a volta de Nick Jonas. “Jumanji: Bem-Vindo à Selva” foi lançado em janeiro de 2018 e arrecadou quase US$ 1 bilhão, garantindo rapidamente uma sequência. A continuação é novamente dirigida por Jake Kasdan, que assinou o longa anterior, e tem a estreia prevista para 2 de janeiro no Brasil, quase um mês após o lançamento nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Democracia em Vertigem é indicado ao prestigioso Gotham Awards

    24 de outubro de 2019 /

    A primeira grande premiação cinematográfica americana da temporada, o Gotham Awards 2019, anunciou seus indicados. O troféu, dedicado aos melhores do cinema independente, tradicionalmente abre a temporada de premiações da indústria e serve para apontar os primeiros favoritos aos prêmios mais cobiçados, entre eles o Oscar. E o documentário brasileiro “Democracia em Vertigem” entrou na lista. O filme de Petra Costa sobre o processo de impeachment de Dilma Rousseff, também recebeu indicações ao IDA Awards, premiação realizada pela Associação Internacional de Documentário, e ao Critics Choice Documentary Awards, mas esta é sua primeira indicação numa competição de cinema em geral (isto é, não apenas de documentários). A produção compete com quatro outros documentários: “Indústria Americana”, título da Netflix produzido pelo casal Barack e Michelle Obama, “Apollo 11”, que aborda a missão que colocou o homem na Lua, “Midnight Traveler”, sobre a fuga de um cineasta afegão do Talibã, e “One Child Nation”, que examina as consequências da política chinesa que proibia famílias de terem mais de um filho. Os últimos sete vencedores do Gotham na categoria também foram indicados ao Oscar. Entre os longas de ficção, os títulos que se destacaram foram “História de um Casamento”, “Uncut Gems”, “The Farewell” e “The Last Black Man in San Francisco”. Todos tiveram três indicações. Os dois primeiros já estavam sendo incensados pela crítica, após passarem pelo circuito de festivais, em especial pela performance de seus atores. Adam Driver (mas não Scarlett Johansson) e Adam Sandler foram nomeados, respectivamente, por “História de um Casamento” e “Uncut Gems”. “The Farewell” e “The Last Black Man in San Francisco” foram surpresas, que podem ganhar impulso na temporada de premiações. O primeiro ainda deu holofotes para Awkwafina, indicada ao troféu de Melhor Atriz. Nos últimos anos, os vencedores do Gotham foram “Birdman” (2014), “Spotlight” (2015), “Moonlight” (2016), “Me Chame pelo Seu Nome” (2017) e “Domando o Destino” (2018). Três deles também venceram o Oscar de Melhor Filme, um foi finalista e o mais recente nem sequer figurou na lista da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos – mas rendeu à diretora Chloé Zhao um contrato com a Marvel. O Gotham Awards vai anunciar seus vencedores em 2 de dezembro, em cerimônia em Nova York. Confira abaixo a relação dos indicados. Melhor Filme The Farewell As Golpistas História de Um Casamento Uncut Gems Waves Melhor Documentário Indústria Americana Apollo 11 Democracia em Vertigem Midnight Traveler One Child Nation Melhor Diretor Revelação Laure de Clermont-Tonnerre, por The Mustang Kent Jones, por Diane Joe Talbot, por The Last Black Man in San Francisco Olivia Wilde, por Fora de Série Phillip Youmans, por Burning Cane Melhor Roteiro Lulu Wang, por The Farewell Tarell Alvin McCraney, por High Flying Bird Jimmie Fails, Joe Talbot & Rob Richert, por The Last Black Man in San Francisco Noah Baumbach, por História de um Casamento Ari Aster, por Midsommar: O Mal Não Espera a Noite Melhor Ator Willem Dafoe, por O Farol Adam Driver, por História de Um Casamento Aldis Hodge, por Clemency André Holland, por High Flying Bird Adam Sandler, por Uncut Gems Melhor Atriz Awkwafina, por The Farewell Elisabeth Moss, por Her Smell Mary Kay Place, por Diane Florence Pugh, por Midsommar: O Mal Não Espera a Noite Alfre Woodard, por Clemency Melhor Ator Revelação Julia Fox, por Uncut Gems Aisling Franciosi, por The Nightingale Chris Galust, por Give Me Liberty Noah Jupe, por Honey Boy Jonathan Majors, por The Last Black Man in San Francisco Taylor Russell, por Waves Melhor Série Estreante de Capítulos Longos Chernobyl David Makes Man My Brilliant Friend Unbelievable Olhos Que Condenam Melhor Série Estreante de Capítulos Curtos PEN15 Ramy Boneca Russa Tuca & Bertie Undune

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  • Filme

    Novo pôster de Paradise Hills reúne Emma Roberts, Milla Jovovich, Eiza González e Awkwafina

    11 de setembro de 2019 /

    A produtora Samuel Goldwyn Films divulgou um novo pôster de “Paradise Hills”, que reúne as estrelas do filme: Emma Roberts (“American Horror Story”), Milla Jovovich (“Hellboy”), Eiza González (“Em Ritmo de Fuga”), Awkwafina (“Podres de Rico”), Danielle Macdonald (“Bird Box”), Jeremy Irvine (“Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo”) e Arnaud Valois (“120 Batimentos por Minuto”). Apesar destes atores, o filme é espanhol, escrito pelo inventivo Nacho Vilalongo (“Colossal”) e Brian DeLeeuw (“Vingança Sobrenatural”), e dirigido pela fotógrafa de moda Alice Waddington, que estreia em longa-metragem. A trama se passa numa espécie de internato de garotas numa ilha paradisíaca, onde as alunas vivem fantasias de contos de fada para se tornarem as filhas que todos os pais gostariam de ter. O detalhe é que, nas sombras da direção de arte de época e do figurino romântico de fábula encantada, escondem-se computadores futuristas e um clima de sci-fi distópica, assombrada pela “rainha má” vivida por Milla Jovovich. A estreia está marcada para 1 de novembro nos EUA e ainda não há previsão para o lançamento no Brasil.

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  • Filme

    Astro de 13 Reasons Why disputa papel de príncipe de A Pequena Sereia

    4 de setembro de 2019 /

    A versão live-action de “A Pequena Sereia” pode transformar Christian Navarro, de “13 Reasons Why”, num príncipe encantado. O ator chamou atenção da Disney ao tuitar a respeito da recusa de Harry Styles para viver o príncipe Eric na trama. “Ouvi dizer que Harry Styles não quer ser o príncipe Eic. Bom, eu consigo cantar… e seria uma dupla com Eric latino e Ariel negra. Ninguém me chamou ainda, mas a 3ª temporada [de ’13 Reasons Why’] sai em breve e seria um teste bem legal.” A mensagem ganhou apoio dos fãs e acabou repercutindo para os lados da Disney, que entrou em contato com o ator. “Não sei o que aconteceu com o outro tuíte”, compartilhou Navarro em outra postagem. “Mas a Disney viu isso, viu o apoio de vocês e ligaram para a minha equipe, para verem o que eu consigo fazer. Enviei vídeos para a audição. Estou na torcida! Vamos fazer história.” Até agora, apenas a protagonista do remake está confirmada. A princesa Ariel será interpretada por Halle Bailey (da série “Grown-ish”), marcando uma mudança racial em relação ao desenho animado de 1989. O filme será a estreia cinematográfica de Bailey, que também é cantora. Ela tem um projeto musical com sua irmã, a dupla Chloe x Halle. A produção ainda negociou com Melissa McCarthy (“Poderia Me Perdoar?”), Jacob Tremblay (“Extraordinário”), Awkwafina (“Podres de Rico”) e Javier Bardem (“Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”) para integrarem o elenco, mas não há confirmação de suas contratações. “A Pequena Sereia” é uma das últimas animações que restam para a Disney refilmar com atores, uma estratégia que continua a render hits, como “Aladdin”, lançado em maio com arrecadação de mais de US$ 1 bilhão em todo o mundo. Na trama, a filha do Rei Tritão da Atlântida rebela-se para fazer parte do mundo humano e acaba se casando com um humano, o príncipe Eric, que ela resgatou de um naufrágio. Diferente da versão Disney, o conto original de Hans Christian Anderson não tem final feliz, pois Eric se revela interessado apenas em usar Ariel, sem direito a um “e viveram felizes para sempre” em seu futuro – que por isso é trágico. A nova adaptação começou a ganhar vida com roteiro de Jane Goldman (“Kingsman: O Círculo Dourado”), que foi reescrito por David Magee a pedido do diretor Rob Marshall. Ambos trabalharam juntos em “O Retorno de Mary Poppins”, no ano passado. O compositor Alan Menken, vencedor do Oscar de Melhor Canção Original pelo desenho dos anos 1980, também está no projeto, desenvolvendo com Lin-Manuel Miranda (outro de “O Retorno de Mary Poppins”) uma nova trilha. Além disso, o longa contará com mais três vencedores do Oscar acostumados a trabalhar com Rob Marshall: o diretor de fotografia Dion Beebe, a figurinista Colleen Atwood e o diretor de arte John Myhre. O trio colaborou com o cineasta em “Memórias de Uma Gueixa” (2005) e “Chicago” (2002). Ainda não há previsão de estreia para o novo “A Pequena Sereia”. Idk what happened to the other tweet. But! @disney saw this, saw your support, and gave my team a call. They wanted to see what I could do. Tapes sent. Fingers crossed. Let’s make some history. #iloveyou3000 #PrinceEric #TheLittleMermaid https://t.co/192ZTsfqyH — Christian Navarro (@ChristianLN0821) September 3, 2019

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  • Filme

    Disney anuncia nova animação com princesa asiática e dragões

    24 de agosto de 2019 /

    A Disney anunciou a produção de um novo longa animado na D23 Expo, a “Comic Con” do estúdio que acontece até domingo (25/8) em Anaheim, na Califórnia. O filme se chama em inglês “Raya and the Last Dragon” e também ganhou sua primeira imagem conceitual. Veja acima e, em versão com movimento, logo abaixo. A trama vai se passar na fictícia terra de Kumandra, em que os dragões eram venerados por seu poder e sua sabedoria. No entanto, ela foi tomada por forças sombrias e os dragões sumiram. Uma garota chamada Raya sai então em busca do último dragão, que pode salvar o mundo. Apesar do reino ser fictício, a produção viajou até o sudeste asiático para buscar inspirações para a trama do filme. Por conta disso, Raya também foi apresentada como a primeira princesa asiática da Disney desde “Mulan” (1998). “Raya and the Last Dragon” foi escrito pela roteirista Adele Lim, nascida na Malásia, que assinou diversos episódios de séries antes de estrear no cinema com o sucesso “Podres de Ricos” (2018), e vai marcar a estreia na direção da dupla Paul Briggs e Dean Wellins, veteranos da Disney que trabalharam em várias animações famosas do estúdio, de “A Princesa e o Sapo” (2009) a “Zootopia” (2016). A atriz canadense Cassie Steele (da série “Degrassi: A Próxima Geração”), descendente de filipinos, vai dublar Raya, enquanto a americana Awkwafina (“Poders de Ricos”), descendente de chineses e coreanos, ficará com o papel de sua companheira, Sisu, a última “dragoa”. Sisu é inspirada em mitos sobre criaturas da água do sudeste da Ásia. Ou seja, “ela não é como qualquer dragão que você já viu antes”, disse Awkwafina na D23. O que é confirmado pela imagem do personagem exibida no evento, que pode ser conferida abaixo. A estreia foi marcada para novembro de 2020, no Dia de Ação de Graças americano. Just Announced: Disney’s Raya and the Last Dragon, starring @cassandrasteele (Raya) and @Awkwafina (Sisu, the Last Dragon). Check out all-new concept art, and see the film in theaters November 2020. #D23Expo pic.twitter.com/VPqCroDkeH — Disney (@Disney) 24 de agosto de 2019

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