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  • Série

    Estreia de Arquivo X foi vista ao vivo por 50 milhões em todo o mundo

    2 de fevereiro de 2016 /

    A Fox divulgou a audiência internacional do revival de “Arquivo X”. O levantamento acompanhou a sintonia do episódio de estreia em 80 países diferentes e o resultado estabeleceu um novo recorde para um lançamento mundial da televisão. O primeiro capítulo foi visto ao vivo por nada menos que 50 milhões de telespectadores em todo o mundo. Na América Latina, os dois primeiros episódios foram exibidos simultaneamente, atingindo uma média de 68% da audiência da TV paga, superior à audiência do campeão de audiência do canal, a série “The Walking Dead”. Durante a transmissão, a Fox liderou a audiência na Argentina e México, incluindo as televisões abertas. Além disso, representou o pico de público da temporada (iniciada em setembro) no Canadá e a maior audiência da história do canal na Polônia. Trata-se mesmo de um fenômeno. Infelizmente, de curta duração, uma vez que a minissérie de seis episódios já se encontra pela metade.

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  • Série

    Após três dias, o público da estreia de Arquivo X salta para 20 milhões nos EUA

    29 de janeiro de 2016 /

    Os números do episódio de estreia da minissérie que reviveu “Arquivo X”, considerada a 10ª temporada da série clássica, bateram no teto com a divulgação, pela Nielsen, da performance em outras plataformas. Somando a audiência ao vivo, do site Hulu e dos DVRs (gravadores digitais) durante três dias desde sua exibição original, o público atingiu 20,3 milhões de telespectadores. Esta era a audiência do auge da atração nos anos 1990, quando ainda não havia outras plataformas além da televisão. Em compensação, a oferta de séries também eram muito menor e concentrada nas grandes redes. A maior audiência da existência de “Arquivo X” foram 29 milhões de telespectadores num episódio transmitido em 1997. Nos dias que correm, números como este são cada vez mais raros. Tanto que o público do revival só perde nesta temporada para a estreia da 2ª temporada de “Empire”, exibida em setembro pela mesma rede, a Fox. Para completar, com a soma de todas as plataformas, o índice demográfico, que mede o público de 18 a 49 anos (alvo dos anunciantes), atingiu impressionantes 7,8 pontos. Maior que o da própria “Empire”.

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  • Série

    Após recorde de audiência, Billions é renovada para sua 2ª temporada

    26 de janeiro de 2016 /

    O canal pago americano Showtime renovou a série “Billions” para sua 2ª temporada. A renovação aconteceu após a exibição do segundo episódio (em 24/1) e em consequência do recorde histórico atingido por sua estreia na semana anterior. “Billions” foi disponibilizado antecipadamente no site oficial do canal, atingindo 2,99 milhões de telespectadores antes de chegar na televisão. Com o lançamento oficial, em 17 de janeiro, o episódio somou, ao todo, 6,5 milhões de telespectadores, o que representa o maior público de uma estreia do canal. Estrelada por Damian Lewis (série “Homeland”) e Paul Giamatti (“O Espetacular Homem-Aranha 2”), a série acompanha o embate entre os dois protagonistas, um procurador da república (Giamatti) e um executivo do mercado de ações (Lewis), enquanto exibe o mundo de ostentação e decadência do mercado financeiro de Wall Street. Criada pelo jornalista Andrew Ross Sorkin e pelos roteiristas Brian Koppelman e David Levien (ambos de “Aposta Máxima”), a atração também conta em seu elenco com Maggie Siff (série “Sons of Anarchy”), Malin Akerman (“Watchmen”), Toby Leonard Moore (“De Volta ao Jogo”) e David Costabile (série “Breaking Bad”). O piloto foi dirigido pelo cineasta Neil Burger (“Divergente”).

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  • Série

    Nova série da DC Comics, Lucifer tem ótima estreia na TV americana

    26 de janeiro de 2016 /

    A rede americana Fox tem bons motivos para comemorar o começo de 2016. Duas de suas principais atrações de janeiro estrearam com números de campeões de audiência. Após o lançamento no domingo (24/1), sintonizado por mais de 13 milhões de pessoas, a minissérie que revive “Arquivo X” exibiu seu segundo episódio na noite de segunda, conquistando 9,7 milhões de telespectadores e 3,2 pontos no índice demográfico, que mede o público de 18 a 49 anos (alvo dos anunciantes). A queda de audiência era esperada, pois a exibição de domingo tinha como gancho a transmissão de um jogo de futebol americano. Mesmo assim, apenas outra série da Fox supera atualmente os 3 pontos de audiência: “Empire”. Para completar o sucesso, a série “Lucifer”, exibida logo em seguida, manteve boa parte do público de “Arquivo X”, sendo assistida por 7,2 milhões e marcando 2,7 pontos de audiência. Isto é praticamente o dobro conseguido pela atração que ocupava o mesmo horário em 2015, “Minority Report”, cancelada no final do ano passado, e superior até ao desempenho de “Sleepy Hollow” e “The Following”, as opções anteriores das noites de segunda na Fox. Também é um alcance bem superior ao atingido pela primeira série derivada dos quadrinhos da Vertigo (divisão adulta da DC Comics), “Constantine”, que debutou diante de 4,2 milhões de telespectadores na rede NBC em 2014, sendo cancelada com 3,3 milhões em fevereiro passado. A recepção positiva do público ajudou a Fox a liderar a audiência demográfica da noite. A crítica, porém, mostrou-se dividida em relação às duas atrações. O site Rotten Tomatoes registrou 57% de resenhas favoráveis à volta de “Arquivo X” e apenas 45% a favor de “Lucifer”. O consenso em relação a “Lucifer” é que o formato de procedimento policial é prejudicial a seu potencial, apesar do charme demonstrado por Tom Ellis (série “The Fades”) como o personagem-título. Mas esta foi a fórmula encontrada pela Fox para colocar no ar uma premissa que seria polêmica até na TV paga, mostrando o lado do diabo em sua disputa eterna com Deus. Apesar de inspirada nos quadrinhos homônimos da Vertigo, a série pouco tem a ver com a história atordoante escrita por Mike Carey ao longo de 75 edições, repleta de idas e vindas ao inferno, demônios e planos de vingança contra Deus, em que Lúcifer tenta mostrar que seria capaz de fazer um trabalho melhor com a humanidade. Em vez da trama controversa, os produtores optaram por mostrar o anjo caído ajudando a polícia a resolver crimes, ao lado de uma policial (Lauren German, da série “Chicago Fire”) que não existe nos quadrinhos. O projeto foi desenvolvido pelo roteirista e produtor Tom Kapinos (criador da série “Californication”), mas durante as negociações com a Fox ganhou a adesão de dois pesos pesados, o cineasta Len Weiseman (diretor de “Anjos da Noite” e co-criador de “Sleepy Hollow”) e o produtor Jerry Brukheimer (“Piratas do Caribe” e “CSI”). Weiseman dirigiu o piloto, como fez com “Sleepy Hollow”.

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  • Série

    Arquivo X retorna com audiência impressionante

    25 de janeiro de 2016 /

    A volta de “Arquivo X”, exibida na noite de domingo (24/1) na rede americana Fox, foi assistida por 13,47 milhões de telespectadores. Trata-se de praticamente o dobro da audiência da estreia da atração em 1993, que teve cerca de 7 milhões de telespectadores, e quase o mesmo público do último episódio, sintonizado por 13,3 milhões em 2002. Na época, porém, a Fox não tinha concorrência simultânea da TV paga e de serviços de streaming, por isso os resultados são comemorados como uma ocorrência rara na televisão americana atual. Para completar, o índice demográfico, que mede o público de 18 a 49 anos (alvo dos anunciantes), atingiu impressionantes 5,1 pontos. É importante observar que estes são apenas números iniciais, que devem aumentar com o público das reprises e exibições em outras plataformas – algo que também não existia na época original da atração. Mesmo assim, em seu auge, a série chegou a ser assistida por 20 milhões de telespectadores, atingindo o pico de 29 milhões num episódio transmitido em 1997.

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  • Série

    Legends of Tomorrow estreia com grande audiência

    22 de janeiro de 2016 /

    A estreia da série “Legends of Tomorrow” ajudou a rede americana CW a atingir sua maior audiência nas noites de quinta-feira dos últimos três anos. Ao todo, 3,1 milhões de telespectadores sintonizaram a nova atração baseada nos quadrinhos de super-heróis da DC Comics, apenas 500 mil a menos que o público habitual de “The Flash”, que é a atração mais popular do canal. Além disso, 2 milhões permaneceram na CW para assistir a estreia da 3ª temporada de “The 100”, exibida logo a seguir, rendendo uma das maiores audiências já registradas pela série sci-fi – superior, inclusive, a de todos os episódios da temporada anterior. A crítica, porém, ficou bem dividida em relação a “Legends of Tomorrow”. A falta de um herói central foi apontada como principal fator negativo, resultando numa dispersão muito grande entre nove personagens. Por outro lado, a química do elenco e uma premissa mais ousada que as demais séries de heróis da DC foram considerados aspectos positivos. A série acompanha um grupo de heróis e anti-heróis, coadjuvantes de “Arrow” e “The Flash”, que são reunidos pelo viajante do tempo Rip Hunter (Arthur Darvill, da série “Doctor Who”) para impedir o fim do mundo, em aventuras que os levam a outras eras. O grande elenco também inclui Brandon Routh (“Superman: O Retorno”) como o super-herói Eléktron, Victor Garber (“Argo”), como o Dr. Martin Stein (metade do super-herói Nuclear), Franz Drameh (série “River”) como Jax (a outra metade de Nuclear), Dominic Purcell (série “Prison Break”) como o vilão Onda Térmica, Wentworth Miller (também da série “Prison Break”), como Capitão Frio, Caity Lotz (“A Batalha do Ano”) como Canário Branco, Falk Hentschel (“O Ataque”) como Gavião Negro e Ciara Renée (série “Crime Stoppers Case Files”) como Mulher Gavião.

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  • Filme

    Pior filme do ano, The Ridiculous 6 é o maior sucesso da Netflix

    8 de janeiro de 2016 /

    A comédia western “The Ridiculous 6”, um dos piores filmes de 2015, é um sucesso de público, garante Ted Sarandos, diretor de conteúdo do Netflix. Lançada com exclusividade pelo serviço de streaming em dezembro, a produção estrelada por Adam Sandler foi o filme mais visto no espaço de um mês desde a inauguração do Netflix. Quantos viram? Ninguém sabe. O Netflix não revela números nem permite auditoria na audiência de seu serviço. É preciso, então, acreditar cegamente na palavra de Sarandos, aceitando que “muitos” viram, mais do que viram outros programas. “The Ridiculous 6” é o recordista de críticas negativas de 2015. Conseguiu a façanha de cravar 0% de aprovação no site Rotten Tomatoes, e só não fez menos porque a medição não conta saldo abaixo de zero. Assim sendo, nenhum outro filme lançado no ano passado teve pior repercussão que ele. A crítica simplesmente destruiu o filme, que é o primeiro lançamento do Netflix com Sandler. Outros virão, com chance de superar este. Clique aqui para ler o que os críticos americanos disseram sobre o lançamento. “Ridículo”, o título do próprio filme, foi o comentário mais ameno. “Um novo baixo nível para as comédias cinematográficas”, resumiu mais recentemente o crítico do site Playlist. A produção foi notícia por conta do protesto de seu elenco de figurantes indígenas, que teria abandonado as filmagens acusando o roteiro de insultar as mulheres e anciãos nativos americanos e de mostrar a cultura apache de maneira “grosseira”. O filme tem direção de Frank Coraci (“Juntos e Misturados”) e mostra Sandler como um órfão criado numa tribo indígena com cinco meio irmãos, interpretados por Taylor Lautner (“Crepúsculo”), Rob Schneider (“Gente Grande”), Luke Wilson (“Legalmente Loira”), Terry Crews (“Os Mercenários”) e Jorge Garcia (série “Lost”). O elenco é grandioso e ainda inclui Nick Nolte (“Caça aos Gângsteres”), Steve Buscemi (série “The Boardwalk Empire”), Will Forte (“Nebraska”), John Turturro (“Transformers”), Harvey Keitel (“O Grande Hotel Budapeste”), David Spade (“Gente Grande”), Nick Swardson (“Esposa de Mentirinha”), Jon Lovitz (“Gente Grande 2″), Whitney Cummings (série “Whitney”), Steve Zahn (“Clube de Compras Dallas”), Danny Trejo (“Machete”), Chris Parnell (“Anjos da Lei”), Lavell Crawford (série “Breaking Bad”) e os cantores Blake Shelton (série “Maliby Country”) e Vanilla Ice (“As Tartarugas Ninja II – O Segredo do Ooze”).

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  • Série

    The Walking Dead: Zumbis atacam no primeiro comercial da volta da série em 2016

    31 de dezembro de 2015 /

    O canal pago americano AMC divulgou o primeiro comercial do retorno de “The Walking Dead” em 2016. A prévia parte das cenas que encerraram a midseason em novembro, mostrando Rick (Andrew Lincoln), Michonne (Danai Gurira) e outros sobreviventes ao ar livre, em meio a um ataque generalizado de zumbis. As cenas de tensão ainda revelam a ajuda de Glenn (Steven Yeun) e os gritos de desespero de Maggie (Lauren Cohan). Paralelamente, o trio formado por Daryl (Norman Reedus), Abraham (Michael Cudlitz) e Sasha (Sonequa Martin-Green) se deparam com a gangue do vilão Negan, vivido por Jeffrey Dean Morgan (“Watchmen”) nos próximos capítulos. Apesar de considerado anticlimático, o final da primeira metade da 6ª temporada registrou média de 14 milhões de telespectadores, a segunda maior da série em 2015, só ficando atrás da estreia da temporada, em 11 de outubro, que foi vista por 14,63 milhões. Com exibição praticamente simultânea no Brasil, “The Walking Dead” também se consolidou como a série mais assistida da TV paga brasileira em 2015, atraindo uma média de 4,5 milhões de telespectadores por episódio. A segunda metade da 6ª temporada vai começar a ser exibida a partir de 14 de fevereiro.

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  • Série

    The Walking Dead liderou a audiência das plataformas digitais e foi a série mais comentada de 2015

    30 de dezembro de 2015 /

    A série “The Walking Dead” liderou a audiência das plataformas digitais oficiais nos EUA, em serviços como VOD e DVR, e foi a mais comentada no Twitter pelo terceiro ano consecutivo, segundo dados do instituto Nielsen. Cada episódio da série de zumbis rendeu, em média, cerca de 424 mil tuítes em 2015, enviados por 153 mil usuários e vistos 4 milhões de vezes. A diferença para as demais atrações é imensa. O reality show “The Bachelor”, que ficou em 2º lugar, rendeu 156 mil tuítes por episódio, vistos por 3,5 milhões de usuários. “Game of Thrones” completa o pódio com 152 mil tuítes e 3,1 milhões de visualizações. Nas plataformas digitais, os episódios de “The Walking Dead” renderam 10,89 milhões de telespectadores por semana. Com a soma da audiência na TV, o número de pessoas sintonizadas semanalmente na atração superou os 20 milhões nos EUA. É uma audiência de dar inveja nos programas mais populares das grandes redes. O detalhe é que a série é uma produção da TV paga americana, o que torna seu feito ainda mais impressionante. O Top 5 de VOD e DVR, por sinal, é completado apenas por séries da TV aberta: “The Big Bang Theory” (9,4 milhões), “Empire” (7,6 milhões), “The Blacklist” (7,3 milhões) e a estreante “Blindspot” (7,1 milhões), que realmente caiu no gosto do público.

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  • Série

    Adaptação da sci-fi O Homem do Castelo Alto se torna a série de maior audiência da Amazon

    27 de dezembro de 2015 /

    O Amazon Studios anunciou que “The Man in the High Castle”, recém-renovada para sua 2ª temporada, foi a série original mais vista em seu serviço de streaming on-demand, superando os números dos antigos líderes de audiência, o policial “Bosch” e a premiada comédia “Transparent”, ambos igualmente renovados. Assim como os demais serviços de streaming (Netflix e Hulu, por exemplo), o Amazon também não divulgou os números de visualizações dos episódios. Mesmo assim, insiste que “The Man in The High Castle” superou as expectativas. Em comunicado, o vice-presidente da Amazon Studios, Roy Price, declarou-se muito orgulhoso “dessa maravilhosa série”, criada pelo roteirista Frank Spotnitz (“Arquivo X”) e produzida pelo cineasta Ridley Scott (“Prometheus”). A série adapta a sci-fi clássica “O Homem do Castelo Alto”, de Phillip K. Dick (“Blade Runner”), sobre uma linha histórica alternativa em que os nazistas venceram a 2ª Guerra Mundial. “Nós esperávamos que, ao juntar novamente o trabalho de Phillip K. Dick com a visão de Ridley Scott, que nos deram o clássico filme ‘Blade Runner’, poderíamos cumprir nossa promessa de criar um dos melhores programas da televisão para nossos clientes e acreditamos que conseguimos”, completou Price.

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  • Série

    Com exibição simultânea aos EUA, The Walking Dead vira série mais vista da TV paga brasileira em 2015

    12 de dezembro de 2015 /

    A decisão do canal pago Fox de exibir no Brasil a série “The Walking Dead” no mesmo dia de sua transmissão nos EUA se provou a mais acertada possível. A primeira metade da 6ª temporada consolidou-se como o programa mais assistido da TV paga brasileira em 2015, atraindo uma média de 4,5 milhões de telespectadores por episódio. Com a estreia simultânea, os episódios passaram a ser exibidos na TV antes de chegar nos sites piratas, o que desestimulou o consumo por vias ilegais. A Fox fez isso em vários outros países com o mesmo desempenho, registrando um crescimento de 48% na audiência da série em relação ao seu quinto ano. Já nos EUA, a série teve queda de 8% em sua audiência, em relação ao ano passado.

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  • Série

    Série Arrow registra maior audiência do ano no crossover com The Flash

    5 de dezembro de 2015 /

    O crossover das séries “The Flash” e “Arrow” não rendeu muita variação de audiência para a primeira, mas registrou o maior público da série do Arqueiro Verde em um ano. Intitulado “Legends of Yesterday”, o episódio foi assistido por 3,6 milhões de espectadores na quarta-feira (2/12) nos EUA, tornando-se a maior audiência da 4ª temporada de “Arrow”. A última vez que a série do super-herói arqueiro teve uma audiência tão alta foi durante o primeiro crossover com “The Flash”, assistido por 3,9 milhões de espectadores. Os episódios especiais também introduziram dois novos heróis, Gavião Negro e Mulher Gavião, além do vilão Vandal Savage. Os três retornarão em janeiro como parte do elenco da nova série de super-heróis do canal americano CW, “Legends of Tomorrow” Na próxima semana, serão exibidos os últimos episódios do ano de “The Flash” e “Arrow”.

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  • Filme

    Supergirl garante produção de temporada completa

    2 de dezembro de 2015 /

    A rede americana CBS encomendou episódios adicionais de “Supergirl”, garantindo assim a exibição de uma temporada completa da série. O primeiro ano da atração terá um total de 20 episódios. A série estreou com audiência recorde nos EUA. O primeiro episódio, exibido em 26 de outubro nos EUA, foi sintonizado por 12,9 milhões de telespectadores, tornando-se a maior estreia da atual temporada e superando todos os lançamentos de séries de super-heróis da TV americana em todos os tempos. Até então, a maior estreia do gênero pertencia à “Agents of SHIELD”, que levou 12,12 milhões de telespectadores para frente da TV em 2013. Entre as adaptações dos quadrinhos da DC Comics, a diferença é ainda maior. O primeiro episódio de “Gotham” teve 8,2 milhões de telespectadores e “The Flash” estreou com 4,83 milhões, ambas em 2014. “Supergirl” também ganhou muitos elogios da crítica, que foi unanime em apontar o carisma da atriz Melissa Benoist (ex-“Glee”) como responsável pelo sucesso do programa. Entretanto, o sucesso não se manteve semana a semana, perdendo 22% do público no segundo episódio e acumulando um encolhimento de até 45% no terceiro, visto por 8,2 milhões de telespectadores ao vivo. Atualmente, a série se mantém na faixa de 8 milhões de telespectadores, mas registra apenas 1.6 pontos entre o público adulto – mesma média de “Gotham”, que tem metade de sua audiência.

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