Visita de Flash ajuda Supergirl a atingir uma de suas maiores audiências nos EUA
A série “Supergirl” experimentou uma de suas maiores audiências nesta semana, na rede americana CBS, graças à visita do super-herói Flash, vindo não só de outra dimensão (como explicado na trama) como também de outro canal. O episódio do primeiro encontro dos personagens dos quadrinhos rendeu 7,2 milhões de telespectadores ao vivo, um aumento de 38% na audiência em relação ao capítulo anterior de “Supergirl” e o maior público da série desde fevereiro, além de registrar 1.7 pontos na demografia cobiçada pelos anunciantes – o público entre 18 e 35 anos. O desempenho representou a segunda maior audiência da noite de segunda-feira (28/3) nos EUA, atrás apenas do popular programa “The Voice” – por sinal, exibido no mesmo horário de “Supergirl”. Intitulado “World’s Finest” (os melhores do mundo), mesmo nome de uma revista de grandes duplas dos quadrinhos da DC (Batman e Superman foram seus principais protagonistas), o episódio foi de uma fofura marcante, muito bem escrito por Greg Berlanti e Andrew Kreisberg, e representou o 18º da temporada inaugural de “Supergirl”, que ainda não teve sua renovação confirmada. Apesar da história cruzar com a trama atual da série “The Flash”, Supergirl não irá aparecer na atração do velocista escarlate, que é exibida nos EUA na rede CW. “The Flash”, por outro lado, já se encontra renovada para sua 3ª temporada. As duas séries são exibidas no Brasil pelo canal pago Warner.
Legends of Tomorrow: Jonah Hex e Ra’s Al Ghul aparecem no trailer do final da temporada
A rede americana CW divulgou um trailer que antecipa os episódios do final da temporada inaugural de “Legends of Tomorrow”, série que junta os coadjuvantes de “Arrow” e “The Flash” em aventuras que envolvem viagens no tempo. A prévia revela novas tramas situadas no passado, em pleno Velho Oeste, e no futuro. Como sempre, essa maleabilidade permite a inclusão de diversos personagens da galeria histórica da DC Comics. O vídeo revela a participação do pistoleiro Jonah Hex (Johnathon Schaech, de “The Wonders – O Sonho Não Acabou”) e o resgate de Ra’s Al Ghul (Matt Nable, visto na série “Arrow”), além da introdução de sua filha Talia Al Ghul, ainda criança. A série acompanha um grupo de heróis e anti-heróis, que são reunidos pelo viajante do tempo Rip Hunter (Arthur Darvill, da série “Doctor Who”) para impedir o fim do mundo, em aventuras que os levam a outras eras. O grande elenco também inclui Brandon Routh (“Superman: O Retorno”) como o super-herói Eléktron, Victor Garber (“Argo”), como o Dr. Martin Stein (metade do super-herói Nuclear), Franz Drameh (série “River”) como Jax (a outra metade de Nuclear), Wentworth Miller (também da série “Prison Break”), como Capitão Frio, Caity Lotz (“A Batalha do Ano”) como Canário Branco, e Ciara Renée (série “Crime Stoppers Case Files”) como Mulher Gavião. Rapidamente consolidada como uma das maiores audiências da CW, “Legends of Tomorrow” retorna à televisão americana na quinta (31/3) e já foi renovada para sua 2ª temporada.
Série Outsiders é renovada para sua 2ª temporada
O canal pago americano WGN America renovou “Ousiders” para sua 2ª temporada, sem esperar finalizar a primeira leva de episódios produzidos. Atualmente, a série está na metade de sua temporada inaugural. Mas o sucesso é tão grande que supera as outras produções do canal, com 2,8 milhões de telespectadores por episódio, em todas as plataformas. “Estamos muito satisfeitos em ver que ‘Outsiders’ conseguiu se conectar com os fãs de uma maneira tão poderosa e palpável. A série excedeu nossas mais altas expectativas em todos os níveis possíveis”, disse o presidente do WGN, Matt Cherniss, no anúncio da renovação. “Outsiders” é a terceira série original da emissora, seguindo “Salem”, renovada para sua 3ª temporada, e “Manhattan”, cancelada após a 2ª. O canal ainda estreou, em 9 de março, sua quarta produção, a série de escravatura “Underground”. Criada por Peter Mattei (roteirista de “O Amor nos Tempos do Dinheiro”), a série conta a história dos Farrells, um clã selvagem que vive nas montanhas de Apalaches e luta para manter seu estilo de vida, sem deixar ninguém se aproximar da família. No elenco, estão David Morse (“Amaldiçoado”), Thomas M. Wright (série “The Bridge”), Ryan Hurst (série “Sons of Anarchy”), Joe Anderson (série “Hannibal”), Gillian Alexy (série “The Americans”), Kyle Gallner (“American Sniper”), Christina Jackson (série “Boardwalk Empire”), Francie Swift (“Tiras em Apuros”) e Phyllis Somerville (série “The Big C”). Foram encomendados 13 novos episódios para a 2ª temporada, que começam a ser gravados a partir de junho para uma estreia no começo de 2017.
Série Manhattan é cancelada na 2ª temporada
O canal WGN America anunciou o cancelamento de uma de suas primeiras séries originais, o drama de época “Manhattan”, após duas temporadas. O motivo foram os baixos índices de audiência. A 1ª temporada teve uma média de 420 mil telespectadores, que caiu praticamente pela metade no último ano, quando a atração obteve somente 236 mil telespectadores por episódio. Desenvolvida pelo escritor Sam Shaw (roteirista da série “Masters of Sex”) e o diretor/produtor Thomas Schlamme (produtor das séries “Pan Am” e “West Wing”), a série se passava em Los Alamos, na base secreta do governo americano que reuniu cientistas e confinou suas famílias, para a criação das bombas atômicas que seriam lançadas em Hiroshima e Nagasaki em 1945. O elenco destacava Olivia Williams (“O Escritor Fantasma”), Christopher Denham (“Argo”), John Benjamin Hickey (série “The Big C”), Rachel Brosnahan (série “House of Cards”), Harry Lloyd (série “Game of Thrones”), Michael Chernus (série “Orange Is the New Black”) e Katja Herbers (série “The Americans”). A série foi a segunda produção original do WGN América, logo depois da estreia bem-sucedida de “Salem”, e se tornou o primeiro cancelamento do canal, imediatamente após o lançamento de “The Outsiders” virar o maior sucesso do canal, com 1 milhão de telespectadores. O último episódio de “Manhattan” foi ao ar em 15 de dezembro, encerrando a trama com o primeiro teste da bomba atômica.
O Telecine, canal pago da Globo, vai exibir Os Dez Mandamentos
Até a Globo se rendeu a “Os Dez Mandamentos”. A realização do filme, baseado na novela homônima, acabou possibilitando uma situação inédita e insólita: a exibição de uma produção da Record num canal da Globosat, divisão de TV por assinatura das Organizações Globo. Os direitos de exibição do filme-novela da Record foram comprados pelo canal pago Telecine. O acordo, segundo o colunista do UOL Ricardo Feltrin, também dá direito ao Telecine exibir o filme na plataforma on demand, assim que “Os Dez Mandamentos” sair dos cinemas, o que só deve acontecer nos próximos dois meses. Depois disso, ele será exibido no Telecine Premium. Já a exibição na TV aberta e comercialização em Blu-Ray e DVD segue sendo da Record. Ainda conforme Feltrin, os valores da negociação não foram revelados, mas o Telecine teria pago uma quantia similar aos blockbusters internacionais exibidos pelo canal. Vale lembrar que “Os Dez Mandamentos” foi o principal rival da audiência da Globo em 2015. A trama dirigida por Alexandre Avancini chegou a enfrentar e, por algumas vezes, até superar os dois principais pilares da emissora carioca: o Jornal Nacional e as novelas das nove – duas no caso, “Babilônia” e “A Regra do Jogo”.
Estreia de Arquivo X foi vista ao vivo por 50 milhões em todo o mundo
A Fox divulgou a audiência internacional do revival de “Arquivo X”. O levantamento acompanhou a sintonia do episódio de estreia em 80 países diferentes e o resultado estabeleceu um novo recorde para um lançamento mundial da televisão. O primeiro capítulo foi visto ao vivo por nada menos que 50 milhões de telespectadores em todo o mundo. Na América Latina, os dois primeiros episódios foram exibidos simultaneamente, atingindo uma média de 68% da audiência da TV paga, superior à audiência do campeão de audiência do canal, a série “The Walking Dead”. Durante a transmissão, a Fox liderou a audiência na Argentina e México, incluindo as televisões abertas. Além disso, representou o pico de público da temporada (iniciada em setembro) no Canadá e a maior audiência da história do canal na Polônia. Trata-se mesmo de um fenômeno. Infelizmente, de curta duração, uma vez que a minissérie de seis episódios já se encontra pela metade.
Após três dias, o público da estreia de Arquivo X salta para 20 milhões nos EUA
Os números do episódio de estreia da minissérie que reviveu “Arquivo X”, considerada a 10ª temporada da série clássica, bateram no teto com a divulgação, pela Nielsen, da performance em outras plataformas. Somando a audiência ao vivo, do site Hulu e dos DVRs (gravadores digitais) durante três dias desde sua exibição original, o público atingiu 20,3 milhões de telespectadores. Esta era a audiência do auge da atração nos anos 1990, quando ainda não havia outras plataformas além da televisão. Em compensação, a oferta de séries também eram muito menor e concentrada nas grandes redes. A maior audiência da existência de “Arquivo X” foram 29 milhões de telespectadores num episódio transmitido em 1997. Nos dias que correm, números como este são cada vez mais raros. Tanto que o público do revival só perde nesta temporada para a estreia da 2ª temporada de “Empire”, exibida em setembro pela mesma rede, a Fox. Para completar, com a soma de todas as plataformas, o índice demográfico, que mede o público de 18 a 49 anos (alvo dos anunciantes), atingiu impressionantes 7,8 pontos. Maior que o da própria “Empire”.
Após recorde de audiência, Billions é renovada para sua 2ª temporada
O canal pago americano Showtime renovou a série “Billions” para sua 2ª temporada. A renovação aconteceu após a exibição do segundo episódio (em 24/1) e em consequência do recorde histórico atingido por sua estreia na semana anterior. “Billions” foi disponibilizado antecipadamente no site oficial do canal, atingindo 2,99 milhões de telespectadores antes de chegar na televisão. Com o lançamento oficial, em 17 de janeiro, o episódio somou, ao todo, 6,5 milhões de telespectadores, o que representa o maior público de uma estreia do canal. Estrelada por Damian Lewis (série “Homeland”) e Paul Giamatti (“O Espetacular Homem-Aranha 2”), a série acompanha o embate entre os dois protagonistas, um procurador da república (Giamatti) e um executivo do mercado de ações (Lewis), enquanto exibe o mundo de ostentação e decadência do mercado financeiro de Wall Street. Criada pelo jornalista Andrew Ross Sorkin e pelos roteiristas Brian Koppelman e David Levien (ambos de “Aposta Máxima”), a atração também conta em seu elenco com Maggie Siff (série “Sons of Anarchy”), Malin Akerman (“Watchmen”), Toby Leonard Moore (“De Volta ao Jogo”) e David Costabile (série “Breaking Bad”). O piloto foi dirigido pelo cineasta Neil Burger (“Divergente”).
Nova série da DC Comics, Lucifer tem ótima estreia na TV americana
A rede americana Fox tem bons motivos para comemorar o começo de 2016. Duas de suas principais atrações de janeiro estrearam com números de campeões de audiência. Após o lançamento no domingo (24/1), sintonizado por mais de 13 milhões de pessoas, a minissérie que revive “Arquivo X” exibiu seu segundo episódio na noite de segunda, conquistando 9,7 milhões de telespectadores e 3,2 pontos no índice demográfico, que mede o público de 18 a 49 anos (alvo dos anunciantes). A queda de audiência era esperada, pois a exibição de domingo tinha como gancho a transmissão de um jogo de futebol americano. Mesmo assim, apenas outra série da Fox supera atualmente os 3 pontos de audiência: “Empire”. Para completar o sucesso, a série “Lucifer”, exibida logo em seguida, manteve boa parte do público de “Arquivo X”, sendo assistida por 7,2 milhões e marcando 2,7 pontos de audiência. Isto é praticamente o dobro conseguido pela atração que ocupava o mesmo horário em 2015, “Minority Report”, cancelada no final do ano passado, e superior até ao desempenho de “Sleepy Hollow” e “The Following”, as opções anteriores das noites de segunda na Fox. Também é um alcance bem superior ao atingido pela primeira série derivada dos quadrinhos da Vertigo (divisão adulta da DC Comics), “Constantine”, que debutou diante de 4,2 milhões de telespectadores na rede NBC em 2014, sendo cancelada com 3,3 milhões em fevereiro passado. A recepção positiva do público ajudou a Fox a liderar a audiência demográfica da noite. A crítica, porém, mostrou-se dividida em relação às duas atrações. O site Rotten Tomatoes registrou 57% de resenhas favoráveis à volta de “Arquivo X” e apenas 45% a favor de “Lucifer”. O consenso em relação a “Lucifer” é que o formato de procedimento policial é prejudicial a seu potencial, apesar do charme demonstrado por Tom Ellis (série “The Fades”) como o personagem-título. Mas esta foi a fórmula encontrada pela Fox para colocar no ar uma premissa que seria polêmica até na TV paga, mostrando o lado do diabo em sua disputa eterna com Deus. Apesar de inspirada nos quadrinhos homônimos da Vertigo, a série pouco tem a ver com a história atordoante escrita por Mike Carey ao longo de 75 edições, repleta de idas e vindas ao inferno, demônios e planos de vingança contra Deus, em que Lúcifer tenta mostrar que seria capaz de fazer um trabalho melhor com a humanidade. Em vez da trama controversa, os produtores optaram por mostrar o anjo caído ajudando a polícia a resolver crimes, ao lado de uma policial (Lauren German, da série “Chicago Fire”) que não existe nos quadrinhos. O projeto foi desenvolvido pelo roteirista e produtor Tom Kapinos (criador da série “Californication”), mas durante as negociações com a Fox ganhou a adesão de dois pesos pesados, o cineasta Len Weiseman (diretor de “Anjos da Noite” e co-criador de “Sleepy Hollow”) e o produtor Jerry Brukheimer (“Piratas do Caribe” e “CSI”). Weiseman dirigiu o piloto, como fez com “Sleepy Hollow”.
Arquivo X retorna com audiência impressionante
A volta de “Arquivo X”, exibida na noite de domingo (24/1) na rede americana Fox, foi assistida por 13,47 milhões de telespectadores. Trata-se de praticamente o dobro da audiência da estreia da atração em 1993, que teve cerca de 7 milhões de telespectadores, e quase o mesmo público do último episódio, sintonizado por 13,3 milhões em 2002. Na época, porém, a Fox não tinha concorrência simultânea da TV paga e de serviços de streaming, por isso os resultados são comemorados como uma ocorrência rara na televisão americana atual. Para completar, o índice demográfico, que mede o público de 18 a 49 anos (alvo dos anunciantes), atingiu impressionantes 5,1 pontos. É importante observar que estes são apenas números iniciais, que devem aumentar com o público das reprises e exibições em outras plataformas – algo que também não existia na época original da atração. Mesmo assim, em seu auge, a série chegou a ser assistida por 20 milhões de telespectadores, atingindo o pico de 29 milhões num episódio transmitido em 1997.
Legends of Tomorrow estreia com grande audiência
A estreia da série “Legends of Tomorrow” ajudou a rede americana CW a atingir sua maior audiência nas noites de quinta-feira dos últimos três anos. Ao todo, 3,1 milhões de telespectadores sintonizaram a nova atração baseada nos quadrinhos de super-heróis da DC Comics, apenas 500 mil a menos que o público habitual de “The Flash”, que é a atração mais popular do canal. Além disso, 2 milhões permaneceram na CW para assistir a estreia da 3ª temporada de “The 100”, exibida logo a seguir, rendendo uma das maiores audiências já registradas pela série sci-fi – superior, inclusive, a de todos os episódios da temporada anterior. A crítica, porém, ficou bem dividida em relação a “Legends of Tomorrow”. A falta de um herói central foi apontada como principal fator negativo, resultando numa dispersão muito grande entre nove personagens. Por outro lado, a química do elenco e uma premissa mais ousada que as demais séries de heróis da DC foram considerados aspectos positivos. A série acompanha um grupo de heróis e anti-heróis, coadjuvantes de “Arrow” e “The Flash”, que são reunidos pelo viajante do tempo Rip Hunter (Arthur Darvill, da série “Doctor Who”) para impedir o fim do mundo, em aventuras que os levam a outras eras. O grande elenco também inclui Brandon Routh (“Superman: O Retorno”) como o super-herói Eléktron, Victor Garber (“Argo”), como o Dr. Martin Stein (metade do super-herói Nuclear), Franz Drameh (série “River”) como Jax (a outra metade de Nuclear), Dominic Purcell (série “Prison Break”) como o vilão Onda Térmica, Wentworth Miller (também da série “Prison Break”), como Capitão Frio, Caity Lotz (“A Batalha do Ano”) como Canário Branco, Falk Hentschel (“O Ataque”) como Gavião Negro e Ciara Renée (série “Crime Stoppers Case Files”) como Mulher Gavião.
Pior filme do ano, The Ridiculous 6 é o maior sucesso da Netflix
A comédia western “The Ridiculous 6”, um dos piores filmes de 2015, é um sucesso de público, garante Ted Sarandos, diretor de conteúdo do Netflix. Lançada com exclusividade pelo serviço de streaming em dezembro, a produção estrelada por Adam Sandler foi o filme mais visto no espaço de um mês desde a inauguração do Netflix. Quantos viram? Ninguém sabe. O Netflix não revela números nem permite auditoria na audiência de seu serviço. É preciso, então, acreditar cegamente na palavra de Sarandos, aceitando que “muitos” viram, mais do que viram outros programas. “The Ridiculous 6” é o recordista de críticas negativas de 2015. Conseguiu a façanha de cravar 0% de aprovação no site Rotten Tomatoes, e só não fez menos porque a medição não conta saldo abaixo de zero. Assim sendo, nenhum outro filme lançado no ano passado teve pior repercussão que ele. A crítica simplesmente destruiu o filme, que é o primeiro lançamento do Netflix com Sandler. Outros virão, com chance de superar este. Clique aqui para ler o que os críticos americanos disseram sobre o lançamento. “Ridículo”, o título do próprio filme, foi o comentário mais ameno. “Um novo baixo nível para as comédias cinematográficas”, resumiu mais recentemente o crítico do site Playlist. A produção foi notícia por conta do protesto de seu elenco de figurantes indígenas, que teria abandonado as filmagens acusando o roteiro de insultar as mulheres e anciãos nativos americanos e de mostrar a cultura apache de maneira “grosseira”. O filme tem direção de Frank Coraci (“Juntos e Misturados”) e mostra Sandler como um órfão criado numa tribo indígena com cinco meio irmãos, interpretados por Taylor Lautner (“Crepúsculo”), Rob Schneider (“Gente Grande”), Luke Wilson (“Legalmente Loira”), Terry Crews (“Os Mercenários”) e Jorge Garcia (série “Lost”). O elenco é grandioso e ainda inclui Nick Nolte (“Caça aos Gângsteres”), Steve Buscemi (série “The Boardwalk Empire”), Will Forte (“Nebraska”), John Turturro (“Transformers”), Harvey Keitel (“O Grande Hotel Budapeste”), David Spade (“Gente Grande”), Nick Swardson (“Esposa de Mentirinha”), Jon Lovitz (“Gente Grande 2″), Whitney Cummings (série “Whitney”), Steve Zahn (“Clube de Compras Dallas”), Danny Trejo (“Machete”), Chris Parnell (“Anjos da Lei”), Lavell Crawford (série “Breaking Bad”) e os cantores Blake Shelton (série “Maliby Country”) e Vanilla Ice (“As Tartarugas Ninja II – O Segredo do Ooze”).
The Walking Dead: Zumbis atacam no primeiro comercial da volta da série em 2016
O canal pago americano AMC divulgou o primeiro comercial do retorno de “The Walking Dead” em 2016. A prévia parte das cenas que encerraram a midseason em novembro, mostrando Rick (Andrew Lincoln), Michonne (Danai Gurira) e outros sobreviventes ao ar livre, em meio a um ataque generalizado de zumbis. As cenas de tensão ainda revelam a ajuda de Glenn (Steven Yeun) e os gritos de desespero de Maggie (Lauren Cohan). Paralelamente, o trio formado por Daryl (Norman Reedus), Abraham (Michael Cudlitz) e Sasha (Sonequa Martin-Green) se deparam com a gangue do vilão Negan, vivido por Jeffrey Dean Morgan (“Watchmen”) nos próximos capítulos. Apesar de considerado anticlimático, o final da primeira metade da 6ª temporada registrou média de 14 milhões de telespectadores, a segunda maior da série em 2015, só ficando atrás da estreia da temporada, em 11 de outubro, que foi vista por 14,63 milhões. Com exibição praticamente simultânea no Brasil, “The Walking Dead” também se consolidou como a série mais assistida da TV paga brasileira em 2015, atraindo uma média de 4,5 milhões de telespectadores por episódio. A segunda metade da 6ª temporada vai começar a ser exibida a partir de 14 de fevereiro.












