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    Os Dez Mandamentos vira segundo filme mais visto do cinema brasileiro

    6 de abril de 2016 /

    Após dez semanas em cartaz, “Os Dez Mandamentos” se tornou o segundo filme mais visto do cinema brasileiro. A produção da Record já acumula 10,8 milhões de espectadores, agora à frente “Dona Flor e seus Dois Maridos” (10,7 milhões), e só é superado pelo campeão “Tropa de Elite 2” (11,1 milhões). Os dados são da empresa comScore, que faz a análise das bilheterias nacionais. A diferença para “Tropa de Elite 2” é de apenas 400 mil espectadores. A reta final é sempre mais árdua de ser superada, mas o filme da novela ainda demonstra fôlego. Atualmente, ocupa o 3º lugar no ranking semanal – atrás de “Zootopia” e “Batman vs. Superman”. Ao todo, “Os Dez Mandamentos” já rendeu R$ 114 milhões nos cinemas. Mas seu sucesso se estende a outros negócios, como a venda para canais pagos de filmes – acordo inédito para uma produção que iniciou sua trajetória como novela. E ao lançamento, na televisão, de “Dez Mandamentos – Segunda Temporada”, nova fase da novela, que estreou na segunda (5/4) com aumento de 56% na audiência em relação à estreia da produção original. O fenômeno continua.

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  • Série

    Final da temporada de The Walking Dead gera revolta nas redes sociais

    6 de abril de 2016 /

    O final da 6ª temporada de “The Walking Dead” foi assistido por 14,2 milhões de espectadores ao vivo nos EUA, a segunda maior audiência da temporada (abaixo apenas da estreia), mas gerou uma avalanche de comentários negativos nas redes sociais, devido à forma como o episódio terminou. Embora vários personagens queridos já tenham morrido na série, os produtores resolveram fazer suspense, ao mostrar o novo vilão Negan (interpretado por Jeffrey Dean Morgan) assassinando um dos sobreviventes do grupo de Rick (Andrew Lincoln), sem revelar a identidade da vítima. O que seria um gancho para aumentar a expectativa pela próxima temporada acabou sendo lamentado pelos fãs como mera “sacanagem”. Segundo análise da companhia Canvs, que analisa o conteúdo emocional de mensagens de mídias sociais, mais de 70% das reações ao desfecho do episódio no Twitter foram negativas, expressas em palavras de revolta como “loucura”, “não gostei”, “ódio” e “chateado”. A palavra “amei” foi usada em 15,2% dos comentários, enquanto a palavra “bom” em apenas 6,4%. Não é a primeira vez que os fãs lamentam os rumos da série, mas desde que Scott M. Gimple virou showrunner, na 4ª temporada, os questionamentos vem aumentando. Entre os eventos mais recentes, até hoje rende polêmica a explicação meia-boca sobre como Glenn (Steve Yeun) poderia ter sobrevivido a um cerco de zumbis na primeira metade da temporada. Será que Glenn finalmente morreu, no episódio de domingo? Ou a vítima teria sido um personagem menos popular, diferente do que aconteceu nos quadrinhos? O público só saberá em outubro, quando a série retornar para a 7ª temporada.

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    Visita de Flash ajuda Supergirl a atingir uma de suas maiores audiências nos EUA

    1 de abril de 2016 /

    A série “Supergirl” experimentou uma de suas maiores audiências nesta semana, na rede americana CBS, graças à visita do super-herói Flash, vindo não só de outra dimensão (como explicado na trama) como também de outro canal. O episódio do primeiro encontro dos personagens dos quadrinhos rendeu 7,2 milhões de telespectadores ao vivo, um aumento de 38% na audiência em relação ao capítulo anterior de “Supergirl” e o maior público da série desde fevereiro, além de registrar 1.7 pontos na demografia cobiçada pelos anunciantes – o público entre 18 e 35 anos. O desempenho representou a segunda maior audiência da noite de segunda-feira (28/3) nos EUA, atrás apenas do popular programa “The Voice” – por sinal, exibido no mesmo horário de “Supergirl”. Intitulado “World’s Finest” (os melhores do mundo), mesmo nome de uma revista de grandes duplas dos quadrinhos da DC (Batman e Superman foram seus principais protagonistas), o episódio foi de uma fofura marcante, muito bem escrito por Greg Berlanti e Andrew Kreisberg, e representou o 18º da temporada inaugural de “Supergirl”, que ainda não teve sua renovação confirmada. Apesar da história cruzar com a trama atual da série “The Flash”, Supergirl não irá aparecer na atração do velocista escarlate, que é exibida nos EUA na rede CW. “The Flash”, por outro lado, já se encontra renovada para sua 3ª temporada. As duas séries são exibidas no Brasil pelo canal pago Warner.

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  • Série

    Legends of Tomorrow: Jonah Hex e Ra’s Al Ghul aparecem no trailer do final da temporada

    28 de março de 2016 /

    A rede americana CW divulgou um trailer que antecipa os episódios do final da temporada inaugural de “Legends of Tomorrow”, série que junta os coadjuvantes de “Arrow” e “The Flash” em aventuras que envolvem viagens no tempo. A prévia revela novas tramas situadas no passado, em pleno Velho Oeste, e no futuro. Como sempre, essa maleabilidade permite a inclusão de diversos personagens da galeria histórica da DC Comics. O vídeo revela a participação do pistoleiro Jonah Hex (Johnathon Schaech, de “The Wonders – O Sonho Não Acabou”) e o resgate de Ra’s Al Ghul (Matt Nable, visto na série “Arrow”), além da introdução de sua filha Talia Al Ghul, ainda criança. A série acompanha um grupo de heróis e anti-heróis, que são reunidos pelo viajante do tempo Rip Hunter (Arthur Darvill, da série “Doctor Who”) para impedir o fim do mundo, em aventuras que os levam a outras eras. O grande elenco também inclui Brandon Routh (“Superman: O Retorno”) como o super-herói Eléktron, Victor Garber (“Argo”), como o Dr. Martin Stein (metade do super-herói Nuclear), Franz Drameh (série “River”) como Jax (a outra metade de Nuclear), Wentworth Miller (também da série “Prison Break”), como Capitão Frio, Caity Lotz (“A Batalha do Ano”) como Canário Branco, e Ciara Renée (série “Crime Stoppers Case Files”) como Mulher Gavião. Rapidamente consolidada como uma das maiores audiências da CW, “Legends of Tomorrow” retorna à televisão americana na quinta (31/3) e já foi renovada para sua 2ª temporada.

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  • Série

    Série Outsiders é renovada para sua 2ª temporada

    15 de março de 2016 /

    O canal pago americano WGN America renovou “Ousiders” para sua 2ª temporada, sem esperar finalizar a primeira leva de episódios produzidos. Atualmente, a série está na metade de sua temporada inaugural. Mas o sucesso é tão grande que supera as outras produções do canal, com 2,8 milhões de telespectadores por episódio, em todas as plataformas. “Estamos muito satisfeitos em ver que ‘Outsiders’ conseguiu se conectar com os fãs de uma maneira tão poderosa e palpável. A série excedeu nossas mais altas expectativas em todos os níveis possíveis”, disse o presidente do WGN, Matt Cherniss, no anúncio da renovação. “Outsiders” é a terceira série original da emissora, seguindo “Salem”, renovada para sua 3ª temporada, e “Manhattan”, cancelada após a 2ª. O canal ainda estreou, em 9 de março, sua quarta produção, a série de escravatura “Underground”. Criada por Peter Mattei (roteirista de “O Amor nos Tempos do Dinheiro”), a série conta a história dos Farrells, um clã selvagem que vive nas montanhas de Apalaches e luta para manter seu estilo de vida, sem deixar ninguém se aproximar da família. No elenco, estão David Morse (“Amaldiçoado”), Thomas M. Wright (série “The Bridge”), Ryan Hurst (série “Sons of Anarchy”), Joe Anderson (série “Hannibal”), Gillian Alexy (série “The Americans”), Kyle Gallner (“American Sniper”), Christina Jackson (série “Boardwalk Empire”), Francie Swift (“Tiras em Apuros”) e Phyllis Somerville (série “The Big C”). Foram encomendados 13 novos episódios para a 2ª temporada, que começam a ser gravados a partir de junho para uma estreia no começo de 2017.

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  • Série

    Série Manhattan é cancelada na 2ª temporada

    6 de fevereiro de 2016 /

    O canal WGN America anunciou o cancelamento de uma de suas primeiras séries originais, o drama de época “Manhattan”, após duas temporadas. O motivo foram os baixos índices de audiência. A 1ª temporada teve uma média de 420 mil telespectadores, que caiu praticamente pela metade no último ano, quando a atração obteve somente 236 mil telespectadores por episódio. Desenvolvida pelo escritor Sam Shaw (roteirista da série “Masters of Sex”) e o diretor/produtor Thomas Schlamme (produtor das séries “Pan Am” e “West Wing”), a série se passava em Los Alamos, na base secreta do governo americano que reuniu cientistas e confinou suas famílias, para a criação das bombas atômicas que seriam lançadas em Hiroshima e Nagasaki em 1945. O elenco destacava Olivia Williams (“O Escritor Fantasma”), Christopher Denham (“Argo”), John Benjamin Hickey (série “The Big C”), Rachel Brosnahan (série “House of Cards”), Harry Lloyd (série “Game of Thrones”), Michael Chernus (série “Orange Is the New Black”) e Katja Herbers (série “The Americans”). A série foi a segunda produção original do WGN América, logo depois da estreia bem-sucedida de “Salem”, e se tornou o primeiro cancelamento do canal, imediatamente após o lançamento de “The Outsiders” virar o maior sucesso do canal, com 1 milhão de telespectadores. O último episódio de “Manhattan” foi ao ar em 15 de dezembro, encerrando a trama com o primeiro teste da bomba atômica.

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    O Telecine, canal pago da Globo, vai exibir Os Dez Mandamentos

    5 de fevereiro de 2016 /

    Até a Globo se rendeu a “Os Dez Mandamentos”. A realização do filme, baseado na novela homônima, acabou possibilitando uma situação inédita e insólita: a exibição de uma produção da Record num canal da Globosat, divisão de TV por assinatura das Organizações Globo. Os direitos de exibição do filme-novela da Record foram comprados pelo canal pago Telecine. O acordo, segundo o colunista do UOL Ricardo Feltrin, também dá direito ao Telecine exibir o filme na plataforma on demand, assim que “Os Dez Mandamentos” sair dos cinemas, o que só deve acontecer nos próximos dois meses. Depois disso, ele será exibido no Telecine Premium. Já a exibição na TV aberta e comercialização em Blu-Ray e DVD segue sendo da Record. Ainda conforme Feltrin, os valores da negociação não foram revelados, mas o Telecine teria pago uma quantia similar aos blockbusters internacionais exibidos pelo canal. Vale lembrar que “Os Dez Mandamentos” foi o principal rival da audiência da Globo em 2015. A trama dirigida por Alexandre Avancini chegou a enfrentar e, por algumas vezes, até superar os dois principais pilares da emissora carioca: o Jornal Nacional e as novelas das nove – duas no caso, “Babilônia” e “A Regra do Jogo”.

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  • Série

    Estreia de Arquivo X foi vista ao vivo por 50 milhões em todo o mundo

    2 de fevereiro de 2016 /

    A Fox divulgou a audiência internacional do revival de “Arquivo X”. O levantamento acompanhou a sintonia do episódio de estreia em 80 países diferentes e o resultado estabeleceu um novo recorde para um lançamento mundial da televisão. O primeiro capítulo foi visto ao vivo por nada menos que 50 milhões de telespectadores em todo o mundo. Na América Latina, os dois primeiros episódios foram exibidos simultaneamente, atingindo uma média de 68% da audiência da TV paga, superior à audiência do campeão de audiência do canal, a série “The Walking Dead”. Durante a transmissão, a Fox liderou a audiência na Argentina e México, incluindo as televisões abertas. Além disso, representou o pico de público da temporada (iniciada em setembro) no Canadá e a maior audiência da história do canal na Polônia. Trata-se mesmo de um fenômeno. Infelizmente, de curta duração, uma vez que a minissérie de seis episódios já se encontra pela metade.

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    Após três dias, o público da estreia de Arquivo X salta para 20 milhões nos EUA

    29 de janeiro de 2016 /

    Os números do episódio de estreia da minissérie que reviveu “Arquivo X”, considerada a 10ª temporada da série clássica, bateram no teto com a divulgação, pela Nielsen, da performance em outras plataformas. Somando a audiência ao vivo, do site Hulu e dos DVRs (gravadores digitais) durante três dias desde sua exibição original, o público atingiu 20,3 milhões de telespectadores. Esta era a audiência do auge da atração nos anos 1990, quando ainda não havia outras plataformas além da televisão. Em compensação, a oferta de séries também eram muito menor e concentrada nas grandes redes. A maior audiência da existência de “Arquivo X” foram 29 milhões de telespectadores num episódio transmitido em 1997. Nos dias que correm, números como este são cada vez mais raros. Tanto que o público do revival só perde nesta temporada para a estreia da 2ª temporada de “Empire”, exibida em setembro pela mesma rede, a Fox. Para completar, com a soma de todas as plataformas, o índice demográfico, que mede o público de 18 a 49 anos (alvo dos anunciantes), atingiu impressionantes 7,8 pontos. Maior que o da própria “Empire”.

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    Após recorde de audiência, Billions é renovada para sua 2ª temporada

    26 de janeiro de 2016 /

    O canal pago americano Showtime renovou a série “Billions” para sua 2ª temporada. A renovação aconteceu após a exibição do segundo episódio (em 24/1) e em consequência do recorde histórico atingido por sua estreia na semana anterior. “Billions” foi disponibilizado antecipadamente no site oficial do canal, atingindo 2,99 milhões de telespectadores antes de chegar na televisão. Com o lançamento oficial, em 17 de janeiro, o episódio somou, ao todo, 6,5 milhões de telespectadores, o que representa o maior público de uma estreia do canal. Estrelada por Damian Lewis (série “Homeland”) e Paul Giamatti (“O Espetacular Homem-Aranha 2”), a série acompanha o embate entre os dois protagonistas, um procurador da república (Giamatti) e um executivo do mercado de ações (Lewis), enquanto exibe o mundo de ostentação e decadência do mercado financeiro de Wall Street. Criada pelo jornalista Andrew Ross Sorkin e pelos roteiristas Brian Koppelman e David Levien (ambos de “Aposta Máxima”), a atração também conta em seu elenco com Maggie Siff (série “Sons of Anarchy”), Malin Akerman (“Watchmen”), Toby Leonard Moore (“De Volta ao Jogo”) e David Costabile (série “Breaking Bad”). O piloto foi dirigido pelo cineasta Neil Burger (“Divergente”).

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    Nova série da DC Comics, Lucifer tem ótima estreia na TV americana

    26 de janeiro de 2016 /

    A rede americana Fox tem bons motivos para comemorar o começo de 2016. Duas de suas principais atrações de janeiro estrearam com números de campeões de audiência. Após o lançamento no domingo (24/1), sintonizado por mais de 13 milhões de pessoas, a minissérie que revive “Arquivo X” exibiu seu segundo episódio na noite de segunda, conquistando 9,7 milhões de telespectadores e 3,2 pontos no índice demográfico, que mede o público de 18 a 49 anos (alvo dos anunciantes). A queda de audiência era esperada, pois a exibição de domingo tinha como gancho a transmissão de um jogo de futebol americano. Mesmo assim, apenas outra série da Fox supera atualmente os 3 pontos de audiência: “Empire”. Para completar o sucesso, a série “Lucifer”, exibida logo em seguida, manteve boa parte do público de “Arquivo X”, sendo assistida por 7,2 milhões e marcando 2,7 pontos de audiência. Isto é praticamente o dobro conseguido pela atração que ocupava o mesmo horário em 2015, “Minority Report”, cancelada no final do ano passado, e superior até ao desempenho de “Sleepy Hollow” e “The Following”, as opções anteriores das noites de segunda na Fox. Também é um alcance bem superior ao atingido pela primeira série derivada dos quadrinhos da Vertigo (divisão adulta da DC Comics), “Constantine”, que debutou diante de 4,2 milhões de telespectadores na rede NBC em 2014, sendo cancelada com 3,3 milhões em fevereiro passado. A recepção positiva do público ajudou a Fox a liderar a audiência demográfica da noite. A crítica, porém, mostrou-se dividida em relação às duas atrações. O site Rotten Tomatoes registrou 57% de resenhas favoráveis à volta de “Arquivo X” e apenas 45% a favor de “Lucifer”. O consenso em relação a “Lucifer” é que o formato de procedimento policial é prejudicial a seu potencial, apesar do charme demonstrado por Tom Ellis (série “The Fades”) como o personagem-título. Mas esta foi a fórmula encontrada pela Fox para colocar no ar uma premissa que seria polêmica até na TV paga, mostrando o lado do diabo em sua disputa eterna com Deus. Apesar de inspirada nos quadrinhos homônimos da Vertigo, a série pouco tem a ver com a história atordoante escrita por Mike Carey ao longo de 75 edições, repleta de idas e vindas ao inferno, demônios e planos de vingança contra Deus, em que Lúcifer tenta mostrar que seria capaz de fazer um trabalho melhor com a humanidade. Em vez da trama controversa, os produtores optaram por mostrar o anjo caído ajudando a polícia a resolver crimes, ao lado de uma policial (Lauren German, da série “Chicago Fire”) que não existe nos quadrinhos. O projeto foi desenvolvido pelo roteirista e produtor Tom Kapinos (criador da série “Californication”), mas durante as negociações com a Fox ganhou a adesão de dois pesos pesados, o cineasta Len Weiseman (diretor de “Anjos da Noite” e co-criador de “Sleepy Hollow”) e o produtor Jerry Brukheimer (“Piratas do Caribe” e “CSI”). Weiseman dirigiu o piloto, como fez com “Sleepy Hollow”.

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    Arquivo X retorna com audiência impressionante

    25 de janeiro de 2016 /

    A volta de “Arquivo X”, exibida na noite de domingo (24/1) na rede americana Fox, foi assistida por 13,47 milhões de telespectadores. Trata-se de praticamente o dobro da audiência da estreia da atração em 1993, que teve cerca de 7 milhões de telespectadores, e quase o mesmo público do último episódio, sintonizado por 13,3 milhões em 2002. Na época, porém, a Fox não tinha concorrência simultânea da TV paga e de serviços de streaming, por isso os resultados são comemorados como uma ocorrência rara na televisão americana atual. Para completar, o índice demográfico, que mede o público de 18 a 49 anos (alvo dos anunciantes), atingiu impressionantes 5,1 pontos. É importante observar que estes são apenas números iniciais, que devem aumentar com o público das reprises e exibições em outras plataformas – algo que também não existia na época original da atração. Mesmo assim, em seu auge, a série chegou a ser assistida por 20 milhões de telespectadores, atingindo o pico de 29 milhões num episódio transmitido em 1997.

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    Legends of Tomorrow estreia com grande audiência

    22 de janeiro de 2016 /

    A estreia da série “Legends of Tomorrow” ajudou a rede americana CW a atingir sua maior audiência nas noites de quinta-feira dos últimos três anos. Ao todo, 3,1 milhões de telespectadores sintonizaram a nova atração baseada nos quadrinhos de super-heróis da DC Comics, apenas 500 mil a menos que o público habitual de “The Flash”, que é a atração mais popular do canal. Além disso, 2 milhões permaneceram na CW para assistir a estreia da 3ª temporada de “The 100”, exibida logo a seguir, rendendo uma das maiores audiências já registradas pela série sci-fi – superior, inclusive, a de todos os episódios da temporada anterior. A crítica, porém, ficou bem dividida em relação a “Legends of Tomorrow”. A falta de um herói central foi apontada como principal fator negativo, resultando numa dispersão muito grande entre nove personagens. Por outro lado, a química do elenco e uma premissa mais ousada que as demais séries de heróis da DC foram considerados aspectos positivos. A série acompanha um grupo de heróis e anti-heróis, coadjuvantes de “Arrow” e “The Flash”, que são reunidos pelo viajante do tempo Rip Hunter (Arthur Darvill, da série “Doctor Who”) para impedir o fim do mundo, em aventuras que os levam a outras eras. O grande elenco também inclui Brandon Routh (“Superman: O Retorno”) como o super-herói Eléktron, Victor Garber (“Argo”), como o Dr. Martin Stein (metade do super-herói Nuclear), Franz Drameh (série “River”) como Jax (a outra metade de Nuclear), Dominic Purcell (série “Prison Break”) como o vilão Onda Térmica, Wentworth Miller (também da série “Prison Break”), como Capitão Frio, Caity Lotz (“A Batalha do Ano”) como Canário Branco, Falk Hentschel (“O Ataque”) como Gavião Negro e Ciara Renée (série “Crime Stoppers Case Files”) como Mulher Gavião.

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