The Man in the High Castle: Ridley Scott introduz cena da 2ª temporada
O Amazon Studios divulgou o trailer e uma cena da 2ª temporada de “The Man in the High Castle”. Exibida na San Diego Comic-Con, a prévia tem introdução do produtor Ridley Scott, que lembra já ter dirigido uma adaptação de Philip K. Dick anteriormente (“Blade Runner”), antes de mostrar Alexa Davalos (“Fúria de Titãs”) realizando uma fuga espetacular. A 1ª temporada foi a série original mais vista no serviço de streaming da Amazon, superando os números do policial “Bosch” e da premiada comédia “Transparent”. Criada pelo roteirista Frank Spotnitz (“Arquivo X”), a atração adapta a sci-fi clássica “O Homem do Castelo Alto”, de Phillip K. Dick, sobre uma linha histórica alternativa em que os nazistas e os japoneses venceram a 2ª Guerra Mundial. Os novos episódios ainda não têm data para serem exibidos.
Exibição de Carrossel – O Filme dá 1º lugar ao SBT
A exibição do longa infantil “Carrossel”, inspirado na novela de mesmo nome, levou a rede SBT ao 1º lugar absoluto na audiência televisiva na noite de terça-feira (12/7). O filme foi exibido em horário incomum para seu público alvo, entre as 23h19 e 0h50, e se tornou o programa mais visto em São Paulo durante sua duração. Além disso, atraiu mais público que qualquer outro programa exibido durante todo o dia no canal de Silvio Santos, marcando 12,3 pontos de média e share de 25,4%. Ou seja, um em cada quatro aparelhos de TV ligado na Grande SP estava sintonizado no filme “Carrossel – O Filme” foi ainda a maior audiência da sessão “Cine Espetacular” desde abril de 2010, quando a emissora exibiu “A Hora do Rush 3” (2007), superando no confronto direto os programas “Jornal da Globo” e “Programa do Jô”, na Globo, “Batalha dos Confeiteiros”, na Record, e “Masterchef”, na Band. No horário da exibição do filme, a Globo ficou em 2º lugar com 9,5 pontos. Programado de forma estratégica, o sucesso da produção deve ajudar a bilheteria de sua continuação, que estreia nesta semana. “Carrossel 2 – O Sumiço de Maria Joaquina” chega aos cinemas brasileiros na quinta (14/7).
Pesquisa revela que Orange Is the New Black só perde em audiência para Game of Thrones
A estreia da 4ª temporada da série “Orange Is the New Black” no Netflix foi vista por 6,7 milhões de pessoas em dois dias (17 e 18/6) nos Estados Unidos, segundo dados de audiência da Nielsen. São números expressivos, principalmente quando se compara com outra produção de peso: “Game of Thrones”, série que é um dos maiores sucessos de audiência da televisão paga americana, cujo episódio exibido no mesmo fim de semana reuniu 7,6 milhões telespectadores ao vivo. Vale considerar que a segunda série de maior audiência da TV paga americana no mesmo período foi “Rizzoli & Isles”, com cerca de 4 milhões de espectadores, seguida por “Major Crimes”, com 3,6 milhões. “The Walking Dead” é a série atual de maior audiência da TV paga americana, com média de 13 milhões de telespectadores, mas é exibida no outono (a partir de setembro). A Nielsen divulgou o resultado nesta semana, ao apresentar um levantamento sobre os hábitos dos usuários de plataformas de streaming como Netflix, Amazon Prime e Hulu. Essas empresas não divulgam seus números de audiência – por isso, a pesquisa foi feita com a ajuda de um sistema de reconhecimento de áudio instalado em cerca de 40 mil residências americanas. Outro dado revelado é que cerca da metade dos espectadores que assistem pelo Netflix a exibição de “Better Call Saul”, série derivada de “Breaking Bad”, tem entre 18 e 34 anos. A mesma série também é exibida na TV, onde a representatividade do público dessa faixa etária é bastante baixa – apenas 24%. Ou seja, pessoas mais jovens, alvos principais dos anunciantes, preferem o streaming.
Game of Thrones: HBO entrega megaspoiler e revela quem é o pai de Jon Snow
O canal pago HBO divulgou uma tabela genealógica de “Game of Thrones”, que confirma as teorias dos fãs sobre a identidade do pai de Jon Snow. Basta seguir as linhas que saem do retrato de Kit Harington, intérprete do ex-bastardo, para chegar em seu verdadeiro pai. O episódio final da 6ª temporada, “The Winds of Winter”, já tinha mostrado que Jon Snow não era meio irmão de Sansa, Arya, Bran, Robb e Rickon, mas primo. Uma visão de Bran chegou a mostrar o nascimento do personagem, entre o sangue de sua mãe, Lyanna Stark, e nos braços do tio Eddard “Ned” Stark. Na cena, Lyanna sugere que se “ele” soubesse do nascimento, mataria a criança. Agora, a referência fica mais clara. Quem mataria o bebê Jon era o Rei Robert Baratheon, de quem Lyanna era noiva. A jovem tinha sido supostamente raptada por Rhaegar Targaryen, o filho mais velho do Rei Louco, que se apaixonou por Lyanna e morreu numa batalha contra Baratheon logo após o nascimento da criança. Para proteger a identidade do bebê, Ned, irmão de Lyanna, criou-o como filho, sem nunca revelar quem era sua mãe, mas sempre o tratando com afeto. Assim, Jon Snow não só é primo de Sansa Stark, mas também sobrinho de Daenerys Targaryen. O ex-bastardo tem sangue azul, carregando em sua genética a nobreza de duas das casas mais poderosas de Westeros.
Game of Thrones: Final da 6ª temporada bateu recorde de audiência
O episódio “The Winds of Winter”, que encerrou a 6ª temporada de “Game of Thrones”, foi o mais assistido de toda a série. A atração registrou 8,9 milhões telespectadores ao vivo, durante a exibição de domingo (26/6) nos EUA, informou o canal pago HBO. Esse número representa um aumento de quase 800 mil telespectadores em relação ao recorde anterior, estabelecido durante o final da temporada passada, em 2015. Após somar as reprises, DVR e streaming pelo HBO Go e HBO Now, o número deve disparar exponencialmente, já que, na totalização das plataformas, a série vem registrando 23 milhões de telespectadores semanais – trata-se da temporada de maior audiência desde a estreia. A progressão de público é impressionante, especialmente quando se recorda que a estreia de “Game of Thrones” em 2011 foi vista por apenas 2,2 milhões de pessoas nos EUA.
Game of Thrones: 6ª temporada bate recorde de audiência nos EUA
Não é novidade que “Game of Thrones” é uma das séries que mais mobiliza o público e aumenta sua audiência, de forma consistente, ano após ano. Mas nunca antes tanta gente sintonizou a atração do canal pago HBO. Segundo dados disponibilizados pelo instituto Nielsen, a 6ª temporada registra um novo recorde histórico de público. Os nove episódios já exibidos tiveram uma média de 23 milhões de telespectadores, na soma de todas as plataformas (ou seja, somando os acessos de DVR e através do HBO Go ou HBO Now) nos Estados Unidos. Isto representa um acréscimo de 15% em relação às médias da 5ª temporada e se deve principalmente ao crescimento dos serviços online do canal. A quantidade de pessoas que está assistindo a série pelo HBO Go e HBO Now cresceu 70% em relação ao ano anterior. Ao vivo, porém, a maior audiência permanece sendo o final da temporada passada, o episódio “Mother’s Mercy”, visto por 8,1 milhões de telespectadores. A nova temporada tem média de 7,3 milhões para cada um dos nove episódios já exibidos. O episódio final da 6ª temporada, intitulado “The Winds of Winter”, será exibido no próximo domingo, dia 26 de junho, tanto nos EUA quanto no Brasil.
Série Nashville é descancelada com mudança de canal
Cancelada na rede americana ABC, a série “Nashville” vai continuar a ser produzida para o canal pago CMT (Contry Music Television), especializado em música country. A novidade foi divulgada no Twitter oficial do estúdio Lionsgate TV, que produz a atração. “O CMT ouviu os fãs. A onda de amor e apreciação que eles têm demonstrado por ‘Nashville’ é reconfortante”, disse Brian Philips, presidente da emissora. “‘Nashville’ é uma perfeita adição ao nosso line-up de especiais musicais, documentários e séries originais.” Além de ser exibida no CMT, a 5ª temporada inédita também será disponibilizada no serviço de streaming Hulu, um dia após cada episódio passar na TV. Na ABC, a série tinha uma média de 4,2 milhões de telespectadores, mas com a inclusão das plataformas digitais, seu público chegava a atingir 6,7 milhões de telespectadores. Já o programa mais popular do CMT, o reality show “Party Down South”, cancelado neste ano, teve em seu auge 1 milhão de telespectadores sintonizados. Criada por Callie Khouri (roteirista do clássico “Thelma & Louise”), “Nashville” acompanhava a vida de duas estrelas rivais da música country, a diva Rayna Jaymes (Connie Britton, da série “Friday Night Lights”) e a jovem Juliette Barnes (Hayden Panettiere, da série “Heroes”). No Brasil, a série deve continuar a ser exibida pelo canal pago Sony.
Supergirl: Teasers já incluem a heroína entre os super-heróis da rede CW
A rede americana CW divulgou o primeiro teaser da 2ª temporada da série “Supergirl”, após a heroína mudar de canal. A cena foi extraída do episódio em que ela encontrou o Flash, segunda maior audiência da série em sua emissora original, a CBS. Além disso, Supergirl também foi integrada a um comercial sobre as – agora – quatro atrações de super-heróis da DC Comics no CW. O teaser de “Supergirl”, porém, lembra que ela pertence a outra dimensão. Como ela vai compartilhar o mesmo universo dos demais personagens? Será que teria a ver com uma certa visão compartilhada por Cisco no episódio mais recente de “The Flash”? O capítulo em questão ofereceu um olhar sobre um futuro evento cataclísmico em que as duas Terras dos universos paralelos colidiriam – uma versão miniatura, de orçamento televisivo, da famosa “Crise nas Infinitas Terras”. Quem lembra o que acontece com o Flash e a Supergirl ao final da “Crise” nos quadrinhos pode não ficar muito entusiasmado com a perspectiva. Todas as quatro séries derivadas de quadrinhos da DC Comics na rede CW, que ainda incluem “Arrow” e “Legends of Tomorrow”, são desenvolvidas pela mesma equipe de produtores-roteiristas, sob supervisão de Greg Berlanti e Andrew Kreisberg. A 2ª temporada de “Supergirl” estreia entre setembro e novembro nos EUA. No Brasil, todas as séries de heróis da DC Comics são exibidas no canal pago Warner.
Fox cancela cinco séries lançadas na atual temporada
A rede americana Fox anunciou o cancelamento de cinco séries que estrearam na atual temporada. As atrações que não voltarão à sua programação são “The Grinder”, “Grandfathered”, “Cooper Barrett’s Guide To Surviving Life”, “Second Chance” e “Bordertown”. Todas saíram do ar com audiências muito baixas. Apenas “Second Chance” era uma produção dramática. Lutando com problemas de concepção desde seu projeto, a série mudou de nome três vezes até ir ao ar. Criada pela dupla de produtores e roteiristas Howard Gordon (séries “24 Horas” e “Homeland”) e Rand Ravich (série “Crisis”), sua trama envolvia uma experiência de ressurreição, que trazia um velho xerife assassinado de volta à vida, na pele de um homem bem mais novo e saudável – papel de Rob Kazinsky (série “True Blood”). Um dos maiores fracassos dramáticos do ano, tinha média de 2,4 milhões de telespectadores ao vivo e só teve 11 episódios produzidos. “Bordertown”, por sua vez, era uma produção animada de Seth MacFarlane (criador de “Uma Família da Pesada”) sobre duas famílias vivendo em uma cidade fictícia na fronteira dos EUA com o México. Criada pelo produtor-roteirista Mark Hentemann (também de “Uma Família da Pesada”), a série foi um completo fiasco, rendendo somente 1,78 milhão de telespectadores por episódio. Durou 13 episódios. As demais atrações canceladas eram sitcoms e só “The Grinder” ousava um pouco no gênero. Melhor da leva, trazia Rob Lowe (“Parks and Recreation”) como astro de uma famosa série jurídica que, após o cancelamento, decide levar sua “experiência” para tribunais de verdade, ajudando em casos do escritório de advocacia de sua família, para horror do irmão formado em Direito, vivido por Fred Savage (o eterno Kevin, de “Anos Incríveis”). Criação da dupla Jarrad Paul e Andrew Mogel (roteiristas de “Sim Senhor”) em parceria com Nicholas Stoller (roteirista de “Sex Tape – Perdido na Nuvem” e diretor de “Vizinhos”), “The Grinder” não encontrou público, registrando 2,1 milhões de telespectadores ao vivo. Mas foi longe, rendendo 22 episódios. Mais tradicional, “Grandfathered” girava em torno de um tiozão conquistador (John Stamos, de “Três É Demais”), que um dia descobre ter um filho adulto e uma neta. Criada por Daniel Chun (roteirista de “The Office” e “Os Simpsons”), teve uma média de 2,7 milhões de telespectadores e também chegou a 22 episódios. Por fim, “Cooper’s Guide To Surviving Life” era uma comédia juvenil que girava em torno de Cooper Barrett (Jack Cutmore-Scott, de “Kingsman: Serviço Secreto”), recém-formado na faculdade e incapaz de definir seu futuro, que decide mostrar ao mundo os desafios que as pessoas da sua idade enfrentam. Criação de Jay Lacopo (roteirista de “Triângulo Amoroso”), registrou a média de 2 milhões de telespectadores e durou só 13 episódios.
Série Nashville é cancelada
A rede americana ABC puxou o plugue em “Nashville”, que foi cancelada ao final de quatro temporadas e 86 episódios produzidos. Ainda em exibição, a 4ª temporada registra a média de 4,2 milhões de telespectadores. Mesmo com a inclusão das plataformas digitais, que fez seu público crescer para 6,7 milhões de telespectadores, trata-se de uma audiência abaixo da média da ABC – 8 milhões na temporada passada. Criada por Callie Khouri (roteirista do clássico “Thelma & Louise”), a série acompanhava a vida de duas estrelas rivais da música country, a diva Rayna Jaymes (Connie Britton, da série “Friday Night Lights”) e a jovem Juliette Barnes (Hayden Panettiere, da série “Heroes”). No Brasil, a série era exibida pelo canal pago Sony.
Supergirl ganha 2ª temporada, mas muda de canal
A série “Supergirl” terá uma 2ª temporada, mas não graças à rede CBS, que resolveu dispensar a atração. A heroína vai passar a voar na CW, onde se juntará às outras séries de super-heróis da DC Comics, “Arrow”, “The Flash” e “Legends of Tomorrow”, todas desenvolvidas pelos mesmos produtores que lançaram “Supergirl”. Isso permitirá à personagem vivida por Melissa Benoist participar de novos crossovers, após demonstrar enorme sinergia em seu encontro com Flash (Grant Gustin), num episódio exibido na CBS. O negócio foi facilitado por dois detalhes financeiros importantes. A Warner, que detém os direitos da personagem, é acionista da CW. E sua sócia nesta rede de televisão é justamente a CBS Corporation. A ida para a CW, porém, levanta algumas questões, desde orçamentárias (produções da CBS tem mais verba para, por exemplo, efeitos visuais) até narrativas, já que o universo da personagem, segundo o crossover com Flash, fica numa dimensão diferente das demais atrações de sua nova casa. Do ponto de vista criativo, o problema pode servir de inspiração para um megacrossover baseado na história em quadrinhos “Crise nas Infinitas Terras”, já sugerido num notícia sobre o futuro em “The Flash”. Quanto à questão financeira, vale lembrar que a CW manifestava interesse em “Supergirl” desde o início de seu desenvolvimento, mas desistiu do projeto porque o orçamento era muito elevado para seus padrões. Segundo a imprensa americana, cada episódio da 1ª temporada teve um custo de cerca de US$ 3 milhões. Para acomodar o novo orçamento, as filmagens serão transferidas de Los Angeles para Vancouver, no Canadá, onde a maioria das produções do CW são rodadas, graças a incentivos fiscais. Com 20 episódios produzidos, a temporada inaugural da série registrou a média de 7,6 milhões de telespectadores, crescendo para 10 milhões com outras plataformas. São números baixos para a CBS, cuja média da temporada passada foi de 11,3 milhão de telespectadores ao vivo. Mesmo assim, representam o dobro da maior audiência do canal CW, “The Flash”, assistido por 3,4 milhões ao vivo. Se “Supergirl” levar seu público para a CW, a emissora terá realizado o melhor negócio de sua curta existência. A série foi criada por Ali Adler (roteirista de “Chuck”), Greg Berlanti e Andrew Kreisberg (dupla criadora de “Arrow”, “The Flash” e “Legends of Tomorrow”) e além da brilhante Melissa Benoist (“Whiplash”) destaca em seu elenco Calista Flockhart (série “Brothers & Sisters”), Chyler Leigh (série “Brothers and Sisters”), Mehcad Brooks (série “True Blood”), David Harewood (série “Homeland”), Peter Facinelli (série “Nurse Jack”) e conta com participações de Helen Slater, que protagonizou o filme “Supergirl” (1984), e Dean Cain, o Superman da série dos anos 1990 “Lois & Clark – As Novas Aventuras do Superman”. Ainda não há previsão para a estreia da 2ª temporada de “Supergirl”. No Brasil, todas as séries de super-heróis da DC Comics são exibidas no canal pago Warner.
Game of Thrones: Estreia da 6ª temporada bate recorde de audiência da série
A estreia da 6ª temporada de “Game of Thrones” bateu o recorde de audiência da série nos Estados Unidos. O episódio “The Red Woman” foi visto por 10,7 milhões de telespectadores em todas as plataformas. O total soma a exibição ao vivo, duas reprises e as exibições nos serviços de streaming HBO Now e o HBO Go. O detalhe é que apenas com a inclusão dos serviços de streaming a conta vira recorde. Ao vivo, o programa teve 7,9 milhões de telespectadores, 1% a menos do que a estreia da 5ª temporada (8,1 milhões). Em compensação, o primeiro episódio do ano passado somou 9% a menos (9,8 milhões) que o atual em todas as plataformas. Isto já é um indicativo de que a audiência da TV paga americana está migrando para os streamings. Nos EUA, o HBO oferece um serviço de vídeo independente, que não está ligado à assinatura de um pacote de TV a cabo. No Reino Unido, “Game of Thrones” também foi recordista e registrou 2,2 milhões de espectadores, a maior audiência já registrada para a série no país. O número é ainda mais significativo se for levado em consideração que lá a produção é exibida durante a madrugada, às 2h.
Lucifer é renovada para a 2ª temporada
A rede americana Fox renovou “Lucifer”, adaptação baseada nos quadrinhos homônimos da Vertigo (selo adulto da DC Comics), para sua 2ª temporada. “Lucifer” se aproveitou do hype em torno do retorno de “Arquivo X” para deixar uma boa primeira impressão na Fox. Seu episódio de estreia, exibido logo após “Arquivo X”, foi assistido por 7,2 milhões de telespectadores e marcou 2,7 pontos de audiência – praticamente o dobro conseguido pela atração que ocupava o mesmo horário em 2015, “Minority Report”, e superior até ao desempenho de “Sleepy Hollow” e “The Following”, as opções anteriores das noites de segunda no canal. A série conseguiu manter uma audiência acima de 5 milhões de telespectadores por boa parte da temporada, mas nos últimos capítulos viu diminuir o interesse do público, caindo para 3,8 milhões. De todo modo, ainda é um desempenho bem superior ao atingido pela primeira série derivada dos quadrinhos da Vertigo, “Constantine”, que debutou diante de 4,2 milhões de telespectadores na rede NBC em 2014 e foi cancelada com 3,3 milhões em fevereiro de 2015. Apesar de inspirada nos quadrinhos homônimos da Vertigo, “Lucifer”, porém pouco tem a ver com a história atordoante escrita por Mike Carey ao longo de 75 edições, repleta de idas e vindas ao inferno, demônios e planos de vingança contra Deus. Em vez da trama controversa, os produtores optaram por mostrar o anjo caído ajudando a polícia a resolver crimes, ao lado de uma policial (Lauren German, da série “Chicago Fire”) que não existe nos quadrinhos. O projeto foi desenvolvido pelo roteirista e produtor Tom Kapinos (criador da série “Californication”), que acabou substituído com a entrada de dois pesos pesados na produção, o cineasta Len Wiseman (diretor de “Anjos da Noite” e co-criador de “Sleepy Hollow”) e o produtor Jerry Brukheimer (“Piratas do Caribe” e “CSI”). Weiseman dirigiu o piloto, como fez com “Sleepy Hollow”. “Sabíamos que tínhamos algo especial com Lucifer, desde as interpretações envolventes de Tom, Lauren e o resto deste carismático elenco, até o olhar visualmente deslumbrante de Len Wiseman para o programa e a incrível narrativa da equipe de Bruckheimer”, disse David Madden, presidente de entretenimento da Fox, no comunicado que anunciou a renovação. Além de “Lucifer”, o canal também renovou “Rosewood” para seu segundo ano de produção. Entre as séries que estrearam na última temporada, “The Grinder”, “Grandfathered”, “Second Chance”, “Cooper Barrett’s Guide to Surviving Life” e “Bordertown” são as que ainda não tiveram seus destinos definidos – situação que, entre as veteranas, aflige apenas “Sleepy Hollow”.










