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  • Filme,  Música

    Documentário de Billie Eilish faz crescer assinaturas da Apple TV+

    3 de março de 2021 /

    A Apple informou à imprensa norte-americana que o documentário “Billie Eilish: The World A Little Blurry” quebrou o recorde de audiência juvenil de sua plataforma Apple TV+. Lançado na quinta-feira (25/3) em mais de 100 países, o filme fez aumentar em 33% a quantidade de novos assinantes do serviço, com o público jovem liderando a demanda. Quase metade deste público veio de fora dos Estados Unidos. Além disso, o programa foi o mais assistido da plataforma entre jovens adultos no fim de semana, incluindo nos mercados do Reino Unido, Austrália, México, Alemanha, Rússia, Holanda, França e Brasil. Para exibir o filme, a Apple precisou entrar num leilão com outras plataformas de streaming, e após o bom desempenho deve estar comemorando a aposta. “Billie Eilish: The World’s a Little Blurry” também agradou a crítica norte-americana, atingindo 98% de aprovação no Rotten Tomatoes, graças à sua abordagem sem clichês. O filme é um dos raros documentários sobre estrelas da música pop que não apresenta seu tema como um artista incompreendido e sofredor, sob pressão para ser sempre glamouroso ao vivo, embora no fundo seja gente como a gente. Cobrindo a carreira precoce da cantora desde antes da fama, dos 15 aos 18 anos de idade, quando se tornou a artista mais jovem a vencer o Emmy, o filme troca holofotes por iluminação caseira, encontrando a cantora no quarto da casa da família Eilish, onde ela construiu toda a sua carreira. Sem o menor resquício de ostentação ou glamour, o trabalho do diretor R.J. Cutler (que no ano passado fez outro ótimo documentário sobre o ator John Belushi) traça a trajetória de uma garota deprimida, que transformou a música gravada em seu quarto, com a ajuda do irmão, na casa dos pais, numa das histórias de sucesso mais improváveis deste começo de século. Veja a baixo o trailer da atração.

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  • Série

    Superman & Lois é renovada para 2ª temporada

    2 de março de 2021 /

    A rede americana The CW anunciou a renovação de “Superman & Lois” para sua 2ª temporada, uma semana após a exibição do episódio de estreia. A série conquistou números surpreendentes para a CW, assistida ao vivo por 1,71 milhão de espectadores – a segunda maior estreia de uma adaptação da DC Comics da emissora desde “Batwoman” em 2019. E ainda acrescentou mais 1 milhão de espectadores com a exibição de reprise, somando ao todo 2,7 milhões em seus primeiros três dias no ar. Os números não contabilizam a audiência em streaming da plataforma do canal (CW Seed), que o presidente da rede, Mark Pedowitz, afirma ter sido “fenomenal” e que fontes do site Deadline dizem ter batido o recorde como o maior pico de streaming da história da rede. “A estreia multiplataforma fenomenal de ‘Superman & Lois’, que foi um grande sucesso tanto em uma base linear quanto em streaming, é uma prova da criatividade, trabalho árduo e dedicação das pessoas talentosas que trabalharam incansavelmente na frente e atrás do câmera, especialmente neste ambiente desafiador”, disse Pedowitz, em comunicado. “Estamos entusiasmados por agora ter dois novos sucessos genuínos em ‘Superman’ e ‘Walker’, ambos renovados para a próxima temporada junto com mais 11 de nossos programas, posicionando-nos ainda fortes para a próxima temporada.” “Superman & Lois” eleva para 13 o número de séries da CW renovadas para a temporada 2021-2022. A confirmação de sua 2ª temporada segue de perto o mesmo anúncio em relação a “Walker”, que garantiu sua 2ª temporada após dois episódios, que também registraram grande audiência. A diferença é que, ao contrário de “Walker”, destruída pela crítica, “Superman & Lois” caiu nas graças da imprensa norte-americana, atingindo 86% de aprovação no Rotten Tomatoes. A atração foi criada por Todd Helbing (produtor executivo de “The Flash”) e pelo arquiteto do Arrowverso, Greg Berlanti, e encontra Clark Kent e Lois Lane numa fase que ainda não tinha sido retratada em live-action, muitos anos após seu casamento e com filhos já adolescentes. Após perderem os empregos no Planeta Diário e uma tragédia na vida de Clark, eles decidem voltar à antiga fazenda Kent em Smallville. Mas mantém a identidade do herói em segredo dos filhos. A produção, com clima cinematográfico, começa com Clark revelando ser o Superman para os filhos incrédulos, ao mesmo tempo em que descobre que um deles herdou seus superpoderes. Além de Tyler Hoechlin e Elizabeth Tulloch nos papéis principais (que eles já viveram em “Supergirl”), o elenco destaca Jordan Elass como Jonathan e Alexander Garfin como Jordan Kent, os filhos adolescentes do casal. Inédita no Brasil, “Superman & Lois” pode aparecer na HBO, que atualmente exibe “Batwoman”, ou ser disponibilizada junto com a plataforma HBO Max, que chega em junho por aqui. Veja abaixo o trailer oficial da série.

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  • Filme

    Globo de Ouro tem pior audiência de todos os tempos

    1 de março de 2021 /

    A exibição do Globo de Ouro 2021 nos EUA resultou na pior audiência da premiação em todos os tempos. De acordo com o levantamento preliminar da consultoria Nielsen, a transmissão da rede NBC atraiu uma média de apenas 5,42 milhões de telespectadores, obtendo uma classificação de 1,2 ponto no principal grupo demográfico, de adultos de 18 a 49 anos. O resultado é 60% mais abaixo que os números preliminares do ano passado (14,76 milhões e 3,8 ponto). Uma queda impressionante. Mas vale observar que os números da madrugada de domingo (28/2) não incluem a exibição do programa ao vivo no fuso horário do Pacífico. Esses números serão incluídos na contagem final do dia, divulgada na manhã de terça-feira, e irão aumentar um pouco o total (atualização: o total subiu para 6,9 milhões), embora permaneçam longe de aproximar-se dos últimos anos, garantindo o recorde negativo da premiação. O único parâmetro para a audiência atual do Globo de Ouro foi quando a greve dos roteiristas forçou o cancelamento da cerimônia em 2008. No lugar do evento, uma entrevista coletiva televisionada anunciou os vencedores e atraiu um pouco mais de 6 milhões de telespectadores. A audiência da cerimônia deste ano teria sido afetada pelo desinteresse do público em assistir a uma festa sem as tradicionais bebedeiras e encontros de celebridades, que sempre foram os atrativos do evento. Devido à pandemia, a transmissão aconteceu com participação remota, via videoconferência, das celebridades indicadas a prêmios. Além disso, a realização do Globo de Ouro foi antecedida por forte polêmica sobre os bastidores da premiação, relativa à falta de representatividade dos responsáveis pelo troféu. A Associação da Imprensa Estrangeira de Hollywood (HFPA, na sigla em inglês) foi denunciada numa reportagem do jornal Los Angeles Times, que trouxe à tona seu histórico de subornos e a completa ausência de integrantes negros em seus quadros. Os dois fatores resultaram num programa televisivo mais contido que o habitual, uma transmissão descrita pela maioria da crítica americana como “morna”, em que apresentadores e premiados mediram cada palavra ao se manifestarem ao vivo. Uma campanha de repúdio ao Globo de Ouro também foi encampada nas redes sociasi pela organização Time’s Up, que surgiu após as denúncias de abuso sexual de Hollywood com o objetivo de defender maior representatividade feminina e racial nos EUA.

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  • Série

    Superman & Lois estreia com a maior audiência das séries da DC desde 2019

    24 de fevereiro de 2021 /

    A estreia da série “Superman & Lois” atraiu grande público para a rede de TV americana The CW na noite de terça-feira (23/2). O episódio especial de lançamento da nova série do Arrowverso, com 90 minutos de duração, foi assistido por 1,71 milhão de espectadores e registrou 0,4 ponto na medição da Nielsen. Os números representam a maior audiência de uma série da DC Comics desde o crossover de “Crise nas Infinitas Terras” – mais especificamente, desde o episódio do crossover que foi ao ar em 10 de dezembro de 2019, dentro da série “The Flash”. “Superman & Lois” também foi a segunda melhor estreia da CW desde “Batwoman” em outubro de 2019. Até um especial dedicado ao legado de Superman, exibido na sequência com 30 minutos de duração, manteve o público sintonizado, com 1,2 milhão de espectadores e 0,3 ponto. A nova série foi criada por Todd Helbing (produtor executivo de “The Flash”) e pelo arquiteto do Arrowverso, Greg Berlanti, e encontra Clark Kent e Lois Lane numa fase que ainda não tinha sido retratada em live-action, muitos anos após seu casamento e com filhos já adolescentes. Após perderem os empregos no Planeta Diário, eles também não moram mais em Metrópolis, ocupando a antiga fazenda Kent em Smallville. Mas mantém a identidade heroica de Clark em segredo dos filhos. A série começa com Clark revelando ser o Superman para os filhos incrédulos. Como adolescente típico, um deles reage com raiva desproporcional, criando uma crise na família. Além de Tyler Hoechlin e Elizabeth Tulloch nos papéis principais (que eles já viveram em “Supergirl”), o elenco destaca Jordan Elass como Jonathan e Alexander Garfin como Jordan Kent, os filhos adolescentes do casal. Elsass, que já atuou em diversos videoclipes e na série “Little Fires Everywhere”, na Hulu, tem 20 anos. Já Garfin, que é mais reconhecido por seu trabalho como dublador, tendo interpretado Linus em “Snoopy & Charlie Brown: Peanuts, o Filme” (2015), tem 15 anos. Inédita no Brasil, “Superman & Lois” pode aparecer na HBO, que atualmente exibe “Batwoman”, ou ser disponibilizada junto com a plataforma HBO Max, que chega em junho por aqui. Veja abaixo o trailer oficial da série.

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  • Música,  Reality,  TV

    Autodestruição de Karol Conká rende recordes de audiência para a Globo

    24 de fevereiro de 2021 /

    A rapper Karol Conká eletrizou o país com o papel de vilã no “BBB 21”, criando intrigas, brigas e confusões, e seu sucesso no programa foi atestado por recordes de audiência. A eliminação da “mamacita” foi o episódio mais assistido do programa em uma década. Desde o “BBB 10”, nenhum outro dia do reality show tinha reunido tantos espectadores diante da televisão. De acordo com dados prévios do Kantar Media Ibope, o episódio da noite de terça (23/2) obteve média de 37,7 pontos com pico de 39,9. Para se ter uma ideia, o índice é mais alto do que a final do “BBB 20”, considerado fenomenal com 34,2 pontos. O episódio também foi mais assistido que todos os da temporada anterior. Para completar, a cantora ainda quebrou o recorde de rejeição do público ao ser eliminada com 99,17% dos votos. Sua aparição na manhã desta quarta (24/2) no programa “Mais Você” também refletiu essa popularidade às avessas, atraindo o maior público desde a morte de Tom Veiga, que interpretava o Louro José. De acordo com dados prévios do Ibope, a atração comandada por Ana Maria Braga registrou média de 14 pontos, com picos de 15. Isto significa que teve mais gente assistindo a reprimenda ao vivo de Karol Conká no “Mais Você” que pessoas vendo qualquer outra coisa naquele horário, porque a audiência somada de todos os outros canais não passou da metade do público da Globo. Em contraste com o sucesso registrado pela emissora de TV, a recente “popularidade” não foi nada boa para a carreira da rapper num primeiro momento. Ela perdeu seguidores, contratos de publicidade e teve até programas de TV e shows cancelados por ter ficado com o estigma de maligna. Durante a conversa no “Mais Você”, Karol afirmou estar arrependida de seus erros no “BBB 21”, mas percebeu que virou a “nova Carminha ou Nazaré”, referindo-se às vilãs das novelas “Avenida Brasil” (2012) e “Senhora do Destino” (2004). Vários artistas “malvados” seguem carreiras bem-sucedidas no meio musical, especialmente no rap, onde não faltam pseudo-gângsteres.

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  • Série

    Brooklyn Nine-Nine vai acabar na 8ª temporada

    11 de fevereiro de 2021 /

    A série “Brooklyn Nine-Nine” vai acabar. De novo. A NBC anunciou nesta quinta-feira (11/2) que a vindoura 8ª temporada da série de comédia será a última. A temporada final também será a menor de todas, com apenas 10 episódios. E ainda por cima vai demorar a ir ao ar, com a exibição dos capítulos derradeiros entre o segundo semestre de 2021 e o meio de 2022. Os roteiristas, que já consideravam um desafio escrever uma comédia policial após os protestos contra o racismo e a violência policial que sacudiram os Estados Unidos no ano passado, agora terão que conceber um desfecho para a produção. Tarefa que se acumula com o fato de que eles descartaram todos os roteiros que haviam escrito no meio do ano passado, visando abordar a questão do movimento “Black Lives Matter” (Vidas Negras Importam) no contexto da série. Vale lembrar que a série de comédia chegou a ser cancelada em 2018 pela rede Fox. Mas o cancelamento “não pegou”, porque no dia seguinte a NBC, que produz a atração via estúdio NBCUniversal, agarrou a oportunidade de trazer a série para seu canal. “Ainda me lembro da empolgação palpável naquela noite de 2018, quando anunciamos que ‘Brooklyn Nine-Nine’ estaria voltando para sua casa de direito na NBC”, disse Lisa Katz, presidente de conteúdo roteirizado da NBCUniversal, no comunicado sobre o final da atração. “Sempre amamos esses personagens e a maneira como eles nos fazem rir, ao mesmo tempo em que criamos histórias que nos fazem refletir também. Então, um grande obrigado aos nossos maravilhosos parceiros – Dan Goor, os escritores, produtores e o elenco e equipe incrivelmente talentosos – por uma comédia cujo legado resistirá ao teste do tempo.” “Sou muito grato à NBC e à Universal Television por nos permitir dar a esses personagens e aos nossos fãs o final que eles merecem”, acrescentou o produtor executivo Dan Goor. “Quando Mike Schur e eu apresentamos o projeto ao Andy [Samberg, astro da série] pela primeira vez, ele disse: ‘Estou dentro, mas acho que a única maneira de contar essa história é exatamente ao longo de 153 episódios’, o que foi uma loucura, porque esse era exatamente o número que Mike e eu tinha imaginado”, brincou. Em tom mais sério, ele se disse “incrivelmente sortudo por ter trabalhado com esse elenco e equipe incríveis por oito temporadas” e “por termos os melhores fãs do mundo”. “Fãs que literalmente nos salvaram do cancelamento. Fãs que nos enchem de alegria. Terminar o show foi uma decisão difícil, mas, no final das contas, sentimos que era a melhor forma de homenagear os personagens, a história e nossos telespectadores. Sei que algumas pessoas ficarão desapontadas com o fato de estar terminando tão cedo, mas, honestamente, estou grato por ter durado tanto. Este é o título da minha sex tape”, encerrou com bom humor.

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  • Série

    Trailer revela cenas dos capítulos finais de Wynonna Earp

    8 de fevereiro de 2021 /

    O canal pago americano SyFy divulgou o trailer da segunda parte da 4ª temporada de “Wynonna Earp”, que vai concluir a série de maior audiência e aprovação crítica de sua programação. A prévia tem as doses usais de ironia, violência, criaturas chifrudas e nudez gratuita, acompanhando a tataraneta do delegado do Velho Oeste Wyatt Earp e seus aliados disfuncionais na expectativa de encerrar a série sem apocalipse e com um casamento. Desenvolvida pela produtora-roteirista Emily Andras (de “Lost Girl”), a adaptação dos quadrinhos de Beau Smith virou uma das mais cultuadas dos últimos tempos na TV americana, ao combinar feminismo, rebeldia, monstros e sensualidade. Estrelada por Melanie Scrofano (série “Damien”) como a ovelha negra da família e heroína do título, Dominique Provost-Chalkley (“Vingadores: Era de Ultron”) como sua irmã caçula bissexual, Katherine Barrell (série “Workin’ Moms”) como a policial e noiva “hot” (ou melhor, Haught) e Tim Rozon (série “Vagrant Queen”) como o pistoleiro Doc Holliday, a série volta com novos episódios em 5 de março nos EUA. E como o material inédito consiste de apenas seis episódios, isso significa que o final da série vai ao ar em 9 de abril. Para quem ainda não conhece, “Wynonna Earp” acaba de ter suas três primeiras temporadas disponibilizadas na plataforma Globoplay. E só para situar o tamanho da aclamação crítica, duas dessas temporadas têm simplesmente 100% de aprovação no Rotten Tomatoes.

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  • Série

    Wynonna Earp vai acabar ao final da 4ª temporada

    5 de fevereiro de 2021 /

    O dia em que as primeiras três temporadas de “Wynonna Earp” chegaram na Globoplay também marcou o anúncio oficial do fim da série. Em comunicado divulgado nesta sexta (5/2), o canal pago americano SyFy informou que os episódios da segunda metade da 4ª temporada vão encerrar a série de maior audiência e aprovação crítica de sua programação. A midseason estreia daqui a exatamente um mês, em 5 de março nos EUA. E como o material inédito consiste de apenas seis episódios, isso significa que o final da série vai ao ar em 9 de abril. A criadora da série, Emily Andras (de “Lost Girl”), agradeceu ao elenco, equipe e fãs fieis e apaixonados pelas quatro temporadas aclamadas da atração. E acrescentou: “Não poderíamos estar mais orgulhosos desses últimos seis episódios no Syfy e estamos emocionados em compartilhá-los com nossos amados fãs, que mudaram nossas vidas para sempre”. A nota de despedida, porém, sugere que a decisão do SyFy não foi compartilhada pelos estúdios que produzem a série e ainda sugere a possibilidade de continuação em outro endereço. “Tive a honra de contar a história de Wynonna e de sua família e, junto com Seven24, Cineflix e CTV Sci-Fi, tenho esperança de poder continuar a compartilhar suas histórias inspiradoras no futuro.” “Wynonna Earp” adapta os quadrinhos homônimos de Beau Smith, publicados pela editora IDW, sobre uma descendente delinquente do famoso delegado do Velho Oeste Wyatt Earp, que recebe de forma relutante a missão de caçar demônios e acabar com uma maldição secular de sua família. Nas mãos da produtora-roteirista Emily Andras, o que seria um mero faroeste sobrenatural virou cult ao combinar feminismo, rebeldia, monstros e sensualidade de forma indissociável. Estrelada por Melanie Scrofano (série “Damien”) como a ovelha negra da família e heroína do título, Dominique Provost-Chalkley (“Vingadores: Era de Ultron”) como sua irmã caçula, Katherine Barrell (série “Workin’ Moms”) como a policial “hot” (ou melhor, Haught) e Tim Rozon (série “Vagrant Queen”) como o pistoleiro Doc Holliday, a série faz uma mistura bem dosada de aventura, terror, western moderno, humor, empoderamento feminino, fantasia sexy e orgulho LGBTQIA+. Só para situar o tamanho da aclamação crítica, duas das três primeiras temporadas disponibilizadas pela Globoplay têm simplesmente 100% de aprovação no Rotten Tomatoes.

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  • Filme

    Apple TV+ registra fim de semana de maior audiência com estreia de Palmer

    3 de fevereiro de 2021 /

    O filme “Palmer”, estrelado por Justin Timberlake, ajudou a Apple TV+ (Apple TV Plus) a ter seu fim de semana de maior audiência. O lançamento do longa na sexta-feira (29/1) se juntou às estreias recentes das novas temporadas de “Servant” e “Dickinson”, além da chegada de “Losing Alice”, teria resultado num aumento de 33% em sintonia do público, de acordo com comunicado da própria plataforma. Embora o streamer não divulgue detalhes, “Palmer” teria sido o terceiro maior lançamento e segundo filme mais visto da curta história da Apple TV+. O longa traz Timberlake numa rara performance dramática, como o Palmer do título, que, depois de uma temporada na prisão, retorna à sua cidade natal para colocar sua vida nos trilhos. Lá, arranja emprego de faxineiro e enfrenta não apenas conflitos do seu passado, mas também uma nova responsabilidade: cuidar de um garoto abandonado pela mãe, que sofre bullying por seu comportamento considerado afeminado. Veja o trailer abaixo. Após o sucesso de “Palmer”, o investimento em filmes deve continuar forte na Apple, que nesta semana adquiriu “Coda”, drama vencedor do Festival de Sundance 2021, por US$ 25 milhões. A plataforma Apple TV+ também vai lançar este ano “Cherry” (com Tom Holland) e “Emancipation” (com Will Smith).

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  • Filme

    Mulher-Maravilha 1984 tem audiência recorde em streaming nos EUA

    29 de janeiro de 2021 /

    Recém-lançada em VOD no Brasil, “Mulher-Maravilha 1984” teve um impacto grandioso em streaming nos EUA, onde foi lançado simultaneamente nos cinemas e na HBO Max. Embora nenhum número tenha sido divulgado oficialmente pela WarnerMedia, após um mês de exibição os primeiros resultados de auditorias independentes começam a vir à tona. Uma pesquisa de público da empresa de pesquisas Screen Engine/ASI descobriu que o filme teve a maior semana de estreia de qualquer filme disponibilizado em plataformas digitais nos EUA em 2020, superando a concorrência direta de “Soul”, animação da Pixar que chegou na Disney+ (Disney Plus) no mesmo dia. A estreia norte-americana aconteceu no Natal e muitas famílias teriam aproveitado o feriado para assistir ao longa da Warner. Quanto a números, a consultoria Nielsen apresentou um relatório contundente, que celebra o recorde de “Mulher-Maravilha 1984” como a maior estreia de filme já medida pelo serviço. Segundo a Nielsen, na semana de 21 a 27 de dezembro, os usuários da HBO Max gastaram 2,25 bilhões de minutos assistindo ao filme da super-heroína. Isso é equivalente a cerca de 14,9 milhões de reproduções completas do filme de 151 minutos. É também 580 milhões de minutos a mais que “Soul” (1,67 bilhões de minutos). Em apenas uma semana. Mesmo assim, não se trata da audiência completa, porque só contabiliza filmes assistidos em aparelhos de TV – deixando de fora computadores, tablets e celulares. Após o lançamento do filme, a HBO Max chegou a comemorar o desempenho, sem revelar muitos detalhes. Entre as afirmações, o serviço disse que metade de seus assinantes assistiram ao longa. A informação é complementada pelo relatório da Screen Engine, que indica que a plataforma aumentou seu número de assinantes em 20% na semana de estreia de “Mulher-Maravilha 1984”. Diante desses revelações, a HBO Max divulgou novo comunicado nesta sexta (29/1), reverberando o bom desempenho. “O impacto da ‘Mulher Maravilha 1984’ na HBO Max não pode ser subestimado”, disse o vice-presidente executivo e gerente geral da plataforma, Andy Forssell. “Como mostram os dados da Nielsen, foi um grande presente de Natal para o consumidor no momento em que ele queria e precisava. Essa parceria com a Warner Bros. é claro que continua ao longo deste ano, mas começou com a chegada da ‘Mulher Maravilha’ no dia de Natal com grande sucesso. ” A Warner, que já tinha definido a estratégia de lançar seus filmes de 2021 simultaneamente nos cinemas e na HBO Max, aperfeiçoou o plano assim que percebeu esse “grande sucesso”, adiantando estreias, enquanto todos os estúdios atrasaram suas títulos para fugir das salas vazias, devido à pandemia de coronavírus. O adiantamento, porém, visa cobrir “buracos” na programação de streaming, de forma a ter pelo menos um grande lançamento de cinema na HBO Max durante todos os meses do ano.

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  • Série

    Netflix diz que Bridgerton é sua série de maior audiência em todos os tempos

    27 de janeiro de 2021 /

    A Netflix agora está dizendo que “Bridgerton” se tornou sua série mais assistida em todos os tempos. Mas, para isso, precisou admitir que seu anúncio anterior da audiência da série era o que sempre pareceu: um chute. O streamer havia estimado anteriormente que 63 milhões de assinantes assistiriam ao drama de época produzido por Shonda Rhimes em 28 dias após o lançamento. Agora que já se passou mais de um mês da estreia do programa em 25 de dezembro, os números se provaram muito diferentes. Muito mesmo, a ponto de desacreditar a suposta estimativa da empresa. Ou colocar em dúvida os novos números não auditados. Segundo a Netflix, a contagem “oficial” aponta que “Bridgerton” foi vista por 82 milhões de contas da plataforma. Com isso, teria superado o recorde anterior de 76 milhões de visualizações em 28 dias que pertencia a “The Witcher”. O site The Hollywood Reporter questionou suas “fontes” (leia-se assessoria de imprensa) sobre a diferença gritante entre os números da projeção de “Bridgerton” e o anúncio desta quarta (27/1). Veio uma explicação simplista. A diferença nada desprezível de 19 milhões a mais se deveria apenas ao fato de a série ter superado as expectativas da Netflix. Segundo as “fontes”, os padrões de exibição típicos para programas da Netflix tendem a apresentar um grande pico na primeira metade da janela de 28 dias antes de começar a cair. Mas essa desaceleração simplesmente não teria acontecido com “Bridgerton”. A empresa, portanto, errou na projeção, divulgada 11 dias após a estreia da série. Embora os números sejam impressionantes, é importante notar que a Netflix não mede sua audiência de maneira realista. A empresa considera que uma série inteira foi visualizada se um assinante assistir a pelo menos dois minutos de um determinado capítulo – que podem ser apenas os créditos de abertura. Na verdade, o anúncio significa que 82 milhões de assinantes viram dois minutos de “Bridgerton” durante um mês. Em termos de público total da plataforma, e a se acreditar no novo anúncio da empresa, isso significa que 40,3% de todos os assinantes da Netflix viram “Bridgerton”. Ajustando os números para refletir a passagem de tempo, isto ainda mantém “Bridgerton” atrás de “The Witcher”, visto por 45% dos membros da Netflix há dois anos, quando a plataforma somava 169 milhões de assinantes em todo o mundo. A Netflix agora tem mais de 200 milhões de assinantes. Já o conteúdo mais assistido na plataforma em todos os tempos teria sido o filme de ação “Resgate”, estrelado por Chris Hemsworth. A empresa diz que 99 milhões de contas assistiram ao thriller em 28 dias desde o lançamento.

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  • Série

    Walker: Estreia da nova série de Jared Padalecki bate recorde de audiência

    22 de janeiro de 2021 /

    A estreia da série “Walker”, estrelada por Jared Padalecki (o Sam de “Supernatural”), rendeu audiência recorde para a rede The CW nos EUA. Exibida na noite de quinta (21/1) nos EUA, a atração foi assistida ao vivo por 2,43 milhões de telespectadores. Trata-se do maior pico de uma quinta-feira no canal desde 2018. No horário das 20h, essa audiência só é superada pela estreia de “Legends of Tomorrow”, em 2016. Mais que isso, os números representam o maior público sintonizado na rede de TV desde janeiro de 2018, quando um episódio da 4ª temporada de “The Flash” atingiu 2,59 milhões. Já a crítica odiou. A série recebeu apenas 27% de aprovação no Rotten Tomatoes, com críticas lamentando o tom genérico e a falta de ação, especialmente quando comparada à produção original que a inspirou. “Walker” é um remake da série clássica “Walker, Texas Ranger”. Para quem não lembra, a série original era estrelada por Chuck Norris e foi exibida no Brasil nos anos 1990 como “Chuck Norris: Homem da Lei”. Mas a nova versão é bem diferente, com temas tirados do noticiário atual sobre imigrantes ilegais nos EUA. Na trama, o personagem-título volta para sua cidade natal depois de trabalhar dois anos infiltrado em um caso de alta prioridade da força policial de elite do Texas. Seu retorno é anticlimático. Pai de dois filhos, ele precisa compensar a ausência, negociar confrontos familiares e encontrar um consenso com sua nova parceira (uma das primeiras mulheres na história do Texas Rangers), enquanto investiga as circunstâncias que cercaram a morte de sua esposa, falecida quando ele estava longe. Como curiosidade, a atriz Genevieve Padalecki, casada com Jared Padalecki na vida real, aparece como a esposa do ator em flashbacks da série. Os dois se conheceram no set de “Supernatural”, quando a atriz interpretou a demônio Ruby. Ela também morreu nessa série após se envolver com o personagem de Jared, Sam Winchester, um matador de demônios – na 4ª temporada. Além do casal, “Walker, Texas Ranger” tem outro egresso de “Supernatural”. O ator Mitch Pileggi, que interpretou o avô materno de Sam na 6ª temporada de “Supernatural”, vive o pai de Cordell Walker. O elenco tem mais atores conhecidos da TV americana, como Lindsey Morgan (a Raven de “The 100”), Keegan Allen (o Toby de “Pretty Little Liars”), Coby Bell (o Jesse de “Burn Notice”), Violet Brinson (a Kelsey de “Sharp Objects”), Odette Annable (a Sam de “Supergirl”) e Kale Culley (“IO que Ficou Perdido”), entre outros. A série tem roteiro de Anna Fricke (criadora de outro remake questionado, “Being Human”) e produção executiva de Dan Lin (“Lethal Weapon”) e do próprio Padalecki. Ainda não há previsão para o lançamento de “Walker” no Brasil.

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  • Série

    Lupin supera audiência de Bridgerton e O Gambito da Rainha na Netflix

    19 de janeiro de 2021 /

    A Netflix anunciou que “Lupin” se tornou o maior sucesso de língua francesa em sua programação. Na verdade, o sucesso de “Lupin” é maior, inclusive, que qualquer outra série recente da língua inglesa da plataforma. Segunda a empresa, superou até “Bridgerton” e “O Gambito da Rainha”, ao ser vista por 70 milhões de assinantes. Mas será que 70 milhões viram mesmo a série? A resposta curta e direta é não. Nem metade disso viu “Lupin”. Esses números não são factuais, assim como outros que a Netflix começou a soltar de forma aleatória ultimamente. Disponibilizada em 8 de janeiro – ou seja, há 11 dias – , a série teria 70 milhões de visualizações entre os assinantes do serviço em seus primeiros 28 dias. Reparem que a Netflix agora celebra a audiência mensal que uma série ainda não atingiu. Isso só é possível porque a empresa criou sua própria forma de calcular visualizações – que não é auditada – e ainda resolveu inovar mais, utilizando uma máquina secreta do tempo para incluir na soma os resultados futuros. Brincadeira à parte, a matemática permite essa façanha, graças aos cálculos de “projeções”, que costumam ser bastante usados em planos de negócios. Mas na prática os números que servem de base para o cálculo são tão irreais quanto o resultado. Além da “adivinhação” com base supostamente científica, a Netflix considera que uma temporada de série foi totalmente vista quando um assinante dá play por dois minutos num episódio qualquer. O que os números divulgados dizem de fato é que a Netflix espera que 70 milhões de assinantes vejam dois minutos de “Lupin” até o dia 5 de fevereiro. Apesar de demonstrar como o serviço infla artificialmente seus números de streaming, a divulgação aleatória de audiência ilusória estabelece ao menos algum parâmetro de comparação entre os conteúdos diferentes da plataforma. Em outras palavras, serve para indicar quais produções estão atingindo maior sucesso dentro dos critérios específicos da empresa. Por exemplo: poucos dias após a estreia, a Netflix anunciou que “Bridgerton” seria visualizada por 63 milhões de famílias em 28 dias. Pelos mesmos critérios, “O Gambito da Rainha” atingiria 62 milhões. Ambas teriam sido superadas por “Lupin”. De forma impressionante, os números mágicos ainda sugerem que os cinco episódios de “Lupin” foram quase tão vistos quanto as três temporadas completas de “Cobra Kai”, supostamente assistidas por pelo menos 73 milhões de contas da Netflix… A aventura criada por George Kay (roteirista de “Killing Eve”) em colaboração com François Uzan (“Family Business”) homenageia Arsène Lupin, famoso criminoso literário dos romances de 100 anos atrás do escritor Maurice LeBlanc, conhecido como “ladrão de casaca” por sua elegância e estilo. Na trama, o personagem do astro Omar Sy (de “Intocáveis”) se inspira no personagem para realizar um grande assalto, utilizando o mesmo talento de Lupin para se disfarçar e mudar de identidade em seus delitos. Cheia de reviravoltas, a atração tem direção de Louis Leterrier, o cineasta do thriller “Truque de Mestre” – filme que, inclusive, serve de parâmetro para o clima da série. Independente de ter sido vista ou não (na verdade não) por 70 milhões de “famílias”, o sucesso de “Lupin” é de fato inegável e pode ser medido também por seu impacto cultural. Desde o lançamento da série, os livros originais de LeBlanc tiveram impulso de vendas em muitos mercados – na França, Itália, Espanha, Estados Unidos, Reino Unido, Coréia do Sul e outros. E, nesta semana, a rádio nacional francesa, FranceInfo, dedicou um episódio do programa FranceInfo Junior sobre o personagem, para ensinar a seus jovens ouvintes sobre suas origens literárias.

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