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    Séries “Kung Fu” e “Stargirl” são renovadas

    3 de maio de 2021 /

    A rede americana The CW anunciou as renovações de mais duas séries de sua programação. A estreante “Kung Fu”, que teve uma das melhores estreias do canal, foi renovada para a 2ª temporada, enquanto “Stargirl”, que só lança seu segundo ano de produção daqui a três meses, teve assegurada a produção de sua 3ª temporada. As duas séries são produzidas por Greg Berlanti, o criador do “Arrowverso” e produtor com a maior quantidade de atrações exibidas simultaneamente na TV americana em todos os tempos. Só na rede The CW, Berlanti assina oito séries, praticamente metade da grade da emissora. “Estamos muito orgulhosos de continuar compartilhando as histórias de Nicky Shen e Courtney Whitmore, duas jovens fortes e poderosas no centro desta nova geração de programas de sucesso da CW em ‘Kung Fu’ e ‘Stargirl'”, disse o presidente da CW, Mark Pedowitz, em comunicado. “As duas possuem talentos notáveis em ambos os lados da câmera e ofereceram aos fãs não só uma ação visualmente deslumbrante e atos heroicos extremos, mas também tocaram acordes emocionais muito poderosos ao mergulhar na dinâmica familiar e relacionamentos pessoais em sua essência, e estamos muito animados para ver o que acontece com elas a seguir”. As duas renovações elevam a contagem de retornos confirmados na CW para 15 séries, incluindo todos os três programas que estrearam até agora nesta temporada: “Kung Fu”, “Walker” e “Superman & Lois”. O único estreante que ainda não teve seu futuro definido é “The Republic of Sarah”, que só estreia em junho. “Kung Fu” teve um bom desempenho ao acumular 3,5 milhões de espectadores em todas as plataformas. Nas avaliações de sete dias da consultoria Nielsen, a série aparece com uma média de 2,11 milhões de espectadores em seus dois primeiros episódios. Por sinal, o segundo (2,17 milhões) teve mais público que a estreia (2,05 milhões), o que é um feito raro e extremamente positivo. A série também agradou a crítica, recebendo 89% de aprovação no site Rotten Tomatoes. É a maior nota dentre as três estreias, ligeiramente superior aos 87% de “Superman & Lois” e muito acima dos 33% de “Walker”. A trama é um reboot completo da série clássica que marcou a década de 1970. A “Kung Fu” original trazia David Carradine (o Bill de “Kill Bill”) como o “gafanhoto” Kwai Chang Kane, filho órfão de um americano e de uma chinesa que, após ser criado num mosteiro Shaolin, acabava vagando pelo Velho Oeste americano do século 19 – enquanto procurava o assassino que matou seu mentor Shaolin e que agora está em seu encalço. Em contraste com a a atração desenvolvida por Ed Spielman em 1972, o reboot criado por Christina M. Kim (produtora-roteirista de “Blindspot” e “Hawaii Five-0”) se passa no século 21 e acompanha Nicky, uma jovem de descendência asiática que deixa a faculdade após uma crise e embarca numa jornada que muda sua vida, num mosteiro isolado na China. Quando ela volta aos EUA, encontra sua cidade natal mergulhada em crimes e corrupção, e passa a usar suas habilidades em artes marciais para proteger a comunidade e levar criminosos à justiça – enquanto procura a assassina que matou sua mentora Shaolin e que agora está em seu encalço. O papel principal é desempenhado por Olivia Liang, intérprete da malvadinha Alyssa Chang em “Legacies” (também do CW), e o elenco também inclui Shannon Dang (“The Romanoffs”), Bradley Gibson (“Power: Book II – Ghost”), Tony Chung (o Sub-Zero do game “Mortal Kombat 11”), Jon Prasida (“Tomorrow, When the War Began”), Gavin Stenhouse (“Allegiance”), Eddie Liu (“Eu Nunca…”), Kheng Hua Tan (“Marco Polo”) e o (hilário) veterano Tzi Ma (“Mulan”). Já “Stargirl” é uma série transplantada da DC Universe, plataforma de streaming pioneira que exibia só atrações da editora DC Comics, antes de ser enterrada para o lançamento da HBO Max. Com 93% de aprovação no site Rotten Tomatoes, uma das melhores avaliações já obtidas por uma produção televisiva de super-heróis, a série criada por Geoff Johns (roteirista de “Aquaman” e “Mulher-Maravilha 1984”) mistura o clima das tramas adolescentes de John Hughes com as fantasias de Steven Spielberg dos anos 1980. A trama se passa nos dias atuais, mas numa cidadezinha tão interiorana que é como se fosse daquela época. “Stargirl” conta a origem da personagem-título, uma adolescente que encontra um cetro mágico nas caixas de mudança de sua nova casa e descobre que seu padrasto esconde um segredo. No passado, ele foi assistente de um famoso super-herói: o Starman, integrante da Sociedade da Justiça da América – o primeiro grupo de super-heróis da DC Comics, que foi criado nos quadrinhos durante os anos 1940. Como o cetro passa a obedecê-la, ela passa a acreditar que é filha de Starman – seu pai saiu de casa quando ela era muito pequena – , resolve virar a Stargirl em sua homenagem e decide vingar sua morte ao enfrentar os responsáveis pelo fim dos heróis clássicos: os supervilões da Sociedade da Injustiça. Um dos motivos do sucesso da série é a química do elenco, principalmente entre a jovem Brec Bassinger (“Medo Profundo: O Segundo Ataque”) como Courtney Whitmore/Stargirl e o veterano Luke Wilson (do clássico “Legalmente Loira”) como seu padrasto Pat Dugan/Listrado/F.A.I.X.A. O casting jovem, por sinal, é um achado, com Yvette Monreal (“Faking It”), Anjelika Washington (“Crush à Altura”) e Cameron Gellman (“Heathers”) roubando cenas como os relutantes integrantes de uma versão teen da Sociedade da Justiça. Mas não fica nisso. O ótimo elenco ainda inclui Amy Smart (“Efeito Borboleta”) como Barbara Whitmore, a mãe da heroína, Joel McHale (“Community”) como Starman e Neil Jackson (“Absentia”) como o vilão Geada – ao lado de Christopher James Baker (“True Detective”), Joy Osmanski (“Santa Clarita Diet”), Neil Hopkins (“Matador”), Nelson Lee (“Blade: The Series”) e Joe Knezevich (“A Mula”) como Onda Mental, Tigresa, Mestre dos Esportes, Rei Dragão e O Mago, integrantes da Sociedade da Injustiça. A 2ª temporada deve estrear em 10 de agosto nos EUA. Como as duas séries são produções da WB Television, elas devem chegar ao Brasil com o lançamento da HBO Max no final de junho. Veja abaixo os trailers em inglês das duas atrações.

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    Oscar tem pior audiência de todos os tempos

    26 de abril de 2021 /

    A exibição do Oscar 2021 teve a pior audiência da premiação em todos os tempos. Com discursos mais longos que o habitual, a transmissão da cerimônia pela rede ABC nos EUA resultou numa audiência ao vivo de 9,85 milhões de espectadores e uma classificação desanimadora de 1,9 entre o público alvo dos anunciantes (entre 18 e 49 anos). Trata-se de um recorde negativo com uma margem enorme, uma queda de cerca de 58% em relação ano anterior do Oscar, que já era a pior audiência da premiação. Em termos do público alvo, o precipício foi ainda maior, desabando 64,2% na comparação à classificação do Oscar 2020. Os dados são preliminares, mas não devem ser muito diferentes dos resultados oficiais, que serão conhecidos na terça (27/4). Entretanto, os números devem subir quando receberem acréscimos das plataformas digitais. Este ano, a transmissão de mais três horas de duração também foi disponibilizada pela plataforma Hulu, ABC.com, YouTube, o aplicativo da ABC e por mais um punhado de outras opções. Tantas alternativas inevitavelmente diluíram os números, afetando a sintonia televisiva.

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    Audiência da Globoplay cresceu 119% em um ano

    24 de abril de 2021 /

    Os assinantes da Globoplay assistiram a 253,3 milhões de horas de conteúdo durante março passado, mais do que o dobro das 115 milhões de horas consumidas em março de 2020, quando a plataforma registrou sua primeira alta de consumo com o início do isolamento social no Brasil – antes da pandemia, a média girava em torno dos 40 milhões de horas por mês. Além da pandemia, o salto em 119% nos números de audiência no espaço de um ano deve-se à transmissão 24 horas do “BBB 21”. Desde a primeira semana do programa, o serviço começou a bater recordes. Já no dia seguinte à estreia, quando foi disputada uma prova de resistência por imunidade, o número de assinaturas foi 11 vezes maior do que a média. Em 29 de março, logo após o encerramento de uma edição do programa com um tumultuado Jogo da Discórdia, a Globoplay ainda registrou um recorde de acessos simultâneos: 2.588.833 ao mesmo tempo às 23h54. Estes dados, revelados recentemente por Erick Brêtas, diretor-geral do streaming do Grupo Globo, durante uma conversa com profissionais do audiovisual, também apontam que cada assinante passou uma média de 35,3 horas por mês consumindo conteúdo na plataforma durante o primeiro trimestre de 2021. O crescimento é significativo, considerando que eram 9,6 horas em 2018; 20,0 em 2019; e 33,4 em 2020. A quantidade de horas de consumo é o único número disponibilizado pela Globoplay, que, ao contrário da Netflix e outras empresas americanas, não divulga sua quantidade de assinantes. Isto acontece porque, ao contrário das rivais, a Globoplay tem parte de seu conteúdo liberado para não-assinantes – o que não é o caso do 24 horas do “BBB21”.

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    Estreia de “The Nevers” supera “Lovecraft Country” e “The Undoing”

    12 de abril de 2021 /

    A nova série “The Nevers” teve uma ótima estreia na HBO. A atração sci-fi vitoriana atraiu mais de 1,4 milhões de espectadores entre sua exibição televisiva e digital nos EUA, além do melhor começo para um nova atração da HBO na plataforma HBO Max. Segundo informação fornecida pelo próprio canal pago – que, entretanto, não apresentou números do streaming – , a estreia foi mais vista que os lançamentos recentes de “Lovecraft Country” e “The Undoing”, e os números devem aumentar muito com reprises e novos acessos pelas plataformas digitais. A série não é exatamente material típico da HBO, mas o tipo de atração que reflete a nova política no conglomerado da WarnerMedia, após a aquisição da Time-Warner pela AT&T, visando privilegiar conteúdo para streaming. “The Nevers” é uma fantasia juvenil convencional de “super-heroínas”, que recicla os clichês de “a(s) escolhida(s)” (agora, as “tocadas”) que marcaram as séries de Joss Whedon – de “Buffy: A Caça-Vampiros” a “Dollhouse”. O fato de possivelmente ser a última série de Whedon também ajuda a explicar o interesse do público, atraído por uma fascinação mórbida. A produção representa os vestígios finais da carreira do produtor-roteirista-cineasta que já foi cultuado, mas agora sai de cena em desgraça. O criador da série nem sequer tem seu nome mencionado na campanha de divulgação, após ser afastado em meio a denúncias de abuso e assédio moral, feitas por atores de “Liga da Justiça” e da própria “Buffy”. Embora continue creditado, após dirigir o piloto, ele foi desligado do programa no sexto episódio, que representa metade da temporada inaugural. A trama, passada em Londres no último ano do século 19, acompanha mulheres, que de repente desenvolvem superpoderes, marginalizadas pela sociedade conservadora. A série é estrelada por Laura Donnely (“Outlander”), Ann Skelly (“Vikings”), Olivia Williams (“Counterpart”), James Norton (“Adoráveis Mulheres”), Tom Riley (“Da Vinci’s Demons”), Nick Frost (“Truth Seekers”), Ben Chaplin (“Carta ao Rei”), Pip Torrens (“Preacher”), Zackary Momoh (“Doutor Sono”), Amy Manson (“The White Princess”), Rochelle Neil (“Das Boot”), Eleanor Tomlinson (“Poldark”), Denis O’Hare (“American Horror Story”) e Elizabeth Berrington (“Yesterday”).

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    Estreia de Kung Fu rende terceiro hit de 2021 à rede CW

    8 de abril de 2021 /

    A rede The CW emplacou seu terceiro hit consecutivo com a estreia do reboot de “Kung Fu” na noite de quarta-feira nos EUA. O primeiro episódio da série foi visto por 1,4 milhão de espectadores ao vivo e atingiu uma classificação de 0,22 ponto entre adultos de 18 a 49 anos. Embora os números não sejam tão elevados quanto os das estreias de “Walker” (2,44 milhões de telespectadores) e “Superman & Lois” (1,75 milhão), “Kung Fu” foi exibido em outro horário, mais cedo, e superou o total de espectadores das estreias de todos os demais programas da temporada no canal – em qualquer horário. Mais que isso: o resultado representa a maior audiência da CW no período das 20h em quase 2 anos e meio – desde um episódio de “Riverdale” em outubro de 2018 – e a maior estreia de uma quarta-feira no canal em longos sete anos – desde que “The 100” debutou em 19 de março de 2014. Graças a esse desempenho, “Nancy Drew” também foi beneficiada, atingindo sua audiência mais alta na temporada, vista por 628 mil espectadores ao vivo e marcando 0,11 na faixa demográfica cobiçada pelos anunciantes – o dobro do episódio da semana passada. “Kung Fu” também agradou a crítica, recebendo 89% de aprovação no site Rotten Tomatoes. É a maior nota dentre as três estreias, ligeiramente superior aos 87% de “Superman & Lois” e muito acima dos 33% de “Walker”. Como muitos ainda lembram, a “Kung Fu” original trazia David Carradine (o Bill de “Kill Bill”) como o “gafanhoto” Kwai Chang Kane, filho órfão de um americano e de uma chinesa que, após ser criado num mosteiro Shaolin, acabava vagando pelo Velho Oeste americano do século 19 – enquanto procurava o assassino que matou seu mentor Shaolin e que agora está em seu encalço. A nova produção está a cargo do prolífico Greg Berlanti (criador do Arrowverso) e, por sinal, lembra mais uma série do Arrowverso que a trama original dos anos 1970. Em contraste com a a atração desenvolvida por Ed Spielman em 1972, o novo “Kung Fu”, criado por Christina M. Kim (produtora-roteirista de “Blindspot” e “Hawaii Five-0”), se passa no século 21 e acompanha Nicky, uma jovem de descendência asiática que deixa a faculdade após uma crise e embarca numa jornada que muda sua vida, num mosteiro isolado na China. Quando ela volta aos EUA, encontra sua cidade natal mergulhada em crimes e corrupção, e passa a usar suas habilidades em artes marciais para proteger a comunidade e levar criminosos à justiça – enquanto procura o assassino que matou sua mentora Shaolin e que agora está em seu encalço. O papel principal é desempenhado por Olivia Liang, intérprete da malvadinha Alyssa Chang em “Legacies” (também do CW), e o elenco também inclui Shannon Dang (“The Romanoffs”), Bradley Gibson (“Power: Book II – Ghost”), Tony Chung (o Sub-Zero do game “Mortal Kombat 11”), Jon Prasida (“Tomorrow, When the War Began”), Gavin Stenhouse (“Allegiance”), Eddie Liu (“Eu Nunca…”), Kheng Hua Tan (“Marco Polo”) e o veterano Tzi Ma (“Mulan”). Veja abaixo o trailer americano de “Kung Fu”, que ainda não tem previsão de estreia no Brasil.

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    Volta de Christopher Meloni dá audiência histórica à franquia Law & Order

    2 de abril de 2021 /

    O retorno de Christopher Meloni à franquia “Law & Order” rendeu a maior audiência de “Law & Order: SVU” em vários anos e ainda ajudou a lançar a nova série “Law & Order: Organized Crime” diante de um público invejável, na quinta-feira passada (1/4) nos EUA. O esperado reencontro dos personagens Elliot Stabler (de Meloni) e Olivia Benson (de Mariska Hargitay) foi assistido ao vivo por 7,63 milhões de espectadores na rede americana NBC, obtendo uma classificação de 1,6 ponto entre adultos de 18 a 49 anos. Trata-se da melhor performance de estreia de “SVU” desde o lançamento da 18ª temporada, em setembro de 2016. Quase todo esse público ficou para assistir ao primeiro episódio de “Law & Order: Organized Crime”, protagonizada pelo personagem de Meloni, que teve 7,56 milhões de espectadores e registrou 1,5 no grupo demográfico. À exceção da estreia pós-Super Bowl de “The Equalizer” na rede CBS, os números representam a melhor estreia da temporada entre o público alvo dos anunciantes. O crossover entre as duas séries produzidas por Dick Wolf liderou a audiência da TV americana na quinta-feira, terminando com “SVU” em 1º e “Organized Crime” em 2º lugar, tanto na demo quanto no total de espectadores. Mas os números ainda aumentarão quando forem computadas as visualizações de outras plataformas – como o acesso digital da rede NBC. Como comparação, “Grey’s Anatomy”, da ABC, que também teve um episódio hypado, graças à volta de dois personagens antigos, ficou com o terceiro maior registro da demo na quinta passada: 0,8 ponto e 4,1 milhões de espectadores ao vivo. Já a série com o terceiro maior público total foi a nova sitcom “United States of Al”, que fez sua estreia na CBS, atraindo 5,07 milhões de espectadores e marcando 0,5 na demo.

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    Netflix anuncia que Regé-Jean Page não aparecerá mais em Bridgerton

    2 de abril de 2021 /

    A Netflix deu uma notícia pouco agradável para os fãs de “Bridgerton”. O ator Regé-Jean Page, intérprete de Simon Basset, o Duque de Hastings, não estará na 2ª temporada e nem aparecerá mais na série. Este triste desdobramento foi anunciado nas redes sociais oficiais de “Bridgerton”. “Caros leitores, enquanto todos os olhos se voltam para a busca de Lord Anthony Bridgerton para encontrar uma viscondessa, damos adeus a Regé-Jean Page, que triunfantemente interpretou o duque de Hastings. Sentiremos falta da presença de Simon na tela, mas ele sempre fará parte da família Bridgerton”, diz a nota, assinada pela fofoqueira oficial da série, Lady Whistledown. O próprio ator explicou que foi contratado por apenas uma temporada, em entrevista à revista Variety. “[Eu pensei] ‘Isso é interessante’, porque parecia como uma série limitada. Eu poderia participar, contribuir com a minha parte e, então, a família ‘Bridgerton’ poderia continuar”, disse Page. “Uma das coisas que é diferente nesse gênero [de romance] é que o público sabe que o arco se completa”, explicou Page. “Eles vêm sabendo disso, então você pode amarrar as pessoas em nós emocionais, porque eles têm aquela garantia de que vamos nos assumir e teremos o casamento e o bebê.” E foi exatamente isso que aconteceu ao final da 1ª temporada de “Bridgerton”: Simon e Daphne (Phoebe Dynevor) se casaram e tiveram um filho. Regé-Jean Page aproveitou esse final feliz e o sucesso da série para assinar contrato para vários projetos novos. Mesmo que a produtora Shondaland pretendesse voltar a contar com ele, sua agenda lotada não permitiria. Entre outras produções, o ator atualmente está filmando “The Gray Man”, thriller dirigido pelos irmãos Russo (“Vingadores: Ultimato”) para a própria Netflix, e protagonizará o reboot de “Dungeons & Dragons”, em desenvolvimento na Paramount Pictures. Em compensação, a atriz Phoebe Dynevor ainda continua na série, por ser irmã do protagonista do segundo arco. “Daphne continuará sendo uma esposa e irmã devotada, ajudando seu irmão a navegar na próxima temporada social e o que ela tem a oferecer – mais intriga e romance do que meus leitores podem ser capazes de suportar”, completa a nota de “Lady W.” Os próximos capítulos serão baseados no segundo volume da coleção literária “Os Bridgerton”, de Julia Quinn, intitulado em português “O Visconde que Me Amava”. Cada exemplar da obra original conta a história de amor de um dos oito irmãos da família Bridgerton e, no segundo volume, o solteiro mais cobiçado da temporada de bailes é Anthony Bridgerton, o visconde do título do livro – charmoso, elegante e muito rico que, contrariando as probabilidades, resolve dar um basta na rotina de libertino e arranjar uma noiva. Quem rouba seu coração é uma recém-chegada a Londres. Kate Sharma é inteligente e teimosa e não tolera idiotas – incluindo Anthony Bridgerton. O Visconde de Bridgerton voltará a ser vivido por Jonathan Bailey, como na 1º temporada, enquanto sua noiva será encarnada por Simone Ashley (a Olivia da série “Sex Education”). Com a escalação de Ashley, a série continua sua reformulação do universo de Julia Quinn. Nos livros, o Duque de Hastings, interpretado por Regé-Jean Page, é branco, da mesma forma que Kate, retratada como loira na capa nacional de “O Visconde que Me Amava”. A mudança, desta vez, é até mais radical, pois a personagem teve inclusive o sobrenome alterado para refletir sua mudança racial na série – deixando de ser Kate Sheffield, como na obra original. Your Grace, it has been a pleasure. 💜🐝 pic.twitter.com/kX1nIG8pz7 — Bridgerton (@bridgerton) April 2, 2021

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    BBB 21 faz Globoplay bater recorde de acessos simultâneos

    30 de março de 2021 /

    A plataforma de streaming Globoplay teria batido seu recorde de acessos simultâneos no final da noite de segunda-feira (29/3). Segundo coluna de Mauricio Stycer, o pico ocorreu às 23h54, com 2.588.833 acessos ao mesmo tempo. A grande maioria dos acessos ocorreu em função do “BBB 21”. Após o final da exibição do programa na Globo, houve uma enorme migração para o streaming. Em dois minutos, 1 milhão de assinantes teriam feito login na plataforma. O pico tem acontecido sempre após eventos impactantes do programa, por espectadores interessados em ver os desdobramentos imediatos. Na segunda, houve o jogo da discórdia. Gilberto foi escalado para ser o último a falar no jogo, e ele não decepcionou. O economista provocou Rodolffo e Juliette com falas fortes, gerando expectativa sobre como eles reagiriam depois do jogo. Ao contrário da instabilidade que costumava acontecer nesses momentos, denominada de efeito “rajada”, o sistema demonstrou que está aguentando o tranco. O segredo foi uma mudança na forma como o “BBB 21” é exibido na TV. O tempo de exibição do programa na TV aberta em São Paulo tem se prolongado por um a dois minutos, retardando a entrada dos espectadores da cidade no Globoplay. Esse prolongamento, na comparação com a programação oficial da rede (o resto do país), tem ocorrido quatro dias por semana. O público de São Paulo ganha alguns minutos vendo a casa ao vivo na TV aberta e o público da rede, que corre antes para o Globoplay, enfrenta menos problemas para entrar na plataforma. Para dar medida da façanha, o recorde do YouTube no Brasil aconteceu em julho de 2020, no primeiro jogo da final da Taça Rio, um Fla-Flu, que rendeu 3,597 milhões de acessos simultâneos. Mas esse desempenho foi numa plataforma aberta de acesso gratuito. Dos 2,588 milhões de acessos no Globoplay na segunda-feira, 90% seriam assinantes do serviço.

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    Revista americana Variety analisa BBB como retrato político do Brasil em 2021

    28 de março de 2021 /

    O reality show da Globo “Big Brother Brasil” ganhou destaque neste domingo (28/3) no site da revista americana Variety, a mais tradicional e respeita publicação da indústria do entretenimento dos EUA. Em uma reportagem sobre a grande audiência e pautas comportamentais do programa, a publicação afirmou que a conscientização social dos participantes da edição deste ano tornou a atração mais vista, mais interessante e mais importante que nunca. O texto da jornalista Augusta Saraiva cita o primeiro beijo gay ocorrido no reality show em suas mais de duas décadas de transmissão, entre Lucas Penteado e Gilberto, como ponto de partida para um “BBB” diferente de todos, especialmente pela reação negativa que se seguiu, incluindo a patrulha “ideológica” de Lumena Aleluia, psicóloga lésbica, até a pressão psicológica feita pela rapper Karol Conká para Lucas pedir para sair, o que acabou acontecendo. O artigo salienta ainda que as duas detratoras foram eliminadas na votação popular, inclusive com recorde de rejeição de Karol. A publicação não acompanhou os episódios mais recentes, quando a pauta LGBTQIA+ voltou recentemente ao centro das discussões com a indicação do líder Gilberto ao cantor sertanejo Rodolffo por comentários supostamente homofóbicos. Rodolffo ficou na casa por uma diferença de 0,5% de votos contra a atriz Carla Diaz, rejeitada por não ter sido feminista suficiente ao se submeter aos abusos de seu ficante no programa, Arthur. Apesar desse hiato, a revista destacou ainda o caso de Fiuk, sem nomeá-lo, afirmando que um integrante branco teve aulas de sensibilidade antes de entrar em confinamento, mas, por ser algo artificial, não tem conseguido evitar recaídas de “mansplaining”. Ao entrar em contato com a Globo, a Variety observou que a reviravolta do “Big Brother Brasil” aconteceu depois que a emissora percebeu que os debates sobre feminismo e racismo da edição anterior tinham rendido grande audiência. Por conta disso, os produtores optaram for incluir um grupo de concorrentes com maior diversidade racial e sexual. Nove dos 20 participantes iniciais se identificam como afro-descendentes e muitos deles pertencem à comunidade LGBTQIA+. O resultado dessa mistura foram discussões intensas, delicadas e importantes, que renderam a maior audiência do programa em todos os tempos. No dia em que Conká foi “despejada”, a Globo atingiu 63% de audiência geral da televisão brasileira. A Globo informou ao veículo americano que 40 milhões de pessoas – quase um quinto da população de 211 milhões do Brasil – assistem ao reality show todos os dias, o que representa 5,5 milhões de telespectadores diários a mais que no ano passado. Laurens Drillich, presidente da Endemol Shine Latino, que produz e licencia a franquia “Big Brother” no Brasil, completou dizendo à publicação que “a Globo fez um trabalho maravilhoso em manter a marca renovada e encontrar novas maneiras de envolver o público”. O executivo também apontou a pandemia de covid-19 como fator de valorização dos reality shows de confinamento, num momento em que a TV brasileira vive de reprises pela impossibilidade de gravar interações entre atores. Além disso, com mais pessoas em isolamento social, o “BBB 21″ ganhou a proporção de um grande evento televisivo. A Variety acrescenta que, graças à sua abertura à votação pública, o “BBB 21″ também virou um verdadeiro mostruário sobre o que pensam os brasileiros sobre vários assuntos importantes. Isto também inclui política. O texto em inglês destaca que Sarah, não nomeada no artigo, era inicialmente uma das favoritas a ganhar o prêmio de R$ 1,5 milhão, mas sofreu forte rejeição online depois de dizer a seus colegas de casa que gostava do “presidente de extrema direita do Brasil” (aspas da Variety), Jair Bolsonaro. Na mesma ocasião, ela disse que “não falaria sobre isso em rede nacional” para evitar ser eliminada do programa, esquecendo que as câmeras já tinham registrado a fala. Uma semana depois, ela perdeu mais de 1 milhão de seguidores no Instagram. Ouvida pela reportagem, Cristiane Moreira, professora de psicologia da Pontifícia Universidade Católica de Petrópolis, disse que, devido ao formato do programa, de vigilância quase constante, alguns participantes acabam “não lembrando que as câmeras estão lá”. “Você pode controlar seu comportamento, mas chega um momento em que você vai baixar a guarda e normalizar a situação”, disse. “Eles estão lá há dois meses e têm até câmeras nos banheiros. [Participantes] atuam, mas não conseguem fazer isso o tempo todo. ” Para os produtores, as conversas trazidas pelos participantes sobre os mais variados temas só fortalecem o “BBB” ainda mais. “Inevitavelmente, situações e discussões que fazem parte do dia a dia acontecem dentro da casa [‘Big Brother’]”, afirma Rodrigo Dourado, diretor geral do ‘Big Brother Brasil’. “São pessoas reais falando sobre temas reais, com culturas, gostos e experiências diferentes. Tudo isso ajuda a criar a originalidade de um [reality show]. ” Especialistas procurados pela publicação dizem que os debates sobre raça, gênero e sexualidade, entre outros assuntos, que estão movimentando o programa dificilmente desaparecerão após o término da atual edição, em abril. “É importante que isso aconteçam no programa? Acho que sim ”, disse o psicólogo Bruno Branquinho, especialista em saúde LGBTQIA+. “Mas esses temas não surgiram no ‘Big Brother Brasil’. Eles estão ganhando muita atenção por causa do programa, mas fazem parte do debate nacional há anos.”

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  • Série

    Falcão e o Soldado Invernal tem estreia mais assistida da Disney+

    22 de março de 2021 /

    A Disney anunciou nesta segunda-feira (22/3) que “Falcão e o Soldado Invernal” se tornou o lançamento mais assistido de todos os tempos de seu serviço de streaming, Disney+ (Disney Plus), durante seu fim de semana inaugural. A empresa não divulgou nenhum número como parâmetro, nem de audiência real nem de percentagem relativa, mas alegou que o primeiro episódio da série do Marvel Studios se tornou o título mais assistido de todo o catálogo da plataforma entre a disponibilização na sexta-feira (19/3) e o último domingo (21/3). A declaração sem dados factuais não permite comparar a estreia deste fim de semana com o desempenho de “WandaVision” ou do outro sucesso da plataforma, “The Mandalorian”. Mas a Disney afirmou que os três programas detém as estreias mais assistidas do serviço de streaming – no caso de “The Mandalorian”, seu melhor desempenho aconteceu no lançamento de sua 2ª temporada. Repleta de ação, lutas, efeitos e explosões, “Falcão e o Soldado Invernal” continua a história de “Vingadores: Ultimato”, focando no legado (e do escudo) do Capitão América. Reforçando a conexão, a trama é estrelada pelos intérpretes dos heróis no cinema, Anthony Mackie (Falcão) e Sebastian Stan (Soldado Invernal), e retoma o clima dos filmes do “primeiro Vingador” da Marvel. Mais três séries da Marvel devem estrear na plataforma em 2021: “Loki”, agendada para 11 de junho, e “Hawkeye” (do Gavião Arqueiro) e “Ms. Marvel” previstas para o fim do ano. Veja abaixo o trailer da atração recordista.

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  • Filme

    Um Príncipe em Nova York 2 bate recorde de audiência da Amazon

    8 de março de 2021 /

    O serviço independente Screen Engine, da Digital Entertainment Group, afirmou nesta segunda (8/3) que “Um Príncipe em Nova York 2” bateu todos os recordes de audiência para se firmar como a estreia de maior audiência em qualquer serviço de streaming desde o começo da pandemia, em fevereiro de 2020. Continuação da comédia clássica estrelada por Eddie Murphy em 1988, o filme não teve números revelados pelo serviço. Mas vale apontar que, misteriosamente, o Screen Engine não registrou nenhum resultado referente a “Raya e o Último Dragão”, lançado no mesmo dia (5/3) na Disney+. A Amazon, que comprou a produção da Paramount por US$ 125 milhões em outubro, também permaneceu vaga sobre os resultados. Em vez de se vangloriar de suas dezenas de milhões de visualizações, como costuma fazer a Netflix, a plataforma afirmou apenas, em comunicado, que “Um Príncipe em Nova York 2” teve o maior fim de semana de estreia que qualquer outro filme que lançou até agora. Vale lembrar que a Amazon também lançou “Borat: Fita de Cinema Seguinte”, que se tornou um fenômeno de popularidade. E tampouco revelou quantas pessoas viram esse filme. “A família real de Zamunda chegou e o público em todo o mundo a recebeu com entusiasmo!”, disse Jennifer Salke, chefe do Amazon Studios. “A estreia de ‘Um Príncipe em Nova York 2’ excedeu em muito qualquer uma das nossas maiores expectativas. É claro que toda uma nova geração de fãs se juntou à enorme base de fãs leais que já adoravam o mundo mágico criado pelo fenômeno global Eddie Murphy”, avaliou. Para ela, o sucesso de “Um Príncipe em Nova York 2” também se deve a ser um “filme de comédia perfeitamente divertido, escapista e alegre de que o público em todo o mundo precisava.” A crítica e o próprio público podem discordar, considerando a baixa aprovação conquistada pelo filme no Rotten Tomatoes e no IMDb. Muita gente viu, mas isso não significa que gostou.

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    Entrevista de Harry e Meghan gera maior audiência não esportiva dos EUA desde o Oscar 2020

    8 de março de 2021 /

    A rede CBS compensou a fraca audiência da transmissão do Globo de Ouro, no domingo retrasado (28/3), com o grande sucesso da entrevista do Príncipe Harry e sua esposa Meghan Markle à Oprah Winfrey no recente domingo (7/3). A curiosidade pelos bastidores da realeza britânica atraiu quase três vezes mais espectadores que o interesse em saber quem venceu os prêmios da crítica estrangeira de Hollywood, numa diferença gritante de sintonia. Enquanto o Globo de Ouro foi assistido por 6,9 milhões de pessoas, a entrevista juntou 17,1 milhões diante da TV, em dados preliminares da consultoria Nielsen – os números devem aumentar na consolidação da audiência. E isto são apenas números da sintonia ao vivo. A conversa, que aconteceu num pátio verde e florido, foi tudo menos casual, já que Oprah exerceu suas habilidades jornalísticas para interrogar o duque e a duquesa de Sussex com uma série de perguntas que o levaram a surpreendentes (e, ocasionalmente, perturbadoras) revelações sobre o que se passou entre paredes palaciais que levaram o casal a desistir da monarquia e trocar o Reino Unido pelos EUA. Acusações de racismo, revelações de pensamentos suicidas e outros detalhes explosivos transformaram a entrevista no evento não esportivo mais assistido da TV americana em 2021. O especial de Harry e Meghan também gerou 12 bilhões de impressões nas mídias sociais, repercutindo a maior audiência do horário nobre dos EUA desde o Oscar, em 9 de fevereiro de 2020.

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  • Série

    Superman & Lois vira estreia de série mais vista da rede The CW

    6 de março de 2021 /

    “Superman & Lois” bateu outro recorde na rede The CW. Depois de estrear com a maior audiência ao vivo de uma série da DC desde 2019, com 1,7 milhão de espectadores na televisão, a atração somou mais 1,5 milhões em streaming, reprises e gravações digitais, atingindo 3,2 milhões de pessoas em uma semana. O desempenho semanal transformou “Superman & Lois” na estreia de série mais vista na história da rede. A atração também registrou aumento de 105% sobre seu índice demográfico inicial, atingindo uma classificação de 0,76 após uma semana entre o público adulto. Graças a esses números, a rede CW anunciou que vai exibir todos os novos episódios de “Superman & Lois” com cenas extras no aplicativo da rede e no site CWTV.com após sua transmissão na televisão. Isto vai acontecer de graça, sem necessidade de assinatura especial. A duração das cenas adicionais, não exibidas na TV, vai variar de capítulo a capítulo. A série também já foi renovada para sua 2ª temporada. Criada por Todd Helbing (produtor executivo de “The Flash”) e pelo arquiteto do Arrowverso, Greg Berlanti, a produção, com clima cinematográfico, encontra Clark Kent e Lois Lane numa fase que ainda não tinha sido retratada em live-action, muitos anos após seu casamento e com filhos já adolescentes. Após perderem os empregos no Planeta Diário e uma tragédia na vida de Clark, eles decidem voltar à antiga fazenda Kent em Smallville. Mas mantém a identidade do herói em segredo dos filhos. Um acidente leva Clark a finalmente revelar ser o Superman para os filhos incrédulos, ao mesmo tempo em que descobre que um deles herdou seus superpoderes. Além de Tyler Hoechlin e Elizabeth Tulloch nos papéis principais (que eles já viveram em “Supergirl”), o elenco destaca Jordan Elass como Jonathan e Alexander Garfin como Jordan Kent, os filhos adolescentes do casal. Inédita no Brasil, “Superman & Lois” pode aparecer na HBO, que atualmente exibe “Batwoman”, ou ser disponibilizada junto com a plataforma HBO Max, que chega em junho por aqui. Veja abaixo o trailer oficial da série.

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