Jennifer Lawrence é militar traumatizada em trailer dramático
A Apple TV+ divulgou o pôster e o trailer de “Causeway”, drama estrelado por Jennifer Lawrence. No filme, ela vive uma militar americana que sofreu um trauma físico e psicológico enquanto lutava no Afeganistão. Obrigada a voltar para casa mesmo contra sua vontade, ela encontra dificuldades para se adaptar. A direção é de Lila Neugebauer, que faz sua estreia no cinema após assinar peças elogiadas e episódios de “Maid” e “A Vida Sexual das Universitárias”. O elenco também inclui Brian Tyree Henry (“Eternos”), Stephen McKinley Henderson (“Lady Bird”) e Jayne Houdyshell (“The Humans”). “Causeway” será a primeira aparição de Lawrence nas telas após “Não Olhe Para Cima” (2021), que lhe rendeu indicações ao Globo de Ouro e ao SAG Awards passados. O filme foi exibido no Festival de Toronto, onde recebeu críticas positivas (86% de aprovação no Rotten Tomatoes), e tem estreia marcada para 5 de novembro em streaming.
Apple TV+ aumenta valor da assinatura no Brasil
O serviço de streaming Apple TV+ aumentou valor de sua assinatura mensal de R$ 9,90 para R$ 14,90. Embora a empresa não tenha anunciado previamente o reajuste, o novo valor já consta na página de contratação do serviço. A Apple TV+ teve seu conteúdo valorizado neste ano com a vitória no Oscar de “No Ritmo do Coração” – filme que só foi exclusivo do serviço do streaming nos EUA – , e com a segunda conquista consecutiva de “Ted Lasso” como Melhor Série de Comédia no Emmy. Neste ano, a plataforma ainda vai lançar os filmes “Emancipation”, com Will Smith, e “Passagem”, com Jennifer Lawrence, além de novas temporadas de “Slow Horses”, “The Mosquito Coast” e a série inédita “Shantaram”, entre outras atrações.
Letícia Colin, “O Caso Evandro” e “Nos Tempos do Imperador” estão no Emmy Internacional
A organização do Emmy Internacional anunciou nesta quinta (29/9) os nomeados para sua edição de 2022. E, como tem sido a regra, há atrações e artistas brasileiros na lista: a série documental “O Caso Evandro”, a novela “Nos Tempos do Imperador” e a atriz Leticia Colin, indicada pela série “Onde Está Meu Coração”. “O Caso Evandro”, idealizado por Ivan Mizanzuk, é uma série documental de true crime inspirado no podcast de mesmo nome, que conta a história real de Evandro Ramos Caetano, um menino de 6 anos de idade que desapareceu em abril de 1992, no litoral do Paraná, e foi encontrado morto pouco tempo depois sem as mãos, cabelos e vísceras. A criança teria sido usada um ritual macabro e os suspeitos ficaram conhecidos como “As Bruxas de Guaratuba”. “Onde Está Meu Coração” acompanha uma jovem e brilhante médica (Letícia Collin) que sucumbe à pressão diária do trabalho dentro do hospital e acaba viciada em drogas. Já “Nos Tempos do Imperador”, escrita por Thereza Falcão e Alessandro Marson, dramatizava o Brasil na época de D. Pedro II (vivido por Selton Mello). As três produções foram desenvolvidas pelo Grupo Globo e estão disponíveis pela Globoplay. A multiplicação de plataformas de streaming permitiu que várias produções se tornassem acessíveis ao público brasileiro, que neste ano pôde assistir vários dos candidatos ao prêmio. Só da Netflix são oito produções: “Narcos: Mexico”, “Sex Education”, “Lupin”, “Love on the Spectrum”, “YeonMo” (The King’s Affection), “À Beira do Caos”, “Anonima” (Anonymously Yours) e “Shaun, o Carneiro: Aventura de Natal” Entre séries, documentários, obras jornalísticas e coproduções, a BBC emplacou cinco: “Vigil”, “Showtrial”, “Dreaming Whilst Black”, “Newsround Special – Let’s Talk About Periods” e “Freddie Mercury: The Final Act” A HBO Max aparece com três títulos: “Reyka”, “Búnker” e “On The Job”. A Amazon Prime Video é presentada pelo telefilme francês “O Baile das Loucas” e a Apple TV+ está na disputa com sua primeira série sul-coreana, “Dr. Brain”. Os vencedores do Emmy Internacional serão revelados em uma cerimônia em Nova York, em 21 de novembro. Confira abaixo lista completa de indicados ao Emmy Internacional 2022. Melhor Programa Artístico “BIOS: Calamaro” (Argentina) “Charlie Chaplin, Le Génie De La Liberté” (França) “Freddie Mercury: The Final Act” (Reino Unido) “Wonderful World: A New York Jazz Story” (Japão) Melhor Ator Sverrir Gudnason – “En Kunglig Affär” / “A Royal Secret” (Suécia) Scoot McNairy – “Narcos: Mexico” (México) Dougray Scott – “Irvine Welsh’s Crime” (Reino Unido) Lee Sun-Kyun – “Dr. Brain” (Coreia do Sul) Melhor Atriz Celine Buckens – “Showtrial” (Reino Unido) Letícia Colin – “Onde Está Meu Coração” (Brasil) Kim Engelbrecht – “Reyka” (África do Sul) Lou de Laâge – “O Baile das Loucas” (França) Melhor Comédia “Búnker” (México) “Dreaming Whilst Black” (Reino Unido) “À Beira do Caos” (França) “Sex Education” (Reino Unido) Melhor Documentário “Enfants De Daech, Les Damnés De La Guerre” / “Iraq’s Lost Generation” (França) “Myanmar Coup: Digital Resistance” (Japão) “O Caso Evandro” (Brasil) “The Return: Life After ISIS” (Reino Unido) Série de Drama “Lupin” (França) “Narcos: Mexico” (México) “Reyka” (África do Sul) “Vigil” (Reino Unido) Melhor Animação Infantil “Dapinty, Una Aventura Musicolor” (Colômbia) “Fumetsu No Anata E” / “To Your Eternity” (Japão) “Les Lapins Cretins – Invasion: Mission sur Mars” / “Rabbids Invasion Special – Mission to Mars” (França) “Shaun, o Carneiro: Aventura de Natal” (Reino Unido) Melhor Programa Infantil “Ikke Gjor Dette Mot Klimaet!” / “Don’t Do This To The Climate” (Noruega) “My Better World” (África do Sul) “Newsround Special – Let’s Talk About Periods” (Reino Unido) “Sueños Latinoamericanos” (Chile) Melhor Ficção Infantil “Anonima” (México) “Hardball – Season 2” (Austrália) “Kabam!” (Holanda) “Lightspeed” (Singapura) Melhor Programa Não-Anglófono do Horário Nobre dos EUA “2021 Latin American Music Awards” (Estados Unidos) “Buscando A Frida” (Estados Unidos) “La Suerte De Loli” (Estados Unidos) “Malverde, El Santo Patrón” (Estados Unidos) Melhor Programa de Entretenimento Não-Roteirizado “La Voz Argentina” / “The Voice – Season 3″ (Argentina) “LOL: Last One Laughing Germany” (Alemanha) “Love on the Spectrum – Season 2″ (Austrália) “Top Chef Middle East – Season 5″ (Emirados Árabes Unidos) Melhor Série de Curta Duração “Espíritu Pionero” (Argentina) “Fly on the Wall” (Catar) “Nissene i bingen” / “Santas in the Hay” (Noruega) “Rūrangi” (Nova Zelândia) Melhor Documentário Esportivo “Chivas” (México) “Kiyou No Kata” / “Kiyou’s Kata” (Japão) “Nadia” (França) “Queen Of Speed” (Reino Unido) Melhor Telenovela “Nos Tempos Do Imperador” (Brasil) “Two Lives” (Espanha) “YeonMo” / “The King’s Affection” (Coreia do Sul) “You Are My Hero” (China) Melhor Filme para TV ou Minissérie “Help” (Reino Unido) “Il est elle” / “(S)he” (França) “Isabel, La Historia Íntima De La Escritora Isabel Allende” (Chile) “On The Job” (Filipinas)
Estreias: 10 filmes novos pra ver em streaming
A lista de filmes novos nas plataformas de assinatura e locação digital tem ação, rock clássico, drama, romance e produções premiadas. Confira abaixo os 10 lançamentos que chamam mais atenção entre as estreias da semana. | LOU | NETFLIX O thriller de ação à moda antiga lembra as produções estreladas pela geração de fortões famosos dos anos 1980. Só que em 2022 o herói veterano, destemido e fodástico é uma mulher: Allison Janney (vencedora do Oscar por “Eu, Tonya”). O resultado é o mesmo, entretém como antigamente. Com direção de Anna Foerster (“Anjos da Noite: Guerras de Sangue”), o longa também destaca Jurnee Smollett (“Lovecraft Country”) como uma mãe desesperada, que pede ajuda à sua vizinha reclusa e misteriosa (Janney) após sua filha ser raptada no lugar isolado onde moram. As duas iniciam uma jornada perigosa e violenta de resgate, enquanto tentam manter seus segredos, incluindo a impressionante habilidade da vizinha para realizar a missão e a verdadeira razão do rapto. | O ALFAIATE | VOD* Vencedor do Oscar por “Ponte dos Espiões” (2015), Mark Rylance interpreta o alfaiate inglês do título, que trabalhava criando ternos exclusivos na famosa Savile Row de Londres, até que uma tragédia pessoal o faz parar em Chicago, operando uma pequena alfaiataria no pior lado da cidade. Lá ele faz roupas elegantes para as únicas pessoas da região que podem pagá-las: gângsteres. Criticado pela filha por não se importar com quem são seus clientes, ele tem um duro despertar quando sua alfaiataria é invadida por criminosos perigosos, um deles baleado e em busca de quem o “costure”, em meio a uma disputa sangrenta de poder. Primeiro longa dirigido por Graham Moore, roteirista vencedor do Oscar por “O Jogo da Imitação”, o thriller também traz em seu elenco Zoey Deutch (“Influencer de Mentira”), Johnny Flynn (“Stardust”) e Dylan O’Brien (“Amor e Monstros”). E atingiu 85% de aprovação no Rotten Tomatoes. | O CHEF | VOD* Elogiadíssima e eletrizante, a produção britânica traz Stephen Graham (“Venom: Tempo de Carnificina”) como um chef que lida com as pressões da crítica e de funcionários, falta de ingredientes e visitas inesperadas numa noite caótica, tentando manter o controle de seu restaurante. Toda filmada em plano sequência pelo diretor Philip Barantini (“Villain”), ao estilo do filme de guerra “1917”, a obra foi indicada a quatro BAFTAs (o Oscar britânico) e tem impressionantes 99% de aprovação da crítica no Rotten Tomatoes. | ATHENA | NETFLIX Premiado no Festival de Veneza, o filme ultraviolento apresenta uma batalha campal entre os moradores de um subúrbio francês, o Athena do título, e tropas de choque da polícia, após a morte acidental de uma criança gerar uma revolta popular. Visualmente impressionante, o filme é uma extensão dos clipes do diretor Roman Gavras, que já tinha abordado a tensão das periferias no clipe “Stress”, da dupla eletrônica Justice, e mostrado seu forte apuro estético em “Gosh”, de Jamie XX. Para seu longa-metragem, o filho do famoso cineasta político Costa-Gavras (“Z”, “Estado de Sítio”, “Os Desaparecidos”) se juntou ao malinês Ladj Ly, autor do roteiro de “Athena”, que venceu uma prateleira de prêmios com seu longa de estreia, “Os Miseráveis” (2019) – também sobre conflito entre polícia e garotos do subúrbio. Opção porrada. | O HOMEM DO JAZZ | NETFLIX O melodrama de época com roteiro, direção e produção de Tyler Perry (“Um Funeral em Família”) narra o romance proibido de Bayou e Leanne (vividos pelos novatos Joshua Boone e Solea Pfeiffer), dois jovens apaixonados que são separados pela mãe dela em nome de um casamento arranjado com um branco rico. Mas ele nunca consegue esquecê-la e a trama abrange 40 anos de segredos e mentiras, um enorme drama familiar e o incrível blues do sudeste dos Estados Unidos. O filme é um novelão de época, que se valoriza com músicas arranjadas e produzidas pelo vencedor do Grammy e indicado ao Oscar Terence Blanchard (“Infiltrado na Klan”) e coreografia da lendária Debbie Allen (“Fama”). | AOS NOSSOS FILHOS | VOD* O filme dirigido pela portuguesa Maria Medeiros (atriz de “Pulp Fiction”) adapta a peça de Laura Castro sobre uma ex-prisioneira política (Marieta Severo) que decide se divorciar (de José de Abreu) e não aceita o desejo da filha lésbica (a própria Laura Castro) de ter um filho com a esposa. A notícia da gravidez gera um embate intenso, em que mãe e filha discordam completamente em suas opiniões sobre família. Paralelamente, há um contraponto com crianças doentes à espera de adoção. O roteiro foi premiado no Festival de Cinema LGBTQIAP+ de Milão. | O TIO CANIBAL | VOD* O trash sanguinolento de rock horror acompanha uma banda punk prestes a embarcar em sua primeira turnê. Como eles não têm carro, aceitam a proposta de um caipira roqueiro e boa praça, que não só oferece sua van para a viagem como acaba se juntando a eles como roadie. O único problema é que o bom velhinho também é um canibal. Se não tomar seu remédio antes da meia-noite, ele vira um pesadelo ambulante. O terrir indie tem roteiro e direção de Matthew John Lawrence – que venceu vários prêmios com seus curtas de terror no circuito dos festivais de cine fantástico – e agradou em cheio a crítica especializada no gênero – tem 100% de aprovação no Rotten Tomatoes, mas apenas com resenhas de blogs de terror. | FLAG DAY | VOD* O novo filme dirigido e estrelado por Sean Penn (“O Gênio e o Louco”) é uma produção em família, em que ele dirige e contracena com seus filhos adultos, Dylan e Hopper Penn, frutos de seu matrimônio com Robin Wright (de “House of Cards”). Aos 28 anos, Dylan (que foi figurante em “Elvis & Nixon”) tem o maior destaque de sua carreira como protagonista da trama, uma filha com dificuldades para superar o legado carinhoso, mas sombrio do pai, um vigarista procurado pela polícia – e interpretado pelo próprio Sean Penn. O elenco também incluiu, entre outros, Josh Brolin (o Thanos de “Vingadores: Ultimato”) e Katheryn Winnick (a Lagertha de “Vikings”). Mas o drama não empolgou, atingindo apenas 40% de aprovação da crítica. Não deixa de ser um progresso comparado ao trabalho anterior de Penn atrás das câmaras, “A Última Fronteira” (2016), que agradou míseros 8%. | SIDNEY | APPLE TV+ O documentário exalta o legado e a história do primeiro ator negro a vencer o Oscar, que sempre fugiu dos clichês racistas de Hollywood e nunca interpretou um personagem subserviente. Produzido pela apresentadora Oprah Winfrey, o filme intercala imagens históricas com depoimentos de vários astros negros, como Denzel Washington, Halle Berry, Spike Lee e Morgan Freeman, emocionados ao falar do ídolo, além do próprio Poitier, em conversa registrada pouco antes de sua morte em janeiro deste ano. Com uma carreira repleta de papéis marcantes, a trajetória do imigrante pobre das Bahamas que virou estrela de Hollywood se confunde com a luta pelos direitos civis nos EUA. A luta racial esteve presente em sua filmografia desde o primeiro papel, em “O Ódio é Cego” (1950), como um médico negro que precisa tratar de dois irmãos racistas. E seus filmes mais lembrados dão lições sobre o tema, todos lançados em 1967: “Adivinhe Quem vem para Jantar”, em que viveu o noivo da filha de brancos supostamente liberais, “Ao Mestre, com Carinho”, no papel de um professor que conquista o respeito de adolescentes brancos rebeldes de Londres, e “No Calor da Noite”, no qual deu vida ao detetive policial Virgil Tibbs, investigando um assassinato numa região racista do sul dos EUA. Este filme entrou para a História por mostrá-lo retribuindo um tapa num racista. Foi a primeira vez que um negro estapeou um branco racista no cinema. Além disso, no auge de sua popularidade, ele ainda decidiu virar diretor, dirigindo oito filmes entre 1972 e 1990. Um dos mais simbólicos, “Dezembro Ardente” (1973), foi motivado pelo desejo simples de viver um romance com uma mulher negra nas telas, algo que nunca tinha feito em sua longa e prestigiosa carreira, porque, até então, Hollywood não estava interessada em mostrar romances entre casais negros. | TRAVELIN’ BAND: CREEDENCE CLEARWATER REVIVAL AT THE ROYAL ALBERT HALL | NETFLIX A lendária performance de 1970 do Creedence Clearwater Revival no Royal Albert Hall de Londres materializa-se pela primeira vez num documentário primoroso, que mostra a banda liderada por John Fogerty na melhor fase da carreira. Dirigido por Bob Smeaton (da minissérie “The Beatles Anthology”), o filme combina as performances ao vivo de clássicos como “Fortunate Son”, “Proud Mary” e “Bad Moon Rising” com entrevistas de bastidores e uma breve história da banda, com uma grande variedade de imagens inéditas. O lançamento em streaming marca a única filmagem da formação original do CCR a ser disponibilizada na íntegra para os fãs. Os shows da Inglaterra aconteceram nos dias 14 e 15 de abril de 1970 – poucos dias depois que os Beatles anunciaram sua separação – e fizeram parte da primeira turnê europeia do quarteto, que incluiu paradas na Holanda, Alemanha, França e Dinamarca. O grupo estava simplesmente no auge, vindo de Woodstock e com cinco singles no Top 10 dos EUA no ano anterior. Mas o detalhe mais significativo é que o show do Albert Hall ficou conhecido pelos admiradores da banda por ter originado um dos maiores equívocos da história do rock. Em 1980, a gravadora do CCR disponibilizou um disco ao vivo chamado “The Royal Albert Hall Concert”, que virou um fenômeno de vendas mundial. Só que, na verdade, seu conteúdo era um show gravado em Oakland, na Califórnia. Anos após o vexame, o álbum foi relançado com novo título: “The Concert”. E o verdadeiro show do Royal Albert Hall, que tinha sido realmente gravado em alta fidelidade, permaneceu inédito em disco por mais de cinco décadas. Agora, junto com o documentário, o concerto inglês finalmente vai virar disco, com áudio restaurado e remasterizado, numa edição dupla de vinil, acompanhada pelo Blu-ray do filme, CD de hits e diversos outros materiais para colecionadores.
Criador de “Breaking Bad” fará nova série com estrela de “Better Call Saul”
O produtor-roteirista Vince Gilligan, criador de “Breaking Bad” e “Better Call Saul”, já está desenvolvendo uma nova série na Apple TV+. E ela marcará um reencontro entre ele e uma das estrelas da recém-finalizada “Better Call Saul”. Gilligan anunciou que Rhea Seehorn (Kim Wexler em “Better Call Saul”) desempenhará um dos papéis principais na nova atração, ainda sem título, com produção da Sony Pictures TV. A ida para a Apple TV+ também marcará um nova parceria entre Gilligan e os chefões do streaming, Zack Van Amburg e Jamie Erlicht, que eram presidentes da Sony Pictures TV quando deram sinal verde para a produção de “Breaking Bad” em 2008. Eles agora presidem com sucesso a Apple TV+. Os detalhes da trama e a natureza do personagem de Seehorn estão sendo mantidos em sigilo, mas Gilligan indicou em um comunicado que a nova série não será uma história de anti-herói como as duas séries anteriores. “Depois de 15 anos, percebi que era hora de parar de escrever anti-heróis, e quem é mais heroico do que a brilhante Rhea Seehorn?” disse Gilligan. “Já passou da hora de ela ter seu próprio programa, e me sinto sortudo por poder trabalhar nele com ela. E que bela simetria ainda me reunir com Zack Van Amburg, Jamie Erlicht e Chris Parnell! Jamie e Zack foram as duas primeiras pessoas a dizer sim a ‘Breaking Bad’ todos esses anos atrás. Eles construíram uma ótima equipe na Apple, e meus maravilhosos parceiros de longa data na Sony Pictures Television e eu estamos empolgados em fazer negócios com eles.” Em fase inicial, a produção ainda não tem previsão de estreia.
Shantaram: Trailer apresenta nova série do astro de “Sons of Anarchy”
A Apple TV+ divulgou o pôster e o primeiro trailer da série “Shantaram”, estrelada por Charlie Hunnam (“Sons of Anarchy”). A prévia mostra uma história complexa, repleta de reviravoltas. “Shantaram” adapta o best-seller mundial de mesmo nome, escrito por Gregory David Roberts em 2003, sobre a jornada de um homem chamado Lin, que ao fugir de uma prisão australiana se reinventa como médico nas favelas de Bombaim, na Índia, nos anos 1980. Ele acaba se envolvendo com um chefe da máfia local (Alexander Siddig, de “Gotham”) e, eventualmente, usa suas habilidades de tráfico de armas e falsificação para lutar contra as tropas russas invasoras no Afeganistão. Paralelamente, ele se apaixona por uma mulher enigmática e intrigante chamada Karla (Antonia Desplat, de “Carta ao Rei”) e deve escolher entre liberdade ou amor e as complicações que vêm com essa escolha. A produção tem roteiro de Eric Warren Singer (“Trapaça!”), direção do cineasta Justin Kurzel (“Assassin’s Creed”) e ainda conta com o produtor-roteirista Steve Lightfoot (“O Justiceiro”) como showrunner. O projeto seria originalmente um filme estrelado e produzido por Johnny Depp, mas essa encarnação nunca saiu do papel. Sua versão como série foi anunciado originalmente há três anos, antes mesmo da inauguração da Apple TV+. Os três primeiros episódios serão lançados em 14 de outubro e novos capítulos serão lançados semanalmente todas as sextas-feiras, até o dia 16 de dezembro.
Documentário de Selena Gomez com diretor de “Na Cama com Madonna” ganha teaser
A Apple TV+ divulgou o primeiro teaser do documentário “Selena Gomez: Minha Mente e Eu”, que mostra vários momentos da cantora rindo e chorando. Além de focar dos bastidores das suas últimas produções, o documentário vai mostrar Selena Gomez passando por situações difíceis e promete um mergulho profundo na vida e sentimentos da estrela para revelar seu lado mais vulnerável. Dirigido por Alek Keshishian, conhecido por outro famoso documentário musical, “Na Cama com Madonna” (1991), o filme aborda a carreira de Gomez e seus problemas de saúde, tanto física quanto mental, e vinha sendo desenvolvido em segredo há seis anos. “Minha Mente e Eu. Às vezes não nos damos bem e fica difícil respirar… Mas eu não mudaria minha vida”, escreveu Selena Gomez no Instagram ao fazer sua divulgação do teaser. A produção também ganhou data de estreia. Chega no streaming da Apple em 4 de novembro. A piece of @selenagomez’s story. #MyMindAndMe spans six years of her life, covering her highs, lows, and everything in between.“Selena Gomez: My Mind and Me,” is coming to Apple TV+ November 4 pic.twitter.com/qw5Vgp1oW3 — Apple TV+ (@AppleTVPlus) September 20, 2022 Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Selena Gomez (@selenagomez)
Emmy 2022: Premiação das melhores séries acontece nesta noite
A Academia de Artes e Ciências Televisivas dos Estados Unidos entrega na noite desta segunda-feira (12/9) os prêmios Emmys, principal premiação da indústria americana de televisão e streaming. A cerimônia acontece no Microsoft Theater, em Los Angeles, com transmissão no Brasil pelo canal pago TNT a partir das 21h do horário de Brasília. Apesar dos prêmios mais esperados estarem concentrados neste evento, a lista de categorias é tão grande que o Emmy é dividido em três noites. Os troféus de categorias técnicas, animações, documentários, especiais de variedades e reality shows já foram, inclusive, entregues na semana passada, quando “Euphoria” e “White Lotus”, da HBO, e “Stranger Things”, da Netflix se destacaram. Cada uma dessas séries levou cinco prêmios, mesma quantidade vencida pela série documental “The Beatles: Get Back”, da Disney+, e o especial “Adele: One Night Only”, da CBS, que não disputam mais troféus. O fenômeno sul-coreano “Round 6”, da Netflix, apareceu em seguida, com quatro vitórias, inclusive de atuação para Lee You-mi, que viveu Ji-yeong, a jogadora 240, e se tornou a primeira artista sul-coreana a vencer o Emmy de Melhor Atriz Convidada de Série de Drama. Há grande expectativa sobre o desempenho de “Round 6” nesta noite, que já fez História como a primeira produção em língua não inglesa indicada na categoria de Melhor Série de Drama. A atração sul-coreana da Netflix é uma das que soma o maior número de indicações, disputando ainda 8 prêmios nesta noite. Outras produções com grande quantidade de indicações são “Succession” com 12, “White Lotus” com 11, “Only Murders in the Building” com 10, “Dopesick” com 9 e “Ted Lasso” com 8. A cerimônia será comandada pelo ator Keenan Thompson, ex-integrante do humorístico “Saturday Night Live”. Confira abaixo a lista dos indicados e dos que já venceram os prêmios distribuídos na semana passada no Emmy. INDICADOS Melhor Série de Drama “Better Call Saul” (AMC) “Euphoria” (HBO) “Ozark” (Netflix) “Severance” (Apple TV+) “Succession” (HBO) “Round 6” (Netflix) “Stranger Things” (Netflix) “Yellowjackets” (Showtime) Melhor Atriz em Série de Drama Jodie Comer, “Killing Eve” Laura Linney, “Ozark” Melanie Lynskey, “Yellowjackets” Sandra Oh, “Killing Eve” Reese Witherspoon, “The Morning Show” Zendaya, “Euphoria” Melhor Ator em Série de Drama Jason Bateman, “Ozark” Adam Scott, “Severance” Brian Cox, “Succession” Lee Jung-jae, “Round 6” Bob Odenkirk, “Better Call Saul” Jeremy Strong, “Succession” Melhor Atriz Coadjuvante em Série de Drama Patricia Arquette, “Severance” Julia Garner, “Ozark” Jung Ho-yeon, “Round 6” Christina Ricci, “Yellowjackets” Rhea Seehorn, “Better Call Saul” J. Smith-Cameron, “Succession” Sarah Snook, “Succession” Sydney Sweeney, “Euphoria” Melhor Ator Coadjuvante em Série de Drama Nicholas Braun, “Succession” Billy Crudup, “The Morning Show” Kieran Culkin, “Succession” Park Hae-soo, “Round 6” Matthew Macfadyen, “Succession” John Turturro, “Severance” Christopher Walken, “Severance” Oh Yeong-su, “Round 6” Melhor Direção em Série de Drama Jason Bateman, “Ozark” (Episódio A Hard Way To Go) Ben Stiller, “Ruptura” (Episódio The We We Are) Hwang Dong-hyuk, “Round 6” (Episódio Red Light, Green Light) Mark Mylod, “Succession” (Episódio All The Bells Say) Cathy Yan, “Succession” (Episódio The Disruption) Lorene Scafaria, “Succession” (Episódio Too Much Birthday) Karyn Kusama, “Yellowjackets” (Episódio Piloto) Melhor Roteiro em Série de Drama Thomas Schnauz, “Better Call Saul” (Episódio Plan And Execution) Chris Mundy, “Ozark” (Episódio A Hard Way To Go) Dan Erickson, “Ruptura” (Episódio The We We Are) Hwang Dong-hyuk, “Round 6” (Episódio One Lucky Day) Jesse Armstrong, “Succession” (Episódio All The Bells Say) Jonathan Lisco, Ashley Lyle e Bart Nickerson, “Yellowjackets” (Episódio F Sharp) Ashley Lyle e Bart Nickerson, “Yellowjackets” (Episódio Piloto) Melhor Série de Comédia “Abbott Elementary” (ABC) “Barry” (HBO) “Curb Your Enthusiasm” (HBO) “Hacks” (HBO) “Maravilhosa Sra. Maisel” (Amazon Prime Video) “Only Murders in the Building” (Hulu) “Ted Lasso” (Apple TV+) “What We Do in the Shadows” (FX) Melhor Atriz em Série de Comédia Rachel Brosnahan, “Maravilhosa Sra. Maisel” Quinta Brunson, “Abbott Elementary” Kaley Cuoco, “The Flight Attendant” Elle Fanning, “The Great” Issa Rae, “Insecure” Jean Smart, “Hacks” Melhor Ator em Série de Comédia Donald Glover, “Atlanta” Bill Hader, “Barry” Nicholas Hoult, “The Great” Steve Martin, “Only Murders in the Building” Martin Short, “Only Murders in the Building” Jason Sudeikis, “Ted Lasso” Melhor Atriz Coadjuvante em Série de Comédia Alex Borstein, “The Marvelous Mrs. Maisel” Hannah Einbinder, “Hacks” Janelle James, “Abbott Elementary” Kate McKinnon, “Saturday Night Live” Sarah Niles, “Ted Lasso” Sheryl Lee Ralph, “Abbott Elementary” Juno Temple, “Ted Lasso” Hannah Waddingham, “Ted Lasso” Melhor Ator Coadjuvante em Série de Comédia Donald Glover, “Atlanta” Bill Hader, “Barry” Nicholas Hoult, “The Great” Steve Martin, “Only Murders in the Building” Martin Short, “Only Murders in the Building” Jason Sudeikis, “Ted Lasso” Melhor Direção em Série de Comédia Hiro Murai, “Atlanta” (Episódio New Jazz) Bill Hader, “Barry” (Episódio 710N) Lucia Aniello, “Hacks” (Episódio There Will Be Blood) Mary Lou Belli, “The Ms. Pat Show” (Episódio Baby Daddy Groundhog Day) Cherien Dabis, “Only Murders In The Building” (Episódio The Boy From 6B) Jamie Babbit, “Only Murders In The Building” (Episódio True Crime) MJ Delaney, “Ted Lasso” (Episódio No Weddings And A Funeral) Melhor Roteiro em Série de Comédia Quinta Brunson, “Abbott Elementary” (Episódio Piloto) Duffy Boudreau, “Barry” (Episódio 710N) Alec Berg e Bill Hader, “Barry” (Episódio starting now) Lucia Aniello, Paul W. Downs e Jen Statsky, “Hacks” (Episódio The One, The Only) Steve Martin e John Hoffman, “Only Murders In The Building” (Episódio True Crime) Jane Becker, “Ted Lasso” (Episódio No Weddings And A Funeral) Sarah Naftalis, “What We Do In The Shadows” (Episódio The Casino) Stefani Robinson, “What We Do In The Shadows” (Episódio The Wellness Center) Melhor Minissérie ou Série de Antologia “Dopesick” “The Dropout” “Inventing Anna” “Pam and Tommy” “The White Lotus” Melhor Atriz em Minissérie ou Antologia Toni Collette, “A Escada” Julia Garner, “Inventando Anna” Lily James, “Pam and Tommy” Sarah Paulson, “Impeachment: American Crime Story” Margaret Qualley, “Maid” Amanda Seyfried, “The Dropout” Melhor Ator em Minissérie ou Antologia Colin Firth, “The Staircase” Andrew Garfield, “Under the Banner of Heaven” Oscar Issac, “Scenes from a Marriage” Michael Keaton, “Dopesick” Himesh Patel, “Station Eleven” Sebastian Stan, “Pam and Tommy” Melhor Atriz Coadjuvante em Minissérie ou Telefilme Connie Britton, “The White Lotus” Jennifer Coolidge, “The White Lotus” Alexandra Daddario, “The White Lotus” Kaitlyn Dever, “Dopesick” Natasha Rothwell, “The White Lotus” Sydney Sweeney, “The White Lotus” Mare Winningham, “Dopesick” Melhor Ator Coadjuvante em Minissérie ou Telefilme Murray Bartlett, “The White Lotus” Jake Lacy, “The White Lotus” Will Poulter, “Dopesick” Seth Rogen, “Pam & Tommy” Peter Sarsgaard, “Dopesick” Michael Stuhlbarg, “Dopesick” Steve Zahn, “The White Lotus” Melhor Direção em Minissérie ou Telefilme Danny Strong, “Dopesick” (Episódio The People vs. Purdue Pharma) Michael Showalter, “The Dropout” (Episódio Green Juice) Francesca Gregorini, “The Dropout” (Episódio Iron Sisters) John Wells, “Maid” (Episódio Sky Blue) Hiro Murai, “Estação Onze” (Episódio Wheel Of Fire) Mike White, “The White Lotus” Melhor Roteiro em Minissérie ou Telefilme Danny Strong, “Dopesick “(Episódio The People vs. Purdue Pharma) Elizabeth Meriwether, “The Dropout” (Episódio I’m In A Hurry) Sarah Burgess, “Impeachment: American Crime Story” (Episódio Man Handled) Molly Smith Metzler, “Maid” (Episódio Snaps) Patrick Somerville, “Estação Onze” (Unbroken Circle) Mike White, “The White Lotus” Melhor Série de Esquetes “A Black Lady Sketch Show” “Saturday Night Live” Melhor Talk Show “The Daily Show with Trevor Noah” “Jimmy Kimmel Live!” “Last Week Tonight with John Oliver” “Late Night with Seth Meyers” “The Late Show with Stephen Colbert” Melhor Reality de Competição “The Amazing Race” “Lizzo’s Watch out for the Big Girls” “Nailed It” “Rupaul’s Drag Race” “Top Chef” VENCEDORES Melhor Ator Convidado em Série de Drama Colman Domingo (“Euphoria – Ruminations: Big and Little Bullys”) Melhor Atriz Convidada em Série de Drama Lee You-mi (“Round 6 – Gganbu”) Melhor Ator Convidado em Série de Comédia Nathan Lane (“Only Murders in the Building – The Boy From 6B”) Melhor Atriz Convidada em Série de Comédia Laurie Metcalf (“Hacks – Trust The Process”) Melhor Ator em Série Curta de Comédia ou Drama Tim Robinson )”I Think You Should Leave with Tim Robinson”) Melhor Atriz em Série Curta de Comédia ou Drama Patricia Clarkson (“State of the Union”) Melhor Elenco para Série de Drama “Succession” Melhor Elenco para Série de Comédia “Abbott Elementary” Melhor Elenco para Série Limitada, Antologia ou Telefilme “The White Lotus” Melhor Figurino de Série de Época “The Great – Five Days” Melhor Figurino de Série Contemporânea “Hacks – The Captain’s Wife” Melhor Figurino de Série de Fantasia/Ficção-Científica “What We Do in the Shadows – The Wellness Center” Melhores Cabelos para Séries de Época e/ou Personagem “Bridgerton – O Visconde que me Amava” Melhor Edição de Imagem para Série de Comédia Multi-Câmera “How I Met Your Father – Timing is Everything” (Hulu) Melhor Coreografia para Programa Roteirizado Ryan Heffington (“Euphoria – Call Me Irresponsible/Holding Out For a Hero/Cheerleader”) Melhor Mixagem de Som para Série Limitada, Antologia ou Telefilme “The White Lotus – Departures” Melhor Mixagem de Som para Série de Comédia ou Drama (Meia-Hora) “Only Murders in the Building – The Boy From 6B” Melhor Mixagem de Som para Série de Comédia ou Drama (Uma Hora) “Stranger Things – Chapter Seven: The Massacre At Hawkins” Melhor Fotografia para Série de Câmera Única (Meia Hora) “Atlanta – Three Slaps” Melhor Fotografia para Série de Câmera Única (Uma Hora) “Euphoria – The Theater And Its Double” Melhores Efeitos Visuais Especiais em uma Temporada ou Telefilme “O Livro de Boba Fett” Melhor Efeitos Visuais Especiais em um único Episódio “Round 6 – VIPs” Melhor Coordenação de Dublês para Série de Comédia ou Variedades Wade Allen (“Barry”) Melhor Coordenação de Dublês para Séries de Drama, Séries Limitadas ou Antologia ou Telefilme Hiro Koda (“Stranger Things”) Melhor Performance de Dublês “Round 6 – Stick To the Team” Melhor Maquiagem para Série de Época e/ou Personagem (Sem Próteses) “Pam & Tommy – Jane Fonda” Melhor Maquiagem Contemporânea (Sem Prótese) “Euphoria – The Theater And Its Double” Melhor Maquiagem com Prótese “Stranger Things – Chapter Four: Dear Billy” Melhor Design de Produção para Série de Época ou Fantasia (Uma Hora) “A Idade Dourada – Never the New” Melhor Design de Produção para Série Contemporânea (Uma Hora) “Round 6 – Gganbu” Melhor Design de Produção para Série de Comédia (Meia Hora) “Only Murders in the Building – True Crime” Melhor Edição de Imagem para Série de Drama “Euphoria – The Theater And Its Double” Melhor Edição de Imagem para Série de Comédia “Barry – Starting Now” Melhor Edição de Imagem para Série Limitada, Antologia ou Telefilme “The White Lotus – Mysterious Monkeys” Melhor Design de Abertura de Série “Severance” Melhor Design de Movimento “Home Before Dark” Melhor Música e Letra Originais Cinco Paul pela música “Corn Puddin” (“Schmigadoon! – Schmigadoon!”) Melhor Composição Musical para Série Limitada ou Antologia, Telefilme ou Especial Cristobal Tapia de Veer (“The White Lotus – Mysterious Monkey”) Melhor Supervisão Musical Nora Felder (“Stranger Things – Chapter Four: Dear Billy”) Melhor Edição de Som para Séries de Comédia ou Drama (Uma Hora) “Stranger Things – Chapter Seven: the Massacre At Hawkins Lab”) Melhor Edição de Som para Série de Comédia ou Drama (Meia-Hora) “Barry – Starting Now” Melhor Edição de Som para Série Limitada ou Antologia, Telefilme ou Especial “Cavaleiro da Lua – Gods And Monsters” Melhor Composição Musical de Série Theodore Shapiro (“Severance – We We Are”) Melhor Tema Musical Original de Abertura Cristobal Tapia de Veer (“The White Lotus”) Melhor Penteado Contemporâneo “Impeachment: American Crime Story – Assassination of Monica Lewinsky” Melhor Fotografia para Série Limitada, Antologia ou Telefilme Cecco Varese (“Dopesick – Breakthrough Pain”) Melhor Fotografia para Série Multi-Câmera Gary Baum (“How I Met Your Father – Pilot”) Melhor Telefilme “Tico e Teco: Defensores da Lei” Melhor Programa de Animação “Arcane – When These Walls Come Tumbling Down” Melhor Elenco de Reality Show “Love on the Spectrum” Melhor Desempenho de Voz de Personagens Chadwick Boseman (“What If…? – What If… T’Challa Became A Star-Lord?”) Melhor Coreografia de Programação de Variedades ou Reality Show Parris Goebel (“Savage X Fenty Show Vol. 3”) Melhor Fotografia de Programa de Não-Ficção Mike Prickett e Laurent Pujol (“100 Foot Wave – Chapter IV – Dancing With God”) Melhor Fotografia de Reality Show Danny...
Selena Gomez ganha documentário do diretor de “Na Cama com Madonna”
A Apple TV+ anunciou ter adquirido os direitos de “Selena Gomez: My Mind and Me”, documentário sobre a cantora, atriz e produtora Selena Gomez. Dirigido por Alek Keshishian, conhecido por outro famoso documentário musical, “Na Cama com Madonna” (1991), o filme aborda a carreira de Gomez e seus problemas de saúde, tanto física quanto mental, que ela tem abordado publicamente junto aos fãs. A artista aproveitou o anúncio para publicar um teaser do documentário no Twitter – que na verdade revela apenas o logotipo do filme. Veja abaixo. “Selena Gomez: My Mind and Me” ainda não tem previsão de estreia. Wanna hear a part to my story…#MyMindAndMe coming soon to @AppleTvPlus pic.twitter.com/xLwyaVEyWr — Selena Gomez (@selenagomez) September 8, 2022 A uniquely raw and intimate documentary following @SelenaGomez's six-year journey from darkness into a new light. “Selena Gomez: My Mind and Me,” is coming to Apple TV+ #MyMindAndMehttps://t.co/w1PmTQ4nTo pic.twitter.com/6KSnQThZAw — Apple TV+ (@AppleTVPlus) September 8, 2022
Estreias: “Cobra Kai”, “Evil” e “Rick & Morty” em novas temporadas
As maratonas da semana tem super-heróis, artes marciais, demônios, gângsteres, alienígenas animados e carros falantes. Algumas continuações bastante esperadas, como “Cobra Kai”, “Evil”, “Stargirl” e “Rick & Morty” se juntam à novos títulos numa programação que vai do terror à animação infantil. Confira abaixo as 10 estreias de séries de maior destaque na programação de streaming. | COBRA KAI 5 | NETFLIX A 5ª temporada mostra Terry Silver (Thomas Ian Griffith) expandindo o império Cobra Kai para tornar seu estilo impiedoso de artes marciais ainda mais dominante. A trama também traz de volta o vilão Mike Barnes (Sean Kanan), visto em “Karatê Kid III”. E mesmo diante do inimigo comum, os ex-rivais Daniel LaRusso (Ralph Macchio) e Johnny Lawrence (William Zabka) não conseguem sequer fazer seus alunos se entenderem. Alimentada pela nostalgia da década de 1980, “Cobra Kai” foi criada por Josh Heald, Jon Hurwitz e Hayden Schlossberg (os dois últimos de “American Pie: o Reencontro”) e segue os personagens clássicos de “Karatê Kid” mais de 30 anos após os eventos da franquia original. Além dos citados, a lista de personagens clássicos inclui ainda Lucille (Randee Heller) e Chozen (Yuji Okumoto), do primeiro e do segundo filme. | EVIL 3 | GLOBOPLAY O terror chega à 3ª temporada mostrando que os protagonistas estão longe de se livrar das ameaças que os assombram. Produção do casal Robert e Michelle King (criadores de “The Good Wife” e “The Good Fight”), “Evil” acompanha um funcionário da Igreja Católica encarregado de investigar possessões, que se alia a uma psicóloga forense para distinguir casos reais de surtos psicóticos. A cada episódio, eles são confrontados com casos sobrenaturais, demônios e tentações. Mike Colter (o “Luke Cage”) vive o homem da Igreja, a atriz holandesa Katja Herbers (a Emily de “Westworld”) interpreta a psicóloga e o elenco ainda destaca Aasif Mandvi (“The Brink”) como investigador técnico dos fenômenos, além de Michael Emerson (“Person of Interest”) como um agente do Mal. A série já está renovada para a 4ª temporada. | STARGIRL 3 | HBO MAX A 3ª temporada coloca à prova o idealismo de Courtney Whitmore (Brec Bassinger), a Stargirl. Após heróis e vilões se unirem para derrotar a ameaça de Eclipso, todos tentam conviver em paz, mas aqueles que deveriam ser os heróis não estão muito convencidos do bom comportamento dos ditos vilões. Para complicar ainda mais, as duas adolescentes mais malignas das famílias da Sociedade da Injustiça querem agora entrar para o time da Sociedade da Justiça. E Starman (Joel McHale), que supostamente estava morto, não só sobreviveu ao ataque dos vilões como se mudou para a casa da família da Stargirl, colocando em dúvida o futuro de Courteney como heroína, já que ela herdou seus poderes a partir da “morte” dele. O criador da série é Geoff Johns, que foi quem concebeu “Stargirl” nos quadrinhos da DC Comics. | ENTRE CASAMENTOS | STAR+ A série britânica estrelada por Rosa Salazar (“Alita: Anjo de Combate”) e Gavin Drea (“Vikings: Valhalla”) combina comédia romântica com thriller de mistério. Os dois vivem Katie e Stefan, que se apaixonam em um casamento e começam um caso, apesar de Katie já ter um noivo. Assim, quando chega a hora do casamento de Katie, ao invés da festa terminar com um “felizes para sempre”, acaba com oito pessoas envenenadas na mesa de jantar, incluindo o noivo. Mas ela escapa ilesa. Para a polícia, Stefan, o amante, foi o responsável. Já Stefan acredita que Katie é a culpada. Enquanto tentam provar suas inocências e descobrir a identidade do verdadeiro culpado, os amantes descobrem que ainda são alvos do assassino e resolvem deixar as desconfianças de lado para se aliar. Criada por Oliver Lyttelton (“Cheaters”), a produção tem oito episódios. | ECHOES | NETFLIX Michelle Monaghan (da franquia “Missão: Impossível”) estrela o suspense em papel-duplo, como duas gêmeas idênticas que trocaram secretamente de lugar durante anos. Mas seus segredos começam a desmoronar quando uma delas desaparece. A trama foi desenvolvida por Vanessa Gazy, criadora do mistério teen australiano “Eden”, que também envolve desaparecimento misterioso e está disponível na Globoplay. | NARCO-SANTOS | NETFLIX Essa variação de “Narcos” made in Korea acompanha um empresário coagido a participar de uma missão secreta do governo para prender um traficante coreano, que se passa por pastor e opera na América do Sul. Assim como as tramas latinas de “Narcos”, a história é baseada em crimes reais. A série foi desenvolvida pelo cineasta Yoon Jong-bin (“Gângster sem Nome”) e é estrelada por Ha Jung-woo (“A Criada”), Hwang Jung-min (“Livrai-nos do Mal”), Park Hae-soo (“La Casa de Papel: Coreia”), Jo Woo-jin (“A Fortaleza”) e Yoo Yeon-seok (“Oldboy”). | GIGOLÔ AMERICANO | PARAMOUNT+ A série é baseada no filme homônimo de 1980 sobre um profissional do sexo que se torna suspeito de assassinato. Traz Jon Bernthal (o “Justiceiro” da Marvel) como Julian Kaye, personagem que foi vivido pelo então galã Richard Gere há 40 anos, e começa recriando cenas do filme escrito e dirigido por Paul Schrader, antes de dar um salto de 15 anos para contar a continuação da história, após o protagonista sair da prisão pelo crime em que foi falsamente implicado. Enquanto procura desvendar a conspiração que o colocou na prisão, Julian tenta retomar seu lugar na indústria do sexo, que mudou muito nos últimos anos, envolvendo-se com novas mulheres vorazes, ao mesmo tempo em que tenta reencontrar sua antiga paixão, a ex-cliente Michelle – na série, vivida por Gretchen Mol (“Boardwalk Empire”). A adaptação do filme foi desenvolvida pelo roteirista-produtor David Hollander, um dos principais escritores de “Ray Donovan”, que já tinha lidado com a indústria do sexo no longa “Censura Máxima” (2000). Mas ele foi demitido durante as gravações, após denúncia e investigação de mau comportamento nos sets, deixando o cargo de showrunner nas mãos de Nikki Toscano – que trabalhou em “Revenge”, “Bates Motel” e na recente “The Offer”. Essa confusão pode ter prejudicado a produção, porque a crítica americana achou muito muito ruim – apenas 14% de aprovação no Rotten Tomatoes. | CARROS NA ESTRADA | DISNEY+ A série derivada da franquia “Carros”, da Pixar, acompanha Lightning McQueen e seu melhor amigo Mate numa viagem pelo campo para se encontrarem com a irmã de Mate. Só que pelo caminho vivem muitas aventuras inesperadas, com direito a novos personagens e referências a “Mad Max: Estrada da Fúria”. Os atores Owen Wilson e Larry the Cable Guy, que dublaram os dois personagens centrais nos três filmes da franquia, retornam para reprisar seus papéis na série animada, na versão em inglês. Já a direção é dividida por Steve Purcell (diretor-roteirista de “Valente”), Bobby Podesta (animador de “Carros”) e Brian Fee (diretor-roteirista de “Carros 3”). | CENTRAL PARK 3 | APPLE TV+ A animação acompanha uma família de zeladores que vivem e trabalham no Central Park, em Nova York. Na trama, os Tillerman lutam para salvar o parque nova-iorquino – e o mundo – de planos imobiliários sinistros. E, de quebra, ainda cantam vários números musicais. A produção foi desenvolvida por Loren Bouchard (criador de “Bob’s Burgers”), Nora Smith (roteirista de “Bob’s Burgers”) e o ator Josh Gad (o LeFou de “A Bela e a Fera”). E Gad também é uma das vozes principais, junto com Tituss Burgess (“Unbreakable Kimmy Schmidt”), Stanley Tucci (“Jogos Vorazes”), Daveed Diggs (“Expresso do Amanhã”), Leslie Odom Jr. (“Uma Noite em Miami”), Kathryn Hahn (“WandaVision”), Emmy Raver-Lampman (“The Umbrella Academy”) e Kristen Bell (“The Good Place”) – que trocou de personagem após a 1ª temporada, pedindo para ser substituída por uma atriz negra no papel da filha adolescente da família central. | RICK & MORTY 6 | HBO MAX Vencedora do Emmy de Melhor Série Animada dos Estados Unidos, a série criada por Justin Roiland e Dan Harmon (criador também de “Community”) acompanha o cientista louco Rick e seu neto Morty em aventuras pelo tempo, espaço e outras dimensões, que acabam tendo grande impacto na realidade – também conhecida como cultura pop. Após os eventos explosivos da temporada passada, os novos episódios vão acompanhar o Dr. Rick no Multiverso da Loucura, enquanto o cientista tenta impedir uma versão maligna dele mesmo de criar mais caos na realidade. Tudo isso, enquanto sua família lida com invasões do espaço, ataques de outras dimensões e o ocasional fim do mundo.
As 10 melhores séries de agosto
Com cada vez mais séries lançadas todas as semanas nos diversos serviços de streaming em operação no Brasil, nem os campeões das maratonas de sofá conseguem acompanhar o ritmo do mercado. A seleção abaixo é um lembrete para reforçar produções que merecem mais atenção entre a enxurrada de títulos recentes Vale observar que “Sandman” ainda não foi renovada, apesar de ser um dos conteúdos mais vistos da Netflix neste ano. Mesmo com decisões que contrariaram os fãs dos quadrinhos, a adaptação se tornou claramente uma das melhores produções de 2022, assim como o aguardado spin-off de “Game of Thrones” e série da Marvel da vez. Confira abaixo o Top 10 com os trailers de cada destaque. | SANDMAN | NETFLIX A adaptação dos famosos quadrinhos criados por Neil Gaiman nos anos 1980 foi um sonho alimentado pelos fãs durante anos. E agora o Sonho ganhou carne, osso e interpretação de Tom Sturridge (“Longe Deste Insensato Mundo”). Com episódios baseados nos dois primeiros volumes da coleção em sua 1ª temporada, “Sandman” impressiona por sua capacidade de ser visualmente fiel aos quadrinhos, apesar dos contrastes na apresentação dos personagens, muitos deles escalados com intérpretes de raças e sexos diferentes das páginas originais – incluindo o Lúcifer vivido por Gwendoline Christie (a Brienne de “Game of Thrones”), a Morte interpreta por Kirby Howell-Baptiste (“The Good Place”) e Lucienne (antigamente conhecida como o assistente Lucien) em interpretação de Vivienne Acheampong (“The One”). A história também foi transposta para os dias atuais – em vez dos anos 1980 – , embora comece nos primeiros anos do século 20, quando o Perpétuo conhecido como Sonho é preso pelo ritual de um mago. Ao se libertar após várias décadas, ele dá início a uma jornada para retomar o domínio do reino dos sonhos. Para isso, precisa recuperar três ferramentas que lhe foram roubadas – uma algibeira cheia de areia, um rubi e um elmo – , numa busca que o leva até o inferno. A narrativa é tão rica e ampla que os primeiros episódios parecem filmes diferentes entre si. Com uma mitologia complexa, que inclui a concepção dos irmãos do Sonho – Perpétuos que representam Morte, Destino, Delírio, Desejo, Destruição e Desespero (em inglês, todos os nomes começam com a letra D) – a trama de “Sandman” capturou a imaginação de uma geração e ajudou a lançar o conceito de quadrinhos adultos numa época em que quadrinhos eram sinônimo de super-heróis. A ironia é que a situação não é muito diferente agora, com o lançamento da série num mercado cada vez mais dominado por adaptações de super-heróis. | A CASA DO DRAGÃO | HBO MAX O primeiro spin-off do fenômeno “Game of Thrones” (2011-2019) acompanha a família Targaryen, o clã de Daenerys, 200 anos antes dos eventos da série original, e se concentra na crise de sucessão do Rei Viserys (Paddy Considine, de “Peaky Blinders”), com direito a complôs, batalhas, dragões e um clima absolutamente épico. A disputa se instala porque Viserys escolheu sua filha, a princesa Rhaenyra Targaryen (Emma D’Arcy, de “Truth Seekers”), como herdeira do Trono de Ferro. Apesar de preparada para reinar desde a infância, sua ascensão não é aceita por aqueles que preferem um homem no poder: o irmão do rei, príncipe Daemon Targaryen, vivido por Matt Smith (“Doctor Who”). A lista de personagens importantes na conspiração ainda destaca Rhys Ifans (“O Espetacular Homem-Aranha”) como o Mão do Rei (a segunda posição oficial mais poderosa nos Sete Reinos), Olivia Cooke (“Bates Motel”) como sua filha Alicent Hightower e Steve Toussaint (“It’s a Sin”) como Lord Corlys Velaryon, a Serpente do Mar. A série foi co-criada pelo roteirista Ryan J. Condal (criador da série sci-fi “Colony”) e conta com produção e direção de Miguel Sapochnik, que venceu um Emmy como diretor do famoso episódio da “Batalha dos Bastardos” de “Game of Thrones”. | MULHER-HULK: DEFENSORA DE HERÓIS | DISNEY+ A comédia de tribunal da Marvel traz Tatiana Maslany (“Orphan Black”) como Jennifer Walters, advogada que, da noite para o dia, se vê transformada na super-heroína chamada de Mulher-Hulk. Mas o que a princípio parece um problema logo se torna um grande chamariz, já que seu novo perfil acaba atraindo uma nova clientela, formada por suspeitos superpoderosos. Por conta disso, a produção conta com vários personagens do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel), como seu primo Hulk (Mark Ruffalo), o vilão Abominável (novamente vivido por Tim Roth após “O Incrível Hulk”), o Mago Supremo Wong (Benedict Wong), o Demolidor (Charlie Cox) e a nova vilã Titânia (Jameela Jamil, de “The Good Place”). “Mulher-Hulk: Defensora de Heróis” foi desenvolvida por Jessica Gao, roteirista da animação “Rick and Morty” e da sitcom “Corporate”, e conta com direção de Kat Coiro, conhecida por trabalhar em comédias televisivas como “Modern Family”, “Disque Amiga Para Matar” (Dead To Me) e “It’s Always Sunny in Philadelphia”. | ABBOTT ELEMENTARY | STAR+ Eleita Melhor Série do ano pela Associação dos Críticos de TV dos EUA (TCA, na sigla em inglês), a produção que traz Tyler James Williams (o Cris de “Todo Mundo Odeia o Chris”) de volta às sitcoms é uma comédia de local de trabalho que usa o truque narrativo do falso documentário de “The Office”. A diferença entre as duas séries é que, em vez de um escritório, o local de trabalho de “Abbott Elementary” é uma escola pública de Ensino Fundamental. Na trama, Tyler James Williams interpreta um professor recém-chegado, que ao começar a trabalhar descobre que o improviso marca o cotidiano da escola. Graças ao recurso documental, os episódios também possibilitam comentários sociais sobre as dificuldades enfrentadas pelos professores idealistas diante da política que dedica poucas verbas para o ensino de crianças pobres. A série foi criada e é estrelada por Quinta Brunson (“A Black Lady Sketch Show”), que vive a principal professora da trama, e o elenco também conta com Janelle James (“Black Monday”), Chris Perfetti (“The Night of”), Lisa Ann Walter (“A Última Noite”) e Sheryl Lee Ralph (“Ray Donovan”). Elogiadíssima pela crítica, a produção tem 98% de aprovação no Rotten Tomatoes e já se encontra renovada. | UMA EQUIPE MUITO ESPECIAL | AMAZON PRIME VIDEO A série baseada no longa homônimo de 1992 recria a época do primeiro campeonato de beisebol feminino, realizado nos anos 1940 nos Estados Unidos, de forma mais realista – e dramática – que o filme original. Para quem não lembra, a comédia da diretora Penny Marshall trazia Geena Davis e Madonna como jogadoras, e Tom Hanks era o técnico da equipe. A nova versão, desenvolvida pelos roteiristas Will Graham (série “Mozart in the Jungle”) e Abbi Jacobson (“Broad City”), não é um remake literal, mas “um olhar moderno” para a história, incluindo abordagens de raça e sexualidade que não entraram no cinema. O elenco da série conta com a própria roteirista Abbi Jacobson, Chanté Adams (“The Photograph”), D’Arcy Carden (“The Good Place”), Gbemisola Ikumelo (“Famalam”), Kelly McCormack (“Agentes Espaciais”), Roberta Colindrez (“Vida) e Priscilla Delgado (“Julieta”). Vale lembrar que a produção da Amazon é, na verdade, a segunda série derivada de “Uma Equipe Muito Especial”. A CBS tentou, sem sucesso, uma primeira abordagem em 1993, logo depois da estreia do filme, com Megan Cavanagh e Tracy Reiner reprisando seus papéis de cinema. Mas sem os integrantes mais famosos do elenco, a série saiu do ar após três episódios devido à baixa audiência. | CINCO DIAS NO HOSPITAL MEMORIAL | APPLE TV+ Tensa e dramática, a minissérie traz Vera Farmiga (“Gavião Arqueiro”) como uma médica do principal hospital de Nova Orleans em agosto de 2005, quando a cidade sofreu a fúria do Furacão Katrina. A trama é baseada numa reportagem premiada com o troféu Pulitzer (o Oscar do jornalismo), que detalha o clima de terror no hospital Memorial Medical Center, que ficou sem energia por dias. Diante disso, a equipe médica liderada pela respeitada cirurgiã Anna Pou (Farmiga) foi forçada a tomar decisões de vida e morte que os impactaram por anos. A adaptação tem roteiro, produção e direção de John Ridley (vencedor do Oscar pelo roteiro de “12 Anos de Escravidão”) e Carlton Cuse (que já tinha trabalhado com Vera Farmiga na série “Bates Motel”). O elenco também destaca Robert Pine (“Jobs”), Cherry Jones (“24 Horas”), Julie Ann Emery (“Better Call Saul”), Cornelius Smith Jr. (“Scandal”), Adepero Oduye (“O Falcão e o Soldado Invernal”), Molly Hager (“Happyish”), Michael Gaston (“The Leftovers”) e W. Earl Brown (“Preacher”). | BOM DIA, VERÔNICA 2 | NETFLIX A 2ª temporada da atração da Netflix troca o tema da violência doméstica, que marcou os episódios iniciais, pela violência sexual, aprofundando o abuso psicológico de homens dominadores. O ponto de partida é uma narrativa que lembra os crimes denunciados contra João de Deus, que já foi um dos médiuns mais famosos do Brasil, antes de ser condenado à prisão. O vilão interpretado por Reynaldo Gianecchini abusa sexualmente de mulheres ao prometer a elas a cura para diferentes mazelas. Dentro de casa, ele também assedia sexualmente a própria filha, vivida por Klara Castanho. Quando a atriz revelou em junho ter sido vítima de um estupro, depois de sofrer exposição de uma gravidez, houve muita preocupação com sua participação na trama. Mas as cenas de assédio à sua personagem não incluem agressões. Os novos episódios também revelam que o personagem de Gianecchini é quem está por trás da perigosa organização criminosa da série, responsável por infiltrar aliados em cargos importantes na polícia e no judiciário. Na trama, a Verônica vivida por Tainá Müller tentará tornar públicos os crimes do vilão e da organização criminosa que ele comanda. Produção da Zola Filmes, a série é baseada no romance policial de mesmo nome de Ilana Casoy e Raphael Montes (autores de “A Menina que Matou os Pais”), lançado originalmente sob o pseudônimo de Andrea Killmore. Os dois também escrevem e produzem a atração, concebida pelo próprio Raphael Montes. | EM NOME DO CÉU | STAR+ A atração que rendeu a Andrew Garfield (“Homem-Aranha: Sem Volta para Casa”) a indicação ao Emmy de Melhor Ator em Minissérie é uma trama de true crime (inspirada em um crime real). Garfield interpreta um detetive policial que investiga um duplo homicídio no interior de Utah em 1984, que pode ter conexões com sua igreja, levando-a questionar a sua fé como mórmon. A história se baseia no livro homônimo de Jon Krakauer, que também escreveu o romance que inspirou o filme “Na Natureza Selvagem” (2007). A adaptação é assinada por Dustin Lance Black, vencedor do Oscar de Melhor Roteiro Original por “Milk: A Voz da Igualdade” (2008), e a equipe de diretores destaca David Mackenzie, do filme “A Qualquer Custo” (2016). Além de Garfield, o elenco também destaca Daisy Edgar-Jones (“Normal People”), Sam Worthington (“Avatar”), Wyatt Russell (“Falcão e o Soldado Invernal”), Rory Culkin (“Castle Rock”), Christopher Heyerdahl (“Pacificador”), Gil Birmingham (“Yellowstone”), Tyner Rushing (“Lovecraft Country”) e Billy Howle (“Legítimo Rei”). São equipe e elenco de cinema. | ARCANJO RENEGADO 2 | GLOBOPLAY Criada por José Junior (fundador do grupo cultural AfroReggae e autor também de “A Divisão”), “Arcanjo Renegado” gira em torno de policiais do Bope, batalhão carioca celebrizado no filme “Tropa de Elite”. Arcanjo é o nome da equipe tida como a mais bem treinada, eficaz e letal do batalhão. Porém, um atentado ao vice-governador (Gutti Fraga) do Rio de Janeiro muda a vida de seu líder, o primeiro-sargento Mikhael (vivido por Marcello Melo Jr., que por sinal participou de “Tropa de Elite”). Na 2ª temporada, ele volta à cidade para provar sua inocência do assassinato de que é acusado, depois de passar dois anos e meio no exterior como mercenário. Quem também muda radicalmente de vida é Sarah Afonso (Erika Januza), irmã de Mikhael. O desejo por vingar a morte de seu marido, o policial Rafael (Alex Nader), e a luta diária para cuidar do filho, fazem com que ela decida entrar para a carreira policial. Os novos episódios também marcam a estreia da...
Novo filme de Jennifer Lawrence ganha primeira foto
A Apple TV+ divulgou a primeira foto de “Causeway”, novo filme estrelado por Jennifer Lawrence, que terá première mundial no Festival de Toronto. A trama traz Lawrence como uma militar americana que sofreu um trauma físico e psicológico enquanto lutava no Afeganistão. Obrigada a voltar para casa mesmo contra sua vontade, ela encontra dificuldades para se adaptar. A direção é de Lila Neugebauer, que faz sua estreia no cinema após assinar peças elogiadas e episódios de “Maid” e “A Vida Sexual das Universitárias”. O elenco também inclui Brian Tyree Henry (“Eternos”), Stephen McKinley Henderson (“Lady Bird”) e Jayne Houdyshell (“The Humans”). Causeway será a primeira aparição de Lawrence nas telas após “Não Olhe Para Cima” (2021), que lhe rendeu indicações ao Globo de Ouro e ao SAG Awards passados. O filme será exibido em 10 de setembro no festival canadense e tem estreia marcada para 5 de novembro em streaming.
Novas temporadas: “Arcanjo Renegado” e “Cine Holliúdy” estreiam em streaming
A programação de séries da semana destaca produções brasileiras – e bem diferentes entre si. As novas temporadas de “Arcanjo Renegado” e “Cine Hólliudy” chegam completas na Globoplay, embora a segunda mal tenha começado a ser exibida de forma semanal na TV aberta. Mas não faltam títulos americanos, incluindo a conclusão de duas atrações, uma minissérie biográfica sobre Mike Tyson e uma série completa da Marvel para maratonar. Confira abaixo os 10 destaques do streaming. | ARCANJO RENEGADO 2 | GLOBOPLAY Criada por José Junior (fundador do grupo cultural AfroReggae e autor também de “A Divisão”), “Arcanjo Renegado” gira em torno de policiais do Bope, batalhão carioca celebrizado no filme “Tropa de Elite”. Arcanjo é o nome da equipe tida como a mais bem treinada, eficaz e letal do batalhão. Porém, um atentado ao vice-governador (Gutti Fraga) do Rio de Janeiro muda a vida de seu líder, o primeiro-sargento Mikhael (vivido por Marcello Melo Jr., que por sinal participou de “Tropa de Elite”). Na 2ª temporada, ele volta à cidade para provar sua inocência do assassinato de que é acusado, depois de passar dois anos e meio no exterior como mercenário. Quem também muda radicalmente de vida é Sarah Afonso (Erika Januza), irmã de Mikhael. O desejo por vingar a morte de seu marido, o policial Rafael (Alex Nader), e a luta diária para cuidar do filho, fazem com que ela decida entrar para a carreira policial. Os novos episódios também marcam a estreia da cantora Ludmilla na trama, como a policial Diana, que cria uma forte parceria com Sarah. O papel foi um convite da produção após a cantora comentar nas redes ter adorado a primeira leva de episódios. Além dela, as novidades incluem o funkeiro Tonzão Chagas, o músico e apresentador Jimmy London e o ator costa-riquenho Leynar Gómez (que contracenou com Wagner Moura em “Narcos”), o comediante Bruno Mazzeo e até duas policiais de verdade, que se juntam a Alamo Facó, Flávio Bauraqui e outros nomes do elenco da atração. | CINE HOLLIÚDY 2 | GLOBOPLAY A comédia brasileira retrô evoca a TV dos anos 1970, em particular “Os Trapalhões”, “Chico City” e “O Bem Amado”, para, ironicamente, transformar a TV em vilã da história – um detalhe que compartilha com “Bye Bye Brasil”. Se na 1ª temporada Francisgleydisson (Edmilson Filho) tinha seu cinema como a única atração cultural de Pitombas, agora ele precisa concorrer com a chegada da televisão. Mas ele tem um plano infalível para voltar a atrair o público: fazer filmes exclusivos em “cearensês”. Só que para isso precisa de uma nova musa, já que Marylin (Leticia Colin) decidiu virar atriz no Sul. Sem estrela nem amor, ele se depara com a chegada de Francisca (Luisa Arraes) na rodoviária. E assim tenta perseverar, apesar de enfrentar ciúmes e uma cidade em eterna polvorosa política, por causa das falcatruas do ex-prefeito Olegário (Matheus Narchtergaele). A série é baseada no filme homônimo do diretor Halder Gomes, sucesso de bilheteria de 2013, e conta com roteiros de Cláudio Paiva e Marcio Wilson, e direção artística de Patricia Pedrosa (todos os três de “A Grande Família”). | SEE 3 | APPLE TV+ A sci-fi pós-apocalíptica estrelada por Jason Momoa (“Aquaman”) chega ao fim com novas batalhas épicas e explosivas. Na ausência do vilão vivido por Dave Bautista (“Guardiões da Galáxia”), a trama segue a descoberta, por um de seus homens, da capacidade de construir explosivos, explorando a reintrodução das bombas após 500 anos, numa sociedade que já tinha esquecido o que significava a guerra de destruição total. “See” é uma criação do roteirista britânico Steven Knight (criador de “Peaky Blinders”) e se passa vários anos no futuro, quando toda a população do planeta encontra-se cega e acostumada a conviver com a deficiência. Entretanto, esse equilíbrio é rompido quando os filhos do protagonista nascem com visão normal e passam a ser disputados como armas capazes de garantir o domínio do mundo. O elenco também inclui Alfre Woodard (“Luke Cage”), Hera Hilmar (“Máquinas Mortais”), Sylvia Hoeks (“Blade Runner 2049”), Christian Carmago (“Dexter”), Archie Madekwe (“Midsommar”), Nesta Cooper (“Travelers”), Yadira Guevara-Prip (“Supernatural”), Eden Epstein (“Sweetbitter”), Tom Mison (“Sleepy Hollow”), Hoon Lee (“Warrior”), Olivia Cheng (“Warrior”), David Hewlett (“A Forma da Água”) e Tamara Tunie (“Flight”). | ATLANTA 4 | STAR+ A série premiada de Donald Glover se encerra na 4ª temporada com a volta dos protagonistas Earn (Glover), seu primo rapper Paper Boy (Brian Tyree Henry) e os amigos Darius (Lakeith Stanfield) e Van (Zazie Beetz) para a cidade do título, encontrando velhos problemas após sua turnê maluca pela Europa. Os novos episódios chegam em tempo recorde, apenas três meses depois da 3ª temporada, compensando o hiato de quatro anos criado após a 2ª temporada. É que os capítulos finais foram rodados assim que a fase europeia do terceiro ano foi encerrada, sem período de espera entre eles. | MIKE: ALÉM DE TYSON | STAR+ A minissérie biográfica sobre a vida e a carreira do campeão mundial do boxe Mike Tyson pinça diversos momentos da vida do lutador, com destaque para o temperamento violento que o tornou campeão, mas também o fez passar um tempo na prisão. Prevendo possíveis polêmicas, o próprio Tyson tentou impedir a produção, mas nem precisava se preocupar: a série é praticamente chapa branca, evitando provocações. O elenco destaca Trevante Rhodes (“Moonlight”) como a versão adulta do esportista e também inclui o veterano Harvey Keitel (“Cães de Aluguel”) na pele do técnico de boxe Cus D’Amato, Laura Harrier (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”) como a atriz Robin Givens, que foi a primeira mulher do boxeador, e Li Eubanks (“All Rise”) como Desiree Washington, a modelo que acusou Tyson de estupro. A produção foi escrita por Steven Rogers, dirigida por Craig Gillespie e produzida por Margot Robbie – que são, respectivamente, o roteirista, o diretor e a protagonista-produtora de “Eu, Tonya”, filme premiado sobre outra estrela malvada dos esportes norte-americanos, Tonya Harding. Além deles, Karin Gist (produtora-roteirista de “Star” e “Mixed-ish”) integra a equipe como showrunner. | MO | NETFLIX Em sua nova comédia, Mohammed Amer (“Ramy”) vive um imigrante palestino no Texas, EUA, frequentemente confundido com mexicano, que precisa navegar entre diferentes culturas, idiomas e uma boa dose de obstáculos em sua busca por uma vida melhor. A série é inspirada na própria experiência de vida de Amer, que cocriou a atração com seu amigo Ramy Youssef (o “Ramy”). | MANTO & ADAGA | DISNEY+ A adaptação dos quadrinhos da Marvel chega com suas duas temporadas completas ao streaming. Vítima de brigas corporativas, ela acabou cancelada em 2019 após atingir 87% de aprovação da crítica e registrar a maior audiência do canal pago americano Freeform. Mas Kevin Feige, chefão do Marvel Studios, queria controlar todas as séries e, para isso, precisou inviabilizar a Marvel Television, que teve todas as suas atrações interrompidas. Os quadrinhos originais acompanhavam dois jovens capturados por traficantes após fugirem de casa, que, ao ser submetidos à experiências com uma nova droga, desenvolviam superpoderes – sim, Luc Besson tirou a ideia de “Lucy” da criação de Bill Mantlo e Ed Hannigan de 1982. Mas a série contou uma história diferente, concebida por Joe Pokaski (criador da série “Underground” e roteirista de “Demolidor”) e a diretora Gina Prince-Bythewood (“The Old Guard”). Os dois adolescentes, um jovem negro de família e uma branca delinquente sem teto, conectam-se ao serem contaminados pela poluição por elementos químicos em sua cidade. Estrelada por Aubrey Joseph (da minissérie “The Night Of”) e Olivia Holt (da série “Os Guerreiros Wasabi”) respectivamente como Manto, herói com poderes da escuridão, e Adaga, heroína da luz, a série também reúne Emma Lahana (série “Haven”), Gloria Reuben (“Mr. Robot”), Miles Mussenden (“Max: O Cão Herói”), J.D. Evermore (“Horizonte Profundo: Desastre no Golfo”), Andrea Roth (“Lugares Escuros”), Carl Lundstedt (visto em “Grey’s Anatomy”) e Jaime Zevallos (“The Summoning”). | OLLIE, O COELHINHO PERDIDO | NETFLIX Combinação de animação e atores reais, a série infantil criada por Shannon Tindle (animador e roteirista de “Kubo e as Cordas Mágicas”) tem clima de “Toy Story”. Ollie é o brinquedo perdido de um menino, que considerava o coelhinho de pano mais que um boneco. Indo parar numa loja de penhores por acidente, o coelhinho inicia uma jornada desesperada, enfrentando inúmeros obstáculos para tentar reencontrar seu melhor amigo. Baseado no livro infantil “Ollie’s Odissey”, de William Joyce, a produção conta com um grande elenco, com destaque para Jonathan Groff (“Mindhunter”) como a voz de Ollie, o menino Kesler Talbot (“Nancy Drew”) como seu dono, Gina Rodriguez (“Jane the Virgin) e Jake Johnson (“New Girl”) como os pais do garoto, e Tim Blake Nelson (“Watchmen”) e Mary J. Blige (“The Umbrella Academy”) como brinquedos da loja de penhores. | PAIS POR ACIDENTE | DISNEY+ Com uma trama que combina “Três Solteirões e uma Pequena Dama” (1990) com “Não Aceitamos Devoluções” (2013), mas numa versão de road movie musical, a nova série infantil apresenta uma viagem pelas estradas do México numa van, na qual três pais adotivos levam uma garota de 13 anos em busca da mãe, que desapareceu misteriosamente há muito tempo no interior do México. Protagonizada por Jorge Blanco (“Violetta”), Michael Ronda (“Sou Luna”) e Lalo Brito (“Buscando a Timbiriche: La Nueva Banda”), junto com a jovem Farah Justiniani (“La Voz Kids”), a produção tem no mínimo boas intenções: celebrar a família em toda a sua diversidade, além de destacar o valor da identidade cultural. | STAR TREK: LOWER DECKS 3 | PARAMOUNT+ Desenvolvida e criada pelo vencedor do Emmy Mike McMahan (roteirista de “Rick and Morty”), a atração é uma comédia animada que explora a vida dos oficiais menos importantes da Federação, que realizam trabalhos sem glamour nas espaçonaves pouco prestigiadas da saga espacial televisiva. O destaque do terceiro ano da produção é um encontro entre os tripulantes subalternos da nave Cerritos – com dublagem de Jack Quaid (“The Boys”), Tawny Newsome (“Space Force”), Noël Wells (“Master of None”) e Jerry O’Connell (“Carter”), entre outros – com a célebre estação especial Deep Space 9, da série homônima dos anos 1990.












