Frasier: Série dos anos 1990 pode ser revivida em streaming
A série clássica “Frasier” pode ganhar revival em breve na Paramount+ (Paramount Plus). O retorno da atração está em discussão no serviço de streaming da ViacomCBS, informaram várias publicações especializadas dos EUA nesta segunda (1/7). Representantes da CBS Studios e Paramount+ preferiram não comentar. O astro da série, Kelsey Grammer, vem tentando realizar um revival há algum tempo. Segundo fontes ouvidas por Variety, TV Line, Deadline e The Hollywood Reporter, o maior obstáculo potencial para confirmar a produção seria o salário do elenco, que era um dos mais altos da TV quando a série terminou. Mas os americanos amam a série, que durou 11 temporadas, entre 1993 e 2004, e venceu 39 prêmios Emmy para a rede NBC. Curiosamente, esse sucesso não se repetiu no Brasil, onde “Frasier” só foi exibida na TV paga, pelo canal Sony. Além disso, apenas as suas três primeiras temporadas chegaram a ser lançadas em DVD por aqui. A série era um spin-off de “Cheers”, em que Grammer vivia Frasier Crane. Em sua série, o psicólogo volta a Seattle para trabalhar num programa de rádio e viver com o pai e o irmão. David Hyde Pierce e John Mahoney (falecido em 2018) interpretavam, respectivamente, o irmão e o pai de Frasier, e o elenco também destacava Jane Leeves e Peri Gilpin. A retomada da série se encaixaria nos planos da ViacomCBS para explorar marcas conhecidas como forma de atrair assinantes para seu serviço de streaming. A Paramount+ será oficialmente lançada em 4 de março nos EUA, ocupando o lugar da CBS All Access.
Volta de Sex and the City vai abordar a pandemia em Nova York
A volta de “Sex and The City” vai incorporar a pandemia de covid-19 em sua trama. A informação foi dada pela estrela Sarah Jessica Parker em entrevista à revista Vanity Fair. Após dizer que está aguardando “ansiosamente” os roteiros, ela afirmou que, como o cenário da série é Nova York, será imprescindível as consequências do vírus nas relações da cidade. “Obviamente será parte da história, porque essa é a cidade em que [esses personagens] vivem”, disse ela. “E como isso mudou os relacionamentos depois que as amigas desapareceram? Tenho muita fé que os escritores vão examinar tudo.” Não é só fé. Ela é produtora da série e pode determinar os rumos da trama. A atriz ainda celebrou que o time de novos escritos da série “é incrivelmente diverso de uma forma realmente emocionante” e que eles irão trazer uma nova “experiência de vida, visões de mundo políticas e visões de mundo social” para o programa. As personagens da série (menos Samantha) vão voltar num revival com 10 episódios na plataforma HBO Max, intitulado “And Just Like That…”. A minissérie vai seguir três das estrelas originais da atração dos anos 1990, Sarah Jessica Parker (Carrie), Kristin Davis (Charlotte) e Cynthia Nixon (Miranda), enquanto lidam com a evolução de suas vidas após os 50 anos em Nova York. Criada por Darren Star (hoje à frente de “Emily em Paris”), a série original durou seis temporadas, entre 1998 e 2004 na HBO, e venceu vários prêmios Emmy durante seu tempo no ar – incluindo troféus de Melhor Atriz para Parker e Melhor Atriz Coadjuvante para Nixon. Após o final, o quarteto original ainda se reuniu em dois filmes, em 2008 e 2010. O primeiro longa foi um sucesso de público e crítica. Já o segundo, basta dizer que implodiu os planos de uma trilogia, ao mesmo tempo em que Kim Catrall (Samantha) jurou nunca mais voltar à franquia, criticando Parker.
Disney+ revela trailer da série baseada no clássico infantil Nós Somos Campeões
A plataforma Disney+ (Disney Plus) divulgou o primeiro trailer de “Virando o Jogo dos Campeões” (The Mighty Ducks: Game Changers), série baseada na trilogia cinematográfica “Nós Somos Campeões” (The Mighty Ducks). A prévia destaca o retorno do ator Emilio Estevez ao papel de Gordon Bombay, que volta para treinar mais um time inadequado de hóquei infantil. A prévia, na verdade, parece um novo filme da franquia – e não uma série. O vídeo introduz rapidamente o tema da produção, ao acompanhar a tristeza de um garoto que não é considerado bom o bastante para jogar hóquei. Mas sua mãe não aceita isso e o estimula a montar seu próprio time com outras crianças rejeitadas. É quando o acaso coloca no caminho dessa família o famoso especialista em treinar times de hóquei que desafiam as probabilidades. Além de Esteves, o elenco destaca Lauren Graham (a eterna Lorelai de “Gilmore Girl”) como a mãe e Brady Noon (o Thor de “Bons Meninos”) como seu filho. Para quem não lembra ou não viu o filme original (ou seja, a faixa etária visada pela série), “Nós Somos Campeões” foi um sucesso enorme da Disney em 1992, ao acompanhar a história de um jovem advogado (Emilio Estevez), que após ser detido por dirigir sob influência de álcool, acaba sentenciado a prestar um curioso serviço comunitário: treinar o pior time de hóquei da liga juvenil. O sucesso da produção foi tanto que o estúdio produziu mais duas continuações, em 1994 e 1996, todas com Emilio Estevez repetindo o papel de treinador. A proposta de transformar a premissa original em série partiu do roteirista dos três filmes, Steven Brill, que também assina o roteiro do primeiro episódio – dirigido por James Griffiths, da comédia “Ritmo Cubano” (2014). A estreia foi marcada para 26 de março nos EUA. Vale observar que a Disney+ ainda não disponibilizou a versão nacional do vídeo e não tem feito estreias simultâneas no Brasil de todas as suas séries.
Destino de Samantha na volta de Sex and the City vira aposta online
Depois que a HBO Max anunciou que retomaria a série “Sex and the City” numa minissérie centrada nas melhores amigas Carrie (Sarah Jessica Parker), Miranda (Cynthia Nixon) e Charlotte (Kristin Davis), mas sem Samantha (Kim Cattrall), muitos fãs da atração original dos anos 1990 passaram a especular nas redes sociais como os roteiristas explicariam a ausência de uma personagem importante do quarteto central. No mundo real, a ausência se deve a uma conhecida rivalidade de longa data entre Cattrall e Parker. Mas como a série terá que encontrar uma forma narrativa de abordar a falta de Samantha no revival, que vai se chamar “And Just Like That…”, uma casa de apostas online resolveu colocar a questão para seus apostadores. O resultado foi surpreendente. Um porta-voz do site Bovada disse ao Hollywood Reporter que as apostas sobre o destino de Samantha se tornaram uma das populares de seus negócios. Dentro do universo da ficção, só perde por enquanto para as apostas sobre quem ficaria com o Trono de Ferro no final de “Game of Thrones”. As opções mais apostadas para o destino de Samantha incluem morte, mudança para longe de Nova York, a presença vagamente mencionada ou nenhuma menção de forma alguma e até o aprisionamento numa cadeia ou instituição de qualquer espécie – inclusive clínica de reabilitação. A resolução por meio de morte da personagem é a aposta que promete pagar melhor aos interessados, dando um retorno em torno de 30% sobre o valor empenhado. A empresa planeja deixar as apostas correrem até que a série comece a ser gravado na primavera, mas pode adiar o fechamento se, até a data de estreia (ainda não anunciada), nenhum spoiler for revelado. Até o momento, a única declaração sobre a ausência de Cattrall no revival vieram de Parker no Instagram, onde ela respondeu a um seguidor, dizendo: “Samantha não faz parte desta história. Mas ela sempre fará parte de nós. Não importa onde estamos ou o que fazemos.”
Jean-Pierre Bacri (1951 – 2021)
O premiado ator e roteirista francês Jean-Pierre Bacri, conhecido por suas parcerias com a cineasta Agnès Jaoui, morreu na segunda (18/1) em Paris após uma batalha contra o câncer, aos 69 anos. Bacri começou a ter destaque nos palcos e na telas no final da década de 1970, e tornou-se conhecido internacionalmente após aparecer como “Batman” no bem-sucedido thriller “Subway”, que fez decolar a carreira do diretor Luc Besson em 1985. O papel lhe rendeu sua primeira indicação ao César (o Oscar francês) como Melhor Ator Coadjuvante. Foi nessa época também que ele conheceu a atriz Agnès Jaoui, que se tornaria sua esposa e parceira criativa. O casal contracenou nas telas pela primeira vez em “Cuisine et Dépendances” (1993), adaptação de uma peça de teatro escrita pelos dois (vencedora do troféu Molière), que também foi o primeiro filme concebido em conjunto pela dupla, com ambos assinando juntos o roteiro. Logo, a rotina de escrever tornou-se complementar ao trabalho de interpretação para ambos. Eles receberam um grande empurrão nesta direção ao colaboraram no texto de “Smoking e No Smoking” (1993), de Alain Resnais, que venceu cinco prêmios César (o Oscar francês), entre eles o primeiro troféu de Melhor Roteiro da dupla – além de ser considerado o Melhor Filme do ano. A parceria continuou com outra adaptação de peça do casal, “Odeio te Amar” (1996), e seguiu com o musical “Amores Parisienses” (1997), que acrescentaram mais dois Césars à estante da família por seus roteiros. O último ainda rendeu o César de Melhor Ator Coadjuvante a Bacri. O casamento criativo acompanhou a evolução da carreira de Jaoui, que virou diretora a partir de “O Gosto dos Outros” (2000). Um começo e tanto, pois, além de ser premiado com o quarto César de Melhor Roteiro da dupla, foi reconhecido como Melhor Roteiro da Europa pela Academia do Cinema Europeu e indicado ao Oscar de Melhor Filme em Língua Estrangeira. O trabalho de Bacri e Jaoui também rendeu aclamação no Festival de Cannes. Seu filme de 2004, “Questão de Imagem”, foi considerado o Melhor Roteiro do festival e ainda lhes deu o segundo troféu da categoria na premiação da Academia do Cinema Europeu. Os dois continuaram a trabalhar juntos, tanto na frente quanto atrás das câmeras, até “Praça Pública”, escrito e estrelado pelo casal e dirigido por Jaoui, em 2018. Depois disso, Bacri apareceu em apenas mais um filme, “Photo de Famille”, lançado no mesmo ano, antes da doença se manifestar. Um autêntico intelectual, Bacri também ficou conhecido por aparecer sempre mal-humorado na tela. Seus papéis eram geralmente personagens rudes, embora com um toque de humanidade. “Aos meus olhos, sempre desempenhei papéis diferentes. Mas não sou um cara sorridente e o que sou, como minha maneira de ver a vida, passa para a tela. Coisas alegres não me interessam, prefiro anti-heróis”, disse ele ao Le Parisien em uma entrevista de 2017. A morte do artista comoveu a França, rendendo várias homenagens, incluindo do presidente do país, Emmanuel Macron.
Macaulay Culkin apoia campanha para tirar Trump de Esqueceram de Mim 2
Macaulay Culkin, o eterno Kevin de “Esqueceram de Mim”, apoiou uma campanha recente das redes sociais que pede que a participação especial de Donald Trump seja cortada de “Esqueceram de Mim 2”, comédia que ele estrelou em 1992. O pedido para a Disney (atual dona da 20th Century Fox) remover o presidente do filme ganhou muitos adeptos após a recusa de Trump em aceitar sua derrota na eleição presidencial para Joe Biden, que levou seus seguidores a realizarem um ataque violento contra o Congresso dos EUA. Usuários habilidosos do Twitter estão se divertindo em publicar sugestões de outras participações especiais na cena de Trump, substituindo o republicano de extrema direita por personagens digitais, como Jabba e Darth Vader, de “Star Wars”, e até o veterano ator Christopher Plummer, que famosamente substituiu Kevin Spacey (e foi indicado ao Oscar) em refilmagens de “Todo o Dinheiro do Mundo” (2017). Culkin, que agora tem 40 anos, expressou sua aprovação para a remoção de Trump dizendo a um usuário do Twitter que ficou “convencido” com uma petição para substituir o político por uma versão adulta dele mesmo. Ele também disse “bravo” para outro usuário que fez o presidente sumir digitalmente. Trump aparece brevemente no filme quando o pequeno Kevin McCallister (Culkin) lhe pede informações no hotel Plaza, que ele possuía na época. Em dezembro de 2020, o diretor Chris Columbus disse em uma entrevista que Trump “forçou sua inclusão no filme” como condição para permitir que a produção fosse filmada em seu hotel. Três anos antes, o ator Matt Damon já tinha revelado, em uma entrevista à revista The Hollywood Reporter, que Trump exigia que todas as filmagens em suas propriedades deveriam lhe render um pequeno papel. Por conta disso, ele está nos créditos de cerca de 20 filmes e séries, incluindo “Zoolander” e “Sex & the City”. Veja abaixo algumas sugestões para substituir o político no filme. 'Home Alone 2' is trending as fans offer suggestions as to who should replace that Trump cameo: pic.twitter.com/F3ECMbq5FB — Ryan Parker (@TheRyanParker) January 9, 2021 Bravo. — Macaulay Culkin (@IncredibleCulk) January 13, 2021 Sold. — Macaulay Culkin (@IncredibleCulk) January 13, 2021
Estrelas de Sex and the City terão cachê milionário para retomar série
As protagonistas da série clássica “Sex and the City”, Sarah Jessica Parker, Cynthia Nixon e Kristin Davis, vão receber um cachê milionário para participar do revival da série. A revista americana Variety apurou que cada uma das protagonistas vai receber mais de US$ 1 milhão por episódio. Além de atuar, o trio principal também terá créditos como produtoras executivas da nova atração, que terá 10 episódios com exibição prevista para a plataforma de streaming HBO Max. Procurados para confirmar as cifras, representantes das três atrizes não responderam os pedidos da publicação. Mas a Variety não considerar os valores supreendentes, já que esse cachê virou referência para projetos de elenco cobiçado nos últimos anos. Nicole Kidman, Jeff Bridges e Reese Witherspoon, entre outros, estão entre os atores que fecharam contratos nesse valor para realizar séries na própria HBO, além da Netflix e Hulu. Intitulada “And Just Like That…”, frase bastante utilizada na série original, a nova trama acompanhará as personagens Carrie, Miranda e Charlotte enquanto elas navegam pela amizade em seus 50 anos. Já Samantha ficou de fora, porque a atriz Kim Cattrall se envolveu em brigas de bastidores com as colegas e tornou público seu desejo de deixar a franquia. A produção deve começar a ser gravada em Nova York ainda no primeiro semestre de 2021.
Clarice: Série derivada de O Silêncio dos Inocentes ganha trailer completo
A rede CBS divulgou o primeiro trailer completo de “Clarice”, baseada na personagem Clarice Starling de “O Silêncio dos Inocentes”. A prévia mostra que a protagonista ainda tem pesadelos com o poço de Buffalo Bill, o serial killer que ela prendeu no filme, mas apesar disso irá atrás de novos psicopatas e enfrentará o machismo dos anos 1990, que dificulta seu trabalho de investigação. A personagem-título é vivida pela australiana Rebecca Breeds, que viveu uma vampira vingativa na serie “The Originals”. Ela será a terceira intérprete de Clarice Starling nas telas. A personagem criada pelo escritor Thomas Harris rendeu um Oscar de Melhor Atriz para Jodie Foster em “O Silêncio dos Inocentes” (1991) e foi interpretada por Julianne Moore na continuação, “Hannibal” (1999). A série vai se passar após os eventos do primeiro filme, encontrando Clarice em 1993, mas não poderá citar o serial killer Hannibal Lecter em seus episódios. Segundo informações da revista Entertainment Weekly, os direitos dos personagens criados pelo escritor Thomas Harris estão divididos entre a MGM e a Dino De Laurentiis Company, de modo que a nova série, produzida pela MGM para a rede CBS, não poderá citar os personagens que apareceram em “Hannibal”, produção da Dino de Laurentiss para a rede NBC. Por outro lado, “Clarice” terá todos os personagens que não apareceram em “Hannibal”, e isto inclui, além de Clarice Starling, seu colega Ardelia Mapp, o procurador-geral adjunto Paul Krendle, o serial killer Buffalo Bill e a garota sequestrada que ela salvou, Catherine Martin. Eles serão vividos por Devyn A. Tyler (“Fear the Walking Dead”), Michael Cudlitz (“The Walking Dead”), Simon Northwood (“Code 8: Renegados”) e Marnee Carpenter (“Painter”), respectivamente “Clarice” é uma criação de Alex Kurtzman e Jenny Lumet, que atualmente trabalham juntos em “Star Trek: Discovery”. Jenny é a filha do lendário cineasta Sydney Lumet (“Um Dia de Cão”) e iniciou sua parceria com Kurtzman ao escrever “A Múmia” (2017), fracasso dirigido pelo produtor. Por curiosidade, ela também trabalhou com o falecido diretor de “O Silêncio dos Inocentes”, Jonathan Demme, como autora do roteiro de “O Casamento de Rachel” (2008). A estreia está marcada para 11 de fevereiro nos Estados Unidos.
Continuação de Sex and the City é oficializada na HBO Max
“Sex and the City” está oficialmente voltando para a televisão. As estrelas originais da atração dos anos 1990, Sarah Jessica Parker (Carrie), Kristin Davis (Charlotte) e Cynthia Nixon (Miranda), anunciaram no domingo (10/1) que voltarão numa minissérie na HBO Max, que se chamará “And Just Like That…”, frase bastante utilizada na série original. Veja o teaser oficial abaixo. A nova trama acompanhará Carrie, Miranda e Charlotte enquanto elas navegam pela amizade em seus 50 anos. Já Samantha ficou de fora, porque a atriz Kim Cattrall se envolveu em brigas de bastidores com as colegas e tornou público seu desejo de deixar a franquia. Criada por Darren Star (hoje à frente de “Emily em Paris”), a série original durou seis temporadas, entre 1998 e 2004 na HBO, e venceu vários prêmios Emmy durante seu tempo no ar – incluindo troféus de Melhor Atriz para Parker e Melhor Atriz Coadjuvante para Nixon. A trama acompanha quatro amigas que lidavam com a vida de solteiras em Nova York no final dos anos 1990, enquanto uma delas escrevia uma coluna sobre o assunto. Após o final, o quarteto original ainda se reuniu em dois filmes, em 2008 e 2010. O primeiro longa foi um sucesso de público e crítica. Já o segundo, basta dizer que implodiu os planos de uma trilogia. Michael Patrick King, que ganhou um Emmy por seu trabalho de direção da série e escreveu e dirigiu os dois filmes, também está de volta na produção executiva do projeto, que terá 10 episódios. Já Darren Star, criador da série original, que tem um rico contrato geral com a ViacomCBS, não está envolvido. Uma busca por um showrunner está atualmente em andamento, visando começar a produção no final da primavera (depois de março) em Nova York. “Eu cresci com essas personagens e mal posso esperar para ver como sua história evoluiu neste novo capítulo, com a honestidade, a pungência, o humor e a cidade amada que sempre as definiu”, disse Sarah Aubrey, diretora da originais na HBO Max, em comunicado. Há quem defenda que a série envelheceu muito mal, ficando datada ao apresentar uma visão comercial do empoderamento feminino com consumismo. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por SJP (@sarahjessicaparker)
Atriz de Xena enfrenta Hércules em briga política no Twitter
Fãs das antigas séries “Xena: A Princesa Guerreira” e “Hércules: A Lendária Jornada” viram um crossover inesperado nas redes sociais nesta semana, quando Lucy Lawless, a eterna Xena, e Kevin Sorbo, o Hércules, brigaram no Twitter por suas posições políticas opostas. Até então, os dois só tinham se enfrentado na ficção – Xena foi introduzida como antagonista de Hércules, antes de ganhar sua própria série em 1995. A discussão aconteceu após o episódio mais lamentável da história da democracia dos EUA, quando apoiadores extremistas de Donald Trump invadiram o Capitólio, sede do Congresso em Washington, e protagonizaram cenas de vandalismo para tentar impedir que Joe Biden fosse considerado vencedor da eleição à presidência dos EUA. Três pessoas foram mortas. Lucy Lawless foi uma das muitas pessoas que repudiou o ocorrido. Ela voltou a seus dias de Princesa Guerreira ao se deparar com as mensagens do ex-colega de elenco. “Os ANTIFA [grupos de oposição ao fascismo e a extrema-direita] lideraram o ataque ao edifício do Capitólio, vestidos como apoiadores de Trump”, escreveu Sorbo, defendendo os “patriotas” que apoiam Trump. Ele compartilhou uma publicação que traz uma imagem dos invasores, junto do seguinte questionamento: “Eles se parecem com apoiadores de Trump? Ou agitadores de esquerda disfarçados de apoiadores de Trump…”. “Eles não parecem patriotas para mim…”, apontou o ator sobre os integrantes da QAnon, na tentativa de passar o pano para Trump, que discursou para inflamar os ânimos da massa antes da invasão do Capitólio. Os posts conspiratórios foram confrontados por Lawless. “Não, querido. Eles não são patriotas. São macacos voadores, terroristas caseiros, atores da QAnon”, começou. “São idiotas que saem por aí seguindo as ordens de pessoas como você, que gostam de fomentá-los como brinquedos para que façam seu pior”, completou Lucy. Ela ainda incluiu duas hashtags ao final do comentário: “#KeepingYourFilthyHandsClean” (“Limpando as suas mãos sujas”, em tradução livre) e “#Enabler” (“facilitador”). Kevin não respondeu à crítica da amiga e seguiu compartilhando teorias de conspiração, associando a invasão a “agentes da esquerda”. Para quem não sabe, o QAnon mencionado é um grupo que acredita numa teoria ampla, difundida pelas redes sociais, que diz que Donald Trump trava uma guerra secreta contra pedófilos “adoradores de Satanás” do alto escalão do governo, do mundo empresarial e da imprensa. Os extremistas também acreditam que há esforços do “estado profundo” para eliminar o atual presidente, que o coronavírus faz parte da conspiração pedófila-satânica-comunista, que a mídia oficial só divulga fake news e que a verdade é apenas o que eles afirmam nas redes sociais. A descrição lembra algum brasileiro?
George Gerdes (1948 – 2021)
O cantor e ator americano George Gerdes, que teve papéis em várias séries e filmes como “Amistad” e “Millennium: Os Homens que Não Amavam as Mulheres”, morreu na última sexta (1/1) aos 72 anos. A notícia foi confirmada nesta segunda pela companheira de Gerdes, Julia Johns, que revelou que o ator havia sofrido um aneurisma cerebral na véspera do ano novo. Gerdes começou carreira como cantor e compositor no início dos anos 1970, adotando o estilo folk pop que estava em voga na época. Embora seus primeiros discos não tenham gerado muito sucesso, ganharam a admiração da artista Joni Mitchell, que era fã declarada. Ele teve mais sorte como ator, após começar a aparecer em filmes entre os anos 1980 e 1990, como “Os Trapaceiros da Loto” (1987, com Michael Keaton), “Jacknife” (1989, com Robert De Niro), “Mulher Solteira Procura” (1992, com Jennifer Jason Leigh), “Boiling Point: Em Ponto de Bala” (1993, com Wesley Snipes), “Amistad” (1997, de Steven Spielberg) e “Morcegos” (1999, com Lou Diamond Phillips). Seus últimos filmes foram a aventura “Mar de Fogo” (2004, com Viggo Mortensen), comédia “Dizem por Aí…” (2005, com Jennifer Aniston), o remake americano do suspense “Millennium: Os Homens que Não Amavam as Mulheres” (2011, de David Fincher) e a sci-fi indie “The 11th Green” (lançada em janeiro de 2020), em que interpretou o antigo presidente dos EUA Dwight Eisenhower. Entre suas participações televisivas, ele ainda destacou-se como um vigilante em episódio de “Seinfeld” de 1992, um pastor em episódio de “Arquivo X” de 1994, e um analista em “Alias”, em 2004, além de aparecer em “Arquivo Morto” (Cold Case), “Plantão Médico” (ER), “Mentes Criminosas” (Criminal Minds), “NCIS”, “Lost”, “True Blood”, “Bones”, “Castle”, “Dexter”, “Bosch” e em episódios de 2020 de “Grey’s Anatomy” e “Perry Mason”.
Power Book III: Raising Kanan volta aos anos 1990 no primeiro teaser
O Starz divulgou o primeiro teaser de “Power Book III: Raising Kanan”, segunda série derivada da campeã de audiência do canal, “Power”, encerrada em fevereiro passado. O breve vídeo dá aos fãs um vislumbre do que está por vir no prólogo da série original de Courtney Kemp. A atração leva os espectadores de volta aos anos 1990, época do pager, boombox e A Tribe Called Quest, que canta a música “Excursions” (1991) na trilha sonora. A série vai se passar na juventude de Kanan Stark, retratado em “Power” pelo rapper, ator e produtor da franquia Curtis “50 Cent” Jackson. Em “Raising Kanan”, o personagem será vivido por Mekai Curtis (“Alexandre e o Dia Terrível, Horrível, Espantoso e Horroroso”). A trama vai acompanhar sua criação na região conhecida como Jamaica, no Queens, em Nova York, os amigos e as conexões que levaram à seu destino trágico. “Esta é a minha história, esta é a história de Southside Jamaica, Queens”, narra Kanan, ainda com a voz de Jackson na prévia, mostrando que o ator vai continuar associado ao personagem, como condutor da trama. O elenco da nova atração também vai incluir Patina Miller (“Madam Secretary”), Omar Epps (“House”), London Brown (“Ballers”), Malcolm M. Mays (“Snowfall”), Shanley Caswell (“NCIS: Nova Orleans”), Lovie Simone (“Jovens Bruxas: Nova Irmandade”), Toby Sandeman (“The Royals”) e Joey Bada$$ (“Mr. Robot”). “Power Book III: Raising Kanan” tem produção de Courtney Kemp e Curtis Jackson, mas é uma criação de Sascha Penn (que trabalhou como produtor em “Power”). Rob Hardy assina o episódio de estreia, que tem estreia prevista para o verão norte-americano de 2021 (entre maio e agosto).
Sex and the City pode voltar como minissérie na HBO Max
“Sex and the City” pode ganhar continuação. O jornal New York Post apurou que a HBO Max estaria perto de um acordo para produzir um revival da atração clássica, na forma de uma nova série limitada. A produção contaria com a volta das protagonistas Sarah Jessica Parker, Kristin Davis e Cynthia Nixon a seus papéis, respectivamente como Carrie, Charlotte e Miranda. Já Kim Cattrall, que se envolveu em brigas de bastidores com as colegas, tornou público seu desejo de deixar a franquia, o elenco e sua personagem Samantha para trás e não deve se envolver no projeto. Criada por Darren Star (hoje à frente de “Emily em Paris”), a série original durou seis temporadas, entre 1998 e 2004 na HBO, e venceu vários prêmios Emmy durante seu tempo no ar – incluindo troféus de Melhor Atriz para Parker e Melhor Atriz Coadjuvante para Nixon. A trama acompanha quatro amigas que lidavam com a vida de solteiras em Nova York no final dos anos 1990, enquanto uma delas escrevia uma coluna sobre o assunto. Após o final, o quarteto original ainda se reuniu em dois filmes, em 2008 e 2010. O primeiro longa foi um sucesso de público e crítica. Já o segundo, basta dizer que implodiu os planos de uma trilogia. Há quem defenda que a série envelheceu muito mal, ficando datada ao apresentar uma visão comercial do empoderamento feminino com consumismo.











