Equipe de Pose se despede após final das gravações da série
A produção da série “Pose” encerrou a gravação do último episódio de sua temporada final na madrugada de sábado (20/3). Vários integrantes do elenco e da equipe técnica foram às redes sociais para se despedir e refletir sobre como a série afetou suas vidas. O co-criador Steven Canals, que dirigiu o último episódio, compartilhou uma foto de um presente que recebeu do departamento de arte. “[Eles] me deram uma das janelas quebradas (não é vidro real) do apartamento de Blanca. Com licença, enquanto choro”, disse ele. “Não há palavras para descrever a abundância que essa série e essas pessoas trouxeram para minha vida”, acrescentou a escritora-diretora-produtora Janet Mock. Mj Rodriguez, intérprete de Blanca Evangelista, representou o elenco ao ecoar o mesmo sentimento, exaltando no Instagram como “essa série mudou minha vida”. “Então, obrigado família ‘Pose’, nós conseguimos! Mudamos o mundo e mostramos a eles como amar um pouco mais forte de novo!” Já Dominique Jackson, que vive Elektra Abundance, postou a foto de um abraço emocionado em Mj com uma legenda simples: “Vida. Trabalho. Pose”. Co-criado por Canals, Brad Falchuk e Ryan Murphy, “Pose” apresentou a cena LGBQ+ da Nova York dos anos 1980 e 1990, explorando a cultura dos bailes, a dança “Vogue” e a experiência das comunidades gays e trans ao longo dessas décadas. Desde o seu lançamento em junho de 2018, a série fez história em vários aspectos, apresentando o maior elenco de atores transgêneros já reunido para uma série, além de transformar Billy Porter no primeiro intérprete assumidamente gay a vencer o Emmy na categoria de Melhor Ator em uma Série Dramática. Em suas duas primeiras temporadas, o programa do canal pago FX também conquistou 10 outras indicações ao Emmy. A 3ª e última temporada começará a ser exibida em 2 de maio nos EUA. At 3:40am ET, we called a series wrap on POSE. There are no words to describe the abundance this show and these people brought into my life. LIVE. WERK. POSE. FOREVER #posefx pic.twitter.com/p2g1v1uMJ5 — Janet Mock (@janetmock) March 20, 2021 Last night at 3:30am we wrapped the @PoseOnFX series finale. As a wrap gift, the art department gave me one of the broken windows (it’s not real glass) from Blanca’s apartment. Excuse me while I weep. 😭❤️ I’ll always love the House of Evangelista. #PoseFX pic.twitter.com/G5cmvfY9Ie — Steven Canals (@StevenCanals) March 20, 2021 Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Mj Rodriguez (@mjrodriguez7) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Dominique T.A.R Jackson (@dominiquet.a.r.jackson)
Uma Babá Quase Perfeita: Diretor revela existência de versão imprópria para menores
Falecido em agosto de 2014, o ator Robin Williams era conhecido por sua enorme capacidade de improvisação. E isso foi registrado pelas câmeras de um de seus filmes mais populares, “Uma Babá Quase Perfeita”, comédia infantil em que seu personagem se disfarçava de mulher para conseguir emprego de babá e conviver com os filhos após o divórcio. Nesta semana, o cineasta Christopher Columbus confirmou à revista Entertainment Weekly que Williams improvisou tanto nas filmagens que gerou material mais que suficiente para o lançamento de uma versão imprópria para menores. Segundo o diretor do sucesso de 1993, as piadas do ator renderiam classificação “R”, vetado para menores de 17 anos desacompanhados dos pais, mas não seriam extremas a ponto de gerar uma classificação “N-17”, proibido para menores de 17 anos em todas as circunstâncias, como ele mesmo chegou a brincar há alguns anos. Columbus contou que existem pelo menos três versões diferentes do filme. “A verdade é que havia um acordo entre Robin e eu, que era o seguinte: ele faria uma, duas ou três tomadas seguindo o roteiro. Depois disso, ele dizia: ‘Agora me deixe brincar’. E nós basicamente fazíamos entre 15 a 22 tomadas, eu acho que 22 é o máximo que eu me lembro”, disse o diretor. “Ele às vezes entrava em um território que não seria apropriado para um filme para crianças (foi lançado com classificação “PG-13”, liberado até 13 anos), mas que certamente seria apropriado e hilário para um filme adulto. Eu usei [anteriormente] a indicação ‘NC-17’ como uma piada. Não existe uma versão NC-17 deste filme. ” O diretor estaria disposto a revisitar o filme, mas não consegue mais lembrar o que exatamente entraria numa versão adulta. “Eu estaria aberto a talvez fazer um documentário sobre a produção do filme e permitir que as pessoas vissem certas cenas reeditadas em uma versão adulta”, disse Columbus. “O problema é que não me lembro da maior parte. Só sei o que entrou na edição final, porque já faz muito tempo. Mas eu me lembro que era um material absurdamente engraçado. ”
Amazon vai lançar novo filme de Ace Ventura
A Amazon Prime Video vai resgatar mais uma franquia clássica de comédia. Após o sucesso de “Um Príncipe em Nova York 2”, a plataforma prepara “Ace Ventura 3”. O anúncio foi feito pela produtora Morgan Creek, responsável pelos filmes originais. Embora o anúncio não tenha sido confirmado oficialmente, Jim Carrey deve retomar o papel-título (criado pelo roteirista Jack Bernstein), um dos personagens mais famosos de carreira, após estrelar dois filmes de “Ace Ventura” seguidos nos anos 1990 – “Ace Ventura: Um Detetive Diferente” (1994) e “Ace Ventura 2: Um Maluco na África” (1995). Segundo a Morgan Creek, a continuação será escrita pelos roteiristas de “Sonic – O Filme” (2020), Pat Casey e Josh Miller. Jim Carrey, por sinal, fez parte do elenco de “Sonic” e também deve voltar em sua continuação, assinada pelos mesmos escritores e prevista para 2022. Ainda não há nenhum detalhe revelado sobre a trama de “Ace Ventura 3”. Para quem não lembra, o personagem era um detetive atrapalhado que se especializava em desvendar crimes envolvendo animais. Seu primeiro trabalho é descobrir o paradeiro de um golfinho, mascote do time de futebol americano Miami Dolphins, que aparentemente foi sequestrado. Na continuação, sua missão foi encontrar um morcego branco sagrado de um fictício país africano. Ambos os filmes dividiram a crítica, conquistando indicações entre os melhores do MTV Movie Awards e os piores do Framboesa de Ouro. Mas fizeram muito sucesso comercial, a ponto de inspirarem uma série animada concebida por Seth MacFarlane (antes de criar “Uma Família da Pesada”) que durou três temporadas, exibida entre 1995 e 2000 nos EUA.
Instinto Selvagem: Sharon Stone diz que estapeou diretor por filmá-la sem calcinha
A atriz Sharon Stone revelou ter dado um tapa na cara do diretor Paul Verhoeven após ver pela primeira vez sua famosa cena sem calcinha no suspense “Instinto Selvagem”, de 1992. A novidade veio à tona num trecho de sua autobiografia, que foi antecipado pela revista Vanity Fair. Intitulado “The Beauty of Living Twice”, o livro será lançado em 30 de março nos EUA. Stone alegou que sua icônica “cruzada de pernas” foi filmada sem seu consentimento. Ela afirmou ter sido enganada por Verhoeven para ficar sem calcinha durante as filmagens. O cineasta teria dito que a peça íntima estava “refletindo na luz” e a convenceu a tirá-la, prometendo que não filmaria nada indevido. Por isso, se disse surpreendida pela inclusão da cena reveladora. “Fui chamada para assistir ao filme após encerrarmos as filmagens. Não éramos apenas eu e o diretor, era uma sala cheia de agentes e advogados, a maior parte deles não tinha nada a ver com o projeto. E foi assim que vi a cena com a minha vagina pela primeira vez, após me dizerem que ‘não veremos nada, só precisamos que você remova a calcinha por ela estar refletindo na luz e assim dá para saber que você está de calcinha”, escreveu a atriz em sua autobiografia. Ao contar a história, ela também rebateu as alegações de Verhoeven de que a cena teria sido filmada com seu consentimento. “Sim, há muitos pontos de vista em relação a esse tema, mas levando-se em conta que sou eu a dona da vagina em questão, posso dizer: os outros pontos de vista são uma besteira. Agora, a questão é. Não importa mais. Era eu e as minhas partes lá. Eu decidi fazer. Eu fui até a sala de projeção e dei um tapa na cara do Paul e saí, entrei no meu carro e liguei para o meu advogado, Marty Singer”, contou Apesar de ter considerado processar o diretor e os produtores do filme, ao final Stone concluiu que a cena era relevante para o contexto da história. A cruzada de pernas marcou época. “Instinto Selvagem” estourou nas bilheterias, Sharon Stone virou sex symbol, tornou-se uma atriz requisitadíssima, seu salário para novos projetos se multiplicou e ela até recebeu uma indicação ao Globo de Ouro por viver a psicopata sexy Catherine Tramell no filme de Verhoeven. Em 2006, ela estrelou a continuação do filme, evocando a cena icônica no cartaz do lançamento – desta vez, um fracasso de bilheterias. Veja abaixo a cruzada de pernas mais famosa do cinema e a capa do livro de memórias de Sharon Stone.
Atriz de Punky revela lado sombrio da carreira infantil em documentário
A atriz Soleil Moon Frye, que marcou época como a personagem-título de “Punky – A Levada da Breca”, em meados dos anos 1980, assina um documentário que foi lançado na plataforma americana Hulu nesta sexta-feira (12/3). Produzido por seu amigo Leonardo DiCaprio, o filme se chama “Kid 90” e traz a atriz relembrando o lado nada infantil de sua carreira como estrela mirim, regada por excessos com entorpecentes, além de apresentar histórias de bastidores das filmagens com outros atores infantis da época. Dirigido e apresentado por Soleil, “Kid 90” traz imagens dela durante toda a sua juventude, mas se concentra na sua transição para a adolescência, após o fim da série infantil. “Fazíamos coisas que adolescentes fazem, só que acontecia de estarmos em Hollywood”, explicou a atriz em entrevista sobre o projeto para o The New York Times. Sobre o fato de DiCaprio produzir seu filme, ela contou que ambos faziam parte do mesmo grupo de astros infantis. “Havia umas 12 crianças na indústria, então a gente se conhecia”, citando outros amigos famosos como Brian Austin Green, Daniel O’Connor, Jenny Lewis, David Arquette, Jonathan Brandis, Sara Gilbert, Kevin Connolly e Charlie Sheen. Entre outras coisas, o documentário revela que Soleil perdeu a sua virgindade com Sheen quando tinha 18 anos, logo depois de se mudar para Nova York. Os dois tiveram um caso, mas segundo ela, nunca foi um namoro sério. Além disso, Soleil diz que Jenny Lewis, que se tornou uma cantora famosa na cena indie, era sua fornecedora de drogas, enquanto David Arquette era seu companheiro na hora de usar heroína. Livre das drogas, Soleil hoje tem quatro filhos, de seu casamento com o produtor Jason Goldberg, que durou de 1998 a 2020. Atualmente, ela estrela uma continuação de sua série clássica. “Punky Brewster” (o mesmo título original de “Punky – A Levada da Breca”) traz Soleil Moon Frye como uma Punky adulta e mãe divorciada de três crianças, prestes a incluir uma quarta menina adotada na família. A nova série foi lançada em 25 de fevereiro nos EUA, na plataforma de streaming Peacock. Veja o trailer de “Kid 90”, em que a atriz relembra “os velhos tempos”.
Leon Gast (1936 – 2021)
O documentarista Leon Gast, vencedor do Oscar por “Quando Éramos Reis” (1996), que capturou em detalhes a luta “Rumble in the Jungle” de 1974 entre Muhammad Ali e George Foreman, morreu nesta segunda-feira (8/3), aos 85 anos. A causa da morte não foi divulgada. Gast começou sua carreira como diretor de fotografia de “Blonde on a Bum Trip”, uma produção hippie-psicodélica de 1968. Em 1974, ele viajou a Kinshasa, no país então chamado de Zaire (o Congo atual), para filmar um festival de música, mas no meio do trabalho resolveu se concentrar na luta entre Ali e Foreman, que registrou o momento histórico em que Ali recuperou o título dos pesos pesados com um nocaute em oito assaltos contra o jovem e favorito Foreman. Com o material do festival, ele lançou o curta “B.B. King: Live in Africa”, mas voltou com 300 mil pés de filme da luta que pretendia transformar num longa-metragem. Mas enfrentou uma série de dificuldades e, pela falta de recursos para concluir e lançar o documentário, seguiu filmando outros projetos musicais, como “Salsa” (1976), “The Grateful Dead Movie” (1977), que co-dirigiu com Jerry Garcia, e “Celia Cruz: Guantanamera” (1989). Ele explicou os desafios jurídicos que impediam o lançamento do filme numa entrevista ao jornal The Jersey Journal em 2011: “[o promotor de boxe] Don King processou, [o distribuidor] Hank Schwarz processou, [o promotor de música] Lloyd Price processou”… O filme só pôde ser visto quando o produtor David Sonenberg pagou uma fortuna para garantir todos os direitos em 1996. Assim que recebeu permissão para existir, “Quando Éramos Reis” teve reconhecimento imediato em sua première no Festival de Sundance, vencendo o Prêmio Especial do Júri. O filme também venceu o Critics Choice e o Spirit Award (o Oscar indie) de Melhor Documentário, antes de ser consagrado na premiação da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywoo. Cerca de duas décadas após sua filmagem original, o longa mudou a vida e a carreira de Gast. Seus projetos seguintes conseguiram apoios fartos financeiros, entre eles “Destrua essa Câmera” (2010), um retrato do pioneiro paparazzo Ron Galella, que lhe rendeu o prêmio de Melhor Diretor de Documentário no Festival de Sundance. O cineasta também foi produtor executivo do documentário “The Trials of Muhammad Ali” (2013) da rede pública PBS, premiado com o Emmy.
Space Jam 2 vai corrigir sexualização de Lola Bunny
O diretor Malcom D. Lee revelou que uma de suas missões em “Space Jam: O Novo Legado” foi corrigir o visual de Lola Bunny. A personagem, uma coelha que vira objeto de desejo do Pernalonga, chocou o diretor por sua sexualização no longa de 1996. “Estamos em 2021. É importante refletir a autenticidade de personagens femininas fortes e capazes. No nosso filme, ela é a melhor jogadora do time – sem contar o LeBron [James], é claro”, disse o diretor, em entrevista à revista Entertainment Weekly. Imagens adiantadas pela produção também revelam uma “nova Lola” completamente diferente do desenho dos anos 1990. Em vez da sex symbol de roupas curtas e curvas protuberantes, ela surge como uma garota esportista, em roupas largas que não a objetificam. Veja abaixo. Na entrevista, Lee também disse que Lola aparecerá inicialmente com as amazonas da Mulher-Maravilha, um dos vários mundos que integrarão a nova história. Ela inicialmente relutará em voltar para seu antigo time de basquete, apesar de ser a melhor jogadora. O novo “Space Jam” mostrará o Tune Squad, time dos Looney Tunes, enfrentando uma nova ameaça nas quadras de basquete. E para vencer o novo desafio, convocam ninguém menos que LeBron James, um dos maiores astros do esporte. Em desenvolvimento há quatro anos, a continuação de “Space Jam” definiu LeBron James em 2016 como o “novo Michael Jordan” da franquia – isto é, o novo astro de basquete do time do Pernalonga. Mas só contratou o diretor Malcolm D Lee, da comédia de sucesso “Viagem das Garotas” (2017), em julho de 2019 – após negociações com Justin Lin (que saiu para fazer “Velozes e Furiosos 9” e “10”) e Terence Nance (“Uma Super-Simplificação de Sua Beleza”). O longa contará também com os jogadores da NBA Anthony Davis, Damian Lillard, Klay Thompson e as estrelas da WNBA Diana Taurasi, Nneka Ogwimike e Chiney Ogwumike. Para completar, os atores Don Cheadle (“Vingadores: Ultimato”) e Sonequa Martin-Green (“Star Trek: Discovery”) também estão no longa. O roteiro foi escrito por Ryan Coogler (“Pantera Negra”) e Sev Ohanian (“Buscando…”), e a estreia segue marcada, sem ter sido alterada pela pandemia, para julho de 2021. Lola Bunny redesign from 1996 > 2021 pic.twitter.com/Uc4uBX7FCT — SB® (@drakecereal) March 4, 2021
Pose vai acabar na 3ª temporada
O canal pago americano FX anunciou que sua série inovadora “Pose” chegará ao fim em sua 3ª temporada. Como se já não fosse ruim o suficiente, a temporada final será a mais curta de todas, contando apenas com sete episódios. A série retorna em 2 de maio nos EUA, com a exibição de dois episódios, e o FX transmite o último capítulo no dia 6 de junho. Na fase final, a trama vai saltar de 1991 para 1994, quando a cena original dos salões de baile é uma memória distante para Blanca (MJ Rodriguez), que luta para equilibrar suas atividades como mãe, parceira de um novo amor e seu novo papel como auxiliar de enfermagem. Enquanto isso, à medida que a AIDS se torna a principal causa de morte de americanos com idades entre 25 e 44 anos, Pray Tell (Billy Porter) enfrenta problemas de saúde inesperados. Paralelamente, o surgimento de uma nova e poderosa casa força os membros da Casa Evangelista a lutar por seu legado. Embora o anúncio do final possa decepcionar os fãs, “Pose” deixou sua marca na História da TV ao apresentar um número recorde de personagens trans interpretados por atores trans, e também por transformar Billy Porter no primeiro homem assumidamente gay a ganhar o Emmy de Melhor Ator. Sem esquecer do feito de Janet Mock, a primeira mulher trans negra contratada como roteirista de uma série de TV, bem como a primeira trans a dirigir um episódio de TV. “Pose” também contratou o maior elenco de atores LGBTQIA+ de todos os tempos para uma série televisiva. “Pudemos contar a história exata que queríamos, como queríamos contá-la, e estou incrivelmente honrado e grato”, disse o co-criador Ryan Murphy em um comunicado divulgado nesta sexta-feira (5/3). A série premiada foi um dos últimos programas criados por Murphy no FX, antes de surpreender a indústria com sua mudança para a Netflix. Mas o co-criador Steven Canals permaneceu no canal, agora sob administração da Disney, e já está preparando outra série com tema LGBTQIA+ para exibição no FX. Canals também se manifestou sobre o final da série. “‘Escreva o programa de TV que você quer assistir! Isso é o que me disseram em 2014 enquanto concluí meu mestrado em roteiro”, disse o produtor no comunicado. “Na época, não víamos muitos personagens negros e latinos – que por acaso também eram LGBTQIA+ – preenchendo as telas. E então escrevi o primeiro rascunho de um piloto que o ‘eu mais jovem’ merecia. ‘Pose’ foi concebida como uma carta de amor para a comunidade underground dos salões de baile de Nova York, para minha amada Nova York, para minha família queer e trans, para mim mesmo. Eu, junto com meus incríveis colaboradores, nunca tive a intenção de mudar o cenário televisivo. Eu simplesmente queria contar uma história honesta sobre família, resiliência e amor. Tenho a sorte de ter feito isso por três temporadas. Estou muito grato aos nossos intrépidos escritores e elenco que fizeram ‘Pose’ ganhar vida, e me sinto comovido por nosso público leal, grato à comunidade dos bailes que confiou em nós para contar sua história, e pela crítica que nos abraçou calorosamente, além de eternamente grato a Ryan Murphy, FX e 20th Television por mudarem minha vida.” Ao lado dos criadores, o presidente da FX, John Landgraf, fez questão de registrar seus elogios ao trabalho desenvolvido. “As palavras não podem realmente expressar minha gratidão e apreço por aqueles que deram à FX e ao mundo o presente que é ‘Pose'”, disse o executivo. “Ryan Murphy, Steven Canals, nosso elenco incomparável e seus colaboradores criaram uma obra-prima e, ao fazer isso, deixaram um legado indelével que abrirá portas, novas portas, para a comunidade trans. ‘Pose’ é a prova de que nosso compromisso em dar mais oportunidades a escritores, diretores, produtores, atores e artesãos sub-representados não foi feito para sinalizar nossa virtude, mas sim porque nosso mundo está literalmente cheio de gênios inexplorados procurando nada mais do que uma chance para provar seu extraordinário talento, beleza e valor no mercado de histórias. ‘Pose’ sempre foi um drama familiar – um drama sobre aceitação e inclusão, dor e alegria, luta e perseverança e, acima de tudo, amor. A 3ª e última temporada é um final adequado e bonito para esta história.” Os elogios ainda ganharam eco de Dana Walden, presidente do conselho de entretenimento da Walt Disney TV. “‘Pose’ representa uma grande fonte de orgulho para todos nós da Disney Television Studios”, disse Walden. “Esta série demonstra o poder de nossa indústria para iluminar os sub-representados e apontar para nossa humanidade comum – e fazê-lo com brilho, bom gosto e pura fabulosidade! Um agradecimento especial a Ryan por nos apresentar a vozes como Steven Canals e Janet Mock, e abrir o caminho para que eles fizessem seu melhor trabalho. E embora estejamos tristes por nos despedirmos do programa no final desta temporada, o público está prestes a ter uma bela e emocionante viagem final.” Ryan Murphy finalizou: “‘Pose’ tem sido um dos maiores destaques criativos de toda a minha carreira. Desde o início, quando Steven Canals e eu sentamos para ouvir sua visão e ideias para o programa, tem sido um projeto apaixonante. Desde o início da minha carreira no final dos anos 1990, quando era quase impossível colocar um personagem LGBTQIA+ na televisão, até ‘Pose’ – que ficará na história por ter o maior elenco LGBTQIA+ de todos os tempos – foi uma evolução verdadeiramente completa para mim”, disse Murphy. “A história de ‘Pose’ pode terminar em 1996, mas seu impacto durará para sempre.”
Volta dos Animaniacs é renovada para 3ª temporada
A plataforma americana Hulu renovou a nova versão de “Animaniacs” para sua 3ª temporada. O anúncio de outra rodada de 10 episódios foi feito antes da estreia da 2ª temporada, que ainda não tem data, mas é esperada para este ano. O programa foi revivido em novembro passado, quando completou 22 anos fora do ar. A princípio, foram encomendadas duas novas temporadas simultâneas, num contrato firmado com as produtoras Warner Bros. Animation e Amblin Television (do cineasta Steven Spielberg). Por conta desse acordo, a renovação atual é, na verdade, a primeira encomenda de episódios inéditos desde que o projeto ganhou sinal verde. Inspirada nos célebres cartoons “Looney Tunes” da Warner, “Animaniacs” gira em torno de personagens que tinham sido esquecidos nos arquivos do estúdio: os verdadeiros irmãos Warner – o tagarela Yakko, o guloso e sagaz Wakko e a fofa Dot – , estrelas da era de ouro da animação, que após sua fase de sucesso e fama foram trancados no estúdio, por serem considerados perigosamente malucos, e passaram a morar em segredo na famosa torre d’água da sede da Warner Bros. A cultuada série animada dos anos 1990 também introduziu os populares ratinhos Pinky e Cérebro, que também voltaram em novos desenhos, em sua missão contínua para dominar o mundo. O revival conta com os dubladores originais e com o famoso produtor da animação, ninguém menos que Steven Spielberg (“Jurassic Park”).
Carla Diaz deixou Chiquititas porque achou que o mundo ia acabar no ano 2000
A atriz Carla Diaz fez uma revelação curiosa, que chocou e divertiu os participantes do “BBB 21”. Durante uma conversa registrada no reality show da rede Globo, ela contou que o motivo de sua saída da popular série infantil “Chiquititas” do SBT foi o medo de estar longe da família quando o mundo acabasse no ano 2000. Era a época em que se falava muito sobre o “bug do milênio” e profecias apocalípticas sobre a véspera do século 21. Estrela da trama do SBT entre os anos de 1997 e 1999, Carla tinha só 9 anos de idade e a produção de “Chiquititas” acontecia na Argentina, deixando-a afastada dos familiares. “Todo ano, minha mãe me perguntava se eu queria continuar”, contou. “E lembro que viviam falando naquela história de que o mundo iria acabar. Disse que queria parar”, relatou. “Pensei em ficar mais tempo com a minha família. Mas não disse para ela que tinha desistido por isso”, recordou a atriz. Depois de sua saída, “Chiquititas” teve só mais uma temporada, saindo do ar um pouco depois do fim do mundo, em 2001. Carla Diaz, por sua vez, entrou logo em seguida em “O Clone”, onde viveu sua personagem mais popular, a pequena Khadija. Para mostrar como essa época ficou distante, seu próximo papel nas telas é o oposto de inocente. A atriz é a estrela do filme “A Menina que Matou os Pais”, em que vive Suzane von Richthofen. Devido a pandemia de coronavírus, a produção está sem previsão de estreia.
Netflix revela trailer de documentário sobre o rapper Notorious B.I.G.
A Netflix divulgou o pôster e o trailer legendado de “Notorious B.I.G. – A Lenda do Hip Hop” (Biggie: I Got a Story To Tell), documentário que retrata os muitos lados do rapper The Notorious B.I.G., também conhecido como Biggie Smalls e que nasceu Christopher Wallace. Um dos mais talentosos rappers dos anos 1990, Biggie foi assassinado em 1997 e já inspirou um filme sobre sua vida, “Notorious B.I.G. – Nenhum Sonho é Grande Demais” (2009), além de produções dedicadas à investigação de sua morte, como a minissérie “Unsolved” (2018) e o filme “City of Lies” (2018), com Johnny Depp. De acordo com a Netflix, o documentário “oferece um novo olhar sobre um dos maiores e mais influentes rappers de todos os tempos, feito por aqueles que o conheceram melhor. Produzido em colaboração com a família de Biggie, ‘A Lenda do Hip Hop’ é o retrato de um homem cuja rápida ascensão e fim trágico esteve no centro da tradição do rap por mais de 20 anos.” Dirigido por Emmett Malloy, que fez carreira dirigindo clipes de “rock” (de Metallica a Avril Lavigne), o filme apresenta imagens raras gravadas pelo melhor amigo de Wallace, Damion “D-Roc” Butler e novas entrevistas com amigos e familiares do rapper que foi assassinado em um tiroteio nunca solucionado em 9 de março de 1997, e teria relação com o assassinato de Tupac Shakur um ano antes. O filme tem produção executiva de Sean Combs, o produtor musical (também conhecido como Puff Daddy, P Diddy e Puffy) que lançou a carreira de Biggie, além de sua mãe, Voletta Wallace, Mark Pitts, Stanley Buchthal e Emmett e Brendan Malloy. “Notorious B.I.G. – A Lenda do Hip Hop” tem estreia marcada para 1º de março.
Nova versão de “A Outra Face” será continuação do filme de 1997
O diretor Adam Wingard manifestou-se nas redes sociais sobre a notícia de que faria um remake de “A Outra Face”, thriller de ação de 1997 em que John Travolta e Nicolas Cage roubam a cara um do outro. “Eu nunca iria reimaginar ou refazer ‘A Outra Face’. É um filme de ação perfeito. Simon Barrett e eu estamos escrevendo uma continuação”, ele apontou em seu Instagram, grafando algumas palavras com caixa alta, ao lado de uma foto de Nicolas Cage gritando numa cena do longa. A explicação sugere que “A Outra Face” será um novo “Bruxa de Blair”. Wingard também fez uma continuação do filme de terror de 1999, que muita gente confundiu com remake por ter sido produzido com praticamente o mesmo título do original. Mas seu “Bruxa de Blair” realmente continuava a história de “A Bruxa de Blair”, ainda que de forma bastante marginal, via inclusão de uma parente de um personagem original. Isto significa que John Travolta e Nicolas Cage vão voltar aos papéis principais? Não necessariamente. Veja-se novamente “Bruxa de Blair”, que não repetiu nenhum integrante do filme original, embora eles fossem citados o tempo inteiro. O não remake é uma produção da Paramount Pictures, que escolheu o diretor do vindouro “Godzilla vs. Kong” para dirigir e escrever o roteiro com seu parceiro habitual Simon Barrett. O longa de 1997 acompanhava um agente do FBI que passava por um transplante facial para assumir a identidade de um terrorista. Mas o plano dá errado quando o vilão também começa a se passar pelo agente. Apesar de possuir uma premissa bastante absurda, o filme original se tornou o maior sucesso americano do diretor John Woo, com US$ 246 milhões em bilheteria mundial. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Adam Wingard (@adamwingard)
Diretor de “Godzilla vs. Kong” fará continuação de “A Outra Face”
A Paramount Pictures escolheu o diretor Adam Wingard, do vindouro “Godzilla vs. Kong”, para comandar uma nova versão de “A Outra Face” (Face/Off), thriller de ação de 1997 em que John Travolta e Nicolas Cage roubavam a cara um do outro. O novo filme será uma continuação do original. Wingard, que não tem boas experiências com remakes/reboots (basta lembrar de seus “Death Note” e “Bruxa de Blair”), também escreverá o roteiro com seu parceiro habitual Simon Barrett. Isso significa que o estúdio descartou a ideia de Oren Uziel (“Paradoxo Cloverfield”), que estava escrevendo um primeiro esboço do projeto. Apesar de possuir uma premissa bastante absurda, o filme original se tornou o maior sucesso americano do diretor John Woo, com US$ 246 milhões em bilheteria mundial. O longa de 1997 acompanhava um agente do FBI que passava por um transplante facial para assumir a identidade de um terrorista. Mas o plano dá errado quando o vilão também começa a se passar pelo agente. Relembre abaixo o trailer do filme original.












