Regé-Jean Page vai estrelar novo filme de “O Santo”
O ator Regé-Jean Page, que viveu Simon Basset em “Bridgerton”, vai estrelar o novo filme da franquia “O Santo” em produção na Paramount. O reboot será o segundo projeto seguido de Regé-Jean Page no estúdio, onde está atualmente filmando “Dungeons & Dragons”. Mas a escalação marca uma grande alteração no projeto. No ano passado, os produtores buscavam fechar com Chris Pine, intérprete de Steve Trevor em “Mulher-Maravilha” e do Capitão Kirk em “Star Trek”, e aparentemente a “negociação avançada” acabou não sendo concluída. Com a mudança racial do personagem principal, a Paramount também trouxe a bordo o roteirista Kwame Kwei-Armah, que está trabalhando num musical de Spike Lee, para reescrever a história. Criado pelo escritor Leslie Charteris, o Santo é um personagem literário dos anos 1920, mas deve sua grande popularidade a uma série de TV da década 1960, estrelada por Roger Moore. A atração fez um sucesso tão grande que acabou credenciando o ator a virar James Bond. Identidade “secreta” de Simon Templar, o Santo é basicamente um Robin Hood moderno, um ladrão britânico que rouba criminosos em nome de boas causas, enriquecendo enquanto ajuda os oprimidos. A Paramount já filmou o personagem em 1997, num longa estrelado por Val Kilmer (“The Doors”) e dirigido por Philip Noyce (“Salt”), mas a produção se afastou bastante da premissa original, mostrando o protagonista contratado pela máfia russa para roubar uma fórmula de fusão de energia, até uma bela cientista entrar em cena para fazê-lo rever seus pecados. Apesar de a nova versão ainda estar em estágio inicial, o projeto se arrasta há pelo menos cinco anos e chegou a motivar negociações anteriores até com Chris Pratt (“Guardiões da Galáxia”) para estrelar o longa. Um dos últimos a entregar roteiro para a atual adaptação tinha sido Seth Grahame-Smith (“Uma Aventura Lego”), mas esse texto foi dispensado na mais recente configuração da produção. Com as últimas mudanças, não está claro se o cineasta Dexter Fletcher, diretor de “Rocketman”, vai continuar à frente do projeto. Relembre abaixo a abertura da série clássica:
Atriz mirim de “Emergence” será filha de Charlotte no revival de “Sex and the City”
A jovem atriz Alexa Swinton, de 12 anos de idade, entrou no revival de “Sex and the City” da HBO Max, intitulado “…And Just Like That”. Ela é conhecida por ter vivido Piper, a protagonista mirim da série sci-fi “Emergence”, e coadjuvar “Billions” como a filha do personagem de Paul Giamatti. Swinton também está no elenco no terror “Tempo”, de M. Night Shyamalan, que estreia nesta quinta (29/7) no Brasil. Em “…And Just Like That”, ela viverá Rose Goldenblatt, a filha de Charlotte York Goldenblatt (Kristin Davis) e seu marido Harry (Evan Handler). A participação não foi anunciada oficialmente, mas os detalhes vieram à tona após a menina ser fotografada no set da série, ao lado de seus “pais” e da novata Cathy Ang (dubladora de Fei Fei em “A Caminho da Lua”), que fontes da imprensa americana sugerem ser Lily, a filha mais velha dos Goldenblatt. O elenco de crianças da atração também inclui Niall Cunningham (da série “Life in Pieces”) como Brady Hobbes, o filho de Miranda Hobbes (Cynthia Nixon) e seu marido Steve (David Eigenberg). Todos estes personagens, mais Carrie Bradshaw (Sarah Jessica Parker), Stanford Blatch (Willie Garson) e Anthony Marentino (Mario Cantone) foram reunidos na gravação de uma cena festiva no exterior da Escola de Música de Manhattan nos últimos dias, que originou as informações.
Alicia Silverstone recria cena de “Patricinhas de Beverly Hills” com seu filho
A atriz Alicia Silverstone recriou mais uma cena do clássico “As Patricinhas de Beverly Hills” (1995) com seu filho Bear Blu. Um mês depois de ter estreado no TikTok com a primeira recriação, ela retomou o papel de Cher Horowitz para comemorar o aniversário de 26 anos do lançamento do filme. O novo vídeo gira em torno de uma piada sobre seu vestido. No filme, o pai reclamava que o traje parecia roupa de baixo. Quem disse que aquilo era um vestido? “Calvin Klein”, respondia Cher, de forma inocente. Pra quem não tem idade para entender o contexto, a grife Calvin Klein estava bombando com propagandas de cuecas e calcinhas na época. A atriz dublou suas falas na recriação, enquanto seu filho de 11 anos interpretou seu pai no filme, papel de Dan Hedaya. Fãs da comédia clássica vão ganhar em breve uma nova série derivada do filme, que será focada em Dionne, a melhor amiga de Cher, vivida por Stacey Dash tanto no filme de 1995 quanto na série lançada no ano seguinte, que teve três temporadas. Ainda sem título, a nova atração será, portanto, a segunda série inspirada no longa da cineasta Amy Heckerling, que também lançou as carreiras cinematográficas da precocemente falecida Brittany Murphy e do ator Paul Rudd, agora astro da Marvel. Veja abaixo a recriação e a cena original do filme, além de fotos do “making of” da recriação. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Alicia Silverstone (@aliciasilverstone) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Alicia Silverstone (@aliciasilverstone)
“Power Book III: Raising Kanan” é renovada antes da estreia
O canal pago americano Starz renovou “Power Book III: Raising Kanan” antes da estreia. A produção é a segunda série derivada da campeã de audiência do canal, “Power”, encerrada no ano passado. A trama é um prólogo da série original de Courtney Kemp, que leva os espectadores de volta aos anos 1990, época do pager e do boombox, para mostrar a juventude de Kanan Stark, retratado em “Power” pelo rapper, ator e produtor da franquia Curtis “50 Cent” Jackson. Em “Raising Kanan”, o personagem será vivido por Mekai Curtis (“Alexandre e o Dia Terrível, Horrível, Espantoso e Horroroso”). A trama vai acompanhar sua criação na região conhecida como Jamaica, no Queens, em Nova York, os amigos e as conexões que o levaram à seu destino trágico. 50 Cent também participa como narrador da história e o elenco ainda inclui Patina Miller (“Madam Secretary”), Omar Epps (“House”), London Brown (“Ballers”), Malcolm M. Mays (“Snowfall”), Shanley Caswell (“NCIS: Nova Orleans”), Lovie Simone (“Jovens Bruxas: Nova Irmandade”), Toby Sandeman (“The Royals”) e Joey Bada$$ (“Mr. Robot”). “Power Book III: Raising Kanan” tem produção de Courtney Kemp e Curtis Jackson, mas é uma criação de Sascha Penn (que trabalhou como produtor em “Power”). A estreia está marcada para o próximo domingo (18/7), com lançamento no Brasil pela plataforma Starzplay. Confira abaixo o trailer da atração em duas versões: dublada em português e com o idioma original.
Revival de “Sex and the City” ganha primeira foto oficial
A HBO Max divulgou a primeira foto oficial do revival de “Sex and the City”, intitulado “And Just Like That…”. A imagem traz Sarah Jessica Parker (Carrie), Cynthia Nixon (Miranda) e Kristin Davis (Charlotte) caminhando juntas pelas ruas de Nova York. A minissérie vai seguir as três estrelas da atração dos anos 1990 enquanto lidam com a evolução de suas vidas após completarem 50 anos. Criada por Darren Star (hoje à frente de “Emily em Paris”), a série original durou seis temporadas, entre 1998 e 2004 na HBO, e venceu vários prêmios Emmy – incluindo troféus de Melhor Atriz para Parker e Melhor Atriz Coadjuvante para Nixon. Após o final, o quarteto central ainda se reuniu em dois filmes, em 2008 e 2010. Mas enquanto o primeiro foi um sucesso de público e crítica, o fracasso do segundo implodiu os planos de uma trilogia e fez Kim Catrall (Samantha) jurar nunca mais voltar à franquia, criticando Parker. Das quatro protagonistas da série original, Kim Cattrall é a única que não participará do retorno – e há sites de apostas promovendo lances sobre o destino de Samantha na trama. Além disso, o elenco masculino voltará em peso, com destaque para Chris Noth, que reprisará seu papel como Mr. Big, mas sem esquecer Willie Carson (Stanford), Mario Cantone (Anthony), David Eigenberg (Steve) e Evan Handler (Harry). A principal novidade será a introdução de Sara Ramirez (a Dr. Callie Torres de “Grey’s Anatomy”) como uma personagem não-binária na trama. A atração terá 10 episódios. Sarah Jessica Parker revelou em seu Instagram que o primeiro vai se chamar “Hello, It’s Me” (veja abaixo), mas ainda não há previsão de estreia. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por SJP (@sarahjessicaparker)
Rainha Hortência e Magic Paula vão ganhar filme
A dupla lendária Rainha Hortência e Magic Paula, medalhistas olímpicas e campeãs mundiais de basquete pelo Brasil, vão virar filme. A produtora Café Royal foi uma das poucas autorizadas a captar recursos pela Ancine neste ano e vai colocar no cinema a história vitoriosa da parceria entre a cestinha e a armadora da Seleção Brasileira entre os anos 1989 e 1996, quando elas conquistaram o ouro nos jogos Pan-Americanos de Cuba em 1991, o título de campeãs mundiais em 1994 e a medalha de prata nas Olimpíadas de Atlanta em 1996. Elas serão vividas, respectivamente, pelas atrizes Letícia Colin (“Onde Está Meu Coração”) e Camila Márdila (“Que Horas Ela Volta?”), numa produção escrita e dirigida por mulheres, segundo adiantou o jornal Extra. Leticia, que é filha de professores de Educação Física, já jogou basquete durante a adolescência. A direção está a cargo de Georgia Guerra-Peixe, que estreou na função com o documentário “O Samba que Mora em Mim”, vencedor do In-Edit Barcelona e do Prêmio do Júri da Mostra de São Paulo em 2010. Ainda sem título conhecido, o longa deve começar a ser filmado ainda neste ano.
Veja cena de “Space Jam 2” que parodia “Matrix”
A Warner Bros. divulgou uma cena de “Space Jam: Um Novo Legado”, que parodia o filme “Matrix” (1999). A prévia traz a Vovó, Ligeirinho, Pernalonga e o astro da NBA Lebron James recriando o visual da sci-fi das irmãs Wachowski. O longa é continuação do híbrido animado “Space Jam: O Jogo do Século” (1996), e traz LeBron James no lugar de Michael Jordan, que teve a mesma missão nos anos 1990: liderar um time formado pelos Looney Tunes num jogo de basquete espacial. Desta vez, porém, o motivo de James é pessoal. Em vez de salvar o mundo, o jogo é para salvar a vida de seu filho. Com direção de Malcolm D. Lee (“Viagem das Garotas”) e animação computadorizada (bem diferente do visual 2D do filme anterior), o novo “Space Jam” ainda destaca em seu elenco Sonequa Martin-Green (“Star Trek: Discovery”) no papel da esposa de James, Cedric Joe (“Modern Family”) como o filho, Don Cheadle (“Vingadores: Ultimato”) como o vilão e até Zendaya (“Homem-Aranha: Longe de Casa”) como a voz de Lola Bunny, a melhor jogadora do Tune Squad. A estreia está marcada para 15 de julho, um dia antes do lançamento nos EUA.
Diretor anuncia que “Pânico 5” está finalizado
O diretor Tyler Gillett acabou o trabalho de pós-produção e anunciou que “Pânico 5” está finalizado. “Filme finalizado. Prometo que valerá a espera!”, ele escreveu, ao lado de uma foto em que aparece na sala de edição (veja abaixo). Gillett comanda o longa ao lado do parceiro Matt Bertinelli-Olpin. A dupla também fez junta o elogiado terrir “Casamento Sangrento” (Ready or Not), disponível nas melhores locadoras digitais do Brasil. A trama vai voltar a reunir os três sobreviventes da franquia, iniciada em 1996 pelo mestre do terror Wes Craven. Neve Campbell, Courteney Cox e David Arquette retomam pela quinta vez seus papéis como Sidney Prescott, Gale Weathers e Dewey Riley. Além do trio que apareceu em todos os filmes, a produção contará ainda com Marley Shelton, que viveu uma policial em “Pânico 4”, e os novatos Melissa Barrera (“Vida”), Jenna Ortega (“Jane the Virgin”), Jack Quaid (“The Boys”), Dylan Minnette (“13 Reasons Why”), Kyle Gallner (“Sniper Americano”), Mikey Madison (“Better Things”), Mason Gooding (“Fora de Série”) e Jasmin Savoy Brown (“The Leftovers”). O roteiro foi escrito por Guy Busick (também de “Casamento Sangrento”) e pelo veterano James Vanderbilt (“O Espetacular Homem-Aranha”). Já o escritor original da franquia, Kevin Williamson (que criou “The Vampire Diaries”), participa pela primeira vez apenas como produtor. Este também é o primeiro longa de “Pânico” sem direção de Wes Craven, falecido em 2015, mas pode não ser o final da franquia, caso faça sucesso nas bilheterias. A estreia no Brasil está marcada para o próximo 13 de janeiro, um dia antes do lançamento nos EUA. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por tylergillett (@tylergillett)
Documentário denuncia traumas do elenco do polêmico filme “Kids”
Exibido neste fim de semana no Festival de Tribeca, em Nova York, o documentário “The Kids” voltou a alimentar discussões em torno do polêmico filme “Kids”, lançado em 1995. Rodado com um orçamento apertado e um elenco formado por desconhecidos e amadores, “Kids” acompanhava um grupo de adolescentes skatistas, todos menores de idade, viciados em drogas e sexualmente promíscuos. Na época, a sexualidade escandalosa gerou críticas e problemas com o conselho de classificação etária dos EUA, que aplicou uma censura elevada, NC-17, a mais alta para lançamentos comerciais nos EUA. Mesmo assim, o filme arrecadou espantosos US$ 20,4 milhões nas bilheterias, catapultando as carreiras do diretor Larry Clark, do roteirista Harmony Korine e ainda lançou as agora estrelas Rosario Dawson e Chloë Sevigny. Apesar do sucesso das duas atrizes, a maioria dos desconhecidos que Clark escolheu para desempenhar papéis importantes tiveram dificuldades para encontrar trabalho após a estreia do filme e ficaram frustrados por receberem uma ninharia enquanto o diretor e os irmãos Weinstein, que produziram o longa, tiveram um grande lucro com o lançamento. O documentário mostra como suas vidas foram afetadas pelo sucesso do filme. “Meus sentimentos sobre o filme começaram a mudar depois que o vi no cinema e vi a reação global”, disse Hamilton Harris, roteirista-produtor do documentário e um dos atores não profissionais de “Kids”, que era um skatista de verdade na época do longa original. Em entrevista à Variety, Harris declarou que “Kids”, na época considerado tão realista que poderia ser quase um documentário, era apenas sensacionalista, sem se preocupar com os aspectos positivos de sua geração, como o forte senso de comunidade que haviam criado e a intensidade de suas amizades, que durariam toda a vida. “Éramos um grupo muito unido que andava de skate”, conta Harris. “Estávamos no lugar certo na hora certa e nos tornamos parte desse filme clássico e cultuado, e tivemos que lidar com tudo que veio com isso. Você pode tirar uma pessoa do gueto, mas não pode tirar o gueto de uma pessoa, e para mim gueto se refere ao trauma mental e emocional que passamos”. Harris tentou expressar isso por mais de uma década, especialmente depois que dois de seus colegas de elenco, Justin Pierce e Harold Hunter, morreram jovens por suicídio e overdose, tentando dar sentido à notoriedade trazida por “Kids”. “Há razões pelas quais Harold usava drogas e se isso não for compreendido, não podemos apreciar a plenitude de quem ele era como ser humano”, argumentou Harris. “E Justin. Ele estava no filme ‘Mais uma Sexta-Feira em Apuros’. Ele estava indo bem. Ele estava atuando, mas então ele se matou. O que leva uma pessoa a fazer isso? Precisamos entender.” Em um ponto, ele decidiu transformar sua angústia em filme e começou a escrever um roteiro. Por meio de um amigo em comum, conseguiu entrar em contato com Eddie Martin, um documentarista que já tinha abordado o mundo do skate no filme “All This Mayhem”, em 2014. Os dois se entenderam instantaneamente e começaram a trabalhar em “The Kids”. Para Martin, a história de “Kids” deve ser encarada como um conto de advertência. Algumas pessoas fizeram fortuna, enquanto as demais foram deixadas pelo caminho para lidar com as consequências. “É complexo, especialmente quando você aborda adolescentes que realmente não têm muitas alternativas”, ponderou Martin. “Eles aproveitaram a oportunidade? Como, se muitos não tinham sequer lares. Eram fugitivos ou moravam em ambientes tóxicos. Eles confiaram muito nos profissionais de ‘Kids’ e deram tudo de si. E depois ficaram sem ninguém para ajudá-los ou lhes dar orientação para aproveitar a estreita janela de oportunidade que se abriu para eles”. A filmagem de “Kids” foi tudo menos uma experiência profissional tradicional. Menores de idade foram filmados nus e as drogas exibidas nas telas não eram cenográficas, mas produtos reais prontamente disponíveis. Para muitos, a produção poderia ser mais bem descrita como um bacanal do que um set de cinema. Sem participar dos lucros da exploração de suas imagens, o elenco também se viu estereotipado como meninos de rua amorais, o que complicou ainda mais suas chances de prosseguir na carreira, além de criar sentimentos conflitantes. “Larry Clark costumava dizer: ‘Eu digo a verdade e a verdade pode ser chocante’”, lembra Martin. “Bem, minha resposta a isso é: a verdade de quem? ‘Kids’ foi comercializado de uma forma particular que teve um impacto sobre aqueles que foram vendidos como personagens específicos. Vinte e seis anos se passaram, então você pode ver as consequências disso.” Nem Clark nem Korine concordaram em participar da produção de “The Kids”. E Martin ainda sugere que eles estariam tentando impedir o lançamento do documentário. Ele contou que houve contestações legais ao uso de imagens do filme de 1995 em seu trabalho. “Alguém tem tentado impedir o filme de um ângulo legal”, diz Martin. “Eles estão tentando impedir o lançamento, mas estamos lutando pelo uso justo do material. Eles não podem impedir esses indivíduos de contar seu lado da história, então eles estão tentando fazer isso bloqueando o uso das imagens”. Lembre abaixo o trailer de “Kids”.
Produção do revival de “Sex and the City” já começou
O revival de “Sex and the City”, intitulado “And Just Like That…”, começou a ser produzido. A atriz Sarah Jessica Parker (a Carrie) publicou fotos no Instagram da primeira leitura coletiva de roteiros, do retorno ao prédio de sua personagem e do reencontro com suas duas coprotagonistas na atração, Cynthia Nixon (Miranda) e Kristin Davis (Charlotte). “Juntas de novo”, ela comentou. Nixon também publicou a imagem do trio, escrevendo ao lado da foto que “a amizade nunca sai de moda”. Os posts sugerem que as gravações propriamente ditas ainda não começaram. “Lendo juntas nossos primeiros episódios. Junto dos amigos e dos novos integrantes do elenco”, escreveu Parker na legenda de uma foto, acrescentando em outra que os principais intérpretes masculinos da série também estarão de volta no revival. Além de Chris Noth, que reprisará seu papel como Mr. Big, também estão confirmadas as participações de Willie Carson (Stanford), Mario Cantone (Anthony), David Eigenberg (Steve) e Evan Handler (Harry), além da novidade de Sara Ramirez, que viverá uma personagem não-binária na trama. Criada por Darren Star (hoje à frente de “Emily em Paris”), a série original durou seis temporadas, entre 1998 e 2004 na HBO, e venceu vários prêmios Emmy – incluindo troféus de Melhor Atriz para Parker e Melhor Atriz Coadjuvante para Nixon. Após o final, o quarteto central ainda se reuniu em dois filmes, em 2008 e 2010. Mas enquanto o primeiro foi um sucesso de público e crítica, o fracasso do segundo implodiu os planos de uma trilogia e fez Kim Catrall (Samantha) jurar nunca mais voltar à franquia, criticando Parker. Das quatro protagonistas da série original, Kim Cattrall é a única que não participará do retorno – e há sites de apostas promovendo lances sobre o destino de Samantha na trama. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por SJP (@sarahjessicaparker) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por SJP (@sarahjessicaparker) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por SJP (@sarahjessicaparker) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Cynthia Nixon (@cynthiaenixon)
Tick, Tick… Boom!: Veja o trailer do primeiro filme dirigido por Lin-Manuel Miranda
A Netflix divulgou o pôster e o trailer de “Tick, Tick … Boom!”, primeiro longa dirigido por Lin-Manuel Miranda (o autor de “Hamilton”), que adapta a peça homônima de Jonathan Larson, outro autor célebre da Broadway, responsável por “Rent”. Originalmente concebido como um trabalho solo autobiográfico, interpretado pelo próprio Larson em 1990, a peça foi ampliada após sua morte em 1996, fazendo sua estreia como musical off-Broadway em 2001. A versão que chega aos cinemas foi adaptada por outro autor de sucesso em musicais, Steven Levenson, responsável por “Dear Evan Hansen” – além de ter vencido o WGA Award (prêmio do Sindicato dos Roteiristas) pela minissérie “Fosse/Verdon”, homenagem ao gênero. “Tick, Tick … Boom!” traz Andrew Garfield (“O Espetacular Homem-Aranha”) como Jonathan Larson na véspera de seu aniversário de 30 anos e da estreia de um novo musical, “Superbia”, uma ópera rock inspirada em “1984”, de George Orwell, que nunca foi produzida. Na vida real, a frustração com o destino de “Superbia” levou o autor a criar “Tick, Tick … Boom!” como desabafo, dispensando a estrutura grandiosa dos espetáculos da Broadway para se apresentar acompanhado apenas por uma banda em pequenos palcos. Ao mesmo tempo em que apresentava o espetáculo solo, Larson acabou desenvolvendo “Rent”, seu maior sucesso, que infelizmente nunca pôde apreciar. Ele morreu de problemas cardíacos na manhã da première, aos 35 anos, vencendo todos os prêmios possíveis (do Tony ao Pulitzer) postumamente. A adaptação dessa fase criativa da vida de Larson também inclui em seu elenco MJ Rodriguez (“Pose”), Bradley Whitford (“The Handmaid’s Tale”), Judith Light (“Transparent”) e marca a volta de Vanessa Hudgens aos musicais que a consagraram na adolescência, como estrela da franquia “High School Musical”, da Disney. A produção vai estrear em streaming no outono norte-americano (nossa primavera), em data ainda não divulgada. E também terá exibição limitada nos cinemas, manifestando uma aposta da Netflix em indicações ao Oscar 2022.
Novo trailer de “Space Jam 2” reforça que o filme é exclusivo dos cinemas no Brasil
A Warner divulgou o novo pôster nacional e o trailer dublado em português da continuação do híbrido animado “Space Jam: O Jogo do Século” (1996), reforçando que, ao contrário do lançamento americano, o filme chegará por aqui apenas nos cinemas – nada de lançamento simultâneo com a HBO Max no mercado brasileiro. Intitulado “Space Jam: O Novo Legado”, o longa vai mostrar LeBron James no lugar de Michael Jordan, que teve a mesma missão nos anos 1990: liderar um time formado pelos Looney Tunes num jogo de basquete espacial. Desta vez, porém, o motivo é pessoal. Em vez de salvar o mundo, o jogo é para salvar a vida de seu filho. Com direção de Malcolm D. Lee (“Viagem das Garotas”) e animação computadorizada (bem diferente do visual 2D do filme anterior), o novo “Space Jam” ainda destaca em seu elenco Sonequa Martin-Green (“Star Trek: Discovery”) no papel da esposa de James, Cedric Joe (“Modern Family”) como o filho, Don Cheadle (“Vingadores: Ultimato”) como o vilão e até Zendaya (“Homem-Aranha: Longe de Casa”) como a voz de Lola Bunny, a melhor jogadora do Tune Squad. A estreia está marcada para 15 de julho, um dia antes do lançamento nos EUA. Veja abaixo o trailer nas versões dublada em português e no idioma original (com menção à HBO Max).
“Space Jam: Um Novo Legado” ganha vídeo esportivo da ESPN
A Warner produziu um novo vídeo promocional de “Space Jam: Um Novo Legado” em parceria com a ESPN. Em clima de programa esportivo, o vídeo analisa os times de basquete que se enfrentarão no desenho animado, com destaque para LeBron James e a segunda melhor jogadora da quadra, Lola Bunny, que aparece pela primeira vez com a voz de Zendaya (“Euphoria”). A atriz só se juntou oficialmente ao elenco do filme em abril passado. Continuação de “Space Jam: O Jogo do Século” (1996), “Um Novo Legado” mostra LeBron James repetindo a missão de Michael Jordan nos anos 1990: liderar um time formado pelos Looney Tunes num jogo de basquete espacial. Desta vez, porém, o motivo é pessoal. Em vez de salvar o mundo, o jogo é para salvar a vida de seu filho. Com direção de Malcolm D. Lee (“Viagem das Garotas”), o novo “Space Jam” ainda destaca em seu elenco Sonequa Martin-Green (“Star Trek: Discovery”) no papel da esposa de James, Don Cheadle (de “Vingadores: Ultimato”) como o vilão e várias estrelas da NBA e WNBA. A estreia está marcada para 16 de julho com lançamento simultâneo nos cinemas e na HBO Max nos EUA. No Brasil, o lançamento acontece um dia antes, a princípio apenas nos cinemas.












