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    Bernardo Bertolucci (1941 – 2018)

    26 de novembro de 2018 /

    O cineasta italiano Bernardo Bertolucci morreu nesta segunda-feira (26/11), aos 77 anos. Celebrado por clássicos como “O Último Tango em Paris” (1972) e “O Último Imperador” (1987), ele lutou por anos contra um câncer, mas não resistiu. Com a saúde deteriorada, locomovia-se com uma cadeira de rodas há cerca de uma década, porém nem isso o impediu de realizar um último filme recentemente. Bertolucci foi um dos maiores nomes do cinema italiano e mundial, o mais novo e último remanescente de uma geração que contava com Fellini, Antonioni, Pasolini e Visconti, cuja obra autoral marcou gerações. Vencedor do Oscar de Melhor Direção por “O Último Imperador” – filme que conquistou ao todo nove troféus da Academia – , ele também foi homenageado com a Palma de Ouro, do Festival de Cannes, pelo conjunto da obra. E que obra. Filho de Attilio Bertolucci, um famoso poeta italiano, ele costumava acompanhar seu pai ao cinema em Parma, a cidade onde ele nasceu e cresceu, e começou a fazer filmes de 16mm aos 16 anos de idade. Conheceu o poeta Pier Paolo Pasolini através de seu pai, e quando Pasolini dirigiu seu primeiro filme, “Accattone – Desajuste Social” (1961), Bernardo foi contratado como assistente de produção. Um ano depois, ele dirigiu seu primeiro longa-metragem, “A Morte” (1962), baseado em um esboço de cinco páginas de Pasolini. Rodado quando ele tinha 22 anos de idade, o filme investigava o mistério de um assassinato por meio de flashbacks e diferentes perspectivas de testemunhas, que narravam o que viram ao investigador do caso, um figura invisível para os espectadores. O estilo era diferente e ousado já naquela época, resultado, segundo ele, de quem “tinha visto muitos e muitos filmes”. “Antes da Revolução” (1964) foi um trabalho muito mais pessoal, explorando os problemas de um jovem egoísta de classe média que se vê dividido entre política radical e conformidade, e entre um caso apaixonado com sua jovem tia e seu casamento burguês. Ele opta por respeitabilidade em ambos os casos. Vagamente baseado no romance “A Cartuxa de Parma”, de Stendhal, o filme chamou atenção por ser tecnicamente impressionante e pela capacidade de Bertolucci de articular temas, como o pai traidor e a conexão da libido com a política, que ele exploraria ao longo da carreira. Em “Partner”, ele adaptou “O Duplo” de Dostoiévski, atualizando a trama para a Roma de 1968 e incluindo uma homenagem à novelle vague, ao mostrar o protagonista, interpretado por Pierre Clémenti, falando francês, enquanto todos os demais falam italiano. No mesmo ano, Bertolucci assinou o roteiro do filme que passou a ser celebrado como auge do gênero spaghetti western, “Era uma Vez no Oeste”, de Sergio Leone, em que manifestou pela primeira vez suas aspirações épicas. Sua carreira estourou na década seguinte, após dar ao operador de câmera de “Antes da Revolução” o status de diretor de fotografia. A parceria com Vittorio Storaro marcou época. Fizeram oito filmes juntos, sendo o primeiro “A Estratégia da Aranha” (1970), que transpôs a história de Jorge Luis Borges da Irlanda para a Itália, mudando o contexto político para um retrato do fascismo dos anos 1930, ao mostrar que o pai, que o protagonista considerava um herói, era realmente um traidor. Um de seus maiores clássicos foi rodado quase ao mesmo tempo. “O Conformista” (1970) juntou as preocupações freudianas e políticas de Bertolucci em um estudo da Itália fascista, que procurava captar o pensamento da extrema direita por meio de um protagonista reprimido. Um homossexual que se recusava a se assumir, vivido por Jean-Louis Trintignant, e que por isso optava por valores burgueses e pela violência, recebendo do partido fascista a missão de assassinar seu ex-professor. O roteiro adaptado da obra de Alberto Moldavia rendeu ao cineasta sua primeira indicação ao Oscar. Impressionante, por ser um “filme falado em língua estrangeira”. O longa também se destacou pelo florescimento do estilo cinematográfico de Bertolucci, com tomadas elaboradas, ângulos de câmera barrocos, cores opulentas, cenografia repleta de ornamentos e um intrincado jogo de luz e sombra, que quase transformavam o filme em 3D só pelo impacto visual. Mas nenhum filme marcou mais sua carreira, para o bem e para o mal, que o que veio em seguida. “O Último Tango em Paris” se tornou um clássico do cinema erótico, por seu retrato de um relacionamento anti-romântico, baseado apenas em sexo, entre uma ninfeta e um homem bem mais velho, vividos por Maria Schneider, então com 19 anos, e Marlon Brando, de 48, que não querem saber nada um do outro, nem mesmo o nome. Altamente sensual, mas também violento, o filme provocou muitas discussões na época e rende assunto até hoje. Na ocasião, o cineasta foi indiciado por um tribunal em Bolonha por fazer um filme pornográfico. Embora tenha sido absolvido, perdeu seus direitos civis (incluindo seu direito de voto) por cinco anos e os tribunais italianos ordenaram que todas as cópias do filme fossem destruídas. Mas a obra estourou no exterior, lotou cinemas, gerou frisson e rendeu a segunda indicação ao Oscar para Bertolucci, desta vez como Melhor Diretor. Muito já se falou sobre a cena da manteiga, usada para simular lubrificação numa simulação de estupro. Uma violação não consentida que, na trama, levava a jovem protagonista a encerrar o relacionamento, algo que o homem não consegue entender. Maria Schneider denunciou Bertolucci e Brando, anos depois em sua autobiografia, pela violência da encenação. Mesmo que o estupro fosse simulado, ela se disse vítima de agressão, já que o uso da manteiga não estava no roteiro ou tinha sido combinado, e foi resultado de um ato violento, com Brando jogando-a no chão e tocando sua partes íntimas. Em uma entrevista de 2007, quatro anos antes de morrer, Schneider disse que suas “lágrimas eram verdadeiras” no filme. Em dezembro de 2016, a polêmica voltou à tona, quando uma entrevista antiga de Bertolucci ressurgiu nas redes sociais. Nela, Bertulucci assumia: “A sequência da manteiga foi uma ideia que eu tive com Marlon na véspera da filmagem. Eu queria que Maria reagisse, que ela fosse humilhada. Eu não queria que ela interpretasse a raiva, eu queria que ela sentisse raiva e humilhação”. A confissão ultrajou feministas. “A todos que gostaram do filme, vocês estão vendo uma jovem de 19 anos sendo violentada por um homem de 48 anos. O diretor planejou a agressão. Isso me dá nojo”, tuitou a atriz Jessica Chastain, que, depois, tomaria a frente do movimento Time’s Up, contra abusos e discriminação contra as mulheres em Hollywood. Essa discussão demorou décadas para assumir contornos mais negativos, o que levou Bertolucci a passar seus últimos anos se defendendo. Entretanto, ele também se beneficiou bastante da controvérsia. O interesse gerado pelas reputação de “O Último Tango em Paris” ajudou Bertolucci a obter o financiamento necessário para embarcar em seu projeto mais ambicioso, “1900”. O filme de 1977 foi o primeiro grande épico de sua carreira como diretor, com uma duração de nada menos de cinco horas, além de consumir um dos maiores orçamentos do cinema italiano. O diretor ainda quis aproximar duas escolas rivais de cinema, as grandes produções hollywoodianas e o realismo socialista do cinema russo dos anos 1930, para narrar a história da Itália sob o ponto de vista da luta de classes, representado pelos dois protagonistas: Olmo (Gérard Depardieu), o filho de uma camponesa, e Alfredo (Robert De Niro), o filho do dono da fazenda (Burt Lancaster), ambos nascidos no mesmo dia, 27 de janeiro de 1901. Imponente, mas também didático, o filme atinge o ápice em seus últimos 30 minutos, para encerrar seu painel histórico no Dia da Libertação da Itália pelos aliados, em 25 de abril de 1945. Ao buscar a grandiosidade, Bertolucci se afastou da introspecção que marcava seus trabalhos anteriores. E “1900” acabou considerado uma anomalia em sua filmografia. Suas obras seguintes voltaram aos temas psicológicos e políticos, em mergulhos na sexualidade e na relação paternal. “La Luna” (1979) foi a história de um relacionamento apaixonado, quase incestuoso, entre mãe e filho, rodado com simbolismos edipianos e virtuosismo cinematográfico. E “A Tragédia de um Homem Ridículo” (1981) representou o reverso de “A Estratégia da Aranha”, com um pai investigando a vida do filho, sequestrado misteriosamente e acusado de conspirar com a extrema esquerda. A ambiguidade das obras não agradaram público e crítica. Mas suas inclinações políticas de esquerda lhe permitiram ser bem-recebido na China, onde retomou o cinema épico, atingindo o ápice artístico de sua carreira. “O Último Imperador” foi o primeiro filme ocidental inteiramente rodado na China, e contou com participação oficial do governo do país, que lhe deu acesso à Cidade Proibida e outras locações imponentes, nunca antes registradas numa produção falada em inglês. O filme contava a história real de Pu Yi, o último imperador da China, que nasceu para governar e acabou como um jardineiro comum, após ser “reeducado” pelo regime maoísta, numa trajetória de 60 anos que cobria o período histórico mais controvertido da China. O filme era o equivalente chinês a “1900”, um novo retrato da luta de classes, mas muito mais suntuoso, ecoando o esplendor dourado do palácio na Cidade Proibida. As imagens deslumbrantes e a história inacreditável, mas real, impressionaram crítica e público em todo o mundo. Bertolucci venceu não um, mas dois Oscars, de Direção e Roteiro Adaptado, enquanto o longa colecionou 9 troféus, incluindo Melhor Filme e Fotografia (de Vittorio Storaro). “O Último Imperador” mudou os rumos da carreira de Bertolucci, que a seguir decidiu completar uma “trilogia oriental”, abrindo seu trabalho à temas existenciais e filosóficos por meio de “O Céu que nos Protege” (1990), filmado na Argélia e Marrocos, e “O Pequeno Buda” (1993), filmado no Butão e no Nepal. Mas embora fossem igualmente dispendiosos e exóticos, nenhum dos dois repetiu o êxito do longa chinês. Ele voltou para casa, descartou os excessos, retomou o cinema intimista e redescobriu o sexo com “Beleza Roubada” (1996), drama sobre o despertar sexual de uma adolescente americana (Liv Tyler) em uma vila na Toscana, habitada por artistas e boêmios, e “Assédio” (1998), ambientado em Roma, que se concentra na relação entre um pianista inglês recluso e sua jovem empregada africana (Thandie Newton). Com “Os Sonhadores” (2003), Bertolucci voltou a seus dias de juventude, tanto em termos de tema quanto de repercussão. Passado no ano de 1968, o filme juntava sexo e revolução, dois dos assuntos favoritos do diretor, usando a Primavera de Paris como pano de fundo para um relacionamento a três. Enquanto uma praia se revelava sob os paralelepípedos das ruas, os personagens se fechavam entre quatro paredes, como em “O Último Tango” passado na mesma Paris, para explorar sua paixão sexual e pelo cinema. O resultado se tornou a apoteose da cinefilia de Bertolucci e deslanchou a carreira dos jovens Louis Garrel, Michael Pitt e Eva Green, que fazia sua estreia nas telas. Foi um sucesso. Mas em vez de marcar um renascimento em sua carreira, foi quase uma despedida, pois logo em seguida ele passou a sofrer sérios problemas nas costas. Bertolucci se viu confinado a uma cadeira de rodas e não fez outro filme por nove anos. Foi buscar energia e vontade de filmar nos aplausos dos colegas, durante uma homenagem do Festival de Cannes, que lhe rendeu tributo pela carreira em 2011. Um ano depois, lançou “Eu e Você” (2012), seu primeiro filme italiano desde 1981 e último longa de sua filmografia. Foi um trabalho relativamente modesto com um pequeno elenco e, novamente, uma locação minimalista – um porão em que um adolescente se escondia com sua meia-irmã. Nos últimos anos, sua saúde deteriorou, acumulando um câncer. E, em vez de aplausos, Bertolucci precisou lidar com acusações de abusos cometidos num filme que ele dirigiu aos 31 anos de idade. Em sua derradeira manifestação pública, ele se defendeu: “Eu gostaria, pela última vez, de esclarecer um mal-entendido ridículo que continua a gerar reportagens sobre ‘O Último Tango em Paris’ em todo o mundo. Vários anos atrás, na Cinémathèque Française, alguém me perguntou detalhes sobre a famosa cena da manteiga....

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  • Série

    Deadly Class: Série dos diretores de Vingadores ganha novos trailers focados nos personagens

    25 de novembro de 2018 /

    O canal pago americano SyFy divulgou mais um trailer e um vídeo de “Deadly Class”, série baseada em quadrinhos que tem produção de ninguém menos que os irmãos Russo, diretores de “Vingadores: Guerra Infinita”. As prévias destacam os personagens, entre eles um professor vivido por um integrante daquele filme, Benedict Wong (o Wong de “Doutor Estranho”). A série vai acompanhar os alunos de uma escola de Ensino Médio para assassinos em 1987. E o elenco de delinquentes inclui Lana Condor (“Para Todos os Garotos que Já Amei”), Liam James (“O Verão da Minha Vida”), Taylor Hickson (“Deadpool”), Benjamin Wadsworth (visto num episódio de “Teen Wolf”), Luke Tennie (“Shock and Awe”), Michel Duval (série “Queen of the South”) e a cantora venezuelana María Gabriela de Faría (“Eu Sou Franky”), além dos adultos Erica Cerra (“Power Rangers”), Ryan Robbins (“Warcraft”), o roqueiro Henry Rollins (série “Z Nation”) e o citado Benedict Wong. O próprio criador dos quadrinhos da Image Comics, Rick Remender, assina o roteiro do piloto em parceria com Miles Orion Feldsott (“American Koko”). Já a direção da estreia está a cargo do cineasta Lee Toland Krieger (de “A Incrível História de Adaline”). Com estreia marcada para 16 de janeiro, “Deadly Class” evidencia uma tendência cada vez mais forte no SyFy, que tem priorizado atrações baseadas em quadrinhos – como “Krypton”, “Wynonna Earp” e “Happy!”. São, por sinal, as melhores séries atuais do canal. Are you with us? #DeadlyClass pic.twitter.com/HsL1y2EuJv — Deadly Class (@DeadlyClassSYFY) November 2, 2018

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  • Série

    Homens adultos protestam ao perceber que novo desenho da She-Ra é para meninas

    23 de novembro de 2018 /

    Parece incrível, mas muitos homens adultos com mais de 30 anos ficaram surpresos ao descobrir que o novo desenho da heroína “She-Ra”, produzido pela DreamWorks para a Netflix, não é para eles, mas para meninas de até 14 anos. Mais incrível ainda é que fizeram questão de registrar seus protestos no site interativo IMDb (Internet Movie Data Base), o maior banco de dados de críticos amadores do mundo. Atualmente com nota 6,6 no site, “She-Ra e as Princesas do Poder” dividiu opiniões. A maioria dos usuários deu nota 10, mas a segunda nota mais votada foi 1, no extremo oposto. Um dos usuários que deu ao desenho nota 1 se justificou em uma resenha intitulada “A série é para garotinhas”. “Estava me sentindo nostálgico, e quando ouvi que a Netflix ia reimaginar ‘She-Ra’ pensei em dar uma chance. Assisti a quatro episódios antes de perceber que esse programa não era para mim. Apenas para esclarecer: o programa é terrível”, escreveu. Outro reclamou: “Quando as pessoas dizem ‘é um programa para crianças’, isso é verdade apenas até certo ponto. Sem todos nós, fãs da verdadeira ‘She-Ra’ do passado, os que fizeram dela o nosso mundo quando NÓS éramos crianças, nem valeria a pena refazer este desenho!”, reclamou outro fã. Mas houve quem percebesse que a atração sempre foi voltada para crianças, inclusive nos anos 1980. “Eu tenho quase 40 anos, e assistir ao desenho com a minha filha de 7 anos é ótimo. Ela ama o programa e eu também. Ler essas resenhas horríveis me faz perceber que pessoas da minha geração são burras. Se você quer ver o desenho original, com a animação e dublagens ruins, então vá assisti-lo. Essa reinvenção é fantástica. E exatamente o que essa geração de jovens precisa”, opinou outro usuário. Em meio aos protestos, também se viu reações similares a quem defende, no Brasil, a chamada “Escola sem Partido”, reclamando da agenda de gênero da série. “Isto é horrível, não é a She-Ra. Faça personagens de seios pequenos em suas próprias criações e pare de destruir tudo. O desenho não passa de outra desculpa para envenenar as crianças. Assisti um único episódio e foi difícil. Não há criatividade, apenas uma agenda esquisitona”, reclamou um dos que deu nota 1.

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    Laurence Fishburne vai estrelar nova série de discos voadores

    17 de novembro de 2018 /

    O ator Laurence Fishburne se prepara para ter um contato imediato do primeiro grau com um disco voador na Inglaterra. Ele vai estrelar e produzir “Rendlesham”, projeto de série sci-fi desenvolvido pela produtora indie britânica Eleventh Hour Films em parceria com a Sony. Criada por Joe Ahearne, roteirista de “Doctor Who” e do filme “Em Transe” (2013), “Rendlesham” pretende explorar um incidente supostamente real que aconteceu no povoado que lhe dá nome, em meio à floresta da região de Suffolk, na Inglaterra, em dezembro de 1980. A trama vai se passar entre esse período e o presente, acompanhando o protagonista Tyrone (Fishburne), um aviador americano aposentado, que servia na base aérea da região durante o auge da Guerra Fria e retorna pela primeira vez para o local desde o incidente. Ao lado da esposa e do filho, ele chega para visitar o sogro moribundo e é forçado a enfrentar eventos que o assombraram a vida toda. A série é descrita como uma antologia de oito episódios, o que significa que cada capítulo deve contar a história de um personagem diferente, envolvendo o fatos misteriosos ocorridos no povoado que ficou conhecido como o “Roswell inglês”, após os moradores afirmarem ter visto um objeto prateado sobrevoando a região. De acordo com as testemunhas, o objeto pairou no ar por algum tempo e depois desapareceu entre as árvores. Na ocasião, o tenente-coronel Charles Halt chegou a filmar o OVNI, levando os norte-americanos à loucura e dando margem a uma infinidade de teorias da conspiração. Ainda não há plataforma ou canal de TV envolvidos no projeto.

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    Wild Cards: Saga de super-heróis do criador de Game of Thrones deve render séries em streaming

    14 de novembro de 2018 /

    Mais uma saga de George R.R. Martin, cujos livros inspiraram “Game of Thrones”, vai virar série. A plataforma Hulu pode emplacar não apenas um, mas dois projetos baseados nos livros de “Wild Cards”. Uma fonte confirmou ao site The Hollywood Reporter que produtores da Universal Cable Productions estão perto de fechar um acordo com o Hulu para desenvolver duas séries baseadas nessa obra de Martin. A adaptação estaria a cargo do roteirista-produtor Andrew Miller (“O Círculo Secreto”). Os livros de “Wild Cards” começaram a ser publicado por Martin e vários de seus colegas de jogos de RPG ainda nos anos 1980 e já contam com dezenas publicações, além de inspirarem quadrinhos e jogos, formando um universo compartilhado. A história se passa nos anos 1940 numa Nova York alternativa, após um grande ataque de vírus alienígena matar 90% da população da cidade. Os 10% que sobreviveram desenvolveram superpoderes. E o vírus, que dá nome à saga, passa de geração para geração e pode ser ativado após um evento traumático. O projeto ainda não foi oficialmente anunciado pelo Hulu.

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    Deadly Class: Série dos diretores de Vingadores ganha novo trailer ao som de New Order

    14 de novembro de 2018 /

    O canal pago americano SyFy divulgou um novo pôster e mais um trailer de “Deadly Class”, série baseada em quadrinhos que tem produção de ninguém menos que os irmãos Russo, diretores de “Vingadores: Guerra Infinita”. A prévia, por sinal, destaca um integrante daquele filme, Benedict Wong (o Wong de “Doutor Estranho”), como um dos protagonistas. A série vai acompanhar os alunos de uma escola de Ensino Médio para assassinos em 1987. E a trilha de New Order, o visual pós-punk, o cabelos cheios de laquê e o rosa-choque que aparecem no material de divulgação refletem a época. O elenco de delinquentes traz Lana Condor (“Para Todos os Garotos que Já Amei”), Liam James (“O Verão da Minha Vida”), Taylor Hickson (“Deadpool”), Benjamin Wadsworth (visto num episódio de “Teen Wolf”), Luke Tennie (“Shock and Awe”), Michel Duval (série “Queen of the South”) e a cantora venezuelana María Gabriela de Faría (“Eu Sou Franky”), além dos adultos Erica Cerra (“Power Rangers”), Ryan Robbins (“Warcraft”), o roqueiro Henry Rollins (série “Z Nation”) e o citado Benedict Wong. O próprio criador dos quadrinhos da Image Comics, Rick Remender, assina o roteiro do piloto em parceria com Miles Orion Feldsott (“American Koko”). Já a direção da estreia está a cargo do cineasta Lee Toland Krieger (de “A Incrível História de Adaline”). Com estreia marcada para 16 de janeiro, “Deadly Class” evidencia uma tendência cada vez mais forte no SyFy, que tem priorizado atrações baseadas em quadrinhos – como “Krypton”, “Wynonna Earp” e “Happy!”. São, por sinal, as melhores séries atuais do canal.

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    Dynasty perde mais um integrante de seu elenco central

    11 de novembro de 2018 /

    Apenas meses após a série “Dynasty” se despedir da atriz Nathalie Kelley, mais um integrante do elenco central vai abandonar o programa. James MacKay anunciou que deixará de interpretar Steven Carrington com uma mensagem no Instagram. “Episódio novo de Dinastia esta noite, mas sim, desculpe dizer que sem minha presença. Steve teve escolha ao sair da série, eu não tive. Existem muitas decisões envolvidas na produção de televisão e às vezes elas não saem do jeito que esperamos, e temos que viver com isso. Espero que todos vocês curtam a série”, revelou o ator. A série vai explicar a saída de Steve com uma viagem para o Paraguai. Ainda não foram divulgadas mais informações sobre o motivo da saída do ator, mas, desde a saída de Nathalie Kelley, existem rumores sobre um clima conturbado nos bastidores da atração da rede CW. Vale lembrar que “Dynasty” é o remake de “Dinastia”, um novelão semanal dos anos 1980, adaptado para o século 21 por Josh Schwartz e Stephanie Savage, que têm experiência em retratar a vida de milionários mimados – veja-se “Gossip Girl”. Neste projeto, eles estão trabalhando com Sallie Patrick, que escrevia outra série novelesca de ricos malvados, “Revenge”. Mas o remake não agradou, seja pelas muitas mudanças, seja pela história ser muito conhecida. A principal diferença em relação à produção original era justamente a protagonista Cristal Flores, que já não faz mais parte da trama. Nos anos 1980, ela era branca, chamava-se Krystle e era vivida pela loira Linda Evans. Agora, voltou nas curvas da peruana Nathalie Kelley (a vilã Sybil da última temporada de “The Vampire Diaries”), que surgia na trama noiva do milionário Blake Carrington. A opção por transformar a madrasta em latina também ressaltava os paralelos com as novelas mexicanas de ricaços que a trama evoca. Numa última cartada, a produção ainda adiantou a introdução de Alexis Carrington, cuja chegada na 2ª temporada da série original marcou picos de audiência, graças a um desempenho inesquecível de Joan Collins. A nova versão de Alexis é vivida por Nicollette Sheridan, que ficou conhecida pelo papel da “perua” Eddie Britt na série “Desperate Housewives”. Sua aparição melhorou um pouco a audiência, mas não impediu “Dynasty” de ter a pior audiência entre as séries renovadas da última temporada da TV aberta americana. A 2ª temporada de “Dynasty” começou a ser exibida em 12 de outubro nos Estados Unidos. A série é disponibilizada no Brasil pela Netflix. Visualizar esta foto no Instagram. All new #Dynasty tonight, but, yep, sorry to say without yours truly. While Steven had a choice to leave, unfortunately I didn’t. There’s a lot of decisions involved in making television, and sometimes they just don’t go your way and you have to live with it. So for now, all love and on we go. Hope you all enjoy the show. J xx Uma publicação compartilhada por James Mackay (@jameswmackay) em 9 de Nov, 2018 às 1:33 PST

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    Nova série animada de She-Ra terá princesas lésbicas

    11 de novembro de 2018 /

    A nova série animada da heroína dos anos 1980 She-Ra vai refletir a diversidade do século 21. Em entrevista ao site Den of Geek, a produtora Noelle Stevenson (roteirista de “Enrolados Outra Vez” e “Lego Star Wars”), responsável por “She-Ra e as Princesas do Poder”, confirmou o que os trailers sugeriam: a inclusão de princesas lésbicas. “Como uma mulher lésbica, é algo que eu sempre achei importante mostrar em uma animação para crianças. Justamente para mostrar a riqueza de experiências no mundo e as maneiras diferentes que os personagens se amam. É algo que eu espero que seja uma parte natural e muito própria da série”, afirmou Stevenson. O site revela que as princesas Netossa e Spinnerella terão uma relação afetiva bastante íntima. E não serão as únicos personagens queers da série. Stevenson credita os que lutaram por maior representativa antes dela em outras séries e animações por “She-Ra e as Princesas do Poder” ser capaz de apresentar vários personagens queer, mas enfatiza que “nunca será fácil … mas é algo muito importante a ser feito”. A presença de personagens LGBTs em produções infantis costuma vir sempre acompanhada de polêmica, mas, nos últimos anos, séries como “Steven Universo” e “The Loud House” têm ajudado a abrir caminho para quebrar esse tabu. De todo modo, vale lembrar que a série de Stevenson já foi alvo de controvérsia por um motivo muito menos contundente. Quando suas primeiras imagens foram reveladas, fãs do desenho original reclamaram do visual da heroína, bastante modificado em relação à versão dos anos 1980. Menos que a aparência de anime, o que chamou atenção foi a dessexualização da personagem, com diminuição do tamanho de seus seios e a inclusão de shorts sob sua saia curta. Para quem é muito jovem para lembrar, o desenho de “She-Ra: A Princesa do Poder” surgiu em 1985 como spin-off de “He-Man e os Mestres do Universo”, um brinquedo que virou série animada, e logo se tornou mais popular que a atração original. A personagem era o alter ego da Princesa Adora, irmã gêmea do He-Man, que lutava pela honra de Greyskull para livrar o planeta Eternia da tirania. A nova versão não tem He-Man, mas um monte de princesas aliadas, e é descrita como “uma jornada épica e atemporal, em celebração à amizade feminina e ao empoderamento, liderada por uma princesa guerreira feita sob medida para os dias de hoje”, segundo a descrição oficial. Nota-se, pela coleção de Princesas, uma proposta de diversidade e inclusão, por meio de sua representação com cores, alturas, larguras e sexualidades diferentes. A produção traz em seu elenco de dubladores diversos atores conhecidos, a começar por Aimee Carrero (de “O Último Caçador de Bruxas” e a voz de “Elena de Avalor”), que vive She-Ra, além de Karen Fukuhara (“Esquadrão Suicida”), AJ Michalka (“The Goldbergs”), Marcus Scribner (“Black-ish”), Reshma Shetty (“Royal Pains”), Lorraine Toussaint (“Orange Is the New Black”), Keston John (“The Good Place”), Lauren Ash (“Superstore”), Christine Woods (“Hello Ladies”), Genesis Rodriguez (“Time After Time”), Jordan Fisher (“Grease Live!”), Vella Lovell (“Crazy Ex-Girlfriend”), Merit Leighton (“Alexa & Katie”), Sandra Oh (“Killing Eve”) e Krystal Joy Brown (“Motown: The Musical”). A atração estreia na Netflix na terça (13/11), mas curiosamente não está sendo muito promovida pela plataforma. Quem tem divulgado os trailers é sua produtora, a DreamWorks Animation.

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  • Filme

    Tom Cruise interrompe filmagens do novo Top Gun para aprender a pilotar avião a jato

    10 de novembro de 2018 /

    A mania de realizar suas próprias cenas de ação levou Tom Cruise a suspender temporariamente a produção de “Top Gun: Maverick”. É que ele entrou num curso para aprender a pilotar os jatos em que seu personagem voa. Aos 56 anos de idade, Cruise ainda insiste em pular de prédios, dirigir motocicletas e pular de aviões. Nem o fato de ter quebrado o tornozelo fazendo um salto durante a produção de “Missão Impossível: Efeito Fallout” diminuiu seu ímpeto. De acordo com o jornal Daily Mail, o ator, que também é produtor de “Top Gun: Maverick”, decidiu fazer as suas próprias cenas a bordo dos aviões de caça, ao contrário do que ocorreu na produção original dos anos 1980, para aumentar o grau de realismo. Para “Missão Impossível: Efeito Fallout” ele já teve aulas de voo, onde aprendeu a pilotar um helicóptero. Enquanto aprende a comandar um jato, a produção dá uma pausa das filmagens. Mas isso não deve afetar o cronograma de lançamento, já que Cruise também recrutou seu diretor e roteirista favorito, Christopher McQuarrie (“Missão Impossível: Efeito Fallout”), para reescrever o roteiro e acrescentar mais cenas de ação. A pausa servirá para McQuarrie terminar a nova versão da história. Com direção de Joseph Kosinski, que já tinha trabalho com Cruise em “Oblivion” (2013), o filme tem estreia prevista para junho de 2020.

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  • Música

    Muse revela homenagem ambiciosa a filmes dos anos 1980 em oito clipes de sci-fi e terror

    9 de novembro de 2018 /

    A banda Muse revelou mais três clipes de seu ambicioso projeto videográfico, que cria acompanhamentos visuais para a maioria das faixas do álbum “Simulation Theory”. Apesar de o disco também ter sido lançado neste sexta-feira (9/11), os vídeos extraídos desse trabalho começaram a surgir em fevereiro e já somavam cinco clipes. Os novos lançamentos se juntam ao material anterior para completar um arco narrativo que presta homenagem aos filmes adolescentes, de terror e ficção científica dos anos 1980. Todos os vídeos foram dirigidos por Lance Drake, um videomaker de Los Angeles que já fez trabalhos para Miike Snow e Twin Shadow, e são repletos de referências. Veja se descobre as citações aos filmes “Footloose”, “Tron”, “Critters”, “De Volta para o Futuro”, “Max Headroom”, “Blade Runner”, “O Garoto do Futuro” (Teen Wolf), “Garotos Perdidos”, “A Volta dos Mortos-Vivos”, “Caça-Fantasmas”, “Procura-se Rapaz Virgem”, “Mad Max”, “Cyborg: O Dragão do Futuro” e ao clipe de “Thriller”, de Michael Jackson, entre muitos outros – e com direito a inclusão de ícones do período, como fitas K7, VHS, câmeras de vídeo e videolocadoras. As histórias compartilham uma tênue continuidade, que pode ser atestada pela presença do ator Terry Crews (“Brooklyn Nine-Nine”) e alguns coadjuvantes em mais de um clipe. O curioso é que o fiapo de trama não segue a ordem das faixas do disco. Veja abaixo todos os oitos clipes de “Simulation Theory” em sua cronologia narrativa. Como o último vídeo é um resumão, praticamente um fecho da história, não está claro se haverá novos clipes, já que ainda há três faixas do disco sem acompanhamento visual.

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  • Série

    Novo trailer da série de She-Ra revela música-tema e princesa com… bigode!

    4 de novembro de 2018 /

    A DreamWorks Animation divulgou um novo trailer da série “She-Ra e as Princesas do Poder”, que vai estrear em 12 dias na Netflix. A prévia destaca a nova musiquinha da produção, “Warriors”, cantada por Aaliyah Rose, além de apresentar as princesas do título, inclusive uma princesa com… bigode! Aguarda-se reações contra o “kit gay” da agenda LGBTQIA+ para desencaminhar as criancinhas. Por outro lado, “Super Drags” deixará de ser alvo exclusivo da extrema direita. Curiosamente, a produção já foi alvo de controvérsia quando suas primeiras imagens foram reveladas. Fãs do desenho original reclamaram do visual da heroína, bastante modificado em relação à versão dos anos 1980. Menos que a aparência de anime, o que chamou atenção foi a dessexualização da personagem, com diminuição do tamanho de seus seios e a inclusão de shorts sob sua saia curta. O desenho de “She-Ra: A Princesa do Poder” surgiu em 1985 como spin-off de “He-Man e os Mestres do Universo”, um brinquedo que virou série animada, e logo se tornou mais popular que a atração original. A personagem era o alter ego da Princesa Adora, irmã gêmea do He-Man, que lutava pela honra de Greyskull para livrar o planeta Eternia da tirania. A nova versão não tem He-Man, mas um monte de princesas aliadas, e é descrita como “uma jornada épica e atemporal, em celebração à amizade feminina e ao empoderamento, liderada por uma princesa guerreira feita sob medida para os dias de hoje”, segundo a descrição oficial. Nota-se, pela coleção de Princesas, uma proposta de diversidade e inclusão, por meio de sua representação com cores, alturas, larguras e sexualidades diferentes. A produção está sendo realizada sob o comando de Noelle Stevenson, roteirista de “Enrolados Outra Vez” e “Lego Star Wars”, e traz em seu elenco de dubladores diversos atores conhecidos, a começar por Aimee Carrero (de “O Último Caçador de Bruxas” e a voz de “Elena de Avalor”), que vive She-Ra, além de Karen Fukuhara (“Esquadrão Suicida”), AJ Michalka (“The Goldbergs”), Marcus Scribner (“Black-ish”), Reshma Shetty (“Royal Pains”), Lorraine Toussaint (“Orange Is the New Black”), Keston John (“The Good Place”), Lauren Ash (“Superstore”), Christine Woods (“Hello Ladies”), Genesis Rodriguez (“Time After Time”), Jordan Fisher (“Grease Live!”), Vella Lovell (“Crazy Ex-Girlfriend”), Merit Leighton (“Alexa & Katie”), Sandra Oh (“Killing Eve”) e Krystal Joy Brown (“Motown: The Musical”). A atração estreia na Netflix em 16 de novembro.

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  • Etc,  Filme

    Raymond Chow (1927 – 2018)

    4 de novembro de 2018 /

    Morreu Raymond Chow, considerado o “padrinho” do cinema de ação de Hong Kong e que lançou as carreiras internacionais de Bruce Lee e Jackie Chan. O produtor, nascido em Hong Kong em 1927, tinha 91 anos e produziu mais de 170 filmes ao longo de sua carreira. Co-fundador dos estúdios Golden Harvest, em 1971, Chow obteve seu primeiro sucesso mundial com o lançamento de “O Dragão Chinês” (1971). O filme impulsionou a carreira do mestre das artes marciais Bruce Lee como ator de cinema e ainda lhe rendeu o apelido do título. O produtor também foi responsável pelos dois filmes seguintes de Bruce Lee, que estão entre seus trabalhos mais conhecidos: “O Voo do Dragão” (1972) e “Operação Dragão” (1973), além do póstumo “Jogo da Morte” (1978). “Obrigado Raymond por ter dado uma oportunidade ao jovem Bruce Lee e por tê-lo ajudado a realizar seu sonho. Descanse em paz, Raymond”, tuitou a filha do ator, Shannon Lee. Raymond Chow também teve papel importante na carreira do diretor John Woo, gênio do cinema de ação, lançando seus primeiros longa-metragens, como “Chacina em Pequim” (1974) e “O Domador de Dragões” (1975), além de ter impulsionado o sucesso de Jackie Chan, com quem trabalhou nos filmes “O Jovem Mestre do Kung Fu” (1980), “O Grande Lutador” (1980), “Projeto China” (1983), “Police Story” (1985), entre outros. O sucesso internacional de seus filmes acabou levando-o a Hollywood, onde firmou parcerias importantes e realizou filmes de sucesso com atores americanos, como o cultuadíssimo filme de guerra “Os Rapazes da Companhia C” (1978), de Sidney J. Furie, a comédia “Quem Não Corre, Voa” (1981), que juntou Burt Reynolds, Roger Moore e Jackie Chan, a franquia dos anos 1990 “As Tartarugas Ninjas” e até “Assassinato Sob Duas Bandeiras” (1990), dirigido pelo brasileiro Bruno Barreto. Ele continuou filmando sucessos de Jackie Chan até “Espião por Acidente” (2001), antes de se aposentar no mesmo ano. Mas seu nome estava relacionado ao remake de “Quem Não Corre, Voa”, atualmente em desenvolvimento, com direção de Doug Liman (“No Limite do Amanhã”). Em 2008, ele recebeu um prêmio pelas realizações da carreira numa homenagem da Academia do Cinema de Hong Kong, e três anos depois ganhou a mesma honra da Academia do Cinema Asiático.

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  • Música

    Morrissey lança clipe de cover de The Pretenders

    3 de novembro de 2018 /

    O cantor Morrissey lançou o clipe do seu cover de The Pretenders, “Back on the Chain Gang”. A música é geralmente cantada ao vivo pelo vocalista e ganha vídeo à tempo de preparar os fãs brasileiros para seus shows no Rio e São Paulo, que acontecem, respectivamente, em 30 de novembro e 2 de dezembro. O músico promove o seu 11º álbum, “Low In High School”, lançado em novembro, que vai ganhar uma nova versão em dezembro, com a inclusão de “Back On The Chain Gang”. E não deixa de ser irônico que Morrissey apareça de guitarra em punho no clipe, tocando o cover dos Pretenders. Afinal, após o fim de The Smiths, o guitarrista Johnny Marr passou a tocar, por um breve período, na banda liderada por Chrissie Hynde. Veio inclusive ao Brasil como músico dos Pretenders em 1988. Aproveite e relembre abaixo como Johnny Marr tocava a mesma música.

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