Rocketman: Taron Egerton vira Elton John em novas fotos da cinebiografia
A Paramount divulgou três fotos novas de “Rocketman”, que trazem o ator Taron Egerton (“Kingsman: O Círculo Dourado”) como o músico Elton John. A cinebiografia tem roteiro de Lee Hall (“Billy Elliot”) e direção de Dexter Fletcher (que completou “Bohemian Rhapsody”, a cinebiografia blockbuster do Queen), e acompanha Elton John desde o começo da carreira até o lançamento de seu disco mais popular, “Goodbye Yellow Brick Road”, em 1973. O elenco da produção também inclui Jamie Bell (“Quarteto Fantástico”) no papel de Bernie Taupin, fiel parceiro de composição do astro pop, Bryce Dallas Howard (“Jurassic World”) como a mãe de Elton John e Richard Madden (“Game of Thrones”) na pele de John Reid, o empresário de longa data do artista. A estreia está marcada para 16 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos e Reino Unido.
Bohemian Rhapsody supera US$ 700 milhões de bilheteria mundial
A bilheteria de “Bohemian Rhapsody” superou a arrecadação de US$ 700 milhões mundiais no fim de semana, aumentando seu recorde como a cinebiografia musical mais bem-sucedida de todos os tempos. Atualmente em exibição no Brasil, o filme superou dificuldades de bastidores para atingir esse patamar de sucesso, como a demissão de seu diretor no meio da produção. Para quem não lembra, Bryan Singer (“X-Men: Apocalipse”) começou as filmagens, antes de sumir e ser demitido. Apesar de ser creditado como único diretor do longa, o longa foi finalizado por Dexter Fletcher (“Voando Alto”). Orçado em US$ 52 milhões, “Bohemian Rhapsody” também se tornou o segundo maior sucesso da Fox em 2018. Só perde para “Deadpool 2” (US$ 734,2M). Além disso, ainda foi indicado ao Globo de Ouro 2019 nas categorias de Melhor Drama e Ator (Rami Malek, o intérprete de Freddie Mercury). Mesmo que seja o Globo de Ouro, é um reconhecimento que ninguém apostaria durante o período mais crítico da produção.
Donald Moffat (1930 – 2018)
Morreu o veterano ator Donald Moffat, que fez sucesso na Broadway, no cinema e na televisão. Ele morreu na quinta-feira (20/12) em Sleepy Hollow, Nova York, aos 87 anos, após complicações de um derrame recente. Durante a longa carreira, que durou quase 50 anos, ele apareceu em 80 peças teatrais, dirigiu outras 10, fez 70 filmes e telefilmes e pelo menos 60 episódios de séries televisivas. Moffat nasceu em Plymouth, na Inglaterra, e se mudou para os EUA aos 26 anos. Ele começou sua trajetória no teatro e chegou a ser indicado ao prêmio Tony de Melhor Ator em 1967. A essa altura, já tinha uma década de experiência, tanto nos palcos quanto na televisão. Sua primeira participação televisiva foi num episódio da série noir “Cidade Nua”, em 1958. A estreia no cinema, porém, só foi acontecer depois da consagração teatral. Seu primeiro papel veio em “Rachel, Rachel” (1968), que também marcou o debut do astro Paul Newman como diretor. Durante os anos 1970, alternou aparições em episódios de séries clássicas, como “Missão Impossível”, “Lancer”, “Chaparral”, “Bonanza”, “Galeria do Terror”, “Gunsmoke”, “Tempera de Aço”, “O Homem de Seis Milhões de Dólares”, “Os Waltons” e “Os Pioneiros”, antes de ser escalado em seu primeiro papel fixo numa série, como o androide Rem na cultuada sci-fi “Fuga das Estrelas” (Logan’s Run), versão televisiva do filme “Fuga no Século 23” (1976). Paralelamente, caprichou em sua seleção de personagens em filmes icônicos, incluindo “R.P.M.: Revoluções por Minuto” (1970), de Stanley Kramer, o western “Sem Lei e Sem Esperança” (1972), de Philip Kaufman, a sci-fi “O Homem Terminal” (1974), de Mike Hodges, e o desastre clássico “Terremoto” (1974), de Mark Robson. O auge da carreira cinematográfica aconteceu na década de 1980, inaugurada por “Política do Corpo e Saúde” (1980), de Robert Altman. Em seguida, ele participou de dois dos filmes mais comentados do período. Viveu o comandante de uma estação de pesquisa antártica na cultuada sci-fi de terror “O Enigma de Outro Mundo” (The Thing, 1982), de John Carpenter, e roubou a cena como o vice-presidente Lyndon B. Johnson em “Os Eleitos” (The Right Stuff, 1983), seu segundo filme dirigido por Philip Kaufman, sobre o início do programa espacial americano. Os dois papéis foram sucedidos por uma enxurrada de trabalho. Moffat participou de um arco em “Dallas”, mas quase não teve tempo de fazer TV, brilhando em filmes diversos, do drama “A Baía do Ódio” (1985), de Louis Malle, ao trash “O Monstro do Armário” (1986). Ele retomou sua parceria bem sucedida com Kaufman em outro longa cultuado, “A Insustentável Leveza do Ser” (1988), e continuou acumulando obras de mestres do cinema. Vieram “Muito Mais que um Crime” (1989), de Costa-Gavras, “A Fogueira das Vaidades” (1990), de Brian De Palma, “Uma Segunda Chance” (1991), de Mike Nichols, “A Fortuna de Cookie” (1999), de Robert Altman, sem esquecer o papel de presidente corrupto dos Estados Unidos em “Perigo Real e Imediato” (1994), de Phillip Noyce, entre uma variedade de títulos. Em 2000, ele entrou em “Bull”, primeira série do canal pago TNT, focada no mercado financeiro. Mas a experiência se provou amarga. A série foi cancelada na metade da 1ª temporada e ele só fez mais três trabalhos depois disso – o telefilme esportivo “A História de um Recorde” (2001) e episódios individuais de “West Wing” (em 2003) e “Law & Order: Trial by Jury” (em 2005).
Peter Masterson (1934 – 2018)
O ator, roteirista e diretor Peter Masterson, que foi bastante ativo nas décadas de 1970 e 1980 à frente e atrás das câmeras, morreu na quarta-feira (19/12), após sofrer uma queda em sua casa, no interior de Nova York. Ele tinha 84 anos e sofria de doença de Parkinson. Nascido Carlos Bee Masterson Jr. em 1 de junho de 1934, ele fez sua estreia no cinema com papéis no filme de guerra “A Baia da Emboscada” (1966) e no thriller clássico “No Calor da Noite” (1967), que venceu o Oscar. Após aparecer em outros longa e séries, foi escalado como o diretor da clínica que sugere uma maneira de salvar uma jovem (Linda Blair) aparentemente possuída pelo demônio. “Você já ouviu falar em exorcismo?”, ele pergunta para a mãe (Ellen Burstyn) da garota, introduzindo a trama de “O Exorcista” (1973), um dos filmes mais famosos dos anos 1970. Ele também apareceu em outro clássico do período, “As Esposas de Stepford” (1975), como o marido da protagonista Katharine Ross. A produção também marcou a estreia de sua filha no cinema, a atriz Mary Stuart Masterson, que viveu a filha de sua personagem aos oito anos de idade. Depois disso, Peter Masterson só apareceu em mais dois filmes, encerrando a carreira de ator cinematográfico com “Jardins de Pedra” (1987), de Francis Ford Coppola. Mas não aposentou das câmeras. Apenas passou para trás delas. Em 1978, ele escreveu a peça “A Melhor Casa Suspeita do Texas”, que virou um enorme sucesso na Broadway e acabou se tornando também um blockbuster de cinema em 1982, com Burt Reynolds e Dolly Parton nos papéis principais. A partir daí, passou a se interessar por outras funções que não fossem atuação. Fez sua estreia como diretor em “O Regresso para Bountiful” (1985), drama de época que rendeu muitos elogios da crítica e o Oscar de Melhor Atriz para Geraldine Page. Mas, infelizmente, não voltou a conseguir a mesma repercussão com suas obras seguintes. Dirigiu, ao todo, nove longa-metragens e dois telefilmes até 2005, entre eles “Lua Cheia em Blue Water” (1988), com Gene Hackman, “Amores e Desencontros” (1997), estrelado por Diane Keaton e Sam Shepard, e “Lily Dale” (1996), protagonizado por sua filha Mary Stuart Masterson. Em depoimento emocionado para a imprensa, a atriz descreveu Peter Masterson como “o melhor pai imaginável e uma verdadeira inspiração para mim, de forma criativa e em todos os sentidos”.
Penny Marshall (1943 – 2018)
A atriz e cineasta Penny Marshall, que ficou conhecida pela série clássica “Laverne & Shirley” e por ter dirigido comédias de sucesso como “Quero Ser Grande” e “Uma Equipe Muito Especial”, morreu aos 75 anos de idade por complicações de diabetes, após ter sobrevivido ao câncer de cérebro e pulmão em 2009. Seu nome completo era Carole Penny Marshall, em homenagem à atriz Carole Lombard. Ela nasceu em 15 de outubro de 1943 no Bronx, em Nova York, e era a irmã mais nova do cineasta Garry Marshall (1934–2016). Penny já era divorciada quando resolveu viajar para Los Angeles em busca de ajuda do irmão, na época roteirista de séries, para tentar a carreira de atriz. Quando sua mãe descobriu, pediu que ela mudasse de nome para não envergonhar a família. Garry não deixou. No final dos anos 1960, Penny começou a aparecer em comerciais, um deles ao lado da deslumbrante Farrah Fawcett (“As Panteras”), interpretando sua colega de quarto normal. Seu irmão conseguiu incluí-la como figurante na comédia “Lua de Mel com Papai” (1968) e no romance “Sede de Pecar” (1970), primeiros longas que ele escreveu. E, a partir daí, a jovem emendou participações em séries. Ela chegou a fazer teste para viver a esposa de Rob Reiner na série “Tudo em Família”, mas não conseguiu o papel. Ironicamente, acabou aprovada na vida real, casando-se com o ator logo depois. Os dois ficaram casados até 1979 – por coincidência, mesmo ano em que “Tudo em Família” acabou. Novamente com ajuda do irmão, Penny conseguiu seu primeiro papel fixo na série “The Odd Couple”, adaptação do filme “Um Estranho Casal” (1968) desenvolvida por Garry. Ela viveu a secretária volúvel de Oscar (Jack Klugman), Myrna Turner, entre a 2ª e a 5ª temporadas da atração. Quando a série acabou em 1975, Penny foi convidada pelo irmão a participar de um episódio da 3ª temporada de “Happy Days”, fenômeno de audiência que o roteirista tinha criado no ano anterior. Era para ser uma simples aparição. Virou uma carreira. A atriz foi escalada como Laverne DeFazio, que vai a um encontro duplo com Fonzie (Henry Winkley) e Richie (Ron Howard), acompanhada por sua amiga Shirley Feeney (Cindy Williams). Intitulado “A Date with Fonzie”, o episódio acabou registrando uma das maiores audiências da série e rendeu elogios rasgados para a dupla feminina, que roubou a cena dos atores principais. A repercussão positiva rendeu mais participações. E o inesperado: um spin-off focado em Laverne e Shirley. A série “Laverne & Shirley” foi a primeira sobre mulheres trabalhadoras normais. Elas não eram mães de família nem tinham carreiras glamourosas. Eram operárias, que engarrafavam cervejas e dividiam um apartamento de subsolo para pagar as contas. A atração superou a sintonia de “Happy Days”, tornando-se a série de maior audiência da TV americana entre 1977 e 1979. Ao todo, durou oito temporadas até 1983, além de ter rendido seus próprios derivados – os desenhos animados “Laverne & Shirley in the Army” e “Mork & Mindy/Laverne & Shirley/Fonz Hour”. O sucesso também permitiu a Penny negociar nova função na atração, fazendo sua estreia como diretora. Ela comandou quatro episódios, e quando a série acabou resolveu testar essa nova habilidade nos cinemas. Sua estreia como cineasta aconteceu com a comédia “Salve-me Quem Puder” (1986), estrelada por Whoopy Goldberg. Mas foi o filme seguinte, “Quero Ser Grande” (1988), em que uma criança virava Tom Hanks, que a fez ser levada a sério como diretora. “Quero Ser Grande” virou um das comédias mais bem-sucedidas dos anos 1980 e o primeiro filme dirigido por uma mulher a arrecadar mais de US$ 100 milhões nos Estados Unidos. Seu terceiro trabalho como cineasta, o drama “Tempo de Despertar” (1990), estrelado por Robin Williams e Robert DeNiro, foi o segundo longa dirigido por uma mulher a receber indicação ao Oscar de Melhor Filme. Ela voltou a trabalhar com Tom Hanks em “Uma Equipe Muito Especial” (1992), uma das primeiras comédias feministas de sucesso, sobre a formação da liga feminina de beisebol nos EUA. No elenco, estavam Geena Davis, Madonna e Rosie O’Donnell. A grande bilheteria inspirou a criação de uma série, que entretanto durou só uma temporada no ano seguinte. Apesar desse começo avassalador, ela só dirigiu mais três longas na carreira, “Um Novo Homem” (1994), com Danny DeVito, “Um Anjo em Minha Vida” (1996), com Whitney Houston, e “Os Garotos da Minha Vida” (2001), com Drew Barrymore. Depois disso, dirigiu produções televisivas, dublou animações e fez participações em séries. Seu papel favorito acabou sendo o dela mesma, uma diretora de cinema chamada Penny Marshall, que encarnou em episódios de “Bones” e “Entourage” e nos filmes “O Nome do Jogo” (1995) e “Noite de Ano Novo” (2011), este último dirigido por seu irmão. Seu último trabalho foi uma participação especial no remake de “The Odd Couple” em 2016, numa homenagem à primeira personagem marcante de sua carreira.
Trailer de cinebiografia traz Matt Smith como o inovador e polêmico fotógrafo Robert Mapplethorpe
O estúdio Samuel Goldwyn Films divulgou o pôster e o primeiro trailer de “Mapplethorpe”, cinebiografia do fotógrafo Robert Mapplethorpe, que tem Matt Smith (“The Crown”) no papel principal. Robert Mapplethorpe foi um dos mais importantes fotógrafos do século 20. Suas fotografias em preto e branco causaram furor e marcaram os anos 1970 e 80 por conta da controvérsia trazida à tona por uma exposição de sua obra dedicada à cena gay sadomasoquista. Na época, a exposição foi taxada de pornografia e rendeu discussão acalorada sobre o que, afinal, é arte. Ele também fotografava personalidades famosas e uma de suas fotos de Patti Smith ilustrou o icônico disco “Horses” (1975), um dos primeiros lançamentos da cena punk nova-iorquina. Os dois, por sinal, viveram juntos do final dos anos 1960, quando a cantora se mudou para Nova York, até 1974. Seu talento, infelizmente, derivada de um estilo de vida autodestrutivo que, alimentado pela promiscuidade sexual, acabou levando-o à morte por Aids em 1989. O filme que vai contar toda essa história tem roteiro e direção da documentarista Ondi Timoner (“Dig!”), à frente de sua segunda obra de ficção. O elenco destaca Marianne Rendón (da série “Imposters”) como Patti Smith, além de Hari Nef (“Transparent”), John Benjamin Hickey (“The Good Fight”), Mark Moses (“The Last Ship”), Carolyn McCormick (“The Post”), Brian Stokes Mitchell (“Mr. Robot”) e McKinley Belcher III (“Ozark”). A premiére aconteceu no Festival de Tribeca, em 22 de abril nos Estados Unidos, quando rachou a crítica. Desde então, o longa venceu vários festivais LGBTQ ao redor do mundo. Mas ainda não ganhou previsão de lançamento comercial.
Filmagens da nova versão de As Panteras são encerradas
As filmagens da nova versão de “As Panteras” foram encerradas. E para comemorar a ocasião, a atriz e diretora Elizabeth Banks (“A Escolha Perfeita”), responsável por comandar a nova versão da franquia, compartilhou foto com o novo trio de protagonistas: Kristen Stewart (“Branca de Neve e o Caçador”), Naomi Scott (“Power Rangers”) e a britânica Ella Balinska (“A Modern Tale”) “Encerramos. Muito amor e gratidão a essas Panteras”, escreveu Banks ao lado da foto dos bastidores. Além do trio, o elenco da produção inclui Noah Centineo (“Para Todos os Garotos que Já Amei”), Patrick Stewart (“X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”), Djimon Hounsou (“Guardiões da Galáxia”), Sam Claflin (“Vidas à Deriva”), Jonathan Tucker (“Westworld”) e Luis Gerardo Mendez (“Cantinflas”), além da própria Elizabeth Banks (“A Escolha Perfeita”), que também assina a versão final do roteiro com Jay Basu (“Millennium: A Garota na Teia da Aranha”). O trabalho diante das câmeras durou pouco mais de dois meses, do início de outubro à metade de dezembro. E a estreia está marcada para 31 de outubro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos. Visualizar esta foto no Instagram. That’s a wrap. So much love and gratitude to these Angels #kristenstewart @naomigscott and @ellabalinska @charliesangels #charliesangels #bts #attitudeofgratitude #NextNovember why did I wear such a big hat #smiles #love #femalefilmmakers Uma publicação compartilhada por Elizabeth Banks (@elizabethbanks) em 11 de Dez, 2018 às 12:22 PST
Logan Lerman vai estrelar série de caçadores de nazistas do diretor de Corra!
O ator Logan Lerman (“Percy Jackson”, “As Vantagens de Ser Invisível”) está em negociações adiantas para estrelar “The Hunt”, série produzida pelo cineasta Jordan Peele (“Corra!”) para a plataforma Amazon Prime Video. A trama se passa nos anos 1970 e o papel de Lerman é do protagonista Jonah Heidelbaum, que tem sua avó assassinada por um intruso misterioso em seu apartamento. Quando decide rastrear o culpado, o jovem se vê envolvido com uma misteriosa organização conhecida como “The Hunt”, um grupo de indivíduos que buscam justiça e se dedicam a erradicar criminosos nazistas, que se escondem sob novas identidades. A produção foca a história real das investigações e capturas de alguns integrantes foragidos da alta hierarquia nazista, que fugiram da Alemanha ao final da 2ª Guerra Mundial e se misturaram à população americana. Peele vai atuar como produtor executivo da atração, que está sendo escrita por David Weil (do vindouro “Moonfall”). O estúdio Sonar é responsável pela produção, que ainda não tem previsão de estreia.
One Day at a Time: Netflix anuncia data de estreia da 3ª temporada
A Netflix divulgou um vídeo para anunciar a data de estreia da 3ª temporada de “One Day at a Time”. Entre imagens dos episódios passados e tuítes de fãs comentando a atração, a plataforma revelou que a série retorna no dia 8 de fevereiro. A série é um reboot latino da atração homônima, um marco da TV americana, exibido ao longo de nove temporadas entre 1975 e 1984, com produção de Norman Lear, um dos principais roteiristas-produtores de sitcoms de famílias americanas dos anos 1970 – também criou “Os Jefferson”, “Maude”, “Tudo em Família” e “Good Times”. A versão original acompanhava uma mãe divorciada (Bonnie Franklin), após ela se mudar com suas duas filhas (Mackenzie Phillips e Valerie Bertinelli) para um prédio de apartamentos em Indianápolis, onde a família conta com a ajuda do zelador Schneider (Pat Harrington) para lidar com os problemas do dia-a-dia. Muitos sintonizavam só para ver Mackenzie Phillips, filha do cantor da banda The Mamas and the Papas, que coestrelou o melhor filme de George Lucas com participação de Harrison Ford (e não é “Star Wars”), “Loucuras de Verão” em 1973. Na nova versão da Netflix, a família é latina. O remake gira em torno de três gerações de uma família de origem cubana que vive sob um mesmo teto. A mãe e veterana militar Penélope (Justina Machado) alista a “ajuda” de sua mãe cubana Lydia (a lendária Rita Moreno, de “Amor, Sublime Amor”) e do rico proprietário do imóvel Schneider (Todd Grinnell), enquanto cria dois adolescentes: sua filha radical Elena (Isabella Gomez) e o filho introvertido Alex (Marcel Ruiz). Sim, a produção mudou diversos detalhes, incluindo o sexo de um dos filhos. A 3ª temporada terá mais 13 episódios e contará com alguns convidados especiais, como as atrizes Stephanie Beatriz e Melissa Fumero (ambas de “Brooklyn Nine-Nine”) e a cantora Gloria Estefan.
Bohemian Rhapsody bate recordes como maior cinebiografia musical de todos os tempos
“Bohemian Rhapsody” já pode trocar seu título pelo de outra música da banda Queen. Após pouco mais de um mês em cartaz, a cinebiografia entrou no tom de “We Are the Champions”, após fazer mais US$ 100M entre o fim de semana passado e o atual, atingindo quase US$ 600M (milhões) em todo o mundo. É recorde disparado para o gênero das cinebiografias musicais, que devem se multiplicar após esse resultado. O filme sobre a banda Queen também superou a cinebiografia da banda NWA, “Straight Outta Compton”, no mercado norte-americano. Antigo recordista das cinebios musicais, o filme dos rappers californianos rendeu US$ 161,1M nas bilheterias domésticas em 2015. Já a história de Freddie Mercury atingiu US$ 173,5M nos Estados Unidos e Canadá, e ainda está no TOP 10 dos filmes mais vistos do momento. Este desempenho supera todas as expectativas do estúdio Fox e contraria temores em relação ao resultado, após a demissão do diretor Bryan Singer em meio às filmagens. Orçado em US$ 52 milhões, “Bohemian Rhapsody” também se tornou o segundo maior sucesso da Fox em 2018. Só perde para “Deadpool 2” (US$ 734,2M). Mas se voltar a repetir performances como a dessa semana, pode até superar o desempenho mundial do super-herói. Além disso, ainda foi indicado ao Globo de Ouro 2019 nas categorias de Melhor Drama e Ator (Rami Malek, o intérprete de Freddie Mercury). Mesmo que seja o Globo de Ouro, é um reconhecimento que ninguém apostaria durante o período mais crítico da produção.
Série clássica Galeria do Terror vai ganhar remake do criador de Teen Wolf
A famosa série de antologia “Galeria do Terror”, apresentada por Rod Serling (criador de “Além da Imaginação”) nos anos 1970, vai ganhar uma nova versão no canal pago americano SyFy. O projeto está sendo desenvolvido por Jeff Davis (criador de “Teen Wolf”) e David Janollari (produtor de “Midnight, Texas”), com produção da Universal TV. Exibida originalmente entre 1969 e 1973 na rede NBC, “Galeria do Terror” (Night Gallery, em inglês) era ligeiramente diferente da estrutura inaugurada por Serling em “Além da Imaginação”. Em vez de contar uma história completa por episódio, trazia entre duas e três tramas diferentes por capítulo, além, claro, de focar relatos de terror em vez de ficção científica. Outro diferencial era o fato de ser ancorada numa galeria de arte, onde os objetos pertenciam às histórias narradas pelo apresentador. “Galeria do Terror” será o segundo projeto de Serling com remake em produção, já que o cineasta Jordan Peele (“Corra!”) está trabalhando em uma nova versão de “Além da Imaginação” (Twilight Zone”) para a plataforma CBS All Access. O remake de “Galeria do Terror” ainda não tem previsão de estreia.
Se a Rua Beale Falasse: Prêmios e elogios da crítica acompanham trailer do novo drama do diretor de Moonlight
A Annapurna divulgou o pôster e o segundo trailer de “Se a Rua Beale Falasse”, novo drama indie do diretor Barry Jenkins, que venceu o Oscar de Melhor Filme por “Moonlight” (2016). Desta vez, a divulgação enfatiza os aspectos românticos da história, além de destacar os elogios da crítica para a adaptação da obra homônima do ativista e escritor James Baldwin. O filme gira em torno de um casal de jovens negros no Harlem dos anos 1970. Quando o rapaz (Stephan James, de “Raça”) é preso por um crime que não cometeu, a jovem Tish (Kiki Layne, de “Chicago Med”) descobre que está grávida de seu primeiro filho. O elenco ainda conta com Regina King (“American Crime”), Brian Tyree Henry (“Atlanta”), Pedro Pascal (“Narcos”), Ed Skrein (“Deadpool”), Dave Franco (“Artista do Desastre”), Finn Wittrock (“American Horror Story”) e Diego Luna (“Rogue One: Uma História Star Wars”). A estreia aconteceu na sexta-feira (30/11) nos Estados Unidos, acompanhado por premiações da crítica para o Roteiro de Jenkins – dos críticos de Nova York e do National Board of Review. Cotadíssimo para o Oscar, o filme tem lançamento marcado apenas para 24 de janeiro no Brasil.
Zac Efron vira o serial killer Ted Bundy em fotos de filme indie
O drama indie “Extremely Wicked, Shockingly Evil and Vile” revelou 22 fotos da sua produção, que traz o ator Zac Efron (“Baywatch”) como Ted Bundy, um dos serial killers mais famosos dos Estados Unidos. Além de mostrá-lo caracterizado no papel, as imagens também revelam os visuais de Kaya Scodelario (“Maze Runner: A Cura Mortal”), irreconhecível de óculos e cabelos curtos, Lily Collins (“O Mínimo para Viver”), John Malkovich (“Horizonte Profundo: Desastre no Golfo”), Jim Parsons (série “Big Bang Theory”), Angela Sarafyan (“Westworld”), Grace Victoria Cox (“Under the Dome”) e destacam o clima dos bastidores com o diretor Joe Berlinger. O cineasta é conhecido por realizar a trilogia de documentários “Paradise Lost”, que acabou ajudando a libertar três jovens presos injustamente após um assassinato ritual de crianças em West Memphis. O caso rendeu comoção nacional, porque eles foram condenados por serem fãs de heavy metal. Berlinger dirigiu apenas um filme de ficção e há 18 anos, o terror “A Bruxa de Blair 2: O Livro das Sombras” (2000), que, em retrospectiva e comparado ao novo “Bruxa de Blair” (2016), não era tão ruim assim. O roteiro é de Michael Werwie (do vindouro suspense “Lost Girls”, com Sarah Paulson) e o elenco também inclui Terry Kinney (série “Billions”), Haley Joel Osment (o menino agora crescido de “O Sexto Sentido”), Dylan Baker (série “The Good Wife”) e o cantor do Metallica James Hetfield, em sua estreia como ator. “Extremely Wicked, Shockingly Evil and Vile” fará sua estreia mundial no Festival de Sundance 2019, em janeiro, e ainda não tem distribuidora para seu lançamento comercial.












