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    Mogli impressiona e emociona em versão digital à altura do clássico da Disney

    21 de abril de 2016 /

    A nova versão “com ator” de “Mogli: O Menino Lobo” é nostálgica e impressionante pelos efeitos visuais, que comprovam mais um milagre do cinema, mas não seria tão bem-sucedida se não fosse também envolvente e emocionante. Jon Favreau é um diretor que raramente erra. Seu currículo não deixa mentir: “Zathura” (2005) e o primeiro “Homem de Ferro” (2008) são indiscutíveis. Seu único fracasso foi o fraco “Cowboys & Aliens” (2011), que ele rebateu com um projeto barato e pessoal, o delicioso “Chef” (2014). O sucesso de “Mogli” apenas confirma a confiança depositada pela Disney em seu talento. Assistir ao filme dá a impressão clara de que um peso enorme saiu das costas do cineasta. Nerd e atento aos detalhes, Favreau caprichou na criação de um novo mundo. Além de fotografia e direção de arte de arregalar os olhos, a selva de “Mogli” e todos os seus habitantes (animais criados por computação) representam um assombro tecnológico. O design gerado quase que inteiramente em CGI prova que, muitas vezes, somos injustos com os efeitos visuais que levam os profissionais que trabalham com isso a orgasmos múltiplos. Cobramos efeitos práticos, à moda antiga, quando vemos a tecnologia digital tomar conta de um filme, a ponto de se tornar mais importante que seu diretor, roteiro e elenco. Mas “Mogli” está aí para lembrar que um diretor faz diferença, sim. Num trabalho praticamente quase todo computadorizado, Favreau jamais esquece onde está a alma de seu filme. Adaptar “Mogli” sempre foi arriscado. Por conta disso, a própria Disney já tinha optado por uma animação em 1967, quando contou sua primeira versão da história criada no século 19 por Rudyard Kipling. Compreensível. Se nos anos 1960 uma adaptação decente com atores de carne e osso seria impossível, a versão de Favreau também jamais teria dado certo em outra época. Aliás, existe um filme em 1994 dirigido pelo Stephen Sommers de “A Múmia”, que ninguém lembra. É claro que a invasão das criaturas digitais ganhou fôlego com os dinossauros de “Jurassic Park”, em 1993, mas “Mogli” impressiona por criar com realismo animais que existem hoje. Esqueça os efeitos articificiais de “Jumanji”, de 1995. Os animais selvagens de “Mogli” são tão realistas quanto os bichinhos falantes de “Babe, O Porquinho Atrapalhado”, roteirizado por George Miller no mesmo ano. Uma revolução para a época, que assim como “Mogli” valorizou uma boa história acima de qualquer truque. Mas em “Babe” ainda eram animais de verdade, com pequenas manipulações digitais. Os bichos 100% computadorizados de “Mogli” só foram possíveis após Ang Lee dirigir “As Aventuras de Pi” (2012). Pense no impressionante tigre que rendeu a “Pi” o Oscar de Melhores Efeitos Visuais, só que falando e se expressando com emoções. É o que acontece no filme de Favreau, mas não somente com um tigre. Com um tigre, um urso, uma pantera, uma cobra, lobos, macacos, etc, que interagem com o menino Neel Sethi, um garoto de 10 anos, estreante no cinema. Favreau se apoia na inocência da criança (e do personagem) para que o “faz de conta” dos bichos falantes vire realidade. E a plateia vai junto. O visual funciona que é uma beleza, mas o verdadeiro valor do filme está na sua história clássica. A trama traz questionamentos básicos sobre onde reside a felicidade e a família que escolhemos, respeitando e entendendo as diferenças para descobrir, numa jornada inimista, qual é nosso lugar no mundo. A Disney se tocou que vivemos em outra época, bem distante daquela da animação de 1967. E, assim como fez em “Zootopia”, usa a fábula de Kipling para atualizar (corrigir?) conceitos e pré-conceitos. Para os mais novos, sua trama resgata até a estrutura do roteiro de “O Rei Leão” (1994). E não tem como errar quando a inspiração é essa. Mas, para os mais velhos, o atrativo da nostalgia é ainda mais irresistível. Dificilmente os marmanjos conseguirão segurar as lágrimas quando o urso Balu (voz de Bill Murray no original em inglês, na companhia de um time de dubladores excepcionais) se junta a Mogli para cantar uma música famosa da animação. O que também é uma ousadia: em meio à tanto realismo, Jon Favreau não fugiu das canções. Assim, o novo “Mogli” é um pseudo-live-action que não representa só uma nova adaptação do livro de Kipling. É uma homenagem à própria história da Disney e suas produções infantis de outros tempos.

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  • Filme

    O Caçador e a Rainha do Gelo é o maior lançamento e também o pior filme da semana

    21 de abril de 2016 /

    “O Caçador e a Rainha do Gelo” é o lançamento mais amplo da semana, distribuído em 920 salas pelo país. Espécie de quimera, que junta prólogo e sequência na mesma criatura, o filme retoma os personagens de Chris Hemsworth e Charlize Theron em “Branca de Neve e o Caçador” (2012), mas em vez de aprofundar a fábula de Branca de Neve leva sua trama para o mundo de “Frozen – Uma Aventura Congelante” (2013). O resultado parece um episódio de “Once Upon a Time” mal escrito e obcecado por efeitos visuais dourados. O longa também estreia neste fim de semana nos EUA, onde foi eviscerado pela crítica (19% de aprovação no site Rotten Tomatoes). A outra estreia infantil, a animação “No Mundo da Lua”, é mais criativa, ao acompanhar um adolescente, filho e neto de astronautas, em sua luta para preservar o programa espacial americano e impedir um bilionário excêntrico de virar dono da lua. A produção mantém o espírito aventureiro do primeiro longa do diretor espanhol Enrique Gato, “As Aventuras de Tadeo” (2012), com exibição em 290 salas (126 em 3D). “Milagres do Paraíso” também foca famílias com sua história, sobre uma criança doente que consegue uma cura milagrosa. Típica produção religiosa, sua trama reforça a insignificância da ciência, desautoriza coincidências e prega que Deus sempre atende aos que acreditam. A crítica americana considerou medíocre, com 47% de aprovação. A diretora mexicana Patricia Riggen é a mesma do drama “Os 33” (2015) e o elenco destaca Jennifer Garner (“Clube de Compra Dallas”) como a mãe que padece no paraíso. Chega em 180 salas do circuito. Dois filmes nacionais completam a programação dos shoppings. E, por incrível que pareça, nenhum deles é uma comédia boba. Com maior alcance, “Em Nome da Lei” marca a volta do diretor Sergio Rezende ao gênero policial, sete anos após seu último longa, “Salve Geral” (2009). O lançamento em 380 salas sinaliza a expectativa positiva do estúdio à história de um juiz federal incorruptível, que evoca esses dias de operação Lava Jato (dá-lhe zeitgeist). Mas o personagem de Mateus Solano (“Confia em Mim”) não é Sergio Moro nem a trama enfrenta a corrupção política, optando por situações clichês de máfia de fronteira, narradas de forma novelesca, com direito a “núcleo romântico”. Não prende sequer a atenção. A melhor opção nacional é o drama “Nise – O Coração da Loucura”, fruto de um roteiro mais maduro (escrito a 14 mãos!), que encontra um meio-termo entre o didatismo e o desenvolvimento de personagem. Glória Pires (“Flores Raras”) se destaca no papel central, a doutora Nise da Silveira, figura importante da psiquiatria brasileira, que merecia mesmo virar filme. O longa dirigido por Roberto Berliner (do péssimo “Julio Sumiu”) mostra seu confronto com os tratamentos violentos dos anos 1940 e a bem-sucedida adoção da terapia ocupacional, que passa a humanizar os doentes de um hospício público. Além de competente cinebiografia, o filme possuiu uma bela mensagem contra a intolerância. Em apenas 59 telas. Intolerância também é o tema de “Amor por Direito”, drama indie americano que ocupa uma faixa intermediária, em pouco menos de 50 salas. Baseado em fatos reais, a história mostra a batalha jurídica de uma policial (Julianne Moore, de “Para Sempre Alice”), diagnosticada com uma doença terminal, que enfrenta preconceitos para deixar sua pensão para sua parceira de vida (Ellen Page, de “X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”). O caso teve repercussão nacional nos EUA, mas, apesar das boas intenções, a trama cinematográfica não ressoa como “Filadélfia” (1993), do mesmo roteirista. Ironicamente, o drama lésbico teve a mesma nota do drama crente da semana, 47% de aprovação no Rotten Tomatoes. Dois dramas europeus e dois documentários brasileiros ocupam o circuito limitado. O principal título europeu é o romeno “O Tesouro”, de Corneliu Porumboiu (“Polícia, Adjetivo”), em que dois vizinhos enfrentam a amarga realidade da crise econômica com um sonho infantil, de encontrar um suposto tesouro escondido. Venceu vários prêmios em festivais internacionais, inclusive Cannes. O outro lançamento é o francês “Uma História de Loucura”, de Robert Guédiguian (“As Neves do Kilimanjaro”), que acompanha as histórias dois jovens: um terrorista e sua vítima colateral num atentado contra o embaixador da Turquia em Paris, nos anos 1980. Ambos chegam em quatro salas. Entre os documentários, o destaque pertence a “O Futebol”, de Sergio Oksman, vencedor do recente festival É Tudo Verdade. O diretor tem uma longa lista de prêmios no currículo. Já tinha vencido até o Goya (o Oscar espanhol) e o prêmio de Melhor Documentário do festival Karlovy Vary com o curta “A Story for the Modlins” (2012). “O Futebol”, por sua vez, foi exibido também nos festivais de Locarno e Mar Del Plata. E, apesar do título, tem o futebol apenas como pano de fundo para um reencontro entre um pai e um filho que não se viam a 20 anos, e que marcam de passar um mês juntos para acompanhar os jogos da Copa do Mundo de 2014. Os planos, porém, não se realizam como previsto. A estreia também acontece em quatro salas. Por fim, “Meu Nome É Jacque”, de Angela Zoé (“Nossas Histórias”) foca uma mulher transexual, portadora do vírus da aids, que precisa superar grandes obstáculos para viver sua vida da melhor forma possível. Chega em apenas uma sala no Rio.

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  • Música

    Demi Lovato grava cover de I Will Survive para a trilha de Angry Birds

    17 de abril de 2016 /

    A cantora Demi Lovato postou no Twitter um trecho de um cover de “I Will Survive”, canção que virou hino gay durante a era das discotecas, na voz de Gloria Gaynor. A gravação, que pode ser ouvida abaixo, foi feita para a trilha sonora da animação “Angry Birds: O Filme”, inspirado no game dos passarinhos mal-encarados. “Angry Birds: O Filme” tem direção dos estreantes Clay Kaytis (animador de “Frozen”) e Fergal Reilly (artista de storyboards de “Hotel Transilvânia”), e chega aos cinemas brasileiros em 12 de maio, oito dias antes do lançamento nos EUA (em 20/5).

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    Scooby-Doo vai ganhar sua primeira animação para o cinema

    16 de abril de 2016 /

    A Warner anunciou que Scooby-Doo ganhará seu primeiro longa animado para o cinema, que servirá para inaugurar uma nova fase na franquia, dando início a um universo compartilhado com outros personagens dos desenhos da Hanna-Barbera. Basicamente, será uma versão da ideia da Marvel – ou, no caso da Warner, da DC Comics – de compartilhar eventos e personagens entre diferentes filmes. O anúncio foi feito da CinemaCon, evento para os exibidores de cinema nos EUA. Intitulado ” S.C.O.O.B.”, o filme terá direção de Tony Cervone (“Space Jam – O Jogo do Século”), que já trabalhou na franquia, tendo produzido a série animada “Scooby-Doo! Mistério, S/A” (2010-2013) e dirigido o recente longa animado feito para o mercado vídeo, “Scooby-Doo e Kiss: O Mistério do Rock and Roll” (2015). O roteiro está a cargo de Matt Lieberman (“Dr. Dolittle 4”). Scooby-Doo já teve filmes com atores reais antes, lançados em 2002 e 2004, mas nunca protagonizou uma animação criada para o cinema. A estreia está prevista para setembro de 2018.

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  • Filme

    A Piada Mortal: Animação baseada na famosa graphic novel de Batman será imprópria para menores

    16 de abril de 2016 /

    A animação “Batman: The Killing Joke”, baseada na graphic novel “A Piada Mortal”, recebeu classificação “R” nos EUA. É a primeira produção animada de Batman a receber censura tão elevada, sendo proibida para menores de 17 anos. O produtor de animação, Sam Register, disse à revista Entertainment Weekly que sua esquipe procurou ser o mais fiel possível aos quadrinhos, sem se preocupar com a classificação indicativa que poderiam receber. “O gibi é reverenciado pelos fãs, particularmente por seus temas adultos muitas vezes chocantes. Nós sentimos que era nossa responsabilidade apresentar ao nosso público um filme de animação que representasse de forma autêntica a história que eles conhecem muito bem”, explicou. Os quadrinhos originais são realmente fortes e acabaram rendendo a história mais famosa do Coringa. Escrita por Alan Moore (“Watchmen” e “V de Vingança”) e desenhada por Brian Bolland em 1988, “A Piada Mortal” conta a origem do Coringa e registra o infame atentado contra Barbara Gordon, no qual o vilão a deixou paraplégica, acabando com sua carreira como Batgirl. Além disso, a trama contém cenas de tortura física e psicológica do Coringa sobre o Comissário Gordon, que é aprisionado nu numa jaula de circo. O primeiro trailer divulgado da animação reproduzia cenas icônicas dos quadrinhos, como a citada tortura do Comissário Gordon, a luta entre Batman e o vilão na lama de um circo abandonado, flashes da origem do Coringa e detalhes do atentado contra Barbara Gordon. Entretanto, o trailer também mostra a Batgirl, que não aparece na história. Nos quadrinhos clássicos, a heroína é representada apenas em sua identidade civil, como Barbara, a vítima da tragédia. A produção conta com dublagem de Mark Hamill (o Luke Skywalker de “Star Wars”), que faz a voz do Coringa nos desenhos da Warner desde “Batman – A Série Animada”, de 1992. Quem dá voz a Batman, por sua vez, é Kevin Conroy, o dublador original do herói na animação de clássica 1992. Com direção de Sam Liu (“Justice League vs. Teen Titans”), a animação será lançada diretamente em DVD e Blu-ray, com première em julho durante a San Diego Comic-Con. O estúdio não pretende lançar uma versão alternativa, com corte ou redução de cenas, para conseguir uma classificação indicativa menor. Assim, “Batman: The Killing Joke” se tornará o segundo lançamento em vídeo do universo dos quadrinhos da DC Comics a receber o selo R-Rated. Conforme anunciado, a Warner pretende lançar uma versão estendida e sem censura de “Batman vs. Superman: A Origem da Justiça”, que chegará no mercado de home video com classificação “R”.

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    Benedict Cumberbatch será o Grinch em nova animação

    15 de abril de 2016 /

    O ator Benedict Cumberbatch (“O Jogo da Imitação”) vai emprestar sua voz ao Grinch, o personagem que odeia o Natal, em uma nova animação da Illumination Entertainment, a produtora dos filmes “Meu Malvado Favorito” (2010) e “Minions” (2015). A revelação foi feita durante a CinemaCon, evento voltado a exibidores de cinema, em Las Vegas. O Grinch já foi dublado pelo ícone do terror Boris Karloff (“Frankenstein”) na animação “Como o Grinch roubou o Natal” (1966) e, mais recentemente, vivido por Jim Carrey no longa com atores reais “O Grinch” (2000). Não foi divulgada a equipe responsável por dar vida à nova adaptação do clássico infantil de Dr. Seuss, mas a estreia foi agendada para novembro de 2017.

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    Angry Birds: Personagens da animação ilustram cinco pôsteres

    11 de abril de 2016 /

    A Sony Pictures divulgou cinco pôsteres húngaros de “Angry Birds: O Filme”, que destacam individualmente os personagens da animação. Eles trazem Red (dublado em inglês por Jason Sudeikis e em português por Marcelo Adnet), Matilda (Maya Rudolph em inglês, Danny Calabresa em português), Bomba (com voz original de Danny McBride), Chuck (Josh Gad) e o porco Leonard (Bill Hader). A animação vai mostrar porque os passarinhos ficaram tão raivosos e o que originou a guerra contra os porcos verdes do videogame. “Angry Birds: O Filme” tem direção dos estreantes Clay Kaytis (animador de “Frozen”) e Fergal Reilly (artista de storyboards de “Hotel Transilvânia”), e chega aos cinemas brasileiros em 12 de maio, oito dias antes do lançamento nos EUA (em 20/5).

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    Personagens da animação Pets: A Vida Secreta dos Bichos ganham 9 cartazes

    11 de abril de 2016 /

    A Universal Pictures divulgou 9 pôsteres dos personagens de “Pets: A Vida Secreta dos Bichos”, nova animação criada pelos “mesmos seres humanos” que fizeram “Meu Malvado Favorito” (2010). As artes trazem os bichinhos de estimação da trama, acompanhados por cartazes que servem de “tradução” para seus pensamentos. A animação vai mostrar o que acontece quando os humanos saem para o trabalho ou a escola, e os animais de estimação ficam sozinhos em casa. E quando se entediam com o confinamento, os bichos iniciam uma aventura para salvar seus amigos capturados pela carrocinha. O filme tem direção de Chris Renaud, um dos diretores da franquia “Meu Malvado Favorito”, em parceria com Yarrow Cheney, desenhista de produção de “Meu Malvado Favorito”. O roteiro é de Brian Lynch, de “O Gato de Botas” (2011), e a dupla Cinco Paul e Ken Daurio, também de “Meu Malvado Favorito”. Já o elenco de vozes originais inclui os comediantes Louis CK (série “Louie”), Eric Stonestreet (série “Modern Family”), Kevin Hart (“Ajuste de Contas”), Ellie Kemper (série “Unbreakable Kimmy Schmidt”), Lake Bell (série “Childrens Hospital”), Bobby Moynihan (humorístico “Saturday Night Live”), Hannibal Buress (série “Broad City”) e Albert Brooks (“O Ano Mais Violento”). A estreia está marcada para 8 de julho nos EUA, mas apenas em 25 de agosto no Brasil.

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    Batman: Animação inspirada na graphic novel A Piada Mortal ganha primeiro trailer

    5 de abril de 2016 /

    A Warner divulgou o primeiro trailer e um vídeo de bastidores da animação “Batman: A Piada Mortal”, que adapta a história mais famosa do Coringa, a graphic novel homônima de 1988, escrita por Alan Moore (“Watchmen” e “V de Vingança”) e desenhada por Brian Bolland. A prévia mostra imagens que reproduzem cenas icônicas dos quadrinhos, como a tortura do Comissário Gordon, a luta entre Batman e o vilão na lama de um circo abandonado, flashes da origem do Coringa e detalhes do atentado contra Barbara Gordon. O Coringa aparece com a camisa havaiana e o revólver que ele disparou quando deixou a jovem paraplégica. Entretanto, o trailer também mostra a Batgirl, que não aparece na história. Nos quadrinhos clássicos, a heroína é representada apenas em sua identidade civil, como Barbara, a vítima da tragédia. A mudança foi proposital, revela o produtor executivo Bruce Timm no vídeo de bastidores. As imagens também são bem menos sofisticadas na animação do que no traço marcante de Brian Bolland. O destaque da dublagem fica por conta da participação de Mark Hamill (o Luke Skywalker de “Star Wars”), que se consagrou como a voz do Coringa desde “Batman – A Série Animada”, de 1992. Quem faz a voz de Batman, por sua vez, é Kevin Conroy, o dublador original do herói na animação de clássica 1992. Com direção de Sam Liu (“Justice League vs. Teen Titans”), a animação será lançada diretamente em DVD e Blu-ray, com première em julho durante a San Diego Comic-Con.

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    Cada Um na Sua Casa vai virar série animada do Netflix

    3 de abril de 2016 /

    O longa animado “Cada Um na Sua Casa” vai virar série animada do Netflix. A produção faz parte de um acordo entre o serviço de streaming e a DreamWorks Animation, que visa levar ao Netflix adaptações de seus longa-metragens e que já rendeu as séries “Dawn of the Croods”, derivada de “Os Croods” (2013), “The Mr. Peabody & Sherman Show”, desmembrada de “As Aventuras de Peabody & Sherman” (2014), “As Aventuras do Gato de Botas”, spin-off da franquia iniciada por “Shrek” (2001) e “Dragões: Pilotos de Berk”, com os personagens de “Como Treinar Seu Dragão” (2010). O desenho original acompanhava um desastrado alienígena (voz original de Jim Parsons, da série “The Big Bang Theory”), que se esconde na Terra depois de aprontar em seu planeta, e acaba fazendo amizade com uma adolescente terráquea (dublada pela cantora Rihanna). Mas a situação se complica quando o restante da raça alienígena chega à Terra, visando destruir o planeta. Intitulada, em inglês, “Home: Adventures with Tip & Oh”, a série contará com a voz da adolescente Rachel Crow (“Rio 2”), no papel que pertenceu a Rihanna, e Mark Whitten (série “Rolling High”) como a voz do alienígena Oh. Desenvolvida por Ryan Crego (série animada “Sanjay e Craig”), a 1ª temporada estará disponível em 29 de julho no Netflix, inclusive no Brasil.

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    Lego Batman: Segundo trailer ganha versão dublada

    30 de março de 2016 /

    A Warner Bros. divulgou a versão dublada do segundo trailer da animação “Lego Batman – O Filme”. A prévia do spin-off de “Uma Aventura Lego” (2014) mostra o herói na mansão Wayne, deprimindo-se diante da foto de sua família como em todos os seus outros filmes, conforme lembra Alfred, sem esquecer aquela série “esquisita” dos anos 1960. No original (que pode ser visto/ouvido aqui), a voz de Batman é feita por Will Arnett, que dublou o herói em “Uma Aventura Lego”, e Alfred é dublado por Ralph Fiennes (“O Grande Hotel Budapeste”). Além deles, o elenco original destaca Michael Cera (“Scott Pilgrim contra o Mundo”) como a voz de Robin, Rosario Dawson (série “Demolidor”) como Batgirl, Zach Galifianakis (“Se Beber, Não Case”) como o Coringa e a cantora Mariah Carey (“O Mordomo da Casa Branca”) como a Prefeita de Gotham City. O roteiro foi escrito por Seth Grahame-Smith (“Abraham Lincoln: Caçador de Vampiros”) e a direção está a cargo de Chris McKay (série “Frango Robô”), que trabalhou como supervisor de animação do filme original. “Lego Batman” tem estreia marcada para 9 de fevereiro de 2017 no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    Batman é deprimido até em versão Lego, revela novo trailer da animação

    29 de março de 2016 /

    A Warner Bros. divulgou o segundo trailer da animação “Lego Batman – O Filme” em menos de uma semana. A prévia do spin-off de “Uma Aventura Lego” (2014) mostra o herói na mansão Wayne, deprimindo-se diante da foto de sua família como em todos os seus outros filmes, conforme lembra Alfred, sem esquecer aquela série “esquisita” dos anos 1960. Ainda sem legenda ou dublagem nacional, o vídeo traz a voz marcante de Will Arnett, que dublou Batman no filme anterior, de volta ao papel do herói dos quadrinhos, e Ralph Fiennes (“O Grande Hotel Budapeste”) como Alfred. Além deles, o elenco original destaca Michael Cera (“Scott Pilgrim contra o Mundo”) como a voz de Robin, Rosario Dawson (série “Demolidor”) como Batgirl, Zach Galifianakis (“Se Beber, Não Case”) como o Coringa e a cantora Mariah Carey (“O Mordomo da Casa Branca”) como a Prefeita de Gotham City. O roteiro foi escrito por Seth Grahame-Smith (“Abraham Lincoln: Caçador de Vampiros”) e a direção está a cargo de Chris McKay (série “Frango Robô”), que trabalhou como supervisor de animação do filme original. “Batman Lego” tem estreia marcada para 9 de fevereiro de 2017 no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    Trailer do Lego Batman ganha versão dublada

    27 de março de 2016 /

    A Warner Bros. divulgou a versão dublada do primeiro trailer da animação “Lego Batman – O Filme”, spin-off de “Uma Aventura Lego” (2014). A prévia zoa da seriedade de Batman, com uma introdução do herói fazendo beatbox, além de mostrá-lo de cueca e máscara. Curiosamente, o trecho do beatbox não foi dublado, mas legendado, criando um contraste entre a voz marcante de Will Arnett, que já foi Batman no filme anterior, e seu dublador nacional. Além dele, o elenco original destaca Michael Cera (“Scott Pilgrim contra o Mundo”) como a voz de Robin, Rosario Dawson (série “Demolidor”) como Batgirl, Ralph Fiennes (“O Grande Hotel Budapeste”) como Alfred, Zach Galifianakis (“Se Beber, Não Case”) como o Coringa e a cantora Mariah Carey (“O Mordomo da Casa Branca”) como a Prefeita de Gotham City. O roteiro foi escrito por Seth Grahame-Smith (“Abraham Lincoln: Caçador de Vampiros”) e a direção está a cargo de Chris McKay (série “Frango Robô”), que trabalhou como supervisor de animação do filme original. “Batman Lego” tem estreia marcada para 9 de fevereiro de 2017 no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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