Netflix deleta episódio polêmico de pênis animado sem fazer nenhum comentário
Após uma mãe britânica descobrir um pênis num episódio da animação infantil “A Abelha Maia”, o escândalo se tornou viral nas redes sociais. Mas a Netflix, que disponibilizou o desenho, não se manifestou oficialmente. Em silêncio, apenas tirou do ar o capítulo polêmico da série animada europeia, como pode ser visto na imagem acima. O estúdio responsável pela produção também não fez nenhum comentário. O episódio virou um escândalo após a constatação de que um pênis aparecia desenhado como uma pichação em uma árvore, ao fundo de uma cena. A imagem foi percebida por Chey Robinson, enquanto assistia à atração infantil com os filhos na Netflix e postou um vídeo no Facebook para divulgar a descoberta. “Sei que não estou louca e sei que algo assim não deveria estar em programa para crianças. Estou extremamente enojada, não há motivos para meus filhos estarem vendo uma coisa assim”, disse ela na publicação, que já foi excluída. Outra mãe, a americana Ariel Wray, levou o assunto ao Twitter, incitando ainda mais protestos. A produção, do estúdio europeu Studio 100 Animation, é baseada na personagem literária criada pelo escritor alemão Waldemar Bonsels em 1912 e tem como protagonista Maia, uma abelha que deixa sua colmeia para se aventurar no mundo ao lado dos amigos insetos. A série foi feita em 2012 e a Netflix é apenas o distribuidor em streaming. A animação também foi adaptada para os cinemas em 2014, com direção de Alexs Stadermann (animador da série “Timão & Pumba”), que inclusive prepara uma continuação para 2018. This show is on @netflix its called maya the Bee this episode is S1E35 around 5:14 mins in they have a #dick on the log wall pic.twitter.com/lb5bK88Ex5 — Ariel Wray (@ArielWray) September 15, 2017
BoJack Horseman é renovada para sua 5ª temporada
A Netflix anunciou que “BoJack Horseman” foi renovada para a 5ª temporada. O anúncio foi feito via Twitter, numa animação ao melhor estilo BoJack. Logo em seguida, o ator Will Arnett (série “Arrested Development”), que dá voz ao personagem-título, postou uma foto do roteiro do primeiro episódio da próxima temporada. Confira abaixo. Criada por Raphael Bob-Waksberg, a produção gira em torno de um cavalo falante mal-humorado, que foi astro de uma antiga sitcom e luta para se manter como celebridade. Além de Arnett, o bom elenco de dubladores conta com Amy Sedaris (série “Alpha House”) como uma gata falante, Alison Brie (série “Community”) como uma garota que namora um cachorrão (literalmente) e Aaron Paul (série “Breaking Bad”) como o melhor amigo humano do protagonista. A 4ª temporada estreou em 8 de setembro e a próximo só vai chegar em 2018. SO, THIS HAPPENED… pic.twitter.com/ZgRcG7anIF — BoJack Horseman (@BoJackHorseman) September 21, 2017 pic.twitter.com/G2yPlG5itK — Will Arnett™ (@arnettwill) September 21, 2017
Ilha de Cachorros: Nova animação de Wes Anderson ganha trailer fantástico
A Fox Searchlight divulgou dois pôsteres e o primeiro trailer de “Ilha de Cachorros” (Isle of Dogs), a nova animação do cineasta Wes Anderson (“O Grande Hotel Budapeste”). A prévia revela a fantástica premissa da trama, que se passa num futuro distópico, após um surto de gripe canina levar o Japão a isolar todos os cachorros numa ilha, até então utilizada como depósito de lixo. Isto não impede um garotinho de ir até lá para tentar resgatar seu animal de estimação. Os demais cachorros resolvem ajudar na busca. O problema é que, como eles falam inglês, não entendem o que diz o menino japonês. Tem mais: política, conspiração, referências a animes e tambores japoneses retumbando o tempo inteiro. Fantástico. O elenco de vozes, como de costume, é repleto de estrelas, incluindo alguns parceiros habituais do diretor, como Bill Murray, Edward Norton, Tilda Swinton, Jeff Goldlum, Frances McDormand e Bob Balaban, mas também novidades como Bryan Cranston (da série “Breaking Bad”), Scarlett Johansson (“Os Vingadores”), Greta Gerwig (“Frances Ha”), Liev Schreiber (série “Ray Donovan”) e diversos astros japoneses, como Ken Watanabe (“A Origem”), Kunichi Nomura (“Encontros e Desencontros”), Akira Ito (“Birdman”), Akira Takayama (“Neve Sobre os Cedros”) e até a cantora Yoko Ono. “Ilha de Cachorros” será a segunda animação da carreira de Anderson, após “O Fantástico Sr. Raposo” (2009). E a escolha do tema é especialmente curiosa porque, em seus filmes, o diretor tem se mostrado um assassino contumaz de cachorrinhos. Os bichinhos sempre se dão mal em suas obras, a ponto da revista The New Yorker ter publicado um ensaio a respeito de seu ódio por cães. A estreia está marcada para 20 de abril nos Estados Unidos e apenas dois meses depois, em 14 de junho, no Brasil.
Clipe de My Little Pony: O Filme traz versão animada da cantora Sia
A cantora Sia divulgou o clipe de “Rainbow”, música que fará parte da trilha sonora da animação “My Little Pony: O Filme”. Além de cenas animadas, que mostram Sia como uma Pequena Pônei, o vídeo conta, mais uma vez, com a dançarina Maddie Ziegler, usando uma das perucas estilizadas da cantora. Ziegler virou uma espécie de avatar de Sia, tendo dançado nos vídeos de “Chandelier”, “Elastic Heart”, “Big Girls Cry”, “Cheap Thrills” e “The Greatest”. Ela estreou recentemente no cinema, com um papel no filme “The Book of Henry”, já exibido nos EUA, mas ainda inédito no Brasil. Sia também participa do longa animado baseado na franquia de brinquedos “Meu Pequeno Pônei”, que ainda inclui as vozes de Emily Blunt (“Caminhos da Floresta”), Kristin Chenoweth (“O Garoto da Casa ao Lado”), Uzo Aduba (série “Orange Is the New Black”), Zoe Saldana (“Mad Max: Estrada da Fúria”), Taye Diggs (série “Murder in the First”), Michael Pena (“Homem-Formiga”) e Liev Schrieber (série “Ray Donovan”). A história foi escrita por Rita Hsiao (“Mulan”, “Toy Story 2”) e pela roteirista original da série animada dos pôneis coloridos, Meghan McCarthy. A direção está a cargo de Jayson Thiessen, que tem a mesma função na série animada e ainda comandou três telefilmes derivados da franquia. A estreia foi programada para 5 outubro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Mãe descobre um pênis na série animada infantil da Abelha Maia
Um episódio da animação infantil “A Abelha Maia” virou um escândalo após a constatação de que um pênis aparecia desenhado como uma pichação em uma árvore em uma cena. A cena foi percebida pela britânica Chey Robinson, enquanto assistia à atração infantil com os filhos na Netflix e postou um vídeo no Facebook para divulgar a descoberta. “Sei que não estou louca e sei que algo assim não deveria estar em programa para crianças. Estou extremamente enojada, não há motivos para meus filhos estarem vendo uma coisa assim”, disse ela na publicação, que foi excluída depois de viralizar. De acordo com Chey, a imagem do pênis aparece aos 18 minutos e 35 segundo do episódio 35 da 1ª temporada do desenho, a única que está disponível no serviço de streaming. “Não sei se eles farão algo sobre isso, mas não há porquê isso estar neste show mais. Então, estou avisando para que vocês tomem cuidado com o que seus filhos estão vendo”, acrescentou a mulher, que garantiu não ter manipulado a imagem do frame. A produção, do estúdio europeu Studio 100 Animation, é baseada na personagem literária criada pelo escritor alemão Waldemar Bonsels em 1912 e tem como protagonista Maia, uma abelha que deixa sua colmeia para se aventurar no mundo ao lado dos amigos insetos. A série foi feita em 2012 e a Netflix é apenas o distribuidor em streaming. A animação também foi adaptada para os cinemas em 2014, com direção de Alexs Stadermann (animador da série “Timão & Pumba”), que inclusive prepara uma continuação para 2018.
O Touro Ferdinando ganha novo vídeo que destaca seus dubladores originais
A Fox divulgou um novo vídeo de “O Touro Ferdinando”, animação do brasileiro Carlos Saldanha (responsável pelas franquias “Rio” e “A Era do Gelo”), que destaca os dubladores americanos, especialmente o lutador John Cena (“Pai em Dose Dupla”), voz do personagem-título. Como “Rio” e “A Era do Gelo”, a nova produção também é um desenho de bichos falantes. A história de Ferdinando foi criada em 1936 pelo escritor americano Munro Leaf, num livro infantil ilustrado por Robert Lawson, e já foi até filmada pela Disney, num curta clássico que venceu o Oscar de sua categoria em 1939. Graças ao sucesso da versão da Disney, reprisada várias vezes na TV, o touro sensível, que gosta de ficar no campo cheirando flores e não leva jeito para touradas, acabou virando um símbolo do pacifismo. Apesar disso, Ferdinando nunca tinha ganhado um longa-metragem antes. O novo trailer revela que, para esticar a história, foram incluídos diversos bichos coadjuvantes. Saldanha divide a animação do longa com Cathy Malkasian e Jeff McGrath (ambos de “Os Thornberrys – O Filme”) e o elenco de dubladores originais ainda inclui Gina Rodriguez (série “Jane the Virgin”), David Tennant (séries “Doctor Who”, “Jessica Jones”), Kate McKinnon (“Caça-Fantasmas”), Anthony Anderson (série “Black-ish”), Boris Kodjoe (série “The Last Man on Earth”), Sally Phillips (“O Bebê de Bridget Jones”), Gabriel Iglesias (série “Cristela”), Miguel Ángel Silvestre (série “Sense8”) e Bobby Cannavale (série “Vinyl”). A estreia está marcada para 15 de dezembro nos EUA e 4 de janeiro no Brasil.
Quarta Menina Superpoderosa vai se chamar Estrelinha no Brasil
O Cartoon Network definiu o nome brasileiro da quarta integrante das “Meninas Superpoderosas”. Chamada de Bliss (Felicidade) nos Estados Unidos, ela será Estrelinha na versão nacional do desenho, juntado-se a Florzinha, Lindinha e Docinho como a nova integrante da série animada. O anúncio foi feito no Facebook do canal. Veja abaixo. A personagem é negra e tem cabelos azuis, no que parece ter sido inspirada por Nicki Minaj. Sua dubladora original, por sinal, é cantora, a sul-africana Toya Delazy. Estrelinha conta com as habilidades de vôo, superforça e telecinese – mas, ao contrário do trio original, não consegue controla-las muito bem. A personagem é uma irmã perdida que desapareceu logo após sua criação. E para quem estava se perguntando qual seria sua origem, o Professor Utônio revelou que talvez tenha cometido erros com o Elemento X (que se chama Chemical W em inglês) mais de uma vez. As “Meninas Superpoderosas” viraram um quarteto no fim de semana, num episódio exibido no domingo (17/9) no Cartoon Network americano, e a novidade polarizou opiniões nas redes sociais. O fenômeno também está se repetindo no Brasil, como pode ser visto no próprio Facebook do Cartoon Network. Com vocês, a 4ª menina superpoderosa! 💜 ❤️💚💙 #CNAcessível: A imagem mostra as meninas superpoderosas, Florzinha, Lindinha e Docinho, com a nova integrante do desenho, a personagem Estrelinha. Publicado por Cartoon Network Brasil em Segunda, 18 de setembro de 2017
Vídeo explica origem da quarta Menina Superpoderosa
As “Meninas Superpoderosas” viraram um quarteto no fim de semana, num episódio exibido no domingo (17/9) no Cartoon Network americano. A nova personagem é negra, se chama Bliss (felicidade) em inglês e tem cabelos azuis, no que parece ter sido inspirada por Nicki Minaj. Sua dubladora original, por sinal, é cantora, a sul-africana Toya Delazy. Bliss conta com as habilidades de vôo, superforça e telecinese – mas, ao contrário do trio original, não consegue controla-las muito bem. A personagem é uma irmã perdida que desapareceu logo após sua criação. E para quem estava se perguntando qual seria sua origem, o Professor Utônio revelou que talvez tenha cometido erros com o Elemento X (que se chama Chemical W em inglês) mais de uma vez. A cena da origem foi compartilhada pelo canal em suas redes sociais e pode ser vista abaixo. Mas a reação nas redes sociais foi muito muito negativa. Think you know the *Bliss-story* of the fourth Powerpuff Girl? Watch what happens next on the CN App! https://t.co/I85Tn1jqKk #Bliss pic.twitter.com/86xHg5fYWY — Cartoon Network (@cartoonnetwork) September 18, 2017
It: A Coisa já é a maior bilheteria do terror em todos os tempos na América do Norte
“It: A Coisa” continua pavoroso para seus concorrentes nas bilheterias da América do Norte. Em sua segunda semana, a adaptação de Stephen King fez simplesmente US$ 60 milhões, valor que a maioria dos lançamentos de Hollywood não consegue atingir em sua estreia. A produção já deixou para trás vários recordes e começa a quebrar novos, ao chegar agora a um total de US$ 218,7 milhões, somados em apenas 10 dias em cartaz nos Estados Unidos e no Canadá. Com isso, atingiu – de forma incrivelmente rápida – a maior bilheteria doméstica do gênero terror em todos os tempos. O recorde anterior pertencia ao clássico “O Exorcista”, com a marca de US$ 193 milhões em 1974. Claro que, na época, o preço dos ingressos era bem menor. Mas o sucesso de “It: A Coisa” não dá mostras de diminuir e pode chegar a valores que nem cálculos de compensação pela inflação poderão retrucar. A cada semana que passar, o filme vai ampliar seu recorde. Seus US$ 218,7 milhões, por sinal, já derrubaram outro recorde: melhor arrecadação de um filme lançado durante o mês de setembro. E olha que o mês está apenas na metade. No resto do mundo, os valores também são impressionantes. O longa dirigido por Andy Muschietti atingiu US$ 371,3 milhão ao redor do globo e deve ultrapassar os US$ 500 milhões nas próximas duas semanas. Nunca é demais lembrar que a produção custou apenas US$ 35 milhões para ser realizada. Os mais apavorados com a voracidade do filme monstruoso são os estúdios que tiveram lançamentos amplos nesta semana. A Lionsgate pretendia fazer de “O Assassino: O Primeiro Alvo” o começo de uma franquia de ação estrelada por Dylan O’Brien. O personagem do longa, Mitch Rapp, protagonizou 14 best-sellers do escritor Vince Flynn, que faleceu em 2013. Mas, apesar de abrir em 2º lugar, a estreia rendeu apenas US$ 14,8 milhões. O estúdio agora vai considerar suas opções, levando em conta que “O Assassino” custou ainda menos que “It”, US$ 33 milhões, e teve uma abertura similar a “De Volta ao Jogo” (John Wick) em 2014. O longa estrelado por Keanu Reeves virou franquia, mas apenas porque o estúdio foi convencido pelas críticas positivas (85% de aprovação no site Rotten Tomatoes) de que uma continuação se aproveitaria do hype – o que de fato aconteceu. A má notícia é que as críticas de “O Assassino” foram negativas (33%). Mas críticas são realmente tão importantes assim? Afinal, “Mãe!”, o novo filme dirigido por Darren Arnofsky e estrelado por Jennifer Lawrence, ganhou muitos elogios na imprensa (68% de aprovação), e mesmo assim foi considerado um dos piores filmes do ano pelo público, que lhe deu nota “F” no levantamento do CinemaScore. Pouquíssimos longas tem avaliação tão ruim, porque o público costuma gostar de tudo – é fato, basta ver as notas do CinemaScore. Pois o público realmente odiou e o boca-a-boca negativo se provou um desastre para a produção da Paramount, que abriu em 3º lugar com apenas US$ 7,5 milhões. O valor é quase metade do que fez “O Assassino” e 12,5% do arrecadado por “It” nos últimos três dias. Também representa um recorde negativo na carreira de Jennifer Lawrence, como a pior bilheteria de estreia de sua filmografia – superando “A Última Casa da Rua”, que abriu com US$ 12,2 milhões em 2012. A sorte da Paramount é “Mãe!” ser, supostamente, o lançamento amplo mais barato da semana, tendo custado US$ 30 milhões declarados. Mas há controvérsias a respeito deste número. “Mãe!” e “O Assassino” agora vão duelar com “It” no Brasil, onde estreiam na quinta-feira (21/9). A diferença é que pegarão o palhaço Pennywise mais cansado, em sua terceira semana em cartaz, após liderar as bilheterias nacionais por dois fins de semana consecutivos. Confira abaixo como se saíram os demais filmes que completam a lista das dez maiores bilheterias dos cinemas dos Estados Unidos e do Canadá. Clique nos títulos para ver os trailers de cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. It: A Coisa Fim de semana: US$ 60 milhões Total EUA: US$ 218,7 milhões Total Mundo: US$ 371,3 milhão 2. O Assassino: O Primeiro Alvo Fim de semana: US$ 14,8 milhões Total EUA: US$ 14,8 milhões Total Mundo: US$ 21 milhões 3. Mãe! Fim de semana: US$ 7,5 milhões Total EUA: US$ 7,5 milhões Total Mundo: US$ 13,5 milhões 4. De Volta para Casa Fim de semana: US$ 5,3 milhões Total EUA: US$ 17,1 milhões Total Mundo: US$ 17,1 milhões 5. Dupla Explosiva Fim de semana: US$ 3,5 milhões Total EUA: US$ 70,3 milhões Total Mundo: US$ 70,3 milhões 6. Annabelle 2: A Criação do Mal Fim de semana: US$ 2,6 milhões Total EUA: US$ 99,9 milhões Total Mundo: US$ 291,1 milhões 7. Terra Selvagem Fim de semana: US$ 2,5 milhões Total EUA: US$ 29,1 milhões Total Mundo: US$ 29,1 milhões 8. A Bailarina Fim de semana: US$ 2,1 milhões Total EUA: US$ 18,6 milhões Total Mundo: US$ 102,5 milhões 9. Homem-Aranha: De Volta para Casa Fim de semana: US$ 1,8 milhão Total EUA: US$ 330,2 milhões Total Mundo: US$ 861,2 milhões 10. Dunkirk Fim de semana: US$ 1,3 milhão Total EUA: US$ 185,1 milhões Total Mundo: US$ 508,3 milhões
Game of Thrones ganha prólogo animado da HBO
A série “Game of Thrones” ganhou um prólogo animado, que detalha a história de conquistas e rebeliões dos Sete Reinos, antes da chegada dos Baratheon/Lannister ao Trono de Ferro – evento também conhecido como “antes da série começar”. A HBO divulgou o primeiro episódio de “Conquest & Rebellion” na página oficial de “Game of Thrones” no YouTube, e ele pode ser conferido na íntegra abaixo. Enquanto o capítulo inicial tem 4 minutos e meio, a animação completa terá 45 minutos, consistindo de 12 episódios, com narração de atores da série, como Nikolaj Coster-Waldau (Jaime Lannister) e Sophie Turner (Sansa Stark). A princípio, o material foi produzido como bônus do Blu-ray da 7ª temporada – cuja capa também foi divulgada (veja abaixo) – e não deve ser disponibilizado integralmente online. A HBO também está desenvolvendo cinco projetos de séries passadas no mesmo universo de “Game of Thrones”. A expectativa é que pelo menos uma seja aprovada e se transforme num spin-off oficial, após o encerramento da 8ª e última temporada. Assim como “Conquest & Rebellion”, os projetos derivados são todos prólogos.
Filme de ação Feito na América com Tom Cruise é a maior estreia da semana
O fim do verão norte-americano assinala uma pausa nos filmes-evento, criando um paradoxo curioso: os dois lançamentos mais amplos desta quinta (14/9) são produções hollywoodianas inéditas nos próprios Estados Unidos. A lista de estreias ainda inclui três filmes brasileiros. O ator Tom Cruise volta a ocupar a maior parte das telas, depois do fracasso de “A Múmia”, tentando levantar voo com “Feito na América”. Ao contrário do anterior, rejeitado pela crítica com 16% de aprovação no Rotten Tomatoes, o novo tem 88% de resenhas positivas. Equilibrando ação e humor, “Feito na América” conta a história verídica de Barry Seal, um piloto de avião que transportava ao mesmo tempo armas para a CIA e drogas para Pablo Escobar. Interpretado por Cruise com um sorriso arteiro e a arrogância de um ás indomável, o personagem esbanja carisma. E também marca a segunda parceria do ator com o diretor Doug Liman, após o bem-sucedido “No Limite do Amanhã” (2014). Um detalhe da produção é que a fotografia é de César Charlone (“Cidade de Deus”). Com distribuição em 547 salas, o filme chega ao Brasil duas semanas antes de seu lançamento nos Estados Unidos. Por outro lado, o terror “Amityville – O Despertar” nem sequer tem previsão para entrar no circuito norte-americano. Provavelmente porque deve sair direto em DVD por lá. Afinal, sua trama é uma continuação que renega os diversos filmes anteriores passados no mesmo lugar mal-assombrado. Segundo a premissa, nada aconteceu em Amityville desde os anos 1970, época em que mortes sangrentas inspiraram uma lenda e originaram a franquia de terror original. Por conta disso, uma nova família acha perfeitamente seguro se mudar para a casa mal-assombrada mais famosa do mundo. Em 1979 e 2005, foram recém-casados que se mudaram para o local. Desta vez, a trama é mais próxima do segundo longa, “Terror em Amityville” (1982), em que a assombração atacava o filho adolescente dos moradores incautos. O roteiro e a direção são do francês Franck Khalfoun, que recentemente revisitou outro terror clássico com o remake de “Maníaco” (1980). A animação canadense “O que Será de Nozes 2” é quase um remake. Assim como na primeira animação, o habitat dos bichinhos falantes sofre um acidente e eles são forçados a buscar um novo esconderijo. E, claro, precisarão lutar para defendê-lo. No caso, enfrentarão o projeto de transformar um parque verde num parque de diversões, fazendo de tudo para impedir as obras, como visto em inúmeros curtas do Tico e Teco, da Disney, e no recente “O Lorax: Em Busca da Trúfula Perdida” (2012). O circuito limitado ainda traz mais dois dramas americanos. “Em Defesa de Cristo” segue a linha de “Deus Não Está Morto”, confrontando um ateu com “verdades religiosas”. Curiosamente, a efetividade deste tipo de propaganda, baseada no best-seller de um professor evangélico, é bastante limitada, já que atrai apenas os convertidos – foi um fracasso nas bilheterias dos EUA. Já “Columbus” é uma produção indie com 97% de aprovação no Rotten Tomatoes, que teve sua première no Festival de Sundance deste ano. O título se refere à cidade de Indiana onde um sul-coreano (John Cho, de “Star Trek”) se vê encalhado, quando seu pai, um arquiteto famoso, cai doente. A trama equilibra concreto e romance, conforme o protagonista vai conhecendo a cidade modernista e se envolve com uma bela jovem (Haley Lu Richardson, de “Fragmentado”) entusiasta de arquitetura, cuja mãe também sofre com uma doença diferente – o vício. Rara produção búlgara a chegar ao Brasil, “Glory” venceu diversos prêmios internacionais, especialmente pelo roteiro, que mostra como um ato ético pode ser corrompido por um governo inescrupuloso. Na trama, um trabalhador ferroviário encontra milhões em dinheiro espalhados sobre os trilhos e os entrega à polícia. Quando uma funcionária do Ministério dos Transportes decide usá-lo numa campanha para desviar a atenção da imprensa de um escândalo de corrupção, sua vida simples é submetida ao caos da burocracia estatal. A parábola dramática tem 91% de aprovação no Rotten Tomatoes. Três ótimos filmes nacionais completam a programação. No revelador documentário “A Gente”, o diretor Aly Muritiba (“Para Minha Amada Morta”) filma a rotina de agentes penitenciários, uma profissão que ele exerceu antes de virar cineasta, no interior de uma penitenciária de Curitiba. “Deserto” marca a estreia do ator Guilherme Weber (“Real, O Plano por Trás da História”) como diretor e roteirista, e acompanha a chegada de uma trupe de artistas itinerantes numa cidade fantasma, que decidem habitar, revelando suas verdadeiras personalidades fora do palco. Com elenco liderado pelo veterano Lima Duarte (“Família Vende Tudo”), o filme chama atenção pelo visual felliniano e foi premiado por isso, com o troféu de Melhor Direção de Arte no Festival de Brasília passado. Por fim, “As Duas Irenes” possui uma carreira consagrada por participação no Festival de Berlim, prêmio de Melhor Filme de Estreia do Festival de Guadalajara e três Kikitos no recente Festival de Gramado, incluindo Melhor Ator Coadjuvante (Marco Ricca), Direção de Arte e Roteiro, escrito pelo diretor estreante Fabio Meira. Rodado em Goiás, a produção acompanha uma jovem que descobre outra filha de seu pai. Além do mesmo pai, a jovem ainda compartilha o mesmo nome que o seu. Sem se identificar, a primeira Irene se aproxima da outra. Mas a história não tem vingança ou perversidade. Em vez disso, explora a situação atípica como uma metáfora para as questões existenciais da adolescência. Com bela fotografia (da boliviana Daniela Cajías) e trama universal, merecia um lançamento em mais salas. Clique nos títulos destacados de cada filme para ver os trailers de todas as astreias da semana.
Animação da Pixar vai ao mundo dos espíritos em novo trailer
A nova animação da Pixar, que se chama apenas “Coco” nos EUA e virou “Viva – A Vida É uma Festa” no Brasil, ganhou dois novos pôsteres e seu terceiro trailer, ainda sem legendas ou dublagem nacional. A prévia revela diversas similaridades com outra animação recente, “Festa no Céu” (2016), ao acompanhar um menino e seu cachorro numa jornada pelo plano espiritual. Proibido de tocar música, apesar de ser parente de um cantor famoso, a criança vai atrás de respostas. E ao segurar o violão de seu ancestral, acaba sendo “puxada” para a Terra dos Mortos. A partir daí, seus parentes falecidos tentam ajudá-lo a voltar ao mundo dos vivos. O elenco de vozes originais inclui Gael García Bernal (“Neruda”), Benjamin Bratt (“Doutor Estranho”) e Renee Victor (série “Weeds”), mas o protagonista é dublado por um estreante, Anthony González, escolhido entre várias crianças que fizeram testes para o papel. O roteiro é de Adrian Molina (“O Bom Dinossauro”), que também vai estrear como diretor, trabalhando ao lado de Lee Unkrich (“Toy Story 3”). A previsão de estreia é para 4 de janeiro no Brasil, quase dois meses depois do lançamento nos EUA.
Big Mouth: O monstro da puberdade ataca em trailer e cenas de nova série animada para adultos
A Netflix divulgou o pôster, o trailer legendado e duas cenas (sem legendas) de “Big Mouth”, sua nova série de comédia animada para adultos. Apesar de apresentar monstros, a história gira em torno de sexo, hormônios e genitália, acompanhando pré-adolescentes que só pensam nisso, ao passar pelas mudanças físicas da puberdade. A série foi criada por Nick Kroll (criador do “Kroll Show”) e Andrew Goldberg (roteirista de “Uma Família da Pesada/Family Guy”) e conta com um elenco de dubladores famosos: John Mulaney (série “Mulaney”), Maya Rudolph (série “Up All Night”), Jason Mantzoukas (“Como Ser Solteira”), Jordan Peele (humorístico “Key and Peele”), Fred Armisen (humorístico “Portlandia”) e Jenny Slate (a voz da Arlequina em “Lego Batman: O Filme”). Como o trailer foi disponibilizado legendado, a Netflix deve preservar as vozes originais no Brasil, considerando que se trata de um produto para adultos. A estreia está marcada para 29 de setembro.











