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  • Música

    Nova animação da Pixar, Viva – A Vida É uma Festa ganha último trailer

    6 de novembro de 2017 /

    A nova animação da Pixar, que se chama apenas “Coco” nos EUA e virou “Viva – A Vida É uma Festa” no Brasil, ganhou um novo pôster e seu trailer final – para variar, dublado em inglês e sem legendas. A prévia mostra a relação do menino protagonista com sua família, viva e morta, conforme a animação acompanha sua jornada pelo plano espiritual. Na trama, a criança é proibido de tocar música, apesar de ser parente de um cantor famoso, e ao segurar o violão de seu ancestral acaba sendo “puxada” para a Terra dos Mortos. A partir daí, seus parentes falecidos tentam ajudá-lo a voltar ao mundo dos vivos. O elenco de vozes originais inclui Gael García Bernal (“Neruda”), Benjamin Bratt (“Doutor Estranho”) e Renee Victor (série “Weeds”), mas o protagonista é dublado por um estreante, Anthony González, escolhido entre várias crianças que fizeram testes para o papel. O roteiro é de Adrian Molina (“O Bom Dinossauro”), que também vai estrear como diretor, trabalhando ao lado de Lee Unkrich (“Toy Story 3”). A previsão de estreia é para 4 de janeiro no Brasil, quase dois meses depois do lançamento nos EUA. Esta demora explica porque a Disney só disponibilizou um único trailer dublado em português até o momento, contra quatro disponíveis no exterior.

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  • Filme

    Beyoncé é confirmada na nova versão do Rei Leão

    2 de novembro de 2017 /

    A cantora Beyoncé confirmou os rumores sobre sua participação na nova versão de “O Rei Leão”. Ela anunciou sua presença com a postagem de uma imagem nas redes sociais, que reúne todo o elenco da produção. Veja abaixo. Beyoncé dará vida à Nala no filme da Disney, e trabalhará ao lado de Donald Glover (série “Atlanta”) como Simba e James Earl Jones (“O Campo dos Sonhos”), que voltará a dublar Mufasa, o pai de Samba, como no desenho clássico de 24 anos atrás. Mas a postagem não aborda outro detalhe anteriormente antecipado: que ela também trabalharia na trilha sonora da produção. Ao contrário das refilmagens anteriores dos desenhos animados da Disney, “O Rei Leão” não será uma versão “live action”. Trata-se mesmo de outra versão animada, mas com imagens mais realistas. Todos os personagens serão criações digitais, que ganharão as vozes de atores famosos, como já aconteceu com os animais de “Mogli, o Menino Lobo”. A diferença é que, em Mogli, havia uma criança como protagonista, que contracenava com os efeitos visuais. Em “Rei Leão” estarão em cena apenas os “efeitos visuais”. De forma interessante, já que a trama se passa na África, todos os dubladores dos leões da trama são atores negros. Além de Beyoncé, Glover e James Earl Jones, Chiwetel Ejiofor (“12 Anos de Escravidão”) dublará o vilão Scar e Alfre Woodard (série “Luke Cage”) dará voz à Sarabi, a mãe de Simba. Já os dois personagens mais divertidos, Timão e Pumba, ganharão as vozes dos comediantes brancos Billy Eichner (série “Parks and Recreation”) e Seth Rogen (“Os Vizinhos”), respectivamente como o suricato e o javali. A dupla é responsável pela música mais famosa do filme, “Hakuna Matata”. Para completar, o apresentador John Oliver viverá o passarinho Zazu. O novo “O Rei Leão” tem direção de Jon Favreau, responsável justamente por “Mogli, o Menino Lobo”, e previsão de estreia é para junho de 2019. #TheLionKing 2019. Publicado por Beyoncé em Quarta-feira, 1 de novembro de 2017  

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  • Filme

    Estreias: Feriadão sem blockbuster destaca filmes indies e drama brasileiro premiado em Cannes

    2 de novembro de 2017 /

    Quase uma dúzia de estreias chegam aos cinemas neste feriadão, mas nenhum blockbuster. A grande ironia é que os lançamentos com maior distribuição desta vez são europeus, enquanto os títulos de qualidade vem dos Estados Unidos e do Brasil: duas produções indies que devem marcar presença na temporada de premiações americanas do fim de ano e um dos melhores dramas brasileiros de 2017. Clique nos títulos dos filmes abaixo para ver os trailers de todas as estreias. O filme que chega em mais salas nesta quinta-feira (2/11) é uma animação genérica belga, “Big Pai, Big Filho”, sobre um adolescente que descobre que seu pai é o Pé Grande. A premissa vira uma aventura de animais falantes com direção dos responsáveis pelas “Aventuras de Sammy” (2010), o “Procurando Nemo” com tartarugas da Bélgica, usando os mesmos softwares já superados de computação gráfica. “A Noiva” é o terceiro terror russo de Svyatoslav Podgayevsky, que já tem mais três encaminhados. Nenhum deles agradou à crítica internacional, mas este vai ganhar remake americano graças à temática macabra, que explora um costume antigo de países da Europa Oriental: fotografias de mortos para os álbuns de recordações das famílias, com as pálpebras pintadas para simular olhos abertos. A tradição sinistra é evocada quando uma jovem viaja com o noivo para conhecer a família dele, e se vê numa cerimônia ritualística de casamento. O único susto do lançamento, porém, é que não saiu direto em DVD ou streaming. O feriado de Finados oferece até uma combinação de animação para crianças com tema de terror. Como o título sugere, “Historietas Assombradas – O Filme” é uma produção brasileira derivada da TV. Trata-se da versão de cinema da série “Historietas Assombradas para Crianças Malcriadas”, do Cartoon Network, por sua vez inspirada num curta de 2013. O diretor é o mesmo dos três, Victor-Hugo Borges. O desenho faz sentido para quem não acompanha a série, mas é melhor ainda para quem conhece os personagens, já que aborda o passado do menino Pepe, abandonado pelos pais e criado pela Vó, o que evitou que fosse utilizado num ritual macabro. Entretanto, o que chama atenção é seu visual peculiar, com traços bizarros para evocar o terror trash, repleto de monstros e criaturas repugnantes. Não tema, pois é divertido e com moral da história, sobre o que representa uma família de verdade. Há uma montanha no caminho de dois filmes. “Depois Daquela Montanha” traz Kate Winslet (“O Leitor”) e Idris Elba (“A Torre Negra”) perdidos no meio da neve após um acidente aéreo. Sozinhos e feridos em um local ermo e congelante, em vez de lutarem pela sobrevivência, aproveitam o cenário para viver um novelão romântico. A produção “de prestígio” da Fox foi um fracasso de crítica (42% no Rotten Tomatoes) e público (US$ 28,3 milhões arrecadados para um orçamento de US$ 35 milhões) na América do Norte. A melhor parte da programação começa na outra montanha. “Gabriel e a Montanha” dramatiza a viagem derradeira de Gabriel Buchmann (vivido na tela por João Pedro Zappa), jovem economista brasileiro que morreu em 2009, aos 28 anos, durante uma escalada numa montanha no Malawi. O diretor Fellipe Barbosa era amigo de infância do rapaz, que fazia questão de não seguir regras, ao viajar pelo mundo sem dinheiro e sem parecer turista. O filme foi vencedor de dois prêmios da mostra Semana da Crítica, do Festival de Cannes 2017, inclusive o principal, além de ter sido aplaudido de pé e recebido críticas muito positivas da imprensa internacional. Este é o segundo longa-metragem de ficção dirigido por Fellipe Barbosa, que esteve à frente do elogiado “Casa Grande”, vencedor do prêmio do público no Festival do Rio e considerado o Melhor Filme Brasileiro exibido em 2015 pela Pipoca Moderna. Também premiado em Cannes, “Terra Selvagem” rendeu o troféu de Melhor Direção para Taylor Sheridan na mostra Um Certo Olhar. Neste ano, Sheridan já tinha sido indicado ao Oscar como Roteirista, por “A Qualquer Custo”. Sua nova trama de suspense dramático combina a neve da região do Wyoming com um clima bastante sombrio, ao acompanhar a investigação do assassinato de uma jovem numa reserva indígena. O elenco é liderado por Jeremy Renner e Elizabeth Olsen (ambos de “Vingadores: Era de Ultron”), como um caçador local e uma agente do FBI, que se unem para tentar descobrir o assassino. 87% de aprovação no Rotten Tomatoes. Outro filme indie com destaque na temporada, com 81% no Rotten Tomatoes e indicação a Melhor Roteiro no Gotham Awards (premiação do cinema independente americano), “O Estado das Coisas” traz Ben Stiller (“Zoolander”) amargurado, comparando seu status ao de seus amigos de faculdade, que ficaram milionários enquanto ele continuou idealista e não construiu patrimônio. A reflexão acontece quando seu filho (Austin Abrams, da série “The Walking Dead”) tenta entrar numa boa universidade. O filme tem roteiro e direção de Mike White (roteirista de “Escola de Rock” e da vindoura animação “Emoji: O Filme”) e também inclui no elenco Michael Sheen (série “Masters of Sex”), Luke Wilson (série “Roadies”), Jemaine Clement (série “Legion”) e Jenna Fischer (série “The Office”), além do próprio Mike White. Dois thrillers completam o circuito convencional. “Em Busca de Vingança” traz Arnold Schwarzenegger (“O Exterminador do Futuro: Gênesis”) fazendo o que diz o título, na caça do controlador de voo que causou o acidente aéreo em que sua filha morreu. Fraquinho (39%), saiu direto em streaming nos Estados Unidos. E “Deserto” mostra Jeffrey Dean Morgan (série “The Walking Dead”) como um americano racista, que passa seu tempo de tocaia na fronteira para eliminar imigrantes ilegais do México. Para seu azar, Gael García Bernal (“Neruda”) se mostra um cucaracha difícil de matar. Dirigido por Jonás Cuarón, roteirista de “Gravidade” (2013) e filho do cineasta vencedor do Oscar Alfonso Cuarón, o filme faz uma analogia entre o personagem de Bernal, chamado de Moisés, e o personagem bíblico que viaja pelo deserto até a terra prometida. Além disso, o conflito dos protagonistas virou metáfora após a eleição de Donald Trump – o que lhe trouxe simpatia de 61% da crítica dos Estados Unidos. A programação ainda inclui dois lançamentos segmentados. Antes de chegar ao “Sul Maravilha”, o remake de “Dona Flor e seus Dois Maridos” estreia no Nordeste (Salvador, Recife e Fortaleza). Na nova versão, Juliana Paes assume pela segunda vez um papel que foi eternizado por Sonia Braga. Em 2012, ela protagonizou o remake da novela “Gabriela”. Por coincidência, tanto Dona Flor quanto Gabriela são personagens criadas pelo escritor Jorge Amado. Por fim, a animação “Pokémon – O Filme: Eu Escolho Você!”, que celebra os 20 anos da franquia contando a origem de Ash e Pikachu, será exibido em apenas dois dias, 5 e 6 de novembro, nos cinemas da rede Cinemark.

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  • Filme

    Disney já faturou US$ 4 bilhões com filmes em 2017

    29 de outubro de 2017 /

    A Disney já pode antecipar as congratulações pelo desempenho anual de seus filmes. O sucesso internacional de “Thor: Ragnarok” e a proeza de “Viva – A Vida É uma Festa” no México foram os empurrões que faltavam para o estúdio se tornar o primeiro a atingir US$ 4 bilhões de arrecadação mundial neste ano. Mais que isso: a Disney virou o único estúdio a atingir esta marca de forma consecutiva pelos últimos cinco anos. O recorde de faturamento da empresa aconteceu justamente no ano passado, quando superou os 6 bilhões mundiais, valor nunca antes atingido por nenhum estúdio de cinema. A bilheteria doméstica da Disney em 2017 está em US$ 1,4B (bilhão), enquanto a internacional acumula US$ 2,7B até o momento. Os valores devem chegar facilmente em US$ 5B, considerando que, além de “Thor: Ragnarok” e “Viva – A Vida é uma Festa”, a Walt Disney Pictures ainda irá lançar o aguardado “Star Wars: Os Últimos Jedi” no final do ano. Os dados ressaltam, mais uma vez, como a estratégia de aquisições do estúdio funcionou: “Thor: Ragnarok” é uma propriedade original da Marvel, “Viva – A Vida é uma Festa” da Pixar e “Star Wars: Os Últimos Jedi” da Lucasfilm.

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  • Filme

    Nova animação da Pixar, Viva – A Vida É uma Festa estreia com recorde de bilheteria no México

    29 de outubro de 2017 /

    A nova animação da Pixar, que se chama apenas “Coco” e virou “Viva – A Vida É uma Festa” no Brasil, rendeu um recorde de arrecadação no único mercado em que foi disponibilizado antecipadamente neste fim de semana. A distribuição da Disney priorizou o México e este fim de semana específico, por ser o país e a data em que a trama do desenho se passa – durante a comemoração do Dia dos Mortos. A estratégia foi bem-sucedida e o filme lotou os cinemas, abrindo em 1º lugar, com faturamento de US$ 8,4 milhões. O valor representa a maior estreia de uma produção animada original no país – ou seja, que não é continuação de uma franquia – e a maior estreia de uma animação fora do período das férias nacionais de verão. A estratégia da Disney incluiu adiar o lançamento de “Thor: Ragnarok” no mercado mexicano, permitindo que “Viva” (ou “Coco”) concentrasse as atrações em sua estreia. Já no Brasil, a prioridade é nenhuma. Além do título enorme e horrível, o filme só vai chegar aos cinemas brasileiros em 2018.

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    Thor: Ragnarok tem lançamento superpoderoso em mais de 1,3 mil cinemas

    26 de outubro de 2017 /

    O lançamento de “Thor – Ragnarok” engole o circuito nacional, ocupando 1378 salas nesta quinta (26/10). O predomínio é tanto que o fim de semana registra uma das menores quantidades de estreias do ano. São apenas mais cinco filmes. Clique nos títulos destacados para ver os trailers de todas as estreias. Neste caso, o maior também é o melhor. Isto porque o terceiro longa do deus loiro da Marvel troca o tom épico e solene dos filmes anteriores pelo humor piadista de “Guardiões da Galáxia”. O resultado é praticamente uma comédia com super-heróis, uma opção que deixa Chris Hemsworth à vontade para demonstrar seu talento como humorista. Até o Hulk aparece falando pela primeira vez, apenas para contar piadas. E não é só o humor, o visual de Thor também mudou – ele tem o cabelo raspado – , assinalando um make over completo da franquia. Os novos rumos são cortesia do diretor Taika Waititi (“O Que Fazemos nas Sombras”), especialista em comédias, que realizou um dos filmes mais divertidos da Marvel – a ponto de arrancar impressionantes 97% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Cate Blanchett é um show à parte como a vilã Hela, e também pode ser vista em dose dupla, tripla, quíntupla aos cinemas com o lançamento simultâneo do australiano “Manifesto” no circuito limitado. Ela interpreta nada menos que 13 papéis diferentes neste filme, que não é exatamente um filme. “Manifesto” foi originalmente concebido como uma exposição do Australian Center of Moving Image em dezembro de 2016, na qual as cenas eram projetadas em várias telas diferentes. O diretor e roteirista Julian Rosefeldt decidiu montar todas essas sequências desconexas como um longa-metragem e fez sua première mundial no Festival de Sundance 2017. Por isso, não há trama, apenas monólogos inspirados em diversos manifestos de vanguardas artísticas, como dadaísmo e futurismo. Até texto de Lars Von Trier (“O Anticristo”) é citado, em evocação ao movimento Dogma 95. A programação inclui mais dois filmes americanos menos recomendados, após passarem em branco nas bilheterias dos Estados Unidos e serem trucidados pela crítica. Ambos são biográficos. “Mark Felt – O Homem que Derrubou a Casa Branca” aborda o escândalo Watergate e traz Liam Neeson (“Busca Implacável”) como o misterioso Garganta Profunda (Deep Throat). O maior escândalo político americano começou em 1972, com a invasão do prédio Watergate, onde estava alojado o comitê nacional do Partido Democrata, em Washington. Cinco pessoas foram detidas quando tentavam fotografar documentos e instalar aparelhos de escuta no escritório do partido. Mas a cúpula do FBI tentou interromper a investigação. O acobertamento envolveu altas esferas do governo federal e acabou denunciado numa série de reportagens históricas do jornal Washington Post, graças a uma fonte secreta no próprio FBI: Garganta Profunda. A investigação jornalística sacudiu o poder e levou à renúncia do presidente Richard Nixon em 1974, quando estava prestes a sofrer um processo de impeachment. Esta história já rendeu um drama clássico, “Todos os Homens do Presidente” (1976), centrados nos jornalistas do Washington Post, Carl Bernstein (vivido por Dustin Hoffman) e Bob Woodward (Robert Redford). Mas embora o filme recriasse os encontros secretos numa garagem subterrânea entre Woodward e o informante, ninguém sabia quem era Garganta Profunda na época. Apenas 30 anos depois, o ex-vice-diretor do FBI Mark Felt revelou ter sido a fonte das denúncias. Agora, o diretor Peter Landesman (“Um Homem entre Gigantes”) filma a sua versão da história, sem acrescentar nada que supere a obra de 40 anos atrás – 32% no Rotten Tomatoes. “Pelé – O Nascimento de uma Lenda” tem a curiosidade de ser um filme americano sobre um ídolo brasileiro. Era para ter sido lançado durante a Copa do Brasil e, às vésperas da Copa da Rússia, virou um gol contra, especialmente pela estranheza causada por sua opção pelo idioma inglês. Brasileiros falam inglês bem devagarzinho, com sotaque, ao lado de americanos que os imitam, no velho truque de Hollywood de fazer de conta que os personagens estão falando um idioma diferente – vide Kate Winslett com sotaque alemão em “O Leitor” e Harrison Ford com sotaque russo em “K-19: The Widowmaker”. O detalhe é que a luta com o sotaque interfere na performance do americano Vincent D’Onofrio (“Jurassic World”), que fala de forma pausada e hesitante em todas as suas aparições como o técnico brasileiro Feola – num elenco que destaca amadores mirins brasileiros no papel-título, além de Seu Jorge, Milton Gonçalves e Rodrigo Santoro. O tom assumido de hagiografia completa o placar final: uma derrota humilhante de 22%. Em tom oposto, ainda há uma terceira biografia entrando em cartaz. A comédia francesa “O Formidável” (Le Redoutable) transforma o cineasta Jean-Luc Godard em personagem. Na trama, Louis Garrel (“Dois Amigos”) encarna – de forma fisicamente convincente – o enfant terrible da nouvelle vague no final dos anos 1960, quando iniciou seu romance com a atriz alemã Anne Wiazemsky (Stacy Martin, revelação de “Ninfomaníaca”) nos bastidores de “A Chinesa” (1967). Ele tinha 37 anos e ela apenas 19 anos na época, mas os dois se casaram e ficaram juntos por mais de uma década. A trama é baseada no livro autobiográfico “Un An Après”, de Wiazemsky, que faleceu no início do mês. E tem direção de Michel Hazanavicius, que retorna ao tema dos bastidores cinematográficos de “O Artista”, seu filme mais conhecido – e que lhe rendeu do Oscar de Melhor Direção em 2012. A première aconteceu no Festival de Cannes 2017, onde seu retrato debochado de Godard dividiu opiniões – de forma sintomática, registra 52% no Rotten Tomatoes. A programação se completa com outro lançamento europeu: “Missão Cegonha”, animação digital de bichos falantes dos mesmos realizadores de “Epa! Cadê o Noé?” (2015). Desenho genérico, parte da fábula do “Patinho Feio” para virar um “Procurando Dory” com passarinhos que não chegaram ao “Rio”, porque queriam ir para “Madagascar”. Na trama, um pardal chocado por cegonhas é deixado para trás quando os pais migram para a África e ele não consegue acompanhá-los, mas logo encontra outros passarinhos, inclusive um bem doméstico, que o ajudam a fazer a viagem.

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  • Filme

    Godzilla conquista a Terra em trailer de animação japonesa futurista

    25 de outubro de 2017 /

    A Toho Animation divulgou novos pôsteres e o segundo trailer de “Godzilla: Monster Planet”, anime futurista com o “rei dos monstros”. A prévia é dublada em japonês e não tem legendas. A trama se passa após os últimos sobreviventes da humanidade embarcarem numa viagem espacial, em fuga da destruição causada por Godzilla. Porém, após uma jornada de 20 anos no espaço, eles descobrem que o planeta escolhido não tinha condições para a vida, obrigando-os a retornar à Terra. O protagonista da trama é Haruo, que viu seus pais serem mortos por Godzilla quando tinha 4 anos e agora só quer voltar para a Terra e derrotar a criatura. No entanto, os personagens encontram uma Terra muito diferente, pois o tempo transcorrido no planeta foi muito mais lento que o decorrido no espaço, com a passagem de 20 mil anos desde sua partida. E Godzilla não só permanece vivo, como controla o ecossistema. O filme animado tem direção de Kobun Shizuno (de “Knights of Sidonia”), e Hiroyuki Seshita (“Blame!”) e será lançado nos cinemas japoneses em novembro, antes de ser disponibilizado pela Netflix – detalhe: apenas em março de 2019.

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  • Série

    Série animada Big Mouth é renovada para a 2ª temporada

    25 de outubro de 2017 /

    A Netflix anunciou a renovação de “Big Mouth”, sua nova série animada para adultos, e com direito a vídeo. A série foi criada por Nick Kroll (criador do “Kroll Show”) e Andrew Goldberg (roteirista de “Uma Família da Pesada/Family Guy”) e, apesar de apresentar monstros, gira em torno de sexo, hormônios e genitália, acompanhando pré-adolescentes que só pensam nisso, ao passar pelas mudanças físicas da puberdade. O elenco de dubladores originais inclui John Mulaney (série “Mulaney”), Maya Rudolph (série “Up All Night”), Jason Mantzoukas (“Como Ser Solteira”), Jordan Peele (humorístico “Key and Peele”), Fred Armisen (humorístico “Portlandia”) e Jenny Slate (a voz da Arlequina em “Lego Batman: O Filme”). A 1ª temporada estreou em 29 de setembro e os novos episódios chegarão no final de 2018.

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  • Filme

    Filme que celebra os 20 anos da franquia Pokémon ganha trailer dublado

    23 de outubro de 2017 /

    “Pokémon, o Filme: Eu Escolho Você”, longa animado que celebra 20 anos do popular anime, ganhou trailer dublado. O longa mostrará momentos icônicos da jornada de Ash, como o encontro com Pikachu, a captura de Charmander, a evolução de Metapod para Butterfree, a aparição do lendário Ho-Oh e até a equipe Rocket, mas também terá algumas mudanças, como a inclusão de monstrinhos de jogos e temporadas mais recentes. A produção comemorativa é o 20º longa da franquia criada por Satoshi Tajiri e chegou aos cinemas do Japão em 6 de julho. A exibição brasileira será exclusiva da rede Cinemark, com sessões que acontecem apenas nos dias 5 e 6 de novembro em um único horário. Os ingressos já podem ser adquiridos no site da rede.

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  • Filme

    Trailer do especial de Halloween dos Simpsons presta homenagem ao Exorcista

    22 de outubro de 2017 /

    A Fox divulgou o trailer do episódio anual de Halloween de “Os Simpsons”, que mostra o bebê Maggie falando pela primeira vez. E com voz grossa de demônio. A prévia revela outros detalhes que remetem à possessão. E se trata mesmo de uma homenagem a “O Exorcista” (1973), com direito a participação especial do diretor William Friedkin, responsável pelo terror clássico, além do ator Ben Daniels, que estrela a nova série inspirada no filme. Friedkin viverá um médico que tratará a autofagia de Hommer num dos segmentos do 28º especial “Treehouse of Horror”, que tradicionalmente tem formato de antologia. Intitulado “MMM…Homer”, a história mostrará Homer querendo comer a si mesmo quando Marge e as crianças estão fora de casa e a comida acaba. Já Daniels, que interpreta o padre Marcus na série “The Exorcist”, fará uma referência mais direta à trama do terror homenageado. Ele viverá um padre no segmento intitulado “Exor-sis.” A iniciativa tem incentivo sinergético da rede Fox, que começou a exibir a 2ª temporada de “The Exorcist” há quatro semanas. Intitulado “Treehouse of Horror XXVIII”, o quarto episódio da 29ª temporada de “Os Simpsons” vai ao ar neste domingo (22/10) nos Estados Unidos.

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  • Série

    Elizabeth Banks e criadora de Bitten desenvolvem série sobrenatural com personagens da DC Comics

    20 de outubro de 2017 /

    A rede CW está desenvolvendo mais uma série baseada em quadrinhos da DC Comics. Mas desta vez não se trata de uma produção de Greg Berlanti, responsável pelo “Arrowverse” (“Arrow”, “The Flash”, “Supergirl”, “Legends of Tomorrow” e a vindoura “Black Lightning”). Segundo a revista Variety, o novo projeto é de ninguém menos que a atriz Elizabeth Banks (a Rita Repulsa do filme “Power Rangers”), em parceria com Max Handelman (produtor da franquia “A Escolha Perfeita”) e a roteirista Daegan Fryklind, criadora da série canadense de terror “Bitten”. Fryklind está escrevendo o piloto da atração, que se chama “Project 13”. O mais interessante é que a série em potencial explora o universo sobrenatural da DC, como “Constantine” prometia fazer – antes de ser cancelada na rede NBC. E não é baseada em nenhuma revista específica, mas em personagens que existem nos quadrinhos da DC. “Project 13” gira em torno da heroína Girl 13. Traci Thirteen é uma jovem cientista forense que se junta ao seu pai distante, Dr. Terrence Thirteen, para resolver casos envolvendo situações paranormais. Ela própria descobre que possui poderes extra-sensoriais, para desgosto do pai, que sempre se definiu como cético diante do sobrenatural. Fãs mais antigos – muito antigos, na verdade – dos quadrinhos podem lembrar do nome do Dr. Thirteen. Ele foi introduzido ainda nos anos 1950 como caçador de fantasmas, aparecendo em histórias da revista de antologia de terror “House of Mystery”. Mas só foi integrado ao universo dos heróis da DC Comics a partir de 1969, quando virou coadjuvante do Vingador Fantasma (Phantom Stranger), no papel de inimigo/aliado declarado do protagonista, sempre querendo provar que as manifestações sobrenaturais que testemunhava eram ilusões. A partir daí, começou a conviver com Batman, Espectro e outros personagens sombrios da editora. Curiosamente, se “Constantine” não tivesse sido cancelada, a série teria introduzido o Dr. Thirteen, que chegou a ser incluído num dos roteiros não produzidos da atração. Já Traci Thirteen é uma personagem bastante recente, criada por Joe Kelly e Dwayne Turner numa história do Superman de 2003. Ela vinha ganhando destaque nos últimos anos, ao juntar-se a outros heróis sobrenaturais, como o próprio Vingador Fantasma, e super-heróis mais convencionais, como os Jovens Titãs, até sofrer um reboot drástico durante o lançamento da iniciativa “DC: Renascimento”, que praticamente a reinventou. Namorada do Besouro Azul na antiga continuidade, ela “renasceu” lésbica no ano passado. A personagem também apareceu no longa animado “Jovens Titãs: O Contrato de Judas” (2017) e fará parte da 3ª temporada da série animada “Young Justice” (Justiça Jovem). Apesar do projeto da série não ter relação com as demais produções exibidas na CW, vale lembrar que “Constantine” também começou assim, mas logo virou parte do Arrowverse. John Constantine apareceu num episódio de “Arrow” e tem participação agendada num vindouro episódio de “Legends of Tomorrow”. Ainda em fase de desenvolvimento, o roteiro de Daegan Fryklind precisará ser aprovado para o piloto ser encomendado. E só se o piloto agradar é que “Project 13” deixará de ser um projeto para virar uma série.

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  • Etc

    Criador da série animada The Loud House é demitido da Nickelodeon após denúncias de assédio

    20 de outubro de 2017 /

    O produtor Chris Savino, criador da série animada “The Loud House”, da Nickelodeon, foi demitido após virar alvo de diversas acusações de assédio sexual. A Nickelodeon anunciou a decisão de suspender Savino na quarta (18/10), apenas para oficializar sua demissão um dia depois. “Chris Savino não trabalha mais com a Nickelodeon”, diz a declaração oficial do canal. “Levamos acusações de má conduta muito a sério, e estamos comprometidos em criar um local de trabalho seguro e profissional, livre de assédio”. Segundo o site Cartoon Brew, primeiro a relatar as denúncias, uma dúzia de mulheres acusou o produtor de assédio sexual, avanços indesejados e comportamento inadequado, além de citar ameaças de retaliação. Assim que o caso veio à tona, Anne Walker Farrell, uma diretora da série animada “Bojack Horseman”, confirmou no Twitter que Savino a perseguiu sexualmente. “The Loud House”, que gira em torno de um garoto e suas 10 irmãs, é a segunda série animada mais assistida da Nickledeon – só perde para “Bob Esponja” – e continuará sendo exibida no canal, com sua 3ª temporada confirmada para 2018.

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  • Música

    Viva – A Vida É uma Festa: Vídeos revelam os bastidores da nova animação da Pixar

    19 de outubro de 2017 /

    A nova animação da Pixar, que se chama apenas “Coco” nos EUA e virou “Viva – A Vida É uma Festa” no Brasil, ganhou três novos vídeos – dublados em inglês e sem legendas. O mais interessante revela o trabalho de pesquisa para a criação da animação, com depoimentos da equipe e dos dubladores e imagens de bastidores. Os demais são uma cena do filme e um novo comercial. A história acompanha um menino e seu cachorro numa jornada pelo plano espiritual. Proibido de tocar música, apesar de ser parente de um cantor famoso, a criança vai atrás de respostas. E ao segurar o violão de seu ancestral, acaba sendo “puxada” para a Terra dos Mortos. A partir daí, seus parentes falecidos tentam ajudá-lo a voltar ao mundo dos vivos. O elenco de vozes originais inclui Gael García Bernal (“Neruda”), Benjamin Bratt (“Doutor Estranho”) e Renee Victor (série “Weeds”), mas o protagonista é dublado por um estreante, Anthony González, escolhido entre várias crianças que fizeram testes para o papel. O roteiro é de Adrian Molina (“O Bom Dinossauro”), que também vai estrear como diretor, trabalhando ao lado de Lee Unkrich (“Toy Story 3”). A previsão de estreia é para 4 de janeiro no Brasil, quase dois meses depois do lançamento nos EUA (em 22 de novembro).

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