Novo trailer da animação WiFi Ralph destaca a personagem de Gal Gadot
A Disney divulgou um novo trailer de “WiFi Ralph: Quebrando a Internet”, ainda sem legendas ou dublagem em português. E a prévia destaca a personagem recém-anunciada da atriz Gal Gadot (a “Mulher-Maravilha”), além de fazer uma piada divertida às custas da Pixar. A personagem de Gadot é uma piloto de corrida de rua durona, não muito diferente da personagem que ela viveu na franquia “Velozes e Furiosos” – e com visual que lembra a própria atriz. Já a piada da Pixar acontece no encontro das princesas da Disney, quando Vanellope revela que não consegue entender nada que fala a princesa Merida, da animação “Valente”, dublada por Kelly Macdonald com forte sotaque escocês. Pois as outras princesas também não entendem nada. Ela é a única com sotaque, porque pertence a outro estúdio. Depois do primeiro filme mostrar Ralph (voz original de John C. Reilly) e sua amiguinha Vanellope (voz de Sarah Silverman) interagindo com games clássicos, a continuação os leva a viver aventuras na internet, graças à descoberta de um roteador de wi-fi. A ideia da continuação também é uma grande oportunidade de sinergia comercial para a Disney, pois agora, em vez de promover videogames clássicos de outras companhias, a trama serve para evidenciar franquias do próprio estúdio, além de juntar pela primeira vez personagens da Disney, Pixar, Marvel e Lucasfilm num mesmo filme. Novamente dirigido por Rich Moore, desta vez em parceria com o roteirista Phil Johnston, a sequência de “Detona Ralph” tem estreia marcada para novembro nos Estados Unidos e apenas em janeiro de 2019 no Brasil.
Big Fish & Begonia: Animação chinesa ganha trailer legendado
A Netflix divulgou o trailer legendado de “Big Fish & Begonia”, uma animação chinesa com uma história bizarra de peixes que viram humanos e vice-versa. Além do tema sobrenatural, o estilo caprichado do desenho aponta uma grande influência do estúdio Ghibli japonês. A trama se passa num universo paralelo sob os oceanos, onde os seres místicos controlam o equilíbrio da natureza na Terra. Neste lugar, a adolescente Chun pode fazer as plantas crescerem com um estalar dos dedos e seu avô é praticamente Deus. Quando a jovem é enviada para a Terra – na forma de um golfinho vermelho, inexplicavelmente – ela se apaixona por um rapaz que morre afogado ao tentar resgatá-la de uma rede de pesca. Então, troca metade de sua vida com um Guardião das Almas caolho para trazer o humano de volta à vida. Só que ele retorna como uma bebê baleia-unicórnio que ela deve nutrir até a idade adulta. E esta é apenas a premissa. Ou seja, a história coloca a “Pequena Sereia” em “A Viagem de Chihiro” e se torna cada vez mais estranha, como um sonho maluco, conforme a trama avança. Produzido originalmente em 2016, “Big Fish & Begonia” tem roteiro e direção de Liang Xuan e Zhang Chun, que estreiam nas funções. O lançamento na Netflix está marcado para sexta-feira, dia 17 de agosto.
Os Incríveis 2 é o filme da família super-empoderada
Fazia 14 anos que a Pixar levou às telas a animação “Os Incríveis”, sobre uma família de super-heróis que não podem ser quem eles realmente são, mas na verdade estão preparados para ajudar a solucionar os crimes da cidade onde vivem. Em “Os Incríveis 2”, o diretor e roteirista Brad Bird (também responsável por “Ratatouille” e “Missão: Impossível – Protocolo Fantasma“) dá uma turbinada na vida secreta dos super-heróis e dificulta ainda mais sua missão. Isso porque no novo filme, a família Incrível, composta pelo senhor Incrível, pela Mulher-Elástica e pelos filhos Violeta, Flecha e Zezinho, tenta ser normal, mas não consegue se esconder por muito tempo. Além de contar a luta contra o vilão, que é o hipnotizador, a trama enfoca a troca de papéis tradicionais do homem e da mulher. No filme, agora a mulher sai de casa para salvar a cidade, enquanto o homem fica cuidando dos filhos. A Mulher-Elástica foi escolhida por uma grande empresa para encabeçar um projeto que pretende fazer com que os super-heróis deixem de se esconder. Enquanto ela sai para salvar o mundo, começando pela cidade New Urben, o senhor Incrível fica em casa ajudando Flecha a estudar matemática (que mudou, desde quando ele estudou), Violeta a superar o fora do provável namorado e o desenvolvimento dos primeiros super-poderes de Zezinho. Aqui, Bird aproveita para mostrar uma mulher empoderada, como se diz hoje em dia, enquanto o homem, sem problema nenhum, troca a fralda e faz o bebê dormir, além de sentir na pele as dificuldades de todas as mulheres quando viram mães: é muito mais difícil cuidar de um bebê em casa do que trabalhar fora… A mulher desempenha o seu trabalho com louvor, mas não sem sentir culpada por não ter participado do desenvolvimento do bebê. Por outro lado, o pai se empenha em se sair bem nessa sua nova função, embora se sinta colocado de escanteio, quando vê a mulher ser escolhida para ser a heroína da vez. O longa-metragem de 2004 foi um dos primeiros desenvolvidos em animação que buscou melhorar a técnica na construção e interpretação de pessoas – em vez dos tradicionais bichos falantes. De lá para cá, surgiram muitos outros, como “Up – Altas Aventuras”, “Valente”, “Divertida Mente” e o mais recente “Viva – A Vida É Uma Festa”, e “Os Incríveis 2” mostra como a tecnologia evoluiu para ajudar bastante na finalização do filme. Embora seja um filme de super-heróis, “Os Incríveis 2” não poderia ser live action, ou seja, com personagens de verdade. Neste caso, não teria o mesmo efeito, embora os efeitos especiais estejam aí para isso. Aqui, o navio navega em alta velocidade, o carro sai do asfalto e vai para a água sem problemas, além de os super-poderes serem fáceis de engrandecer em uma animação. O som está ainda melhor, principalmente quando temos a sensação de que tem alguém falando com a gente ao nosso lado ou logo atrás, de tão realista que parece. Por falar em som, a trilha sonora do longa é um ponto extra. Michael Giacchino é o responsável pelas composições, assim como fez em outros tantos longas que estão no seu currículo, como “Viva – A Vida É Uma Festa“. A versão dublada tira a oportunidade de ouvir Brad Bird interpretando Edna Mode e Samuel L. Jackson como o Gelado. Mas tem o jornalista Evaristo Costa dublando um jornalista. Desde que ele saiu da Globo, há um ano, pode aceitar convites como esse. Além de animar as crianças, “Os Incríveis 2” fala para os adultos de maneira tão natural sobre família e tudo o que ela representa, que dá vontade de sair correndo do cinema e apertar um nenê…
Gal Gadot vai dublar uma personagem da animação WiFi Ralph: Quebrando a Internet
A atriz Gal Gadot (a “Mulher-Maravilha”) vai dublar uma personagem na nova animação da Disney, “WiFi Ralph: Quebrando a Internet”, continuação do sucesso “Detona Ralph”. Ela própria contou a novidade no Twitter, compartilhando uma foto da personagem – que parece com a atriz. Veja acima. “Estou tão animada por finalmente poder anunciar que estou interpretando uma personagem chamado Shank em ‘WiFi Ralph’ da Disney”, ela escreveu. “Foi uma experiência muito incrível fazer parte deste projeto, com um elenco e equipe tão maravilhosos”, completou. Sua personagem fará parte de um jogo on-line visitado pelos personagens principais do filme, intitulado “Slaughter Race”. Segundo o Deadline, Ralph e Vanellope encontram Shank, uma piloto de corrida de rua durona, em uma de suas primeiras paradas pelo mundo da internet. Vale lembrar que Gadot já viveu uma piloto de rua na franquia “Velozes e Furiosos”. Se no primeiro filme Ralph (voz original de John C. Reilly) interagia com personagens de videogames clássicos, desta vez ele e sua amiguinha Vanellope (voz de Sarah Silverman) vão viver aventuras na internet – graças à descoberta de um roteador de wi-fi. A ideia da continuação também é uma grande oportunidade de sinergia comercial para a Disney. Agora, em vez de promover videogames clássicos de outras companhias, a trama vai servir para evidenciar franquias do próprio estúdio. Além disso, deverá juntar pela primeira vez personagens da Disney, Pixar, Marvel e Lucasfilm num mesmo filme. Entre outors personagens, Vanellope encontrará as princesas encantadas da Disney num site que é uma Disneylândia virtual. O detalhe, para os fãs americanos, é que 11 das princesas serão dubladas por suas intérpretes originais nos desenhos da empresa: Jodi Benson (Ariel), Paige O’Hara (Bela), Linda Larkin (Jasmine), Irene Bedard (Pocahontas), Ming-Na Wen (Mulan), Anika Noni Rose (Tiana), Mandy Moore (Rapunzel), Kelly Macdonald (Merida), Auli’i Cravalho (Moana), Kristen Bell (Anna) e Idina Menzel (Elsa). As dubladoras dos desenhos mais antigos foram substituídas, porque Adriana Caselotti (Branca de Neve) e Ilene Woods (Cinderela) já são falecidas e Mary Costa (Aurora) está aposentada. Novamente dirigido por Rich Moore, agora em parceria com o roteirista Phil Johnston, a sequência de “Detona Ralph” tem estreia marcada para novembro nos Estados Unidos e apenas em janeiro de 2019 no Brasil. I’m so excited to finally announce that I am playing a character named Shank in Disney’s #RalphBreaksTheInternet hitting theaters this November! Such an amazing experience to be apart of this project with such great creators and cast! Welcome to Slaughter Race! ??? pic.twitter.com/MxLuWFPJ0L — Gal Gadot (@GalGadot) 10 de agosto de 2018
Foto de WiFi Ralph mostra as Princesas da Disney como nunca foram vistas antes
A revista Entertainment Weekly divulgou uma nova imagem da animação “WiFi Ralph”, que mostra as princesas Disney como o público nunca tinha visto antes: “desmontadas”. Elas aparecem sem tiaras, vestidos longos e sapatinhos de cristal, relaxando de moletons, camisetas, shorts, jeans e tênis. Se no primeiro filme Ralph (voz original de John C. Reilly) interagia com personagens de videogames clássicos, desta vez ele e sua amiguinha Vanellope (voz de Sarah Silverman) vão viver aventuras na internet – graças à descoberta de um roteador de wi-fi. A ideia da continuação também é uma grande oportunidade de sinergia comercial para a Disney. Agora, em vez de promover videogames clássicos de outras companhias, a trama vai servir para evidenciar franquias do próprio estúdio. Além disso, deverá juntar pela primeira vez personagens da Disney, Pixar, Marvel e Lucasfilm num mesmo filme. Como mostra a foto, Vanellope encontrará princesas encantadas num site que é uma Disneylândia virtual. O detalhe, para os fãs americanos, é que 11 das princesas serão dubladas por suas intérpretes originais nos desenhos da empresa: Jodi Benson (Ariel), Paige O’Hara (Bela), Linda Larkin (Jasmine), Irene Bedard (Pocahontas), Ming-Na Wen (Mulan), Anika Noni Rose (Tiana), Mandy Moore (Rapunzel), Kelly Macdonald (Merida), Auli’i Cravalho (Moana), Kristen Bell (Anna) e Idina Menzel (Elsa). As dubladoras dos desenhos mais antigos foram substituídas, porque Adriana Caselotti (Branca de Neve) e Ilene Woods (Cinderela) já são falecidas e Mary Costa (Aurora) está aposentada. Por sinal, vale lembrar que a animação “Valente” (2012), que traz Merida, é uma produção da Pixar. Novamente dirigido por Rich Moore, agora em parceria com o roteirista Phil Johnston, a sequência de “Detona Ralph” tem estreia marcada para novembro nos Estados Unidos e apenas em janeiro de 2019 no Brasil.
Paradise Police: Série animada de policiais incompentes ganha trailer legendado
A Netflix divulgou o pôster e o primeiro trailer legendado da série animada “Paradise Police”. O título em inglês é a irônica “tradução” nacional de “Paradise PD”, nova criação de Roger Black e Waco O’Guin, responsáveis por “Brickleberry”. A série é uma comédia para adultos sobre um departamento de polícia repleto de maus policiais. Mas não no sentido de malvados ou corruptos. Eles são ruins mesmo, péssimos em seus afazeres diários. O elenco de vozes originais inclui Tom Kenny (a voz de Bob Esponja), Sarah Chalke (“Roseanne” e voz de Beth em “Ricky & Morty”), Dana Snyder (dublador da vovó em “Squidbillies”), Cedric Yarbrough (“Speechless”), Dave Herman (voz de Steve em “Brickleberry”) e Kyle Kinane (“A Casa Caiu: Um Cassino na Vizinhança”). “Paradise Police” irá estrear em 31 de agosto na Netflix.
A Ganha-Pão e Tito e os Pássaros são os longas premiados do Anima Mundi 2018
Os filmes “A Ganha-Pão” (The Breadwinner) e o nacional “Tito e os Pássaros” foram os vencedores da edição de 2018 do festival Anima Mundi, que se encerrou no fim de semana em São Paulo, após 14 dias de programação, que atraíram cerca de 40 mil pessoas nas capitais carioca e paulistana. Os longas-metragens foram premiados pela média da votação dos públicos de Rio de Janeiro e São Paulo, com um prêmio único para cada categoria: Melhor Longa Infantil e Melhor Longa. O vencedor do Prêmio de Melhor Longa foi “A Ganha-Pão”, uma coprodução entre Canadá, Irlanda e Luxemburgo, com direção de Nora Twomey, que traz entre seus produtores a atriz Angelina Jolie. A trama gira em torno de uma jovem que vive na Afeganistão na época do Talibã. Quando seu pai é preso de maneira injusta, ela precisa se disfarçar de menino para trabalhar e garantir o sustento de sua família. Já “Tito e os Pássaros”, filme nacional dirigido por Gustavo Steinberg, Gabriel Bitar e André Catoso Dias, foi eleito o Melhor Longa Infantil. Na produção, o menino Tito se junta ao pai para buscar a cura de uma doença misteriosa, que é contraída após uma pessoa tomar um susto. Também foram revelados os curtas vencedores do voto popular, que se juntam aos vencedores do prêmio do júri, anunciados no final da parte carioca do festival. Confira abaixo os vencedores dos prêmios do Júri Popular: Melhor Longa: “A Ganha-Pão”, de Nora Twomey (Canadá, Irlanda e Luxemburgo) Melhor Longa Infantil: “Tito e os Pássaros”, de Gustavo Steinberg, Gabriel Bitar e André Catoso Dias (Brasil) Melhor Curta: “Happiness”, de Steve Cutts (Reino Unido) Melhor Curta Brasileiro: “O Homem na Caixa”, de Ale Borges, Alvaro Furloni e Guilherme Gehr (Brasil) Melhor Curta Infantil: “Lé com Cré”, de Cassandra Reis (Brasil) Melhor Curta de Estudante: “ENOUGH”, de Anna Mantzaris (Reino Unido)
Marvel vetou a série animada de Deadpool criada por Donald Glover
A ordem para o canal pago FX desistir da série animada de “Deadpool”, que seria produzida pelos Stephen e Donald Glover, foi dada pela Marvel. Não se trata de boato. Quem revelou foi ninguém menos que John Landgraf, presidente do FX, onde a série seria exibida. Landgraf disse que, se dependesse apenas dele, a série iria ao ar. “A Marvel não queria fazer o programa que Donald e Stephen escreveram. Nós teríamos feito, mas não era nossa decisão. Quando a Marvel decidiu que não faria, nós terminamos nossa parceria com eles, assim como Donald e Stephen. Agora só depende deles [Marvel] contratar alguém para fazer um programa diferente”, disse o executivo, durante o encontro semestral entre executivos da indústria televisiva e imprensa organizado pela TCA (Associação dos Críticos de TV dos EUA). Programada para estrear na temporada de outono de 2018, a série chegou a ser incensada pelo chefão de TV da Marvel, Jeph Loeb em comunicado. “Quão divertido isto poderá ser? Deadpool, Donald e FX – a combinação perfeita para o mercenário falastrão”, disse Loeb, em comunicado. “Estamos encantados com a continuidade de nossa relação com a FX, que começou com ‘Legion’, siga com o que certamente será um espetáculo inovador em animação para adultos”, completou. A produção da 1ª temporada foi aprovada sem que nenhum roteiro tivesse sido apresentado, mas quando surgiram os primeiros esboços, todo o entusiasmo acabou. A desculpa oficial foi a padrão: “diferenças criativas”. Apesar disso, alguns sites publicaram que o cancelamento aconteceu, na verdade, porque Donald Glover estaria ocupado demais para desenvolver a série. “Para deixar registrado: eu não estava ocupado demais para escrever ‘Deadpool'”, ele retrucou nas redes sociais, disponibilizando páginas de um suposto fim de temporada, onde brincava que o cancelamento foi por “alienar o público branco” da emissora. O texto, que também cita a cantora Taylor Swift, era hilário, mas foi misteriosamente tirado do ar após fãs passarem a exigir a produção da série.
Animação PéPequeno ganha pôsteres de personagens e novo trailer dublado em português
A Warner divulgou os pôsteres de personagens e o segundo trailer dublado em português da animação “PéPequeno” (Smallfoot). A prévia apresenta o monstro abominável das neves numa inversão de expectativas. A criatura mitológica da história é na verdade um humano, que a aldeia dos ietis não acredita existir. Tentando provar que viu sim um terrível PéPequeno, o gigante de pé grande decide rolar montanha abaixo para descobrir os mistérios que existem debaixo das nuvens. O filme tem direção de Karey Kirkpatrick (“Os Sem-Floresta”), que também escreveu o roteiro em parceria com Sergio Pablos (“Meu Malvado Favorito”) e a dupla John Requa e Glenn Ficarra (“Golpe Duplo”). Como sempre, a produção original reúne um elenco repleto de vozes famosas, que apesar de consumir a maior parte do orçamento original, é prontamente substituído por profissionais de carteira assinada no Brasil e demais países. Para se ter ideia de quem o público brasileiro não vai ouvir, os dubladores americanos incluem Channing Tatum (“Kingsman: O Círculo Dourado”), Zendaya (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”), James Corden (“Caminhos da Floresta”), Gina Rodriguez (série “Jane the Virgin”), Common (“Selma”), Danny DeVito (série “It’s Always Sunny in Philadelphia”), Jimmy Tatro (série “American Vandal”), o jogador de basquete LeBron James (“Descompensada”) e outros. Compare abaixo o trailer com a dublagem brasileira e o original americano (sem legendas). A estreia está marcada para 27 de setembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Crunchyroll amplia exibição de animes na Rede Brasil
O Crunchyroll, serviço de streaming de animações japonesas, vai ampliar seu espaço na Rede Brasil onde, desde abril, já transmite animes aos fins de semana. A partir de segunda-feira (6/8), as exibições acontecerão todos os dias, às 22h. O novo formato terá 30 minutos de duração nos dias de semana, e uma hora aos sábados e domingos. Veja abaixo quais séries serão exibidas a cada dia: Segundas-feiras: “Black Clover” (dublado) Terças-feiras: “Re:ZERO” (dublado) Quartas-feiras: “Black Clover” (dublado) Quintas-feiras: “Bungo Stray Dogs” (dublado) Sextas-feiras: “Black Clover” (dublado) Sábados: “Kobayashi-san Chi no Maid Dragon” (dublado) e “Mob Psycho 100” (dublado) Domingos: “Nanbaka” (legendado), “How to Keep a Mummy” (legendado) e “Ojisan to Marshmallow” (legendado) Atualmente todas as séries citadas são transmitidas também por streaming pelo Crunchyroll, com áudio original e legendas em português. VER COMENTÁRIOS
Desenho animado da cantora Anitta ganha primeiras imagens e data de estreia
A cantora Anitta divulgou a primeira imagem de sua série animada, “O Clube da Anittinha”, em seu Instagram. E o canal pago infantil Gloob deu mais detalhes – e imagens – sobre a produção, que já vai estrear em outubro na TV brasileira. Serão inicialmente dez episódios, exibidos no Gloob e no Gloobinho. Mas a produção deve ganhar novos capítulos em 2019. A ideia de lançar um trabalho para o público infantil veio da própria Anitta, que já faz um tremendo sucesso com o “Show das Poderosinhas”, uma versão de suas apresentações voltadas para crianças. “Eu sempre tive um público infantil muito grande, mas nunca havia produzido um trabalho para ele. Eu tento não só entreter e divertir as pessoas, mas passar mensagens importantes. Cada dia mais vejo a importância da educação na vida das pessoas. Procuro, muito sutilmente, passar princípios e valores no meu desenho”, declarou a cantora. A própria Anitta dubla sua personagem animada. E entre os demais personagens estão seus pais e amigos da vida real. Como ela mesmo explicou no Instagram: “Os personagens são amigos, equipe e família da minha vida real (até meus cachorros entraram nessa)… todos transformados em desenho com muita música e humor”. A produção é da equipe do Birdo Studio, que realiza a animação “Oswaldo”, exibida no Cartoon Network, e “Cupcake & Dino: General Services” na Netflix. Essa sou eu e minha turma, na versão desenho animado. Eu sempre tive um público infantil muito grande mas nunca tive nenhum trabalho focado especificamente para eles. Hoje com muita emoção compartilho com vocês a primeira imagem desse projeto que criei com todo o meu coração para divertir e educar as crianças. Os personagens são amigos, equipe e família da minha vida real (até meus cachorros entraram nessa)… todos transformados em desenho com muita música e humor. Obrigada a todos os envolvidos que me ajudaram a fazer esse sonho real. Uma publicação compartilhada por anitta ? (@anitta) em 2 de Ago, 2018 às 6:30 PDT
Musicais dão o tom das estreias da semana nos cinemas
Dois musicais, a sequência de “Mamma Mia! e o nacional “Ana e Vitória” são as estreia mais amplas desta quinta (2/8), com abertura em 448 e 170 cinemas, respectivamente. “Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo” volta a trazer hits da banda Abba e coreografias contagiantes, bem como o elenco original, mas acrescenta algumas novidades, em especial Lily James (a “Cinderela”) e a cantora Cher (“Minha Mãe É uma Sereia”). Enquanto o primeiro filme mostrou a personagem de Amanda Seyfried tentando descobrir qual dos ex-namorados da mãe (Meryl Streep) era seu verdadeiro pai, o novo revela como sua mãe lidou com a gravidez adolescente, acompanhando seu envolvimento com os três galãs de seu passado. As cenas passadas nos anos 1970 também acrescentam um visual retrô que combina melhor com as canções, além de permitirem o destaque de Lily James (a versão jovem de Meryl Streep). A maior surpresa, porém, é que o novo “Mamma Mia!” conta com um bom roteiro inédito e direção de Ol Parker (“O Exótico Hotel Marigold”) que superam o musical da Broadway adaptado no filme de dez anos atras. “Ana e Vitória” transforma a parceria musical das artistas de Tocantins Ana Caetano e Vitória Falcão, a dupla Anavitória, numa comédia romântica. Na trama, as duas vivem cantoras que se conhecem em uma festa e decidem se arriscar no mundo da música. Apesar de ser um trabalho de ficção, a obra tem paralelos com a realidade, já que o filme é “uma ideia” de Felipe Simas, o empresário que as “descobriu”, e mostra como um empresário carioca as leva ao estrelato. O longa ainda apresenta Clarissa Müller, “influenciadora digital” que, além de atuar, também canta no longa – considere como uma nova “descoberta”. Com roteiro e direção de Matheus Souza (“Tamo Junto”), produção musical do cantor Tiago Iorc e canções da dupla, o resultado fica entre a picaretagem e o filme adolescente inofensivo, ao mesmo tempo em que resgata um filão sumido do cinema nacional desde a morte de Lael Rodrigues (1951–1989) – e com viés inclusivo LGBTQIA+. Outro destaque nacional, “O Nome da Morte” marca a estreia de Marco Pigossi (novela “A Força do Querer”) no cinema, no papel do maior matador do Brasil. A trama até começa como uma novela romântica, mas muda de tom abruptamente, ao virar thriller criminal com longa contagem de corpos. Baseado na história real de um pistoleiro que matou quase 500 pessoas, o filme mostra como um jovem ingênuo do interior se projeta em seu ofício macabro, apesar de religioso e com a consciência atormentada. Adaptado (do livro do jornalista Klester Cavalcanti) e dirigido por Henrique Goldman (de “Jean Charles”), traz cenas de ação ousadas, incluindo um plano-sequência pouco comum nas produções brasileiras, mas é menos efetivo ao explorar a vida em família do profissional da morte, que se casou e teve um filho que ignoravam os esqueletos literais de seu armário. Bom entretenimento, a história também oferece reflexão sobre inúmeros problemas do Brasil. No circuito limitado, a dica é “A Outra História do Mundo”, filme uruguaio estrelado pelo conhecido César Trancoso (“Faroeste Caboclo”), que recria a época da ditadura em tom de fábula cômica, com rapto de anões de jardim e aulas de História inventada. Imagine o encontro de “O Fabuloso Destino de Amélie Poulain” (2001) e “Rebobine, Por Favor” (2008), mas passado numa republiqueta sub-tropical. Escolhido para representar o Uruguai no Oscar passado, a comédia tem direção de Guillermo Casanova (“El Viaje Hacia el Mar”), um dos mais premiados cineastas do país, que entretanto ainda não tinha sido “descoberto” no Brasil. Este é seu primeiro filme lançado nos cinemas brasileiros. Vale também, pelo inusitado, arrepiar-se com o documentário nacional “Hilda Hilst Pede Contato”, que usa gravações da voz da poeta Hilda Hilst para explorar, em clima de terror, sua obsessão em buscar contato com os mortos. A direção de Gabriela Greeb (“A Mochila do Mascate”), auxiliada por belíssima fotografia e edição, conseguem evocar uma atmosfera de dar inveja nos “Invocações do Mal” que chegam de Hollywood. Mas se trata mesmo de um obra artística, que usa a premissa como metáfora para discutir o desaparecimento da carne vs. a permanência da arte. Só não se deve confundir o trabalho, por ser documentário, com um registro sobre a vida da famosa escritora. A falta de didatismo é muito bem-vinda num gênero dominado por fórmulas de reportagem televisiva e narrativas educativas – basta vez a chatice do docudrama “Querido Embaixador”, que integra a programação da semana. Confira abaixo mais detalhes dos lançamentos e outros filmes menos, digamos, recomendados, com sinopses oficiais e trailers, para acompanhar as estreias da semana nos cinemas. Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo | EUA | Musical Sequência do famoso musical de 2008, “Mamma Mia!”. Ao descobrir que está grávida, Sophie (Amanda Seyfried) busca inspiração para a maternidade lembrando do passado da mãe (Meryl Streep), no final dos anos 70, quando ela resolveu se estabelecer na Grécia. Ana e Vitória | Brasil | Musical Ana e Vitória se encontram em uma festa, marcando o início da dupla musical. Logo, as duas precisam aprender a lidar com a fama, ao mesmo tempo que ainda estão tentando descobrir quem elas realmente são. O Nome da Morte | Brasil | Drama Júlio Santana (Marco Pigossi) é um pai dedicado, um homem caridoso, um exemplo para sua família e um orgulho para os seus pais. No entanto, ele esconde outra identidade sob essa fachada: na verdade, ele é um assassino profissional responsável por 492 mortes. Entre a cruz e a espada, entre a lei e o crime, Júlio precisa descobrir uma forma de enfrentar os seus demônios. A Outra História do Mundo | Uruguai | Comédia Os amigos Milo (Roberto Suárez) e Esnal (César Troncoso) resolvem se rebelar contra as regras rígidas instauradas pelo novo coronel de seu vilarejo, sequestrando seu bem mais precioso: uma coleção de anões de jardim. A ação acontece em plena ditadura, o que faz Milo ser capturado pelos militares e Esnal se tornar recluso. Reanimado pelas filhas do amigo, no entanto, ele deixa a solidão de seu quartinho com um plano mirabolante. Hilda Hilst Pede Contato | Brasil | Documentário Documentário sobre a escritora, poeta e dramaturga Hilda Hilst, considerada uma das mais importantes vozes da língua portuguesa do século 20. Com arquivos pessoais inéditos de som e imagem, depoimentos, encontros e intervenções, o filme revela sua memória e presença na Casa do Sol, chácara onde vivia em Campinas, e sua obsessão em buscar contato com os mortos. Café | Bélgica, China, Itália | Drama Baristas dizem que o café tem três sabores: amargo, azedo e perfumado. Em três cantos diferentes do mundo, histórias são conectadas por esse elemento. Na Bélgica, durante um tumulto, a loja de Iraqi Hamed (Hichem Yacoubi) é saqueada. Seu precioso pote de café é roubado e ao descobrir o responsável ele decide fazer justiça com as próprias mãos. Na Itália, Renzo (Dario Aita), apaixonado barista, se envolve no roubo de uma fábrica e as coisas saem do controle. Na China, Ren Fei (Fangsheng Lu), gerente bem-sucedido, é designado para cuidar de fábrica que ameaça poluir um vale em Yunnan, bela região na fronteira com o Laos. De Carona para o Amor | França | Comédia Jocelyn (Franck Dubosc) é um empresário muito bem-sucedido, extremamente egocêntrico e egoísta, sempre disposto a inventar mentiras para tirar vantagem em qualquer situação promissora. Um dia, ele resolve seduzir uma bela mulher fingindo sofrer de uma deficiência. No entanto, fica mais difícil desfazer a farsa quando ele é apresentado à nova cunhada, que é realmente deficiente. Acrimônia | EUA | Suspense Melinda (Taraji P. Henson) sempre foi uma esposa fiel, porém, cansada de ficar ao lado de seu marido preguiçoso, Robert (Lyriq Bent), se divorcia quando ele faz com que ela perca a casa de sua família. Meses depois, Melinda descobre que seu ex-marido ficou rico e está noivo de outra mulher. Sentindo que ele deve a ela todo o tempo e dinheiro que ela investiu quando estavam juntos, ela perde o controle e vai atrás de vingança. Querido Embaixador | Brasil | Docudrama O filme conta a história de Luiz Martins de Souza Dantas (Norival Rizzo), embaixador brasileiro que na 2ª Guerra Mundial desobedeceu às ordens de Getúlio Vargas de proibir vistos para o Brasil a “judeus e outros indesejáveis”. Ele enfrentou Vargas, o governo francês e o nazismo.
Kiersey Clemons entra no elenco da refilmagem de A Dama e o Vagabundo da Disney
A atriz Kiersey Clemons (“Dope: Um Deslize Perigoso”) vai participar do remake de “A Dama e o Vagabundo”, atualmente em pré-produção na Disney. Ela deve viver uma personagem humana: Darling, dona da cadela Dama. A produção vai combinar filmagens “live action”, com atores de carne e osso, e animação realista feita por computador, ao estilo de “Mogli – O Menino Lobo”, em que os animais falantes foram criados por animação digital e dublados por atores conhecidos. Entre os dubladores dos cachorros, já foram confirmados Justin Theroux (da série “The Leftovers”), como a voz do vira-lata Vagabundo, e Ashley Jensen (“Extras”), no papel de uma cachorrinha Terrier escocesa chamada Jackie – no desenho de 1955, o personagem era um cachorro chamado Jock. Já a intérprete da cocker spaniel mimada chamada Dama, que se paixona pelo Vagabundo, ainda não foi definida. No clássico da Disney, a Dama acaba na rua depois que seus donos têm um bebê. Ela é salva de uma matilha raivosa pelo Vagabundo, que lhe mostra que ser um cão sem coleira pode ser divertido. O filme apresenta uma das cenas mais icônicas da Disney: um jantar de espaguete romântico realizado em um beco, que inclui um dos beijos mais famosos da história do cinema. A nova versão tem roteiro de Andrew Bujalski, um cineasta indie premiado com o troféu John Cassavettes (para filmes feitos por menos de US$ 500 mil) no Spirit Awards 2013 pela comédia “Computer Chess”, e direção está a cargo de Charlie Bean, responsável pela animação “Lego Ninjago: O Filme”. Interessante reparar que essa equipe destoa muita das produções das demais refilmagens de desenhos do estúdio, que reúne cineastas renomados e grandes estrelas de cinema. Isso talvez se deva ao fato de o filme não estar sendo desenvolvido para o cinema, mas para a vindoura plataforma de streaming da Disney, prevista para 2019.











