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  • Série

    General Leia e Poe Dameron aparecem no novo trailer da série Star Wars Resistance

    27 de setembro de 2018 /

    O Disney Channel divulgou o pôster e o segundo trailer de “Star Wars Resistance”, nova série animada da franquia, que chega para substituir a recém-finalizada “Star Wars Rebels”. A prévia revela grande conexão com os filmes da nova trilogia, destacando personagens como o robô BB-8, o piloto Poe Dameron e a vilã Capitão Phasma. Estes últimos são até dublados pelos atores dos filmes originais, Oscar Isaac e Gwendoline Christie. Mas quem mais chama atenção é a General Leia, icônica personagem de Carrie Fisher, que segue viva na franquia apesar do falecimento da atriz. Ela é dublada na série animada por Rachel Butera (voz de Natasha no remake de “Alceu e Dentinho”). Como todas as séries – e pensando nisso, até os filmes – da franquia, a ação acompanha a jornada de um jovem rebelde, que desta vez é Kazuda “Kaz” Xiono (dublado, em inglês, por Christopher Sean, de “Hawaii Five-0”). Ele é “um jovem piloto recrutado pela Resistência e encarregado de uma missão ultrassecreta para espionar a crescente ameaça da Primeira Ordem”, de acordo com a sinopse oficial. A série vai se passar antes dos eventos de “Star Wars: O Despertar da Força” e mostra Poe como responsável por despachar o recém-nomeado espião Kaz para o Colossus, uma gigantesca plataforma de reabastecimento de aeronaves em um planeta aquático externo, lar de alienígenas, droids e criaturas novas e coloridas. Enquanto está disfarçado, Kaz trabalha como mecânico e mora com um velho amigo de Poe, Yeager, piloto veterano que opera uma oficina de reparos numa espaçonave, que ainda inclui em sua tripulação: Tam, Neeku e seu velho androide astromecânico Bucket. Com Kaz, também vem BB-8, que o ajudará a competir em corridas espaciais perigosas, manter sua missão em segredo e evitar o perigo da Primeira Ordem. Criado por Dave Filoni, que também foi responsável por “Star Wars Rebels”, a nova série ainda inclui entre seus dubladores originais os atores Donald Faison (“Scrubs”), Jim Rash (“Community”), Bobby Moynihan (“Saturday Night Live”), Suzie McGrath (“East Enders”), Scott Lawrence (“Mr. Mercedes “), Myrna Velasco (“Elena de Avalor”) e Josh Brener ( “Silicon Valley”). A estreia está marcada para 7 de outubro nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Um Pequeno Favor destaca-se entre as 13 estreias de cinema da semana

    27 de setembro de 2018 /

    Muitos filmes, 13 ao todo, estreiam nesta quinta (27/9). O que chega em mais cinemas é a animação “PéPequeno”, que segue de perto a fórmula de “Monstros S.A.” ao exibir monstros assustados com seres humanos. Não é Pixar, mas tem um mensagem de valorização da capacidade crítica que é bem mais profunda que as músicas de sua trilha. Para os adultos, o destaque da semana é “Um Pequeno Favor”, uma comédia criminal de suspense que explora o “mommy noir”, o subgênero das mamães detetives. A trama traz Anna Kendrick (“A Escolha Perfeita”) como uma mamãe vlogger que resolve investigar o súbito sumiço de sua nova melhor amiga sofisticada, vivida por Blake Lively (“Águas Rasas”). Cheio de reviravoltas e muita diversão, surpreende principalmente por ser uma obra do diretor Paul Feig, conhecido pelas comédias mais populares de Melissa McCarthy (“A Espiã que Sabia de Menos”). Seu primeiro filme sem a atriz, desde “Missão Madrinha de Casamento” (2011), interdita as piadas escatológicas em favor de uma atmosfera hitchockiana e chique, regada a martinis. Melissa McCarthy, por sinal, também está na programação, investigando assassinatos de fantoches em “Crimes em Happytime”. Infelizmente, a premissa reciclada de “Uma Cilada para Roger Rabbit” é completamente desperdiçada, ao sujeitar as marionetes suspeitas às piadas escatológicas de costume. Uma das grandes decepções do ano. Completa a relação de produções hollywoodianas “A Primeira Noite de Crime”, prólogo da franquia “Uma Noite de Crime”, que tem violência suficiente para saciar os fãs de filmes B. A seleção brasileira também é sortida, mas “10 Segundos para Vencer” é a principal atração. Cinebiografia do boxeador Éder Jofre, maior campeão e ídolo do boxe do Brasil, traz Daniel de Oliveira (que já foi até Cazuza no cinema) como protagonista e se foca no relacionamento do lutador com o pai, o exigente treinador Kid Jofre (Osmar Prado, premiado no Festival de Gramado). Dirigido por José Alvarenga Jr. (“Divã”, “Cilada.com”), o filme acompanha a jornada de Éder ao título mundial dos galos, nos anos 1960, a interrupção precoce em sua carreira para curtir a vida com a mulher e os filhos, e também o retorno triunfal aos ringues para um novo título mundial. A lista tem até um musical sertanejo, “Coração de Cowboy”, com Gabriel Sater, filho do violeiro Almir Sater, que resulta melhor que a sinopse. E um indefectível besteirol romântico, “O Homem Perfeito”, no nível dos filmes da produtora Downtown, que geralmente mostram mulheres desesperadas com medo de ficarem sem homens. Às vezes, as tramas também as retratam como megeras revoltadas. A nova história combina as duas situações, pois não perde a chance de mostrar Luana Piovani (que já foi “A Mulher Invisível”) como uma espremedora de masculinidade – tem até cena literal de “ball busting”, como diriam os gringos. A história ainda é uma inversão da premissa de “Qualquer Gato Vira-Lata”, das mesmas roteiristas (Tati Bernardi e Patricia Corso), demonstrando que, sim, comédia brasileira parece tudo igual. A opção alternativa é “A Moça do Calendário”, filme de arte, que alguns críticos chamam de libertário e comparam até à poesia, talvez por ser narrado pela própria diretora – a veterana atriz Helena Ignez (“Ralé”) – com palavras como “subcapitalista” e “pirâmide social”. Mas o destaque do circuito limitado pertence ao uruguaio “Uma Noite de 12 Anos”, premiado no Festival de Berlim. O longa de Álvaro Brechner (“Sr. Kaplan”) conta a terrível história real da prisão de José Mujica e dois amigos, que passaram os 12 anos do título como prisioneiros políticos. O longa explora as torturas do cativeiro, reforçando a mensagem política de resistência à ditadura. Mujica não só resistiu como virou presidente de seu país. Por fim, vale mencionar ainda que toda a renda obtida com a venda de ingressos de “O Que de Verdade Importa” será revertida para instituições que cuidam de crianças com câncer no país. Trata-se de um caso raro, em que o público não joga dinheiro fora mesmo se odiar o filme. Tem mais. Confira abaixo as sinopses e veja os trailers para conhecer todas as estreias da semana. PéPequeno | EUA | Animação Um Yeti, também conhecido como Pé Grande, está convencido de que as criaturas evasivas conhecidas como “seres humanos” ou Pé Pequeno realmente existem. Um Pequeno Favor | EUA | Suspense Stephanie (Anna Kendrick) é uma jovem mãe que divide o tempo entre a criação do filho e o trabalho como vlogueira. Quando sua melhor amiga Emily (Blake Lively) desaparece, ela parte em uma jornada para descobrir o motivo. Crimes em Happytime | EUA | Comédia Phil Phillips é um ex-policial fantoche que agora trabalha como detetive particular. Após seu irmão ser assassinado, ele descobre que o responsável é um serial killer que pretende eliminar todos os integrantes do “The Happytime Gang”, série de TV de fantoches de grande sucesso nos anos 1980. Para investigar o caso, Phil é obrigado a trabalhar com sua ex-parceira Connie Edwards (Melissa McCarthy), responsável por sua expulsão da polícia, anos atrás. A Primeira Noite de Crime | EUA | Suspense Prólogo da franquia “Uma Noite de Crime” mostra como tudo começou. Quando um novo partido político chega ao poder, é anunciado um novo experimento social. São 12 horas sem lei, em que o governo incentiva as pessoas a perderem toda e qualquer inibição. 10 Segundos para Vencer | Brasil | Drama Cinebiografia de Eder Jofre, conhecido como “Galinho de Ouro”, por ter sido eleito o maior peso galo da história do boxe. Nem a infância difícil no bairro do Peruche, em São Paulo, conseguiu deter Eder, que se consagrou campeão mundial em 1961, nos Estados Unidos, e se tornou um dos maiores boxeadores de todos os tempos. O Homem Perfeito | Brasil | Comédia Diana (Luana Piovani), aos 42 anos, é uma mulher bem-sucedida, com uma carreira estruturada, culta e que mantém um casamento feliz com seu marido (Marco Luque). Ao menos, é o que ela acha – até que descobre que ele está lhe traindo com uma jovem aspirante a bailarina, de 23 anos. Coração de Cowboy | Brasil | Musical Lucca (Gabriel Sater) é um cantor sertanejo conhecido por suas músicas “chicletes” compostas a partir das demandas de sua empresária, Iolanda (Françoise Forton), e não pelos seus sentimentos e gostos musicais. Depois de um desentendimento na gravação de seu novo disco, Lucca foge da cidade grande e volta ao interior, onde ele procura inspirações para voltar a compor canções mais autênticas e, assim, se reconectar com seu pai (Jackson Antunes). Na volta, Lucca também encontra uma antiga parceira de composições e amor de infância (Thaila Ayala) com quem vai tentar reatar laços. A Moça do Calendário | Brasil | Drama Sem emprego fixo, o quarentão Inácio (André Guerreiro Lopes) trabalha como dublê de dançarino à noite e mecânico durante o dia. Quando não está nas pistas ou operando veículos, seus pensamentos voam para um relacionamento platônico para a bela garota que estampa o calendário da oficina. Uma Noite de 12 Anos | Uruguai | Drama 1973, Uruguai. José Mujica (Antonio de la Torre), Mauricio Rosencof (Chino Darín) e Eleuterio Fernández Huidobro (Alfonso Tort) são militantes dos Tupamaros, grupo que luta contra a ditadura militar local. Eles são presos em ações distintas e encarcerados junto a outros nove companheiros, de forma que não possam sequer falar um com o outro. Ao longo dos anos, o trio busca meios de sobreviver não só à tortura, mas também ao encarceramento que fez com que ficassem completamente alheios à sociedade, sem a menor ideia se um dia seriam soltos. O Que de Verdade Importa | Espanha, Canadá | Drama Alec Bailey é um engenheiro frustrado que vive em Londres. Ele trabalha consertando eletrodomésticos, mas o dinheiro que ganha não é suficiente para pagar as suas contas. Tudo muda quando um tio distante aparece em sua vida com uma proposta irrecusável: pagar todas as dívidas de Alec desde que ele se mude para Nova Escócia, no Canadá, por um ano. Sem muitas alternativas, o jovem aceita o acordo e inicia uma jornada de descoberta. Sansão | Estados Unidos | Religioso Sansão (Taylor James) é um homem com uma força sobrenatural que recebeu um chamado divino para libertar seu povo da escravidão. Quando ele perde seu amor para um cruel príncipe filisteu, o jovem hebreu parte em uma jornada, sacrificando o que for preciso para vingar seu amor, seu povo e seu Deus. A Fábrica de Nada | Portugal | Comédia Uma noite, os trabalhadores de uma fábrica de elevadores em Portugal veem as máquinas serem colocadas em furgões e levadas. Sem conseguirem impedir a ação, eles questionam os patrões e descobrem que os equipamentos estão sendo transportados a fábricas mais baratas. A intenção é fechar o local, deixando dezenas de trabalhadores desempregados. Começa a luta do grupo para manter seus empregos, sua dignidade e questionar o sistema que permite que essa situação aconteça. Marcha Cega | Brasil | Documentário Durante as manifestações que ocorreram em São Paulo nos últimos anos, a Polícia Militar foi responsável por agredir violentamente, ferir e prender uma série de manifestantes. Através do uso excessivo de gás lacrimogêneo e outras técnicas duvidosas, a cidade transformou-se em um verdadeiro campo de batalha e as marchas, inicialmente pacíficas, foram consumidas pela violência derivada das forças policiais.

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  • Filme

    Após repercussão negativa, Disney muda visual da princesa Tiana em WiFi Ralph

    23 de setembro de 2018 /

    A Disney mudou o visual da Princesa Tiana em seu novo desenho, “WiFi Ralph – Quebrando a Internet”, após várias críticas contra a representação da personagem… (quase) quebrarem a internet. Em imagens e vídeos promocionais da produção, a primeira princesa negra do estúdio apareceu com pele em tom mais claro, nariz fino e cabelos ondulados (segunda imagem acima), que deixavam sua etnia ambígua. A polêmica foi suficiente para, segundo o Wall Street Journal, levar o estúdio a animar novamente todas as cenas com a personagem. Além de levar em consideração a reclamação das redes sociais, a Disney também ouviu a opinião de Anika Noni Rose, dubladora de Tiana, e buscou consultoria da organização Color of Change para refazer as cenas, que já podem ser vistas no trailer final, divulgado nesta semana – de onde vem a primeira imagem acima. Se no primeiro filme Ralph (voz original de John C. Reilly) interagia com personagens de videogames clássicos, na nova produção ele e sua amiguinha Vanellope (voz de Sarah Silverman) vivem aventuras na internet – graças à descoberta de um roteador de wi-fi. Graças a isso, Vanellope encontrará as princesas encantadas num site que é uma Disneylândia virtual, entre elas Tiana. Todas são dubladas por suas intérpretes originais do cinema: Jodi Benson (Ariel), Paige O’Hara (Bela), Linda Larkin (Jasmine), Irene Bedard (Pocahontas), Ming-Na Wen (Mulan), Anika Noni Rose (Tiana), Mandy Moore (Rapunzel), Kelly Macdonald (Merida), Auli’i Cravalho (Moana), Kristen Bell (Anna) e Idina Menzel (Elsa). Apenas as dubladoras dos desenhos mais antigos foram substituídas, porque Adriana Caselotti (Branca de Neve) e Ilene Woods (Cinderela) já são falecidas e Mary Costa (Aurora) está aposentada. Por sinal, vale lembrar que a animação “Valente” (2012), que traz Merida, é uma produção da Pixar. Novamente dirigido por Rich Moore, agora em parceria com o roteirista Phil Johnston, a sequência de “Detona Ralph” tem estreia marcada para novembro nos Estados Unidos e apenas em janeiro de 2019 no Brasil.

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  • Série

    Monstros hormonais voltam a atacar no trailer legendado da 2ª temporada de Big Mouth

    22 de setembro de 2018 /

    A Netflix divulgou o pôster e o trailer legendado da 2ª temporada da animação “Big Mouth”, repleto de seios, ereção, pentelhos e os “monstros hormonais” que atormentam os adolescentes. A série foi criada por Nick Kroll (criador do “Kroll Show”) e Andrew Goldberg (roteirista de “Uma Família da Pesada/Family Guy”) e, apesar de apresentar monstros, gira em torno de sexo, hormônios e genitália, acompanhando pré-adolescentes que só pensam nisso, ao passar pelas mudanças físicas da puberdade. O elenco de dubladores originais inclui John Mulaney (série “Mulaney”), Maya Rudolph (série “Up All Night”), Jason Mantzoukas (“Como Ser Solteira”), Jordan Peele (humorístico “Key and Peele”), Fred Armisen (humorístico “Portlandia”) e Jenny Slate (a voz da Arlequina em “Lego Batman: O Filme”). A 2ª temporada estreia em 5 de outubro.

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  • Série

    Ducktales é renovada para a 3ª temporada

    21 de setembro de 2018 /

    O canal pago Disney Channel anunciou a renovação da série animada “DuckTales: Os Caçadores de Aventuras” para sua 3ª temporada. E para celebrar a continuidade da divertida atração da família Pato, a Disney divulgou um vídeo de bastidores, que mostra como os dubladores de Huguinho, Zezinho e Luisinho se divertem. E como Tio Patinhas é ranzinza também na vida real. O trio de sobrinhos tem as vozes de Danny Pudi (série “Community”), Ben Schwartz (série “House of Lies”) e Bobby Moynihan (humorístico “Saturday Night Live”). E Tio Patinhas é dublado por David Tennant, ex-protagonista da série “Doctor Who” e vilão superpoderoso de “Jessica Jones”. Todos eles voltam volta à TV americana em 20 de outubro para a 2ª temporada da série, que contará com um novo integrante da família, Dumbela Pato (Della Duck, no original), a irmã do Pato Donald, cujo resgate ao final da temporada inaugural resolveu um mistério de quase um século de quadrinhos – “quem é a mãe dos sobrinhos do Donald?”. Ela é dublada em inglês por ninguém menos que Paget Brewster, atriz da série “Criminal Minds”. Já Pato Donald tem a voz de Tony Anselmo, que dubla o personagem desde o “DuckTales” original, há 30 anos, sucedendo o grande Clarence Nash (1904–1985), primeiro a grasnar como o pato mais famoso da história da animação. O elenco fixo inclui ainda Beck Bennett (também de “Saturday Night Live”) como Capitão Boing, Toks Olagundoye (série “Castle”) como Madame Patilda e Kate Micucci (série “Raising Hope”) como a pequena Patrícia. A atração ainda traz outros personagens conhecidos do público, como o Professor Pardal e os vilões Mac Mônei, Maga Patalójika e os Irmãos Metralha, entre outros. O reboot foi um dos maiores sucessos do Disney XD nos Estados Unidos e despertou a atenção do canal em função do alto engajamento dos fãs nas redes sociais e repercussão na imprensa, além da boa audiência na TV. Por conta disso, acabou “promovida” para o Disney Channel a partir da metade de sua 1ª temporada. A série já é exibida no Disney Channel no Brasil, onde ganhou, além da dublagem nacional, uma versão da música de abertura cantada por Ivete Sangalo.

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  • Filme

    Vanellope disputa corrida com Gal Gadot no novo trailer de WiFi Ralph

    21 de setembro de 2018 /

    A Disney divulgou um novo trailer de “WiFi Ralph: Quebrando a Internet”, ainda sem legendas ou dublagem em português. E a prévia destaca a paixão de Vanellope (dublada por Sarah Silverman) pelas corridas de carros, o que a leva ao delírio quando encontra a nova personagem de Gal Gadot (a “Mulher-Maravilha”), uma piloto de corrida de rua durona, não muito diferente do papel que a atriz viveu na franquia “Velozes e Furiosos” – e com visual que lembra a própria atriz. As duas competem e logo se tornam melhores amigas, deixando a menina com o coração apertado para contar para Ralph seus planos para o futuro. Vanellope também rouba as cenas num encontro das princesas da Disney. Mas enquanto sua amiguinha se diverte, Ralph (voz original de John C. Reilly) vai parar num canto sinistro da internet, conhecido como Dark Web e habitado por mutantes perigosos. O novo trailer é o primeiro a explorar a premissa da continuação de “Detona Ralph” (2012). E, curiosamente, ela lembra “Toy Story 3”, ao mostrar a obsolescência dos velhos games de Arcade em que Ralph e Vanellope habitam. Com os equipamentos quebrados ou em eterna manutenção, os dois resolvem buscar os equipamentos que consertariam os games numa pesquisa na internet, e acabam sugados para o mundos dos jogos online por meio do wi-fi. A ideia da continuação se prova uma grande oportunidade de sinergia comercial para a Disney, pois desta vez, em vez de promover videogames clássicos de outras companhias, a trama serve para evidenciar franquias do próprio estúdio, além de juntar pela primeira vez personagens da Disney, Pixar, Marvel e Lucasfilm num mesmo filme. Novamente dirigido por Rich Moore, agora em parceria com o roteirista Phil Johnston, a sequência de “Detona Ralph” tem estreia marcada para novembro nos Estados Unidos e apenas em janeiro de 2019 no Brasil. Por isso, os trailers ainda não tem dublagem nacional.

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  • Filme

    Academia Brasileira premia sua “relevância” por meio de Bingo, vencedor do Grande Prêmio do Cinema Brasileiro

    19 de setembro de 2018 /

    A Academia Brasileira de Cinema (ABC) confirmou que se acha genial e muitíssimo relevante. A mesma entidade responsável pela escolha de “Bingo – O Rei das Manhãs” para representar o Brasil no Oscar 2018 escolheu o próprio filme como o Melhor do Ano, na premiação ouroboros auto-intitulada Grande Prêmio do Cinema Brasileiro. Pode ser mais óbvio? Pode. “Bingo” venceu 8 prêmios, mais que qualquer outro filme, para escancarar como a ABC considera o longa de Daniel Rezende melhor que todos os outros. O filme é bacaninha. Mas. Não disputou nenhum festival e suas maiores consagrações foram todas da ABC. Por outro lado, os acadêmicos do abecedário não reconheceram com um trofeuzinho sequer “Gabriel e a Montanha”, dirigido por Felipe Barbosa, que venceu o prêmio Revelação na Semana da Crítica em Cannes e o prêmio da Fundação Gan, e “Era o Hotel Cambridge”, de Eliane Caffé, vencedor dos prêmios do público no Festival de San Sebastián (Espanha), na Mostra de São Paulo e no Festival do Rio. Já “Como Nossos Pais”, de Laís Bodanzky, que venceu o Festival de Gramado 2017, ficou com apenas dois Oscaritos, ops, troféus Grande Otelo (o outro nome do Oscar brasileiro): Melhor Direção e Atriz (Maria Ribeiro). Pouco, considerando que era, disparado, o mais premiado e elogiado candidato da lista de indicados. Para se ter ideia dos critérios adotados, a ABC também premiu duas vezes o roteirista Mikael de Albuquerque, por Melhor Roteiro Original e Melhor Roteiro Adaptado. O adaptado foi “Real – O Plano por Trás da História”, um dos piores filmes do ano passado. Talvez esta seja a explicação para a ABC realizar sua premiação sempre tão tarde. É o segredo para que a cobertura do evento não seja retrucada com a lembrança dos filmes lançados nos cinemas há mais de um ano atrás. A verdade é que, ao contrário do Oscar-Oscar, o Oscarito-Grande Otelo privilegia lançamentos de maior apelo popular, que por isso ficam mais frescos na memória, com direito até aos que viram minissérie da Globo. Sinal desse critério é que o vencedor do Prêmio do Público foi exatamente o mesmo premiado pelos acadêmicos. Já os filmes de reconhecida repercussão artística, selecionados por curadorias de festivais internacionais, não parecem merecer a mesma reverência do abecedário. Tanto é que alguns dos longas de maior prestígio do ano passado nem sequer ganharam indicação ao tal Grande Otelo do Cinema Brasileiro, o prêmio Oscarito nacional. “Elon Não Acredita na Morte”, “Não Devore Meu Coração”, “Mulher do Pai”, “Antes o Tempo Não Acabava”, “Lamparina da Aurora”, “Corpo Elétrico”, “A Cidade Onde Envelheço”, “Pendular”, com passagens por festivais como Sundance, Berlim, Rotterdã, Cartagena e outros, não existiram segundo a seleção da ABC. Atente, ainda, que “A Cidade onde Envelheço” venceu, entre outros, o prêmio de Melhor Filme do Festival de Brasília 2016, “Mulher do Pai” o de Melhor Direção (Cristiane Oliveira) no Festival do Rio 2016, e “Eden”, mais um ignorado, consagrou Leandra Leal como Melhor Atriz no Festival do Rio 2012 e o de Gramado 2013. As datas são antigas? É que nem as premiações convenceram o circuito a lhes dar espaço nos cinemas, o que só aconteceu no ano passado. O legítimo Grande Prêmio do Cinema Brasileiro é da distribuidora Vitrine Filmes, que presta um serviço inestimável ao levar esse tipo de filme ignorado pela ABC a um circuito de resistência no Brasil. Até então uma brincadeira inofensiva de amiguinhos, que colocavam black tie para fingir que faziam um Oscar, a ABC cruzou limites de tolerância quando sua ilusão de grandeza ganhou legitimidade do Ministério da Cultura, que lhe repassou a função de selecionar o representante brasileiro ao Oscar-Oscar. Assim, neste ano, o escolhido foi o filme do amiguinho da turma, “O Grande Circo Místico”, de Cacá Diegues, numa reprise descabida da falta de critérios anteriormente vista em “Bingo – O Rei das Manhas”, passando por cima de obras consagradas em festivais. No ano que vem, já se sabe qual será o vencedor do Grande Prêmio de Fórmula 1 do Cinema Brasileiro. Veja abaixo o que os amiguinhos premiaram neste ano e que a Grande Imprensa Brasileira noticiou como feito muito importante. Longa-Metragem de Ficção: “Bingo – O Rei das Manhãs” Longa-Metragem Documentário: “Divinas Divas” Longa-Metragem Comédia: “Divórcio” Longa-Metragem Animação: “Historietas Assombradas – O Filme” Longa-Metragem Infantil: “Detetives do Prédio Azul” Direção: Laís Bodanzky (“Como Nossos Pais”) Atriz: Maria Ribeiro (“Como Nossos Pais”) Ator: Vladimir Brichta (“Bingo – O Rei das Manhãs” ) Atriz Coadjuvante: Sandra Corveloni (“A Glória e a Graça”) Ator Coadjuvante: Augusto Madeira (“Bingo – O Rei das Manhãs”) Direção de Fotografia: Gustavo Hadba (“A Glória e a Graça”) Roteiro Original: Mikael de Albuquerque e Lusa Silvestre (“A Glória e a Graça”) Roteiro Adaptado: Mikael de Albuquerque (“Real – O Plano por Trás da História”) Direção de Arte: Cássio Amarante (“Bingo – O Rei das Manhãs”) Figurino: Verônica Julian (“Bingo – O Rei das Manhãs”) Maquiagem: Anna Van Steen (“Bingo – O Rei das Manhãs”) Efeito Visuais: Ricardo Bardal (“Malasartes e o Duelo com a Morte”) Montagem Ficção: Márcio Hashimoto (“Bingo – O Rei das Manhãs”) Montagem Documentário: Natara Ney (“Divinas Divas”) Som: George Saldanha, François Wolf e Armando Torres Jr (“João, O Maestro”) Trilha Sonora Original: Plínio Profeta (“O Filme da Minha Vida”) Trilha Sonora: Mauro Lima, Fael Mondego e Fábio Mondego (“João, O Maestro”) Longa-Metragem Estrangeiro: “Uma Mulher Fantástica” Curta-Metragem de Animação: “Vênus-Filó, a Fadinha Lésbica” Curta-Metragem Documentário: “Ocupação do Hotel Cambridge” Melhor Curta-metragem Ficção: “A Passagem do Cometa” Voto Popular – Longa Brasileiro: “Bingo – O Rei das Manhãs” Voto Popular – Longa Estrangeiro: “La La Land” Voto Popular – Longa Documentário: “Cora Coralina”

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  • Filme

    Animação O Grinch ganha novo trailer com a voz de Lázaro Ramos

    19 de setembro de 2018 /

    A Universal divulgou um novo pôster e o terceiro trailer dublado em português de “O Grinch”, animação sobre a criatura que odeia o Natal. E voz nacional do protagonista tem sotaque baiano. O personagem, que conta com dublagem original de Benedict Cumberbatch (“Doutor Estranho”), ganhou entonação de Lázaro Ramos no Brasil. Mais identificado com produções adultas, o ator faz sua primeira dublagem de desenho internacional e finalmente poderá mostrar um de seus filmes para os filhos. Além deste detalhe, o trailer também inclui a música “You’re a Mean One, Mr. Grinch”, gravada pelo rapper Tyler the Creator, que compôs outras músicas para o filme, O desenho inspirado na criação de Dr. Seuss tem uma abordagem de “malvado favorito”, explorando o mau-humor e maldades cotidianas do personagem-título, mas também um pouco do azar do Coiote (de “Papa-Léguas”), conforme o Grinch se mostra a maior vítima de seus próprios planos. Por sinal, a nova versão foi escrita pela dupla de “Meu Malvado Favorito”, Ken Daurio e Cinco Paul. Mas esta também é sua terceira adaptação de personagens de Dr. Seuss – após as animações “O Lorax: Em Busca da Trúfula Perdida” (2012) e “Horton e o Mundo Dos Quem!” (2008). Já a direção foi compartilhada por um quarteto, Yarrow Cheney (“Pets: A Vida Secreta dos Bichos”), Scott Mosier (criador da série animada “Clerks”, baseada em “O Balconista”), Peter Candeland (animador da série “Aladdin”) e Matthew O’Callaghan (“George, o Curioso”). A estreia está marcada para 8 de novembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Próximo Como Treinar Seu Dragão será o último lançamento da franquia

    16 de setembro de 2018 /

    A franquia “Como Treinar Seu Dragão” será encerrada com o lançamento de seu terceiro filme. O anúncio foi feito pelo diretor e roteirista Dean DeBlois, que comanda os longas animados desde a estreia em 2010. “Pensamos nisso por um bom tempo e chegamos em uma forma agridoce de nos despedirmos dos personagens”, disse DeBlois em entrevista à revista Entertainment Weekly, antes de revelar como a trama será concluída. “Você entenderá o motivo de Soluço ter dito que haviam dragões na sua infância. Ao fim deste filme, você terá a resposta do que aconteceu com eles”, contou. DeBlois afirmou que, após o longa, até as séries animadas também serão concluídas, e que a decisão é inspirada pela forma como a autora Cressida Cowell encerrou em 2015 a série de livros em que os filmes se baseiam. A trilogia registra uma sensível passagem de tempo entre cada longa. No primeiro, Soluço era um menino. No segundo, adolescente. E aparecerá como adulto no terceiro, que, entretanto, será marcado por flashbacks de sua juventude. O filme vai mostrar como Soluço e Banguela encontram seus verdadeiros destinos: o primeiro como chefe da aldeia de Berk ao lado de Astrid, enquanto o dragão também se torna líder de sua própria espécie. Mas à medida que os dois ascendem, a ameaça mais sombria que enfrentaram – bem como a aparição de uma Fúria da Noite (a namorada de Banguela) – testará os laços de seu relacionamento como nunca antes. “Como Treinar o Seu Dragão 3” traz de volta o diretor Dean DeBlois ao lado do elenco de estrelas que dublaram os filmes anteriores, como Jay Baruchel (“É o Fim”) como voz de Soluço, America Ferrera (série “Superstore”) como Astrid, além de Kit Harington (série “Game of Thrones”), T.J. Miller (“Deadpool 2”), Kristen Wiig (“Caça-Fantasmas”), Jonah Hill (“Anjos da Lei”), Gerard Butler (“Covil de Ladrões”) e Cate Blanchett (“Oito Mulheres e um Segredo”). A estreia (por enquanto) está marcada para 31 de janeiro no Brasil, um mês antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Etc,  Série

    Plataforma de streaming DC Universe é inaugurada nos Estados Unidos

    16 de setembro de 2018 /

    A aguardada plataforma de streaming DC Universe já existe. Ela foi inaugurada no sábado (15/9) nos Estados Unidos e representa uma grande novidade no mercado D2C (direto ao consumidor), por reunir num único serviço tudo o que um fã pode querer de uma marca específica. Após anos sendo considerada valiosa pela Warner, a DC Comics finalmente é valorizada pelo conglomerado de mídia com um iniciativa pioneira, que pode até abrir caminho para outros projetos similares de rivais. O acesso por aplicativo oferece de tudo um pouco. Há quadrinhos selecionados do vasto arquivo de 81 anos da editora, acessados por uma interface revolucionária que permite lê-los numa TV de tela grande. Mais séries clássicas de super-heróis que é possível contar, entre elas o Superman de George Reeves, a Mulher-Maravilha de Lynda Carter, os Superamigos dos anos 1970 e os desenhos animados de Batman que originaram a Arlequina nos anos 1990. Filmes icônicos, como os longas de Superman estrelados por Christopher Reeve e o Batman vivido por Michael Keaton. Documentários, telefilmes raros, especiais, curtas animados. Também há um fórum para fãs. Uma enciclopédia digital com tudo o que um fã gostaria de saber sobre seus heróis favoritos. E um shopping de mercadorias relacionadas aos produtos da DC. Ou seja, uma Netflix acoplada ao iTunes com uma extensão no Reddit e sua própria Wikipedia. Mas a cereja ainda não foi colocada sobre o bolo. São as séries exclusivas. A primeira, “Titans”, estreia só no mês que vem. Mas já há outras em diferentes fases de produção, baseadas nos quadrinhos da Patrulha do Destino (Doom Patrol), Monstro do Pântano (Swamp Thing) e Sideral (Stargirl), além de animações da Arlequina (Harley Quinn) e da Justiça Jovem (Young Justice). E muitas outras devem se seguir. De acordo com o presidente da Warner Bros. Digital, Craig Hunegs, a DC Universe vai estrear um novo episódio de série original por semana a partir do próximo mês, e em 2020 aumentará para dois novos episódios por semana. Sim, isto significa que os episódios serão divulgados semanalmente e não pelo método “maratonal” da Netflix. Jim Lee, publisher da DC Comics, já está selecionando novas propriedades para desenvolver como séries, que devem começar a ser produzidas em breve. “Não há escassez de produtores e escritores em Hollywood interessados em fazer séries para nós, porque estamos prometendo a eles uma liberdade criativa real”, disse Craig Hunegs para a revista Variety. “Você vai ver não apenas em ‘Titans’, mas também em ‘Doom Patrol’, em ‘Swamp Thing’, em ‘Stargirl’, uma espécie de vibração criativa que talvez você não veja em programas de TV tradicionais.” Esta liberdade já pôde ser conferida no primeiro trailer divulgado de “Titans”, que chamou atenção e polemizou pela forma como Robin solta um “fod*-se Batman” em alto e bom som. “Essa plataforma nos permite ousar criativamente e fazer o tipo de programação que nunca fizemos antes”, garante Jim Lee. Uma frase que será testada durante a estreia da série do Monstro do Pântano. Tudo por uma assinatura de apenas US$ 7,99 mensais. A Variety aponta que este valor dificilmente dará lucro imediato para a companhia. Mas é significativo que a DC Universe seja a primeira novidade da Warner Media, a empresa resultante da compra da antiga Time Warner pela AT&T. A nova companhia está recebendo grande investimento para produzir ainda mais conteúdo, estratégia que já está sendo notada no aumento de encomendas de séries da HBO. E é bastante claro que tudo isso será direcionado para o streaming. Enquanto a HBO mantém um pé preso no cabo, a DC Universe já nasce 100% wi-fi. E será interessante ver até onde essa experiência chegará. A propósito, as séries da rede CW – “Arrow”, “The Flash”, “Supergirl”, “Legends of Tomorrow” e “Black Lightning” – não terão episódios disponibilizados pelo serviço. E embora existam planos, vai demorar para a DC Universe chegar em outros países. Por conta disso, a Warner negocia com outros serviços, que já possuem alcance internacional, os direitos de exibição de suas séries no exterior. Tudo indica que “Titans” chegará no Brasil pela Netflix. Resta saber se semanalmente, como “Better Call Saul”, ou apenas após a exibição completa nos Estados Unidos, como acontece com as séries britânicas e canadenses disponibilizadas pela plataforma.

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  • Música

    Gorillaz mostra nova formação em clipe ao estilo de série animada clássica

    15 de setembro de 2018 /

    A banda animada Gorillaz lançou um novo clipe, “Tranz”, como sempre dirigido por Jamie Hewlett, o desenhista oficial dos músicos. Mais simples dos clipes recentes da banda, chega a lembrar um semento musical de série animada dos anos 1960 – como “A Turma do Archie” e “Os Hardy Boys” – , registrando apenas os músicos tocando seus instrumentos. Mas há algumas intervenções que fazem a diferença, como o uso de massinhas em cenas pontuais, em especial no desfecho, que mostra o cantor 2-D (Damon Albarn) derretendo quando a música acaba. O clipe também confirma a substituição do baixista do grupo, num crossover inusitado. Quem acompanha 2-D, a guitarrista Noodle (agora loira!) e o baterista Russel Hobbs é ninguém menos que Ace, o ex-líder da Gangue Gangrena da série animada de “As Meninas Superpoderosas”. Este é o primeiro vídeo em que Ace aparece oficialmente tocando baixo no lugar de Murdock, o músico original, que na historinha da banda está atualmente preso. Ace já tinha aparecido antes, mas sem o instrumento. Por curiosidade, a banda e a série do Cartoon Network já se referenciaram algumas vezes no passado. 2-D, o vocalista, apareceu com uma camiseta estampada com o rosto do supervilão Macaco Louco no CD “G-Sides”. E o longa-metragem das Meninas Superpoderosas mostrou a propaganda de um show da banda no jornal de Townsville. A “mudança de formação” parece ter impactado o som da banda, já que “Tranz” lembra uma combinação de new wave e gótico dançante dos anos 1980 A música faz parte do sexto álbum do grupo, “The Now Now”, lançado no final junho.

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  • Série

    Hilda: Série animada baseada nos quadrinhos de Luke Pearson ganha trailer dublado

    15 de setembro de 2018 /

    A Netflix divulgou o trailer dublado em português da série animada “Hilda”, inspirada nos quadrinhos de Luke Pearson, que são lançados no Brasil pela Companhia das Letras sob o selo Quadrinhos na Cia. A animação mantém um visual muito próximo dos quadrinhos, além do mesmo clima surreal. A trama acompanha a mudança de vida da jovem protagonista, que troca a floresta mística onde vive pela loucura da cidade, onde fará novos amigos, encontrará criaturas mágicas e embarcará em aventuras incríveis. A animação é produzida pela Mercury Filmworks, responsável por “Enrolados: A Série”, do Disney Channel, tem roteiros de Stephanie Simpson (“Arthur”), direção de Andy Coyle (“Atomic Puppet”) e trilha da cantora canadense Grimes. Com 12 episódios, “Hilda” será disponibilizada na Netflix em 21 de setembro.

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  • Série

    Nova série animada de She-Ra ganha primeiro teaser

    10 de setembro de 2018 /

    A Dreamworks Animation divulgou o primeiro teaser do novo desenho de “She-Ra”, que reimagina a personagem clássica do mesmo universo de “He-Man”. A prévia revela como a jovem Adora recebe o “chamado” e encontra uma espada mágica, que a transforma na poderosa She-Ra. Até seu famoso grito de guerra, “pela honra de Greyskull!”, é ouvido no final do vídeo. A produção foi alvo de controvérsia quando suas primeiras imagens foram reveladas. Fãs do desenho original reclamaram do visual da heroína, bastante modificado em relação à versão dos anos 1980. Menos que o visual de anime, o que mais chamou atenção foi a aparência mais adolescente e menos sexualizada. O novo vídeo mostra, inclusive, que a assexualização não se resume à diminuição do tamanho dos seios da personagem. Ela também usa shorts sob a saia curta. O desenho de “She-Ra: A Princesa do Poder” surgiu em 1985 como spin-off de “He-Man e os Mestres do Universo”, um brinquedo que virou série animada, mas logo se tornou mais popular que a atração original. A personagem era o alter ego da Princesa Adora e irmã gêmea do He-Man, que lutava pela honra de Greyskull para livrar o planeta Eternia da tirania. A nova série será “uma jornada épica e atemporal, em celebração à amizade feminina e o empoderamento, liderada por uma princesa guerreira feita sob medida para os dias de hoje”, segundo a descrição oficial. Assim como na trama original, a protagonista permanece a Princesa Adora, que se torna a poderosa She-Ra com a ajuda de uma espada mágica. Sequestrada quando criança e criada pela Horda do Mal, ela só descobre sua verdadeira identidade ao se tornar adulta. A produção está sendo realizada sob o comando de Noelle Stevenson, roteirista de “Enrolados Outra Vez” e “Lego Star Wars”, e traz em seu elenco de dubladores diversos atores conhecidos, a começar por Aimee Carrero (de “O Último Caçador de Bruxas” e a voz de “Elena de Avalor”), que vive She-Ra, mas também Karen Fukuhara (“Esquadrão Suicida”), AJ Michalka (“The Goldbergs”), Marcus Scribner (“Black-ish”), Reshma Shetty (“Royal Pains”), Lorraine Toussaint (“Orange Is the New Black”), Keston John (“The Good Place”), Lauren Ash (“Superstore”), Christine Woods (“Hello Ladies”), Genesis Rodriguez (“Time After Time”), Jordan Fisher (“Grease Live!”), Vella Lovell (“Crazy Ex-Girlfriend”), Merit Leighton (“Alexa & Katie”), Sandra Oh (“Killing Eve”) e Krystal Joy Brown (“Motown: The Musical”). Com o título completo de “She-Ra and the Princesses of Power”, a atração estreia na Netflix em 16 de novembro.

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