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  • Filme

    Netflix vai disponibilizar 21 animes clássicos do Studio Ghibli

    20 de janeiro de 2020 /

    A Netflix anunciou ter fechado um contrato com o Studio Ghibli, célebre estúdio de animação japonês, e disponibilizará 21 filmes animados na plataforma a partir de 1 de fevereiro. A informação veio acompanhada por um trailer, que inclui cenas de vários clássicos do mestre Hayao Miyazaki, fundador do estúdio, como o vencedor do Oscar “A Viagem de Chihiro” (2001), “Meu Amigo Totoro” (1988) e “Princesa Mononoke” (1997). A lista também inclui várias obras do grande Isao Takahata (indicado ao Oscar por “O Conto da Princesa Kaguya”), além de Hiromasa Yonebayashi, Hiroyuki Morita, Tomomi Mochizuki, Hiromasa Yonebayashi, Yoshifumi Kondô e Gorô Miyazaki, filho de Hayao. A plataforma vai dividir os lançamentos dos filmes em três etapas, entre fevereiro e abril. Confira o cronograma abaixo. 1º de fevereiro de 2020: “O Castelo no Céu” (1986), “Meu Amigo Totoro” (1988), “O Serviço de Entregas da Kiki” (1989), “Memórias de Ontem” (1991), “Porco Rosso: O Último Herói Romântico” (1992), “Eu Posso Ouvir o Oceano” (1993) e “Contos de Terramar” (2006). 1º de março de 2020: “Nausicaä do Vale do Vento” (1984), “Princesa Mononoke” (1997), “Meus Vizinhos, Os Yamadas” (1999), “A Viagem de Chihiro” (2001), “O Reino dos Gatos” (2002), “O Mundo dos Pequeninos” (2010) e “O Conto da Princesa Kaguya” (2013). 1º de abril de 2020: “Pom Poko: A Grande Batalha dos Guaxinins” (1994), “Sussurros do Coração” (1995), “O Castelo Animado” (2004), “Ponyo – Uma Amizade que Veio do Mar” (2008), “Da Colina Kokuriko” (2011), “Vidas ao Vento” (2013) e “As Memórias de Marnie” (2014) TODOS OS 21 FILMES DO ESTÚDIO GHIBLI VÃO ESTAR DISPONÍVEIS A PARTIR DE FEVEREIRO. EU TÔ GRITANDO SIM!! pic.twitter.com/0hNfN1o6s6 — Netflix Brasil (@NetflixBrasil) January 20, 2020

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  • Filme

    Bad Boys para Sempre estreia na liderança das bilheterias nos EUA

    19 de janeiro de 2020 /

    A estreia de “Bad Boys para Sempre” na América do Norte quebrou a maldição que no ano passado condenou ao fracasso as continuações de franquias antigas, como “O Exterminador do Futuro”, “Rambo” e “Homens de Preto”. De volta após 17 anos, a parceria entre Will Smith e Martin Lawrence superou as expectativas e liderou as bilheterias do fim de semana nos EUA e Canadá. O terceiro “Bad Boys” faturou US$ 59 milhões entre quinta e domingo (18/1) e deve chegar aos US$ 68 milhões até segunda-feira, feriado nos EUA. O montante é muito maior que as estimativas do mercado – e da própria Sony Pictures – , que apontavam entre US$ 38 milhões e US$ 45 milhões. Mas o filme contou com impulso de críticas positivas (76% no Rotten Tomatoes) e um sólido boca-a-boca do público (nota A no CinemaScore). Com o faturamento, “Bad Boys para Sempre” se tornou a segunda maior abertura de um lançamento de janeiro em todos os tempos na América do Norte, atrás apenas de “Sniper Americano” (US$ 107 milhões), e a melhor estreia da Sony para um filme com classificação “R” (para maiores nos EUA). No mundo inteiro, a arrecadação somou US$ 106,7 milhões. Mas isto equivale apenas a um terço do mercado, já que o filme ainda não chegou em vários países. A estreia no Brasil vai acontecer no dia 30 de janeiro. Este desempenho praticamente sacramentou a produção de um quarto filme da franquia. Em compensação, a outra estreia do fim de semana, “Dolittle”, dificilmente terá sequência. A aventura infantil com bichos falantes foi destruída pela crítica – apenas 19% de aprovação na média do Rotten Tomatoes. Ao todo, o faturamento foi de US$ 22,5 milhões na América do Norte. Neste caso, houve uma inversão de expectativas, já que existia uma projeção de US$ 30 milhões para sua abertura. O mercado internacional reagiu um pouco melhor, elevando o total mundial a US$ 57,3 milhões. Mesmo assim, a Universal terá um prejuízo colossal com a produção, que custou US$ 175 milhões – praticamente o dobro de “Bad Boys para Sempre” – , sem contar as despesas de P&A (cópias e publicidade). Boa parte deste dinheiro deve ter ido para o salário de Robert Downey Jr., que tem o papel-título, em seu primeiro trabalho após concluir sua jornada na Marvel. O Top 3 se completa com “1917”, que virou favorito ao Oscar 2020 após vencer o prêmio do Sindicato dos Produtores dos EUA no sábado (18/1). Líder no fim de semana passado, o filme de guerra de Sam Mendes soma US$ 76,7 milhões na América do Norte e US$ 143,5 milhões em todo o mundo. A estreia no Brasil está marcada para quinta-feira (23/1). Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no fim de semana na América do Norte, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Bad Boys para Sempre Fim de semana: US$ 59,1M Total EUA e Canadá: US$ 59,1M Total Mundo: US$ 106,7M 2. Dolittle Fim de semana: US$ 22,5M Total EUA e Canadá: US$ 22,5M Total Mundo: US$ 57,3M 3. 1917 Fim de semana: US$ 22,1M Total EUA e Canadá: US$ 76,7M Total Mundo: US$ 143,5M 4. Jumanji: Próxima Fase Fim de semana: US$ 9,5M Total EUA e Canadá: US$ 270,4M Total Mundo: US$ 711,7M 5. Star Wars: A Ascensão Skywalker Fim de semana: US$ 8,3M Total EUA e Canadá: US$ 492M Total Mundo: US$ 1B 6. Luta por Justiça Fim de semana: US$ 6M Total EUA e Canadá: US$ 19,6M Total Mundo: US$ 22,9M 7. Adoráveis Mulheres Fim de semana: US$ 5,9M Total EUA e Canadá: US$ 84,4M Total Mundo: US$ 130,1M 8. Entre Facas e Segredos Fim de semana: US$ 4,3M Total EUA e Canadá: US$ 145,9M Total Mundo: US$ US$ 277,9M 9. Like a Boss Fim de semana: US$ 3,8M Total EUA e Canadá: US$ 16,9M Total Mundo: US$ 18,6M 10. Frozen 2 Fim de semana: US$ 3,7M Total EUA e Canadá: US$ 464,8M Total Mundo: US$ 1,4B

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  • Série

    Os Simpsons: Hank Azaria anuncia que não vai mais dublar Apu

    18 de janeiro de 2020 /

    Depois de 30 anos como dublador de Apu na animação “Os Simpsons”, o ator Hank Azaria declarou que não vai mais fazer a voz do personagem. O comediante, que estrela a série “Brockmire”, fez o anúncio durante o evento semestral da TCA (Associação de Críticos de TV dos EUA). Azaria revelou que a decisão em não dublar mais o personagem foi tomada em comum acordo com os produtores da série, mas ele não sabe o que acontecerá com Apu daqui para frente. “Isso é algo que depende dos produtores e eles ainda não encontraram uma solução. Apenas concordamos que não farei mais a voz dele”, disse o ator, que continuará dublando outros personagens icônicos da série, como Moe e o Comic Book Guy. “O que eles vão fazer com o personagem é decisão deles. Depende deles e eles ainda não resolveram o problema. Tudo o que concordamos é que não farei mais a voz”, enfatizou. Apu foi considerado um personagem polêmico por retratar de forma estereotipada um imigrante da região da Índia/Paquistão. A abordagem politicamente incorreta passou a ganhar ainda mais projeção após o documentário “O Problema com Apu”, dirigido por Hari Kondabolu em 2017, que criticou a forma como as produções americanas tratam as pessoas da região. Azaria acabou se tornando o principal alvo do filme, e desde então vinha sofrendo pressões para abandonar o personagem.

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  • Filme

    Diretor de Aquaman vai produzir série animada do herói para a HBO Max

    16 de janeiro de 2020 /

    O cineasta James Wan, que dirigiu “Aquaman”, vai produzir uma nova série animada do personagem para a vindoura plataforma de streaming HBO Max. A animação será uma minissérie de três episódios, chamada “Aquaman: King of Atlantis”, que continuará a trama do filme. Segundo a sinopse revelada durante o painel da HBO Max no evento semestral da TCA (Associação de Críticos de TV dos EUA), a série vai começar mostrando “Arthur em seu primeiro dia de trabalho como Rei de Atlantis e ele precisará se atualizar MUITO”. Para isso, o herói terá ajuda de Mera e Vulko, além de enfrentar novas tentativas de golpe de seu irmão, o Mestre do Oceano. Os roteiristas-animadores Victor Courtright (“Picles e Amendoim”) e Marly Halpern-Graser (“Jovens Titãs em Ação! vs. Jovens Titãs”) serão os showrunners. “Aquaman: King of Atlantis” ainda não tem previsão de estreia.

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  • Série

    BoJack Horseman: Temporada final ganha novo trailer legendado

    16 de janeiro de 2020 /

    A Netflix divulgou um novo trailer legendada da 6ª e última temporada de “BoJack Horseman”. A prévia mostra o protagonista refletindo sobre seu passado fútil para analisar o que o fez mudar de comportamento, após passar um tempo numa clínica de reabilitação. “Bojack Horseman” estreou em 2014 trazendo as desventuras do personagem título, um cavalo falante dublado por Will Arnett (“Arrested Development”). Na trama, Bojack é o ex-astro de uma amada sitcom norte-americana, que não se habituou à vida fora da TV e tenta reencontrar o sucesso, enquanto lida com os problemas de sua vida pessoal desregrada. Criada por Raphael Bob-Waksberg, a produção também inclui em seu elenco de dubladores Amy Sedaris (“Unbreakable Kimmy Schmidt”) como uma gata falante, Alison Brie (“GLOW”) como uma garota que namora um cachorrão (literalmente) e Aaron Paul (“Breaking Bad”) como o melhor amigo humano do protagonista. Os últimos episódios da série estreiam em 31 de janeiro.

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  • Filme

    Star Wars: A Ascensão Skywalker atinge US$ 1 bilhão de bilheteria mundial

    15 de janeiro de 2020 /

    “Star Wars: A Ascensão Skywalker” entrou no clube dos bilionários na terça-feira (14/1), quando atingiu US$ 1.001 bilhão de bilheteria mundial. A produção da Lucasfilm/Disney arrecadou US$ $481,3 milhões nos Estados Unidos e Canadá e US$ 519,7 milhões nos demais países. Apesar desse desempenho bem-sucedido, “A Ascensão Skywalker” não deve superar os rendimentos de “Os Últimos Jedi” (US$ 1,3 bilhão), o que o transformará no filme de menor faturamento da nova trilogia – a primeira produzia pela Disney – , inaugurada por “O Despertar da Força”, em 2015. O filme teve dificuldades inesperadas ao encontrar reprovação da crítica. Também vieram à tona informações de bastidores, em entrevistas com o elenco, sobre cortes extensos feitos pela Lucasfilm. Com direção de JJ Abrams (o diretor de “O Despertar da Força”), “Star Wars: A Ascensão Skywalker” foi lançado em 19 de dezembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos. Ao atingir US$ 1 bilhão, o filme fez aumentar o recorde da Disney, que passa a somar sete filmes bilionários lançados em 2019, um número nunca visto e que deve demorar para – se é que vai – ser repetido. Este desempenho foi resultado do êxito de “Vingadores: Ultimato”, que quebrou o recorde de maior bilheteria de todos os tempos, com US$ 2,8 bilhões, e mais os êxitos de “O Rei Leão” (US$ 1,66 bilhão), “Frozen 2” (US$ 1,23 bilhão), “Capitão Marvel” (US$ 1,13 bilhão), “Toy Story 4” (US$ 1,07 bilhão), “Aladdin” (US$ 1,05 bilhão) e o citado “Star Wars: A Ascensão Skywalker”. Para se ter ideia do tamanho desta façanha, até então a Disney tinha conseguido emplacar apenas quatro filmes com mais de US$ 1 bilhão num único ano, durante 2016. Já o máximo que uma companhia rival conseguiu foram três – a Universal, em 2015.

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  • Filme

    Rodrigo Santoro comemora indicação de Klaus ao Oscar de Melhor Animação

    13 de janeiro de 2020 /

    Rodrigo Santoro, que participou da versão brasileira da animação “Klaus”, comemorou a indicação do filme da Netflix ao Oscar 2020 nesta segunda (13/1) com um post em seu Instagram. O ator dublou um dos protagonistas da história, Jasper, mas apenas para o mercado brasileiro – Jasper tem a voz de Jason Schwartzman nos EUA. “Que alegria receber a notícia de que ‘Klaus’ foi indicado ao Oscar 2020 na categoria Melhor Animação. Parabéns a todos que fizeram parte dessa construção tão bonita. É, sem dúvida, uma história que emociona crianças e adultos”, escreveu o ator, como legenda do post que destaca o cartaz nacional do filme, atualizado com a indicação. Em “Klaus”, Jesper é um carteiro enviado a uma ilha no Círculo Polar Ártico, onde os habitantes locais não se falam. Lá, ele se torna amigo de Klaus, um misterioso carpinteiro que vive sozinho em uma casa cheia de brinquedos feitos à mão. Vendo a facilidade do velho para fabricar brinquedos, Jesper se propõe a distribuir suas criações às crianças da cidade, causando uma revolução – e inventando o Natal. O filme marca a estreia na direção do espanhol Sergio Pablos, que é o autor da história original de “Meu Malvado Favorito” (2010) e chegou a trabalhar em “Rio” (2011). Ele também assina o roteiro com os americanos Zach Lewis e Jim Mahoney (autores do curta “The Hobbit: Kingdoms of Middle-earth – Dance Battle”). “Klaus” vai competir com “Toy Story 4”, “Link Perdido”, “Como Treinar Seu Dragão 3” e “Perdi Meu Corpo” pelo Oscar de Melhor Animação. A 92ª edição do Oscar será realizada em 9 de fevereiro no Teatro Dolby, em Los Angeles, com transmissão ao vivo no Brasil pelos canais Globo e TNT. Ver essa foto no Instagram Que alegria receber a notícia de que #Klaus foi indicado ao #Oscar2020 na categoria “Melhor Animação”. Parabéns a todos que fizeram parte dessa construção tão bonita. É, sem dúvida, uma história que emociona crianças e adultos. Se ainda não assistiu, aproveite: está disponível na @netflixbrasil @theacademy . Very happy to hear the news that #Klaus was nominated by the Academy Awards for the #Oscars2020 in the “Best Animation” category. Congratulations to everyone who was part of creating and telling this beautiful story. It is undoubtedly one that touches both audiences, children and adults. If you haven't watched it yet, enjoy it: it’s available on @netflix @theacademy Uma publicação compartilhada por Rodrigo Santoro (@rodrigosantoro) em 13 de Jan, 2020 às 1:32 PST

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  • Filme

    Playmobil: O Filme sai dos cinemas como um dos maiores fracassos de todos os tempos

    12 de janeiro de 2020 /

    Depois de uma das estreias mais decepcionantes de 2019, “Playmobil: O Filme” saiu dos cinemas com apenas US$ 1,1 milhão de arrecadação nos Estados Unidos e Canadá, transformando-se num dos maior fracassos de bilheteria de todos os tempos. A animação, que traz Anya Taylor-Joy (“A Bruxa”) e Daniel Radcliffe (o Harry Potter) entre seus dubladores, ficou apenas um mês em cartaz, após ter lançamento amplo em 2,3 mil salas de cinema da América do Norte, o que só aumenta seu fiasco. Coprodução entre França e EUA, feita para vender brinquedos da marca Playmobil, o desenho dos bonequinhos de plástico se saiu um pouco melhor no mercado internacional, onde faturou US$ 14,3 milhões. O detalhe é que seu orçamento foi de US$ 75 milhões, o que certamente acarretará num grande prejuízo para todos os envolvidos em sua produção – os co-financiadores Wild Bunch, Pathe, Dimitri Rassam e On Animation. Para sorte da STX, a empresa americana pagou apenas para distribuir o filme e não investiu em sua produção. Além do fiasco financeiro, “Playmobil – O Filme” também foi explodido pela crítica, que o considerou, em resumo, uma “versão pobre do filme da LEGO”, com somente 19% de aprovação no site agregador Rotten Tomatoes. P Seu desprestígio foi tão claro que seus dubladores famosos sumiram na hora de promover o filme. Não fizeram entrevistas de divulgação, nem avisaram sobre a estreia em suas redes sociais,

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    1917 lidera bilheteria dos EUA após vencer Globo de Ouro

    12 de janeiro de 2020 /

    O espetáculo de guerra do diretor Sam Mendes, “1917”, assumiu o 1º lugar nas bilheterias da América do Norte, capitalizando a divulgação de sua vitória no Globo de Ouro, no fim de semana passado. Único filme que poderia se beneficiar financeiramente da exposição televisiva do prêmio da Associação de Correspondentes Estrangeiros de Hollywood, “1917” faturou US$ 36,5 milhões entre sexta e domingo (12/01) nos Estados Unidos e Canadá, consagrando o planejamento bem realizado de suas estratégias de marketing e distribuição. Originalmente lançado em circuito limitado durante o Natal, para se qualificar à temporada de premiações, o filme da 1ª Guerra Mundial esperou o resultado do Globo de Ouro para ampliar seu circuito. E o cronograma se provou acertado. “1917” transformou sua vitória em impulso para superar o blockbuster “Star Wars: A Ascensão Skywalker”, que após liderar o ranking por três semanas, caiu para o 2º lugar. “1917” também conquistou US$ 19 milhões com lançamento em mais de 30 países e críticas bastante positivas, que lhe deram uma média de 90% de aprovação no site Rotten Tomatoes. A produção da Universal agora aguarda as indicações ao Oscar, que serão conhecidas na segunda (13/1), para avançar em novos territórios. A estreia no Brasil vai acontecer na próxima semana, no dia 23 de janeiro. A semana ainda registrou duas estreias com ampla distribuição, a comédia “Like a Boss”, sem previsão para o Brasil, e a sci-fi “Ameaça Profunda”, que chegou aos cinemas brasileiros também neste fim de semana. Ambos decepcionaram nas bilheterias e foram destruídos pela crítica, mas só um deles era uma superprodução milionária. “Ameaça Profunda” afundou com apenas US$ 7 milhões nas bilheterias norte-americanas, ocupando a 7ª posição. No mundo inteiro, foram US$ 14 milhões. Mas custou em torno de US$ 80 milhões para ser produzido. O resultado representa o terceiro fracasso consecutivo estrelado pela atriz Kristen Stewart nas últimas semanas. Lançado há exatamente dois meses, o reboot de “As Panteras” somou, ao todo, US$ 17,7 milhões nos EUA e Canadá. E “Seberg”, que completa um mês em circuito limitado, nem sequer contabilizou bilheteria suficiente para entrar em qualquer ranking, muito menos transformar a atriz em candidata a prêmios, como alguns sonharam. Estes fracassos podem ter impacto negativa na carreira da jovem estrela, afastando-a do protagonismo de Hollywood. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no fim de semana na América do Norte, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. 1917 Fim de semana: US$ 36,5M Total EUA e Canadá: US$ 39,2M Total Mundo: US$ 60,4M 2. Star Wars: A Ascensão Skywalker Fim de semana: US$ 15M Total EUA e Canadá: US$ 478,1M Total Mundo: US$ 989,5M 3. Jumanji: Próxima Fase Fim de semana: US$ 14M Total EUA e Canadá: US$ 257,1M Total Mundo: US$ 632,5M 4. Like a Boss Fim de semana: US$ 10M Total EUA e Canadá: US$ 10M Total Mundo: US$ 10M 5.

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  • Filme

    Segundo imprensa britânica, Meghan Markle vai dublar desenho da Disney

    11 de janeiro de 2020 /

    Poucos dias depois de o príncipe Harry e Meghan Markle anunciarem sua saída do círculo de membros seniores da família real, a mídia britânica noticiou que a duquesa de Sussex assinou um contrato de dublagem com a Disney. Segundo o jornal Times, o cachê do projeto será uma doação em dinheiro à ONG Elephants Without Borders, instituto que visa combater a caça ilegal de elefantes. O acordo, ainda segundo o jornal, estava sendo acertado entre as partes desde o fim de dezembro, pouco antes do Natal. No trabalho, Meghan, que atuava como atriz, vai colocar a sua voz em um filme ainda não divulgado pela Disney – também não há previsão de quando ele será lançado. Na quarta-feira (8/1), os duques de Sussex, Harry e Meghan, anunciaram que passarão por uma “transição” em 2020: o casal pretende abrir mão dos privilégios que carregam como membros da família real britânica e se tornar “financeiramente independente”. “Após muitos meses de reflexão e discussões internas, optamos por fazer uma transição este ano, começando a desempenhar um novo papel. Pretendemos renunciar como membros da Família Real e trabalhar para nos tornar financeiramente independentes, enquanto continuamos a apoiar totalmente Sua Majestade a Rainha”, disseram os dois, em publicação oficial. A decisão foi atacada pela imprensa britânica e batizada de “Megxit”, numa tentativa de culpar Meghan Markle pela ruptura na família real. Já a escritora Afua Hirsch, colunista do jornal americano New York Times, avaliou que esse ataque também podia ser resumido com uma palavra: “racismo”.

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  • Filme

    Frozen 2 supera primeiro filme nas bilheterias mundiais

    5 de janeiro de 2020 /

    “Frozen 2” continua lotando cinemas em todo o mundo. Embora tenha sido lançado no Brasil apenas na quinta passada (2/1), a produção da Disney superou neste fim de semana a bilheteria mundial do primeiro filme. Ao todo, “Frozen 2” já soma US$ 1,325 bilhão de arrecadação global, bem mais que o montante de US$ 1,274 bilhão do longa de 2013. Segundo a Disney, esta façanha é recorde mundial, de maior bilheteria de uma animação em todos os tempos. Mas não é exatamente assim. A ressalva é importante, porque a Disney não considera o remake de “O Rei Leão” nesse gênero, embora qualquer filme com massinhas seja mais live-action que a animação computadorizada que o estúdio diz que é outra coisa. Vale lembrar que o indicado ao Globo de Ouro 2020 na categoria de Melhor Animação nem sequer usa captura de performance para dar vida aos animais falantes, criados inteiramente por computador em sua produção. Por mais foto-realista que seja sua tecnologia, a única cena real de “O Rei Leão” são alguns segundos que apresentam a savana africana logo em sua abertura. E se 99,9% do filme é animado… O recorde de maior bilheteria de animação, de “O Rei Leão”, é de US$ 1,656 bilhão. Na verdade, esta “polêmica” não passa de uma questão “interna” da Disney, que discute consigo mesma como celebrar seu sucesso impressionante em 2019. Ao todo, o estúdio teve seis filmes bilionários em 2019, um recorde nunca visto e que deve demorar para – se é que vai – ser repetido. Como se não bastasse, “Star Wars: A Ascensão Skywalker” ainda vai aumentar nos próximos dias esse número para sete – a bilheteria é considerada pelo ano do lançamento. Para se ter ideia do tamanho desta façanha, até então a Disney tinha conseguido emplacar apenas quatro filmes com mais de US$ 1 bilhão num único ano, durante 2016. Já o máximo que uma companhia rival conseguiu foram três – a Universal, em 2015.

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  • Filme

    Star Wars: A Ascensão Skywalker já se aproxima de US$ 1 bilhão nas bilheterias

    5 de janeiro de 2020 /

    “Star Wars: A Ascensão Skywalker” lidera as bilheterias da América do Norte – e do mundo – pela terceira semana consecutiva. Apesar da reprovação da crítica e de informações sobre cortes extensos feitos pela Lucasfilm, o longa já superou os US$ 450 milhões em arrecadação doméstica e está prestes a atingir US$ 1 bilhão de faturamento mundial. Ao todo, sua soma global está em US$ 918,7 milhões. Outras marcas importantes foram registradas no Top 5. Em 2º lugar, “Jumanji: Próxima Fase” ultrapassou os US$ 600 milhões de ingressos vendidos em todo o mundo. E “Frozen 2”, atualmente em 5º, somou US$ 1,3 bilhão e deixou para trás o montante mundial do primeiro longa. Segundo a Disney, a façanha de “Frozen 2” é recorde mundial, de maior bilheteria de uma animação em todos os tempos. Só que não. A ressalva é importante, porque a Disney não considera o remake de “O Rei Leão” nesse gênero, embora qualquer filme com massinhas seja mais live-action que a animação computadorizada que o estúdio diz que é outra coisa. Saiba mais sobre estes números e a polêmica aqui. Para completar a discussão de recordes, a semana ainda teve um desempenho que gera preocupação. Em meio à programação repleta de blockbusters, a Sony arriscou lançar um filme de terror. E mesmo sendo a única estreia da semana na América do Norte, o reboot de “O Grito” provou-se um grande fiasco. Após ser destruído pela crítica (17% no Rotten Tomatoes) e receber a pior nota possível do público (F no CinemaScore), “O Grito” abriu em 4º lugar com US$ 11,3 milhões nos Estados Unidos e Canadá. Sem assustar ninguém, o filme ainda bateu o recorde negativo de abertura da franquia no mercado norte-americano, abaixo até do lançamento fracassado de “O Grito 2”, em 2006. O estúdio não revelou o orçamento da produção, mas o site Deadline apurou que ela não custou menos de US$ 10 milhões, o que significa que, mesmo barato, pode dar prejuízo financeiro. Mais um para a Sony, que aumenta as dívidas geradas em outras tentativas de reviver franquias desgastadas, como “Homens de Preto” e “As Panteras”. Não foi por acaso que a empresa decidiu priorizar um novo longa do Homem-Aranha, mesmo que esta decisão tenha lhe rendido mais perdas em outro projeto. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no fim de semana na América do Norte, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Star Wars: A Ascensão Skywalker Fim de semana: US$ 33,7M Total EUA e Canadá: US$ 450,7M Total Mundo: US$ 918,7M 2. Jumanji: Próxima Fase Fim de semana: US$ 26.5M Total EUA e Canadá: US$ 236,2M Total Mundo: US$ 610,2M 3. Adoráveis Mulheres Fim de semana: US$ 13,5M Total EUA e Canadá: US$ 60M Total Mundo: US$ 80,4M 4. O Grito Fim de semana: US$ 11,3M Total EUA e Canadá: US$ 11,3M Total Mundo: US$ 17,1M 5. Frozen 2 Fim de semana: US$ 11,2M Total EUA e Canadá: US$ 449,8M Total Mundo: US$ 1,3M   6. Um Espião Animal Fim de semana: US$ 10M Total EUA e Canadá: US$ 46,7M Total Mundo: US$ 88,8M 7. Entre Facas e Segredos Fim de semana: US$ 9M Total EUA e Canadá: US$ 130,2M Total Mundo: US$ 247,4M 8. Joias Brutas Fim de semana: US$ 7,8M Total EUA e Canadá: US$ 36,8M Total Mundo: US$ 36,8M 9. Escândalo Fim de semana: US$ 4M Total EUA e Canadá: US$ 24,5M Total Mundo: US$ 25M 10. Cats Fim de semana: US$ 2,6M Total EUA e Canadá: US$ 24,6M Total Mundo: US$ 57M

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    Disney termina 2019 com US$ 13 bilhões em bilheterias mundiais

    2 de janeiro de 2020 /

    No começo de dezembro, a Disney se tornou o primeiro estúdio de Hollywood a somar US$ 10 bilhões de bilheteria mundial num único ano. Mas, desde então, o estúdio teve a expansão internacional de “Frozen 2” e o lançamento de “Star Wars: Ascensão Skywalker”. E o sucesso desses dois filmes aumentou ainda mais o recorde de arrecadação. Ao fim de 2019, a Disney registrou uma receita global combinada de US$ 13.151,7 milhões entre lançamentos da Disney e da Fox. Como a aquisição da Fox pela Disney ocorreu no meio do ano, há quem prefira distinguir as receitas do antigo estúdio de Rupert Murdoch do bolo do Mickey Mouse (cujo total é de US$ 11.119,1 milhões). Mas, a partir de 2020, as receitas serão indistinguíveis. Desta contabilidade bilionária, US$ 4.328,3 milhões foram faturados no mercado norte-americano e US$ 8.823,4 milhões nas bilheterias internacionais. Este desempenho foi resultado de uma lista de blockbusters também recordista, com destaque para “Vingadores: Ultimato”, que quebrou o recorde de maior bilheteria de todos os tempos, com US$ 2,8 bilhões, e mais cinco filmes com faturamento maior que US$ 1 bilhão: “O Rei Leão” (US$ 1,66 bilhão), “Frozen 2” (US$ 1,23 bilhão), “Capitão Marvel” (US$ 1,13 bilhão), “Toy Story 4” (US$ 1,07 bilhão) e “Aladdin” (US$ 1,05 bilhão). Atualmente com US$ 813,6 milhões, “Star Wars: Ascensão Skywalker” deve se juntar ao clube dos bilionários nos próximos dias. Para se ter ideia do tamanho desta façanha, até então a Disney tinha conseguido emplacar apenas quatro filmes com mais de US$ 1 bilhão num único ano, durante 2016. Já o máximo que uma rival conseguiu foram três – a Universal, em 2015.

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