Good Omens: Minissérie apocalíptica de Neil Gaiman ganha imagens e primeiro trailer
A Amazon divulgou um novo pôster, três fotos e o primeiro trailer de “Good Omens”, adaptação do livro “Belas Maldições”, escrito em parceria por Neil Gaiman e o falecido autor Terry Pratchett (“Missão Especial de Natal”). A prévia marca o tom de comédia da minissérie, centrada na aliança relutante entre um anjo e um demônio, que se tornaram amigos após séculos de interação em lados opostos, e decidem romper a rivalidade para impedir o apocalipse. Os personagens centrais são o anjo Aziraphale, vivido por Michael Sheen (série “Masters of Sex”), e o demônio Crowley, interpretado por David Tennant (séries “Doctor Who” e “Jessica Jones”). A produção, realizada em parceria com a rede britânica BBC, ainda marca o retorno de Jon Hamm às séries, quatro anos após o final de “Mad Men”, como o arcanjo Gabriel, o mensageiro principal de Deus, encarregado de cumprir o Armageddon. O elenco também conta com Jack Whitehall (série “Fresh Meat”), Michael McKean (série “Better Call Saul”) e Miranda Richardson (franquia “Harry Potter”). Além de ter escrito o livro, Gaiman assina a série como roteirista e showrunner. Com seis capítulos, “Good Omens” estreia em 2019, em data a ser definida.
Estudo revela que tráfego da Netflix ocupa 15% de toda a internet do mundo
Um estudo encomendado pela empresa Sandvine, que vende sistemas de gerenciamento de conexão à internet, revelou que a Netflix é responsável por 15% de todo o tráfego de informações na rede mundial de computadores ao redor do mundo. Divulgado pela revista Variety nesta terça-feira (2/10), o estudo mostra que o 2º lugar na lista de consumo pertence ao YouTube, responsável por outros 11,4% do tráfego. Já a navegação convencional na internet representa apenas 7,8% do tráfego, com o carregamento de imagens estáticas ocupando 4,4% da internet mundial. O estudo aponta que, na região das Américas, a dominação da Netflix é ainda maior: vídeos do serviço de streaming representam 19,1% do tráfego. O Youtube, enquanto isso, sai perdendo no continente, com uma parcela de 7,5% – menor até do que a da Amazon Prime Video, que ocupa 7,7% da banda das Américas. Durante a noite, o “horário nobre” do streaming, a Netflix pode chegar a ocupar 40% da capacidade de banda larga de vários provedores. As porcentagens altas são ainda mais impressionantes porque a Netflix tem a reputação de usar os vídeos mais leves e rápidos entre os serviços de streaming. Por outro lado, também é o serviço mais popular, com o maior número de assinantes. O estudo da Sandvine também concluiu que 57,7% do uso de internet ao redor do mundo é dedicado a vídeos, enquanto páginas de texto ou estáticas representam 17% do tráfego e videogames estão muito abaixo do imaginado, correspondendo a 7,8% da internet.
Neil Gaiman assina com a Amazon para desenvolver novas séries exclusivas em streaming
O escritor Neil Gaiman fechou contrato de exclusividade com a Amazon para criar séries originais e adaptações de suas obras para o serviço de streaming da empresa, o Prime Video. O anúncio foi feito durante uma apresentação da Amazon em Londres, no Reino Unido, que incluiu uma prévia da série “Good Omens”, primeira parceria do escritor com a plataforma. “Good Omens” é uma adaptação de “Belas Maldições”, livro de 1990 escrito por Gaiman e Terry Pratchett. Na série, Michael Sheen (“Masters of Sex”), David Tennant (“Doctor Who”) e Jon Hamm (“Mad Men”) encarnam anjos e demônios tentando evitar uma versão satírica do apocalipse. O próprio Gaiman escreveu os seis episódios de “Good Omens”, que estreia apenas em 2019. No evento, o escritor elogiou a atitude da Amazon sobre o projeto, destacando a forma como “os executivos não ficaram com medo de fazer algo excêntrico e único”. “Há um tom no livro que é muito leve, mesmo que esteja lidando com o fim do mundo. Quando as pessoas me perguntam: ‘Sobre o que é esse livro?’. Eu digo que é uma comédia sobre o apocalipse”, completou Jon Hamm durante a apresentação da Amazon. Além de “Good Omens”, Gaiman tem outra série disponibilizada na plataforma Prime Video da Amazon: “American Gods”, adaptação de seu livro “Deuses Americanos”. Mas esta série foi desenvolvida pelo canal pago americano Starz e não pela própria Amazon. E enfrenta inúmeros contratempos para completar a produção de sua 2ª temporada.
Série The Boys ganha pôster inspirado na primeira capa da revista em quadrinhos
A Amazon divulgou o primeiro pôster da série “The Boys”, baseada nos quadrinhos adultos de super-heróis que têm o mesmo nome. O cartaz é uma recriação da capa do primeiro exemplar da publicação criada por Garth Ennis, o autor de “Preacher”. Confira abaixo. A série vai acompanhar um grupo de vigilantes, que tem missão de investigar a atividade dos super-heróis para a CIA. O motivo é que, a grosso modo, pessoas comuns se transformam em babacas quando ganham super-poderes. E para lidar com um monte de super-heróis metidos, o governo resolve contratar pessoas ainda mais insuportáveis, capazes de resolver problemas delicados de forma brutal. Os responsáveis pela produção são os mesmos que transformaram “Preacher” em série, o ator Seth Rogen e seu parceiro Evan Goldberg, que agora se juntaram a Eric Kripke, criador de “Supernatural” e “Timeless”, para desenvolver a nova atração. O elenco inclui Karl Urban (“Thor: Ragnarok”), Karen Fukuhara (“Esquadrão Suicida”), Jack Quaid (“Jogos Vorazes”), Tomer Capon (“7 Dias em Entebbe”) e Laz Alonso (“Velozes e Furiosos 4”) como os Boys – e uma girl – do título, além de Antony Starr (série “Banshee”), Chace Crawford (série “Gossip Girl”), Dominique McElligott (série “House of Cards”), Nathan Mitchell (“Scorched Earth”), Jessie T. Usher (“Independence Day: Ressurgimento”) e Erin Moriarty (série “Jessica Jones”) como super-heróis. A série terá 8 episódios em sua 1ª temporada, e o capítulo inaugural será dirigido pelo cineasta Dan Trachtenberg (“Rua Cloverfield, 10”). A previsão de estreia é para 2019, em data a ser anunciada.
Suspiria é processado por plagiar visual de obras de artista plástica feminista
O remake de “Suspiria”, dirigido por Luca Guadagnino (“Me Chame Pelo Seu Nome”) e produzido pela Amazon, está sendo processado pela família da artista plástica cubana Ana Mendieta, morta em 1985, por quebra de direitos autorais. Segundo o processo, as principais administradoras do legado da artista são sua irmã, Raquelin Mendieta, e sua sobrinha, RaquelCecilia Mendieta, que só deixaram suas obras serem reproduzidas para fins acadêmicos, e não comerciais. Entretanto, elas apontam que o filme reproduziu o visual de duas peças artísticas, “Untitled (Rape Scene)” e “Untitled (Sileta Series, Mexico)”. Ambas foram roduzidas por Mendieta nos anos 1970. A primeira mostra uma mulher nua da cintura para baixo, curvada sobre uma mesa, com sangue manchado em sua pele, enquanto a segunda é um solo branco manchado de vermelho. Guadagnino disse em entrevistas que se inspirou no trabalho de artistas feministas, entre elas Mendieta, para compor o visual de seu filme. Exibido no Festival de Veneza 2018, “Suspiria” dividiu opiniões, mas impressionou pelo visual adotado pelo cineasta. Se for a julgamento, o processo deve definir até que ponto um filme pode usar um quadro ou uma fotografia como inspiração sem pagar direitos autorais pelo uso. Refilmagem do clássico homônimo de terror de 1977 dirigido por Dario Argento, “Suspiria” estreia em 26 de outubro nos Estados Unidos e ainda não tem previsão de lançamento no Brasil.
Woody Allen negocia realizar novo filme na Espanha
Se Woody Allen enfrenta dificuldades para lançar seus filmes nos Estados Unidos, em meio à campanha de difamação da filha Dylan Farrow, que o acusa de ter abusada dela uma vez, quando tinha sete anos de idade, o diretor continua a ser bem-vindo na Europa. Menos de um mês após a Amazon anunciar a suspensão do lançamento, por prazo indeterminado, do mais recente filme do cineasta Allen (“A Rainy Day in New York”), a produtora espanhola Mediapro anunciou que está negociando com Allen a realização de um novo filme na Espanha. Em entrevista concedida à estação de rádio RAC1, o sócio-fundador da produtora, Jaume Roures afirmou que irá se reunir com o diretor na semana que vem, em Nova York, para fechar o negócio. De acordo com o produtor, o filme deverá ser rodado em 2019, e Allen ainda está trabalhando em ideias para o roteiro. Se o acordo for fechado, será a segunda vez que o cineasta americano, de 82 anos, irá realizar um filme passado na Espanha — a primeira vez foi com o sucesso “Vicky, Cristina, Barcelona” (2008), que rendeu o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante para Penélope Cruz.
Game of Thrones vence o Emmy 2018, mas Netflix supera a HBO na premiação
Embalado pela vitória de sete prêmios preliminares, “Game of Thrones” encerrou a cerimônia do Emmy 2018 com o troféu de Melhor Série de Drama. A atração da HBO ainda rendeu a Peter Dinklage o Emmy de Melhor Ator Coadjuvante, o terceiro de sua carreira, e ajudou a manter o canal como a principal referência de qualidade “televisiva” para a Academia da Televisão. O canal pago também conquistou dois prêmios de interpretação de comédia com “Barry” (Bill Hader e Henry Winkler, Melhor Ator e Coadjuvante) e um de atuação dramática por “Westworld” (Thandy Newton, Melhor Atriz), além de uma vitória na seção de Variedades por “Last Week Tonight with John Oliver” (Melhor Talk Show). Mas viu sua hegemonia começar a ruir, sem emplacar seus telefilmes e demais produções, ao mesmo tempo em que as plataformas de streaming conquistaram espaço precioso, deixando de vez de ser coadjuvantes. A Amazon reinou nas categoria de comédias com “The Marvelous Mrs. Maisel”, série mais premiada da noite. Em seu primeiro ano na competição, a criação de Amy Sherman-Palladino venceu cinco troféus, incluindo o principal, Melhor Série de Comédia. Os demais foram Melhor Atriz (Rachel Brosnahan), Atriz Coadjuvante (Alex Borstein), Roteiro e Direção (ambos de Amy Sherman-Palladino). A Netflix, por sua vez, pulverizou seus prêmios entre “The Crown” (dois, inclusive Melhor Atriz para Claire Foy), “Godless” (dois), “Black Mirror” (um), “Seven Seconds” (um) e até o especial de comédia “John Mulaney: Kid Gorgeous at Radio City” (um) para conseguir seu objetivo. Virou a plataforma mais premiada da noite, com sete troféus, um a mais que a HBO. O feito é histórico. Após vencer o Festival de Veneza 2018, a Netflix foi o “canal” mais premiado da cerimônia oficial do Emmy 2018. A decepção ficou por conto da Hulu, que não conseguiu reprisar as conquistas do ano passado com “The Handmaid’s Tale” e ficou sem contribuir para o avanço do streaming. Entretanto, os 12 troféus da Amazon e da Netflix na cerimônia televisada foram suficientes para que as produções feitas para serem vista em qualquer lugar, inclusive na TV, empatassem com o total de prêmios conquistados pela programação a cabo. Além dos seis troféus da HBO, o canal FX colecionou cinco Emmys com “The Assassination of Gianni Versace: American Crime Story” (vencedor de três troféus, inclusive o de Melhor Minissérie) e “The Americans” (dois, incluindo Ator de Série Dramática: Matthew Rhys). E o VH1 completou a lista com a conquista de “RuPaul’s Drag Race” (Melhor Reality de Competição). Nenhuma série da TV aberta foi premiada, nem mesmo o popular melodrama “This Is Us”. Mas ao receber mais um Emmy de Melhor Programa de Esquetes por “Saturday Night Live”, o produtor Lorne Michaels fez um discurso deslocado e nostálgico como se o resultado fosse outro, evocando que desde 1975 ouve falar no fim das grandes redes. Entretanto, o único programa reconhecido das grandes redes foi o seu. E a transmissão do Oscar 2018. Considerando a premiação preliminar, porém, houve um empate entre os dois maiores rivais deste ano. Tanto HBO quanto Netflix conquistaram 23 estatuetas cada, ao todo, coletadas nas cerimônias de sábado (8/9), domingo (9/9) e segunda (17/9). Mas com esta conta, até a Hulu encontra 4 troféus. Entre as conquistas individuais, um feito histórico foi estabelecido. Amy Sherman-Palladino se tornou a primeira mulher a vencer os Emmys de Melhor Roteiro e Direção. Ela também foi a primeira a vencer ambos os prêmios por um piloto – no caso, de “The Marvelous Mrs. Maisel” – , independente de gênero. Além disso, um recorde da competição foi igualado. Com seu terceiro Emmy de Melhor Ator Coadjuvante de Drama, Peter Dinklage empatou com Aaron Paul (de “Breaking Bad”) como o maior vencedor da categoria. Outra curiosidade da premiação foi a coincidência de dois atores que se despediram de seus papéis vencerem as categorias principais de interpretação dramática. Claire Foy, que não voltará a viver a Rainha Elizabeth em “The Crown”, ganhou como Melhor Atriz e dedicou sua conquista para a próxima geração de atores que irá entrar na 3ª temporada da série – no que quase soou como um desafio para sua substituta. E Matthew Rhys se consagrou como Melhor Ator por “The Americans”, série que chegou ao fim após seis temporadas. Igualmente notável foi a conquista de Henry Winkler, que venceu seu primeiro Emmy após 54 anos de carreira e 43 anos depois de sua primeira indicação. O veterano ator, que ficou mundialmente conhecido ao interpretar Fonzie em “Happy Days”, na década de 1970, levou o troféu de Melhor Ator Coadjuvante de Comédia pelo papel do técnico Gene Cousineau em “Barry”. Já a vitória menos esperada foi a de Regina King, que assumiu ter sido pega de surpresa diante do microfone. Ela subiu ao palco como Melhor Atriz de Minissérie por “Seven Seconds”, que era uma série de antologia como “American Crime Story”, mas foi cancelada na 1ª temporada. Entretanto, sua interpretação foi tão forte que, mesmo numa série cancelada, mobilizou os votos da Academia. E por falar em surpresa, é impossível não incluir entre os pontos altos da noite o discurso de Glenn Weiss, vencedor do Emmy de Melhor Direção em Especial de Variedades pelo Oscar. Em meio aos agradecimentos, ele pediu a namorada em casamento, e o noivado foi formalizado diante de milhões de telespectadores no mundo inteiro, emocionando toda a platéia do evento. Por outro lado, o agradecimento mais bizarro saiu da boca de Jeff Daniels. Ele encerrou seu discurso pela conquista do Emmy de Melhor Ator de Minissérie (por “Godless”) agradecendo seu cavalo, que o derrubou três vezes e o fez quebrar o pulso. Para completar, a lista de apresentadores também rendeu bons momentos televisivos. Entre os mais inusitados, apareceram ninguém menos que Rick e Morty. A dupla animada apresentou o prêmio de Melhor Reality Show de Competição. Mas a saudação Wakanda Forever de Tiffany Haddish e Angela Bassett (a mãe do Pantera Negra) também causou frisson. A cerimônia completa será reprisada no canal pago TNT às 6h50 da manhã desta terça (18/9) Confira abaixo a lista completa dos vencedores. E conheça também os vencedores dos prêmios preliminares, conhecidos como o Emmy das Artes Criativas, clicando este link. OS VENCEDORES DO EMMY 2018 SÉRIES DE DRAMA Melhor Série Dramática “Game of Thrones” Melhor Ator em Série Dramática Matthew Rhys – “The Americans” Melhor Atriz em Série Dramática Claire Foy – “The Crown” Melhor Ator Coadjuvante em Série Dramática Peter Dinklage – “Game of Thrones” Melhor Atriz Coadjuvante em Série Dramática Thandie Newton – “Westworld” Melhor Direção de Episódio em Série Dramática Stephen Daldry – “The Crown: Paterfamilias” Melhor Roteiro de Episódio em Série Dramática Joel Fields & Joe Weisberg – “The Americans: Start” SÉRIES DE COMÉDIA Melhor Série de Comédia “The Marvelous Mrs. Maisel” Melhor Ator em Série de Comédia Bill Hader – “Barry” Melhor Atriz em Série de Comédia Rachel Brosnahan – “The Marvelous Mrs. Maisel” Melhor Ator Coadjuvante em Série de Comédia Henry Winkler – “Barry” Melhor Atriz Coadjuvante em Série de Comédia Alex Borstein – “The Marvelous Mrs. Maisel” Melhor Direção de Episódio em Série de Comédia Amy Sherman-Palladino – “The Marvelous Mrs. Maisel: Pilot” Melhor Roteiro de Episódio em Série de Comédia Amy Sherman-Palladino – “The Marvelous Mrs. Maisel: Pilot” SÉRIES LIMITADAS E FILMES PARA TV Melhor Série Limitada “American Crime Story: The Assassination of Gianni Versace” Melhor Ator em Minissérie, Série Limitada ou Filme para TV Darren Criss – “The Assassination of Gianni Versace: American Crime Story” Melhor Atriz em Minissérie, Série Limitada ou Filme para TV Regina King – “Seven Seconds” Melhor Ator Coadjuvante em Série Limitada ou Filme para a TV Jeff Daniels – “Godless” Melhor Atriz Coadjuvante em Série Limitada ou Filme para a TV Merritt Wever – “Godless” Melhor Direção em Série Limitada ou Filme para a TV Ryan Murphy – “The Assassination of Gianni Versace: American Crime Story: The Man Who Would Be Vogue” Melhor Roteiro em Série Limitada ou Filme para a TV William Bridgers & Charlie Brooker – “USS Callister: Black Mirror” VARIEDADES Melhor Roteiro de Especial de Variedades John Mulaney – “John Mulaney: Kid Gorgeous at Radio City” Melhor Direção de Especial de Variedades Glenn Weiss – “The Oscars” Melhor Séries de Esquetes “Saturday Night Live” Melhor Talk Show “Last Week Tonight with John Oliver” Melhor Reality Show de Competição “RuPaul’s Drag Race”
The Romanoffs: Trailer da nova série do criador de Mad Men mergulha em lenda histórica
A Amazon divulgou fotos, novo pôster e o segundo trailer de “The Romanoffs”, nova série de Matthew Weiner, o criador de “Mad Men”. O vídeo explora a curiosa premissa da produção, mostrando diversas pessoas que se apresentam como integrantes da nobre família Ramonoff. O projeto é descrito como uma antologia contemporânea, que focará oito histórias diferentes ao redor do mundo sobre pessoas que acreditam ser descendentes da família imperial russa Romanoff, assassinada há 100 anos. Weiner dirige todos os episódios, além de ser responsável pelos roteiros e a produção executiva. O fascínio que ronda a família remonta a 1918, quando os revolucionários bolcheviques, que transformaram a Rússia num país comunista, assassinaram brutalmente o czar Nicolau II, a mulher e os filhos. Mas o fato de o corpo de uma de suas filhas, Anastasia, não ter sido enterrado com a família alimentou, por muito tempo, teorias de que ela teria sobrevivido à tragédia e fugido da Rússia com uma identidade nova. Várias mulheres reivindicaram ser Anastásia, e Hollywood até produziu um clássico sobre o mistério, “Anastácia, A Princesa Esquecida” (1956), com Ingrid Bergman no papel de uma mulher que podia ou não ser a princesa perdida. Graças a isso, muitos afirmam até hoje descenderem de Anastasia, embora um esqueleto que poderia ser da princesa tenha sido encontrado em outra cova, na região em que os Romanoff foram executados. Na série, cada episódio terá um elenco diferente, uma história diferente e um locação diferente. A única coisa que mantém a unidade temática é que todas as histórias envolvem pessoas que acreditam ser descendentes da família real russa. Esta abordagem permitiu à Weiner selecionar um elenco invejável para a produção. Alguns dos atores incluem Isabelle Huppert (“Elle”), Aaron Eckhart (“Invasão a Casa Branca”), Kathryn Hahn (“Perfeita É a Mãe!”), Amanda Peet (“Dormindo Com as Outras Pessoas”), Jack Huston (“Ben-Hur”), Corey Stoll (“Homem-Formiga”), Diane Lane (“Liga da Justiça”), Ron Livingston (“Invocação do Mal”), Noah Wyle (série “Falling Skies”), Kerry Bishé (“Halt and Catch Fire”), Marthe Keller (“Além da Vida”), Clea DuVall (“Veep”), Radha Mitchell (“Horror em Silent Hill”), Paul Reiser (“Stranger Things”), Hugh Skinner (“Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo!”), Griffin Dunne (“Oito Mulheres de um Segredo”) e três ex-integrantes de “Mad Men”, Christina Hendricks, John Slattery e Cara Buono. A lista ajuda a explicar porque a atração é uma das mais caras da Amazon. Mesmo assim, esteve duas vezes prestes a ser cancelada devido a dois escândalos. O primeiro escândalo foi o que precipitou o movimento #MeToo, a denúncia de abusos sexuais do produtor Harvey Weinstein. Como “The Romanoffs” era uma produção da TWC (The Weinstein Company), a Amazon optou por tirar a série da empresa e investir sozinha na sua gravação, orçada em US$ 75 milhões. Um mês após tomar essa decisão, o criador da série, Matthew Weiner, se somou ao crescente número de personalidades de Hollywood acusadas de assédio sexual. A roteirista Kater Gordon, que venceu um Emmy por seu trabalho em “Mad Men”, afirmou ao site The Information que Weiner se comportou de forma imprópria com ela há oito anos. Como a polêmica não teve grande repercussão, a Amazon respirou fundo e foi adiante. “The Romanoffs” vai estrear em 12 de outubro.
Homecoming: Julia Roberts vive clima de paranoia no trailer de seu primeira série
A Amazon divulgou o trailer completo de “Homecoming”, primeira série protagonizada por Julia Roberts (“O Jogo do Dinheiro”). A prévia explora paranoia e tensão, com direito a imagens simbólicas de escadarias labirínticas, que exploram a premissa kafkiana. Desenvolvida por Sam Esmail (criador de “Mr. Robot”), a atração é baseada num podcast de ficção sobre funcionários de uma agência governamental secreta, que estão desesperados para retornar à vida civil. Roberts vive uma assistente social (Roberts) que trabalha em uma instalação secreta do governo com a missão de ajudar essa transição. Entretanto, a prévia indica que ninguém sabe exatamente o que está fazendo, todos são vigiados e a própria protagonista confessa ter medo. O elenco inclui Bobby Cannavale (visto na temporada mais recente de “Mr. Robot), Stephan James (do filme “Raça”), Alex Karpovsky (série “Girls”), Shea Whigham (série “Agent Carter”), Sissy Spacek (série “Bloodline”) e Dermot Mulroney (que trabalhou com Roberts em “O Casamento do Meu Melhor Amigo” e “Álbum de Família”). A série estreia em 2 de novembro e possui garantia de continuação, pois a Amazon encomendou duas temporadas de uma vez.
Amazon divulga foto dos protagonistas da série sobre Maradona
A Amazon divulgou a primeira foto da série sobre o astro do futebol argentino Diego Armando Maradona. A imagem reúne os três atores que serão responsáveis por interpretá-lo em diferentes fases de sua vida: Nazareno Casero (“Estamos Juntos”), Juan Palomino (“Magnifica 70”) e Nicolas Goldschmidt (“Supermax”). A série também escalou as atrizes Julieta Cardinali (“En Terapia”) e Laura Esquivel (“Patito Feo”) no papel de Claudia Villafañe, com quem Maradona se casou em 1989 e acabou se divorciando mais de uma década depois. Gravada em locações na Argentina, Uruguai, Espanha, Itália e México, “Maradona” vai acompanhar o jogador da juventude até a fase atual e ainda não tem previsão de estreia. Segundo Brad Beale, vice-presidente de aquisição de conteúdos para televisão da Amazon Prime Vídeo, “a série mostrará um lado sem precedentes de Diego, não só como um campeão, mas como homem”. Não há informações a respeito de roteiristas e diretores do projeto, que foi encomendado junto à produtora BTF Media, sediada em Miami e fundada pelos mexicanos Francisco Cordero e Ricardo Coeto, cujo portfólio inclui séries para a rede Telemundo.
Amazon vira segunda empresa americana a valer US$ 1 trilhão
A Amazon se tornou nesta terça-feira (4/9) a segunda empresa americana a atingir US$ 1 trilhão em valor de mercado, um marco que atesta a transformação de um site de livraria online numa gigante do comércio eletrônico. No ano, os papéis da varejista acumulam alta de 75%, um adicional de US$ 435 bilhões em seu valor — aproximadamente o tamanho da rede de supermercados Walmart, por exemplo. Os lucros recordes aconteceram com negócios como a computação em nuvem e contra ameaças do presidente americano Donald Trump, cujo governo tem sido marcado por litígio com as grandes empresas de comunicação e entretenimento. “Eu expus minhas preocupações com a Amazon muito antes da eleição. Diferente de outros, eles pagam pouco ou nenhum imposto a governos estaduais e locais, usam nosso sistema postal como seu garoto de entregas [causando tremendo prejuízo aos EUA], e estão tirando muitos varejistas do negócio”, disse Trump em um publicação no Twitter em março. A Amazon começou em 1994 como uma livraria online na garagem de Jeff Bezos. Hoje, o empresário está com 54 anos e é o homem mais rico do mundo, de acordo com o ranking da revista Forbes. No ano passado, as vendas de lojas online da empresa chegaram a US$ 108 bilhões. Mas a Amazon foi lentamente deixando de ser apenas um site para compras. Ela entrou no negócio da produção de dispositivos eletrônicos, como o Kindle, leitor de livros digitais que apontou uma carência no mercado, antes do lançamento do iPad da Apple. O negócio do Kindle acabou se provando bem diferente do imaginado, já que a oferta de livros digitais também abriu as portas para a exploração de outros nichos de conteúdo, levando a Amazon a criar uma locadora de filmes online e finalmente a investir em conteúdo próprio, produzindo filmes e séries para se tornar uma força no ascendente mercado de streaming. Não por acaso, a primeira empresa a atingir US$ 1 trilhão de valor de mercado nos EUA, a Apple (marca atingida no mês passado) também está investindo em conteúdo para lançar a sua plataforma de streaming para séries. Nos últimos meses, a Amazon também adquiriu a cadeia de supermercados Whole Foods Market — com cerca de 470 lojas físicas —, fazendo o caminho inverso dos negócios modernos. Isto é, indo do mundo virtual para o real. A varejista trabalha ainda em um serviço de entrega para competir com a FedEx e a United Parcel Service, os correios privados americanos. Os recordes conquistados por Amazon e Apple também demonstram a crescente influência das empresas de tecnologia na economia americana. E alguns analistas preveem que a Amazon logo ultrapassará a Apple como a maior empresa dos EUA.
Anthony Hopkins é o Rei Lear em filme da Amazon
A Amazon divulgou o trailer de “King Lear”, nova versão da obra clássica de William Shakespeare, que traz Anthony Hopkins (“Westworld”) no papel título. A prévia revela que o texto continua inalterado. Mas a encenação foi atualizada e se passa nos dias atuais. A história do rei déspota que renega a filha mais nova, que se recusa a adulá-lo, apenas para ser traído pelas filhas mais velhas e falsas, agora se passa em meio a uma guerra contemporânea. O elenco estelar inclui Emma Thompson (“Os Meyerowitz: Família Não Se Escolhe”), Emily Watson (“Cavalo de Guerra”) e Florence Pugh (“Lady Macbeth”) como as filhas do Rei, além de Jim Broadbent (“A Viagem”), Tobias Menzies (“Outlander”), Andrew Scott (“Sherlock”), Jim Carter (“Knightfall”) e Christopher Eccleston (“The Leftovers”). Esta adaptação de “Rei Lear” foi feita originalmente para a TV britânica pelo diretor Richard Eyre (do excepcional “Notas sobre um Escândalo”), mas será lançada em streaming pela Amazon no resto do mundo, a partir de 28 de setembro.
3ª temporada de The Man in the High Castle ganha novo trailer e imagens
A Amazon divulgou as fotos, o pôster e o segundo trailer da 3ª temporada de “The Man in the High Castle”, que mostra o que aconteceria se a Alemanha e o Japão tivessem vencido a 2ª Guerra Mundial A trama de realidade alternativa distópica é um dos maiores sucessos do serviço de streaming e acompanha a luta da resistência contra a opressão nazista nos Estados Unidos. Na prévia, a descoberta de uma realidade paralela, em que o resultado do conflito mundial foi diferente, inspira esperança na resistência, mas também novos desejos de conquista no Reich. A série é baseada no clássico sci-fi “O Homem do Castelo Alto”, de Philip K. Dick (autor das histórias que viraram “Blade Runner”, “O Vingador do Futuro” e “Minority Report”, entre outros filmes), e no projeto da continuação, que o escritor planejava escrever, mas nunca conseguiu ir além dos esboços. Criada por Frank Spotnitz (“Arquivo X”) e produzida pelo cineasta Ridley Scott, a adaptação vem cobrindo a história original com grandes liberdades, e agora chega aos filmes com imagens de uma realidade em que a Alemanha perdeu a guerra, incluindo cenas de tecnologia retrô-futurista que lembram a série clássica “Túnel do Tempo” – e que não fazem parte do livro original. O elenco inclui Alexa Davalos (“Fúria de Titãs”), Rupert Evans (“Boneco do Mal”), Rufus Sewell (“Deuses do Egito”), Luke Kleintank (série “Pretty Little Liars”), Cary-Hiroyuki Tagawa (“Revenge”), DJ Qualls (“Z Nation”), Bella Heathcote (“Demônio de Neon”) e Jason O’Mara (“Agents of SHIELD”). O estreia dos novos episódios foi marcada para 5 de outubro, quase dois anos após a exibição da 2ª temporada. Mas apesar deste longo hiato a série está renovada para a 4ª temporada, com uma expectativa de lançamento mais rápido para o próximo arco, previsto para 2019.












