Um Dia de Chuva em Nova York: Novo filme de Woody Allen tem estreia antecipada
O filme “Um Dia de Chuva em Nova York” (A Rainy Day in New York), escrito e dirigido por Woody Allen, teve sua estreia antecipada em um mês no Brasil. Anteriormente previsto para o final de dezembro, o lançamento da Imagem Filmes agora vai ocorrer em 21 de novembro. Pronto há mais de um ano, o filme foi engavetado pela Amazon, após o diretor virar alvo de uma campanha destrutiva de sua filha Dylan Farrow, que aproveitou o movimento #MeToo para desenterrar acusações de abuso contra o cineasta. Ela afirma ter sido molestada quando criança por Allen, há cerca de três décadas. As acusações não são novas e o diretor sempre negou tudo, retrucando que resultam de lavagem cerebral promovida pela mãe da jovem, Mia Farrow. Outro de seus filhos, Moses Farrow, confirma a versão de Allen, que não foi condenado quando o caso foi levado a tribunal em 1990, durante a disputa da guarda das crianças, e nunca foi acusado de abuso por nenhuma atriz com quem trabalhou ao longo de meio século de carreira. Apesar disso, vários atores que trabalharam com Allen disseram publicamente que não voltariam a filmar com o diretor, inclusive parte do elenco de “Um Dia de Chuva em Nova York”, o que convenceu a Amazon a que lançar o longa, pois não poderia contar com os atores para a divulgação. No filme, Elle Fanning (“Espírito Jovem”) vive uma universitária que consegue uma entrevista exclusiva com um importante diretor de cinema (Liev Schreiber, de “Ray Donovan”) em Nova York, e viaja com seu namorado (Timothée Chalamet, de “Me Chame pelo Seu Nome”) para passar um fim de semana romântico na cidade após a conversa marcada. Mas em plena entrevista o diretor revela passar por uma crise e convida a jovem a acompanhar os bastidores de seu novo filme, colocando-a em contato com outros integrantes da indústria, como os personagens de Jude Law (“Capitão Marvel”) e Diego Luna (“Rogue One”). Este último é um galã seguido por paparazzi que confundem Fanning com uma namorada. Ao mesmo tempo, ela se entusiasma com o acesso irrestrito e a possibilidade de um furo de reportagem, esquecendo o namorado. As horas passam, o namorado fica cada vez mais nervoso, mas também acaba se envolvendo numa filmagem, onde precisa beijar uma atriz interpretada por Selena Gomez (“Os Mortos Não Morrem”). A trama se complica e começa a chover. Allen processou a Amazon por não lançar o filme nem cumprir o contrato que previa a produção de seus próximos longas. A Amazon topou a briga e disse que não ia lançar mesmo, porque Allen ficou radioativo devido ao #MeToo. Mas Allen não ficou radioativo. Ele já está filmando outro longa e conseguiu recuperar os direitos de “Um Dia de Chuva em Nova York”, fechando com várias distribuidoras internacionais para realizar o lançamento do filme, que chega ao Brasil daqui a um mês. Aproveite e veja (ou reveja) o trailer legendado abaixo.
O Relatório: Adam Driver denuncia política de tortura dos Estados Unidos em trailer dramático
A Amazon divulgou o pôster e os trailers de “O Relatório” (The Report), filme estrelado por Adam Driver (“Star Wars: Os Últimos Jedi”), que conta a história real do esquema de encobrimento de torturas da CIA na época pós 11 de setembro. Na trama, um funcionário idealista (Driver) é encarregado por sua chefe, a senadora Dianne Feinstein (Annette Bening, de “Capitã Marvel”), para liderar uma investigação sobre o Programa de Detenção e Interrogatório da CIA, criado após o 11 de setembro. A busca incessante de Jones pela verdade o leva à descobertas explosivas que revelam como a principal agência de inteligência do país chegou a extremos para destruir evidências, subverter a lei e esconder seu segredo brutal do público americano. O elenco grandioso conta ainda com Jon Hamm (“Em Ritmo de Fuga”), Sarah Goldberg (“Barry”), Michael C. Hall (“A Noite do Jogo”), Douglas Hodge (“Coringa”), Ted Levine (“The Alienist”), Jennifer Morrison (“Once Upon a Time”), Tim Blake Nelson (“Invasão ao Serviçao Secreto”), Linda Powell (“Chicago Fire”), Matthew Rhys (“The Americans”), John Rothman (“One Mississippi”), Ben McKenzie (“Gotham”), Corey Stoll (“Homem-Formiga”) e Maura Tierney (“The Affair”). O filme tem roteiro e direção de Scott Z. Burns, um dos roteiristas favoritos do cineasta Steven Soderbergh, que, por sinal, assina a produção de “O Relatório”. Os dois trabalharam juntos em “O Desinformante!” (2009), “Contágio” (2011), “Terapia de Risco” (2013) e no recentíssimo “A Lavanderia”, lançado na sexta-feira (18/10) pela Netflix. “O Relatório” já foi exibido nos festivais de Sundance, Telluride, Toronto, Londres e teve sua première nacional neste sábado (19/10) na Mostra de São Paulo. As premières foram aprovadas pela crítica internacional com notas de 86% (geral) a 91% (só os tops) no site agregador Rotten Tomatoes. A produção terá uma estreia limitada nos cinemas dos Estados Unidos em 15 de novembro e duas semanas depois, a partir de 29 de novembro, estará disponível em todo o mundo pelo Amazon Prime Video, serviço de streaming da Amazon.
The Man in the High Castle: Trailer apresenta o confronto final da série
A Amazon divulgou o pôster e o trailer da 4ª e última temporada de “The Man in the High Castle”, que já foi a série mais assistida de seu serviço de streaming. A prévia mostra um mergulho literal da protagonista (Alexa Davalos, de “Fúria de Titãs”) no multiverso da trama, saindo da ocupação nazista da América do Norte para adentrar o mundo em que Hitler perdeu a guerra e os Beach Boys surfam nos USA. Mas ela não pretende fugir da luta, acreditando que se os nazistas foram derrotados num universo, podem perder em todos. A série é baseada no clássico sci-fi “O Homem do Castelo Alto”, de Philip K. Dick (autor das histórias que viraram “Blade Runner”, “O Vingador do Futuro” e “Minority Report”, entre outros filmes), bem como no projeto de sua continuação literária, que o escritor planejava escrever, mas nunca conseguiu ir além dos esboços. Criada por Frank Spotnitz (“Arquivo X”) e produzida pelo cineasta Ridley Scott, a adaptação é uma história de realidade alternativa, que acompanha a luta da resistência contra a opressão nazista nos Estados Unidos dos anos 1960, após a vitória da Alemanha e do Japão na 2ª Guerra Mundial. O elenco inclui Rupert Evans (“Boneco do Mal”), Rufus Sewell (“Deuses do Egito”), Luke Kleintank (série “Pretty Little Liars”), Cary-Hiroyuki Tagawa (“Revenge”), DJ Qualls (“Z Nation”), Bella Heathcote (“Demônio de Neon”) e Jason O’Mara (“Agents of SHIELD”). A produção sofreu com a burocracia da Amazon e amargou atrasos, o que fez com a 3ª temporada demorasse quase dois anos para ser exibida. Mesmo assim, manteve-se popular o suficiente para ganhar autorização de encerrar sua trama numa temporada adicional. Os dez episódios finais concluirão a história, levando a série ao seu desfecho natural. A estreia está marcada para 15 de novembro.
Maravilhosa Sra. Maisel: Trailer da 3ª temporada destaca os muitos prêmios da série
A Amazon divulgou o trailer da 3ª temporada da “Maravilhosa Sra. Maisel” (The Marvelous Mrs. Maisel), que destaca os 16 prêmios Emmy da produção, especialmente as conquistas de seu elenco, liderado por Rachel Brosnahan no papel-título. Criação de Amy Sherman-Palladino (autora de “Gilmore Girls”), “Maravilhosa Sra. Maisel” conta a história de uma dona de casa de classe alta da Nova York dos anos 1950 que, após o divórcio e uma crise existencial, decide seguir carreira na então emergente cena de comédia stand-up na cidade. A nova temporada vai acompanhar a ascensão da comediante em sua primeira turnê nacional. A prévia revela cenas em Miami e Las Vegas, além de novidades no elenco, como Sterling K. Brown (“This Is Us”), que se junta a Alex Borstein, Tony Shalhoub, Michael Zegen, Kevin Pollak, Marin Hinkle e Leroy McClain, sem esquecer dos premiados convidados recorrentes Luke Kirby e Jane Lynch. A 3ª temporada estreia em 6 de dezembro em streaming.
Chuteira Preta: Amazon disponibiliza série brasileira sobre lado sombrio do futebol
A Amazon Prime Video disponibilizou nesta semana para seus assinantes uma nova série brasileira sobre o submundo do futebol. Intitulada “Chuteira Preta” (Dark Soccer, no mercado internacional), a série foi criada e dirigida pelo cineasta Paulo Nascimento (“A Oeste do Fim do Mundo”) e aborda, de forma ficcional, os elementos sombrios que têm ocasionado o declínio de carreiras promissoras de jogadores e prejuízos financeiros milionários na indústria mundial do esporte. A trama acompanha a decadência da carreira do multipremiado jogador Kadu (interpretado pelo ator Márcio Kieling). Após passagem bem-sucedida em times de Portugal e Espanha, o atleta tem um retorno desastroso ao futebol brasileiro e acaba ficando sem contrato com clubes. Mesmo assim, suas despesas financeiras não param de aumentar, pois o pai Cedenir (Kadu Moliterno), um jogador fracassado da série C, decidiu viver à custa do dinheiro do filho, e a esposa, Flávia (Karin Roepke), busca benefícios financeiros através do domínio emocional exercido sobre o jogador. Em meio ao drama de sua vida, ele decide voltar às suas raízes em campos de várzea da periferia, quando jogava com os pés descalços. Para isso, tenta ajuda do tio Jair (Nuno Leal Maia), ex-craque dos anos 1970 que não conseguiu enriquecer com a atividade. Mas os antigos conhecidos que optaram pelo crime, além da exploração religiosa, armações futebolísticas e os problemas familiares o seguem o tempo inteiro para atrapalhar seus planos para o final de sua carreira. Também integram o elenco Marcos Breda, Nicola Siri, Rafael Sieg, Maria Zilda Bethlem, Ingra Lyberato, Pedro Garcia Netto, Juan Manuel Tellategui, Cristiano Garcia e Gabrielle Fleck, entre outros. Gravada em Porto Alegre, a produção chega ao serviço de streaming com 13 episódios com áudio original em português e legendas em inglês e espanhol, e já tem 2ª temporada garantida para o próximo ano. A produção foi realizada de forma independente, via apoio do FSA (Fundo Setorial do Audiovisual) e da Ancine, e lançada originalmente em julho no canal pago Prime Box Brazil (com “z” mesmo). Veja abaixo o trailer feito na ocasião, para a estreia televisiva.
Disputa de Melhor Filme Internacional do Oscar 2020 bate recorde de inscrições
A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos anunciou nesta segunda-feira (7/10) que 93 países inscreveram seus representantes para concorrer ao Oscar 2020 de Melhor Filme Internacional (antiga categoria de Melhor Filme em Língua Estrangeira). Trata-se de um número recorde de inscrições, superando as 92 registradas em 2007, até então o ano com a maior quantidade de inscritos. A lista inclui as primeiras indicações já feitas por três países: Gana, Nigéria e Uzbequistão. O candidato brasileiro é “A Vida Invisível”, de Karim Ainouz, que venceu a mostra Um Certo Olhar no Festival de Cannes, mas outros dois filmes da relação também trazem atores brasileiros: o cubano “O Tradutor”, estrelado por Rodrigo Santoro, e o italiano “O Traidor”, que além de incluir a atriz Maria Fernanda Cândido é uma coprodução brasileira. Apesar da farta seleção, os filmes que são considerados favoritos não passam de um punhado. São eles o sul-coreano “Parasita”, de Bong Joon-ho, vencedor do Festival de Cannes, o espanhol “Dor e Glória”, de Pedro Almodóvar, que rendeu troféu para o ator Antonio Banderas em Cannes, o senegalês “Atlantique”, de Mati Diop, primeira mulher negra a competir e ganhar prêmio em Cannes, e o francês “Les Miserables”, de Ladj Ly, que assim como o brasileiro “A Vida Invisível” contará com apoio financeiro da Amazon para disputar sua vaga. Também chama atenção o fato de o candidato japonês, “Weathering With You”, ser uma animação. 10 dos 93 candidatos serão pré-selecionados por um comitê e revelados no dia 16 de dezembro. Desta dezena sairão os cinco finalistas, apresentados durante o anúncio de todos os indicados ao Oscar, no dia 13 de janeiro. A cerimônia de premiação está marcada para 9 de fevereiro, com transmissão ao vivo para o Brasil pelos canais TNT e Globo. Confira abaixo a lista completa dos selecionados, a maioria com seus títulos internacionais (no inglês da Academia). África do Sul: “Knuckle City”, de Jahmil XT Qubeka Albânia: “The Delegation”, de Bujar Alimani Alemanha: “System Crasher”, de Nora Fingscheidt Arábia Saudita: “The Perfect Candidate”, de Haifaa Al Mansour Argélia: “Papicha”, de Mounia Meddour Argentina: “Heroic Losers”, de Sebastián Borensztein Armênia: “Lengthy Night”, de Edgar Baghdasaryan Austrália: “Buoyancy”, de Rodd Rathjen Áustria: “Joy”, de Sudabeh Mortezai Bangladesh: “Alpha”, de Nasiruddin Yousuff Bielorrússia: “Debut”, de Anastasiya Miroshnichenko Bélgica: “Our Mothers”, de César Díaz Bolívia: “I Miss You”, de Rodrigo Bellott Bósnia e Herzegovina: “The Son”, de Ines Tanovic Brasil: “Vida Invisível”, de Karim Aïnouz Bulgária: “Ága”, de Milko Lazarov Cambógia: “In the Life of Music”, de Caylee So e Sok Visal Canadá: “Antigone”, Sophie Deraspe: diretor Cingapura: “A Land Imagined”, de Yeo Siew Hua Chile: “Spider”, de Andrés Wood China: “Ne Zha”, de Yu Yang Colômbia: “Monos”, de Alejandro Landes Coreia do Sul: “Parasit”, de Bong Joon Ho Costa Rica: “The Awakening of the Ants”, de Antonella Sudasassi Furniss Croácia: “Mali”, de Antonio Nuic Cuba: “O Tradutor”, de Rodrigo Barriuso e Sebastián Barriuso República Tcheca: “The Painted Bird”, de Václav Marhoul Dinamarca: “Queen of Hearts”, de May el-Toukhy Egito: “Poisonous Roses”, de Ahmed Fawzi Saleh Equador: “The Longest Night”, de Gabriela Calvache Eslováquia: “Let There Be Light”, de Marko Skop Eslovênia: “History of Love”, de Sonja Prosenc Espanha: “Dor e Glória”, de Pedro Almodóvar Estônia: “Truth and Justice”, de Tanel Toom Etiópia: “Running against the Wind”, de Jan Philipp Weyl Filipinas: “Verdict”, de Raymund Ribay Gutierrez Finlândia: “Stupid Young Heart”, de Selma Vilhunen França: “Les Misérables”, de Ladj Ly Geórgia: “Shindisi”, de Dimitri Tsintsadze Gana: “Azali”, de Kwabena Gyansah Grécia: “When Tomatoes Met Wagner”, de Marianna Economou Holanda: “Instinct”, de Halina Reijn Honduras: “Blood: Passion: and Coffee”, de Carlos Membreño Hong Kong: “The White Storm 2 Drug Lords”, de Herman Yau Hungria: “Those Who Remained”, de Barnabás Tóth Islândia: “A White: White Day”, de Hlynur Pálmason Índia: “Gully Boy”, de Zoya Akhtar Indonésia: “Memories of My Body”, de Garin Nugroho Irã: “Finding Farideh”, de Azadeh Moussavi e Kourosh Ataee Ireland: “Gaza”, de Garry Keane e Andrew McConnell Israel: “Incitement”, de Yaron Zilberman Itália: “O Traidor”, de Marco Bellocchio Japão: “Weathering with You”, de Makoto Shinkai Kazaquistão: “Kazakh Khanate The Golden Throne”, de Rustem Abdrashov Quênia: “Subira”, de Ravneet Singh (Sippy) Chadha Kosovo: “Zana”, de Antoneta Kastrati Kirgistão: “Aurora”, de Bekzat Pirmatov Letônia: “The Mover”, de Davis Simanis Líbano: “1982”, de Oualid Mouaness Lituânia: “Bridges of Time”, de Audrius Stonys e Kristine Briede Luxemburgo: “Tel Aviv on Fire”, de Sameh Zoabi Malásia: “M for Malaysia”, de Dian Lee e Ineza Roussille México: “The Chambermaid”, de Lila Avilés Mongólia: “The Steed”, de Erdenebileg Ganbold Montenegro: “Neverending Past”, de Andro Martinović Marrocos: “Adam”, de Maryam Touzani Nepal: “Bulbul”, de Binod Paudel Nigéria: “Lionheart”, de Genevieve Nnaji Macedônia: “Honeyland”, de Ljubo Stefanov e Tamara Kotevska Noruega: “Out Stealing Horses”, de Hans Petter Moland Paquistão: “Laal Kabootar”, de Kamal Khan Palestino: “It Must Be Heaven”, de Elia Suleiman Panamá: “Everybody Changes”, de Arturo Montenegro Peru: “Retablo”, de Alvaro Delgado Aparicio Polônia: “Corpus Christi”, de Jan Komasa Portugal: “The Domain”, de Tiago Guedes Reino Unido “The Boy Who Harnessed the Wind”, de Chiwetel Ejiofor República Dominicana: “The Projectionist”, de José María Cabral Romênia: “The Whistlers”, de Corneliu Porumboiu Rússia: “Beanpole”, de Kantemir Balagov Senegal: “Atlantique”, de Mati Diop Sérbia: “King Petar the First”, de Petar Ristovski Suécia: “And Then We Danced”, de Levan Akin Suíça: “Wolkenbruch’s Wondrous Journey into the Arms of a Shiksa”, de Michael Steiner Taiwan: “Dear Ex”, de Mag Hsu e Chih-Yen Hsu Tailândia: “Krasue: Inhuman Kiss”, de Sitisiri Mongkolsiri Tunísia: “Dear Son”, de Mohamed Ben Attia Turquia: “Commitment Asli”, de Semih Kaplanoglu Ucrânia: “Homeward”, de Nariman Aliev Uruguai: “The Moneychanger”, de Federico Veiroj: diretor Uzbequistão: “Hot Bread”, de Umid Khamdamov Venezuela: “Being Impossible”, de Patricia Ortega Vietnã: “Furie”, de Le Van Kiet
The Expanse: Novo trailer leva a série para o limite do sistema solar
A Amazon divulgou um novo pôster e o segundo trailer da 4ª temporada de “The Expanse”, a primeira produzida para a plataforma de streaming Prime Video. A prévia apresenta várias cenas inéditas, acompanhadas por um discurso histórico do presidente John Kennedy sobre a corrida espacial. A série era exibida pelo canal pago SyFy, que optou por cancelar sua produção em maio do ano passado. Ela acabou resgatada pelo serviço de streaming, que pretende concluir a adaptação da saga literária “Leviatã Desperta” (Leviathan Wakes), de James S. A. Corey. Prova desse compromisso é que a série já foi renovada para sua 5ª temporada. Desenvolvida pela dupla Mark Fergus e Hawk Ostby (roteiristas de “Homem de Ferro”), “The Expanse” se passa 200 anos no futuro, quando a Terra vive uma crise política com suas colônias em Marte e o cinturão de asteroides. A situação é agravada por um teste com arma biológica num asteroide habitado, ecoando uma conspiração interplanetária que pretende conduzir a uma guerra entre mundos. Mas, em vez disso, a experiência com a protomolécula acaba unindo as diferentes facções, ao criar um portal que abre nova frente de exploração, conduzindo as naves dos personagens centrais para os limites externos do sistema solar. Os novos episódios vão mostrar a chegada da humanidade a estes planetas mais distantes. “No entanto, os primeiros exploradores não entendem esses novos mundos e não estão preparados para os perigos que os aguardam”, diz a sinopse oficial. O elenco da atração reúne Steven Strait (série “Magic City”), Shohreh Aghdashloo (“Star Trek: Sem Fronteiras”), Wes Chatham (“Jogos Vorazes – A Esperança – Parte 1”), Cas Anvar (série “Olympus”), Dominique Tipper (“Academia de Vampiros: O Beijo das Sombras”), Frankie Adams (“Máquinas Mortais”), Cara Gee (“Strange Empire”), David Strathairn (“Godzilla II: Rei dos Monstros”) e ainda acrescentou Elizabeth Mitchell (das séries “Lost” e “Revolution”) na 3ª temporada. Os novos episódios ainda passarão a incluir Burn Gorman (“Turn”, “Torchwood”) entre os protagonistas, como demonstra o pôster abaixo. A 4ª temporada estreia no dia 13 de dezembro.
Novo trailer e fotos de Star Trek: Picard revelam reencontro de personagens da Nova Geração
A Amazon divulgou novas fotos e o segundo trailer de “Star Trek: Picard”, apresentados no painel da série na New York Comic Con. A prévia revela mais sobre a premissa da atração e destaca o reencontro do protagonista com alguns de seus colegas da série clássica “Star Trek: Nova Geração”. O vídeo mostra como Jean-Luc Picard (Patrick Stewart) resolve interromper sua aposentadoria e reclusão para ajudar uma jovem em perigo, vivida por Isa Briones (“Ladrões”). Sem apoio da Federação, ele decide juntar uma equipe de voluntários, entre renegados e velhos conhecidos, mas não sem antes consultar/despedir-se de seus antigos companheiros de tripulação. Uma das cenas mostra que Riker (Jonathan Frakes) e Troi (Marina Sirtis) continuam juntos, casados e com filhos. Outro que aparece é o androide Data (Brent Spiner), mas num sonho. A novíssima geração de tripulantes de “Picard”, por sua vez, é formada por Alison Pill (de “Scott Pilgrim Contra o Mundo” e “Vice”), Harry Treadaway (“Penny Dreadful”, “Mr. Mercedes”), Santiago Cabrera (“Heroes”, “Big Little Lies”), Michelle Hurd (“Demolidor”, “Blindspot”) e Rebecca Wisocky (“Devious Maids”), além de incluir Jeri Ryan, que retoma o papel da borg Sete de Nove (Seven of Nine), de “Star Trek: Voyager”. A equipe criativa, por sua vez, traz Michael Chabon (roteirista de “John Carter”) como showrunner e Alex Kurtzman, que conduz as produções da saga desde o filme “Star Trek” (2009), como produtor executivo. Para completar, os dois primeiros episódios tem direção de Hanelle Culpepper, que trabalhou em “Star Trek: Discovery”. “Star Trek: Picard” é uma produção original da plataforma americana CBS All Access, mas será disponibilizada no Brasil pela Amazon Prime Video, a partir de 24 de janeiro de 2020.
Amazon passa a distribuir os filmes e as séries da Disney no Brasil
A Amazon fechou um contrato com a Disney para disponibilizar os lançamentos do estúdio durante um ano em sua plataforma de streaming Prime Video. E começa a valer partir desta terça, 1º de outubro. Inclusive no Brasil. O acordo vai disponibilizar filmes como “Vingadores: Guerra Infinita”, “Alita: Anjo de Combate”, “O Rei Leão”, “Aladdin”, “Star Wars: O Despertar da Força” e “Toy Story 4” e todas as temporadas de séries de sucesso da Disney, ABC, Fox e FX, como “Grey’s Anatomy”, “American Horror Story”, “The Walking Dead” e “How I Met Your Mother”. O período de um ano do contrato tem o objetivo de cobrir a fase entre a saída das produções da Netflix e a inauguração da Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus) ao mercado internacional. Os títulos inclusos no acordo com a Disney estarão disponíveis no Amazon Prime Video em toda a América Latina e podem ser acessados via aplicativos para Smart TVs, equipamentos que incluem Fire TV Stick e dispositivos móveis e online. “A Amazon está comprometida em oferecer aos assinantes do Prime Video na América Latina o melhor conteúdo licenciado e original. Os filmes e as séries da biblioteca da Disney estão entre os títulos mais populares do mundo. Nossos clientes vão adorar assistir às obras clássicas e às mais recentes”, disse em comunicado Pablo Iacoviello, Diretor de Conteúdo do Prime Video para a América Latina.
A Vida Invisível vai tentar emplacar indicação ao Oscar de Melhor Fotografia
O filme “A Vida Invisível”, de Karim Aïnouz, escolhido pelo Brasil para tentar uma vaga entre os indicados ao Oscar de Melhor Filme Internacional, pode obter nomeação em outra categoria: Melhor Fotografia. Em entrevista para o podcast Cinema Varanda, o produtor Rodrigo Teixeira (“Me Chame Pelo Seu Nome”) revelou que a equipe de produção acredita no potencial de Hélène Louvart, a diretora de fotografia francesa do filme, para conquistar votos da Academia. Seu currículo é repleto de prêmios, que incluem os trabalhos feitos para obras internacionais celebradas como “Pina 3D” (2011), “Ratos de Praia” (2017) e “Feliz como Lázaro” (2018). No sábado passado, ela venceu o 40º Festival Internacional de Cinematógrafos, uma espécie de Cannes dos diretores de fotografia, realizado na Macedônia, por seu trabalho em “A Vida Invisível”. “Ela acabou de ganhar um prêmio essa semana que é o Oscar dos fotógrafos. Acho que tem uma chance muito grande. A Amazon quer comprar essa briga e para isso teríamos que antecipar um pouco a estreia do filme nos Estados Unidos, porque senão estaríamos concorrendo apenas como filme estrangeiro”, disse Rodrigo. Com isso, o lançamento de “A Vida Invisível” deve acontecer em dezembro nos Estados Unidos, em vez de janeiro como estava planejado. A fotografia do filme brasileiro não é a única privilegiada por Teixeira para o Oscar 2020. Três filmes que ele produziu podem entrar na disputa da categoria. Além do trabalho de Hélène Louvart, “Ad Astra”, com direção fotográfica de Hoyte van Hoytema, e “O Farol”, fotografado em preto e branco por Jarin Blaschke, são fortes candidatos. Destes, apenas “A Vida Invisível” terá apoio da Amazon. A plataforma adquiriu os direitos da distribuição internacional do filme e pretende fazer campanha para sua premiação no Oscar. O que é uma mistura de boa notícia com alívio, já que, diferente dos anos anteriores, o atual governo brasileiro não apoia o cinema nacional. Nem a Ancine, nem a Apex, muito menos o Ministério da Cidadania darão apoio à campanha do longa – ou a qualquer outro filme que queira ser exibido no exterior até que novas eleições mudem o presidente do Brasil. Baseado em livro de Martha Batalha, o filme explora temas atualmente em voga em Hollywood: a denúncia do machismo e o empoderamento feminino. A trama acompanha Eurídice e Guida, duas irmãs jovens e inseparáveis que enfrentam os pais conservadores no Rio de Janeiro dos anos 1950 para realizar seus sonhos. Eurídice (Carol Duarte, de “O Sétimo Guardião”) quer ser pianista na Áustria e Guida (Julia Stockler, da série “Só Garotas”) quer ir atrás de seu amor na Grécia. Nada sai como planejado, mas as duas contam com o apoio de outras mulheres para sobreviver ao mundo machista. A estreia no Brasil vai acontecer em duas fases. Primeiro, “A Vida Invisível” foi lançado em algumas salas de Fortaleza (CE) em 19 de setembro. Já a distribuição nos demais estados está marcada apenas para 31 de outubro.
Criadora de Fleabag assina contrato de exclusividade com a Amazon
A atriz, roteirista e produtora Phoebe Waller-Bridge fechou um contrato de exclusividade para criar novas séries para o serviço de streaming da Amazon. O acordo foi assinado logo após a série “Fleabag”, que ela criou, ganhar quatro Emmys no domingo passado (22/9). Coprodução da Amazon com a BBC, “Fleabag” conquistou os troféus de Melhor Série, Direção, Roteiro e Atriz de Comédia – três deles conferidos à própria Waller-Bridge. De acordo com fontes da revista Variety, o contrato assinado por Waller-Bridge garante um pagamento de cerca de US$ 20 milhões por ano. “Estou insanamente animada para continuar a minha parceria com a Amazon”, declarou a produtora britânica. “Trabalhar com o time de ‘Fleabag’ foi uma parceria criativa dos sonhos. Eu sinto como se esta fosse a minha casa. Mal posso esperar para começar o trabalho!”, acrescentou. Além de “Fleabag”, Waller-Bridge ainda criou “Killing Eve”, exibida pela BBC America, que no fim de semana passado rendeu o Emmy de Melhor Atriz de Série de Drama para Jodie Comer. Phoebe Waller-Bridge também vai estrear como roteirista de cinema no próximo filme de James Bond, “No Time to Die”, com estreia prevista para abril de 2020.
Apesar da vitória histórica no Emmy, Fleabag não deve ter nova temporada
Apesar das quatro vitórias no Emmy 2019, a série “Fleabag” não deve ganhar uma nova temporada. Sua criadora, roteirista e protagonista Phoebe Waller-Bridge já tinha decidido que a 2ª temporada seria o final da série, antes de ser surpreendida com os prêmios da Academia da Televisão dos Estados Unidos na noite de domingo passado (22/9). Nos bastidores da premiação, ela afirmou que não mudou de ideia. “Para ser completamente honesta, me parece o jeito mais bonito de me despedir dela”, explicou. “A história parece estar completa. É muito bom ouvir que tantas pessoas a amaram, é quase como se ela não devesse ter dado tchau ao final… mas parece o jeito certo de encerrá-la, no ponto alto”. Só que a pressão deve aumentar sobre Waller-Bridge. A chefe do Amazon Studios, Jennifer Salke, já tinha dito em julho que “nada nos faria mais feliz do que tê-la fazendo outra temporada desse programa ou o que quer que ela queira fazer”. Adaptação de uma peça criada pela própria Waller-Bridge, “Fleabag” mostra o cotidiano de uma jovem tentando lidar com uma tragédia recente em Londres, na Inglaterra. Na 2ª temporada, a protagonista encontra um padre que a incentiva a ver o mundo de outra forma. Parece muito triste, mas é uma comédia de humor depreciativo. O elenco da série inclui ainda Olivia Coleman, vencedora do Oscar 2019 por “A Favorita”. A produção foi vencedora do Emmy nas categorias de Melhor Série, Direção, Roteiro e Atriz de Comédia. Dos quatro troféus, três foram para Waller-Bridge. As duas temporadas da série estão disponíveis no catálogo do serviço de streaming Amazon Prime Video.
Emmy 2019: Vitória arrasadora de Fleabag eclipsa prêmios de Game of Thrones
A cerimônia do Emmy 2019 consagrou “Fleabag”. Grande vencedora da cerimônia deste domingo (22/9) em Los Angeles, a série conquistou quatro prêmios, o dobro de “Game of Thrones” e mais que qualquer outra produção, praticamente dominando as categorias de Comédia. Para quem esperava ver uma noite de consagração de “Game of Thrones”, o impacto da série da Amazon praticamente eclipsou as conquistas da produção de fantasia da HBO. A produção britânica venceu os troféus de Melhor Série, Atriz (Phoebe Waller-Bridge), Roteiro (idem) e Direção (Harry Bradbeer) de Comédia, tratorando “Veep” e impedindo Julia Louis-Dreyfus de conquistar seu recorde histórico de vitórias. Além disso, Phoebe Waller-Bridge viu sua outra série na competição, “Killing Eve”, render o prêmio de Melhor Atriz de Drama para Jodie Comer. Ela chegou a dizer que “Isso está ficando ridículo”, ao subir ao palco pela terceira vez. Foi uma grande e bem-vinda surpresa, já que “Fleabag”, apesar de queridinha da crítica, era considerada azarão entre atrações mais consagradas, especialmente “Veep” e “Marvelous Mrs. Maisel”. Se “Veep” passou em branco em sua temporada final, “Mrs. Maisel” conquistou os prêmios de Atriz e Ator Coadjuvantes – após ter vencido na semana passada os troféus de Ator e Atriz Convidados em Comédia. A totalização de seis vitórias somadas entre “Fleabag” e “Mrs. Maisel” no domingo ainda causou um predomínio inesperado de produções da Amazon na categoria de Comédias, contrariando as expectativas de quem apostava num duelo particular entre HBO e Netflix. Para completar, a minissérie “A Very English Scandal” acrescentou mais uma vitória para a plataforma, na categoria de Ator Coadjuvante de Minissérie, vencida pelo inglês Ben Whishaw. Ainda assim, a HBO se saiu como o canal mais premiado da noite, graças a suas produções dramáticas. A principal conquista foi a vitória de “Game of Thrones” como Melhor Série de Drama. Produção com maior número de indicações, a série conquistou apenas outro troféu na cerimônia, dando a Peter Dinklage seu quarto Emmy de Melhor Ator Coadjuvante pelo papel de Tyrion Lannister. Com isso, o astro se tornou o maior vencedor da categoria. “Chernobyl” foi a segunda produção mais premiada da noite com três troféus: Melhor Minissérie, Direção (Johan Renk) e Roteiro (Craig Mazin). E a HBO ainda somou mais duas vitórias com “Succession”, outras duas com o talk show “Last Week Tonight” e o prêmio de Melhor Ator de Comédia de Bill Hader, por “Barry”, contabilizando nove Emmys ao todo, contra os sete da Amazon. A Netflix acabou em 3º lugar. E seu principal destaque também foi surpreendente. A série “Ozark” rendeu o prêmio de Melhor Direção para o astro Jason Bateman, que superou três cineastas de “Game of Thrones”, e de Melhor Atriz Coadjuvante para a jovem Julia Garner, vencendo nada menos que quatro estrelas de “Game of Thrones”. Grande aposta da plataforma, “Olhos que Condenam” venceu apenas um prêmio: Melhor Ator de Minissérie para Jharrel Jerome. O quarto e último troféu ficou com “Black Mirror: Bandersnatch”, como Melhor Telefilme. Uma das vitórias mais festejadas da noite foi na categoria de Melhor Ator de Drama para Billy Porter, de “Pose”. Ele e Michelle Williams, Melhor Atriz de Minissérie por “Fosse/Verdun”, foram os representantes do canal pago FX. Ambos também fizeram, ao lado de Peter Dinklage e Patricia Arquette, os discursos mais engajados, em prol de maior tolerância, diversidade e igualdade de gêneros, formando um coral pelos direitos e representatividade das minorias na indústria televisiva. Patricia Arquette, por sinal, venceu o Emmy de Melhor Atriz Coadjvante de Minissérie por “The Act”, representante solitário da plataforma Hulu. Considerando os prêmios do final de semana passada, onde foram reconhecidos os melhores das chamadas “artes criativas” (prêmios técnicos, jornalísticos, documentários, animações e reality shows), as 10 emissoras com mais conquistas foram: HBO com 34 vitórias, Netflix 27, Amazon 15, National Geographic 8, NBC 7, CNN 5, FX 5, Hulu 4, CBS 4 e Fox 4. Outro dado interessante é que metade dos profissionais premiados por realizações individuais foram britânicos. A Academia da Televisão é dos Estados Unidos, mas se rendeu à qualidade do talento vindo do Reino Unido, especialmente das equipes envolvidas na produção de “Fleabag”, “Chernobyl”, “Last Week Tonight”, “Succession”, “Black Mirror: Bandersnatch” e “A Very English Scandal”. 13 dos 27 troféus da noite acabaram em mãos britânicas. Confira abaixo a lista completa dos vencedores da premiação principal da Academia. E clique nos links a seguir para lembrar os premiados das categorias de documentário e reality show, os vitoriosos em animação e os principais troféus técnicos do Emmy 2019. Vencedores do Emmy 2019 Melhor Série de Drama “Game of Thrones” Melhor Série de Comédia “Fleabag” Melhor Minissérie “Chernobyl” Melhor Telefilme “Black Mirror: Bandersnatch” Melhor Ator em Série de Drama Billy Porter (“Pose”) Melhor Atriz em Série de Drama Jodie Comer (“Killing Eve”) Melhor Ator Coadjuvante em Série de Drama Peter Dinklage (“Game of Thrones”) Melhor Atriz Coadjuvante em Série de Drama Julia Garner (“Ozark”) Melhor Ator em Série de Comédia Bill Hader (“Barry”) Melhor Atriz em Série de Comédia Phoebe Waller-Bridge (“Fleabag”) Melhor Ator Coadjuvante em Série de Comédia Tony Shalhoub (“The Marvelous Mrs. Maisel”) Melhor Atriz Coadjuvante em Série de Comédia Alex Borstein (“The Marvelous Mrs. Maisel”) Melhor Ator em Série Limitada ou Telefilme Jharrel Jerome (“Olhos que Condenam”) Melhor Atriz em Série Limitada ou Telefilme Michelle Williams (“Fosse/Verdon”) Melhor Ator Coadjuvante em Série Limitada ou Telefilme Ben Whishaw (“A Very English Scandal”) Melhor Atriz Coadjuvante em Série Limitada ou Telefilme Patricia Arquette (“The Act”) Melhor Direção em Série de Drama Jason Bateman (“Ozark”) Melhor Direção em Série de Comédia Harry Bradbeer (“Fleabag”) Melhor Direção em Série Limitada ou Telefilme Johan Renck (“Chernobyl”) Melhor Roteiro em Série de Drama Jesse Armstrong (“Succession”) Melhor Roteiro em Série de Comédia Phoebe Waller-Bridge (“Fleabag”) Melhor Roteiro em Série de Limitada ou Telefilme Craig Mazin (“Chernobyl”) Melhor Programa de Esquetes “Saturday Night Live” Melhor Programa de Variedade “Last Week Tonight” Melhor Programa de Competição “RuPaul’s Drag Race”











