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    Disputa de Melhor Filme Internacional do Oscar 2020 bate recorde de inscrições

    7 de outubro de 2019 /

    A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos anunciou nesta segunda-feira (7/10) que 93 países inscreveram seus representantes para concorrer ao Oscar 2020 de Melhor Filme Internacional (antiga categoria de Melhor Filme em Língua Estrangeira). Trata-se de um número recorde de inscrições, superando as 92 registradas em 2007, até então o ano com a maior quantidade de inscritos. A lista inclui as primeiras indicações já feitas por três países: Gana, Nigéria e Uzbequistão. O candidato brasileiro é “A Vida Invisível”, de Karim Ainouz, que venceu a mostra Um Certo Olhar no Festival de Cannes, mas outros dois filmes da relação também trazem atores brasileiros: o cubano “O Tradutor”, estrelado por Rodrigo Santoro, e o italiano “O Traidor”, que além de incluir a atriz Maria Fernanda Cândido é uma coprodução brasileira. Apesar da farta seleção, os filmes que são considerados favoritos não passam de um punhado. São eles o sul-coreano “Parasita”, de Bong Joon-ho, vencedor do Festival de Cannes, o espanhol “Dor e Glória”, de Pedro Almodóvar, que rendeu troféu para o ator Antonio Banderas em Cannes, o senegalês “Atlantique”, de Mati Diop, primeira mulher negra a competir e ganhar prêmio em Cannes, e o francês “Les Miserables”, de Ladj Ly, que assim como o brasileiro “A Vida Invisível” contará com apoio financeiro da Amazon para disputar sua vaga. Também chama atenção o fato de o candidato japonês, “Weathering With You”, ser uma animação. 10 dos 93 candidatos serão pré-selecionados por um comitê e revelados no dia 16 de dezembro. Desta dezena sairão os cinco finalistas, apresentados durante o anúncio de todos os indicados ao Oscar, no dia 13 de janeiro. A cerimônia de premiação está marcada para 9 de fevereiro, com transmissão ao vivo para o Brasil pelos canais TNT e Globo. Confira abaixo a lista completa dos selecionados, a maioria com seus títulos internacionais (no inglês da Academia). África do Sul: “Knuckle City”, de Jahmil XT Qubeka Albânia: “The Delegation”, de Bujar Alimani Alemanha: “System Crasher”, de Nora Fingscheidt Arábia Saudita: “The Perfect Candidate”, de Haifaa Al Mansour Argélia: “Papicha”, de Mounia Meddour Argentina: “Heroic Losers”, de Sebastián Borensztein Armênia: “Lengthy Night”, de Edgar Baghdasaryan Austrália: “Buoyancy”, de Rodd Rathjen Áustria: “Joy”, de Sudabeh Mortezai Bangladesh: “Alpha”, de Nasiruddin Yousuff Bielorrússia: “Debut”, de Anastasiya Miroshnichenko Bélgica: “Our Mothers”, de César Díaz Bolívia: “I Miss You”, de Rodrigo Bellott Bósnia e Herzegovina: “The Son”, de Ines Tanovic Brasil: “Vida Invisível”, de Karim Aïnouz Bulgária: “Ága”, de Milko Lazarov Cambógia: “In the Life of Music”, de Caylee So e Sok Visal Canadá: “Antigone”, Sophie Deraspe: diretor Cingapura: “A Land Imagined”, de Yeo Siew Hua Chile: “Spider”, de Andrés Wood China: “Ne Zha”, de Yu Yang Colômbia: “Monos”, de Alejandro Landes Coreia do Sul: “Parasit”, de Bong Joon Ho Costa Rica: “The Awakening of the Ants”, de Antonella Sudasassi Furniss Croácia: “Mali”, de Antonio Nuic Cuba: “O Tradutor”, de Rodrigo Barriuso e Sebastián Barriuso República Tcheca: “The Painted Bird”, de Václav Marhoul Dinamarca: “Queen of Hearts”, de May el-Toukhy Egito: “Poisonous Roses”, de Ahmed Fawzi Saleh Equador: “The Longest Night”, de Gabriela Calvache Eslováquia: “Let There Be Light”, de Marko Skop Eslovênia: “History of Love”, de Sonja Prosenc Espanha: “Dor e Glória”, de Pedro Almodóvar Estônia: “Truth and Justice”, de Tanel Toom Etiópia: “Running against the Wind”, de Jan Philipp Weyl Filipinas: “Verdict”, de Raymund Ribay Gutierrez Finlândia: “Stupid Young Heart”, de Selma Vilhunen França: “Les Misérables”, de Ladj Ly Geórgia: “Shindisi”, de Dimitri Tsintsadze Gana: “Azali”, de Kwabena Gyansah Grécia: “When Tomatoes Met Wagner”, de Marianna Economou Holanda: “Instinct”, de Halina Reijn Honduras: “Blood: Passion: and Coffee”, de Carlos Membreño Hong Kong: “The White Storm 2 Drug Lords”, de Herman Yau Hungria: “Those Who Remained”, de Barnabás Tóth Islândia: “A White: White Day”, de Hlynur Pálmason Índia: “Gully Boy”, de Zoya Akhtar Indonésia: “Memories of My Body”, de Garin Nugroho Irã: “Finding Farideh”, de Azadeh Moussavi e Kourosh Ataee Ireland: “Gaza”, de Garry Keane e Andrew McConnell Israel: “Incitement”, de Yaron Zilberman Itália: “O Traidor”, de Marco Bellocchio Japão: “Weathering with You”, de Makoto Shinkai Kazaquistão: “Kazakh Khanate The Golden Throne”, de Rustem Abdrashov Quênia: “Subira”, de Ravneet Singh (Sippy) Chadha Kosovo: “Zana”, de Antoneta Kastrati Kirgistão: “Aurora”, de Bekzat Pirmatov Letônia: “The Mover”, de Davis Simanis Líbano: “1982”, de Oualid Mouaness Lituânia: “Bridges of Time”, de Audrius Stonys e Kristine Briede Luxemburgo: “Tel Aviv on Fire”, de Sameh Zoabi Malásia: “M for Malaysia”, de Dian Lee e Ineza Roussille México: “The Chambermaid”, de Lila Avilés Mongólia: “The Steed”, de Erdenebileg Ganbold Montenegro: “Neverending Past”, de Andro Martinović Marrocos: “Adam”, de Maryam Touzani Nepal: “Bulbul”, de Binod Paudel Nigéria: “Lionheart”, de Genevieve Nnaji Macedônia: “Honeyland”, de Ljubo Stefanov e Tamara Kotevska Noruega: “Out Stealing Horses”, de Hans Petter Moland Paquistão: “Laal Kabootar”, de Kamal Khan Palestino: “It Must Be Heaven”, de Elia Suleiman Panamá: “Everybody Changes”, de Arturo Montenegro Peru: “Retablo”, de Alvaro Delgado Aparicio Polônia: “Corpus Christi”, de Jan Komasa Portugal: “The Domain”, de Tiago Guedes Reino Unido “The Boy Who Harnessed the Wind”, de Chiwetel Ejiofor República Dominicana: “The Projectionist”, de José María Cabral Romênia: “The Whistlers”, de Corneliu Porumboiu Rússia: “Beanpole”, de Kantemir Balagov Senegal: “Atlantique”, de Mati Diop Sérbia: “King Petar the First”, de Petar Ristovski Suécia: “And Then We Danced”, de Levan Akin Suíça: “Wolkenbruch’s Wondrous Journey into the Arms of a Shiksa”, de Michael Steiner Taiwan: “Dear Ex”, de Mag Hsu e Chih-Yen Hsu Tailândia: “Krasue: Inhuman Kiss”, de Sitisiri Mongkolsiri Tunísia: “Dear Son”, de Mohamed Ben Attia Turquia: “Commitment Asli”, de Semih Kaplanoglu Ucrânia: “Homeward”, de Nariman Aliev Uruguai: “The Moneychanger”, de Federico Veiroj: diretor Uzbequistão: “Hot Bread”, de Umid Khamdamov Venezuela: “Being Impossible”, de Patricia Ortega Vietnã: “Furie”, de Le Van Kiet

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  • Série

    The Expanse: Novo trailer leva a série para o limite do sistema solar

    6 de outubro de 2019 /

    A Amazon divulgou um novo pôster e o segundo trailer da 4ª temporada de “The Expanse”, a primeira produzida para a plataforma de streaming Prime Video. A prévia apresenta várias cenas inéditas, acompanhadas por um discurso histórico do presidente John Kennedy sobre a corrida espacial. A série era exibida pelo canal pago SyFy, que optou por cancelar sua produção em maio do ano passado. Ela acabou resgatada pelo serviço de streaming, que pretende concluir a adaptação da saga literária “Leviatã Desperta” (Leviathan Wakes), de James S. A. Corey. Prova desse compromisso é que a série já foi renovada para sua 5ª temporada. Desenvolvida pela dupla Mark Fergus e Hawk Ostby (roteiristas de “Homem de Ferro”), “The Expanse” se passa 200 anos no futuro, quando a Terra vive uma crise política com suas colônias em Marte e o cinturão de asteroides. A situação é agravada por um teste com arma biológica num asteroide habitado, ecoando uma conspiração interplanetária que pretende conduzir a uma guerra entre mundos. Mas, em vez disso, a experiência com a protomolécula acaba unindo as diferentes facções, ao criar um portal que abre nova frente de exploração, conduzindo as naves dos personagens centrais para os limites externos do sistema solar. Os novos episódios vão mostrar a chegada da humanidade a estes planetas mais distantes. “No entanto, os primeiros exploradores não entendem esses novos mundos e não estão preparados para os perigos que os aguardam”, diz a sinopse oficial. O elenco da atração reúne Steven Strait (série “Magic City”), Shohreh Aghdashloo (“Star Trek: Sem Fronteiras”), Wes Chatham (“Jogos Vorazes – A Esperança – Parte 1”), Cas Anvar (série “Olympus”), Dominique Tipper (“Academia de Vampiros: O Beijo das Sombras”), Frankie Adams (“Máquinas Mortais”), Cara Gee (“Strange Empire”), David Strathairn (“Godzilla II: Rei dos Monstros”) e ainda acrescentou Elizabeth Mitchell (das séries “Lost” e “Revolution”) na 3ª temporada. Os novos episódios ainda passarão a incluir Burn Gorman (“Turn”, “Torchwood”) entre os protagonistas, como demonstra o pôster abaixo. A 4ª temporada estreia no dia 13 de dezembro.

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  • Série

    Novo trailer e fotos de Star Trek: Picard revelam reencontro de personagens da Nova Geração

    5 de outubro de 2019 /

    A Amazon divulgou novas fotos e o segundo trailer de “Star Trek: Picard”, apresentados no painel da série na New York Comic Con. A prévia revela mais sobre a premissa da atração e destaca o reencontro do protagonista com alguns de seus colegas da série clássica “Star Trek: Nova Geração”. O vídeo mostra como Jean-Luc Picard (Patrick Stewart) resolve interromper sua aposentadoria e reclusão para ajudar uma jovem em perigo, vivida por Isa Briones (“Ladrões”). Sem apoio da Federação, ele decide juntar uma equipe de voluntários, entre renegados e velhos conhecidos, mas não sem antes consultar/despedir-se de seus antigos companheiros de tripulação. Uma das cenas mostra que Riker (Jonathan Frakes) e Troi (Marina Sirtis) continuam juntos, casados e com filhos. Outro que aparece é o androide Data (Brent Spiner), mas num sonho. A novíssima geração de tripulantes de “Picard”, por sua vez, é formada por Alison Pill (de “Scott Pilgrim Contra o Mundo” e “Vice”), Harry Treadaway (“Penny Dreadful”, “Mr. Mercedes”), Santiago Cabrera (“Heroes”, “Big Little Lies”), Michelle Hurd (“Demolidor”, “Blindspot”) e Rebecca Wisocky (“Devious Maids”), além de incluir Jeri Ryan, que retoma o papel da borg Sete de Nove (Seven of Nine), de “Star Trek: Voyager”. A equipe criativa, por sua vez, traz Michael Chabon (roteirista de “John Carter”) como showrunner e Alex Kurtzman, que conduz as produções da saga desde o filme “Star Trek” (2009), como produtor executivo. Para completar, os dois primeiros episódios tem direção de Hanelle Culpepper, que trabalhou em “Star Trek: Discovery”. “Star Trek: Picard” é uma produção original da plataforma americana CBS All Access, mas será disponibilizada no Brasil pela Amazon Prime Video, a partir de 24 de janeiro de 2020.

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  • Etc

    Amazon passa a distribuir os filmes e as séries da Disney no Brasil

    1 de outubro de 2019 /

    A Amazon fechou um contrato com a Disney para disponibilizar os lançamentos do estúdio durante um ano em sua plataforma de streaming Prime Video. E começa a valer partir desta terça, 1º de outubro. Inclusive no Brasil. O acordo vai disponibilizar filmes como “Vingadores: Guerra Infinita”, “Alita: Anjo de Combate”, “O Rei Leão”, “Aladdin”, “Star Wars: O Despertar da Força” e “Toy Story 4” e todas as temporadas de séries de sucesso da Disney, ABC, Fox e FX, como “Grey’s Anatomy”, “American Horror Story”, “The Walking Dead” e “How I Met Your Mother”. O período de um ano do contrato tem o objetivo de cobrir a fase entre a saída das produções da Netflix e a inauguração da Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus) ao mercado internacional. Os títulos inclusos no acordo com a Disney estarão disponíveis no Amazon Prime Video em toda a América Latina e podem ser acessados via aplicativos para Smart TVs, equipamentos que incluem Fire TV Stick e dispositivos móveis e online. “A Amazon está comprometida em oferecer aos assinantes do Prime Video na América Latina o melhor conteúdo licenciado e original. Os filmes e as séries da biblioteca da Disney estão entre os títulos mais populares do mundo. Nossos clientes vão adorar assistir às obras clássicas e às mais recentes”, disse em comunicado Pablo Iacoviello, Diretor de Conteúdo do Prime Video para a América Latina.

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  • Filme

    A Vida Invisível vai tentar emplacar indicação ao Oscar de Melhor Fotografia

    26 de setembro de 2019 /

    O filme “A Vida Invisível”, de Karim Aïnouz, escolhido pelo Brasil para tentar uma vaga entre os indicados ao Oscar de Melhor Filme Internacional, pode obter nomeação em outra categoria: Melhor Fotografia. Em entrevista para o podcast Cinema Varanda, o produtor Rodrigo Teixeira (“Me Chame Pelo Seu Nome”) revelou que a equipe de produção acredita no potencial de Hélène Louvart, a diretora de fotografia francesa do filme, para conquistar votos da Academia. Seu currículo é repleto de prêmios, que incluem os trabalhos feitos para obras internacionais celebradas como “Pina 3D” (2011), “Ratos de Praia” (2017) e “Feliz como Lázaro” (2018). No sábado passado, ela venceu o 40º Festival Internacional de Cinematógrafos, uma espécie de Cannes dos diretores de fotografia, realizado na Macedônia, por seu trabalho em “A Vida Invisível”. “Ela acabou de ganhar um prêmio essa semana que é o Oscar dos fotógrafos. Acho que tem uma chance muito grande. A Amazon quer comprar essa briga e para isso teríamos que antecipar um pouco a estreia do filme nos Estados Unidos, porque senão estaríamos concorrendo apenas como filme estrangeiro”, disse Rodrigo. Com isso, o lançamento de “A Vida Invisível” deve acontecer em dezembro nos Estados Unidos, em vez de janeiro como estava planejado. A fotografia do filme brasileiro não é a única privilegiada por Teixeira para o Oscar 2020. Três filmes que ele produziu podem entrar na disputa da categoria. Além do trabalho de Hélène Louvart, “Ad Astra”, com direção fotográfica de Hoyte van Hoytema, e “O Farol”, fotografado em preto e branco por Jarin Blaschke, são fortes candidatos. Destes, apenas “A Vida Invisível” terá apoio da Amazon. A plataforma adquiriu os direitos da distribuição internacional do filme e pretende fazer campanha para sua premiação no Oscar. O que é uma mistura de boa notícia com alívio, já que, diferente dos anos anteriores, o atual governo brasileiro não apoia o cinema nacional. Nem a Ancine, nem a Apex, muito menos o Ministério da Cidadania darão apoio à campanha do longa – ou a qualquer outro filme que queira ser exibido no exterior até que novas eleições mudem o presidente do Brasil. Baseado em livro de Martha Batalha, o filme explora temas atualmente em voga em Hollywood: a denúncia do machismo e o empoderamento feminino. A trama acompanha Eurídice e Guida, duas irmãs jovens e inseparáveis que enfrentam os pais conservadores no Rio de Janeiro dos anos 1950 para realizar seus sonhos. Eurídice (Carol Duarte, de “O Sétimo Guardião”) quer ser pianista na Áustria e Guida (Julia Stockler, da série “Só Garotas”) quer ir atrás de seu amor na Grécia. Nada sai como planejado, mas as duas contam com o apoio de outras mulheres para sobreviver ao mundo machista. A estreia no Brasil vai acontecer em duas fases. Primeiro, “A Vida Invisível” foi lançado em algumas salas de Fortaleza (CE) em 19 de setembro. Já a distribuição nos demais estados está marcada apenas para 31 de outubro.

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  • Série

    Criadora de Fleabag assina contrato de exclusividade com a Amazon

    24 de setembro de 2019 /

    A atriz, roteirista e produtora Phoebe Waller-Bridge fechou um contrato de exclusividade para criar novas séries para o serviço de streaming da Amazon. O acordo foi assinado logo após a série “Fleabag”, que ela criou, ganhar quatro Emmys no domingo passado (22/9). Coprodução da Amazon com a BBC, “Fleabag” conquistou os troféus de Melhor Série, Direção, Roteiro e Atriz de Comédia – três deles conferidos à própria Waller-Bridge. De acordo com fontes da revista Variety, o contrato assinado por Waller-Bridge garante um pagamento de cerca de US$ 20 milhões por ano. “Estou insanamente animada para continuar a minha parceria com a Amazon”, declarou a produtora britânica. “Trabalhar com o time de ‘Fleabag’ foi uma parceria criativa dos sonhos. Eu sinto como se esta fosse a minha casa. Mal posso esperar para começar o trabalho!”, acrescentou. Além de “Fleabag”, Waller-Bridge ainda criou “Killing Eve”, exibida pela BBC America, que no fim de semana passado rendeu o Emmy de Melhor Atriz de Série de Drama para Jodie Comer. Phoebe Waller-Bridge também vai estrear como roteirista de cinema no próximo filme de James Bond, “No Time to Die”, com estreia prevista para abril de 2020.

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  • Filme

    Apesar da vitória histórica no Emmy, Fleabag não deve ter nova temporada

    23 de setembro de 2019 /

    Apesar das quatro vitórias no Emmy 2019, a série “Fleabag” não deve ganhar uma nova temporada. Sua criadora, roteirista e protagonista Phoebe Waller-Bridge já tinha decidido que a 2ª temporada seria o final da série, antes de ser surpreendida com os prêmios da Academia da Televisão dos Estados Unidos na noite de domingo passado (22/9). Nos bastidores da premiação, ela afirmou que não mudou de ideia. “Para ser completamente honesta, me parece o jeito mais bonito de me despedir dela”, explicou. “A história parece estar completa. É muito bom ouvir que tantas pessoas a amaram, é quase como se ela não devesse ter dado tchau ao final… mas parece o jeito certo de encerrá-la, no ponto alto”. Só que a pressão deve aumentar sobre Waller-Bridge. A chefe do Amazon Studios, Jennifer Salke, já tinha dito em julho que “nada nos faria mais feliz do que tê-la fazendo outra temporada desse programa ou o que quer que ela queira fazer”. Adaptação de uma peça criada pela própria Waller-Bridge, “Fleabag” mostra o cotidiano de uma jovem tentando lidar com uma tragédia recente em Londres, na Inglaterra. Na 2ª temporada, a protagonista encontra um padre que a incentiva a ver o mundo de outra forma. Parece muito triste, mas é uma comédia de humor depreciativo. O elenco da série inclui ainda Olivia Coleman, vencedora do Oscar 2019 por “A Favorita”. A produção foi vencedora do Emmy nas categorias de Melhor Série, Direção, Roteiro e Atriz de Comédia. Dos quatro troféus, três foram para Waller-Bridge. As duas temporadas da série estão disponíveis no catálogo do serviço de streaming Amazon Prime Video.

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  • Etc,  Série

    Emmy 2019: Vitória arrasadora de Fleabag eclipsa prêmios de Game of Thrones

    23 de setembro de 2019 /

    A cerimônia do Emmy 2019 consagrou “Fleabag”. Grande vencedora da cerimônia deste domingo (22/9) em Los Angeles, a série conquistou quatro prêmios, o dobro de “Game of Thrones” e mais que qualquer outra produção, praticamente dominando as categorias de Comédia. Para quem esperava ver uma noite de consagração de “Game of Thrones”, o impacto da série da Amazon praticamente eclipsou as conquistas da produção de fantasia da HBO. A produção britânica venceu os troféus de Melhor Série, Atriz (Phoebe Waller-Bridge), Roteiro (idem) e Direção (Harry Bradbeer) de Comédia, tratorando “Veep” e impedindo Julia Louis-Dreyfus de conquistar seu recorde histórico de vitórias. Além disso, Phoebe Waller-Bridge viu sua outra série na competição, “Killing Eve”, render o prêmio de Melhor Atriz de Drama para Jodie Comer. Ela chegou a dizer que “Isso está ficando ridículo”, ao subir ao palco pela terceira vez. Foi uma grande e bem-vinda surpresa, já que “Fleabag”, apesar de queridinha da crítica, era considerada azarão entre atrações mais consagradas, especialmente “Veep” e “Marvelous Mrs. Maisel”. Se “Veep” passou em branco em sua temporada final, “Mrs. Maisel” conquistou os prêmios de Atriz e Ator Coadjuvantes – após ter vencido na semana passada os troféus de Ator e Atriz Convidados em Comédia. A totalização de seis vitórias somadas entre “Fleabag” e “Mrs. Maisel” no domingo ainda causou um predomínio inesperado de produções da Amazon na categoria de Comédias, contrariando as expectativas de quem apostava num duelo particular entre HBO e Netflix. Para completar, a minissérie “A Very English Scandal” acrescentou mais uma vitória para a plataforma, na categoria de Ator Coadjuvante de Minissérie, vencida pelo inglês Ben Whishaw. Ainda assim, a HBO se saiu como o canal mais premiado da noite, graças a suas produções dramáticas. A principal conquista foi a vitória de “Game of Thrones” como Melhor Série de Drama. Produção com maior número de indicações, a série conquistou apenas outro troféu na cerimônia, dando a Peter Dinklage seu quarto Emmy de Melhor Ator Coadjuvante pelo papel de Tyrion Lannister. Com isso, o astro se tornou o maior vencedor da categoria. “Chernobyl” foi a segunda produção mais premiada da noite com três troféus: Melhor Minissérie, Direção (Johan Renk) e Roteiro (Craig Mazin). E a HBO ainda somou mais duas vitórias com “Succession”, outras duas com o talk show “Last Week Tonight” e o prêmio de Melhor Ator de Comédia de Bill Hader, por “Barry”, contabilizando nove Emmys ao todo, contra os sete da Amazon. A Netflix acabou em 3º lugar. E seu principal destaque também foi surpreendente. A série “Ozark” rendeu o prêmio de Melhor Direção para o astro Jason Bateman, que superou três cineastas de “Game of Thrones”, e de Melhor Atriz Coadjuvante para a jovem Julia Garner, vencendo nada menos que quatro estrelas de “Game of Thrones”. Grande aposta da plataforma, “Olhos que Condenam” venceu apenas um prêmio: Melhor Ator de Minissérie para Jharrel Jerome. O quarto e último troféu ficou com “Black Mirror: Bandersnatch”, como Melhor Telefilme. Uma das vitórias mais festejadas da noite foi na categoria de Melhor Ator de Drama para Billy Porter, de “Pose”. Ele e Michelle Williams, Melhor Atriz de Minissérie por “Fosse/Verdun”, foram os representantes do canal pago FX. Ambos também fizeram, ao lado de Peter Dinklage e Patricia Arquette, os discursos mais engajados, em prol de maior tolerância, diversidade e igualdade de gêneros, formando um coral pelos direitos e representatividade das minorias na indústria televisiva. Patricia Arquette, por sinal, venceu o Emmy de Melhor Atriz Coadjvante de Minissérie por “The Act”, representante solitário da plataforma Hulu. Considerando os prêmios do final de semana passada, onde foram reconhecidos os melhores das chamadas “artes criativas” (prêmios técnicos, jornalísticos, documentários, animações e reality shows), as 10 emissoras com mais conquistas foram: HBO com 34 vitórias, Netflix 27, Amazon 15, National Geographic 8, NBC 7, CNN 5, FX 5, Hulu 4, CBS 4 e Fox 4. Outro dado interessante é que metade dos profissionais premiados por realizações individuais foram britânicos. A Academia da Televisão é dos Estados Unidos, mas se rendeu à qualidade do talento vindo do Reino Unido, especialmente das equipes envolvidas na produção de “Fleabag”, “Chernobyl”, “Last Week Tonight”, “Succession”, “Black Mirror: Bandersnatch” e “A Very English Scandal”. 13 dos 27 troféus da noite acabaram em mãos britânicas. Confira abaixo a lista completa dos vencedores da premiação principal da Academia. E clique nos links a seguir para lembrar os premiados das categorias de documentário e reality show, os vitoriosos em animação e os principais troféus técnicos do Emmy 2019. Vencedores do Emmy 2019 Melhor Série de Drama “Game of Thrones” Melhor Série de Comédia “Fleabag” Melhor Minissérie “Chernobyl” Melhor Telefilme “Black Mirror: Bandersnatch” Melhor Ator em Série de Drama Billy Porter (“Pose”) Melhor Atriz em Série de Drama Jodie Comer (“Killing Eve”) Melhor Ator Coadjuvante em Série de Drama Peter Dinklage (“Game of Thrones”) Melhor Atriz Coadjuvante em Série de Drama Julia Garner (“Ozark”) Melhor Ator em Série de Comédia Bill Hader (“Barry”) Melhor Atriz em Série de Comédia Phoebe Waller-Bridge (“Fleabag”) Melhor Ator Coadjuvante em Série de Comédia Tony Shalhoub (“The Marvelous Mrs. Maisel”) Melhor Atriz Coadjuvante em Série de Comédia Alex Borstein (“The Marvelous Mrs. Maisel”) Melhor Ator em Série Limitada ou Telefilme Jharrel Jerome (“Olhos que Condenam”) Melhor Atriz em Série Limitada ou Telefilme Michelle Williams (“Fosse/Verdon”) Melhor Ator Coadjuvante em Série Limitada ou Telefilme Ben Whishaw (“A Very English Scandal”) Melhor Atriz Coadjuvante em Série Limitada ou Telefilme Patricia Arquette (“The Act”) Melhor Direção em Série de Drama Jason Bateman (“Ozark”) Melhor Direção em Série de Comédia Harry Bradbeer (“Fleabag”) Melhor Direção em Série Limitada ou Telefilme Johan Renck (“Chernobyl”) Melhor Roteiro em Série de Drama Jesse Armstrong (“Succession”) Melhor Roteiro em Série de Comédia Phoebe Waller-Bridge (“Fleabag”) Melhor Roteiro em Série de Limitada ou Telefilme Craig Mazin (“Chernobyl”) Melhor Programa de Esquetes “Saturday Night Live” Melhor Programa de Variedade “Last Week Tonight” Melhor Programa de Competição “RuPaul’s Drag Race”

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  • Filme

    The Aeronauts ganha novo trailer de tirar o fôlego

    21 de setembro de 2019 /

    A eOne divulgou o pôster e o trailer britânicos de “The Aeronauts”, aventura de época que volta a juntar os atores Eddie Redmayne e Felicity Jones após a parceria bem-sucedida de “A Teoria de Tudo” (2014). A prévia é de tirar o fôlego, tanto pela fotografia belíssima quanto pelas cenas de tensão sobre os céus da Inglaterra vitoriana. Baseada em fatos reais, a produção inglesa conta a história de um casal que desafiou a gravidade no século 19, em voo pioneiro num balão movido a ar quente. Redmayne vive o papel do cientista James Glaisher, que queria provar a plausibilidade de uma nova ciência, a meteorologia, em sua capacidade de prever mudanças climáticas, e Jones interpreta a piloto Amelia Wren, que desafiou o machismo vitoriano para se tornar a única pessoa capaz de conduzir Glaisher em sua missão, e ir mais alto que nenhum homem jamais tinha ido num balão. Além da reconstituição de época, a trama explora o clima de aventura e toda a tensão da viagem de balão, que encontra beleza nas alturas, mas também a fúria de tempestades, mostrando a fragilidade do empreendimento voador. O roteiro foi escrito por Jack Thorne (“Extraordinário”) e a direção é de Tom Harper (“A Mulher de Preto 2: O Anjo da Morte”). O longa teve première no Festival de Toronto, onde foi elogiadíssimo, conquistando 90% de aprovação no Rotten Tomatoes e muitas recomendações para que o público vá assisti-lo nos cinemas – de preferência, em telas IMAX. Apesar disso, enfrenta boicote das grandes redes de cinema, porque, após lançamento limitado em novembro no Reino Unido e dezembro nos EUA, será disponibilizado rapidamente na plataforma da Amazon, coprodutora do filme. Por sinal, “The Aeronauts” não deve passar nos cinemas brasileiros, chegando aqui diretamente em streaming.

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  • Série

    Série do Senhor dos Anéis será gravada nos mesmos cenários dos filmes

    18 de setembro de 2019 /

    A Nova Zelândia voltará a servir de paisagem para a Terra Média. A Amazon confirmou que o país será a locação de sua nova série “O Senhor dos Anéis”, conforme já se cogitava desde dezembro do ano passado. Os três filmes da trilogia “O Senhor dos Anéis” feitos no início dos anos 2000, bem como a trilogia seguinte, “O Hobbit”, foram rodados na Nova Zelândia pelo diretor Peter Jackson. E as mesmas paisagens serão utilizadas na trama seriada. “Enquanto procurávamos a locação na qual poderíamos dar vida à beleza primordial da segunda era da Terra Média, sabíamos que precisávamos encontrar um lugar majestoso, com litorais, florestas e montanhas imaculadas e que também abrigasse sets de primeira linha, estúdios e artesãos e outros profissionais habilidosos e experientes”, disseram os produtores-executivos J.D. Payne e Patrick McKay, justificando o retorno à Nova Zelândia em um comunicado. “Esta é uma produção cobiçada e uma notícia fantástica para o setor cinematográfico da Nova Zelândia e para a nossa economia”, disse o ministro de Desenvolvimento Econômico, Phil Twyford, em um comunicado separado. Mesmo antes de começar a ser gravada, a série já está sendo considerada a mais cara da história. Isto porque, só pelos direitos da obra, a Amazon teria desembolsado US$ 250 milhões, preço da produção de um blockbuster. O orçamento total está estimado em US$ 1 bilhão, que deverá cobrir cinco temporadas. Para efeitos de comparação, a série mais cara da Netflix, “The Crown” teve um orçamento de US$ 130 milhões em sua 1ª temporada. Já a temporada final de seis episódios de “Game of Thrones” foi orçada em US$ 90 milhões – US$ 15 milhões por episódio. A atração deve explorar histórias que se passam na Terra Média de Tolkien, mas ainda não foram contadas no cinema. Segundo comunicado oficial da Amazon, a trama seria um prólogo, passado antes dos eventos de “A Sociedade do Anel”, o primeiro volume da trilogia. Ou seja, mostrará aventuras inéditas e originais passadas na Terra Média, com personagens conhecidos, numa trama situada entre as duas trilogias cinematográficas do universo de Tolkien, “O Hobbit” e “O Senhor dos Anéis”. As gravações vão começar nos próximos meses, sob comando dos produtores-roteiristas JD Payne e Patrick McKay, que trabalharam nos filmes recentes da saga “Star Trek”.

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  • Série

    Marilyn Manson entra na 3ª temporada de Deuses Americanos

    17 de setembro de 2019 /

    O cantor Marilyn Manson foi anunciado oficialmente como integrante do elenco da 3ª temporada de “Deuses Americanos” (American Gods). Ele vai viver um personagem criado especialmente para a série, que não faz parte do livro de Neil Gaiman, adaptado na produção. O personagem de Manson se chama Johan Wengren e também é cantor de uma banda, chamada Blood Death, que segue uma linha de metal viking e serve como fonte de energia para Mr. Wednesday, interpretado por Ian McShane. A série foi renovada apenas cinco dias após a estreia da 2ª temporada. A rapidez da decisão contrasta com a demora de 21 meses entre o final da temporada inaugural e o lançamento dos novos capítulos. Este hiato anormal foi consequência de problemas de bastidores, que começaram quando os produtores originais, Michael Green e Bryan Fuller, foram demitidos após conflito criativo e financeiro com a empresa Fremantle, que produz “Deuses Americanos”. Alguns atores, inclusive, optaram por deixar a série ao final da 1ª temporada em solidariedade à dupla. A trama gira em torno de Shadow Moon, um ex-condenado que é libertado da prisão após sua esposa morrer num acidente. Completamente só e falido, ele aceita trabalhar como guarda-costas para um vigarista misterioso chamado Mr. Wednesday, que parece saber mais sobre a sua vida do que deixa transparecer. Isto porque Wednesday é a encarnação do deus Odin, que está percorrendo a Terra para reunir todos os deuses antigos e iniciar uma batalha contra os novos deuses que controlam a humanidade atual: internet, televisão, cartão de crédito, etc. O elenco original inclui Ricky Whittle (Lincoln em “The 100”) como Shadow Moon, Ian McShane (série “Deadwood”) como Mr. Wednesday, além de Emily Browning (“Sucker Punch”), Crispin Glover (“Alice no País das Maravilhas”), Peter Stormare (série “Prison Break”), Pablo Schreiber (série “Orange Is the New Black”) e muitos outros. Exibida pelo canal pago Starz nos Estados Unidos, a série é disponibilizada com um dia de atraso no Brasil pela plataforma Prime Video, da Amazon, responsável por sua distribuição internacional.

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  • Série

    Modern Love: Série romântica estrelada por Anne Hathaway ganha trailer completo

    12 de setembro de 2019 /

    A Amazon divulgou o primeiro trailer completo de “Modern Love”, série de antologia romântica que chama atenção por seu elenco hollywoodiano, encabeçado por Anne Hathaway (“Interestelar”). O superelenco ainda destaca Tina Fey (“30 Rock”), Dev Patel (“Lion”), John Slattery (“Mad Men”), Catherine Keener (“Corra!”), Andy Garcia (“Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo”), Cristin Milioti (“How I Met Your Mother”), Julia Garner (“Ozark”), Shea Whigham (“O Primeiro Homem”), Olivia Cooke (“Jogador Nº 1”), Andrew Scott (“Sherlock”), Gary Carr (“The Deuce”), Sofia Boutella (“A Múmia”) e John Gallagher Jr. (“Hush: A Morte Ouve”). Mas essas estrelas não vão contracenar todas na mesma história. Criada pelo cineasta John Carney (“Sing Street”), a produção vai apresentar uma história distinta com diferentes personagens a cada episódio – num total de oito capítulos. Ou seja, será uma antologia, em que cada capítulo contará uma história completa. Para completar, Carrey não assinará todos os episódios. Ele compartilhará a tarefa com a atriz Emmy Rossum (estrela de “Shameless”), Sharon Horgan (criadora de “Divorce”) e Tom Hall (“Sensation”). A estreia está marcada para 18 de outubro.

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  • Filme

    Filmes da Netflix e da Amazon são boicotados pelo cinema oficial do Festival de Toronto

    11 de setembro de 2019 /

    Após passar em branco na premiação do Festival de Veneza deste ano, a Netflix sofreu outra decepção no Festival de Toronto (TIFF, na sigla em inglês), em sua estratégia para conseguir atenção da Academia para seus candidatos ao Oscar 2020. A rede de cinemas Cineplex, que patrocina o festival, barrou os filmes de plataformas de streamings em suas salas. Entre elas, o Scotiabank Theatre, local oficial de exibição dos filmes participantes do festival canadense. Com isso, diversos títulos da programação do festival perderam o palco principal do evento, entre eles “Meu Nome É Dolemite”, “História de um Casamento”, “Dois Papas” e “A Lavandeira”, da Netflix, e “Os Miseráveis”, “Honey Boy”, “O Relatório” e “The Aeronauts”, da Amazon. Sarah Van Lange, representante do Cineplex, declarou para à revista The Hollywood Reporter que a rede impediu a exibição dos filmes para manter a tradição de programar apenas títulos feitos para telas de cinema. “Existem centenas de filmes fantásticos sendo exibidos no festival este ano e, com todas essas opções, nós pedimos que os títulos exibidos em nossas telas sejam de estúdios que compreendem e apreciam a importância do modelo tradicional de cinema.” Diante da polêmica, os organizadores do festival programaram os filmes de streaming em cinemas menores. “O Cineplex tem sido um ótimo parceiro do TIFF por muitos anos. Este ano, estabeleceram novas restrições em relação ao uso das salas de cinema da Scotiabank durante o festival. Como resultado, agendamos filmes que não estão de acordo com os requisitos dos cinemas tradicionais em outros locais”

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