Naomie Harris vai estrelar série baseada em O Homem que Caiu na Terra
Naomie Harris, indicada ao Oscar por “Moonlight” (2016), vai estrelar a série sci-fi “The Man Who Fell to Earth”, baseada no livro homônimo de Walter Tevis que já foi adaptado num filme muito famoso estrelado por David Bowie – lançado no Brasil com a tradução literal de “O Homem que Caiu na Terra”. Ela se junta a Chitewel Ejiofor, indicado ao Oscar por “12 Anos de Escravidão” (2013), que vive o personagem-título. O papel da atriz é o de “uma cientista e engenheira brilhante que deve conquistar seus próprios demônios na corrida para salvar dois mundos”. No clássico de 1976, dirigido por Nicolas Roeg, Bowie vivia um alienígena preso na Terra após sua nave sofrer um acidente. Disfarçado como o excêntrico Thomas Jerome Newton, ele funda uma empresa de tecnologia revolucionária, avançando as descobertas científicas da humanidade para fabricar os componentes que precisa, visando consertar sua nave, voltar para sua família e salvar seu planeta, que agoniza com a falta d’água. Mas suas invenções chamam atenção. A nova versão terá um personagem diferente do interpretado por Bowie e presenciará outro ponto marcante na evolução humana. Na trama, o novo personagem alienígena (Ejiofor) “chega à Terra em um ponto de inflexão na evolução humana e deve enfrentar seu próprio passado para determinar nosso futuro.” O projeto está sendo desenvolvido para o canal pago Showtime por Alex Kurtzman, produtor responsável pelas séries do universo “Star Trek”, em parceria com Jenny Lumet (filha do cineasta Sidney Lumet). Os dois trabalharam juntos em “Star Trek: Discovery” e “A Múmia” e co-escreveram o roteiro do piloto. Kurtzman também vai dirigir o primeiro episódio. Além deles, a produção contará com John Hlavin, criador de “O Atirador” (Shooter). “Trabalhar com uma atriz do calibre de Naomie é um sonho absoluto”, disseram Kurtzman, Lumet e Hlavin em um comunicado. “Sua força, sua complexidade e suas escolhas artísticas ousadas são uma inspiração. Não poderíamos estar mais emocionados por tê-la a bordo. ” Assim como outras produções do canal Showtime, a série será disponibilizada no Brasil pela nova plataforma Paramount+. Relembre abaixo o trailer do filme de 1976.
Star Trek: Strange New Worlds completa elenco e começa gravações
A plataforma Paramount+ completou o elenco de sua nova série “Star Trek”. Com as gravações oficialmente em andamento em Toronto, no Canadá, a plataforma de streaming divulgou um vídeo de bastidores com as inclusões de Babs Olusanmokun (“Black Mirror”), Christina Chong (“Tom & Jerry – O Filme”), Celia Rose Gooding (da montagem da Broadway “Jagged Little Pill”), Jess Bush (“Playing for Keeps “) e Melissa Navia (“Billions”) à produção. Eles se juntam a Ethan Peck, Anson Mount e Rebecca Romijn, que reprisarão seus papéis da 2ª temporada de “Star Trek: Discovery”, respectivamente como Sr. Spock, Capitão Pike e Número 1. “Star Trek: Strange New Worlds” é um spin-off da 2ª temporada de “Star Trek: Discovery” e acompanha as aventuras da tripulação original da nave Enterprise, conforme apresentada no piloto da série clássica “Jornada nas Estrelas” (Star Trek) em 1964. Criado por Gene Roddenberry, o piloto inicial acabou rejeitado, mas o produtor refez o projeto com outra tripulação e elenco e conseguiu emplacar a série em 1966. Apenas o Sr. Spock foi aproveitado da primeira versão. Apesar do descarte, os espectadores puderam ver uma prévia da tripulação original num episódio de flashback de duas partes que marcou época em 1966, com cenas recicladas do piloto rejeitado. Em 2019, os produtores de “Star Trek: Discovery” resolveram resgatar aqueles personagens, levando os trekkers à loucura. Em pouco tempo, uma campanha tomou as redes sociais pedindo uma nova série focado nas aventuras perdidas da Enterprise, apresentando o Capitão Pike (e não Kirk) na ponte de comando. O primeiro episódio de “Strange New Worlds” foi escrito pelo roteirista Akiva Goldsman (criador de “Titãs”), a partir de uma história que ele concebeu com Alex Kurtzman (roteirista do reboot de “Star Trek”, de 2009) e Jenny Lumet (criadora de “Clarice”), produtores executivos da série. Goldsman também vai dirigir o capítulo inaugural, que ainda não tem previsão de estreia. Welcome to the #StarTrekFamily! Babs Olusanmokun, @ChrissyChong, Celia Rose Gooding, Jess Bush, and @melissaCnavia will be joining @ansonmount, @ethangpeck, and @rebeccaromijn on the U.S.S. Enterprise in #StarTrekStrangeNewWorlds, coming to @ParamountPlus in the US. pic.twitter.com/Xkc8bXglYB — Star Trek on Paramount+ (@StarTrekOnPPlus) March 12, 2021
Clarice: Comercial da nova série remete ao filme Silêncio dos Inocentes
A rede CBS divulgou o comercial completo de “Clarice”, exibido durante o intervalo do Super Bowl (a final do campeonato americano). Com imagens simbólicas, a prévia remete ao pôster original e ao título em inglês do filme “O Silêncio dos Inocentes” (Silence of the Lambs, o silêncio dos cordeiros), que rendeu o segundo Oscar de Melhor Atriz para Jodie Foster, justamente pelo papel de Clarice Starling. A personagem agora é interpretada pela australiana Rebecca Breeds, que viveu uma vampira vingativa na serie “The Originals”. Ela será a terceira intérprete de Clarice Starling nas telas. Além de Jodie Foster, a personagem criada pelo escritor Thomas Harris também foi interpretada por Julianne Moore na continuação de “O Silêncio dos Inocentes”, “Hannibal” (1999). A série vai se passar após os eventos do primeiro filme, encontrando Clarice em 1993, mas não vai citar o serial killer Hannibal Lecter em seus episódios. É que os direitos dos personagens estão divididos entre as produtoras MGM e Dino De Laurentiis Company, de modo que a nova série, produzida pela MGM para a rede CBS, não poderá citar quem apareceu na série “Hannibal”, produção da Dino de Laurentiss para a rede NBC. Por outro lado, “Clarice” terá todos os personagens que não apareceram em “Hannibal”, e isto inclui, além de Clarice Starling, sua colega Ardelia Mapp, o procurador-geral adjunto Paul Krendle, o serial killer Buffalo Bill e a garota sequestrada que ela salvou, Catherine Martin. Eles serão vividos por Devyn A. Tyler (“Fear the Walking Dead”), Michael Cudlitz (“The Walking Dead”), Simon Northwood (“Code 8: Renegados”) e Marnee Carpenter (“Painter”), respectivamente “Clarice” é uma criação de Alex Kurtzman e Jenny Lumet, que atualmente trabalham juntos em “Star Trek: Discovery”. Jenny é a filha do lendário cineasta Sydney Lumet (“Um Dia de Cão”) e iniciou sua parceria com Kurtzman ao escrever “A Múmia” (2017), fracasso dirigido pelo produtor. Por curiosidade, ela também trabalhou com o falecido diretor de “O Silêncio dos Inocentes”, Jonathan Demme, como autora do roteiro de “O Casamento de Rachel” (2008). A estreia está marcada para quinta-feira (11/2) nos Estados Unidos.
Chitewel Ejiofor vai estrelar série baseada no filme mais famoso de David Bowie
O ator Chitewel Ejiofor, indicado ao Oscar por “12 Anos de Escravidão”, vai estrelar a série baseada em “O Homem que Caiu na Terra”, livro de Walter Tevis que já foi adaptado num filme muito famoso estrelado por David Bowie. No clássico de 1976, dirigido por Nicolas Roeg, Bowie vivia um alienígena preso na Terra após sua nave sofrer um acidente. Disfarçado como o excêntrico Thomas Jerome Newton, ele funda uma empresa de tecnologia revolucionária, avançando as descobertas científicas da humanidade para fabricar os componentes que precisa, visando consertar sua nave, voltar para sua família e salvar seu planeta, que agoniza com a falta d’água. Mas suas invenções chamam atenção. Segundo apurou o site Deadline, o personagem de Ejiofor será diferente do interpretado por Bowie e presenciará outro ponto marcante na evolução humana. O projeto está sendo desenvolvido para a plataforma Paramount+ por Alex Kurtzman, produtor responsável pelas séries do universo “Star Trek”, em parceria com Jenny Lumet (filha do cineasta Sidney Lumet). Os dois trabalharam juntos em “Star Trek: Discovery” e “A Múmia” e co-escreveram o roteiro do piloto. Kurtzman também vai dirigir o primeiro episódio. “A carreira de palco e cinema de Chiwetel Ejiofor é impressionante em sua coragem, comprometimento e qualidade”, disseram Kurtzman e Lumet, em comunicado. “Ele é tudo que podíamos imaginar e um milhão de coisas que não poderíamos. Não tem como ficarmos mais emocionados.” A Paramount+ é a substituta da CBS All Access, que passará a adotar o novo nome a partir de 3 março nos EUA. A mudança também afetará a já existente Paramount+ do Brasil, que deverá sofrer uma reformulação. Relembre abaixo o trailer do filme de 1976.
Clarice: Série derivada de O Silêncio dos Inocentes ganha trailer completo
A rede CBS divulgou o primeiro trailer completo de “Clarice”, baseada na personagem Clarice Starling de “O Silêncio dos Inocentes”. A prévia mostra que a protagonista ainda tem pesadelos com o poço de Buffalo Bill, o serial killer que ela prendeu no filme, mas apesar disso irá atrás de novos psicopatas e enfrentará o machismo dos anos 1990, que dificulta seu trabalho de investigação. A personagem-título é vivida pela australiana Rebecca Breeds, que viveu uma vampira vingativa na serie “The Originals”. Ela será a terceira intérprete de Clarice Starling nas telas. A personagem criada pelo escritor Thomas Harris rendeu um Oscar de Melhor Atriz para Jodie Foster em “O Silêncio dos Inocentes” (1991) e foi interpretada por Julianne Moore na continuação, “Hannibal” (1999). A série vai se passar após os eventos do primeiro filme, encontrando Clarice em 1993, mas não poderá citar o serial killer Hannibal Lecter em seus episódios. Segundo informações da revista Entertainment Weekly, os direitos dos personagens criados pelo escritor Thomas Harris estão divididos entre a MGM e a Dino De Laurentiis Company, de modo que a nova série, produzida pela MGM para a rede CBS, não poderá citar os personagens que apareceram em “Hannibal”, produção da Dino de Laurentiss para a rede NBC. Por outro lado, “Clarice” terá todos os personagens que não apareceram em “Hannibal”, e isto inclui, além de Clarice Starling, seu colega Ardelia Mapp, o procurador-geral adjunto Paul Krendle, o serial killer Buffalo Bill e a garota sequestrada que ela salvou, Catherine Martin. Eles serão vividos por Devyn A. Tyler (“Fear the Walking Dead”), Michael Cudlitz (“The Walking Dead”), Simon Northwood (“Code 8: Renegados”) e Marnee Carpenter (“Painter”), respectivamente “Clarice” é uma criação de Alex Kurtzman e Jenny Lumet, que atualmente trabalham juntos em “Star Trek: Discovery”. Jenny é a filha do lendário cineasta Sydney Lumet (“Um Dia de Cão”) e iniciou sua parceria com Kurtzman ao escrever “A Múmia” (2017), fracasso dirigido pelo produtor. Por curiosidade, ela também trabalhou com o falecido diretor de “O Silêncio dos Inocentes”, Jonathan Demme, como autora do roteiro de “O Casamento de Rachel” (2008). A estreia está marcada para 11 de fevereiro nos Estados Unidos.
Clarice: Série derivada de O Silêncio dos Inocentes não poderá citar Hannibal Lecter
A vindoura série “Clarice”, que continuará a trama do filme “O Silêncio dos Inocentes”, não poderá citar o serial killer Hannibal Lecter em seus episódios. Segundo informações da revista Entertainment Weekly, os direitos dos personagens criados pelo escritor Thomas Harris estão divididos entre a MGM e a Dino De Laurentiis Company, de modo que a nova série, produzida pela MGM para a rede CBS, não poderá citar os personagens que apareceram em “Hannibal”, produção da Dino de Laurentiss para a rede NBC. Por outro lado, “Clarice” terá todos os personagens que não apareceram em “Hannibal”, e isto inclui, além de Clarice Starling, seu colega Ardelia Mapp, o procurador-geral adjunto Paul Krendle, o serial killer Buffalo Bill e a sobrevivente de sequestro Catherine Martin. A trama vai ser passar um ano depois dos eventos de “O Silêncio dos Inocentes” e da prisão de Buffalo Bill pela detetive do FBI Clarice Sterling, e vai mostrar, além da caçada a novos psicopatas, o machismo dos anos 1990, que dificulta o trabalho da protagonista numa agência federal dominada por homens. “Clarice” está sendo desenvolvido por Alex Kurtzman e Jenny Lumet, que atualmente trabalham juntos em “Star Trek: Discovery”. Jenny é a filha do lendário cineasta Sydney Lumet (“Um Dia de Cão”) e iniciou sua parceria com Kurtzman ao escrever “A Múmia” (2017), fracasso dirigido pelo produtor. Por curiosidade, ela também trabalhou com o falecido diretor de “O Silêncio dos Inocentes”, Jonathan Demme, como autora do roteiro de “O Casamento de Rachel” (2008). Para o papel principal, os dois escolheram a australiana Rebecca Breeds, que viveu uma vampira vingativa na serie “The Originals”. Ela será a terceira intérprete de Clarice Starling nas telas. A personagem criada pelo escritor Thomas Harris rendeu um Oscar de Melhor Atriz para Jodie Foster em “O Silêncio dos Inocentes” (1991) e foi interpretada por Julianne Moore na continuação, “Hannibal” (1999). Também participam da produção os atores Michael Cudlitz (“The Walking Dead”) como Paul Krendler, Devyn A. Tyler (“Fear the Walking Dead”) como Ardelia Mapp e Marnee Carpenter (“Painter”) como Catherine Martin. “Clarice” estreia em 11 de fevereiro de 2021 nos Estados Unidos.
Locke & Key tem renovação antecipada para 3ª temporada
A Netflix anunciou a renovação antecipada da série de terror “Locke & Key” para a 3ª temporada. Além de um post no Twitter (veja abaixo), lembrando que a série ainda precisa exibir a 2ª temporada em 2021, a notícia foi confirmada por um comunicado oficial. Para completar, a empresa firmou um contrato de desenvolvimento exclusivo com a co-showrunner da série, Meredith Averill, para que ela crie novas séries e outros projetos para a plataforma. Averill comanda “Locke & Key” em parceria com o prolífico produtor-roteirista Carlton Cuse (que tem seu próprio contrato com a Disney), que foi um dos mentores de “Lost” e criou “Bates Motel”, “Colony” e “Jack Ryan”. “Carlton e Meredith construíram um mundo incrível em ‘Locke & Key’, e estamos entusiasmados com o retorno dos Lockes para mais aventuras na 3ª temporada”, disse Brian Wright, vice-presidente geral de negócios da Netflix. Ele acrescentou que também estava “muito feliz por expandir nossa parceria criativa com Meredith Averill, uma talentosa criadora com um olho aguçado para o melhor horror e narrativa sobrenatural.” Os créditos de Averill também incluem “A Maldição da Casa da Colina”, “Jane the Virgin” e “The Good Wife”. Ela desenvolveu “Locke & Key” com Cuse e Aron Eli Coleite (que foi co-showrunner em uma encarnação anterior da série, que não se materializou na Hulu). “Estou extremamente grata por ter encontrado um lar na Netflix onde me sinto constantemente apoiada, desafiada e inspirada”, disse Averill. “Estou ansioso para continuar e expandir nosso relacionamento.” Cuse acrescentou: “Temos algumas aventuras incríveis reservadas para a família Locke na 3ª temporada, e não poderíamos estar mais animados para continuar contando nossa história com nossos grandes parceiros da Netflix.” O sucesso evidente de “Locke & Key” na Netflix coroa a perseverança dos interessados em transformar a história em série, após o projeto ser reprovado em outros canais. A produção sofreu quase uma década de rejeições. Vale lembrar que a Fox foi a primeira a se interessar pelos quadrinhos de Joe Hill (o filho de Stephen King) que inspiram a trama. O canal encomendou sua adaptação em 2011 – para Alex Kurtzman, Roberto Orci (roteiristas de “Star Trek” e criadores da série “Fringe”) e Josh Friedman (criador da série “Terminator: The Sarah Connor Chronicles”) – , mas não aprovou o piloto, dirigido pelo cineasta Mark Romanek (“Não Me Abandone Jamais”), por lembrar muito a 1ª temporada de “American Horror Story” – aprovada na ocasião. O produtor Carlton Cuse se envolveu com o material durante o desenvolvimento de um segundo piloto para a Hulu. Na época, a falta de entusiasmo daquela plataforma chegou a surpreender o mercado, já que o diretor do piloto era ninguém menos que Andy Muschietti, de “It: A Coisa”, e o projeto tinha em seu elenco três jovens atores daquele filme. Com a recusa do piloto de Muschietti, Cuse decidiu refazer tudo e apresentar sua ideia para a Netflix. Muschietti continuou creditado como produtor, mas sem dirigir nenhum episódio. E apenas o menino Jackson Robert Scott, intérprete do pequeno Georgie em “It: A Coisa”, foi aproveitado do elenco que tinha sido reunido para a Hulu. Além dele, a série acabou levando para as telas Connor Jessup (“Falling Sky”), Emilia Jones (“Utopia”) e Darby Stanchfield (a Abby de “Scandal”) como a família central da trama – a terceira encarnação do casting, desde o início do projeto. Aparentemente, faltava apenas Meredith Averill para o projeto dar certo. Com seus textos e produção, “Locke & Key” intrigou o público e garantiu grande audiência no serviço de streaming. Para quem não viu, a série acompanha uma mãe (Stachfield) e seus três filhos que se mudam para a antiga casa da família após o brutal assassinato do pai. No local, eles são assombrados por uma entidade do mal chamada Dodge, determinada a atormentá-los até conseguir o que quer: chaves para outras dimensões, que estão escondidas na residência. Como curiosidade, a intérprete de Dodge é uma atriz canadense de pais brasileiros, Laisla de Oliveira, que também apareceu em “The Gifted” e estrelou o terror “Campo do Medo” (2019) na Netflix. Apesar da renovação antecipada, a data de retorno da série ainda não está definida. Locke and Key fans, the cast has some news for you: The show has been picked up for Season 3! But first, Season 2 will arrive in 2021! pic.twitter.com/d4c0dheBkZ — Netflix (@netflix) December 18, 2020
Clarice: Série derivada de O Silêncio dos Inocentes ganha primeiro teaser
A CBS divulgou o primeiro teaser de “Clarice”, baseada na personagem Clarice Starling de “O Silêncio dos Inocentes”. A prévia é totalmente climática, explorando mortes de serial killer, e só revela a protagonista em seu fim. A personagem-título é vivida pela australiana Rebecca Breeds, que viveu uma vampira vingativa na serie “The Originals”. Ela será a terceira intérprete de Clarice Starling nas telas. A personagem criada pelo escritor Thomas Harris rendeu um Oscar de Melhor Atriz para Jodie Foster em “O Silêncio dos Inocentes” (1991) e foi interpretada por Julianne Moore na continuação, “Hannibal” (1999). A série vai se passar após os eventos dos dois filmes, encontrando Clarice em 1993, depois de lidar com Hannibal Lecter. A trama vai revelar a história pessoal da personagem, que não foi abordada no cinema, enquanto a acompanha em novas investigações de serial killers. O estúdio MGM tenta produzir “Clarice” desde 2011, mas precisou esperar o cancelamento da série “Hannibal”, na NBC, para conseguir tirar o projeto do papel. “Hannibal”, que contava a origem de Lecter, terminou em 2015 com a adaptação do livro “Dragão Vermelho”, de Harris. A história ia chegar em “O Silêncio dos Inocentes” na temporada seguinte, mas não teve chances de introduzir a sua Clarice. O criador da atração, Bryan Fuller, ainda atentou convencer a NBC a lançar uma adaptação desse livro como uma minissérie, sem resultados. “Clarice” está sendo desenvolvido por Alex Kurtzman e Jenny Lumet, que atualmente trabalham juntos em “Star Trek: Discovery”. Jenny é a filha do lendário cineasta Sydney Lumet (“Um Dia de Cão”) e iniciou sua parceria com Kurtzman ao escrever “A Múmia” (2017), fracasso dirigido pelo produtor. Por curiosidade, ela também trabalhou com o falecido diretor de “O Silêncio dos Inocentes”, Jonathan Demme, como autora do roteiro de “O Casamento de Rachel” (2008). Em comunicado, Kurtzman descreveu a Clarice Starling da série como “brilhante e vulnerável”, e alguém que “atrai monstros e loucos em sua direção”. “Sua máscara psicológica complexa vem de uma infância difícil, e sua motivação vem da necessidade de escapar do legado de segredos de família que a assombraram por toda a vida”, acrescenta a sinopse. O vídeo também revelou a data de estreia da atração, que vai chegar à TV americana em 11 de fevereiro.
Star Trek: Discovery presta homenagens a Anton Yelchin e Leonard Nimoy
A 3ª temporada de “Star Trek: Discovery” anda caprichando nas referências ao universo trekker. Passada quase mil anos no futuro da franquia original, após uma viagem no tempo sem volta da nave Discovery, a série já mostrou uma versão avançada da nave Voyager – de “Star Trek: Voyager” – , mas se superou nos últimos capítulos ao homenagear os atores Anton Yelchin e Leonard Nimoy, que faleceram há quatro e cinco anos, respectivamente. A missão da protagonista, Michael Burnham (Sonequa Martin-Green), em busca de pistas da destruição em massa das naves da Federação – fenômeno conhecido como “the Burn” (a queima) – , a levou à caixa preta de uma nave batizada de USS Yelchin, em homenagem ao intérprete do Sr. Chekov no recente remake cinematográfico da franquia, bem como ao planeta Ni’Var, antigamente conhecido como Vulcano, onde descobre que seu irmão Spock conseguiu realizar seu sonho, unificando as civilizações vulcana e romulana. Intitulado “Unification III”, o episódio inclui imagens de Leonardo Nimoy no papel de Spock, defendendo seu sonho de união dos antigos rivais. Projetada como um holograma, a cena é extraída de um dos melhores episódios de “Star Trek: A Nova Geração”, “Unification”, que marcou o 25º aniversário de “Star Trek” e foi exibida em duas partes – por isso, o “III” no nome do novo capítulo, como se fosse a conclusão da história exibida em 1991. Em “Unification III”, é revelado que Spock deixou um legado profundo e influenciou o destino de todo o seu povo. Considerada a melhor das temporadas da série, a 3ª temporada de “Star Trek: Discovery” está sendo disponibilizado no Brasil pela Netflix, com um episódio novo a cada sexta-feira. Veja abaixo o trecho da participação de Spock no capítulo desta semana.
Star Trek introduz romance do futuro entre personagens trans e não binário
Conhecida por seu pioneirismo em representatividade e inclusão desde os anos 1960, a franquia futurista “Star Trek” materializou seu primeiro casal formado por personagens não-binário e transexual. O episódio desta semana da 3ª temporada de “Star Trek: Discovery”, intitulado “Forget Me Not”, trouxe à tona a história da nova tripulante Adira, vivida por Blu Del Barrio, com a revelação de seu relacionamento com o falecido namorado Gray Tal, vivido por Ian Alexander, que os fãs de “The OA” devem lembrar pelo papel de Buck Vu. O detalhe é que os intérpretes se identificam exatamente como os personagens, como não binário (sem identidade sexual definida) e transexual (com identidade definida após transição sexual). Disponibilizado no Brasil pela Netflix na sexta (6/11), o episódio se focou na busca das memórias perdidas de Adira e levou a nave Discovery ao planeta da raça Trill, considerada uma metáfora para a transexualidade desde que foi introduzida na franquia nos anos 1990 – em episódios de “Star Trek: A Nova Geração” e principalmente “Star Trek: Deep Space Nine”. Numa aventura que também serviu de alegoria para a aceitação dos diferentes, Adira se apresentou como a primeira pessoa humana capaz de carregar o simbionte que até então apenas os Trills eram capazes de compartilhar. Tudo graças a seu amor por Gray, que morreu em seus braços logo após receber o simbionte conhecido como Tal. Mas este não foi o fim de seu romance. Ao recuperar as memórias dos antigos hospedeiros de Tal, numa cerimônia nas grutas de Trill, a rebatizada Adira Tal retorna à Discovery sofrendo um efeito colateral inesperado, que ela esconde dos demais tripulantes: a capacidade de ver, ouvir e interagir com Gray. Em entrevista à revista Variety, o produtor executivo Alex Kurtzman disse que esta história está longe de terminar, e que Del Barrio e Alexander permanecerão na série na 4ª temporada – que recentemente iniciou sua produção em Toronto, no Canadá. “É uma longa história com eles”, garantiu Kurtzman. O produtor acrescentou que a vontade de expandir a representação da identidade de gênero no programa também coincidiu com o desejo dos roteiristas de contar “uma grande história de amor” na 3ª temporada, e as duas ideias se fundiram. “Parecia uma maneira muito interessante de fazer isso”, diz ele. Tanto Del Barrio quanto Alexander são creditados como cocriadores dos personagens. Sem roteiristas trans na equipe, os responsáveis pelas histórias pediram ajuda aos intérpretes para escolher como eles gostariam de ver os personagens retratados, desde a escolha do pronome feminino para Adira, porque Del Barrio disse que foi assim que se identificou antes de se assumir não binária – o que só ocorreu após sua escalação para o papel – até a ausência de detalhes sobre o fato de que Gray passou por uma transição sexual. “Eu acho que absolutamente deveriam haver personagens trans que simplesmente existem, e eles não precisam necessariamente se explicar ou aparecer como trans para o público”, disse Alexander para a Variety.
Star Trek: Discovery é renovada para 4ª temporada
No dia em que seus novos episódios chegaram na Netflix – e um dia após o lançamento nos EUA – , a CBS All Access anunciou ter renovado “Star Trek: Discovery” para sua 4ª temporada. Foi a renovação mais rápida da produção, que é responsável por revitalizar a franquia “Star Trek” e viabilizar sua expansão na plataforma de streaming. Graças a seu sucesso, a CBS All Access já estreou mais três séries do mesmo universo e tem outras duas em desenvolvimento. Além disso, a empresa já deixou claro que pretende utilizar essa popularidade para conquistar mais espaço no mercado, a partir da estratégia de crescimento internacional que inclui a mudança de seu nome para Paramount+ em 2021. A estreia da atual temporada, que fez um reboot da trama ao levar os tripulantes da Discovery para uma viagem de quase mil anos no futuro, também recebeu os maiores elogios da produção desde seu lançamento em 2017. A nota registra 100% de aprovação no Rotten Tomatoes. Com a oficialização de sua continuidade, o começo da produção da nova temporada foi marcado para 2 de novembro, mas a data de estreia ainda não foi determinada. Em uma entrevista ao podcast Top 5 do site The Hollywood Reporter neste mês, o produtor Alex Kurtzman disse que tinha o futuro da franquia “Star Trek” mapeado até 2027, e que “Discovery” seguiria como o carro-chefe desse universo. Agora, os fãs estão ansiosos pela estreia do primeiro spin-off da série, “Star Trek: Strange New Worlds”, estrelado por Anson Mount, Ethan Peck e Rebecca Romijn após aparecerem em “Discovery” como a tripulação original da nave Enterprise – interpretando personagens do piloto original de “Star Trek”, produzido em 1964. Outro spin-off, “Section 31”, que seria estrelado por Michelle Yeoh, também está em desenvolvendo na plataforma. Além de “Discovery”, a CBS All Access ainda exibe “Star Trek: Picard”, que é continuação da série dos anos 1980 “Star Trek: A Nova Geração”, a comédia animada “Star Trek: Lower Decks” e a antologia “Short Treks”. Veja abaixo o vídeo do anúncio da renovação.
Kate Mulgrew vai voltar a viver a capitã Janeway em série animada de Star Trek
A atriz Kate Mulgrew, que foi indicada ao Emmy por viver Galina “Red” Reznikov, a cozinheira russa da série “Orange Is the New Black”, vai retomar outro papel marcante de sua carreira. Ela entrou na nova série de animação “Star Trek: Prodigy”, onde vai reviver a capitã Kathryn Janeway. Mulgrew foi a primeira mulher a protagonizar uma série do universo “Star Trek”, estrelando “Star Trek: Voyager” de 1995 a 2001, como a capitã da nave do título. Ela também apareceu brevemente como Janeway no cinema, em “Star Trek: Nemesis” (2002). “Eu investi cada centelha do meu ser na capitã Janeway e mal posso esperar para dotá-la de nuances que nunca fiz antes em ‘Star Trek: Prodigy'”, disse Mulgrew em um comunicado. “Como é emocionante ser capaz de apresentar a essas mentes jovens uma ideia que elevou o mundo por décadas. Estar no comando novamente será profundamente gratificante de uma nova maneira para mim.” A participação foi anunciada nesta quinta-feira (8/10) durante a Comic Con de Nova York, mas a série animada já vinha sendo mencionada desde julho. Ao contrário das demais atrações do universo trekker, veiculadas na plataforma CBS All Access (Paramount+ a partir de 2021), “Star Trek: Prodigy” será uma produção voltada para crianças e disponibilizada no canal pago Nickelodeon. Desenvolvida pelos irmãos Dan e Kevin Hageman, que venceram o Emmy 2018 como roteiristas da série animada “Caçadores de Trolls: Contos de Arcadia”, “Prodigy” também será a primeira produção com animação em CGI (computadorizada) de “Star Trek”. Na trama, um grupo de adolescentes encontra, por acaso, uma nave abandonada da Frota Estelar e passa a usá-la para viver várias aventuras e dar novo sentido as suas vidas. Não está claro como a capitã Janeway entra neste contexto, mas o produtor executivo Alex Kurtzman deu uma dica. “Esta capitã seguia um padrão diferente de seus antecessores. Esta capitã precisou incorporar um nível desumano de perfeição para ser aceita como ‘boa o suficiente’ pelos céticos, mas mostrou a todos o que isso significava, tornando-se verdadeiramente notável. Não podemos pensar em nenhum capitão melhor para inspirar a próxima geração de sonhadores na Nickelodeon, do que esta”, o produtor disse, em comunicado.
Star Trek: Discovery ganha trailer, pôster e painel virtual com novidades da 3ª temporada
A franquia “Star Trek” realizou uma – pouquíssima divulgada – convenção virtual nesta terça (8/9), em que apresentou várias novidades. Batizado de “Star Trek Day”, o evento teve participação de atores e equipes de produção das séries clássicas e das novas atrações exibidas no serviço de streaming CBS All Access. Entre os painéis divulgados no canal da plataforma no YouTube, o maior destaque ficou por conta da revelação do pôster e do trailer da 3ª temporada de “Star Trek: Discovery”, que acompanha a comandante Burnham (Sonequa Martin-Green) numa viagem ao futuro, dando sequência aos eventos do final da 2ª temporada. Os novos episódios encontrarão a tripulação da USS Discovery em um período desconhecido, devastado e cheio de incertezas, em que a tripulação se vê como símbolos de uma utopia destruída e assume a missão de restaurar os ideias de fraternidade da agora extinta Federação dos Planetas Unidos. Além do trailer, o painel destacou a introdução de novos personagens na série, com destaque para Cleveland Booker, papel de David Ajala (“Supergirl”), ator presente na discussão, sem esquecer dos novos representantes da comunidade LGBTQIA+: Blu Del Barrio, em seu primeiro papel como um personagem não binário, e Ian Alexander (“The OA”), que viverá um transexual hospedeiro da raça trill. Com 13 episódios, a 3ª temporada estreará no CBS All Access em 15 de outubro, com a exibição de episódios semanais às quintas. No Brasil, a série é distribuída pela Netflix, que costuma disponibilizar os capítulos um dia após a transmissão nos EUA. Veja abaixo a íntegra do painel, o trailer e o pôster de “Star Trek: Discovery”.











