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  • Música

    Marido acusa Cardi B de traição e rapper rebate: “Pare de agir como idiota”

    27 de junho de 2023 /

    O rapper Offset, marido de Cardi B, acusou a cantora de traição na última segunda-feira (26/6). Ele fez uma publicação relâmpago no Instagram em que relatava a suposta infidelidade da rapper. Ela se pronunciou e negou a informação nas redes sociais. A confusão começou durante a manhã, assim que o rapper publicou um story polêmico acusando a esposa de traição. “Minha esposa ‘pegou’ um cara da minha gangue. Vocês todos sabem como eu fico”, escreveu ele. A postagem de Offset foi deletada pouco tempo depois, mas os seguidores da dona do hit “Money” não deixaram barato e compartilharam as acusações do rapper nas redes sociais.   Cantora desmente acusação Em seguida, Cardi B utilizou seu perfil oficial no Twitter para conversar com seus fãs através do Space, na qual ela falou sobre o assunto. A rapper iniciou a transmissão cantando os primeiros versos de “I Should Have Cheated” (Eu deveria ter traído), de Keyshia Cole. “Escutem, não prestem atenção nesse homem do campo, vocês todos. Não dê atenção ao homem do campo. Aquele Space outro dia deixou os filhos da put* em espiral e pensando merd*”, ela esclareceu. “Eu sou a porr* da Cardi B, mano. Acho que às vezes eles se esquecem. Eu sou Cardi B. Se eu estivesse dando para qualquer um, não seria qualquer um. Não posso f*der um qualquer um, porque eles vão contar ao mundo. E não posso fazer com ninguém na indústria, porque eles também vão contar.” Cardi B concluiu que não há motivos para preocupações, pois se trata de apenas uma neurose do marido. “Então, por favor, garoto, pare de agir como um idiota. Pare de agir como um estúpido. Enlouquecendo por causa da p*rra de um Space. Não brinque comigo. Que p*rra. Pare de jogar. Isso é tudo o que eu vou dizer, desgraçado”, completou. É importante destacar que Offset já teria traído Cardi B diversas vezes durante seu relacionamento. Offset with a post and delete alleging that Cardi B cheated on him. pic.twitter.com/jH5K40M02w — RAGE WORLD (@TheRageWorld) June 26, 2023

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  • Etc

    Kevin Spacey planeja retorno após acusações de assédio: “Estão prontos pra me contratar”

    14 de junho de 2023 /

    Kevin Spacey (“House of Cards”) está otimista com um possível retorno à atuação. Após evitar processos e condenação por abuso sexual nos EUA, ele revelou que conta com apoio de pessoas da indústria para voltar a fazer filmes. Atualmente, o ator o vencedor do Oscar ainda enfrenta um processo no Reino Unido, em que é acusado de agressão sexual. Embora tenha se declarado inocente, Spacey aguarda o julgamento. Durante entrevista à revista ZEITmagazin, o ator comentou em que pé está a retomada da sua carreira. “É um momento em que muitas pessoas têm muito medo de me apoiar, com medo de serem canceladas”, disse ele. “Mas eu sei que há pessoas que estão prontas pra me contratar assim que eu for absolvido dessas acusações em Londres. No momento em que isso acontecer, eles estão prontos para seguir em frente”. Apesar do processo acumular 12 acusações, Spacey não esboçou preocupação quando a sua reputação. “Em 10 anos, isso não significará nada. Meu trabalho viverá mais do que eu, e é isso que será lembrado”, declarou. O julgamento está marcado para o dia 28 de junho. As acusações de agressão sexual contra Spacey incluem alegações de que ele abusou sexualmente de três homens enquanto era diretor artístico do teatro Old Vic de Londres, entre 2004 e 2015.   Inocentado de abusar ator de “Star Trek” No mês de outubro do passado, o ator foi inocentado da acusação de agressão sexual feita pelo ator Anthony Rapp (“Star Trek: Discovery”). Segundo Rapp, Spacey agiu para gratificar seu desejo sexual durante um encontro em uma festa em Manhattan, em 1986, quando Rapp tinha apenas 14 anos e Spacey estava com 26 ou 27 anos. O caso veio à tona em 2017, quando o site BuzzFeed publicou uma entrevista com Rapp, em que ele relatou o ocorrido. Segundo o ator, Spacey estava bêbado e o agarrou no final de uma festa com o elenco de uma peça, colocou-o em cima de uma cama, subiu em cima dele e fez avanços sexuais (tocando as suas nádegas). “Quando uma investigação é realizada, essas coisas se desmoronam”, declarou Spacey na entrevista a ZEITmagazin. “Isso é o que aconteceu no caso do [Anthony] Rapp, e é isso que vai acontecer neste caso”.   Escândalo e sorte Apesar de ter sido inocentado nesse caso, o ator foi acusado por mais de 20 homens de má conduta sexual, um volume tão expressivo que acabou com sua carreira. Desde a acusação inicial de Rapp em 2017, ele foi retirado da série “House of Cards” (uma vez que os integrantes da equipe fizeram suas próprias denúncias contra ele) e também perdeu o papel no filme “Todo o Dinheiro do Mundo” (2017), tendo sido substituído por Christopher Plummer depois que o filme já estava pronto – as refilmagens ocorrem de forma acelerada para o longa não perder sua data de estreia. Spacey também já foi condenado a pagar US$ 31 milhões de indenização à produtora MCR pelo cancelamento da série “House of Cards”, após o juiz do caso considerar que seu comportamento foi responsável pela decisão da Netflix de encerrar a série premiada. Mas outras acusações feitas contra ele acabaram não indo adiante por diferentes motivos. Dois acusadores que o processaram morreram antes de seus casos chegarem nos tribunais. O escritor norueguês Ari Behn, ex-marido da princesa da Noruega, cometeu suicídio no Natal de 2019, três meses após um massagista que acusava o ator falecer subitamente. Para completar, Spacey teve outro processo, movido por um rapaz que tinha 18 anos na época do assédio, retirado abruptamente na véspera de ir a julgamento.   Retomada da carreira Graças à falta de condenações, ele conseguiu voltar a atuar em um filme italiano, “L’Uomo che Disegnò Diò”, dirigido e estrelado pelo astro Franco Nero. Ele também interpretou um vilão no filme de baixo orçamento “Peter Five Eight”. Além disso, Spacey foi confirmado no próximo filme independente de Gene Fallaize (“Superman: Requiem”) e recebeu uma homenagem ao ministrar uma masterclass no Museu Nacional de Cinema da Itália, em Turim.

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  • Filme

    Ator da Marvel nega acusações de assédio, “embora não seja perfeito”

    12 de junho de 2023 /

    O ator Tenoch Huerta, conhecido pelo seu papel como Namor em “Pantera Negra: Wakanda Para Sempre”, negou a acusação de agressão sexual da musicista e ativista María Elena Rios. A denúncia foi feita por ela através das redes sociais no último sábado (10/6). Ela chamou o ator de “predador” e afirmou ter sido vítima de agressão sexual. Em resposta, o ator se pronunciou através dos stories no Instagram nesta segunda-feira (12/6). “Uma acusação falsa e completamente infundada sobre mim se espalhou como fogo – e não posso mais deixá-la sem contestação”, escreveu. O ator explicou que o relacionamento com María foi “totalmente consensual o tempo todo”. Ele ainda alegou que testemunhas podem confirmar a informação. “Durante todo esse período, tivemos um relacionamento amoroso, caloroso e de apoio mútuo. No entanto, após o término, Elena começou a distorcer nossas interações tanto em particular quanto na frente de grupos de amigos em comum”, disse. “Como resultado, há alguns meses, contratei uma equipe jurídica para tomar as medidas necessárias para proteger minha reputação e refutar essas acusações irresponsáveis e falsas, que podem causar grandes danos”. Ele finalizou a declaração agradecendo o apoio daqueles que estão do seu lado e os que “estão dispostos a olhar os fatos para refletir antes de chegar a uma conclusão falsa e injusta”. “Embora eu não seja perfeito, sei que essas alegações são simplesmente falsas. E, embora eu esteja sempre trabalhando para melhorar, preciso contestar essas afirmações que são falsas e ofensivas”, completou.   Acusações de assédio A denúncia foi feita publicamente nas redes sociais de María, após ela deixar o grupo antirracista Poder Prieto, do qual Huerta é membro. Ela alegou que o ator teria sido protegido pela organização, apesar de saberem do ocorrido. “Deixei muito claro na minha saída dessa sua seita que protege ao violentador e predador sexual Tenoch Huerta, que não publicariam nada de mim. Mas eles foram atrás de mim para evitar escândalos por causa do seu filme da Marvel”, escreveu. “É muito difícil falar sobre abuso emocional e abuso por um predador sexual que é amado pelo mundo por interpretar um personagem em um filme como Tenoch Huerta. Ele parece charmoso, o que é uma característica de um narcisista e de boa parte da vitimização”, acrescentou. A ativista já foi vítima de um ataque violento planejado por um ex-namorado, que contratou dois homens para jogar ácido em seu rosto em 2019. Após o incidente, ela ficou seis meses hospitalizada, se recuperando das queimaduras e se tornou uma importante voz contra a violência de gênero.   Pronunciamento após a repercussão Com a rápida repercussão do caso, María compartilhou que recebeu mensagens questionando sua denúncia tardia do ocorrido. Através do Twitter, ela justificou a demora para ter formalizado as acusações. “Por que estou atrasada em falar sobre isso? Porque eu tenho meu processo”, escreveu ela. “Por que não denunciei? Porque eu tinha medo que isso acontecesse: pessoas que se recusam a acreditar que um super-herói é um abusador, manipulador e predador sexual”, declarou. “Sim, você [Tenoch Huerta] abusa porque sabe que tem poder”. Ela ainda marcou perfil do ator na publicação.   Acusações de assédio na Marvel O caso de Huerta acontece menos de seis meses após o escândalo de abuso sexual envolvendo o ator Jonathan Majors, que interpretou o vilão Kang na série “Loki” e no recente “Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania”. Ele foi acusado de agressão pela ex-namorada e chegou a ser preso. Segundo o relato, o ator estava em um táxi com a vítima, que o confrontou após reparar mensagens de outra mulher em seu celular. Isso teria deixado Majors transtornado até que ele agrediu e enforcou a mulher. Após a denúncia vir a público, outras mulheres também acusaram o ator. Com a repercussão, ele foi demitido de dois projetos que estava envolvido. Até o momento, a Marvel não se pronunciou sobre as acusações. Por outro lado, circulam boatos de que o estúdio vai substituir Majors, considerando que a participação do seu personagem é ainda mais impactante nos próximos filmes. De acordo com a programação, Kang será o grande vilão da Fase 6 do Universo Cinematográfico Marvel. Já Huerta ainda não tenha sido anunciado em nenhum título futuro da Marvel, mas o ator foi aclamado pela sua participação em “Wakanda Para Sempre”, o que sugeriu o retorno de seus personagem em novas produções.

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  • Filme

    Jornalista agredido acusa diretora do filme de Johnny Depp de ser anti-MeToo

    16 de maio de 2023 /

    A diretora francesa Maïwenn (“Jeanne du Barry”) gerou controvérsias na última semana quando admitiu ter agredido o jornalista francês Edwy Plenel, que registrou uma queixa na polícia há algumas semanas. Ele veio à público nesta terça (16/5) afirmar que a diretora o agarrou pelos cabelos e cuspiu em seu rosto enquanto ele estava em um restaurante. O jornalista afirma que ficou traumatizado com o incidente e decidiu se pronunciar após a declaração da diretora. Em conversa com a revista americana Variety, Plenel revelou acreditar que Maiwenn o agrediu em protesto contra o Mediapart, jornal online em que ele é editor-chefe. Anteriormente, o veículo conduziu investigações sobre acusações de estupro e agressão sexual contra o cineasta Luc Besson (“O Quinto Elemento”). A diretora foi casada com Besson na década de 1990 e eles têm uma filha juntos. “Publicamos o que ela disse à polícia como parte da investigação sobre Besson”, disse. “Uma vez que publicamos nosso artigo, nunca recebemos nenhum tipo de protesto. Isso foi cerca de cinco anos [atrás] – isso significaria que, por todo esse tempo, Maïwenn queria se vingar. Mas se for esse o caso, por que ela não enviou um e-mail? [Nós] nunca recebemos um telefonema dela”, completou. O jornalista vê a agressão como um ato político de Maïwenn para protestar contra o trabalho investigativo do Mediapart em relação ao assédio sexual na indústria cinematográfica. Ele afirmou que a diretora tem um posicionamento contra o movimento #MeToo, que defende os direitos femininos e as vítimas de assédio sexual. Como exemplo, ele citou uma entrevista para a revista francesa Paris Match, em 2020. “É uma loucura quanta estupidez elas dizem hoje em dia! Essas mulheres não gostam de homens, isso é claro, e estão causando danos colaterais muito sérios”, disse a cineasta na ocasião contra denúncias de abuso sexual. “Quando ouço mulheres reclamando que os homens só estão interessados em suas nádegas, digo a elas: ‘Aproveite porque não vai durar!'”, acrescentou. “Eu não conheço a Maïwenn, nunca a encontrei. Eu não teria sido capaz de reconhecê-la”, continuou Plenel. “Essa agressão causou mais surpresa do que qualquer outra coisa. Ela não atacou apenas a mim individualmente, mas o símbolo que represento como fundador e diretor de um jornal, que na França esteve na vanguarda de todas as revelações do movimento #MeToo”. O jornalista ainda apontou que o Festival de Cannes selecionar seu filme “Jeanne du Barry”, estrelado por Johnny Depp, para a abertura do evento é um reflexo da posição da indústria cinematográfica francesa em relação ao movimento #MeToo. “A mitologia que é apresentada no filme, juntamente com a escolha de Johnny Depp para o elenco, seus comentários anti-#MeToo e agora essa agressão da qual ela parece se orgulhar e que faz as pessoas rirem na TV – isso diz algo”, pontua. Plenel ressalta que o apoio de Cannes ao filme de Maiwenn levanta questões mais amplas sobre a indústria cinematográfica francesa, que não parece abraçar o movimento de combate ao assédio e abuso sexual. Segundo ele, enquanto nos Estados Unidos houve progressos significativos na conscientização contra o assédio sexual em Hollywood, a indústria do entretenimento na França segue machista e parada no tempo.

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  • Etc

    Key Alves é acusada de dar calote em influenciador: “Meteu marcha”

    9 de maio de 2023 /

    A atleta Key Alves voltou a ser alvo de polêmicas nesta terça-feira (9/5) É que a ex-sister está sendo acusada de dar calote no influenciador Matheus Yurley, que teria lhe chamado para fazer uma publicidade. A bomba surgiu nas redes sociais após rumores apontarem que Key Alves rompeu contrato com a agência ADR, criada pelo youtuber Rezende. “Fechei um job uma vez pra ela, recebeu [o cachê] e meteu marcha sem fazer a publi”, revelou Yurley num perfil de fofoca. No entanto, o influenciador não ofereceu mais detalhes sobre qual teria sido a publicidade feita por Key Alves, tampouco se manifestou se pretende acionar a Justiça. Até o momento, Key Alves também não se pronunciou sobre o suposto calote.

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  • Etc

    Ator de “Dança com Lobos” é preso sob acusação de abuso sexual de meninas indígenas

    1 de fevereiro de 2023 /

    O ator indígena Nathan Lee Chasing His Horse, conhecido pela sua participação no filme “Dança com Lobos” (1990), foi preso em Nevada sob a acusação de abuso sexual. Segundo informações da Associated Press, o ex-ator se tornou líder de uma seita e é acusado de abusar de “meninas indígenas durante um período de duas décadas”. As autoridades teriam recebido uma denúncia em outubro de 2022 de que ele seria o líder de uma seita chamada The Circle (O Círculo em tradução literal). Depois de meses de investigação, Nathan foi levado sob custódia quando oficiais da SWAT invadiram a casa que ele divide com suas cinco esposas. O mandado de busca também aponta que haviam alegações de crimes sexuais contra ele que datavam do início dos anos 2000, em estados como Montana, Dakota do Sul e Nevada. As autoridades já identificaram seis das suas supostas vítimas, sendo que algumas delas tinham apenas 13 anos. O documento judicial também afirma que Nathan foi banido da Reserva Fort Peck, em Montana, em 2015, após ter sido acusado de tráfico humano. Além estrelar “Dança com Lobos”, Nathan Lee Chasing His Horse também fez participações nas séries “Elo Perdido” (1993) e “Into the West” (2005), e nos telefilmes “DreamKeeper” (2003) e “Enterrem Meu Coração na Curva do Rio” (2007).

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  • Etc

    Marilyn Manson faz acordo com atriz de “Game of Thrones” que o acusou de abuso

    25 de janeiro de 2023 /

    O cantor Marilyn Manson fez um acordo judicial com a atriz Esmé Bianco (conhecida pelo papel de Ros em “Game of Thrones) para encerrar o processo de abuso e agressão sexual que ela havia aberto contra ele. “A senhora Bianco concordou em resolver suas reivindicações contra Brian Warner e Marilyn Manson Records, Inc.”, declarou o advogado Howard E. King ao site Deadline, em nome de Manson (cujo nome real é Brian Warner) e da sua gravadora. O advogado de Bianco também divulgou uma declaração semelhante na terça-feira (24/1), afirmando que sua cliente queria “seguir em frente com sua vida e carreira”. Detalhes sobre o acordo não foram divulgados. Bianco falou inicialmente sobre sua experiência com Manson ao New York Magazine em fevereiro de 2021, contando até ter sido esfaqueada, mas a ação criminal aberta por ela detalhava de forma ainda mais explícita a denúncia da suposta violência do cantor. A queixa, apresentada no dia 30 de abril de 2021 no Tribunal Distrital da Califórnia, também denunciava o empresário do artista, Tony Ciulla, por tráfico humano, ao trazê-la de Londres para Los Angeles sob o pretexto de contratá-la para um videoclipe que nunca foi lançado e um filme que nunca foi feito. De acordo com a atriz, ela foi contatada em 2009 sobre a possibilidade de estrelar um clipe. Mas quando Bianco chegou à casa do artista em Los Angeles (EUA), só quem a aguardava era o próprio Manson com uma câmera. Garantindo que tudo seria usado no vídeo, o roqueiro a fez ficar só de lingerie, ameaçou estuprá-la e agredi-la, a amarrou em um oratório antigo que ele tinha em um quarto de sua casa, passando a chicoteá-la e eletrocutá-la. O clipe em questão nunca foi lançado, mas Bianco disse que Manson utilizou “drogas, ameaças e violência” para mantê-la sob o seu controle por anos depois das “gravações”, prometendo papel em seu projeto cinematográfico “Phantasmagoria”, com novas cenas degradantes e que também nunca foi lançado, e alimentando expectativas numa lavagem cerebral que a fez morar com ele em 2011. Nesta época, segundo a atriz, Manson a obrigava a ficar dias sem dormir, a xingava quando ela reclamava do tratamento que recebia e a estuprava frequente e violentamente. Em uma ocasião, o roqueiro teria cortado Bianco com uma faca e postado as imagens das feridas nas redes sociais, sem a permissão dela. Vários meses após o processo de Bianco, os detetives do Condado de Los Angeles invadiram a casa de Manson em uma investigação relacionada a abuso sexual e acusações de agressão contra o cantor. As descobertas dessa busca e uma investigação mais ampla foram entregues ao escritório da promotoria em 2022. Desde então, nenhuma acusação foi feita, apesar do número significativo de reclamações de outras mulheres, incluindo a ex-noiva de Manson, a atriz Evan Rachel Wood (“Westworld”).

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  • Etc

    Pamela Anderson acusa ator Tim Allen de assédio sexual

    23 de janeiro de 2023 /

    A atriz Pamela Anderson (“S.O.S. Malibu”) acusou o ator Tim Allen, da série “Last Man Standing” e voz de Buzz Lightyear em “Toy Story”, de assédio sexual. O caso foi descrito pela estrela em seu livro de memórias ainda inédito, “Love, Pamela”, e divulgado pelo site da revista Variety. O caso teria acontecido em 1991, quando Anderson tinha apenas 23 anos e Allen tinha 37. Segundo a atriz, no seu primeiro dia de trabalho na série “Home Improvement”, estrelada por Allen, o ator se exibiu para ela, mostrando o seu pênis. “No primeiro dia de gravação, saí do meu camarim e Tim estava no corredor de roupão”, escreveu Anderson. “Ele abriu o roupão e se exibiu rapidamente – completamente nu por baixo”. Anderson ainda disse que Allen considerou o fato uma piada, dizendo que era “justo” que ela o visse nu, já que ele já tinha visto ela nua na revista Playboy. Ao final, Allen disse: “Agora estamos quites”. A atriz conta que, na hora, só conseguiu rir desconfortavelmente. Procurado pela Variety para comentar as acusações, Tim Allen afirmou que “não, isso nunca aconteceu. Eu nunca faria uma coisa dessas”. Pamela Anderson apareceu em duas temporadas da série “Home Improvement”, antes de conseguir seu papel de maior destaque em “S.O.S. Malibu”. Além do livro de memórias, que chega às livrarias em 31 de janeiro, Anderson também estrelou o documentário “Pamela Anderson – Uma História de Amor” (Pamela, a Love Story), no qual fala sobre sua vida e seus relacionamentos. O documentário também estreia em 31 de janeiro, na Netflix. Assista abaixo ao trailer de “Pamela Anderson – Uma História de Amor”.

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  • Série

    Criador de “Rick and Morty” é acusado de violência doméstica

    13 de janeiro de 2023 /

    O roteirista e dublador Justin Roiland, co-criador da série animada “Rick and Morty”, foi acusado de violência doméstica e pode ser preso. O incidente aconteceu em 2020, mas só vazou na quinta (12/1), pois até então corria em segredo de Justiça. Após a denúncia, Roiland foi indiciado com uma acusação de agressão doméstica com lesão corporal e uma acusação de crime de cárcere privado por ameaça, violência, fraude e/ou engano. De acordo com a pena prevista na Califórnia (onde o caso será julgado), Roiland pode ser preso por até sete anos e ter que pagar multas pesadas, caso seja condenado. Até o momento, não foi marcada a data do julgamento e existe a possibilidade de o caso ser arquivado. O artista se declara inocente de todas as acusações e seus advogados indicam que ele vai manter o mesmo posicionamento. “Para ser claro, não apenas Justin é inocente, como também temos todas as expectativas de que este assunto esteja prestes a ser encerrado assim que o escritório do promotor distrital concluir sua revisão metódica das evidências”, disse o advogado de Roiland, T. Edward Welbourn, ao site Deadline. “Estamos ansiosos para limpar o nome de Justin e ajudá-lo a seguir em frente o mais rápido possível.” Após pagar uma fiança de US$ 50 mil em agosto de 2020, Roiland recebeu uma ordem de restrição que exigia que ele mantivesse uma distância de pelo menos 30 metros da pessoa que ele supostamente agrediu. Além disso, não pode ter nenhum contato ou assediar a pessoa acusadora. A ordem só expira em outubro deste ano. Além de ter criado “Rick and Morty” em parceria com Dan Harmon, Roiland também dá voz ao protagonista, o cientista Rick Sanchez. Ele também criou a série “Solar Opposites”, renovada para a 5ª temporada, e produz “Koala Man”, lançada nesta semana pela plataforma Star+. Essa não é a primeira acusação envolvendo a equipe criativa de “Rick e Morty”. Há cinco anos, o co-criador Dan Harmon foi acusado de assediar a roteirista Megan Ganz, que trabalhava em outra série dele, “Community”. Ele também teria se tornado vingativo quando ela rejeitou seus avanços. Na ocasião, Harmon emitiu um pedido de desculpas público e ela o perdoou.

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  • Etc

    Bill Cosby é acusado de estupro por mais cinco mulheres

    6 de dezembro de 2022 /

    O comediante Bill Cosby foi acusado de abuso sexual por mais cinco mulheres. As vítimas entraram com uma ação nessa segunda (5/12) no tribunal de Nova York, tanto contra Cosby quanto contra a emissora NBC, que exibia a série “The Cosby Show” e que supostamente acobertou muitos dos atos do comediante. As novas acusadoras de Cosby são Lili Bernard, Cindra Ladd, Eden Tirl, Jewel Gittens e Jennifer Thompson. Elas se juntaram para processar o ator sob o Adult Survivors Act, uma lei do estado de Nova York que suspende temporariamente a prescrição de denúncias de agressões sexuais mais antigas. A lei permite que se abra uma “janela retroativa” de um ano para os acusadores entrarem com ações civis de agressão sexual, independentemente do estatuto de limitações. A janela foi aberta em 24 de novembro, seis meses depois que a governadora Kathy Hochul assinou a lei. Ao contrário de iniciativas semelhantes em Nova York e outros estados, a lei se aplica a acusadores que eram adultos na época das supostas agressões. As mulheres alegam que Cosby as estuprou ou as forçou a realizar atos sexuais. Quatro das alegações datam do final dos anos 1980 ou dos anos 1990, quando o ator estava no auge de sua fama estrelando a série “The Cosby Show” na NBC. Já a quinta acusação foi feita por Ladd, uma ex-executiva de Hollywood que disse que Cosby a estuprou em 1969. Lili Bernard, outra das acusadoras, é atriz e participou de um episódio de “The Cosby Show”. Ela apresentou sua alegação pela primeira vez em 2015, em uma coletiva de imprensa com Gloria Allred, advogada americana conhecida por lutar por direitos femininos. Bernard entrou com uma ação separada contra Cosby em Nova Jersey em 2021. Ela também compareceu ao julgamento civil realizado em Santa Monica, na Califórnia, em junho de 2022, no qual um júri ordenou que Cosby pagasse US$ 500 mil a Judy Huth por agredi-la sexualmente em 1975, quando ela tinha 16 anos. O porta-voz de Cosby, Andrew Wyatt, chamou o processo de “frívolo” e disse que as cinco mulheres faziam parte de um “desfile de acusadoras” que se apresentou entre 2014 e 2016. “Como sempre afirmamos, e agora a América pode ver, não se trata de justiça para as vítimas de suposta agressão sexual, é TUDO SOBRE DINHEIRO”, disse Wyatt, em comunicado. “Acreditamos que os tribunais, assim como o tribunal da opinião pública, seguirão as regras da lei e isentarão o Sr. Cosby dessas supostas acusações. O Sr. Cosby continua negando veementemente todas as alegações feitas contra ele e espera se defender no tribunal.” Cosby, agora com 85 anos, foi condenado na Pensilvânia em abril de 2018 por uma acusação criminal de agressão sexual. Mas foi libertado em 2021, após passar quase três anos na prisão, com a anulação da condenação pela Suprema Corte do estado.

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    Ator premiado de “Round 6” é indiciado por abuso sexual

    25 de novembro de 2022 /

    O ator Oh Yeong-su, conhecido pela sua participação da série sul-coreana “Round 6”, foi indiciado nessa quinta (24/11) por acusações de má conduta sexual na Coréia do Sul, de acordo com reportagens locais e da Agence France-Presse. Yeong-su, que venceu o Globo de Ouro de Melhor Ator Coadjuvante pelo papel de Oh Il-nam, o concorrente idoso do jogo, foi acusado de tocar inapropriadamente o corpo de uma mulher. O caso é antigo – o abuso teria ocorrido cinco anos atrás – e já tinha sido descartado no início deste ano, mas foi reaberto devido à apelação da vítima, de acordo com reportagens locais. Em uma declaração ao canal local JTBC, o ator deu sua versão: “Eu apenas segurei a mão dela para guiá-la pelo caminho ao redor de um lago. Pedi desculpas, mas isso não significa que eu admito as acusações.” A agência de notícias AFP também citou um funcionário do tribunal de Suwon que disse que “tudo que foi relatado pela mídia local não é factualmente correto”. Oh Yeong-su atua há mais de 50 anos, principalmente no teatro e em produções locais. Seu papel em “Round 6” lhe rendeu fama e reconhecimento mundial. A 1ª temporada de “Round 6” bateu recordes de audiência, tornando-se a série mais vista da Netflix em todos os tempos. A atração ganhará uma 2ª temporada em breve, mas Oh Yeong-su não fará parte dessa produção devido ao desfecho de seu personagem na trama original.

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    Diretor de “Crash – No Limite” é condenado a pagar US$ 10 milhões à vítima de estupro

    15 de novembro de 2022 /

    O cineasta Paul Haggis (“Crash – No Limite”) foi condenado a pagar US$ 2,5 milhões em danos punitivos adicionais à Haleigh Breest, uma profissional de relações públicas que o acusou de abuso sexual. A condenação se soma ao valor de US$ 7,5 milhões concedidos na última quinta (10/11), quando foi originalmente condenado por estupro. Ao todo, o diretor precisará pagar US$ 10 milhões à vítima. Após a sentença, Haggis disse não ter dinheiro para cumprir a sentença e prometeu apelar da decisão do tribunal. “Hoje o júri soube o que os advogados da oposição sabem há anos, que eu gastei todo o dinheiro que tenho à minha disposição”, disse ele do lado de fora do tribunal. “Destruí meu plano de previdência. Eu vivi de empréstimos para pagar este caso em uma crença muito ingênua na justiça. Bem, agora vamos ver o que o tribunal de apelações dirá. Porque nós absolutamente apelaremos. Não posso viver com mentiras como esta. Vou morrer limpando meu nome.” Sua advogada, Priya Chuadhry, completou afirmando que “durante este julgamento, não tivemos permissão para dizer ao júri que o Sr. Haggis está basicamente sem um tostão, e agora o mundo sabe. E estamos ansiosos para limpar o nome dele”. A vítima, Haleigh Breest, não fez comentários fora do tribunal, mas posteriormente seus advogados divulgaram uma declaração. “Após a decisão de sexta-feira de responsabilizar o Sr. Haggis por suas ações, temos o prazer de ver o júri continuar a reconhecer os danos causados à nossa cliente, concedendo-lhe danos punitivos”, disseram os advogados. “A decisão deles envia uma mensagem poderosa de que o comportamento repreensível de Haggis não será tolerado de forma alguma. Estamos orgulhosos de nossa cliente, Haleigh Breest, pela coragem que ela demonstrou ao apresentar este caso e compartilhar publicamente a verdade do que aconteceu com ela. Esperamos que a decisão do júri aqui estabeleça um precedente sobre como outros casos do movimento #MeToo serão decididos daqui para frente.” O julgamento tratou de uma agressão sexual cometida no início de 2013, quando Breest trabalhava assessorando estreias de filmes. Depois de uma festa após a exibição de um filme, Haggis lhe ofereceu uma carona para casa e a convidou para seu apartamento em Nova York para tomar uma bebida. Uma vez dentro do apartamento, Haggis a submeteu a avanços indesejados e, por fim, a obrigou a fazer sexo oral e a estuprou, apesar das súplicas dela pedindo para ele parar. Em sua defesa, Haggis disse que Breest era paqueradora e, embora às vezes seus desejos parecessem “conflitantes”, ela iniciou os beijos e o sexo oral de maneira consensual. Ele disse que não conseguia se lembrar se eles tiveram relações sexuais. Os jurados ficaram do lado de Breest, que disse que sofreu consequências psicológicas e profissionais após seu encontro com Haggis. “Achei que ia pegar carona para casa. Eu concordei em tomar uma bebida. O que aconteceu nunca deveria ter acontecido. Não tinha nada a ver comigo, e tudo a ver com ele e suas ações”, disse ela aos jurados. Outras quatro mulheres também testemunharam que sofreram avanços forçados e indesejados – e, em um caso, estupro – de Haggis em diferentes ocasiões, desde 1996. Nenhuma das quatro entrou com uma ação legal como Breest. “Seu comportamento me mostrou que ele era alguém que nunca iria parar”, testemunhou uma mulher, dizendo que Haggis tentou beijá-la diversas vezes contra sua vontade e até a seguiu para dentro de um táxi e ao seu apartamento em Toronto em 2015. Os advogados do diretor tentaram atacar a credibilidade das acusadoras. Haggis negou todas as acusações e disse aos jurados que as acusações o deixaram abalado. “Estou com medo porque não sei por que essas mulheres – ou por que alguém – mentiriam sobre coisas assim”, disse ele. E sua defesa apresentou aos jurados várias outras mulheres – incluindo sua ex-esposa, a atriz Deborah Rennard – que disseram que Haggis as respeitavam quando elas rejeitavam suas propostas românticas ou sexuais. Durante as três semanas de depoimentos, o julgamento examinou mensagens de texto que Breest enviou a amigos sobre o que aconteceu com Haggis, além de e-mails trocados entre eles antes e depois da noite em questão, e apontou algumas diferenças entre os testemunhos diante do júri e o que registraram os primeiros documentos do tribunal. Além disso, os jurados ouviram extensos testemunhos sobre a Igreja da Cientologia, a religião fundada pelo autor de ficção científica e fantasia L. Ron Hubbard na década de 1950. Haggis foi um adepto da religião por décadas antes de renunciar publicamente e denunciar a Cientologia em 2009. Por meio do testemunho de Haggis e outros ex-membros da Cientologia, sua defesa argumentou que a igreja pretendia desacreditá-lo e poderia ter algo a ver com o processo. Nenhuma testemunha disse que sabia que as acusadoras de Haggis ou os advogados de Breest tinham quaisquer ligações com a Cientologia, e a própria defesa de Haggis reconheceu que Breest não estava envolvida com a religião. Ainda assim, a advogada de Haggis, Priya Chaudhry, procurou persuadir os jurados de que há “pegadas, embora talvez não as impressões digitais, do envolvimento da Cientologia aqui”. Os advogados de Breest chamaram essa linha de defesa de “uma teoria da conspiração vergonhosa e sem respaldo”. O veredicto saiu em meio a outros casos de abuso sexual envolvendo a indústria do entretenimento. Recentemente, outro júri decidiu que Kevin Spacey não abusou sexualmente do ator e então adolescente Anthony Rapp em 1986. Enquanto isso, o ator Danny Masterson e o ex-produtor Harvey Weinstein estão sendo julgados, separadamente, por acusações criminais de estupro em Los Angeles. Ambos negam as acusações, e Weinstein também está apelando de uma condenação em Nova York. Todos os quatro casos foram gerados pelo movimento #MeToo, que revelou os comportamentos abusivos de pessoas poderosas de Hollywood. Breest, em particular, disse que decidiu processar Haggis porque as manifestações públicas que ele fez contra Weinstein a enfureceram: “Esse homem me estuprou e estava se apresentando como um defensor das mulheres para o mundo”, lembrou ela. Além de ter vencido o Oscar de Melhor Filme por “Crash – No Limite” (2004), Haggis também foi responsável pelos roteiros de “Menina de Ouro” (2004), pelo qual foi indicado ao Oscar, “A Conquista da Honra” (2006) e “007: Cassino Royale” (2006), entre muitos outros. Ele também dirigiu os filmes “No Vale das Sombras” (2007), “72 Horas” (2010) e “Terceira Pessoa” (2013) e a minissérie “Show Me a Hero” (2015).

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    Diretor de “Crash”, vencedor do Oscar, é condenado por estupro

    11 de novembro de 2022 /

    O cineasta Paul Haggis (“Crash – No Limite”) foi condenado nessa quinta (10/11) a pagar pelo menos US$ 7,5 milhões a uma mulher que o acusou de estupro. O júri também decidiu que Haggis precisará pagar por danos punitivos adicionais, mas o valor será decidido em nova audiência pelo juiz do caso. A vítima de Haggis foi Haleigh Breest, uma profissional de relações públicas que o conheceu enquanto trabalhava em estreias de filmes no início de 2010. Depois de uma festa após a exibição de um filme, em janeiro de 2013, Haggis lhe ofereceu uma carona para casa e a convidou para seu apartamento em Nova York para tomar uma bebida. Uma vez dentro do apartamento, Haggis a submeteu a avanços indesejados e, por fim, a obrigou a fazer sexo oral e a estuprou, apesar das súplicas dela pedindo para ele parar. Em sua defesa, Haggis disse que Breest era paqueradora e, embora às vezes seus desejos parecessem “conflitantes”, ela iniciou os beijos e o sexo oral de maneira consensual. Ele disse que não conseguia se lembrar se eles tiveram relações sexuais. Os jurados ficaram do lado de Breest, que disse que sofreu consequências psicológicas e profissionais após seu encontro com Haggis. Ela abriu o processo contra ele no ano de 2017. “Achei que ia pegar carona para casa. Eu concordei em tomar uma bebida. O que aconteceu nunca deveria ter acontecido. E não tinha nada a ver comigo, e tudo a ver com ele e suas ações”, disse ela aos jurados. O veredicto saiu semanas depois que outro júri civil decidiu que Kevin Spacey não abusou sexualmente do ator e então adolescente Anthony Rapp em 1986. Enquanto isso, o ator Danny Masterson e o ex-produtor Harvey Weinstein estão sendo julgados, separadamente, por acusações criminais de estupro em Los Angeles. Ambos negam as acusações, e Weinstein está apelando de uma condenação em Nova York. Todos os quatro casos foram gerados pelo movimento #MeToo, que revelou os comportamentos abusivos de diversas pessoas envolvidas na indústria do entretenimento. Breest, em particular, disse que decidiu processar Haggis porque as manifestações públicas que ele fez contra Weinstein a enfureceram: “Esse homem me estuprou e estava se apresentando como um defensor das mulheres para o mundo”, lembrou ela. Outras quatro mulheres também testemunharam que sofreram avanços forçados e indesejados – e, em um caso, estupro – de Haggis em diferentes ocasiões, desde 1996. Nenhuma das quatro entrou com uma ação legal. “Seu comportamento me mostrou que ele era alguém que nunca iria parar”, testemunhou uma mulher, dizendo que Haggis tentou beijá-la diversas vezes contra sua vontade e até a seguiu para dentro de um táxi e ao seu apartamento em Toronto em 2015. Os advogados do diretor tentaram atacar a credibilidade das acusadoras. Haggis negou todas as acusações e disse aos jurados que as acusações o deixaram abalado. “Estou com medo porque não sei por que essas mulheres, ou por que alguém mentiria sobre coisas assim”, disse ele. E sua defesa apresentou aos jurados várias outras mulheres – incluindo sua ex-esposa, a atriz Deborah Rennard – que disseram que Haggis as respeitavam quando elas rejeitavam suas propostas românticas ou sexuais. Durante as três semanas de depoimentos, o julgamento examinou mensagens de texto que Breest enviou a amigos sobre o que aconteceu com Haggis, além de e-mails entre eles antes e depois da noite em questão, e apontou algumas diferenças entre os testemunhos diante do júri e o que registraram os primeiros documentos do tribunal. Um dos pontos apresentado era se Haggis seria fisicamente capaz de realizar o suposto ataque, oito semanas após uma cirurgia na coluna. Especialistas em psicologia ofereceram perspectivas conflitantes sobre o que se chamou de equívocos generalizados sobre o comportamento das vítimas de estupro, como suposições de que as vítimas não teriam contato posterior com seus agressores. E os jurados ouviram extensos testemunhos sobre a Igreja da Cientologia, a religião fundada pelo autor de ficção científica e fantasia L. Ron Hubbard na década de 1950. Haggis foi um adepto da religião por décadas antes de renunciar publicamente e denunciar a Cientologia em 2009. Por meio do testemunho de Haggis e outros ex-membros da Cientologia, sua defesa argumentou que a igreja pretendia desacreditá-lo e poderia ter algo a ver com o processo. Nenhuma testemunha disse que sabia que as acusadoras de Haggis ou os advogados de Breest tinham quaisquer ligações com a Cientologia, e a própria defesa de Haggis reconheceu que Breest não estava envolvida com a religião. Ainda assim, a advogada de Haggis, Priya Chaudhry, procurou persuadir os jurados de que há “pegadas, embora talvez não as impressões digitais, do envolvimento da Cientologia aqui”. A igreja disse em um comunicado que não tem qualquer envolvimento com esse assunto, e argumentou que Haggis está tentando envergonhar seus acusadores com uma alegação “absurda e patentemente falsa”. Os advogados de Breest chamaram essa defesa de “uma teoria da conspiração vergonhosa e sem respaldo”. Além de ter vencido o Oscar de Melhor Filme por “Crash – No Limite” (2004), Haggis também foi responsável pelos roteiros de “Menina de Ouro” (2004), pelo qual foi indicado ao Oscar, “A Conquista da Honra” (2006) e “007: Cassino Royale” (2006), entre muitos outros. Ele também dirigiu os filmes “No Vale das Sombras” (2007), “72 Horas” (2010) e “Terceira Pessoa” (2013), além da minissérie “Show Me a Hero” (2015).

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