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  • Stan Lee
    Filme

    Stan Lee vai virar herói de filme de ação

    13 de setembro de 2016 /

    O autor de quadrinhos Stan Lee, que criou os principais heróis da Marvel, já se acostumou a aparecer no cinema, fazendo figurações em dezenas de filmes baseados em suas criações. Mas apesar de ser tão famoso quanto seus super-heróis, ele nunca tinha sido considerado como um personagem de filme de ação. Até agora. A 20th Century Fox, que produz os filmes dos “X-Men”, vai lançar um filme em que Stan Lee será o herói. Mas não como ator. Ele será o personagem da trama, passada nos anos 1970 e totalmente fictícia. Segundo o site The Hollywood Reporter, o tom buscado pelos produtores é de um aventura divertida, ao estilo de “Kingsman: Agente Secreto” e os filmes de James Bond estrelados por Roger Moore. Não há maiores detalhes sobre o projeto, que é uma iniciativa dos produtores Marty Bowen e Wyck Godfrey, de filmes como “A Saga Crepúsculo” e “Maze Runner”, e do ainda inédito “Power Rangers”. A dupla ainda procura um roteirista para desenvolver a história.

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  • Série

    The Blacklist: Novo comercial pergunta quem é o pai de Elizabeth Keen

    13 de setembro de 2016 /

    A rede americana NBC divulgou um novo comercial da 4ª temporada de “The Blacklist”, que após recordar o grande mistério da série, termina perguntando quem é o pai de Elizabeth Keen (Megan Boone). No final da temporada anterior, o ator dinamarquês Ulrich Thomsen (série “Banshee”) se apresentou com pai da personagem. Mas esta parece ser apenas uma peça do quebra-cabeça, já que não explica a relação paternal existente entre “Liz” e o supervilão Raymond ‘Red’ Reddington (James Spader). Com uma média de 6,5 milhões de espectadores por episódio em sua 3ª temporada, “The Blacklist” é um dos maiores sucessos da NBC. E por isso vai ganhar um spin-off na midseason, centrado em Tom Keen (Ryan Eggold), cuja trama já foi delineada em episódios da própria “The Blacklist”. A 4ª temporada estreia em 22 de setembro nos EUA. No Brasil, a série é exibida no canal pago AXN.

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  • Filme

    Jadotville: Jamie Dornan combate mercenários em trailer e fotos de filme do Netflix

    11 de setembro de 2016 /

    O serviço de streaming Netflix divulgou sete fotos e o trailer legendado do filme “Jadotville”, estrelado por Jamie Dornan (“Cinquenta Tons de Cinza”). A prévia tem uma ligeira aparência de telefilme, que reflete um orçamento modesto, mas uma boa história. Baseado em fatos reais, o filme encena o cerco de Jadotville em 1961, quando um batalhão irlandês da ONU, de apenas 150 soldados, foi atacado por 3 mil soldados congoleses, liderados por mercenários franceses e belgas que trabalhavam para empresas de mineração. Jamie Dornan interpreta o comandante irlandês, enquanto o francês Guillaume Canet (“Na Próxima, Acerto o Coração”) assume o papel do líder dos mercenários. O elenco também inclui Mark Strong (“Kingsman: Serviço Secreto”) e Jason O’Mara (série “Terra Nova”). Com direção do estreante Richie Smyth, “Jadotville” estreia em 7 de outubro no Netflix, inclusive no Brasil.

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  • Filme

    Jack Reacher: Tom Cruise vence lutas sem superpoderes em novo comercial

    10 de setembro de 2016 /

    A Paramount Pictures divulgou o terceiro pôster e mais um comercial de “Jack Reacher: Sem Retorno”, continuação de “Jack Reacher: O Último Tiro”, de 2012. A prévia ironiza os filmes de super-heróis para mostrar como o personagem de Tom Cruise enfrenta seus inimigos sem calças colantes, capa ou identidade secreta, mas de forma igualmente efetiva – leia-se violenta. Curiosamente, a atriz Cobie Smulders, que vive a protagonista feminina, tem experiência em filmes de super-heróis, tendo estrelado “Os Vingadores” (2012). Na trama, ela vive a Major Susan Turner, que acaba conhecendo Reacher (Cruise) numa situação bastante adversa, quando ele volta a sua antiga base e, ao chegar lá, precisa ser liberado de uma acusação de assassinato. Para seu espanto, a comandante Turner também foi presa e eles precisarão se aliar para descobrir a verdade por trás da conspiração. Baseado no livro “Never Go Back”, de Lee Child, o filme tem direção do cineasta Edward Zwick, que já trabalhou com Cruise no épico “O Último Samurai” (2003). Zwick ainda escreveu o roteiro, em parceria com Marshall Herskovitz (roteirista de “O Último Samurai”). A estreia está marcada para 24 de novembro no Brasil, um mês após o lançamento nos EUA.

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  • Série

    Série The Last Ship é renovada até 2018

    10 de setembro de 2016 /

    Um mês após anunciar a renovação de “The Last Ship” para sua 4ª temporada, o canal pago americano TNT dobrou a aposta, renovando a atração até 2018, para sua 5ª temporada. O anúncio foi publicado no Twitter oficial da atração (veja a imagem abaixo). Segundo o site Deadline, o TNT decidiu que irá gravar as duas próximas temporadas de uma só vez para economizar no orçamento da produção, que é uma das mais caras da TV americana. Por sinal, as duas temporadas serão menores, com apenas dez episódios cada uma – a atual teve 13. Produzida pelo cineasta Michael Bay (“Transformers”), a série acompanha a tripulação de um destroyer da Marinha dos EUA durante uma pandemia, que dizimou a maioria da população mundial. Após encontrar a cura na 1ª temporada e iniciar a vacinação dos sobreviventes na 2ª temporada, a tripulação do comandante Tom Chandler (Eric Dane, ex-“Grey’s Anatomy”) tem agora que lidar com conspirações mundiais e a dissolução dos EUA. Desenvolvida por Hank Steinberg (criador da série “Desaparecidos/Without a Trace”), “The Last Ship” também é estrelada por Adam Baldwin (série “Cuck”), Marissa Neitling (“Terremoto: A Falha de San Andreas”), Travis Van Winkle (“Transformers”), Charles Parnell (série “Os Irmãos Aventura”), Tania Raymonde (“O Massacre da Serra Elétrica 3D – A Lenda Continua”), Maximiliano Hernández (“Os Vingadores”), Jocko Sims (“Planeta dos Macacos: O Confronto”), Bren Foster (“Operações Especiais”) e John Pyper-Ferguson (“Alphas”). A 3ª temporada se encerra neste domingo (11/9) nos EUA, e a próxima só irá ao ar no verão americano de 2017.  

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  • Filme

    Daniel Craig teria recebido proposta de US$ 150 milhões para continuar como James Bond

    5 de setembro de 2016 /

    Afinal, Daniel Craig vai ou não vai estrelar mais filmes da franquia “007”? A resposta parece variar conforme a semana. Num dia, sites “especializados” publicam suas listas de candidatos ao papel. No dia seguinte, a pauta é a nova oferta dos produtores para Craig voltar ao papel. Os rumores deste momento insistem que a Sony está o maior salário de todos os tempos para que Daniel Craig permaneça à frente da franquia. Segundo o site Radar, especialista em publicar fontes anônimas de fofocas de celebridades, os executivos do estúdio estão dispostos a pagar US$ 150 milhões para que o ator interprete James Bond em mais dois filmes, que seriam filmados consecutivamente. Antes do lançamento de “007 Contra Spectre” (2015), o ator de 48 anos disse em uma entrevista “preferir cortar os pulsos” a ter que fazer Bond mais uma vez — apesar de supostamente ter recebido US$ 65 milhões pelo filme. No entanto, uma fonte disse ao Radar que a declaração pode ter, na verdade, beneficiado Craig: “Ele deu uma cartada genial. Todo mundo sabe o quão adorado ele é pelos executivos, e a ideia de perdê-lo em um momento tão crucial para a franquia não é uma opção. Todos os chefões do estúdio estão preocupados”. Entre os possíveis candidatos a substituto de Craig no papel, segundo a internet, estão nomes como Idris Elba (“Círculo de Fogo”), Tom Hiddleston (“Thor”) e Aidan Turner (série “Poldark”). A Sony tem se negado a comentar os rumores. Já Craig está, atualmente, filmando “Logan Lucky”, novo filme de Steven Soderbergh, e ainda pretende estrelar “Purity”, sua primeira série americana.

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  • Série

    Quantico: 2ª temporada ganha pôster e primeiro comercial

    4 de setembro de 2016 /

    A rede americana ABC divulgou o primeiro comercial e o pôster da 2ª temporada de “Quantico”. Enquanto a prévia promete “novas ameaças”, o detalhe mais significativo sobre os rumos da trama está no cartaz, que mostra Alex Parrish (interpretada por Priyanka Chopra) com um distintivo da CIA, em vez de sua identificação do FBI. Uma das estreias mais bem-sucedidas da última temporada de outono, “Quantico” foi criada por Josh Safran (roteirista da série “Gossip Girl”) e acompanha um grupo de agentes novatos do FBI, que precisa lidar com um atentado terrorista que pode ter sido realizado por um dos integrantes de sua classe. Para apresentar os suspeitos, a narrativa também contou com uma trama paralela de flashback, acompanhando o treinamento dos recrutas do FBI, na cidade de Quantico, na Virgínia, que dá título à produção. A nova temporada vai voltar a mostrar Alex como uma recruta em treinamento, desta vez na base secreta conhecida como “The Farm”, onde os candidatos a agentes da CIA aperfeiçoam suas habilidades. Não há maiores informações sobre como trama irá se desenrolar a partir desta premissa, mas, segundo a sinopse oficial, “Alex será pega no centro de uma conspiração que ameaça vidas por todo o globo”. A 2ª temporada estreia em 25 de setembro nos EUA. No Brasil, “Quantico” faz parte da programação do AXN.

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    Novo Star Trek é jornada divertida no espírito da série clássica

    2 de setembro de 2016 /

    Em “Star Trek” (2009) e “Além da Escuridão: Star Trek” (2013), J.J. Abrams foi criativo ao dar novo fôlego para a franquia e apontá-la para horizontes jamais explorados. Mas esse “Star Trek: Sem Fronteiras”, de Justin Lin, possui algo que os filmes de Abrams não tinha: cara e alma de episódio de série de TV. E isso é “Star Trek”. Antes que os fãs reclamem, não quer dizer que o terceiro filme da fase estrelada por Chris Pine, Zachary Quinto & Cia. seja cópia de um episódio clássico da série, mas é o exemplar que mais se aproxima. É mais leve e otimista, deixando de lado aquela carga emocional pesada do segundo filme de Abrams. É claro que a veia cerebral, científica que marcou a série – um tanto abandonada nos filmes anteriores e neste aqui também – provavelmente não volta mais. Na era dos blockbusters, e em pleno tsunami de adaptações de quadrinhos, Abrams estabeleceu um padrão mais dinâmico e Lin deu sequência. Só que, digamos, com muito mais amor pela coisa. Não dava para ser diferente, afinal este é o filme de 50 anos da série. Quem diria que chegaríamos a meio século de “Star Trek” e viveríamos para contar? Diferente dos “dois primeiros”, “Star Trek: Sem Fronteiras” não mira o futuro da saga. Longe de seguir seu subtítulo à risca, o filme prefere ficar em território conhecido, não inventa tanto e funciona quase como um episódio isolado e redondinho, divertidíssimo para todos e emocionante para os fãs. Basicamente, “Sem Fronteiras” é sobre o Capitão Kirk (Pine) tentando entender sua vocação e lutando para não enlouquecer no meio do infinito em uma jornada nas estrelas de cinco anos a bordo da Enterprise. Também é sobre aceitar que, um dia, todos nós morreremos, e que isso não é tão ruim assim, apenas será a nossa fronteira final. No fundo é sobre nostalgia. O filme pode ir aos cafundós do espaço, mas é quando olha para dentro de seu próprio legado que “Star Trek: Sem Fronteiras” voa alto. Exemplos: prepare-se para engasgar o choro numa fala de Zachary Quinto sobre um personagem. E existe fã neste universo que não sinta na alma qualquer arranhão sofrido pela Enterprise? Mesmo assim, não espere um filme dominado pelo fan service. “Star Trek: Sem Fronteiras” não esquece de onde veio, mas tem ideias próprias. O lado científico agregado pelo criador Gene Roddenberry pode ter sido deixado de lado, mas Justin Lin traz de sua experiência em “Velozes e Furiosos” a força da união da família que escolhemos. Com os laços entre os tripulantes da Enterprise mais apertados e estabelecidos, inclusive na aceitação do outro – observe a cena em que conhecemos a família de Sulu (John Cho) e notamos a admiração no rosto de Kirk – , e com tudo em seu devido lugar, Justin Lin ainda resolve acelerar. Como na franquia de Vin Diesel e Paul Walker, ele pisa fundo na ação. A ponto de “Star Trek: Sem Fronteiras” registrar as batalhas espaciais mais empolgantes da franquia – por sinal, há tempos não se via o uso de música pop tão bem inserido numa narrativa. Claro, não dá para encerrar sem citar a presença magnífica de Sofia Boutella (“Kingsman – Serviço Secreto”) como Jaylah, a Neytiri albina que rouba todas as cenas. Que personagem! Ela é peça fundamental no plano de Justin Lin (e dos roteiristas Doug Jung e, claro, Simon Pegg, o Sr. Scotty em pessoa, fã e nerd) de deixar as nossas vidas mais divertidas por duas horas. Numa década em que os blockbusters andam muito sombrios, e com o peso do mundo nas costas, apenas relaxe e aproveite a jornada. Vida longa e próspera, Sr. Nimoy. E Sr. Yelchin.

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    The Blacklist: Novo comercial da 4ª temporada destaca a fúria de Red

    31 de agosto de 2016 /

    A rede americana NBC divulgou um novo comercial da 4ª temporada de “The Blacklist”, que após recordar todas as reviravoltas dos últimos episódios destaca a fúria do supervilão Raymond “Red” Reddington (James Spader) pelo rapto de Elizabeth Keen (Megan Boone). No final da temporada anterior, o ator dinamarquês Ulrich Thomsen (série “Banshee”) se apresentou com pai da personagem. Mas esta parece ser apenas uma peça do quebra-cabeça, já que não explica a relação paternal que faz Red abrir uma trilha de cadáveres para encontrar “Liz”. Com uma média de 6,5 milhões de espectadores por episódio em sua 3ª temporada, “The Blacklist” lidera as noites de terça na NBC. A série faz tanto sucesso que vai ganhar um spin-off na midseason, centrado em Tom Keen (Ryan Eggold), cuja trama já foi delineada em episódios da própria “The Blacklist”. A 4ª temporada estreia em 22 de setembro nos EUA. No Brasil, a série é exibida no canal pago AXN.

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    Jack Reacher 2: Continuação ganha pôster, fotos oficiais, título nacional e nova data de estreia

    31 de agosto de 2016 /

    A Paramount Pictures divulgou o segundo pôster e as primeiras fotos oficiais de “Jack Reacher: Sem Retorno”, continuação de “Jack Reacher: O Último Tiro”, de 2012. Duas delas tinham circulado antes com cortes e o logotipo de uma revista. As imagens destacam o astro da franquia, Tom Cruise, como o personagem-título em cenas gravadas em Nova Orleans. Além dele, as fotos incluem a atriz Cobie Smulders (“Os Vingadores”) como a protagonista feminina e Jason Douglas (série “The Walking Dead”) no papel do xerife local, que tem pequena participação no começo da história. O papel de Cobie é a Major Susan Turner, bastante importante na trama, baseada no livro “Never Go Back”, de Lee Child. Ela acaba conhecendo Reacher (Cruise) numa situação bastante adversa, quando ele volta a sua antiga base e, ao chegar lá, precisa ser liberado de uma acusação de assassinato. Para seu espanto, a comandante Turner também foi presa e eles precisarão se aliar para descobrir a verdade por trás da conspiração. A adaptação tem direção do cineasta Edward Zwick, que já trabalhou com Tom Cruise no épico “O Último Samurai” (2003). Zwick ainda escreveu o roteiro, em parceria com Marshall Herskovitz (roteirista de “O Último Samurai”). O longa original, escrito e dirigido por Christopher McQuarrie (“Missão: Impossível – Nação Secreta”), faturou US$ 218 milhões nas bilheterias ao redor do mundo, quase empatando seus custos – a produção foi relativamente barata, com orçamento de US$ 60 milhões. O fato de ganhar uma continuação se deve mais ao interesse de Tom Cruise em repetir o papel do que à expectativa do estúdio de ampliar a franquia. Cruise, claro, também é produtor de ambos os filmes. Até recentemente chamado de “Jack Reacher 2”, o filme teria estreia simultânea como os EUA, mas nesta quarta (31/8) recebeu seu subtítulo oficial e foi adiado em um mês, com lançamento remarcado para 24 de novembro no Brasil.

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    Robert Knepper entra na 6ª temporada de Homeland

    29 de agosto de 2016 /

    O ator Robert Knepper entrou no elenco da 6ª temporada de “Homeland”, como um general do Departamento de Defesa, responsável pelo abastecimento de informações do setor para a nova presidente dos EUA. A nova temporada da série vai se passar após a vitória da primeira mulher nas eleições presidenciais americanas, num timing que reflete a disputa eleitoral real dos EUA, cujas pesquisas de opinião apontam vitória de Hilary Clinton. Na trama, Elizabeth Keane era senadora de Nova York antes de vencer as eleições e virar Presidente dos EUA. A intérprete da personagem é Elizabeth Marvel, que curiosamente já tentou virar presidente antes, na série “House of Cards”. A 6ª temporada de “Homeland” tem sua estreia programada para janeiro, no canal pago Showtime. A série já se encontra renovada até a 8ª temporada. No Brasil, “Homeland” é exibida pelo canal pago FX.

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    Terror barato O Homem nas Trevas supera Esquadrão Suicida nos EUA

    28 de agosto de 2016 /

    Um psicopata cego de terror barato derrotou os supervilões de blockbuster, após três semanas consecutivas de domínio de “Esquadrão Suicida” nas bilheterias dos EUA. Rodado por apenas US$ 9,9 milhões, “O Homem nas Trevas” surpreendeu expectativas e estreou em 1º lugar, destacando-se no primeiro fim de semana sem lançamentos milionários após a fase das superproduções do verão americano. Dirigido pelo uruguaio Fede Alvarez (“A Morte do Demônio”), o terror arrecadou US$ 26,1 milhões, mais do que “Esquadrão Suicida” já tinha conseguido no fim de semana semana passado e mais que o dobro arrecadado pelo filme da DC Comics nos últimos três dias – US$ 12,1 milhões, que lhe valeram seu 2º lugar no ranking. “O Homem nas Trevas” foi o segundo terror baseado no medo do escuro a ter um bom desempenho nas últimas semanas nos EUA. O primeiro foi “Quando as Luzes se Apagam”, atualmente em cartaz nos cinemas brasileiros. Mas o filme do cineasta uruguaio causou melhor impressão na crítica, conquistando 86% de aprovação no site Rotten Tomatoes. A estreia está marcada para 8 de setembro no Brasil. A disputa pelo 3º lugar rendeu uma troca de posições curiosa. Numa competição entre animações, “Kubo e as Cordas Mágicas” subiu uma posição em relação à sua estreia na semana passada, enquanto “Festa da Salsicha” caiu duas, em seu terceiro fim de semana, sendo ultrapassada pela belíssima produção de stop motion do estúdio Laika. “Kubo” chega em 13 de outubro e as Salsichas em 15 de setembro no Brasil. O Top 5 fecha com uma estreia, “Assassino a Preço Fixo 2: A Ressurreição”, cujo desempenho anêmico, com US$ 7,5 milhões e 24% de aprovação, não deve alimentar novas continuações para o personagem de Jason Staham. A estreia nacional acontece em 6 de outubro. O desastre de “Ben-Hur”, que em 10 dias caiu para o 10º lugar, também merece reflexão. Analistas, que vinham apontando um prejuízo de US$ 100 milhões para os estúdios Paramount e MGM por conta do filme, já estão refazendo as contas. O fracasso é maior que o estimado. Para mais um remake. BILHETERIAS: TOP 10 EUA 1. O Homem nas Trevas Fim de semana: US$ 26,1 milhões Total EUA: US$ 26,1 milhões Total Mundo: US$ 28 milhões 2. Esquadrão Suicida Fim de semana: US$ 12,1 milhões Total EUA: US$ 282,8 milhões Total Mundo: US$ 635,9 milhões 3. Kubo e as Cordas Mágicas Fim de semana: US$ 7,9 milhões Total EUA: US$ 24,9 milhões Total Mundo: US$ 27,6 milhões 4. Festa da Salsicha Fim de semana: US$ 7,6 milhões Total EUA: US$ 80 milhões Total Mundo: US$ 88,7 milhões 5. Assassino a Preço Fixo 2 – A Ressureição Fim de semana: US$ 7,5 milhões Total EUA: US$ 7,5 milhões Total Mundo: US$ 7,5 milhões 6. Meu Amigo, O Dragão Fim de semana: US$ 7,28 milhões Total EUA: US$ 54,7 milhões Total Mundo: US$ 76,2 milhões 7. Cães de Guerra Fim de semana: US$ 7,25 milhões Total EUA: US$ 27,7 milhões Total Mundo: US$ 42,6 milhões 8. Perfeita É a Mãe! Fim de semana: US$ 5,7 milhões Total EUA: US$ 95,4 milhões Total Mundo: US$ 124,1 milhões 9. Jason Bourne Fim de semana: US$ 5,2 milhões Total EUA: US$ 149,3 milhões Total Mundo: US$ 347,8 milhões 10. Ben-Hur Fim de semana: US$ 4,5 milhões Total EUA: US$ 19,5 milhões Total Mundo: US$ 41,3 milhão

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    Águas Rasas faz o espectador mergulhar na tensão

    26 de agosto de 2016 /

    Já faz mais de 40 anos que Steven Spielberg criou um novo conceito de blockbuster com o seu “Tubarão” (1975) e, de lá pra cá, vários filmes destacaram a ferocidade do maior predador marinho, embora poucos sejam dignos de lembrança. Na verdade, a grande maioria é composta por filmes B de gosto duvidoso, com poucas produções capazes de se destacar. “Águas Rasas”, de Jaume Collet-Serra, é uma bem-vinda exceção. Não só consegue sobreviver à maldição do filme ruim de tubarão, como mergulha o espectador em sua trama sem aparentar fazer muito esforço. Há uma simplicidade no roteiro escrito por Anthony Jaswinski (“Mistério da Rua 7”) que é louvável, especialmente quando o que mais importa é feito com esmero: o clima de tensão envolvendo a surfista solitária, vivida por Blake Lively (“A Incrível História de Adaline”) e o tubarão impiedoso e sangrento. Collet-Serra tem se especializado na construção de climas de suspenses, desde que despontou com “A Casa de Cera” (2005) e “A Órfã” (2009) até suas correrias mais recentes, estreladas por Liam Neeson (“Desconhecido”, “Sem Escalas” e “Noite sem Fim”). E uma das coisas que salta aos olhos logo no início de “Águas Rasas” é a paisagem linda da praia secreta onde a heroína vai parar. É possível se deixar levar pela beleza das ondas gigantes, da mesma forma que o embate da garota de biquíni contra o tubarão, pois tudo faz parte de um crescendo bastante eficiente de condução narrativa e criação de atmosfera de tensão. Mal dá para perceber que o tubarão foi gerado por computador. Mas sempre pode haver quem reclame de uma dose maior de realismo, no modo como a heroína lida com o seu algoz. Só que o mesmo poderia ser dito sobre a personagem de Mary Elizabeth Winstead em “Rua Cloverfield, 10”, outro thriller envolvente de 2016, de trama simples, encenado por poucos atores e com uma protagonista feminina forte. Claro que há um contexto dramático, que apresenta um pouco a intimidade da personagem de Lively, mas isso é só um pretexto para fazer com que o público se aproxime e se importe com a personagem. Se bem que Collet-Serra consegue criar empatia também com coadjuvantes que só aparecem por poucos minutos, como vítimas potenciais do tubarão. Uma prova de que o diretor catalão domina a gramática do cinema muito bem. Por atingir o extremo da objetividade, “Águas Rasas” talvez seja o seu melhor trabalho.

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