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  • Etc

    Vanessa Hudgens revela gravidez no tapete vermelho do Oscar 2024

    11 de março de 2024 /

    A atriz revelada em "High School Musical" surpreendeu ao exibir barriga de grávida na chegada ao evento

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  • TV

    George Santos processa Jimmy Kimmel por cair em pegadinha

    17 de fevereiro de 2024 /

    Apresentador usou pseudônimos para encomendar vídeos personalizados do brasileiro, expulso do Congresso dos EUA, com parabéns à conquistas ridículas

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  • TV

    Jimmy Kimmel vai parar na Barbilândia em comercial do Oscar 2024

    13 de fevereiro de 2024 /

    Com cinco minutos de duração, vídeo reúne elenco de "Barbie" e protesta contra falta de indicação de Greta Gerwig na categoria de Melhor Direção

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  • Série

    Atriz demitida retorna na 20ª temporada de “Grey’s Anatomy”

    10 de fevereiro de 2024 /

    Jessica Capshaw reprisará seu papel como Dra. Arizona Robbins após seis anos, em participação especial na série médica

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  • Série

    “The Good Doctor” vai acabar na 7ª temporada

    12 de janeiro de 2024 /

    O canal americano ABC anunciou que “The Good Doctor” vai acabar em sua 7ª temporada, cuja produção está em andamento em Vancouver, no Canadá, com produção de David Shore, Erin Gunn, Liz Friedman e o astro Freddie Highmore. Desenvolvida por David Shore, criador de “House”, “The Good Doctor” traz Freddie Highmore (“Bates Motel”) como o brilhante médico autista Shaun Murphy. “Interpretar o Dr. Shaun Murphy foi um imenso privilégio e uma das experiências mais marcantes e gratificantes da minha vida”, disse o ator em comunicado. “Sempre serei grato a David, Liz e Erin, bem como ao extremamente talentoso – e adorável – elenco, escritores e equipe que tornaram este show possível. Cuidar profundamente foi o que nos trouxe até aqui. Obrigado à Sony e ABC, e a todos que assistiram em casa. Com amor de Vancouver… tequila, pronto!” Junto com Richard Schiff, que interpreta o mentor de Shaun, Dr. Grassman, Highmore estrelou a série durante todas as sete temporadas, enquanto os demais integrantes se alternaram. O personagem do ator possui autismo e síndrome de Savant, que tem como uma de suas características dificuldade em socialização, grande capacidade de memorização e inteligência acima da média. Os episódios exploram suas dificuldades em alguns aspectos dos atendimentos e suas qualidades excepcionais no tratamento dos pacientes. “Graças à direção criativa de David Shore e Liz Friedman e ancorado na atuação de Freddie Highmore, ‘The Good Doctor’ cativou o público, que se conectou profundamente com o Dr. Shaun Murphy e a equipe do Hospital San Jose St. Bonaventure Hospital”, disse Craig Erwich, presidente do Grupo de Televisão Disney. “Enquanto nos preparamos para terminar esta história amada, as palavras não podem expressar a nossa gratidão pelo incrível elenco, equipe e nossos parceiros da Sony e ABC Signature pelo impacto duradouro que causaram.” Os últimos episódios começam a ser exibidos em 20 de setembro nos EUA – veja o trailer abaixo. No Brasil, a série é disponibilizada pelo canal pago Sony e pela plataforma Globoplay.

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  • Série

    Grey’s Anatomy | Ellen Pompeo está de volta no trailer da 20ª temporada

    30 de dezembro de 2023 /

    A rede americana ABC divulgou o trailer da 20ª temporada de “Grey’s Anatomy”. A prévia mostra a volta de Ellen Pompeo à série, agora numa participação reduzida como a Dra. Meredith Grey, enquanto a Dra. Teddy Altman (Kim Reaver) sofre um desmaio e entra em “condição crítica”. Ellen Pompeo deixou de fazer parte do elenco fixo da atração na temporada passada, com a explicação de que Meredith mudou de cidade. Mas ela continuará aparecendo em “visitas” aos colegas do hospital que serve de cenário para a duradoura produção. Pra compensar a saída da protagonista, cinco novos personagens foram acrescentados ao elenco na temporada anterior. São novos médicos-residentes do Grey-Sloan Memorial, interpretados por Harry Shum Jr., Adelaide Kane, Alexis Floyd, Niko Terho e Midori Francis. As novas adições ao elenco foram bem recebidas pelo público e a prévia os mostra de volta para mais uma temporada. Os novos episódios estreiam em 14 de março nos EUA. No Brasil, a série é transmitida pelo canal Sony e disponibilizada em streaming pela plataforma Star+.

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  • Série

    “Station 19” vai acabar na 7ª temporada

    9 de dezembro de 2023 /

    A rede americana ABC anunciou que a 7ª temporada de “Station 19” será a última. A decisão foi tomada no início da produção da temporada para permitir aos produtores criar um desfecho adequado para a série, que surgiu como um spin-off de “Grey’s Anatomy”, centrado em bombeiros e primeiro-socorristas, e frequentemente tem crossovers com a atração médica. Por outro lado, temporada será menor, com 10 episódios e apenas um crossover planejado. Durante sua exibição, “Station 19” foi elogiada por abordar tópicos importantes e difíceis, recebendo recentemente um Prêmio Sentinel da Hollywood, Health & Society por sua representação do racismo sistêmico na 6ª temporada. Desde então, “Station 19” passou por mudanças significativas, com os novos showrunners Zoanne Clack e Peter Paige, que sucederam Krista Vernoff, e serão responsáveis pela produção do capítulo de número 100 e o episódio final. “Por sete temporadas, ‘Station 19’ foi um destaque na programação da ABC, graças à incrível visão de Shonda [Rhumes] e Betsy [Beers], personagens amados e narrativa envolvente”, disse o presidente do Disney Television Group, Craig Erwich, ao anunciar o final da produção. “Com Zoanne [Clack] e Peter [Paige] no comando da temporada de despedida, temos muito o que esperar, especialmente a celebração do marco do 100º episódio do programa.” Além de Zoanne Clack e Peter Paige, os produtores da série incluem a criadora Stacy McKee, a criadora de “Grey’s Anatomy” Shonda Rhimes, Betsy Beers e Paris Barclay, numa parceria entre a produtora ABC Signature, parte dos Disney TV Studios, e Shondaland. O elenco, por sua vez, inclui Jaina Lee Ortiz, Jason George, Grey Damon, Barrett Doss, Alberto Frezza, Jay Hayden, Okieriete Onaodowan, Danielle Savre, Miguel Sandoval, Boris Kodjoe, Stefania Spampinato, Carlos Miranda, Josh Randall, Merle Dandridge e Pat Healy. No Brasil, “Station 19” é exibido pelo canal pago Sony e disponibilizado em streaming pela plataforma Star+.

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  • Série

    Série “Rookie: Feds” e derivada de “The Good Doctor” são canceladas

    11 de novembro de 2023 /

    A rede americana ABC anunciou o cancelamento de dois spin-offs. “The Rookie: Feds”, spin-off da já veterana “The Rookie”, sai do ar após uma temporada, enquanto “The Good Laywer”, derivada de “The Good Doctor”, foi descartada sem sequer ir ao ar. Estrelada por Niecy Nash-Betts (protagonista de “Claws”), “The Rookie: Feds” era simplesmente uma versão feminina de “The Rookie”. Enquanto a série original tinha John Nolan (Nathan Fillion) como o novato mais velho da Polícia de Los Angeles, o spin-off traz Simone Clark (Nash-Betts) como a novata mais velha do FBI. A premissa foi apresentada como numa trama de duas partes em episódios da 4ª temporada da série inicial, onde Nolan encontrou Simone Clark. Criada por Alexi Hawley e Terence Paul Winter, respectivamente criador e roteirista de “The Rookie”, a atração também incluía em seu elenco Kevin Zegers (“Gossip Girl”), Britt Robertson (“Under the Dome”), Frankie Faison (“O Grito”), James Lesure (“O Chamado 2”) e Felix Solis (“Ozark”).   Piloto descartado O piloto de “The Good Lawyer” também foi exibido como um episódio normal de “The Good Doctor”, durante a 6ª temporada da atração, e se tornou o capítulo mais bem-avaliado da temporada. Na trama, o Dr. Shaun Murphy (Freddie Highmore) precisou de representação legal e optou por Joni DeGroot, uma jovem e promissora advogada que sofre de transtorno obsessivo compulsivo como ele. A personagem foi vivida por Kennedy McMann (a “Nancy Drew”). O capítulo também trouxe Felicity Huffman (“Desperate Houswives”) como Janet Stewart, sócia altamente conceituada de um escritório de advocacia, que representou o Dr. Aaron Glassman (Richard Schiff) em várias questões legais ao longo dos anos. Ele recorre a ela para representar seu amado Shaun, mas quando ele declara que quer ser representado por Joni, ela é forçada a deixar a novata assumir a liderança do caso. A série descartada seria o primeiro emprego fixo de Huffman na TV desde que passou 11 dias presa na Federal Correctional Institution, em Dublin, na Califórnia, em 2021. Envolvida num escândalo de compra de vagas em universidades americanas renomadas, ela foi condenada por comprar uma vaga para sua filha mais velha, Sophia, de seu casamento com o ator William H. Macy (“Casamento em Família”). A produção do projeto era de David Shore e Liz Friedman, os mesmos produtores de “The Good Doctor”.

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  • Série

    Suzanne Somers, estrela de “Three’s Company” e “Step by Step”, morre aos 76 anos

    15 de outubro de 2023 /

    A atriz Suzanne Somers, conhecida por seus papéis em séries de sucesso como “Three’s Company” e “Step by Step”, faleceu neste domingo aos 76 anos em sua casa em Palm Springs, Califórnia, cercada por sua família. Nascida em San Bruno, Califórnia, em 16 de outubro de 1946, Suxanne foi a terceira de quatro filhos em uma família católica irlandesa-americana, e enfrentou desafios em sua infância, incluindo o alcoolismo de seu pai, um trabalhador braçal, quando ela tinha apenas 6 anos. Sua carreira de atriz começou com papéis de figurante em filmes como “Bullitt” (1968), “A Psicose do Medo” (1969), “A Mulher que Desejei” (1970), “Magnum 44” (1973), com Clint Eastwood, e o clássico “Loucuras de Verão” (American Graffiti, 1973) de George Lucas. Sem ter seu nome sequer creditado nos filmes, ela partiu para a TV, onde apareceu em diversas séries dos anos 1970, de “O Barco do Amor” a “O Homem de Seis Milhões de Dólares”, antes de conseguir seu primeiro papel fixo.   O sucesso de “Three’s Company” Ela alcançou reconhecimento em 1977 ao ser escalada como Chrissy Snow em “Three’s Company” (que no Brasil ganhou o longo título de “Um é Pouco, Dois é Bom e Três é Demais”), papel que lhe rendeu uma indicação ao Globo de Ouro. Exibida por oito temporadas, de 1977 a 1984, a sitcom acompanhava as aventuras de três colegas de quarto: duas mulheres solteiras, incluindo Somers, e um homem, interpretado por John Ritter, que se passava por gay para ser aceito no apartamento das moças pelo proprietário. A série se destacou por seu humor de duplo sentido e enredos engraçados, muitas vezes envolvendo mal-entendidos e situações hilárias. O papel de Somers, uma típica “loira burra”, a transformou em um ícone da cultura pop. Mas a produção também abordou questões relacionadas à convivência entre homens e mulheres, tocando em temas considerados tabus na época. Com o sucesso, Somers pediu um aumento de salário, buscando igualar sua remuneração à de John Ritter, que era o ator principal da série. Ela propôs um aumento de US$ 30 mil por episódio para US$ 150 mil, que era o valor que Ritter recebia e também estava alinhado com os salários de outros astros de séries de comédia da época. No entanto, a rede ABC recusou a demanda de Somers e o impasse fez com que ela fosse cortada na 5ª temporada, após 100 episódios. A série durou mais três anos sem ela.   Uma xerife na TV Com isso, a atriz foi virar xerife em outra comédia, “She’s the Sheriff”, que foi ao ar de 1987 a 1989. A trama girava em torno de uma viúva que acidentalmente se tornava a xerife de uma cidade do oeste dos Estados Unidos após a morte de seu marido xerife. Sua personagem, Hildy Granger, era incomum para sua época, já que quebrava estereótipos de gênero ao assumir um papel tradicionalmente associado a homens. A série explorava as situações cômicas que surgiam quando uma mulher se esforçava para ser levada a sério como xerife, enquanto lidava com os desafios típicos de manter a ordem em uma cidade. Embora tenha tido uma premissa interessante, “She’s the Sheriff” não alcançou o mesmo nível de sucesso de “Three’s Company” e foi cancelada logo após sua 2ª temporada.   Passo a passo para a volta ao estrelato Dois anos após a decepção, ela encontrou sucesso novamente com “Step by Step”, que durou oito temporadas como “Three’s Company”, entre 1991 e 1998 – e foi exibida no Brasil pelo canal pago Warner. Criada por William Bickley e Michael Warren, os mesmos criadores de “Três É Demais” (Full House), “Step by Step” seguia a vida de duas famílias que se tornam uma só quando seus pais se casam. A série girava em torno de Frank Lambert, interpretado por Patrick Duffy (de “Dallas”), um viúvo e pai de três filhos, e Carol Foster, interpretada por Suzanne Somers, uma viúva e mãe de três filhos. Depois de um encontro romântico e casamento impulsivo em uma viagem ao Havaí, Frank e Carol decidem se casar e unir suas famílias. O resultado é uma casa cheia de crianças e adolescentes com personalidades diferentes, criando muitas situações cômicas e conflitos familiares. “Step by Step” abordou temas familiares, como relacionamentos, educação dos filhos, namoro e o desafio de combinar duas famílias distintas. Embora não tenha alcançado o status icônico de “Three’s Company”, foi igualmente bem-sucedida e ajudou a consagrar Suzanne Somers como uma das atrizes mais populares da TV americana de sua geração.   Outros talentos O sucesso ainda lhe rendeu uma carreira paralela, tornando-a a rainha dos infomerciais televisivos de fitness da década de 1990, como garota propaganda do equipamento de exercícios ThighMaster. Em março de 2022, ela falou sobre o sucesso do produto no podcast Hollywood Raw, revelando que mais de 15 milhões de unidades do ThighMaster foram vendidas por causa de suas propagandas. O fim de “Step by Step”, porém, também marcou o fim de sua trajetória nas telas. Sua última aparição numa obra de ficção foi como ela mesma na comédia “Diga que Não é Verdade”, em 2001. Depois disso, fez sua estreia na Broadway em 2005 com seu espetáculo solo “The Blonde in the Thunderbird” e se tornou autora de diversos livros sobre bem-estar, perda de peso e saúde. Lembre abaixo as aberturas de suas séries clássicas.

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  • Série

    “Home Economics” é cancelada após três temporadas

    29 de setembro de 2023 /

    A rede ABC cancelou “Home Economics” após sua 3ª temporada. A produção marcava a volta de Topher Grace aos sitcoms, após se tornar conhecido como o protagonista de “That ’70s Show” (1998–2006). Inspirado nas experiências da vida real do escritor e produtor executivo Michael Colton (roteirista de “Os Pinguins de Madagascar: O Filme”), a trama acompanhava os relacionamentos incômodos, mas comoventes, de três irmãos em situações muito diferentes: um podre de rico, um classe média e uma terceira que se vira como pode. Jimmy Tatro (“American Vandal”) e Caitlin McGee (“Bluff City Law”) completam o trio de irmãos com Topher Grace, que na trama ainda é casado com a personagem de Karla Souza (“How to Get Away with Murder”). A série teve a menor audiência medida pela Nielsen entre as cinco comédias da ABC da temporada. A média foi de 2,92 milhões de espectadores por episódio durante sete dias. “Home Economics” era disponibilizada no Brasil pela plataforma Prime Video, da Amazon.

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  • Série

    Reboot de “Anos Incríveis” é cancelado após duas temporadas

    15 de setembro de 2023 /

    A rede americana ABC confirmou nesta sexta (15/9) o cancelamento de “Anos Incríveis” (The Wonder Years) após sua 2ª temporada, concluída em agosto passado. Elogiadíssima pela crítica, com 96% de aprovação no Rotten Tomatoes, a série é um reboot da famosa atração homônima dos anos 1980, sobre uma família de classe média dos 1960 que tinha sua típica vida suburbana recortada pelo olhar do pequeno Kevin Arnold, vivido por Fred Savage. A nova versão repetia a premissa, a estrutura e a época da produção original, mas mudava todo o contexto ao ser apresentada pelo ponto de vista de uma criança negra. O menino Elisha Williams era quem interpretava o protagonista, Dean, de 12 anos, que vivia em Montgomery, Alabama, em 1968. E além dos intérpretes de sua família, encabeçada por Dulé Hill (“Psych” e “Suits”) e Saycon Sengbloh (“No Escuro/In the Dark”), a produção incluía o astro Don Cheadle (o Máquina de Combate da Marvel) como narrador dos episódios, dando voz à versão adulta de Dean, que conta detalhes de uma infância passada numa época extremamente racista. O responsável pela adaptação foi o comediante Saladin K. Patterson, que assinou episódios de “The Big Bang Theory” e “Psych”, e a produção estava a cargo de Lee Daniels (criador de “Empire”). Um detalhe curioso é que Fred Savage, o eterno Kevin, foi diretor de oito episódios e produtor executivo do reboot. Mas acabou demitido após denúncias de assédio no set. No Brasil, a série teve a 1ª temporada disponibilizada pela plataforma Disney+. Confira abaixo o trailer da atração.

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  • Música

    Miley Cyrus retoma carreira com música nova e especial televisivo

    17 de agosto de 2023 /

    Miley Cyrus está retomando a carreira musical com o anúncio de um novo single, “Used To Be Young”, que será lançado no dia 25 de agosto. A música é uma homenagem aos seus leais fãs e vem acompanhada de um especial televisivo na rede de TV americana ABC. O anúncio foi feito por Miley em seu Instagram na tarde desta quinta-feira (17/8). No vídeo de divulgação, a cantora usou um look que faz referência à sua fase na Disney, com uma camiseta do Mickey sobreposta por um body vermelho brilhante. “Essa música é dedicada a todos os meus fãs. Amo vocês por amarem todas as versões de mim”, escreveu a cantora no post. Seguindo essa linha do marketing, o lançamento foi precedido por uma campanha que fez referências a alguns dos maiores sucessos da cantora. Diversos cartazes foram produzidos para lembrar os hits em lugares públicos. Além disso, “Used To Be Young” chega após 10 anos de “Bangerz”, um disco icônico da carreira de Miley, que rendeu músicas como “Wrecking Ball”, “We Can’t Stop” e “Adore You”. Especial na ABC A cantora também compartilhou que, além da nova música, vai aparecer na TV na continuação de seu especial da Disney+ “Endless Summer Vacation”, programado para ir ao ar um dia antes do lançamento do single – no dia 24. Intitulado “Endless Summer Vacation: Continued (Backyard Sessions)”, o programa trará a cantora compartilhando histórias de diversos capítulos de sua vida e tocando as músicas do álbum “Endless Summer Vacation”, lançado em março, como o hit “Flowers”, além de algumas novidades. Após passar na TV, o especial será disponibilizado na plataforma Hulu, o que sugere um lançamento no Brasil pela Star+. Sucesso de “Flowers” “Used To Be Young” terá um grande desafio a superar, já que a música anterior de Miley, “Flowers”, tornou-se o maior sucesso de sua carreira. Foi reproduzida 4 bilhões de vezes e virou a faixa mais rápida da história a atingir 500 milhões de streams no Spotify. É oficialmente a música número 1 mais longeva no Reino Unido por uma artista solo feminina e continua a figurar nas partes superiores da Billboard Hot 100, meio ano após seu lançamento inicial. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Miley Cyrus (@mileycyrus) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Miley Cyrus (@mileycyrus)

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  • Filme

    Produtores de “Lost” eram racistas, acusam ator e roteiristas

    30 de maio de 2023 /

    Os produtores executivos de “Lost”, Damon Lindelof e Carlton Cuse, foram acusados de incentivarem um ambiente tóxico e racista durante as gravações da série da ABC. As acusações fazem parte do livro “Burn It Down: Power, Complicity and A Call For Change in Hollywood” (“Queime Tudo: Poder, Cumplicidade e Um Chamado à Mudança em Hollywood”, em tradução livre), escrito por Maureen Ryan, editora da Vanity Fair. Embora o livro ainda esteja em pré-venda, alguns trechos foram compartilhados por Ryan em uma matéria publicada pela revista nesta terça-feira (30/5). O texto revela que a publicação conta com depoimentos de vários membros da equipe da série, que foi ao ar entre 2004 a 2010, com seis temporadas. Dentre os pronunciamentos, a roteirista Monica Owusu-Breen relembrou o ambiente da produção como repleto de bullying e comentários racistas. “Tudo o que eu queria fazer era escrever alguns episódios muito legais em um programa legal”, comenta frustrada. “Isso era uma impossibilidade para aquela equipe”. Ela também mencionou a falta de reconhecimento aos personagens de cor na série e descreveu o estresse emocional que enfrentava após o trabalho. “Eu fiquei tipo, ‘eu não sei se eles estão percebendo isso como uma piada ou se estão falando sério’. Mas não foi engraçado. Dizer isso foi horrível. Eu fico tipo, ‘assim que você parar de falar merda sobre pessoas de cor, eu volto'”, revelou em uma conversa com a escritora. Outro escritor do programa disse que a equipe de roteiristas de “Lost” ouviu repetidamente que os personagens brancos Locke (Terry O’Quinn), Jack (Matthew Fox), Kate (Evangeline Lilly) e Sawyer (Josh Holloway) eram os “personagens heróis”, e que “ninguém liga para esses outros personagens. Apenas dê a eles algumas cenas em outra praia.” Já o ator Harold Perrineau, que interpretou Michael Dawson na série, disse que uma vez expressou suas preocupações a um produtor de “Lost” sobre os membros brancos do elenco serem priorizados em relação aos membros negros, seja na tela ou durante as sessões de fotos. De acordo com Perrineau, o produtor disse a ele que “é assim que o público segue as histórias”. O produtor supostamente acrescentou que Locke, Jack, Kate e Sawyer eram “identificáveis”. “Ficou bem claro que eu era o cara negro. Daniel [Dae Kim] era o cara asiático. E então você tinha Jack, Kate e Sawyer”, o ator comentou. Perrineau acabou demitido na 2ª temporada após expressar sua insatisfação com o arco do personagem. Ele reclamou que os roteiros sugeriam o desinteresse de Michael pelo destino do próprio filho, algo que reforçava uma narrativa de que ninguém se importa com os meninos negros, nem mesmo os pais negros. O ator admitiu que teve dificuldade de abordar a questão com os produtores pela falta de um diálogo aberto e respeitoso. Depois de sinalizar suas preocupações e apenas algumas semanas antes de filmar o final da 2ª temporada, Perrineau disse que Cuse anunciou que Michael não voltaria ao show. “Eu fiquei fodid* com isso. ‘Espere um minuto, o que está acontecendo?’ E [Cuse] disse, ‘Bem, você sabe, você disse para nós, se não temos nada bom para você, você prefere sair.’ Eu só estava pedindo profundidade igual.” Inicialmente, ao responder às alegações, Damon Lindelof admitiu suas falhas durante a produção. “Meu nível fundamental de inexperiência como gestor e chefe, meu papel como alguém que deveria modelar um clima de perigo criativo e correr riscos, mas fornecer segurança e conforto dentro do processo criativo – eu falhei nessa empreitada”, ele admitiu. Por outro lado, várias fontes afirmaram à jornalista que Damon Lindelof dizia que Perrineau “me chamou de racista, então eu demiti ele”. Quando questionado pela jornalista sobre o motivo da saída do ator, o produtor afirmou que não se lembra de ter dito nada disso. “Vou admitir que os eventos que você está descrevendo aconteceram 17 anos atrás, e não sei por que alguém inventaria isso sobre mim”, disse. Ele expandiu a resposta: “Cada ator expressou algum grau de desapontamento por não estar sendo usado o suficiente… Isso era parte integrante de uma série de conjunto, mas obviamente havia uma quantidade desproporcional de foco em Jack, Kate, Locke e Sawyer – os personagens brancos. Harold estava completa e totalmente certo em apontar isso. É uma das coisas pelas quais me arrependi profundamente nas duas décadas seguintes. Eu sinto que Harold estava legitimamente e profissionalmente transmitindo preocupações sobre seu personagem e o quão significativo era que Michael e Walt – com exceção de Rose – fossem realmente os únicos personagens negros na série.” Além do destino de Michael, o livro também revela que os roteiristas tiveram que matar Sr. Eko, personagem introduzido mais tarde com interpretação de Adewale Akinnuoye-Agbaje, a pedido de Carlton Cuse. “Carlton disse algo do tipo: ‘Quero enforcá-lo na árvore mais alta. Deus, se pudéssemos cortar o pau dele e enfiá-lo goela abaixo'”, lembrou Owusu-Breen. “Nesse momento, eu disse: ‘Você talvez queira moderar essa imagem de linchamento para não ofender.’ E eu estava claramente com raiva”, revelou. Procurado pela jornalista, o produtor negou o depoimento da roteirista. “Eu nunca, jamais fiz essa declaração acima, e essa troca nunca aconteceu. Para acrescentar ainda mais a essa mentira e sugerir que alguém foi demitido como resultado de uma declaração que eu nunca fiz é completamente falso”, respondeu. O livro está em pré-venda nos Estados Unidos e será publicado no dia 6 de junho.

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