Miley Cyrus retoma carreira com música nova e especial televisivo
Miley Cyrus está retomando a carreira musical com o anúncio de um novo single, “Used To Be Young”, que será lançado no dia 25 de agosto. A música é uma homenagem aos seus leais fãs e vem acompanhada de um especial televisivo na rede de TV americana ABC. O anúncio foi feito por Miley em seu Instagram na tarde desta quinta-feira (17/8). No vídeo de divulgação, a cantora usou um look que faz referência à sua fase na Disney, com uma camiseta do Mickey sobreposta por um body vermelho brilhante. “Essa música é dedicada a todos os meus fãs. Amo vocês por amarem todas as versões de mim”, escreveu a cantora no post. Seguindo essa linha do marketing, o lançamento foi precedido por uma campanha que fez referências a alguns dos maiores sucessos da cantora. Diversos cartazes foram produzidos para lembrar os hits em lugares públicos. Além disso, “Used To Be Young” chega após 10 anos de “Bangerz”, um disco icônico da carreira de Miley, que rendeu músicas como “Wrecking Ball”, “We Can’t Stop” e “Adore You”. Especial na ABC A cantora também compartilhou que, além da nova música, vai aparecer na TV na continuação de seu especial da Disney+ “Endless Summer Vacation”, programado para ir ao ar um dia antes do lançamento do single – no dia 24. Intitulado “Endless Summer Vacation: Continued (Backyard Sessions)”, o programa trará a cantora compartilhando histórias de diversos capítulos de sua vida e tocando as músicas do álbum “Endless Summer Vacation”, lançado em março, como o hit “Flowers”, além de algumas novidades. Após passar na TV, o especial será disponibilizado na plataforma Hulu, o que sugere um lançamento no Brasil pela Star+. Sucesso de “Flowers” “Used To Be Young” terá um grande desafio a superar, já que a música anterior de Miley, “Flowers”, tornou-se o maior sucesso de sua carreira. Foi reproduzida 4 bilhões de vezes e virou a faixa mais rápida da história a atingir 500 milhões de streams no Spotify. É oficialmente a música número 1 mais longeva no Reino Unido por uma artista solo feminina e continua a figurar nas partes superiores da Billboard Hot 100, meio ano após seu lançamento inicial. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Miley Cyrus (@mileycyrus) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Miley Cyrus (@mileycyrus)
Produtores de “Lost” eram racistas, acusam ator e roteiristas
Os produtores executivos de “Lost”, Damon Lindelof e Carlton Cuse, foram acusados de incentivarem um ambiente tóxico e racista durante as gravações da série da ABC. As acusações fazem parte do livro “Burn It Down: Power, Complicity and A Call For Change in Hollywood” (“Queime Tudo: Poder, Cumplicidade e Um Chamado à Mudança em Hollywood”, em tradução livre), escrito por Maureen Ryan, editora da Vanity Fair. Embora o livro ainda esteja em pré-venda, alguns trechos foram compartilhados por Ryan em uma matéria publicada pela revista nesta terça-feira (30/5). O texto revela que a publicação conta com depoimentos de vários membros da equipe da série, que foi ao ar entre 2004 a 2010, com seis temporadas. Dentre os pronunciamentos, a roteirista Monica Owusu-Breen relembrou o ambiente da produção como repleto de bullying e comentários racistas. “Tudo o que eu queria fazer era escrever alguns episódios muito legais em um programa legal”, comenta frustrada. “Isso era uma impossibilidade para aquela equipe”. Ela também mencionou a falta de reconhecimento aos personagens de cor na série e descreveu o estresse emocional que enfrentava após o trabalho. “Eu fiquei tipo, ‘eu não sei se eles estão percebendo isso como uma piada ou se estão falando sério’. Mas não foi engraçado. Dizer isso foi horrível. Eu fico tipo, ‘assim que você parar de falar merda sobre pessoas de cor, eu volto'”, revelou em uma conversa com a escritora. Outro escritor do programa disse que a equipe de roteiristas de “Lost” ouviu repetidamente que os personagens brancos Locke (Terry O’Quinn), Jack (Matthew Fox), Kate (Evangeline Lilly) e Sawyer (Josh Holloway) eram os “personagens heróis”, e que “ninguém liga para esses outros personagens. Apenas dê a eles algumas cenas em outra praia.” Já o ator Harold Perrineau, que interpretou Michael Dawson na série, disse que uma vez expressou suas preocupações a um produtor de “Lost” sobre os membros brancos do elenco serem priorizados em relação aos membros negros, seja na tela ou durante as sessões de fotos. De acordo com Perrineau, o produtor disse a ele que “é assim que o público segue as histórias”. O produtor supostamente acrescentou que Locke, Jack, Kate e Sawyer eram “identificáveis”. “Ficou bem claro que eu era o cara negro. Daniel [Dae Kim] era o cara asiático. E então você tinha Jack, Kate e Sawyer”, o ator comentou. Perrineau acabou demitido na 2ª temporada após expressar sua insatisfação com o arco do personagem. Ele reclamou que os roteiros sugeriam o desinteresse de Michael pelo destino do próprio filho, algo que reforçava uma narrativa de que ninguém se importa com os meninos negros, nem mesmo os pais negros. O ator admitiu que teve dificuldade de abordar a questão com os produtores pela falta de um diálogo aberto e respeitoso. Depois de sinalizar suas preocupações e apenas algumas semanas antes de filmar o final da 2ª temporada, Perrineau disse que Cuse anunciou que Michael não voltaria ao show. “Eu fiquei fodid* com isso. ‘Espere um minuto, o que está acontecendo?’ E [Cuse] disse, ‘Bem, você sabe, você disse para nós, se não temos nada bom para você, você prefere sair.’ Eu só estava pedindo profundidade igual.” Inicialmente, ao responder às alegações, Damon Lindelof admitiu suas falhas durante a produção. “Meu nível fundamental de inexperiência como gestor e chefe, meu papel como alguém que deveria modelar um clima de perigo criativo e correr riscos, mas fornecer segurança e conforto dentro do processo criativo – eu falhei nessa empreitada”, ele admitiu. Por outro lado, várias fontes afirmaram à jornalista que Damon Lindelof dizia que Perrineau “me chamou de racista, então eu demiti ele”. Quando questionado pela jornalista sobre o motivo da saída do ator, o produtor afirmou que não se lembra de ter dito nada disso. “Vou admitir que os eventos que você está descrevendo aconteceram 17 anos atrás, e não sei por que alguém inventaria isso sobre mim”, disse. Ele expandiu a resposta: “Cada ator expressou algum grau de desapontamento por não estar sendo usado o suficiente… Isso era parte integrante de uma série de conjunto, mas obviamente havia uma quantidade desproporcional de foco em Jack, Kate, Locke e Sawyer – os personagens brancos. Harold estava completa e totalmente certo em apontar isso. É uma das coisas pelas quais me arrependi profundamente nas duas décadas seguintes. Eu sinto que Harold estava legitimamente e profissionalmente transmitindo preocupações sobre seu personagem e o quão significativo era que Michael e Walt – com exceção de Rose – fossem realmente os únicos personagens negros na série.” Além do destino de Michael, o livro também revela que os roteiristas tiveram que matar Sr. Eko, personagem introduzido mais tarde com interpretação de Adewale Akinnuoye-Agbaje, a pedido de Carlton Cuse. “Carlton disse algo do tipo: ‘Quero enforcá-lo na árvore mais alta. Deus, se pudéssemos cortar o pau dele e enfiá-lo goela abaixo'”, lembrou Owusu-Breen. “Nesse momento, eu disse: ‘Você talvez queira moderar essa imagem de linchamento para não ofender.’ E eu estava claramente com raiva”, revelou. Procurado pela jornalista, o produtor negou o depoimento da roteirista. “Eu nunca, jamais fiz essa declaração acima, e essa troca nunca aconteceu. Para acrescentar ainda mais a essa mentira e sugerir que alguém foi demitido como resultado de uma declaração que eu nunca fiz é completamente falso”, respondeu. O livro está em pré-venda nos Estados Unidos e será publicado no dia 6 de junho.
Vencedora do “American Idol” canta nos metrôs de Nova York pra pagar contas: “Fiquei desapontada”
A vencedora da 18ª temporada do talent show “American Idol”, Samantha Diaz, chamou a atenção nas redes sociais ao mostrar sua realidade após a vitória. Embora tenha ganhado um contrato com a gravadora Hollywood Records e um prêmio de US$ 250 mil na temporada de 2020, ela explica que passou por dificuldades desde a final. Com o aperto financeiro, ela precisou retornar a se apresentar nos metrôs de Nova York, algo que fazia antes de entrar para o programa. “Em 2021, senti muita vergonha por voltar aos trens. Eu não queria que as pessoas soubessem que eu precisava do dinheiro e não queria que soubessem que não era uma escolha minha”, revelou a cantora, que adotou o nome artístico “Just Sam”, em entrevista ao jornal britânico The Sun. Diaz explicou que o período seguinte ao programa rendeu muitas frustrações. “Não sabíamos o que fazer com a vitória, especialmente porque não tivemos absolutamente nenhuma ajuda. Há pessoas que tiveram mais sucesso do que eu, e isso é ótimo para elas. Fico feliz por elas, mas eu não sou elas. Não gosto da minha situação atual, mas sei que isso não vai durar para sempre”, declarou. A cantora foi coroada vencedora no início da pandemia, em maio de 2020. Inclusive, durante a competição, os competidores precisaram se apresentar a distância, dentro de suas casas. Neste contexto, a indústria musical já estava em condições bastante diferentes do normal para receber novos artistas que tentassem emergir. “Fiquei desapontada comigo mesma por ter chegado a esse ponto depois de vencer o ‘American Idol'”, confessou Diaz. “Mas tive que ser compassiva comigo e lembrar que comecei minha jornada no Idol aos 20 anos, sem saber nada sobre Hollywood ou a indústria da música”. Em 2022, a cantora deixou a gravadora, lançando apenas um single antes de romper o contrato. Ela apontou a falta de preparo e o custo alto nas produções como motivos que a levaram ao caminho solo. “Todo mundo quer saber o que aconteceu e por que isso ou aquilo, e eu vou responder a essas perguntas algum dia. Mas, por enquanto, direi isso: nunca esperei vencer, mas venci. Sou extremamente grata, embora sinta que decepcionei as pessoas”, finalizou. Embora revele que se sentiu culpada por um bom tempo, a cantora confessa que desde a vitória pode aprender muito com as experiências e espera poder ajudar outros artistas, para não passarem pelas mesmas dificuldades que ela. “Eu sei que tudo acontece por uma razão e acredito que isso também passará, não importa como as coisas possam parecer agora”, acrescentou. Apesar dos desafios, Diaz encontrou uma forma de compartilhar seu talento com o mundo, postando suas apresentações no Instagram para os seus 172 mil seguidores. Os vídeos mostram a cantora nos metrôs de Nova York performando músicas como “Easy on Me”, de Adele, “Listen”, de Beyoncé, e “Almost Is Never Enough”, de Ariana Grande. Exibido no canal americano ABC, o “American Idol” acabou de finaliar sua 20ª temporada, coroando o adolescente de 18 anos Iam Tonji neste último domingo (21/5). Atualmente, o talent show conta com Katy Perry, Lionel Richie e Luke Bryan na bancada dos jurados. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Samantha Diaz (@samanthadiaz) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Samantha Diaz (@samanthadiaz)
“The Conners” é renovada para 6ª temporada
A sitcom “The Conners” foi renovada para a 6ª temporada pela rede de TV americana ABC nesta terça-feira (16/5), o que levará a produção à marca de 100 episódios. A decisão da emissora se deu devido ao sucesso do final da 5ª temporada, que atingiu 3,6 milhões de telespectadores ao vivo em 4 de maio. “The Conners” foi lançada em 2018 como derivado do revival de “Roseanne”, série clássica exibida de 1988 a 1996, que tinha sido trazida de volta com recordes de audiência, apenas para ser abruptamente cancelada naquele mesmo ano, graças à demissão da atriz Roseanne Barr (“A Hora do Pesadelo 6”). A trama segue os quatro principais membros remanescentes do elenco, Sara Gilbert (“Roseanne”), que também é produtora executiva, John Goodman (“A Rebelião”), Laurie Metcalf (“Lady Bird: A Hora de Voar”) e Lecy Goranson (“Furacão Bianca: Da Rússia, sem Amor”). Comandada pelo showrunner e criador Bruce Helford (“Lopes vs Lopes”), a atração é a principal comédia da ABC, ficando atrás apenas de “Abbott Elementary” em termos de índice demográfico. O spin-off começou a 5ª temporada com 3,7 milhões de telespectadores ao vivo em sua estreia e um índice demográfico de 0,53 na faixa etária de 18 a 49 anos. No geral, a temporada teve uma média de cerca de 3,8 milhões de telespectadores ao vivo no mesmo dia por episódio e uma classificação de 0,5 na faixa etária. O produtor executivo Bruce Helford já insinuou que a 6ª temporada pode ser a última da série. Antes do final da 5ª temporada, ele falou sobre o assunto ao site TV Line. “Sara Gilbert expressou à emissora que não queremos encerrar sem saber que teremos um episódio final da série, para que possamos construir o desfecho adequado – e, neste momento, sentimos que [a próxima] possivelmente será a última temporada de ‘The Conners'”, comentou. Porém, Helford também reconheceu os resultados da 5ª temporada como um motivo para “The Conners” continuar. Apesar do sucesso, a série ainda não é exibida no Brasil. Veja abaixo a apresentação original da série.
“Alasca” e “Em Má Companhia” são canceladas na 1ª temporada
A rede americana de televisão ABC cancelou as séries “Alasca: Em Busca da Notícia” (Alaska Daily) e “Em Má Companhia” (The Company You Keep) após o fim de suas temporadas inaugurais. A decisão foi tomada devido aos baixos números de audiência atingidos pelas produções – respectivamente, 2,8 milhões e 2,2 milhões de telespectadores ao vivo. “Em Má Companhia” trazia Milo Ventimiglia (“This is Us”) como Charlie, um golpista que se envolve com Emma (Catherine Haena Kim, de “FBI”), uma agente secreta disfarçada da CIA. Após um noite de paixão, eles descobrem que estão em rota de colisão profissional. Enquanto Charlie aumenta o “negócio da família”, Emma está se aproximando do criminoso vingativo que detém as dívidas da família de Charlie, o que os força a se confrontar e reconhecer as mentiras que contaram um para o outro. Desenvolvida por Julia Cohen (“Um Milhão de Coisas”), a série era remake da sul-coreana “My Fellow Citizens” (2019). Já “Alasca: Em Busca da Notícia” tinha Hilary Swank (“Away”) no papel da jornalista investigativa Eileen Fitzgerald, uma repórter que cai em desgraça e deixa sua vida elegante em Nova York para se juntar a um jornal diário em Anchorage, no Alasca, em uma jornada para encontrar redenção pessoal e profissional. A série era uma criação do cineasta Tom McCarthy, vencedor do Oscar pelo filme “Spotlight”, e também incluía em seu elenco Jeff Perry (“Inventando Anna”), Matt Malloy (“Perry Mason”), Meredith Holzman (“The Good Fight”), Grace Dove (“A Ordem”), Pablo Castelblanco (“Scream Queens”), Ami Park (“This Is Us”) e Craig Frank (“The Messengers”). Por ironia, “Alasca: Em Busca de uma Notícia” vai estrear no Brasil na próxima semana. Chega na Star+ na quarta-feira (17/5). Já “Em Má Companhia” segue inédita e sem previsão de lançamento nacional. Veja abaixo os trailers das duas atrações.
“Big Sky” é cancelada após três temporadas
A rede americana de TV ABC anunciou o cancelamento da série criminal “Big Sky” após o fim de sua 3ª temporada, concluída em janeiro nos EUA. A produção foi de série estreante mais bem-sucedida da TV americana em 2020 à programa menos visto da grade da emissora na temporada passada, com uma média de 2,2 milhões de telespectadores ao vivo. Criada por David E. Kelley (“Big Little Lies”), “Big Sky” é baseada em “The Highway”, livro de CJ Box que abre uma coleção de romances da personagem Cassie Dewell. Na série de suspense rural, a detetive é vivida por Kylie Bunbury (“Olhos que Condenam”) e faz parceria com a policial Jenny Hoyt, interpretada por Katheryn Winnick (“Vikings”). As duas se juntam em uma busca por jovens que foram sequestradas por um motorista de caminhão em uma estrada remota de Montana. Mas logo a investigação revela que as garotas não são as únicas desaparecidas e que a região tem um longo histórico criminal, tornando-as alvos dos criminosos e serial killers que investigam. Além das duas, o elenco também destacava Jensen Ackles (“Supernatural”), que foi introduzido no final da 2ª temporada como novo xerife da região. Para completar, a 3ª temporada ainda contou com participação da estrela country Reba McEntire (“Reba”) no papel de uma lojista bem-sucedida do interior com um histórico secreto de clientes desaparecidos, e de Rosanna Arquette (“O Clube dos Meninos Bilionários”) como Virginia “Gigi” Cessna, a mãe carismática e muito falante de Jenny Hoyt. “Big Sky” é exibida no Brasil pela plataforma Star+, que por enquanto só disponibilizou as duas primeiras temporadas da série. Veja abaixo o trailer da temporada inaugural.
Shonda Rhimes não pretende encerrar “Grey’s Anatomy”: “Fãs querem mais”
A produtora Shonda Rhimes afirmou que não pretende encerrar “Grey’s Anatomy” enquanto ainda existir fãs interessados no drama. A série médica já completa duas décadas de exibição e está na 20ª temporada. Ao contrário do que muitos pensam, Shonda ainda não se cansou da mesma produção. Pelo contrário, a criadora da série se sente emocionada com o avanço da trama longeva, embora a obra se despeça cada vez mais de seus protagonistas. “É uma série tão incrível e está indo muito bem enquanto segue avançando. Vou deixá-la seguir e ver aonde vai, e vamos continuar sendo uma série enquanto todos quiserem estar lá e enquanto os fãs quiserem mais”, disse em entrevista ao programa E! News. “Posso ser uma senhora muito velha quando chegarmos à última temporada, porque [‘Grey’s Anatomy’] não parece estar acabando, o que é maravilhoso. Sinto que este mundo realmente pertence aos fãs, e eles têm sido muito claros sobre o que querem”, completou. Shonda ainda afirmou que a despedida da atriz Ellen Pompeo (Meredith Grey) foi de cortar o coração. A personagem principal deixou a franquia durante a 19ª temporada, mas a produtora garantiu que ela pode retornar sempre que quiser. “Saber que ela poderia voltar a qualquer momento era muito importante para mim. Ellen é uma pessoa incrível e conversamos o tempo todo, discutindo quando era a hora [de parar] e como ela estava se sentindo. Sempre tivemos essas discussões, porque sempre quis que ela estivesse animada, investindo e se divertindo tanto quanto estava no começo”, disse Shonda. Ellen Pompeo fará um retorno para o final da temporada, que vai ao ar em 18 de maio nos Estados Unidos. A atriz segue como produtora executiva de “Grey’s Anatomy” e deverá manter a narração que abre e fecha cada episódio. Além da despedida da protagonista, os contratos de vários outros membros do elenco também terminaram na 19ª temporada, incluindo Kevin McKidd (Owen), Kim Raver (Teddy), Camilla Luddington (Jo) e Caterina Scorsone (Amelia). As negociações com o elenco devem ser facilitadas pelo fato de “Grey’s Anatomy” permanecer como a série mais vista da rede ABC há 19 anos. Além disso, a obra se consolidou como o drama médico mais duradouro da TV americana.
“Call Me Kat” é cancelada após três temporadas
A rede de TV americana Fox anunciou o cancelamento de mais uma produção, a sitcom “Call Me Kat”, após três temporadas. Estrelada por Mayim Bialik (“The Big Bang Theory”), a série era baseada na comédia britânica “Miranda” (2009), da BBC. A história segue uma mulher que deixa seu emprego para abrir um café para gatos. O cancelamento foi anunciado um dia após o episódio final da 3ª temporada ir ao ar no canal da BBC. Há a possibilidade de outra emissora salvar o título e dar continuidade a trama, mas até o momento nenhuma candidata se pronunciou. A série acompanha outros cancelamentos recentes da Fox, como “The Resident” (2018) e “9-1-1” (2018). “9-1-1” acabou salva pela rede ABC, que garantiu a produção de sua 7ª temporada em seu canal, mas “The Resident” foi encerrada definitivamente. “Call Me Kat” sofreu com quedas drásticas de audiência na temporada. Os últimos episódios lançados marcaram uma média de 2,23 milhões de espectadores, num recuo de 24% em relação às temporadas anteriores. O elenco da série também incluía Swoosie Kurtz, Kyla Pratt, Julian Gant, Cheyenne Jackson e o falecido ator Leslie Jordan, que participou da produção até sua morte, em outubro de 2022, aparecendo até metade da 3ª temporada. Os produtores-roteiristas Jim Patterson (“Dois Homens e Meio”) e Maria Ferrari (“Jovem Sheldon”) atuaram como showrunners na 3ª temporada e assinaram a produção ao lado de Bialik. No Brasil, “Call Me Kat” foi disponibilizada pela HBO Max.
“9-1-1” é cancelada e salva por outro canal nos EUA
A rede de TV americana Fox decidiu não renovar sua série de maior audiência, “9-1-1”, produzida pela 20th Television. O último episódio da 6ª temporada, que será lançado no dia 15 de maio, será o último exibido pela Fox. Mas esse não é o fim do drama criado por Ryan Murphy, Brad Falchuk e Tim Minear (todos de “American Horror Story”): a Disney resgatou a produção e exibirá a 7ª temporada do programa em sua rede, a ABC. Em contrapartida, a série “9-1-1: Lone Star”, estrelada por Rob Lowe (“The Outsiders”), foi oficialmente renovada e terá sua 5ª temporada na Fox. “Foi uma honra ser a rede fundadora de ‘9-1-1’ e agradecemos a Ryan Murphy, Brad Falchuk e Tim Minear, com Angela Bassett, Peter Krause, Jennifer Love Hewitt, Oliver Stark, Aisha Hinds, Kenneth Choi, Ryan Guzman e o resto do elenco e equipe, e a 20th Television por entregar uma série tão impactante para a Fox”, disse a emissora em um comunicado. “Desejamos a eles boa sorte após o término da temporada final de ‘9-1-1’ na Fox.” “9-1-1” deve ter uma transição relativamente tranquila para a ABC. O canal já possui um programa de sucesso que anteriormente teve uma longa duração na Fox, antes de ser cancelado por motivos financeiros: o “American Idol”. Além disso, “9-1-1” também obteve êxito no streaming Hulu, controlado pela Disney. “Graças ao impulso criativo de Ryan Murphy, Brad Falchuk e Tim Minear, bem como ao talentoso elenco, ‘9-1-1’ tem sido um dos dramas mais definidores e originais da televisão aberta nos últimos seis anos e estamos honrados em trazê-lo para o grupo respeitável de séries da ABC”, disse Craig Erwich, presidente do Disney Television Group. “É um privilégio manter ‘9-1-1’ na família, com a produção da 20th Television, e esperamos contar mais histórias emocionantes e inspiradoras sobre esses personagens amados na nossa programação.” O motivo do cancelamento pela Fox tem caráter financeiro. Embora seja uma das séries de maior sucesso do canal, “9-1-1” é também a mais cara, custando de US$ 9 milhões a US$ 10 milhões por episódio. Além disso, também conta com um elenco de renome, como Angela Basset (“Pantera Negra 1 e 2”), Jennifer Love Hewitt (“Ghost Whisper”) e Peter Krause (“Parenthood”), que não tem salário baixo. A Fox mantém a parceria com a 20th TV. Além de “Lone Star”, a rede também renovou recentemente por duas temporadas os desenhos animados “The Simpsons”, “Family Guy” e “Bob’s Burger”, além de ter assinado um novo acordo de exibição com o streaming Hulu. “9-1-1” é líder de audiência, tanto na TV quanto no streaming. No entanto, o fato de o elenco principal ter pelo menos mais um ano nos seus contratos provavelmente ajudou para que o programa fosse resgatado pela ABC. A 7ª temporada de “9-1-1” ainda não tem previsão de estreia. As duas séries da franquia “9-1-1” são exibidas no Brasil pela plataforma Star+.
“Station 19” é renovada para 7ª temporada
O canal americano ABC renovou a série “Station 19” para sua 7ª temporada. Mas com a saída de Krista Vernoff (que também cuidava de “Grey’s Anatomy”), a produção terá novos showrunners: Zoanne Clack (“Grey’s Anatomy”) e Peter Paige (“Os Fosters”). Spin-off de “Grey’s Anatomy”, a série acompanha a atuação de um grupo de bombeiros em Seattle, que além de se arriscarem-se salvando vidas, precisam lidar com os problemas no trabalho e os dramas da vida pessoal. No elenco principal estão atores como Jaina Lee Ortiz (“Viagem das Garotas”), Jason George (“Grey’s Anatomy”), Gray Damon (“Aquarius”), Barrett Doss (“O Diário de Noel”), Jay Hayden (“Crazy Ex-Girlfriend”), Danielle Savre (“Heróis”) e Boris Kodjoe (“Código Negro”). Com “Grey’s Anatomy” renovada para sua 20ª temporada, uma nova temporada para “Station 19” era quase certa, e dependia apenas dos acordos com Clack e Paige. O drama se junta a outras séries renovadas anteriormente na programação da ABC como “Abbott Elementary”, “The Good Doctor” e “The Rookie”. Clack e Paige serã os terceiros showrunners de “Station 19”. A série foi criada pela produtora Stacy McKee, que liderou as duas primeiras temporadas. Vernoff assumiu a partir da 3ª temporada e alinhou ainda mais o programa com a série médica, o que ajudou na audiência das duas atrações. Os produtores executivos da série incluem ainda Shonda Rhimes (criadora de “Grey’s Anatomy”) e sua sócia Betsy Beers, da Shondaland. No Brasil, “Station 19” é exibida pelo canal pago Sony e disponibilizada no serviço de streaming Star+.
“The Good Doctor” tem 7ª temporada confirmada
A rede americana ABC renovou a série “The Good Doctor” para sua 7ª temporada. O canal americano ABC deu a notícia por meio do Instagram oficial da atração. Veja abaixo. Desenvolvida por David Shore, criador de “House”, “The Good Doctor” continua como uma das produções mais bem-sucedidas do ABC, com a 6ª temporada ficando atrás apenas de “American Idol” e “The Rookie”. Estrelado por Freddie Highmore (“Bates Motel”), que interpreta o brilhante médico autista Shaun Murphy, o seriado deve ganhar em breve um spin-off com advogados. Em março, a ABC lançou um episódio especial do drama médico que serviu como um piloto para “The Good Lawyer”. Caso seja oficializada, a série será estrelada por Kennedy McMann (“Nancy Drew”) e Felicity Huffman (“Desperate Housewives”). A renovação de “The Good Doctor” foi a terceira anunciada nesta semana pelo canal – “The Rookie” e “Will Trent” também receberão novas temporadas. No Brasil, a série está disponível no serviço de streaming da Globoplay, que vai lançar os episódios da 6ª temporada no dia 21 de abril. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por The Good Doctor (@thegooddoctorabc)
Taraji P. Henson vai participar da série “Abbott Elementary”
A atriz Taraji P. Henson, indicada ao Oscar por “O Curioso Caso de Benjamin Button” e conhecida pela série “Empire”, se juntou ao elenco da série “Abbott Elementary”. Ela fará uma participação como Vanetta, a mãe da protagonista Janine (Quinta Brunson), em um papel que promete ser emocionante e engraçado ao mesmo tempo. A participação de Henson ocorrerá no penúltimo episódio da 2ª temporada, intitulado “Mãe”, que será exibido em 12 de abril nos EUA. No episódio, Janine planeja uma viagem sozinha para o fim de semana do feriado de Memorial Day, mas seus planos são alterados quando sua mãe aparece sem avisar e pede ajuda. A relação entre mãe e filha é explorada em profundidade, trazendo à tona questões e emoções familiares universais. A notícia da participação de Henson foi divulgada durante o PaleyFest, um evento organizado pelo Paley Center for Media em Los Angeles, no qual estavam presentes algumas estrelas da série, como Sheryl Lee Ralph, Lisa Ann Walter, Tyler James Williams e William Stanford Davis. Além de Henson, outros atores também foram anunciados para interpretar membros da família de Janine na série, como Ayo Edibiri, que interpretou Ayesha, irmã da protagonista. O relacionamento tenso entre Janine e sua família tem sido explorado em episódios anteriores, e promete continuar a ser um tema importante nos próximos episódios da série. Criada por Quinta Brunson, “Abbott Elementary” é exibida na rede ABC nos EUA, e tem conquistado fãs e críticos com sua abordagem divertida e realista sobre a vida de professores e alunos em uma escola pública de baixa renda. Bastante elogiada, tem impressionantes 99% de aprovação no site americano de críticas Rotten Tomatoes. No Brasil, a série é disponibilizada pela plataforma Star+.
Grown-ish: spin-off de “Black-ish” vai acabar na 6ª temporada
A vindoura 6ª temporada da série “Grown-ish”, spin-off de “Black-ish”, vai ser a última. O anúncio foi feito por meio de um vídeo em que a atriz Yara Shahidi (intérprete de Zoey) explicou detalhes da nova e última temporada. Além de prometer uma temporada grandiosa, com várias participações especiais, Shahidi também revelou que o último ano da série vai ser dividido em duas partes. A primeira metade da temporada vai estrear no terceiro trimestre de 2023 e a segunda somente em 2024. “Passamos quase uma década contando nossas histórias por meio da série ‘-ish’ e dizer que foi uma jornada incrível seria um eufemismo”, disse Kenya Barris, criador da atração, em comunicado. “Poder assistir Yara, Marcus e toda a nossa família ‘Grown-ish’ crescer diante (e, de muitas maneiras, ao lado) de nós ao longo desses últimos anos tem sido uma alegria e uma honra. Desde as histórias que contamos até os talentos que promovemos e, o mais importante, as lembranças criadas, eu não poderia estar mais orgulhoso de tudo que conquistamos e da família ‘-ish’ da qual fiz parte”. “Grown-ish” acompanhava Zoey (Yara Shahidi) enquanto ela frequentava a faculdade e lidava com drogas, sexo e relacionamentos ao longo do caminho. Porém, na 5ª temporada Marcus Scribner assumiu o protagonismo, no papel do irmão mais novo de Zoey, Junior, que começou seu primeiro ano na universidade. Logo após sua formatura, Junior tem tentado sair da sombra irmã e deixar sua própria marca no campus. Mas ele encontra alguns obstáculos em sua jornada, como uma possível DST e uma conta bancária vazia. A mudança de protagonista se deu por um desejo de Yara Shahidi de se dedicar mais à carreira de produtora. Fontes dizem que a decisão de encerrar ‘Grown-ish’ foi criativa, ou seja, não partiu de pressão do canal pago Freefom, que exibe a atração. Antes do seu encerramento, a série vai celebrar seu 100º episódio, um marco atingido por poucas séries. O fim de “Grown-ish” também deve marcar a conclusão do universo “-ish”, que começou com “Black-ish” e que também incluiu o spin-off “Mixed-ish” (cancelado após duas temporadas). Em 2020, a ABC (que exibiu “Black-ish”) chegou a desenvolver outro spin-off, chamado “Old-ish”, que seria estrelado por Laurence Fishburne e Jenifer Lewis. Porém, esse projeto parece que não irá adiante. O elenco de “Grown-ish” ainda conta com Francia Raisa (“The Secret Life of the American Teenager”), Emily Arlook (série “The Good Place”), Trevor Jackson (“American Crime”), Luka Sabbat (“Os Mortos Não Morrem”), Jordan Buhat (“Verão de 84”) e as gêmeas Chloe e Halle Bailey (série “Austin & Ally”). A 6ª temporada ainda não tem previsão de estreia.












