Ellen Pompeo indica que pode deixar Grey’s Anatomy na próxima temporada
A atriz Ellen Pompeo começou a plantar sua saída da série “Grey’s Anatomy”. Em entrevista à revista Entertainment Weekly, ela deu a entender que deverá encerrar sua participação ao final de seu contrato. Recentemente, ela fez os mesmos comentários para conseguir uma renovação com grande compensação financeira. Pelo acordo, ela recebeu US$ 20 milhões, o que a transformou na atriz mais bem paga das séries dramáticas da TV americana. E ficou comprometida com a série por duas temporadas: a 15ª, que estreia na quinta-feira (27/9) nos Estados Unidos, e a 16ª, prevista para 2019. “Eu, claramente, não estou em uma posição na qual posso lhe dar qualquer certeza”, disse a atriz, sobre continuar na série depois disso. “No entanto, sinto que já contamos a maioria das histórias que tínhamos para contar. Quero algo novo. Estou pronta para uma mudança”. Pompeo já tinha sugerido esse desfecho em maio, em entrevista para a revista Us Weekly, quando disse: “Há um fim e ele está se aproximando”. Na ocasião, acrescentou que a decisão sobre quando encerrar a produção seria tomada em conjunto por ela e pela criadora da série, Shonda Rhimes. A dona da produtora Shondaland também já disse em entrevistas que, quando Pompeo quiser sair, a série vai terminar. Rhimes chegou, inclusive, a prometer que voltaria a escrever “Grey’s Anatomy” para assinar o último capítulo. Ela saiu do dia-a-dia da produção da série da rede ABC após fechar um contrato milionário para desenvolver novas atrações para a plataforma Netflix. Sobre seu futuro após “Grey’s Anatomy”, Pompeo ponderou, em outra conversa com o site Deadline, que gostaria de diversificar. Sair da frente da câmera para trabalhar nos bastidores. “Eu adoraria dirigir um piloto e realmente adoro produzir. Eu tive uma verdadeira aula de produção durante minha experiência em ‘Grey’s'”, disse.
Roteirista de Mulher-Maravilha desenvolve série de super-heroínas da Marvel
A rede ABC pretende lançar mais uma série da Marvel. Atualmente exibindo apenas “Agents of SHIELD”, o canal da Disney encomendou um projeto de super-heróis para Allan Heinberg, roteirista de “Mulher-Maravilha”, blockbuster da DC Comics. Segundo apurou o Deadline, a produção será centrada em personagens femininas da Marvel, mas nenhuma heroína específica ou enredos foram divulgados. O projeto pode, inclusive, reunir um grupo de heroínas, como A-Force, Lady Liberators ou Fearless Defenders. A experiência de Heinberg com super-heróis não se resume ao filme da companhia “rival”. Ele já escreveu quadrinhos da Marvel, inclusive foi criador da saga dos “Jovens Vingadores”, indicada ao Eisner Award de “Melhor Série” de 2007. Além disso, é velho conhecido da ABC, onde integrou o time de roteiristas da produtora Shondaland, trabalhando em séries como “Grey’s Anatomy” e “The Catch”. O roteiro de Heinberg precisará ser aprovado para o projeto ganhar encomenda de piloto, antes de se habilitar a virar série de televisão.
Academia Brasileira premia sua “relevância” por meio de Bingo, vencedor do Grande Prêmio do Cinema Brasileiro
A Academia Brasileira de Cinema (ABC) confirmou que se acha genial e muitíssimo relevante. A mesma entidade responsável pela escolha de “Bingo – O Rei das Manhãs” para representar o Brasil no Oscar 2018 escolheu o próprio filme como o Melhor do Ano, na premiação ouroboros auto-intitulada Grande Prêmio do Cinema Brasileiro. Pode ser mais óbvio? Pode. “Bingo” venceu 8 prêmios, mais que qualquer outro filme, para escancarar como a ABC considera o longa de Daniel Rezende melhor que todos os outros. O filme é bacaninha. Mas. Não disputou nenhum festival e suas maiores consagrações foram todas da ABC. Por outro lado, os acadêmicos do abecedário não reconheceram com um trofeuzinho sequer “Gabriel e a Montanha”, dirigido por Felipe Barbosa, que venceu o prêmio Revelação na Semana da Crítica em Cannes e o prêmio da Fundação Gan, e “Era o Hotel Cambridge”, de Eliane Caffé, vencedor dos prêmios do público no Festival de San Sebastián (Espanha), na Mostra de São Paulo e no Festival do Rio. Já “Como Nossos Pais”, de Laís Bodanzky, que venceu o Festival de Gramado 2017, ficou com apenas dois Oscaritos, ops, troféus Grande Otelo (o outro nome do Oscar brasileiro): Melhor Direção e Atriz (Maria Ribeiro). Pouco, considerando que era, disparado, o mais premiado e elogiado candidato da lista de indicados. Para se ter ideia dos critérios adotados, a ABC também premiu duas vezes o roteirista Mikael de Albuquerque, por Melhor Roteiro Original e Melhor Roteiro Adaptado. O adaptado foi “Real – O Plano por Trás da História”, um dos piores filmes do ano passado. Talvez esta seja a explicação para a ABC realizar sua premiação sempre tão tarde. É o segredo para que a cobertura do evento não seja retrucada com a lembrança dos filmes lançados nos cinemas há mais de um ano atrás. A verdade é que, ao contrário do Oscar-Oscar, o Oscarito-Grande Otelo privilegia lançamentos de maior apelo popular, que por isso ficam mais frescos na memória, com direito até aos que viram minissérie da Globo. Sinal desse critério é que o vencedor do Prêmio do Público foi exatamente o mesmo premiado pelos acadêmicos. Já os filmes de reconhecida repercussão artística, selecionados por curadorias de festivais internacionais, não parecem merecer a mesma reverência do abecedário. Tanto é que alguns dos longas de maior prestígio do ano passado nem sequer ganharam indicação ao tal Grande Otelo do Cinema Brasileiro, o prêmio Oscarito nacional. “Elon Não Acredita na Morte”, “Não Devore Meu Coração”, “Mulher do Pai”, “Antes o Tempo Não Acabava”, “Lamparina da Aurora”, “Corpo Elétrico”, “A Cidade Onde Envelheço”, “Pendular”, com passagens por festivais como Sundance, Berlim, Rotterdã, Cartagena e outros, não existiram segundo a seleção da ABC. Atente, ainda, que “A Cidade onde Envelheço” venceu, entre outros, o prêmio de Melhor Filme do Festival de Brasília 2016, “Mulher do Pai” o de Melhor Direção (Cristiane Oliveira) no Festival do Rio 2016, e “Eden”, mais um ignorado, consagrou Leandra Leal como Melhor Atriz no Festival do Rio 2012 e o de Gramado 2013. As datas são antigas? É que nem as premiações convenceram o circuito a lhes dar espaço nos cinemas, o que só aconteceu no ano passado. O legítimo Grande Prêmio do Cinema Brasileiro é da distribuidora Vitrine Filmes, que presta um serviço inestimável ao levar esse tipo de filme ignorado pela ABC a um circuito de resistência no Brasil. Até então uma brincadeira inofensiva de amiguinhos, que colocavam black tie para fingir que faziam um Oscar, a ABC cruzou limites de tolerância quando sua ilusão de grandeza ganhou legitimidade do Ministério da Cultura, que lhe repassou a função de selecionar o representante brasileiro ao Oscar-Oscar. Assim, neste ano, o escolhido foi o filme do amiguinho da turma, “O Grande Circo Místico”, de Cacá Diegues, numa reprise descabida da falta de critérios anteriormente vista em “Bingo – O Rei das Manhas”, passando por cima de obras consagradas em festivais. No ano que vem, já se sabe qual será o vencedor do Grande Prêmio de Fórmula 1 do Cinema Brasileiro. Veja abaixo o que os amiguinhos premiaram neste ano e que a Grande Imprensa Brasileira noticiou como feito muito importante. Longa-Metragem de Ficção: “Bingo – O Rei das Manhãs” Longa-Metragem Documentário: “Divinas Divas” Longa-Metragem Comédia: “Divórcio” Longa-Metragem Animação: “Historietas Assombradas – O Filme” Longa-Metragem Infantil: “Detetives do Prédio Azul” Direção: Laís Bodanzky (“Como Nossos Pais”) Atriz: Maria Ribeiro (“Como Nossos Pais”) Ator: Vladimir Brichta (“Bingo – O Rei das Manhãs” ) Atriz Coadjuvante: Sandra Corveloni (“A Glória e a Graça”) Ator Coadjuvante: Augusto Madeira (“Bingo – O Rei das Manhãs”) Direção de Fotografia: Gustavo Hadba (“A Glória e a Graça”) Roteiro Original: Mikael de Albuquerque e Lusa Silvestre (“A Glória e a Graça”) Roteiro Adaptado: Mikael de Albuquerque (“Real – O Plano por Trás da História”) Direção de Arte: Cássio Amarante (“Bingo – O Rei das Manhãs”) Figurino: Verônica Julian (“Bingo – O Rei das Manhãs”) Maquiagem: Anna Van Steen (“Bingo – O Rei das Manhãs”) Efeito Visuais: Ricardo Bardal (“Malasartes e o Duelo com a Morte”) Montagem Ficção: Márcio Hashimoto (“Bingo – O Rei das Manhãs”) Montagem Documentário: Natara Ney (“Divinas Divas”) Som: George Saldanha, François Wolf e Armando Torres Jr (“João, O Maestro”) Trilha Sonora Original: Plínio Profeta (“O Filme da Minha Vida”) Trilha Sonora: Mauro Lima, Fael Mondego e Fábio Mondego (“João, O Maestro”) Longa-Metragem Estrangeiro: “Uma Mulher Fantástica” Curta-Metragem de Animação: “Vênus-Filó, a Fadinha Lésbica” Curta-Metragem Documentário: “Ocupação do Hotel Cambridge” Melhor Curta-metragem Ficção: “A Passagem do Cometa” Voto Popular – Longa Brasileiro: “Bingo – O Rei das Manhãs” Voto Popular – Longa Estrangeiro: “La La Land” Voto Popular – Longa Documentário: “Cora Coralina”
Annalise tem uma nova classe de alunos no trailer da 5ª temporada de How to Get Away with Murder
A rede ABC divulgou o trailer da 5ª temporada de “How to Get Away with Murder”, que mostra Annalise Keating (Viola Davis) de volta à sala de aula para ensinar a uma nova classe de estudantes de Direito como o crime pode compensar. “E pensar que, até alguns meses atrás, eles não me deixavam colocar os pés nesse campus”, provoca Keating no vídeo. Também há mais o que comemorar, como o casamento de um dos personagens principais do elenco. Mas apesar de sua vitória na Suprema Corte na temporada passada, os problemas de Annalise ainda não acabaram. O restante do trailer mostra como ela e seus pupilos mais próximos acabam mais uma vez envolvidos em uma teia de conspirações e assassinatos. “How to Get Away with Murder” retorna no dia 27 de setembro nos Estados Unidos. A série faz parte da programação do canal pago Sony no Brasil e vira “Lições de um Crime” quando é exibida pela Globo.
Criador de Black-ish confirma que censura de episódio pela Disney o empurrou para a Netflix
O criador da sitcom “Black-ish”, Kenya Barris, confirmou em nova entrevista ao The Hollywood Reporter os verdadeiros motivos que o levaram a trocar a rede ABC pela Netflix. E não foi dinheiro. Conforme especulado pela imprensa, ele esta descontente com a rede após ter um episódio da série censurado por expressar posicionamentos políticos contrários ao presidente dos EUA, Donald Trump. O capítulo em questão, “Please Baby Please”, trazia o protagonista Dre (Anthony Anderson) contando uma história para o seu filho na hora de dormir. Usando metáforas, Dre refletia sobre acontecimentos políticos do ano – e o episódio usava animações e trechos de telejornais para ilustrar a trama. “Please Baby Please” chegou a ser gravado e ainda receberia narração especial do cineasta Spike Lee (“Faça a Coisa Certa”). No entanto, dias antes da exibição prevista (em 27 de fevereiro), executivos da ABC e da sua companhia-mãe, a Disney, decidiram não colocar “Please Baby Please” no ar. Barris assume que foi “a gota d’água” para o fim do seu relacionamento com a Disney. “Eu percebi que não seria útil para eles depois disso, não como eles queriam que eu fosse”, explicou. “Eu sei que a Disney tinha preocupações sobre o ângulo da história que estávamos contando. Uma coisa que aprendi na TV aberta é que, quando você está falando de política, precisa apresentar todos os lados”, continua. Apesar das ressalvas, Barris aponta que a abordagem de Ben Sherwood, chefe de TV da Disney, não foi ideal no momento delicado de descartar o episódio. “Ben queria manter a aparência da ABC como um ambiente aberto para qualquer tipo de expressão, quando não era. Isso eu vejo muito claramente. Quando você tem os seus limites, você precisa dizer. Eu respeitaria mais a Disney se eles fizessem isso”, comenta Barris. Para completar, a rede não vinha apostando em novas criações do produtor-roteirista. A ABC recusou “Libby e Malcolm”, série política que seria estrelada por Felicity Huffman e Courtney B. Vance, “Unit Zero”, que mostraria Toni Collette na CIA, além de uma comédia com Alec Baldwin, que foi abandonada após o ator desistir do projeto. A situação levou Barris a pedir liberação de seu contrato com a companhia, que originalmente seguiria por mais três anos, e assinar um acordo milionário com a Netflix. “Eu pensei comigo mesmo: ‘Se vou sair daqui, quero sair para um lugar onde estarei completamente liberado’. Eu quero fazer algo na Netflix com atitude – algo ousado e sem pedir desculpas”, diz. Sem Barris, “Black-ish” vai seguir para a sua 5ª temporada, marcada para estreia em 16 de outubro. Ele também deixa o spin-off “Grow-ish” no Freeform e dois projetos em desenvolvimento, “Besties”, também no Freeform, e um remake de “A Feiticeira” com atriz negra na ABC.
Personagem importante de Modern Family vai morrer na 10ª temporada
A 10ª temporada de “Modern Family” vai mostrar um fato que acontece em todas as famílias, modernas ou não, mas que nem por isso deixa de ser trágico. O criador da série, Christopher Lloyd, revelou que um personagem “significativo” da série vai morrer nos próximos episódios. “Nessa temporada, vamos abordar alguns eventos maiores na vida dessa família”, ele explicou, em entrevista à revista Entertainment Weekly. “A morte é um tópico com o qual famílias ao redor do mundo precisam lidar em algum momento. Na televisão, não é fácil fazer isso, porque é um tema pesado. Ao mesmo tempo, não pareceria realista que isso nunca acontecesse”. A morte acontecerá na primeira metade da 10ª temporada, adiantou o produtor-roteirista. “Será um evento tocante, e vai ter consequências espalhadas por múltiplos episódios”, afirmou. A próxima temporada também é a última para a qual os astros da série estão contratados. Segundo Lloyd, nada foi decidido ainda, mas ele continua esperançoso de que “Modern Family” possa continuar por pelo menos mais alguns anos, com a renovação dos contratos e o interesse da rede ABC. “Os dois lados da negociação [a emissora e os atores] querem continuar”, comenta. “Há algumas complicações, é claro, e isso não pode demorar muito para ser decidido. O que eu posso dizer é que há uma chance decente de que mais temporadas venham por aí”. “Modern Family” retorna no dia 26 de setembro na TV americana. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Fox Life.
Sucesso do filme Podres de Ricos inspira projeto de série similar
O sucesso da comédia “Podres de Ricos” nos cinemas americanos inspirou a rede americana ABC a encomendar uma versão similar para sua programação de séries. Ainda sem título oficial, o projeto está sendo escrito por Jessica Gao (“Rick and Morty”), que o batizou informalmente de “Lazy Rich Asians” (“Asiáticos Ricos e Folgados”), uma brincadeira com o título original de “Podres de Ricos” (“Crazy Rich Asians”, ou “Asiáticos Ricos e Loucos”). O original é um novelão romântico, que acompanha uma jovem nova-iorquina de origem chinesa (Constance Wu) que viaja para a Singapura para conhecer a família riquíssima do seu namorado. O projeto de série também irá acompanhar uma protagonista feminina de descendência chinesa. Mas há uma reviravolta. A protagonista Janet Zhao tem uma relação problemática com a própria família. Quando a sua avó materna morre e nomeia Janet como única herdeira, ela se torna inesperadamente a nova provedora da família da qual passou a vida toda tentando se afastar. “Podres de Ricos”, o filme, é um fenômeno de bilheteira. Feito por pouco mais de US$ 30 milhões, o longa surpreendeu e já fez mais de US$ 137 milhões só na América do Norte. Entretanto, ainda permanece inédito no Brasil, onde só será lançado em 25 de outubro. Já o projeto de série ainda precisa ter seu roteiro aprovado para chegar na fase de piloto. Só após a apreciação do episódio de teste é que haverá definição sobre encomenda de temporada.
Trailer de Grey’s Anatomy mostra que, após 15 anos, a série virou paródia de si mesma
A rede ABC divulgou o trailer da 15ª temporada de “Grey’s Anatomy”, que mostra como a série virou uma paródia de si mesmo. A prévia revela a chegada de dois novos doutores gostosões – a forma como são apresentados é exatamente esta – e empurra mais um envolvimento amoroso para Meredith Grey (Ellen Pompeo). Ela aparece rapidamente beijando na cama o personagem DeLuca (Giacomo Gianniotti), a quem tinha rejeitado na temporada passada. Se bem que, pelo olhar, tudo pode ser imaginação da protagonista, provocada pelos hormônios femininos que abundam na produção – e geram até melodrama de gravidez na trama, arco que será seguido por Teddy (Kim Raver). Já os novos McDream e McSteam de 2018 são Link (Chris Carmack, de “Nashville”) e Nico Kim (Alex Landi, que figurou em “Bull”). Este último é um cirurgião homossexual – e dá para supor que as personagens femininas vão dizer que isso é um desperdício… A 15º temporada de “Grey’s Anatomy” estreia dia 27 de setembro. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Sony.
The Kids Are Alright: Série de comédia nostálgica com ator de The Walking Dead ganha novos trailers
A rede americana ABC divulgou dois novos trailers de “The Kids Are Alright”, sitcom passado nos anos 1970, que acompanha uma família numerosa, chefiada por Michael Cudlitz (da série “The Walking Dead”). A prévia explora a recriação de época e estabelece o universo conservador da família protagonista, que tem sua história narrada pelo filho do meio, como um longo flashback. A narrativa é reminiscente de “Anos Incríveis”, primeira sitcom de nostalgia narrada por uma criança (passada nos anos 1960). Mas o que era novidade há 30 anos agora virou lugar-comum, o que torna “The Kids Are Alright” similar a “The Goldbergs” (passada nos anos 1980) e “Young Sheldon” (também nos 1990). Inspirada pela infância do criador da série, Tim Doyle (veterano roteirista-produtor de “Família Dinossauros”, “Roseanne” e “Last Man Standing”), “The Kids Are Alright” acompanha uma família tradicional católica irlandesa, os Clearys, enquanto eles passam por pequenas e grandes mudanças durante uma das décadas mais turbulentas da América. Diz a sinopse oficial: “Em um bairro de classe trabalhadora nos arredores de Los Angeles, Mike (Cudlitz) e Peggy (Mary McCormack, da série “In Plain Sight”) criam oito meninos barulhentos que vivem seus dias com pouca supervisão. O lar vira de cabeça para baixo quando o filho mais velho Lawrence volta para casa e anuncia que está deixando o seminário para sair e ‘salvar o mundo’. Os tempos estão mudando e essa família nunca mais será a mesma”. O elenco também inclui os jovens Sam Straley (visto em “Chicago P.D.”), Caleb Foote (série “American Horror Story”), Sawyer Barth (série “Public Morals”), Christopher Paul Richards (série “Billions”), Jack Gore (também de “Billions”), Andy Walken (“A Mulher Mais Odiada dos Estados Unidos”) e Santino Barnard (“The Matter of Life”), que vivem sete dos irmãos Cleary. O oitavo é um bebê. A série tem estreia prevista para 16 de outubro nos Estados Unidos.
Ator de The Originals entra na série For the People
O ator Charles Michael Davis já tem novo trabalho após o fim da série “The Original”. Ele entrou para o elenco do drama jurídico “For the People”. Essa é a segunda série de Shonda Rhimes que ele participa, já que ele participou brevemente de sete episódios de “Grey’s Anatomy” em 2013. A série também é o segundo drama jurídico da Shondaland, mas se diferencia de “How to Get Away With Murder” por mostrar não uma, mas duas equipes rivais de advogados iniciantes, que trabalham sob supervisão de veteranos na promotoria e na defensoria pública. Em “For the People”, Davis vai interpretar Ted, o novo investigador da Defensoria Pública, que será um personagem fixo da atração. Paralelamente, ele ainda continua na série “Younger”, onde também interpreta um personagem fixo. Como as gravações das duas séries não coincidem, o ator poderá participar de ambas sem conflitos, como já fazia anteriormente, na época em que estava em “The Originals” e “Younger” simultaneamente. A 2ª temporada de “For the People” vai estrear na midseason, no começo de 2019, na rede americana ABC.
Grey’s Anatomy vai ganhar seu primeiro protagonista gay masculino
A série “Grey’s Anatomy” incluirá o seu primeiro cirurgião gay na 15ª temporada. O novato Alex Landi (que figurou na série “Bull”) vai interpretar o novo personagem, chamado de Dr. Nico Kim, na popular série criada por Shonda Rhimes para a rede americana ABC. A emissora confirmou que ele fará parte do elenco fixo da atração. Embora este seja o primeiro protagonista gay masculino da série, “Grey’s Anatomy” já tratou abertamente de homossexualidade, mas geralmente focando personagens femininas, como o casal formado por Callie Torres (Sara Ramirez) e Arizona Robbins (Jessica Capshaw). Além disso, nenhum personagem LGBTQIA+ da série teve o cargo de cirurgião. A 15ª temporada da série estreia em 27 de setembro nos Estados Unidos. “Grey’s Anatomy” é exibida pelo canal pago Sony no Brasil.
Netflix revive a série Designated Survivor para uma 3ª temporada
É oficial: a Netflix reviveu mais uma série cancelada pela TV americana. A plataforma anunciou que irá produzir uma 3ª temporada de “Designated Survivor”, protagonizada por Kiefer Sutherland. A série dramática vai voltar com menos episódios (10), com um novo showrunner (Neal Baer, de “Under the Dome”) e sem a participação do ABC Studios. Ou seja, será uma produção original da Netflix, em parceria com o estúdio eOne. A rede ABC anunciou o cancelamento de “Designated Survivor” em maio, mas a Netflix precisou resolver conflitos de direitos de streaming da atração antes de confirmar seu resgate. Apesar de a plataforma disponibilizar a série no mercado internacional, era a Hulu que fazia sua exibição por streaming nos Estados Unidos. Assim que o acordo para repassar a série inteiramente para a Netflix foi fechado, a produção recebeu sinal verdade para desenvolver novos episódios. “A continuação da série via Netflix é uma vitória para todos os envolvidos”, disse o produtor Howard Gordon, em comunicado. “A história do Presidente Kirkman e daqueles que o rodeiam não foi totalmente contada e estamos ansiosos para trabalhar com o nosso novo parceiro na continuação da série para um público global.” Kiefer Sutherland, intérprete do Presidente fictício da série, ainda acrescentou: “Acredito que esse formato nos permitirá continuar nos aprofundando nas histórias e questões relativas ao eleitorado americano que antes não eram possíveis”. O título da série, “Designated Survivor”, é um termo técnico utilizado para se referir a um integrante do governo norte-americano que é levado a um local isolado e seguro, durante reuniões conjuntas do Presidente e outros líderes do país. O objetivo é que, em caso de algum acidente fatal, este “sobrevivente designado” possa assumir o comando do país. Pois, na trama, um atentado terrorista elimina todos os representantes eleitos do pais, cabendo ao sobrevivente, o secretário de desenvolvimento urbano Tom Kirkman (papel de Sutherland), assumir o governo durante o momento de crise e lidar com a situação de emergência. A série foi criada por David Guggenheim, roteirista do ótimo filme de ação “Protegendo o Inimigo” (2011), que divide a produção com Sutherland, Mark Gordon (produtor de “Criminal Minds”, “Grey’s Anatomy” e inúmeros filmes) e Simon Kinberg (produtor-roteirista da franquia “X-Men”). Em sua 3ª temporada, o Presidente Kirkman vai passar pela primeira vez pelo teste de aprovação de seu mandato, ao disputar eleições. A produção terá início ainda em 2018 e deve chegar à Netflix no ano que vem. Além de “Designated Survivor”, a Netflix também resgatou “Lucifer” do cancelamento. Outros salvamentos recentes incluíram ainda “Brooklyn Nine-Nine” (salvo pela rede NBC), “The Expanse” (pela Amazon) e “Last Man Standing” (pela Fox, um ano após seu cancelamento na ABC). Com isso, os fãs de “Colony” e “Dark Matter” são os mais inconsoláveis, pois não conseguiram salvar suas séries favoritas, embora tenham reclamado com mais ênfase que o público da maioria das séries ressuscitadas – e, para piorar, ambas acabaram em cliffhanger, sem final.
The Good Doctor: Trailer da 2ª temporada apresenta novas dificuldades para o protagonista
A rede americana ABC divulgou o trailer da 2ª temporada de “The Good Doctor”, nova série médica que se tornou o drama mais assistido da TV americana na temporada passada. A prévia, por sinal, destaca este fato, além de introduzir as novas dificuldades que precisarão ser enfrentadas pelo bom médico do título, vivido por Freddie Highmore (o Norman Bates da série “Bates Motel”), e apresentar a personagem que será vivida por Lisa Edelstein (a Dra. Lisa Cuddy da série “House”). Atraindo mais de 9 milhões de telespectadores ao vivo por episódio, “The Good Doctor” chegou a integrar o Top 5 das séries mais assistidas dos Estados Unidos no ano passado, ao lado de atrações veteranas. O novo drama de hospital de David Shore (o criador de “House”) traz Freddie Highmore como o Dr. Shaun Murphy, um médico autista, anti-social, terrível na hora de interagir com as pessoas, já que é incapaz de acessar emoções, mas também brilhante e intuitivo quando o assunto é Medicina. Na 1ª temporada, ele contou com a ajuda e a proteção de seu mentor e amigo, Dr. Aaron Glassman (Richard Schiff, de “O Homem de Aço”), que apoiou sua contratação com determinação, apesar dos problemas vistos pelos demais. Mas ele irá enfrentar um diagnóstico de câncer nos novos episódios e pode ter que se despedir do rapaz. Lisa Edelstein entrou na série no papel de oncologista justamente para tratar o Dr. Glassman. O elenco também inclui Beau Garrett (série “Criminal Minds: Suspect Behavior”), Nicholas Gonzalez (série “Pretty Little Liars”), Hill Harper (série “Covert Affairs”), Antonia Thomas (série “Misfits”) e Irene Keng (série “Grey’s Anatomy”). A 2ª temporada estreia em 24 de setembro nos Estados Unidos. No Brasil, “The Good Doctor” começou recentemente a ser disponibilizado pela plataforma de streaming Globo Play.












