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  • Série

    Criador de Black-ish confirma que censura de episódio pela Disney o empurrou para a Netflix

    13 de setembro de 2018 /

    O criador da sitcom “Black-ish”, Kenya Barris, confirmou em nova entrevista ao The Hollywood Reporter os verdadeiros motivos que o levaram a trocar a rede ABC pela Netflix. E não foi dinheiro. Conforme especulado pela imprensa, ele esta descontente com a rede após ter um episódio da série censurado por expressar posicionamentos políticos contrários ao presidente dos EUA, Donald Trump. O capítulo em questão, “Please Baby Please”, trazia o protagonista Dre (Anthony Anderson) contando uma história para o seu filho na hora de dormir. Usando metáforas, Dre refletia sobre acontecimentos políticos do ano – e o episódio usava animações e trechos de telejornais para ilustrar a trama. “Please Baby Please” chegou a ser gravado e ainda receberia narração especial do cineasta Spike Lee (“Faça a Coisa Certa”). No entanto, dias antes da exibição prevista (em 27 de fevereiro), executivos da ABC e da sua companhia-mãe, a Disney, decidiram não colocar “Please Baby Please” no ar. Barris assume que foi “a gota d’água” para o fim do seu relacionamento com a Disney. “Eu percebi que não seria útil para eles depois disso, não como eles queriam que eu fosse”, explicou. “Eu sei que a Disney tinha preocupações sobre o ângulo da história que estávamos contando. Uma coisa que aprendi na TV aberta é que, quando você está falando de política, precisa apresentar todos os lados”, continua. Apesar das ressalvas, Barris aponta que a abordagem de Ben Sherwood, chefe de TV da Disney, não foi ideal no momento delicado de descartar o episódio. “Ben queria manter a aparência da ABC como um ambiente aberto para qualquer tipo de expressão, quando não era. Isso eu vejo muito claramente. Quando você tem os seus limites, você precisa dizer. Eu respeitaria mais a Disney se eles fizessem isso”, comenta Barris. Para completar, a rede não vinha apostando em novas criações do produtor-roteirista. A ABC recusou “Libby e Malcolm”, série política que seria estrelada por Felicity Huffman e Courtney B. Vance, “Unit Zero”, que mostraria Toni Collette na CIA, além de uma comédia com Alec Baldwin, que foi abandonada após o ator desistir do projeto. A situação levou Barris a pedir liberação de seu contrato com a companhia, que originalmente seguiria por mais três anos, e assinar um acordo milionário com a Netflix. “Eu pensei comigo mesmo: ‘Se vou sair daqui, quero sair para um lugar onde estarei completamente liberado’. Eu quero fazer algo na Netflix com atitude – algo ousado e sem pedir desculpas”, diz. Sem Barris, “Black-ish” vai seguir para a sua 5ª temporada, marcada para estreia em 16 de outubro. Ele também deixa o spin-off “Grow-ish” no Freeform e dois projetos em desenvolvimento, “Besties”, também no Freeform, e um remake de “A Feiticeira” com atriz negra na ABC.

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  • Série

    Personagem importante de Modern Family vai morrer na 10ª temporada

    13 de setembro de 2018 /

    A 10ª temporada de “Modern Family” vai mostrar um fato que acontece em todas as famílias, modernas ou não, mas que nem por isso deixa de ser trágico. O criador da série, Christopher Lloyd, revelou que um personagem “significativo” da série vai morrer nos próximos episódios. “Nessa temporada, vamos abordar alguns eventos maiores na vida dessa família”, ele explicou, em entrevista à revista Entertainment Weekly. “A morte é um tópico com o qual famílias ao redor do mundo precisam lidar em algum momento. Na televisão, não é fácil fazer isso, porque é um tema pesado. Ao mesmo tempo, não pareceria realista que isso nunca acontecesse”. A morte acontecerá na primeira metade da 10ª temporada, adiantou o produtor-roteirista. “Será um evento tocante, e vai ter consequências espalhadas por múltiplos episódios”, afirmou. A próxima temporada também é a última para a qual os astros da série estão contratados. Segundo Lloyd, nada foi decidido ainda, mas ele continua esperançoso de que “Modern Family” possa continuar por pelo menos mais alguns anos, com a renovação dos contratos e o interesse da rede ABC. “Os dois lados da negociação [a emissora e os atores] querem continuar”, comenta. “Há algumas complicações, é claro, e isso não pode demorar muito para ser decidido. O que eu posso dizer é que há uma chance decente de que mais temporadas venham por aí”. “Modern Family” retorna no dia 26 de setembro na TV americana. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Fox Life.

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  • Série

    Sucesso do filme Podres de Ricos inspira projeto de série similar

    12 de setembro de 2018 /

    O sucesso da comédia “Podres de Ricos” nos cinemas americanos inspirou a rede americana ABC a encomendar uma versão similar para sua programação de séries. Ainda sem título oficial, o projeto está sendo escrito por Jessica Gao (“Rick and Morty”), que o batizou informalmente de “Lazy Rich Asians” (“Asiáticos Ricos e Folgados”), uma brincadeira com o título original de “Podres de Ricos” (“Crazy Rich Asians”, ou “Asiáticos Ricos e Loucos”). O original é um novelão romântico, que acompanha uma jovem nova-iorquina de origem chinesa (Constance Wu) que viaja para a Singapura para conhecer a família riquíssima do seu namorado. O projeto de série também irá acompanhar uma protagonista feminina de descendência chinesa. Mas há uma reviravolta. A protagonista Janet Zhao tem uma relação problemática com a própria família. Quando a sua avó materna morre e nomeia Janet como única herdeira, ela se torna inesperadamente a nova provedora da família da qual passou a vida toda tentando se afastar. “Podres de Ricos”, o filme, é um fenômeno de bilheteira. Feito por pouco mais de US$ 30 milhões, o longa surpreendeu e já fez mais de US$ 137 milhões só na América do Norte. Entretanto, ainda permanece inédito no Brasil, onde só será lançado em 25 de outubro. Já o projeto de série ainda precisa ter seu roteiro aprovado para chegar na fase de piloto. Só após a apreciação do episódio de teste é que haverá definição sobre encomenda de temporada.

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  • Série

    Trailer de Grey’s Anatomy mostra que, após 15 anos, a série virou paródia de si mesma

    10 de setembro de 2018 /

    A rede ABC divulgou o trailer da 15ª temporada de “Grey’s Anatomy”, que mostra como a série virou uma paródia de si mesmo. A prévia revela a chegada de dois novos doutores gostosões – a forma como são apresentados é exatamente esta – e empurra mais um envolvimento amoroso para Meredith Grey (Ellen Pompeo). Ela aparece rapidamente beijando na cama o personagem DeLuca (Giacomo Gianniotti), a quem tinha rejeitado na temporada passada. Se bem que, pelo olhar, tudo pode ser imaginação da protagonista, provocada pelos hormônios femininos que abundam na produção – e geram até melodrama de gravidez na trama, arco que será seguido por Teddy (Kim Raver). Já os novos McDream e McSteam de 2018 são Link (Chris Carmack, de “Nashville”) e Nico Kim (Alex Landi, que figurou em “Bull”). Este último é um cirurgião homossexual – e dá para supor que as personagens femininas vão dizer que isso é um desperdício… A 15º temporada de “Grey’s Anatomy” estreia dia 27 de setembro. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Sony.

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  • Série

    The Kids Are Alright: Série de comédia nostálgica com ator de The Walking Dead ganha novos trailers

    9 de setembro de 2018 /

    A rede americana ABC divulgou dois novos trailers de “The Kids Are Alright”, sitcom passado nos anos 1970, que acompanha uma família numerosa, chefiada por Michael Cudlitz (da série “The Walking Dead”). A prévia explora a recriação de época e estabelece o universo conservador da família protagonista, que tem sua história narrada pelo filho do meio, como um longo flashback. A narrativa é reminiscente de “Anos Incríveis”, primeira sitcom de nostalgia narrada por uma criança (passada nos anos 1960). Mas o que era novidade há 30 anos agora virou lugar-comum, o que torna “The Kids Are Alright” similar a “The Goldbergs” (passada nos anos 1980) e “Young Sheldon” (também nos 1990). Inspirada pela infância do criador da série, Tim Doyle (veterano roteirista-produtor de “Família Dinossauros”, “Roseanne” e “Last Man Standing”), “The Kids Are Alright” acompanha uma família tradicional católica irlandesa, os Clearys, enquanto eles passam por pequenas e grandes mudanças durante uma das décadas mais turbulentas da América. Diz a sinopse oficial: “Em um bairro de classe trabalhadora nos arredores de Los Angeles, Mike (Cudlitz) e Peggy (Mary McCormack, da série “In Plain Sight”) criam oito meninos barulhentos que vivem seus dias com pouca supervisão. O lar vira de cabeça para baixo quando o filho mais velho Lawrence volta para casa e anuncia que está deixando o seminário para sair e ‘salvar o mundo’. Os tempos estão mudando e essa família nunca mais será a mesma”. O elenco também inclui os jovens Sam Straley (visto em “Chicago P.D.”), Caleb Foote (série “American Horror Story”), Sawyer Barth (série “Public Morals”), Christopher Paul Richards (série “Billions”), Jack Gore (também de “Billions”), Andy Walken (“A Mulher Mais Odiada dos Estados Unidos”) e Santino Barnard (“The Matter of Life”), que vivem sete dos irmãos Cleary. O oitavo é um bebê. A série tem estreia prevista para 16 de outubro nos Estados Unidos.

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  • Série

    Ator de The Originals entra na série For the People

    9 de setembro de 2018 /

    O ator Charles Michael Davis já tem novo trabalho após o fim da série “The Original”. Ele entrou para o elenco do drama jurídico “For the People”. Essa é a segunda série de Shonda Rhimes que ele participa, já que ele participou brevemente de sete episódios de “Grey’s Anatomy” em 2013. A série também é o segundo drama jurídico da Shondaland, mas se diferencia de “How to Get Away With Murder” por mostrar não uma, mas duas equipes rivais de advogados iniciantes, que trabalham sob supervisão de veteranos na promotoria e na defensoria pública. Em “For the People”, Davis vai interpretar Ted, o novo investigador da Defensoria Pública, que será um personagem fixo da atração. Paralelamente, ele ainda continua na série “Younger”, onde também interpreta um personagem fixo. Como as gravações das duas séries não coincidem, o ator poderá participar de ambas sem conflitos, como já fazia anteriormente, na época em que estava em “The Originals” e “Younger” simultaneamente. A 2ª temporada de “For the People” vai estrear na midseason, no começo de 2019, na rede americana ABC.

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  • Série

    Grey’s Anatomy vai ganhar seu primeiro protagonista gay masculino

    7 de setembro de 2018 /

    A série “Grey’s Anatomy” incluirá o seu primeiro cirurgião gay na 15ª temporada. O novato Alex Landi (que figurou na série “Bull”) vai interpretar o novo personagem, chamado de Dr. Nico Kim, na popular série criada por Shonda Rhimes para a rede americana ABC. A emissora confirmou que ele fará parte do elenco fixo da atração. Embora este seja o primeiro protagonista gay masculino da série, “Grey’s Anatomy” já tratou abertamente de homossexualidade, mas geralmente focando personagens femininas, como o casal formado por Callie Torres (Sara Ramirez) e Arizona Robbins (Jessica Capshaw). Além disso, nenhum personagem LGBTQIA+ da série teve o cargo de cirurgião. A 15ª temporada da série estreia em 27 de setembro nos Estados Unidos. “Grey’s Anatomy” é exibida pelo canal pago Sony no Brasil.

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  • Série

    Netflix revive a série Designated Survivor para uma 3ª temporada

    6 de setembro de 2018 /

    É oficial: a Netflix reviveu mais uma série cancelada pela TV americana. A plataforma anunciou que irá produzir uma 3ª temporada de “Designated Survivor”, protagonizada por Kiefer Sutherland. A série dramática vai voltar com menos episódios (10), com um novo showrunner (Neal Baer, de “Under the Dome”) e sem a participação do ABC Studios. Ou seja, será uma produção original da Netflix, em parceria com o estúdio eOne. A rede ABC anunciou o cancelamento de “Designated Survivor” em maio, mas a Netflix precisou resolver conflitos de direitos de streaming da atração antes de confirmar seu resgate. Apesar de a plataforma disponibilizar a série no mercado internacional, era a Hulu que fazia sua exibição por streaming nos Estados Unidos. Assim que o acordo para repassar a série inteiramente para a Netflix foi fechado, a produção recebeu sinal verdade para desenvolver novos episódios. “A continuação da série via Netflix é uma vitória para todos os envolvidos”, disse o produtor Howard Gordon, em comunicado. “A história do Presidente Kirkman e daqueles que o rodeiam não foi totalmente contada e estamos ansiosos para trabalhar com o nosso novo parceiro na continuação da série para um público global.” Kiefer Sutherland, intérprete do Presidente fictício da série, ainda acrescentou: “Acredito que esse formato nos permitirá continuar nos aprofundando nas histórias e questões relativas ao eleitorado americano que antes não eram possíveis”. O título da série, “Designated Survivor”, é um termo técnico utilizado para se referir a um integrante do governo norte-americano que é levado a um local isolado e seguro, durante reuniões conjuntas do Presidente e outros líderes do país. O objetivo é que, em caso de algum acidente fatal, este “sobrevivente designado” possa assumir o comando do país. Pois, na trama, um atentado terrorista elimina todos os representantes eleitos do pais, cabendo ao sobrevivente, o secretário de desenvolvimento urbano Tom Kirkman (papel de Sutherland), assumir o governo durante o momento de crise e lidar com a situação de emergência. A série foi criada por David Guggenheim, roteirista do ótimo filme de ação “Protegendo o Inimigo” (2011), que divide a produção com Sutherland, Mark Gordon (produtor de “Criminal Minds”, “Grey’s Anatomy” e inúmeros filmes) e Simon Kinberg (produtor-roteirista da franquia “X-Men”). Em sua 3ª temporada, o Presidente Kirkman vai passar pela primeira vez pelo teste de aprovação de seu mandato, ao disputar eleições. A produção terá início ainda em 2018 e deve chegar à Netflix no ano que vem. Além de “Designated Survivor”, a Netflix também resgatou “Lucifer” do cancelamento. Outros salvamentos recentes incluíram ainda “Brooklyn Nine-Nine” (salvo pela rede NBC), “The Expanse” (pela Amazon) e “Last Man Standing” (pela Fox, um ano após seu cancelamento na ABC). Com isso, os fãs de “Colony” e “Dark Matter” são os mais inconsoláveis, pois não conseguiram salvar suas séries favoritas, embora tenham reclamado com mais ênfase que o público da maioria das séries ressuscitadas – e, para piorar, ambas acabaram em cliffhanger, sem final.

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  • Série

    The Good Doctor: Trailer da 2ª temporada apresenta novas dificuldades para o protagonista

    2 de setembro de 2018 /

    A rede americana ABC divulgou o trailer da 2ª temporada de “The Good Doctor”, nova série médica que se tornou o drama mais assistido da TV americana na temporada passada. A prévia, por sinal, destaca este fato, além de introduzir as novas dificuldades que precisarão ser enfrentadas pelo bom médico do título, vivido por Freddie Highmore (o Norman Bates da série “Bates Motel”), e apresentar a personagem que será vivida por Lisa Edelstein (a Dra. Lisa Cuddy da série “House”). Atraindo mais de 9 milhões de telespectadores ao vivo por episódio, “The Good Doctor” chegou a integrar o Top 5 das séries mais assistidas dos Estados Unidos no ano passado, ao lado de atrações veteranas. O novo drama de hospital de David Shore (o criador de “House”) traz Freddie Highmore como o Dr. Shaun Murphy, um médico autista, anti-social, terrível na hora de interagir com as pessoas, já que é incapaz de acessar emoções, mas também brilhante e intuitivo quando o assunto é Medicina. Na 1ª temporada, ele contou com a ajuda e a proteção de seu mentor e amigo, Dr. Aaron Glassman (Richard Schiff, de “O Homem de Aço”), que apoiou sua contratação com determinação, apesar dos problemas vistos pelos demais. Mas ele irá enfrentar um diagnóstico de câncer nos novos episódios e pode ter que se despedir do rapaz. Lisa Edelstein entrou na série no papel de oncologista justamente para tratar o Dr. Glassman. O elenco também inclui Beau Garrett (série “Criminal Minds: Suspect Behavior”), Nicholas Gonzalez (série “Pretty Little Liars”), Hill Harper (série “Covert Affairs”), Antonia Thomas (série “Misfits”) e Irene Keng (série “Grey’s Anatomy”). A 2ª temporada estreia em 24 de setembro nos Estados Unidos. No Brasil, “The Good Doctor” começou recentemente a ser disponibilizado pela plataforma de streaming Globo Play.

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  • Série

    The Conners: Spin-off de Roseanne ganha primeiro teaser

    1 de setembro de 2018 /

    A rede americana ABC divulgou o primeiro teaser de “The Conners”, série derivada de “Roseanne”, encerrada após a demissão da atriz Roseanne Barr. O vídeo traz apenas o sofá vazio da série original, acompanhado pela frase: “O que vem a seguir?”. O sofá, por sinal, não é a única coisa que permaneceu do antigo programa. Todo o elenco original vai retornar, menos Roseanne Barr. Ela foi dispensada pela presidente da rede ABC após publicar um tuíte racista contra uma ex-funcionária do governo de Barack Obama. O tuíte ofensivo chegou a levar ao cancelamento da série, que, após negociações intensas, acabou resgatada como “spin-off” pela ABC. O canal entrou em acordo com Roseanne Barr para produzir “The Conners” sem nenhum crédito ou compensação financeira para a atriz, com o objetivo de assegurar o emprego de centenas de funcionários que foram surpreendidos com o cancelamento de “Roseanne”, a série mais assistida dos Estados Unidos na última temporada. “The Conners” tem estreia marcada para 16 de outubro nos Estados Unidos.

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  • Série

    John Goodman diz que Roseanne vai morrer na trama do spin-off The Connors

    28 de agosto de 2018 /

    O ator John Goodman revelou como Roseanne Barr será tirada da trama de sua própria série, “Roseanne”, que será relançada como “The Conners” na temporada norte-americana de outono, após a polêmica nas redes sociais que causou sua demissão. Em entrevista ao jornal britânico The Times, Goodman comentou inicialmente que o destino da personagem de Roseanne era “desconhecido”, mas acrescentou que o personagem dele “ficará triste porque sua esposa está morta”. Goodman admitiu que estaria triste de jeito, uma vez que toda a confusão envolvendo sua colega, que publicou um tuíte racista contra uma ex-funcionária do governo Obama e foi demitida pela rede ABC, o deixou de “coração partido”. “Eu pensei que era apenas showbusiness, que ia passar. Mas eu sofri por um período de cerca de um mês, em que eu fiquei muito deprimido”. O tuíte ofensivo chegou a levar ao cancelamento da série, que, após negociações intensas, acabou resgatada como “spin-off” pela ABC, com o retorno de todo o elenco, menos Roseanne Barr. “Eu sei que ela não é racista”, disse Goodman, que interpretou o marido de Barr desde a primeira encarnação da série, exibida originalmente entre 1988 e 1996. “Vou colocar desta forma, fiquei surpreso com a reação. E isso é provavelmente tudo que eu deveria dizer sobre isso”, afirmou, indicando que não concorda com a demissão da atriz. A opinião contrasta com a reação das filhas televisivas de Roseanne, que repudiaram as declarações da atriz nas redes sociais. Lecy Goranson admitiu ter ficada “devastada” pelos “efeitos do discurso de ódio e racismo sobre indivíduos e a sociedade”, enquanto Sara Gilbert, que foi a força motriz por trás do revival da série, chamou o comportamento de Barr de “abominável”. A ABC entrou em acordo com Roseanne Barr para produzir “The Conners” sem nenhum crédito ou compensação financeira para a atriz, com o objetivo de assegurar o emprego de centenas de funcionários que foram surpreendidos com a decisão do canal de cancelar a série, a mais assistida dos Estados Unidos na última temporada. “Enviei-lhe um email pessoal e a agradeci por isso”, disse Goodman. “Eu não recebi resposta, mas ela estava passando pelo inferno na época. E ela ainda está passando pelo inferno.” “The Conners” tem estreia marcada para 16 de outubro nos Estados Unidos.

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  • Série

    Comercial do revival de Last Man Standing chama quem cancelou a série de idiota

    26 de agosto de 2018 /

    A rede Fox divulgou o pôster e um novo comercial do revival de “Last Man Standing”, que volta à TV em novo canal, um ano após ter sido cancelada pela rede ABC. E o vídeo deixa clara a insatisfação da produção com seu antigo lar. “Por que eles cancelariam um programa popular que todo mundo ama?”, pergunta o personagem Kyle (Christoph Sanders), como escada para o protagonista Mike Baxter (Tim Allen) arrematar: “Talvez eles sejam um bando de idiotas!”. Nunca é demais lembrar que “Last Man Standing” fazia muito sucesso desde seu lançamento em 2011 e só perdia em audiência para “Modern Family” quando foi cancelada na ABC – vista em média por 6,4 milhões de telespectadores ao vivo em 2017. Muitos críticos comentaram, há um ano, que a ABC tinha realmente cometido um erro estratégico ao cancelar a série criada por Jack Burditt (roteirista das clássicas “Mad About You” e “Just Shoot Me”), em particular porque ela era muito popular na demografia dos eleitores de Donald Trump, perfil raro entre as séries exibidas nos Estados Unidos – porque os produtores de TV tendem a priorizar uma agenda progressista, evitando ao máximo ideais reacionários, como as preocupações machistas do personagem de Allen em sua sitcom. Mas “Last Man Standing” também era completamente ignorada pela crítica, a ponto de não possuir avaliação média no site Rotten Tomatoes. Sua volta pela Fox é estimulada por dois fatores. Trata-se de uma produção da casa, mais especificamente da 20th Century Fox Television, o que facilitou o acordo. O outro detalhe determinante foi o enorme sucesso do revival de “Roseanne”, sitcom que compartilha o mesmo viés político conservador de “Last Man Standing”. Por outro lado, “Roseanne” foi cancelada, apesar do sucesso, por conta da boca grande de sua protagonista, extremamente reacionária, que postou um comentário racista em seu Twitter contra uma ex-integrante do governo de Barack Obama. A série de comédia protagonizada por Tim Allen voltará para sua 7ª temporada em 28 de setembro

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  • Série

    Série clássica A Feiticeira vai ganhar remake com atriz negra no papel principal

    23 de agosto de 2018 /

    A rede ABC deu sinal verdade para a produção de um remake da série clássica “A Feiticeira”. O detalhe é que a nova Samantha Stephens será uma mulher negra. Desenvolvida por Kenya Barris, criador de “Black-ish”, a série vai girar em torno de uma família interracial, encabeçada por Samantha, uma mulher negra com poderes mágicos, que se casa com o mortal Darren e descobre que mesmo uma feiticeira não consegue ter mais privilégios do que um cara branco comum. Na série original de 1964, Elizabeth Montgomery interpretava Samantha, que também se casava com Darren, e não resistia à tentação de usar a feitiçaria para resolver os problemas da família. O problema é que sua mãe também era uma bruxa poderosa, que desprezava o genro mortal. Tanta bruxaria sempre fazia uma vizinha enxerida desconfiar que aquela família não era normal. E para completar os problemas, o casal ainda teve uma filha, Tabitha, que não demora a revelar ter puxado a mãe. Esta história já ganhou um remake de cinema, estrelado por Nicole Kidman em 2005, mas o retorno nas bilheterias não rendeu uma continuação. O remake foi o último projeto que Kenya Barris desenvolveu na ABC, antes de fechar um contrato milionário de exclusividade com a Netflix. Ele divide a autoria da nova versão da sitcom clássica com Yamara Taylor, roteirista de vários episódios de “Black-ish”. Não é a primeira vez que uma emissora tenta reviver “A Feiticeira”. A série, originalmente exibida entre 1964 e 1972, quase voltou 2011 (pela CBS) e em 2014 (pela ABC), mas nenhum dos dois projetos foi para frente. Agora, porém, a produção se configura como o terceiro remake/reboot de série clássica de feiticeira, após “Charmed”, com estreia marcada para 14 de outubro na rede americana CW, e “O Mundo Sombrio de Sabrina”, que chega em 26 de outubro na Netflix. Ainda não há data definida para a estreia da nova “A Feiticeira”.

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