Sucesso de “Homem-Aranha” contrasta com fracassos de “Matrix” e “King’s Man”
Com mais de US$ 1 bilhão nas bilheterias mundiais, “Homem-Aranha: Sem Volta para Casa” segue batendo recordes. O filme já se tornou a maior bilheteria da Sony na América do Norte em todos os tempos com US$ 467,3 milhões de arrecadação doméstica, superando com o folga o antigo campeão, “Jumanji: Bem-Vindo à Selva”, que faturou US$ 404,5 milhões em 2017. E antes da metade da semana deve virar também o maior sucesso mundial do estúdio, deixando para trás os US$ 1,1 bilhão feitos por “Homem-Aranha: Longe de Casa” em 2019. Os dois longas mais recentes do Homem-Aranha são as únicas produções da Sony que faturaram mais de US$ 1 bilhão. Ao todo, “Homem-Aranha: Sem Volta para Casa” está com US$ 1,05 bilhão, mesmo sem chegar à China, onde não tem previsão de estreia, e esbarrando em cinemas fechados em vários países da Europa, que enfrenta picos de contágio de covid-19 graças à variante ômicron. Só no dia de Natal, o lançamento que junta três gerações do Homem-Aranha faturou US$ 31,7 milhões nos EUA e Canadá. Isto representa a terceira maior bilheteria norte-americana do feriado em todos os tempos, atrás apenas de “Star Wars: O Despertar da Força” (US$ 49,3 milhões) e “Star Wars: A Ascensão Skywalker” (US$ 32,1 milhões). Seu sucesso corresponde a 53% de todo o faturamento dos cinemas da América do Norte neste fim de semana, período em que rendeu US$ 81 milhões, quase quatro vezes a bilheteria do 2º lugar, o lançamento animado “Sing 2”. Mesmo assim, a produção da Illumination/Universal impressiona o mercado com seu desempenho diante do sucesso avassalador do longa da Marvel/Sony. Os bichos cantores renderam US$ 23,7 milhões no fim de semana, mas já somam US$ 41 milhões graças ao lançamento antecipado na quarta-feira (22/12). Por outro lado, as perspectivas para “Matrix Resurrections” não são nada animadoras. A estreia da sequência de ficção científica da Warner Bros. abriu em 3º lugar no mercado doméstico com US$ 12 milhões no fim de semana e um total de US$ 22,5 milhões desde quarta-feira. A baixa procura por ingressos marcou de forma expressiva o fim da criticada experiência de lançamentos híbridos da Warner, que disponibilizou todos os seus filmes de 2021 simultaneamente nos cinemas e na plataforma HBO Max nos EUA, ajudando a fortalecer o streaming a grandes custos comerciais. Fora dos EUA, o filme fez o dobro, US$ 47 milhões até agora, elevando sua arrecadação global para US$ 69,8 milhões. Mas “Matrix” não foi a única franquia a praticamente se despedir das telas devido ao baixo interesse do público. “King’s Man: A Origem”, prólogo dos filmes de “Kingsman”, acabou com insignificantes US$ 6,3 milhões no fim de semana e US$ 10 milhões desde quarta-feira. Para piorar, arrecadou apenas US$ 6,9 milhões em sete mercados internacionais, para um registro global de US$ 16,9 milhões. A aventura de grande orçamento é mais um fracasso na conta da aquisição da 20th Century Fox pela Disney. E quase acabou atrás do drama esportivo “American Underdog”, cinebiografia esportiva de baixo orçamento, que fez US$ 6,2 milhões com Zachary Levy (o Shazam) no papel de um ídolo do futebol americano, fechando o Top 5 dos EUA e Canadá. A estreia de “King’s Man: A Origem” está marcada para 6 de janeiro no Brasil, mesmo dia em que “Sing 2” chega no país.
Suspense de Ben Affleck e Ana de Armas troca cinema pelo streaming
A Disney tirou o novo filme de Ben Affleck dos cinemas. A produção do 20th Century Studios tinha título nacional de “Águas Profundas” e seria lançada no circuito cinematográfico em janeiro, mas agora estreará na plataforma Hulu nos EUA e na Amazon Prime Video no resto do mundo. Baseado num livro de Patricia Highsmith (“Carol”) publicado em 1957, “Águas Profundas” é um thriller psicológico que acompanha um casal problemático. Graças a um arranjo, a mulher pode ter inúmeros amantes, desde que não peça o divórcio. Até que seu marido se torna suspeito do desaparecimento desses amantes. O filme é co-estrelado pela cubana Ana de Armas (“Blade Runner 2049”), que durante as filmagens desenvolveu um relacionamento com Affleck, encerrado em janeiro passado. A adaptação foi escrita por Sam Levinson (criador de “Euphoria”) e Zach Helm (“Mais Estranho que a Ficção”), e conta com direção do veterano Adrian Lyne (“Atração Fatal”). O cineasta estava afastado de Hollywood desde o fracasso de um filme de temática muito similar, “Infidelidade”, estrelado por Richard Gere e Diane Lane em 2002. “Deep Water” (título original) ainda não tem uma nova data de estreia.
“Amor, Sublime Amor” lidera bilheterias sem lotar cinemas nos EUA
O musical “Amor, Sublime Amor”, de Steven Spielberg, estreou em 1º lugar nas bilheterias dos EUA. Mas seu desempenho deixou claro para Hollywood que o gênero não tem mais o mesmo apelo da sua era de ouro. Inspirados pela boa repercussão de “La La Land” há cinco anos, os estúdios lançaram diversos musicais em 2021. Nenhum teve grande retorno comercial. O filme de Spielberg abriu com US$ 10,5 milhões em 2,8 mil cinemas, enquanto os estúdios 20th Century e Disney estimavam vender pelo menos US$ 15 milhões de ingressos nos EUA e Canadá. No exterior, a recepção do público foi ainda pior, com US$ 4,4 milhões em um punhado de grandes mercados, totalizando um início global de US$ 14,9 milhões, bem atrás dos US$ 25 milhões que a Disney previa. A baixa adesão não se deu por falta de incentivo da crítica. “Amor, Sublime Amor” atingiu 94% de aprovação no Rotten Tomatoes, com elogios rasgados e afirmações exageradas de que se trata de um filme melhor que a adaptação original do musical da Broadway, vencedora de nada menos que 10 Oscars em 1962. O problema foi simplesmente se tratar de um musical. A análise etária das bilheterias norte-americanas indicou que mais de um terço do público tinha acima de 55 anos, demonstrando de uma vez por todas que musicais não atraem os jovens que geram blockbusters. Em comparação com outros musicais deste ano, “Amor, Sublime Amor” estreou acima de “Querido Evan Hansen” (US$ 7,4 milhões), mas atrás de “Em um Bairro de Nova York” (US$ 11,5 milhões). E saiu-se bem melhor que o desastre de “Cats” (US$ 6,6 milhões) no ano passado. Com um orçamento estimado em US$ 100 milhões, o filme de Spielberg tende a dar grande prejuízo, somando-se a outros fiascos financeiros que fazem a Disney lamentar a aquisição da antiga 20th Century Fox. Mas ainda há esperanças de que a temporada de premiações dê sobrevida ao longa, que deve ser indicado ao Oscar. A melhor notícia para a Disney é que o estúdio fez dobradinha nas bilheterias, com a animação “Encanto” em 2º lugar. O desenho, que também é um musical, fez US$ 9,4 milhões em seu terceiro fim de semana em cartaz e já soma US$ 71 milhões no mercado doméstico. Em todo o mundo, a produção chegou a US$ 151 milhões. A Disney também ocupa o 5º lugar com “Eternos”, bastante duradouro no ranking, que rendeu mais US$ 3,1 milhões. Lançado há seis semanas, o longa dirigido por Chloé Zhao já ultrapassou a arrecadação de “Viúva Negra” e está prestes a atingir US$ 400 milhões mundiais. Os demais filmes do Top 5 são “Ghostbusters: Mais Além” e “Casa Gucci”, que fizeram US$ 7,1 e 4 milhões, respectivamente, entre sexta e este domingo (12/12) nos EUA e Canadá.
“Predador 5” ganha título oficial e primeira imagem conceitual
O 20th Century Studios divulgou o título oficial e a primeira imagem conceitual do novo filme da franquia “Predador”. Durante a produção, ele vinha sendo chamado de “Skulls” (crânios, no sentido de caveiras), mas o estúdio decidiu por outro nome para seu lançamento: “Prey” (presa, no sentido de vítima de predador) O quinto “Predador” vai envolver a primeira caçada dos alienígenas na Terra, realizada há 300 anos entre um grupo de guerreiros Comanche, e destaca uma protagonista feminina, interpretada por Amber Midthunder (a Rosa de “Roswell, New Mexico”). A imagem liberada remete a seu confronto com a criatura alienígena. O roteiro foi escrito por Patrick Aison, especialista em séries de ação e espionagem (como “Jack Ryan” e “Treadstone”) e a produção foi rodado totalmente sem alarde, encerrando suas filmagens em setembro passado, em Calgari, no Canadá, com direção de Dan Trachtenberg. “Prey” será apenas o segundo longa de Trachtenberg, que deu uma sumida após estrear com a ótima sci-fi “Rua Cloverfield, 10” há cinco anos. Desde então, ele filmou três episódios de séries – “Black Mirror”, “The Boys” e o piloto de “The Lost Symbol”. Ainda não há previsão de estreia, mas o lançamento será exclusivo da plataforma Hulu nos EUA e da Star+ no Brasil. An all-new entry in the @Predator franchise, “Prey” is set in the world of the Comanche Nation 300 years ago. See the original film directed by Dan Trachtenberg (“The Boys,” “10 Cloverfield Lane”) only on @Hulu in 2022. pic.twitter.com/3A3KSiWoqn — 20th Century Studios (@20thcentury) November 12, 2021
Duna bate recorde da Warner e chega a US$ 220 milhões mundiais
“Duna” estreou em 1º lugar nos EUA e Canadá com US$ 40,1 milhões nas bilheterias, apesar de enfrentar a concorrência de si mesmo num lançamento simultâneo na HBO Max. O épico de ficção científica estreou em 4.125 cinemas na América do Norte, além de ser disponibilizado em streaming, uma prática adotada para todos os filmes da Warner Bros. em 2021 nos EUA. Diferente do que vinha acontecendo com outros lançamentos híbridos do estúdio, o resultado superou expectativas. Foi o melhor desempenho de todos os filmes da Warner que seguiram este formato de distribuição – ou seja, teve a melhor estreia da Warner no ano – , superando com folga o antigo campeão, “Godzilla vs. Kong” (US$ 31,7 milhões). O filme também rendeu a maior abertura norte-americana da carreira do diretor Dennis Villeneuve, deixando para trás os números de “Blade Runner 2049” (US$ 32,8 milhões). Além dos EUA e Canadá, “Duna” chegou a outros países, em especial a China, local que rendeu US$ 21,6 milhões neste fim de semana. Juntando as bilheterias de outros mercados, inclusive do Brasil onde também estreou nos últimos dias, o valor internacional foi maior que o desempenho norte-americano, atingindo US$ 47,4 milhões de quinta a este domingo (24/10). No exterior, o filme foi exibido apenas nos cinemas. E graças a uma estratégia da Warner para evitar a pirataria das cópias de alta qualidade da HBO Max, começou a ser distribuído com mais de um mês de antecedência em países chaves. Por conta disso, a produção já tem US$ 180,6 milhões no mercado internacional, que, somada à arrecadação doméstica, eleva o faturamento total a US$ 220,2 milhões mundiais. O problema para a Warner é que agora as tais cópias de alta qualidade já existem e o filme ainda tem um longo caminho a percorrer antes de recuperar seu orçamento de US$ 165 milhões e gastos adicionais com P&A (cópias e publicidade). Para complicar, o longo tempo de projeção do filme, de 155 minutos, reduz o número de sessões diárias nos cinemas e, portanto, sua capacidade de gerar grande faturamento. A favor da continuidade do sucesso estão as avaliações de público e crítica, com notas A- no CinemaScore e 83% de provação no Rotten Tomatoes. Em 2º lugar nas bilheterias da América do Norte, “Halloween Kills” somou mais US$ 14,5 milhões no fim de semana para atingir US$ 73,1 milhões na América do Norte e US$ 90,9 milhões mundiais. Na 3ª posição, “007 – Sem Tempo para Morrer” comemorou a ultrapassagem dos US$ 500 milhões de arrecadação global, ao atingir um total de US$ 525,4 milhões mundiais – dos quais US$ 120 milhões correspondem ao mercado interno. O 4º colocado, “Venom: Tempo de Carnificina”, também comemorou uma marca importante, ao ultrapassar US$ 350 milhões globalmente com uma contabilidade doméstica de US$ 181,8 milhões e US$ 170,6 milhões no exterior. O Top 5 se fecha com a segunda estreia da semana. Ao enfrentar “Duna” e os blockbusters remanescentes nas bilheterias, a animação “Ron Bugado”, produção do 20th Century Studios distribuída pela Disney, fez apenas US$ 7 milhões em sua estreia norte-americana, o que foi considerado decepcionante diante dos elogios da crítica e até mesmo da avaliação positiva do público que assistiu – 81% de aprovação no Rotten Tomatoes e nota A no CinemaScore. Para completar, o fim de semana ainda registrou um recorde no circuito limitado norte-americano, graças à estreia de “A Crônica Francesa” (The French Dispatch). O filme de Wes Anderson obteve a maior média de ingressos vendidos da era pandêmica, com uma arrecadação estimada em US$ 25 mil por sala de exibição. Exibido em apenas 52 salas, fez US$ 1,3 milhão e, de forma impressionante para a sua baixa quantidade de telas, conseguiu se posicionar no 9º lugar do ranking.
Remake de “Amor, Sublime Amor” ganha primeiro trailer
O 20th Century Studios divulgou o pôster e o primeiro trailer legendado do remake de “Amor, Sublime Amor” (West Side Story), dirigido por Steven Spielberg. Curiosamente, a prévia minimiza coreografias para enfatizar os aspectos dramáticos do famoso musical. Protagonizado por Ansel Elgort (“Em Ritmo de Fuga”) como Tony e a estreante Rachel Zegler, que superou mais de 30 mil candidatas em testes pelo papel de Maria, “Amor, Sublime Amor” é uma versão contemporânea de “Romeu e Julieta” passada na Nova York do final dos anos 1950. Além de locação e época, a trama acrescenta à tragédia shakespeariana de amor proibido elementos de delinquência juvenil, preconceito racial e muita música e dança. A versão original do musical estreou na Broadway em 1957 com canções de Leonard Bernstein e letras de Stephen Sondheim, e foi levada às telas originalmente em 1961, com direção de Robert Wise (“A Noviça Rebelde”) e do coreógrafo Jerome Robbins (“O Rei e Eu”). Considerado um dos melhores filmes musicais de todos os tempos, o longa venceu 10 Oscars, incluindo Melhor Filme. A nova versão foi escrita por Tony Kushner, que trabalhou com Spielberg em “Munique” (2005) e “Lincoln” (2012) e conta com uma integrante do elenco original, Rita Moreno, que também é uma das produtoras executivas do filme. Ela foi a primeira latina a vencer o Oscar, conquistando o troféu de Melhor Atriz Coadjuvante na primeira adaptação cinematográfica do musical. Adiada em um ano pela pandemia de covid-19, a estreia vai acontecer em 9 de dezembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Novo filme do Predador encerra filmagens
O quinto filme da franquia “Predador” foi rodado totalmente sem alarde e já encerrou suas filmagens. O fim dos trabalhos foi anunciado no Instagram por Jeff Cutter, diretor de fotografia da produção, e confirmado, de certa forma, pelo diretor Dan Trachtenberg. Os dois trabalham juntos na sci-fi “Rua Cloverfield, 10” (2016). Cutter também revelou o título do filme em inglês em sua postagem. “É o fim das filmagens de ‘Skulls’! Não tenho palavras para agradecer o suficiente Dan Trachtenberg por me convidar para essa jornada épica e confiar em mim para ajudar a alcançar sua visão para este filme!”, ele escreveu, mencionando ainda integrantes do elenco e a “brava equipe de Calgari”, no Canadá, onde a produção foi filmada. Menos explícito, Trachtenberg publicou uma foto da região das filmagens e se despediu sem dar detalhes. “Adeus, Calgary. Obrigado pela paisagem”, escreveu suscintamente. “Skulls” será apenas o segundo longa de Trachtenberg, que deu uma sumida após estrear com a ótima sci-fi “Rua Cloverfield, 10” há cinco anos. Desde então, ele filmou três episódios de séries – “Black Mirror”, “The Boys” (também cinematografado por Cutter) e o piloto da vindoura “The Lost Symbol”. O quinto “Predador” ainda não tem sinopse oficial, mas vai envolver um grupo de guerreiros Comanche e uma protagonista feminina, interpretada por Amber Midthunder (a Rosa de “Roswell, New Mexico”). O roteiro foi escrito por Patrick Aison, especialista em séries de ação e espionagem (como “Jack Ryan” e “Treadstone”) e ainda não há previsão de estreia. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Jeff Cutter (@jeff_cutter) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Dan Trachtenberg (@dannytrs)
Ryan Reynolds revela que “Free Guy” vai ganhar continuação
Ryan Reynolds anunciou no Twitter neste sábado que a Disney já planeja uma sequência de “Free Guy: Assumindo o Controle”, comédia fantasiosa em que ele vive um NPC (personagem não jogável) de videogame. “Eeee depois de três anos anunciando ‘Free Guy’ como um filme que não era continuação, a Disney confirmou hoje que quer oficialmente uma continuação”, escreveu o ator. “Woo hoo!! Ironia.” Embora nenhuma informação adicional tenha sido fornecida pelo ator, o 20th Century Studios retuitou a postagem de Reynolds e o diretor Shawn Levy também compartilhou com a palavra: “Yup”, gíria americana que significa “isto mesmo”. “Free Guy” foi lançado na sexta-feira (13/8) nos cinemas dos EUA, arrancando elogios da crítica, com 81% de aprovação no Rotten Tomatoes, e gerando uma venda razoável de ingressos. A expectativa é que o longa feche o fim de semana na liderança das bilheterias com US$ 26 milhões na América do Norte. O valor é basicamente o que fez “O Esquadrão Suicida” e um pouco mais do que faturou “Cruella” em seus três primeiros dias – filme que também recebeu encomenda de sequência. O detalhe é que, ao contrário destes dois, a comédia de Reynolds foi um lançamento exclusivo dos cinemas, sem concorrência do streaming. Em “Free Guy”, Reynolds vive um bancário comum chamado Guy (cara, em inglês), que é figurante numa cena de assalto de videogame. Mas com ajuda de uma jogadora, ele acaba se tornando autoconsciente e descobre que sua existência é artificial e criada por um programador de games (Taika Waititi, de “Jojo Rabbit”). A partir daí, passa a ajudar outros figurantes a enfrentar as ameaças do jogo, o que o torna um problema que precisa ser eliminado pelo programador. O elenco também destaca Joe Keery (“Stranger Things”), Lil Rel Howery (“Corra!”) e Jodie Comer (“Killing Eve”), que vive a heroína responsável por “despertar” Guy e ajudá-lo a superar os perigos causados por sua rebelião. O filme foi escrito por Matt Lieberman (dos novos longas animados de “A Família Addams” e “Scooby-Doo”) e marca o retorno do diretor Shawn Levy à direção, sete anos após o fracasso de seu último longa, “Uma Noite no Museu 3: O Segredo da Tumba”. Desde então, ele vinha se concentrando na atividade de produtor, inclusive da série “Stranger Things”. A estreia de “Free Guy” estava originalmente prevista para julho do ano passado, mas a pandemia de coronavírus atrasou seu lançamento em mais de um ano. O filme vai chegar na próxima sexta (19/8) aos cinemas brasileiros, uma semana depois da estreia nos EUA. If it isn’t called, “Albuquerque Boiled Turkey” we’ve failed. — Ryan Reynolds (@VancityReynolds) August 14, 2021
Musical “Todos Estão Falando Sobre Jamie” ganha trailer legendado da Amazon
A Amazon divulgou o trailer legendado de “Todos Estão Falando Sobre Jamie” (Everybody’s Talking About Jamie), adaptação do musical de mesmo nome sobre um adolescente de Sheffield, na Inglaterra, que sonha em se tornar uma drag queen famosa. Para desespero do pai conservador e surpresa de seus colegas de classe, Jamie quer começar a seguir esse sonho no baile de formatura com um vestido maravilhoso. A mensagem é empoderadora. Apoiado pela mãe amorosa e alguns amigos incríveis, o jovem supera o preconceito, derrota os valentões e sai da escuridão para os holofotes, ao melhor estilo de “Billy Elliot”. Apesar de se basear no musical de Jenny Popplewell com músicas do roqueiro inglês Dan Gillespie Sells (da banda The Feeling) e letras do dramaturgo Tom MacRae, a história tem inspiração em pessoas reais, que chegam às telas interpretadas por Sharon Horgan (“Catastrophe”), Richard E. Grant (“Loki”), Ralph Ineson (“A Bruxa”), Sarah Lancashire (“Yesterday”) e o estreante Max Harwood como Jamie New. Produção da 20th Century Studios que seria lançada em janeiro deste ano nos cinemas, o filme vai chegar em streaming em 17 de setembro pelas mãos do diretor teatral e coreógrafo Jonathan Butterell, que assina seu primeiro longa-metragem.
“Free Guy” ganha coleção de pôsteres inspirados em game clássicos
O 20th Century Studios divulgou oito pôsteres temáticos de “Free Guy – Assumindo o Controle”, inspirados em videogames clássicos. As artes parodiam “Super Mario 64”, “Street Fighter II”, “Doom”, “Grand Theft Auto: Vice City”, “Minecraft”, “Among Us”, “Animal Crossing: New Horizons” e “Megaman”, que têm seus protagonistas substituídos por Guy, um NPC (personagem não jogável) vivido por Ryan Reynolds no longa. Em “Free Guy”, Reynolds vive um bancário comum chamado Guy (cara, em inglês), que é figurante numa cena de assalto de videogame. Mas com ajuda de uma jogadora, ele acaba se tornando autoconsciente e descobre que sua existência é artificial e criada por um programador de games (Taika Waititi, de “Jojo Rabbit”). A partir daí, passa a ajudar outros NPCs a enfrentar as ameaças do jogo, o que o torna um problema que precisa ser eliminado pelo programador. O elenco também destaca Joe Keery (“Stranger Things”), Lil Rel Howery (“Corra!”) e Jodie Comer (“Killing Eve”), que vive a heroína responsável por “despertar” Guy e ajudá-lo a superar os perigos causados por sua rebelião. O filme foi escrito por Matt Lieberman (dos novos longas animados de “A Família Addams” e “Scooby-Doo”) e marca o retorno do diretor Shawn Levy à direção, sete anos após o fracasso de seu último longa, “Uma Noite no Museu 3: O Segredo da Tumba”. Desde então, ele vinha se concentrando na atividade de produtor, inclusive da série “Stranger Things”. A estreia de “Free Guy” estava originalmente prevista para julho do ano passado, mas a pandemia de coronavírus atrasou seu lançamento em mais de um ano. O filme agora vai chegar em 19 agosto aos cinemas brasileiros, uma semana depois da estreia nos EUA. Exclusivamente nos cinemas.
Ryan Reynolds mostra como ficou musculoso para estrelar “Free Guy”
Ryan Reynolds divulgou um novo vídeo divertido de “Free Guy: Assumindo o Controle” em suas redes sociais. A prévia introduz a versão bombada de seu personagem na comédia fantasiosa, com direito a comentários do ator sobre como foi fácil adquirir a forma musculosa. “Eu tenho visto atores reclamarem de como seus treinamentos são puxados, mas eu não tenho tempo para isso. Só precisei de uma semana”, ele afirma, sem mencionar que os músculos são efeitos de computação gráfica. O vídeo ainda mostra que ele ficou tão grande que não cabe mais na fantasia de “Deadpool”, entre outras piadas sobre a vida do ator. Em “Free Guy”, Reynolds vive um bancário comum chamado Guy (cara, em inglês), que é figurante numa cena de assalto de videogame. Mas com ajuda de uma jogadora, ele acaba se tornando autoconsciente e descobre que sua existência é artificial e criada por um programador de games (Taika Waititi, de “Jojo Rabbit”). A partir daí, passa a ajudar outros figurantes a enfrentar as ameaças do jogo, o que o torna um problema que precisa ser eliminado pelo programador. O elenco também destaca Joe Keery (“Stranger Things”), Lil Rel Howery (“Corra!”) e Jodie Comer (“Killing Eve”), que vive a heroína responsável por “despertar” Guy e ajudá-lo a superar os perigos causados por sua rebelião. O filme foi escrito por Matt Lieberman (dos novos longas animados de “A Família Addams” e “Scooby-Doo”) e marca o retorno do diretor Shawn Levy à direção, sete anos após o fracasso de seu último longa, “Uma Noite no Museu 3: O Segredo da Tumba”. Desde então, ele vinha se concentrando na atividade de produtor, inclusive da série “Stranger Things”. A estreia de “Free Guy” estava originalmente prevista para julho do ano passado, mas a pandemia de coronavírus atrasou seu lançamento em mais de um ano. O filme agora vai chegar em 19 agosto aos cinemas brasileiros, uma semana depois da estreia nos EUA. Exclusivamente nos cinemas.
Remake de “Amor, Sublime Amor” ganha teaser dramático
O 20th Century Studios divulgou um novo teaser do remake de “Amor, Sublime Amor” (West Side Story), dirigido por Steven Spielberg. Curiosamente, a prévia minimiza coreografias para enfatizar os aspectos dramáticos do famoso musical. Protagonizado por Ansel Elgort (“Em Ritmo de Fuga”) como Tony e a estreante Rachel Zegler, que superou mais de 30 mil candidatas em testes pelo papel de Maria, “Amor, Sublime Amor” é uma versão contemporânea de “Romeu e Julieta” passada em Nova York no final dos anos 1950. Além de locação e época, a trama acrescenta à tragédia shakespeariana de amor proibido elementos de delinquência juvenil, preconceito racial e muita música e dança. A versão original do musical estreou na Broadway em 1957 com canções de Leonard Bernstein e letras de Stephen Sondheim, e foi levada às telas originalmente em 1961, com direção de Robert Wise (“A Noviça Rebelde”) e do coreógrafo Jerome Robbins (“O Rei e Eu”). Considerado um dos melhores filmes musicais de todos os tempos, o longa venceu 10 Oscars, incluindo Melhor Filme. A nova versão foi escrita por Tony Kushner, que trabalhou com Spielberg em “Munique” (2005) e “Lincoln” (2012) e conta com uma integrante do elenco original, Rita Moreno, que também é uma das produtoras executivas do filme. Ela foi a primeira latina a vencer o Oscar, conquistando o troféu de Melhor Atriz Coadjuvante na primeira adaptação cinematográfica do musical. Adiada em um ano pela pandemia de covid-19, a estreia vai acontecer em 9 de dezembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Amizade de Férias: Trailer hilário traz John Cena sem noção de limites
O 20th Century Studios divulgou o pôster nacional e o trailer legendado de “Amizade de Férias” (Vacation Friends), comédia estrelada por John Cena (“Velozes e Furiosos 9”), que será lançada com exclusividade na nova plataforma Star+ (Star Plus). A prévia é hilária, com muito humor físico e situações constrangedoras. A história gira em torno de um casal branco sem noção que invade a festa de casamento de um casal negro recatado após conhecê-los durante as férias. Geralmente comportado, o segundo casal saiu do sério durante o último verão no México e agora precisa conviver com as consequências – dois novos melhores amigos brancos e aloprados – , em meio a convidados e familiares de seu matrimônio. O elenco destaca John Cena e Lil Rel Howery (“Corra!”) como as caras-metades, respectivamente, de Meredith Hagner (“Search Party”) e Yvonne Orji (“Insecure”). Com direção e roteiro de Clay Tarver (produtor-roteirista de “Silicon Valley”), “Amizade de Férias” tem estreia marcada para 31 de agosto, junto com o lançamento da plataforma Star+ no Brasil.











