2ª temporada de The Sinner ganha trailer legendado para estreia no Brasil
A 2ª temporada de “The Sinner” ganhou data de estreia no Brasil. A série será retomada em 9 de novembro pela Netflix, que divulgou um trailer legendado focado no novo mistério da atração. A trama encontra o detetive Harry Ambrose (Bill Pullman) ainda esgotado pela resolução do caso de Cora Tannetti (Jessica Biel), quando é convocado para investigar outro crime perturbador na zona rural de Nova York: um garoto de 13 anos de idade teria assassinado os próprios pais sem motivo aparente. Entretanto, sua investigação o leva diretamente para os mistérios obscuros da cidadezinha e o coloca contra aqueles que não vão medir suas ações para proteger esses segredos. A 2ª temporada terá uma nova protagonista feminina, vivida por Carrie Coon (das séries “The Leftovers” e “Fargo”). Trata-se de Vera, uma mulher misteriosa e formidável, que lidera a comunidade local e luta com toda a força para defender seus ideais, mas também para realizar seus próprios desejos. Além dela, Natalie Paul (série “The Deuce”) e Hannah Gross (série “Mindhunter”) também integram o novo arco dramático. A primeira interpreta Heather, uma detetive iniciante que acaba chamando Ambrose para investigar o duplo homicídio, enquanto a segunda vive Marin, a melhor amiga de Heather, que desapareceu misteriosamente da cidade anos atrás. Já a atriz Jessica Biel, que estrelou a 1ª temporada, ficou apenas atrás das câmeras no segundo ano, exercendo a função de produtora nos novos episódios. Coprodução do canal pago americano USA, “The Sinner” já teve todos os oito episódios da 2ª temporada exibidos nos Estados Unidos, entre agosto e setembro. Mas vale lembrar que a série só se tornou frisson mundial após seus episódios inaugurais chegarem na plataforma de streaming.
Novo vídeo legendado de Demolidor destaca bastidores da vingança do Rei do Crime
A Netflix divulgou mais um vídeo da 3ª temporada de “Demolidor” (Daredevil), que traz entrevistas de Charlie Cox e Vincent D’Onofrio sobre o novo confronto entre seus personagens, Matt Murdock e Wilson Fisk, o Rei do Crime. A prévia revela o prazer dos atores ao interpretar seus papéis e retomar a trama da 1ª temporada, bem como imagens inéditas da atração, repletas de violência. Os novos episódios serão continuação da minissérie “Os Defensores”, que terminou com o Demolidor sendo considerado morto na explosão de um prédio. Os instantes finais, porém, revelaram que ele tinha sobrevivido e estava sendo cuidado por freiras, cena que remete diretamente à trama de “Born Again” (1986), arco clássico dos quadrinhos escrito por Frank Miller e desenhado por David Mazzucchelli, que foi lançado no Brasil como “A Queda de Murdock”. Para completar a referência, a série terá a adição da atriz Joanne Whalley (“Os Bórgias”, “White Princess”) no papel da freira Maggie, que cuida dos ferimentos do herói. Originalmente introduzida em “A Queda de Murdock”, ela surgiu nas páginas da Marvel para ajudar o Demolidor após ele ser derrotado pelo Rei do Crime e ficar entre a vida e a morte – quando o vilão descobre sua identidade e destrói todo o que ele tinha conquistado na vida. Ao ajudar sua recuperação, a freira se revela mais do que se poderia imaginar: a mãe de Murdock. Outros vídeos da produção sugeriram que as partes mais polêmicas da trama dos quadrinhos – que tem a ver com Karen Page (Deborah Ann Woll) – ficaram de fora da adaptação. Mas a presença de um falso Demolidor, concebido por Fisk para arruinar a reputação do herói, sai diretamente da vingança do vilão, conforme escrita por Frank Miller. A 3ª temporada de “Demolidor” será disponibilizada na sexta-feira (19/10) em streaming.
Série sobre a juventude de Alfred, o mordomo de Batman, escala seu protagonista
O ator britânico Jack Bannon (“O Jogo da Imitação”) foi escalado como protagonista de “Pennyworth”, série do canal pago americano Epix que mostrará a juventude de Alfred, o mordomo de Bruce Wayne/Batman. A série está sendo desenvolvida por Bruno Heller e Danny Cannon, respectivamente criador e produtor de “Gotham”, série sobre a juventude de Bruce Wayne e os primeiros anos de James Gordon na força policial de Gotham City. Desta vez, eles voltam ainda mais no tempo para mostrar a juventude de Alfred, na época em que ele vivia em Londres, recém-saído do exército britânico, e o começo de seu relacionamento com o pai de Bruce, Thomas Wayne. A série não será relacionada diretamente ao universo de “Gotham”, onde o personagem é vivido pelo ator Sean Pertwee, para mostrar Alfred como “um homem em formação, que acha difícil conciliar sua infância tranquila com sua vida atual”, segundo a sinopse. As gravações da 1ª temporada, que terá dez episódios, começam no próximo dia 22. Ainda não há previsão para a estreia.
Stephen Amell divulga foto, vídeo e spoilers do crossover de Arrow, Flash e Supergirl
O ator Stephen Amell, intérprete de Oliver Queen/Arqueiro Verde, divulgou vários detalhes da produção do crossover das séries “The Flash”, “Arrow” e “Supergirl”, com direito a spoilers, vídeo e foto. O vídeo revela as cadeiras dos diversos atores que participarão do crossovers, a foto traz o arsenal de armas que será usado no episódio de “Supergirl”. E os spoilers vão desde a cena inicial do crossover – Oliver comendo panquecas – até o instante final – Oliver e Barry (Grant Gustin) olhando calorosamente um para o outro. Ele também revelou curiosidades dos bastidores, como o fato de receber ordem do diretor para parar de rir histericamente. O que deve ter sido difícil, pois Melissa Benoist fez a coreografia de “Footloose” em seu uniforme de Supergirl. Disse que foi o único ator a gravar, durante várias horas seguidas, cenas da série “The Flash”. E se assumiu especialmente orgulhoso do trabalho de David Ramsey, intérprete de John Diggle, que agradeceu o elogio. Intitulado “Elseworlds”, nome de um selo da DC Comics sobre histórias alternativas, fora da cronologia oficial dos quadrinhos, o crossover irá ao ar nos EUA entre os dias 9 de 11 de dezembro, sendo que a série “Supergirl” responderá pelo desfecho da história. No Brasil, os três programas são exibidos pelo canal pago Warner. Spoiler alert: This years crossover begins with Oliver eating pancakes. — Stephen Amell (@StephenAmell) 9 de outubro de 2018 ? pic.twitter.com/2LqypZ3xMP — Stephen Amell (@StephenAmell) 11 de outubro de 2018 Gotta say… it was weird being the only actor filming on Flash for a couple of hours today… — Stephen Amell (@StephenAmell) 10 de outubro de 2018 Today on the crossover the director asked me if I could laugh less hysterically. ?♂️ — Stephen Amell (@StephenAmell) 11 de outubro de 2018 .@MelissaBenoist ripping perfect Kevin Bacon Footloose dance moves in the Supergirl suit is incredibly cool. Amazingly, it’s like the 11th coolest thing I’ve seen / done today. — Stephen Amell (@StephenAmell) 12 de outubro de 2018 pic.twitter.com/rLSZvzNKxe — Stephen Amell (@StephenAmell) 12 de outubro de 2018 Light and fluffy day on Supergirl. pic.twitter.com/e6iOSZ9zEc — Stephen Amell (@StephenAmell) 12 de outubro de 2018 Week 2 of my crossover extravaganza ended the way that it should have: With Barry and Oliver staring lovingly at one another. — Stephen Amell (@StephenAmell) 13 de outubro de 2018
Jessica Henwick diz que Punho de Ferro mudou sua vida em despedida da série nas redes sociais
A atriz Jessica Henwick, intérprete de Colleen Wing em “Punho de Ferro”, postou nas redes sociais uma mensagem de despedida da produção, cancelada na sexta (12/10). Ela divulgou um vídeo dos bastidores de sua passagem pela série e usou as legendas para agradecer a oportunidade de viver a personagem, que afirma ter mudado sua vida. “Duas temporadas de ‘Punho [de Ferro]’, uma de ‘Os Defensores’ e uma de ‘[Luke] Cage’ depois… obrigada ao elenco, equipe e fãs por essa jornada. Interpretar Colleen mudou a minha vida”. Ela se junta ao protagonista Finn Jones, intérprete do personagem-título, que também postou uma despedida/agradecimento no Instagram. Entre os comentários, dezenas de fãs reforçam os protestos contra o cancelamento da série e a campanha #SaveIronFist (salvem “Punho de Ferro”). O elenco soube do cancelamento poucas horas antes do anúncio oficial, comunicado por meio de nota assinada pela Marvel e pela Netflix. Esta é a primeira vez que uma série da Marvel é cancelada no serviço de streaming. A decisão aconteceu apenas um mês após a estreia da 2ª temporada, que retornou com uma nova showrunner, Raven Metzner (“Sleepy Hollow”), no lugar de Scott Buck. A tentativa de reinventar a série, após uma temporada inaugural que não agradou a maioria dos críticos, teve resultado, com avaliações mais positivas e episódios repletos de ação – por sinal, as melhores cenas de ação de todas as séries da Marvel, cortesia de um novo coordenador de dublês, Clayton Barber, que trabalhou em “Pantera Negra” e “John Wick: Um Novo Dia Para Matar”. Mas isso não parece ter feito diferença para a Netflix, que escondeu a produção, sem dar destaque para a estreia dos novos episódios em sua “livraria”. Muitos usuários do Reddit comentaram a falta de visibilidade da atração, enquanto outros comentaram que, diante da quantidade de opções, descobriram tarde os episódios, mas pretendiam assisti-los ainda. A série não foi destacada nem mesmo no portal para a imprensa da Netflix. A 2ª temporada terminou com Colleen Wing compartilhando o poder do Punho de Ferro de Danny Rand (Finn Jones), o que renderia uma 3ª temporada ainda mais energética. A heroína também poderia render um spin-off, centrado em sua parceria com a detetive Misty Knight (Simone Missick), da série “Luke Cage”. A dupla tem suas próprias histórias, conhecidas nos quadrinhos como as Filhas do Dragão. Curiosamente, a Netflix ainda não se pronunciou sobre a renovação de “Luke Cage”, que terminou sua 2ª temporada muito antes de “Punho de Ferro”, em junho. Fontes da revista The Hollywood Reporter afirmaram que a plataforma pretende continuar com todas as séries remanescentes da Marvel – “Jessica Jones”, “Demolidor”, “Justiceiro” e “Luke Cage” – , até ordem em contrário. E a revista Entertainment Weekly confirmou que Punho de Ferro irá continuar aparecendo em outras séries da Marvel. Mas não mencionou nada a respeito de Colleen, que é a personagem favorita dos fãs. “Embora a série tenha terminado na Netflix, o Punho de Ferro imortal irá continuar vivendo”, disse o comunicado oficial de cancelamento da Marvel. Visualizar esta foto no Instagram. Two seasons of Fist, one Defenders, and a Cage later… thank you to the cast, crew and fans for this journey. Playing Colleen changed my life. — also just posted a full BTS video from season 1 on my link! ? #IronFist. #ColleenWing @finnjones @jessicalstroup @tommypelphrey @simonemissick @giulliang @rosariodawson!! @sacha_dhawan @rodriguezramon Uma publicação compartilhada por Jessica Henwick (@jhenwick) em 13 de Out, 2018 às 6:29 PDT
A Maldição da Residência Hill: Veja vídeos da nova série de terror que a Netflix esqueceu de divulgar no Brasil
Com excesso de oferta, a Netflix já enfrenta problemas para tornar seus produtos conhecidos. E isto tem gerado decisões precipitadas, como o cancelamento da série “Punho de Ferro”, mal divulgada em sua 2ª temporada. Lançada na sexta-feira (12/10), a série de terror “A Maldição da Residência Hill” é outro pouco caso. Com 85% de aprovação na média do site Rotten Tomatoes, a série elogiada teve apenas um trailer legendado disponibilizado no Brasil pela plataforma de streaming. Mas o material original americano inclui também dois vídeos de bastidores, que podem ser assistidos abaixo sem legendas. Ignorados pela Netflix Brasil, os vídeos destacam o trabalho de direção e o elenco, que, assim como em “It: Capítulo Dois”, é representado por crianças e adultos em fases diferentes da história. Mas o descaso com a divulgação nacional não foi apenas este. O problema também passa pela “tradução” do título. “The Haunting of Hill House”, o livro de 1959 da escritora Shirley Jackson, pode ser encontrado nas livrarias brasileiras como “A Assombração da Casa da Colina”, que é uma tradução literal, e já foi adaptado para o cinema duas vezes. O filme de 1963 ganhou o título nacional de “Desafio do Além” e o de 1999 virou “A Casa Amaldiçoada”, oportunidade em que sua trama foi bastante alterada para acomodar as expectativas de um elenco de blockbuster (Liam Neeson, Catherine Zeta-Jones e Owen Wilson). A Netflix criou a quarta tradução para a obra, que, em inglês, tem sempre o mesmo título. Considerada uma das melhores histórias de fantasmas já escritas, a trama original girava em torno de uma experiência científica conduzida por um pesquisador num mansão com fama de mal-assombrada. Ele convida diversas pessoas com um passado relacionado a eventos sobrenaturais a passar uma temporada no lugar, enquanto conduz alguns testes, mas apenas duas mulheres e o herdeiro da propriedade comparecem para a aventura. A versão da Netflix muda toda a premissa para explorar o impacto que a assombração causou nas crianças que moravam na casa, que retornam à residência muitos anos depois. Com 10 episódios em sua 1ª temporada, a atração foi desenvolvida pelo roteirista e diretor Mike Flanagan, especialista no gênero, que dirigiu os elogiados “O Espelho” (2013) e “Ouija – A Origem do Mal” (2016). O elenco, por sua vez, inclui Michiel Huisman (série “Game of Thrones”), Elizabeth Reaser, Kate Siegel (ambas de “Ouija: Origem do Mal”), Oliver Jackson-Cohen (“Emerald City”), Carla Gugino (“Terremoto: A Falha de San Andreas”), Timothy Hutton (“American Crime”), Samantha Sloyan (“Grey’s Anatomy”) e Henry Thomas (o menino de “E.T. – O Extraterrestre”).
Supergirl: Cena da estreia da 4ª temporada introduz a heroína transexual da série
A rede The CW divulgou uma cena da estreia da 4ª temporada de “Supergirl”, que introduz a nova personagem Nia Nal. Ela é uma jornalista, que Kara (Melissa Benoist) percebe se portar exatamente como ela no começo da série, toda atrapalhada, tímida e servil diante da sua presença. Nesta analogia, Kara seria a nova Cat Grant (Calista Flockhart). A personagem servirá de contraponto aos vilões da temporada, que promoverão preconceitos para atingir o poder por meio do medo do que é diferente. Mas se não fosse a divulgação prévia de sua intérprete, poucos reparariam na “diferença” da atriz Nicole Amber Maines (vista em “Royal Pains”) em relação aos demais integrantes do elenco. E a cena divulgada sequer alude ao fato, sem explicitar se essa “diferença” será explorado na trama. Nascida com o nome de Wyatt Maines em 7 de outubro de 1997, junto com seu irmão gêmeo Jonas, ela se descobriu transgênero aos três anos de idade, mas precisou chorar muito e sofrer para ter a identidade sexual respeitada em sua própria casa, já que o pai não a deixava usar os vestidos cor-de-rosa que ela queria. Foi na 4ª série do ensino fundamental que ela decidiu se chamar Nicole, como sua personagem favorita da série infantil “Zoey 101” (2005–2008), do canal Nickelodeon. E aos 15 anos de idade, já aceita pela família, passou a lutar por seus direitos na escola. Humilhada, ela não podia ir ao banheiro da instituição, porque foi impedida de frequentar o banheiro feminino após a reclamação do avô de uma de suas colegas. Também não podia ir ao banheiro masculino, onde sofria bullying. Assim, ela deveria usar o banheiro dos funcionários. Ou segurar a vontade até voltar para casa. A família de Nicole entrou com uma ação na Justiça por sentir que ela estava sofrendo discriminação. Em junho de 2014, a Suprema Corte dos Estados Unidos concluiu que o distrito escolar havia violado seus direitos humanos. A família Maines recebeu uma indenização de US$ 75 mil e a escola foi proibida de impedir alunos transgêneros de entrar no banheiro com qual se identificassem. A decisão criou jurisprudência e se transformou num marco histórico na luta pela aceitação da comunidade trans. E tornou a ainda adolescente Nicole Maines conhecida em todo o país. Aos 18 anos, ela contou sua história no livro “Becoming Nicole”, escrito por Amy Ellis Nutt, jornalista do Washington Post, com o objetivo de mostrar a falta de preparo dos pais e das instituições para lidar com crianças transexuais. A publicação entrou na lista dos livros mais vendidos do New York Times e recebeu diversos prêmios. Naquele mesmo ano de 2015, Nicole estreou como atriz, participando da série “Royal Pains”, num episódio sobre os perigos sofridos por uma adolescente trans ao usar hormônios. No ano seguinte, foi destaque no documentário “The Trans List”, da HBO. Agora, dá início ao resto de sua vida, com seu primeiro papel recorrente numa série da TV aberta nos Estados Unidos, sem perder de vista que tudo começou com a vontade de usar um vestido rosa e ir ao mesmo banheiro de suas colegas de aula. Em “Supergirl”, a jovem ativista continuará a fazer história como intérprete da primeira super-heroína trans da TV americana. É que sua personagem vai virar a heroína Dreamer (Sonhadora). Sonhadora é uma heroína conhecida da Legião dos Super-Heróis, o grupo do século 31 que foi introduzido em “Supergirl” na temporada passada. Mas muitos detalhes diferenciam a personagem dos quadrinhos da versão televisiva. Para começar, Nia Nal vive no século 20 e é “a nova adição à equipe de jornalismo investigativo da CatCo”, de acordo com a sinopse da produção. Embora a identidade civil de Sonhadora tenha sido pouco explorada nos quadrinhos, seu nome original não é Nia, mas Nura Nal e ela vem de outro planeta, chamado Nalor. Seu poder é quase uma doença, uma condição que a faz sofrer de narcolepsia, dormir subitamente. Neste estado, Sonhadora manifesta a habilidade especial de literalmente sonhar. E as imagens de seus sonhos são visões do futuro que sempre se realizam, ainda que lhe cheguem incompletas. Ela também não é transexual nos quadrinhos, mas uma loira platinada inspirada por pin-ups e starlets de Hollywood – como Jayne Mansfield e Mamie van Doren – , desenhada por John Forte em 1964 como a mais bonita e glamourosa das heroínas do futuro. Detalhe: na época, ela era chamada de Dream Girl, a Garota dos Sonhos. Mas um fato divertido – e relativamente recente – é que Sonhadora já compartilhou o corpo de Brianiac 5, o que não deixa de ser uma analogia para a transexualidade. Ao ganhar novamente um corpo feminino, ela terminou se casando com Brainy – antes da DC anular todos os casamentos da Legião dos Super-Heróis com muitos reboots desnecessários. Vale lembrar que, após estrear na temporada passada, Brainiac 5 será personagem fixo dos próximos episódios da série, interpretado por Jesse Rath. “Supergirl” retorna neste domingo (14/10) nos Estados Unidos. No Brasil, a série é transmitida pelo canal pago Warner Channel, e também está disponível no catálogo da Netflix.
Warrior: Série policial dinamarquesa com atores de Game of Thrones, The Mist e Vikings ganha primeiro trailer
A Netflix divulgou 20 fotos e o trailer de “Warrior” (Kriger), série policial dinamarquesa, cuja prévia, ainda sem legendas, parece um cruzamento entre “Sons of Anarchy” e “Homeland”. Criada e dirigida pelo aclamado cineasta dinamarquês Christoffer Boe (“Tudo Ficará Bem”), a série é estrelada pelo ator iraquiano Dar Salim (Qotho em “Game of Thrones”) no papel de um veterano de guerra corroído pela culpa, devido à morte de um amigo em batalha. Ao voltar para casa em Copenhague, ele tenta compensar a viúva de seu amigo, que é uma policial (a sérvia Danica Curcic, da série “The Mist”), com uma ação inesperada, infiltrando-se em uma perigosa gangue de motoqueiros que ela investiga. O elenco também inclui Marco Ilso (o Hvitserk da série “Vikings”), Jakob Oftebro (“Expedição Kon Tiki), Soren Malling (“Sequestro”) e Lars Ranthe (“A Caça”). A estreia internacional está marcada para 13 de novembro.
Patriot: Trailer da 2ª temporada mostra nova missão fracassada do espião relutante
A Amazon divulgou o trailer da 2ª temporada “Patriot”, série de comédia sobre a vida sem glamour de um espião relutante. A prévia mostra a dificuldade do protagonista para realizar uma nova missão, enquanto vê seus fracassos se acumularem, com direito até a perder dedos decepados. Criada por Steven Conrad (roteirista de “A Vida Secreta de Walter Mitty”), a trama gira em torno de um cantor folk amador aparentemente inofensivo, vivido pelo neozelandês Michael Dorman (“Promessas de Guerra”), mas que é filho de um funcionário do Departamento de Estado (Terry O’Quinn, da série “Lost”) e irmão de um congressista (Michael Chernus, da série “Orange Is the New Black”), e por isso acaba recrutado para agir como agente secreto. O elenco inclui Kathleen Munroe (série “Ressurrection”), Kurtwood Smith (série “Agent Carter”), Hana Mae Lee (“A Escolha Perfeita”), Gil Bellows (série “Eyewitness”), Julian Richings (série “Supernatural”), Mark Boone Junior (série “Sons of Anarchy”) e a sueca Aliette Opheim (“Dinheiro Fácil – Vida e Luxo”). Lançada há um ano e meio, a produção teve uma recepção positiva, atingindo 83% de aprovação na média do site Rotten Tomatoes. A 2ª temporada estreia em 9 de novembro no serviço de streaming.
O Método Kominsky: Série de comédia estrelada por Michael Douglas e Alan Arkin ganha trailer legendado
A Netflix divulgou o pôster, as fotos e o trailer legendado da sua nova comédia “O Método Kominsky”, estrelada por Michael Douglas (“Homem-Formiga”) e Alan Arkin (“A Pequena Miss Sunshine”). A prévia é engraçada, dramática, sensível e tocante, acompanhando a amizade dos dois protagonistas, enquanto adentram a idade da solidão, frustração com os filhos e tristeza pela morte dos entes queridos. Há bastante conteúdo na premissa, tanto que, o que parece ser um filme, é na verdade uma série. E produzida por Chuck Lorre (criador de “Two and a Half Men” e “The Big Bang Theory”) ainda por cima. Só que não há o menor vestígio de claque ou do humor debochado que se costuma associar às séries do produtor. “O Método Kominsky” tampouco serve de contrapartida masculina para “Grace & Frankie”, em que Jane Fonda e Lily Tomlin enfrentam seus problemas da Terceira Idade. O humor é muito mais amargo. Na trama, Douglas vive o ator Sandy Kominsky, que teve um breve sucesso no passado e agora é preparador de atores. Alan Arkin interpreta o antigo agente de Kominsky, Norman, que na falta de outras pessoas em sua vida, vira também seu melhor amigo. A série vai acompanhar os altos e baixos dessa amizade. O elenco também inclui Sara Baker (“Um Pequeno Favor”) e Nancy Travis (“Last Man Standing”), e participações de Lisa Edelstein (“House”), Emily Osment (“Young & Hungry”), Graham Rogers (“Quantico”), Danny Devito (“It’s Always Sunny in Philadelphia”), Ann-Margret (“Dois Velhos Rabugentos”), Jay Leno (“A Garagem de Jay Leno”), Patti LaBelle (“Star”) e Ashleigh LaThrop (“Cinquenta Tons de Liberdade”), entre outros. Com 10 episódios em sua 1ª temporada, “O Método Kominsky” chega à Netflix em 16 de novembro.
Punho de Ferro vai aparecer em outras séries da Marvel
A revista Entertainment Weekly confirmou uma informação inicial do site Deadline sobre o destino de Punho de Ferro. Embora a série do personagem tenha sido cancelada pela Netflix, o herói voltará a aparecer em outras séries da Marvel na Netflix. A informação é só esta. Não há detalhes complementares, sobre se ele vai aparecer em “Jessica Jones”, “Luke Cage”, “Demolidor” ou numa eventual 2ª temporada de “Os Defensores” – ou quando isso deve acontecer. Nem referência a outros personagens da série cancelada, apesar da 2ª temporada de “Punho de Ferro” sugerir uma visita de Colleen Wing (Jessica Henwick) à “Luke Cage”, numa potencial luta contra o personagem-título daquela série. “Punho de Ferro” foi a primeira série da Marvel cancelada pelo serviço de streaming, e no anúncio da decisão a Marvel sugeriu que isso não representaria o fim do personagem. “Embora a série tenha terminado na Netflix, o Punho de Ferro imortal irá continuar vivendo”, disse o comunicado oficial, que também pode ser uma alusão aos quadrinhos do personagem. O problema é que os fãs parecem dispostos a se conformar com pequenas aparições. O cancelamento de “Punho de Ferro” após duas temporadas fez a hashtag #IronFist, com o nome da série em inglês, ficar entre as mais comentadas de sexta-feira (12/10) no Twitter e originou uma nova, #SaveIronFist, que começou a disparar no sábado. Fãs irritados com a decisão da Netflix deram início a uma campanha barulhenta para o resgate da série, pressionando a Netflix a mudar de ideia e sugerindo para a Disney salvar a produção em seu novo serviço de streaming, na plataforma Hulu ou no canal pago FX. A pressão promete ser similar à enfrentada pela Netlix por ocasião do cancelamento de “Sense8”.
Supergirl: Imagens e trailer destacam o tema e os novos personagens da 4ª temporada
A rede The CW divulgou um pôster, as fotos e um novo trailer da estreia da 4ª temporada de “Supergirl”. O material destaca o tema do “medo”, que marcará a temporada. O cartaz apresenta a heroína como “uma força contra o medo”. E há até boatos de surgimento do vilão Parallax por conta disso. Mas a abordagem é basicamente o medo do outro, diferente e desconhecido, que inspira o ódio – e o racismo, a homofobia, a misoginia, a xenofobia e vários outros sentimentos negativos. Este ódio é a motivação dos dois novos vilões que ganham proeminência na prévia: Mercy Graves e Otis, vividos respectivamente por Rhona Mitra (“The Last Ship”) e Robert Baker (antagonista da última temporada de “The Originals”). Releases sugerem que eles serão apresentados como irmãos na série. Mas os personagens nunca tiveram parentesco em suas aparições anteriores. Curiosamente, porém, compartilham semelhanças em suas origens: ambos foram introduzidos fora dos quadrinhos como capangas de Lex Luthor. Mercy Graves é a assistente/guarda-costas letal de Lex Luthor introduzida em 1996 em “Superman: A Série Animada”, onde foi dublado por Lisa Edelstein (da série “House”) e ganhou aparência ruiva. Fez tanto sucesso que, assim como a Arlequina, acabou adotada pelos quadrinhos, que a transformaram em loira e, após o recente reboot de 2011, em asiática. Por isso, ao receber carne e osso pela primeira vez em “Batman vs. Superman” (2016), foi interpretada por uma atriz japonesa, Tao Okamoto. Na série, Mercy será uma ex-agente do laboratório Cadmus que sempre acreditou no excepcionalismo humano. Mas com Lex e Lillian na prisão, ela precisará sair da sombra dos Luthor para tomar a iniciativa, tornando-se uma figura chave no crescente movimento de “humanos em primeiro lugar” – a versão da série para a política internacional do presidente Trump, “America first” – , que explora o medo dos alienígenas para alimentar o ódio entre as diferentes raças. Já Otis é o capanga atrapalhado introduzido no clássico “Superman: O Filme” (1978), na pele de Ned Beatty, que reprisou o papel em “Superman II” (1980). Ele só apareceu em animações desde então – num episódio de “Os Superamigos” (Super Friends) e, mais recentemente, reimaginado como um mercenário a serviço de Luthor na série “Justiça Jovem” (Young Justice). Outro vilão apresentado na prévia é o Agente Liberdade, vivido por Sam Witwer (série “Being Human”). Versão mal-disfarçada do Capitão América, o personagem foi criado em 1991 por Dan Jurgens como um ex-agente da CIA que abandona a agência secreta desgostoso com seus métodos e se junta a um grupo paramilitar de extrema direita, Filhos da Liberdade, para derrubar o governo. O problema é que a organização não passava de um disfarce para a CIA agir nos Estados Unidos e a descoberta o leva a se voltar contra ela, passando a usar seus conhecimentos de espionagem para ajudar outros heróis contra ameaças globais. Ele chegou até a integrar a Liga da Justiça por um breve período, mas teve um final trágico. Essa história será alterada para a série, que o apresentará como fundador dos Filhos da Liberdade, um grupo de ódio antialienígena, que tem como objetivo estabelecer os humanos como a raça superior. De acordo com os produtores da série, “ele esconde sua natureza vilanesca por trás da persona de um pai de família”, tornando mais difícil derrotá-lo. O contraponto à xenofobia é a personagem de Nia Nal, uma jornalista que, segundo os produtores, se tornará a super-heroína chamada Sonhadora (Dreamer). Importante destacar que sua intérprete, Nicole Amber Maines (vista em “Royal Pains”), é uma jovem ativista transexual que fará história como primeira super-heroína trans da TV americana. Sonhadora é uma heroína conhecida da Legião dos Super-Heróis, o grupo do século 31 que foi introduzido em “Supergirl” na temporada passada. Mas muitos detalhes diferenciam a personagem dos quadrinhos da versão televisiva. Para começar, ela vive no século 20, é descrita na série como “confiante e fashionista” e “como uma versão mais jovem de Cat Grant” (Calista Flockhart). “Antes escritora de discursos políticos, Nia é a nova adição à equipe de jornalismo investigativo da CatCo, trazendo com ela astúcia e humor. Sob uma fachada de deboche existe uma jovem mulher com muito a oferecer ao mundo”, diz a sinopse da produção. Embora a identidade civil de Sonhadora tenha sido pouco explorada nos quadrinhos, seu nome original não é Nia, mas Nura Nal e ela vem de outro planeta, chamado Nalor. Seu poder é quase uma doença, uma condição que a faz sofrer de narcolepsia, dormir subitamente. Neste estado, Sonhadora manifesta a habilidade especial de literalmente sonhar. E as imagens de seus sonhos são visões do futuro que sempre se realizam, ainda que lhe cheguem incompletas. Ela não é transexual nos quadrinhos, mas uma loira platinada inspirada por pin-ups e starlets de Hollywood – como Jayne Mansfield e Mamie van Doren – , desenhada por John Forte em 1964 como a mais bonita e glamourosa das heroínas do futuro. Detalhe: na época, ela era chamada de Dream Girl, a Garota dos Sonhos. Mas um fato divertido – e relativamente recente – é que Sonhadora já compartilhou o corpo de Brianiac 5, o que não deixa de ser uma analogia para a transexualidade. Ao ganhar novamente um corpo feminino, ela terminou se casando com Brainy – antes da DC anular todos os casamentos da Legião dos Super-Heróis com muitos reboots desnecessários. Vale lembrar que, após estrear na temporada passada, Brainiac 5 será personagem fixo dos próximos episódios da série, interpretado por Jesse Rath. “Supergirl” retorna no domingo (14/10) nos Estados Unidos. No Brasil, a série é transmitida pelo canal pago Warner Channel, e também está disponível no catálogo da Netflix.
Jon Favreau revela novas fotos do set da primeira série live-action de Star Wars
O cineasta Jon Favreau (“Homem de Ferro” e “Mogli: O Menino Lobo”), criador de “The Mandalorian”, primeira série live-action da saga “Star Wars”, compartilhou duas fotos de objetos cenográficos (props) da produção em sua conta no Instagram. Uma delas destaca uma arma alienígena e a outra é sujeita à muita especulação. “The Mandalorian” seguirá um pistoleiro solitário, que seria uma espécie de “herdeiro” de Boba Fett. Na galáxia distante da saga, mandaloriano é quem nasceu no planeta Mandalore, um território da Orla Exterior que abriga uma comunidade de guerreiros que se opõe aos Jedi. O termo ficou mais conhecido por ser de lá que vem Boba Fett, o caçador de recompensas que foi despachado por Luke Skywalker em “O Retorno de Jedi” – além de seu “pai”, Jango Fett, visto em “O Ataque dos Clones”. Favreau revelou a premissa da atração num post anterior no Instagram, publicado no começo de outubro. “Após as histórias de Jango e Boba Fett, outro guerreiro emerge no universo ‘Star Wars’. ‘The Mandalorian’ se passa após a queda do Império e antes da emergência da Primeira Ordem”, escreveu o cineasta, completando: “Acompanharemos os percalços de um pistoleiro solitário nos confins da Galáxia, longe da autoridade da Nova República”. Ele também comentou anteriormente que a trama seria situada sete anos após a Batalha de Endor. Isto significa que o enredo vai cobrir o grande hiato entre os eventos de “O Retorno de Jedi” e de “O Despertar da Força”, o que abre inúmeras possibilidades para os roteiristas se aventurarem. Desenvolvida para a plataforma de streaming da Disney, “The Mandalorian” ainda não tem previsão de estreia. Visualizar esta foto no Instagram. Uma publicação compartilhada por Jon Favreau (@jonfavreau) em 12 de Out, 2018 às 7:17 PDT Visualizar esta foto no Instagram. Uma publicação compartilhada por Jon Favreau (@jonfavreau) em 12 de Out, 2018 às 4:17 PDT












