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Série

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  • Série

    Reverie é cancelada após 1ª temporada

    6 de novembro de 2018 /

    A rede NBC cancelou “Reverie” após sua 1ª temporada. A série sci-fi foi a estreia de pior audiência do canal durante a última temporada de verão. Estrelado por Sarah Shahi (“Person of Interest”) e Dennis Haysbert (“24 Horas”), “Reverie” estreou em 30 de maio e teve uma média de 2,1 milhões de telespectadores ao vivo até seu final, em 8 de agosto. Desenvolvida por Mickey Fisher (criador também de “Extant”), o programa girava em torno de Mara Kint (Shahi), ex-negociadora de reféns e especialista em comportamento humano que se tornou professora universitária após enfrentar uma tragédia pessoal. Na premissa, ela acaba atraída por seu ex-chefe, Charlie Ventana (Haysbert), para um projeto secreto, que visa salvar pessoas comuns que se perderam em um programa imersivo de realidade virtual altamente avançado, em que é possível viver seus sonhos mais loucos. O elenco também incluía Sendhil Ramamurthy (“Heroes”), Jessica Lu (“Awkward.”) e Kathryn Morris (“Cold Case”), e o piloto foi dirigido pelo cineasta Jaume Collet-Serra (“O Passageiro”).

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  • Série

    Good Behavior é cancelada após duas temporadas

    6 de novembro de 2018 /

    O canal pago TNT cancelou a série “Good Behavior” após duas temporadas. O cancelamento foi anunciado no Instagram pelo criador da série, Chad Hodge (criador também de “Wayward Pines”), quase um ano após a exibição do último episódio, que foi ao ar em dezembro de 2017. Veja abaixo. Apesar das críticas positivas e de uma estrela popular, Michelle Dockery em sua primeira série americana (após se destacar em “Downton Abbey”), a produção nunca atraiu público amplo, ficando entre os programas de menor audiência do canal. Ainda assim, tinha fãs apaixonados e bom desempenho nas plataformas digitais, o que rendeu negociações entre Hodge e o presidente da TNT, Kevin Reilly, para produzir uma temporada final de conclusão da trama. “Não vejo muitas outras temporadas, mas pode haver uma maneira de compensar o público que realmente a adorou”, chegou a dizer Reilly em maio. Segundo o site Deadline, as conversas continuaram até recentemente, mas a compra do canal pela AT&T, no negócio da aquisição da Time-Warner, pode ter levado os auditores à conclusão da inviabilidade financeira do negócio. Inspirada em livros de Blake Crouch, “Good Behavior” trazia Dockery como Letty Dobesh, uma ladra e trapaceira cuja vida sempre esteve um pouco fora dos eixos. Ao ser libertada da prisão e se reunir com seu filho de 10 anos, criado por sua mãe, ela acaba retomando o costume das trapaças. Mas sua vida tem uma reviravolta quando um de seus alvos se revela um assassino profissional (o argentino Juan Diego Botto, de “Roma, Um Nome de Mulher”), com quem ela acaba se envolvendo num jogo perigoso de sedução. Visualizar esta foto no Instagram. With a heavy heart I have to let you know that Good Behavior will not return for a third season on TNT. I’ve always said I could write about Letty and Javier for 500 episodes. Their relationship and place in the world live on the edge of something unique and beautiful and I’m more proud of creating their story than anything in my TV career thus far. The experience of making Good Behavior was also the best of my career. Collaborating with Michelle Dockery, Juan Diego Botto and the entire cast… with pilot director Charlotte Sieling, producing director Mikkel Nørgaard, and all the episodic directors… with Blake Crouch and the writers… with my producing partners Marty Adelstein and Becky Clements… with our kick-ass creative team and crew… we were one family making this show and it was better because of every person who donated their creative lifeblood. You can see it on display in every episode currently streaming on Hulu. To our fans… our incredible fans around the world: THANK YOU. Thank you for loving what we made, for the letters and DMs and gifts, for the love. If I could keep writing the story of Letty and Javier for you I would. The last episode of S2 is not the ending. Actually I did write a bonus scene for you that would have been in Season 3… swipe left and you’ll see. So just know that Letty and Javier are out there somewhere… living their best lives (eh probably not lol). But they are alive. Their story continues. Though for now, as Letty would say… BYE. #GoodBehavior Uma publicação compartilhada por Chad Hodge (@chadhodge) em 6 de Nov, 2018 às 12:04 PST

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  • Série

    Russell Crowe aparece completamente transformado em fotos de sua primeira série americana

    6 de novembro de 2018 /

    O ator Russell Crowe (“A Múmia”) foi flagrado pelos paparazzi caracterizado para sua primeira série americana, “The Loudest Voice”. E as imagens revelam uma transformação completa. Irreconhecível, ele aparece idoso, gordo, careca, de óculos e andando com o auxílio de uma bengala no papel de Roger Ailes, o polêmico fundador da rede de notícias Fox News. A produção é baseada no livro homônimo de Gabriel Sherman, que narra a trajetória e a queda do magnata da mídia vivido por Crowe. E foi criada pelo Sherman em parceria com Tom McCarthy, que venceu o Oscar de Melhor Roteiro por “Spotlight”, trabalho também focado numa história sobre bastidores do jornalismo. A produção é de Jason Blum, mais conhecido como produtor de filmes de terror bem-sucedidos, como “Corra!” e “Fragmentado”. A adaptação vai ar em 2019 no canal pago Showtime e destacará os últimos anos de Ailes, que se tornou uma das figuras mais poderosas da política e da mídia norte-americana ao transformar o canal Fox News em uma voz enfática dos conservadores. Em julho de 2016, Gretchen Carlson, uma ex-Miss norte-americana que participou do popular programa matutino “Fox and Friends” antes de ganhar sua sua própria atração, entrou com um processo por assédio contra Ailes, acusando-o de prejudicar sua carreira ao se ver rejeitado. Duas semanas depois, Ailes foi afastado da emissora com uma indenização milionária. Ele morreu logo em seguida, em maio de 2017. Vencedor do Oscar por “Gladiador”, em 2001, Crowe só tinha trabalhado em séries no começo da carreira, em pequenos papéis na TV australiana antes de vir para Hollywood. Ele estreou como ator há cerca de três décadas com uma participação de quatro episódios na interminável novela australiana “Neighbours” – exibida até hoje. Já o papel de Gretchen Carlson será vivido pela atriz inglesa Naomi Watts (“A Série Divergente: Convergente”).

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  • Série

    Saída de Andrew Lincoln não atrai muito público para The Walking Dead

    6 de novembro de 2018 /

    A propagandeada saída de Andrew Lincoln da série “The Walking Dead” resultou num aumento muito pequeno na audiência do programa. De acordo com a apuração da empresa de consultoria Nielsen, o episódio foi assistido por 5,4 milhões de telespectadores nos Estados Unidos, o que representa um crescimento de aproximadamente 6% de público em relação à semana anterior. São números muito baixos no contexto da série, que já foi assistida por mais de 15 milhões ao vivo. Para se ter ideia, a média da temporada passada, uma das piores da atração, foi de 7,8 milhões. “The Walking Dead” só teve público na faixa dos 5 milhões em sua 1ª temporada. Por outro lado, 5,4 milhões é o melhor número que a série atingiu desde a estréia da atual 9ª temporada. O capítulo anterior ao da saída de Andrew Lincoln teve 5,1 milhões de telespectadores nos Estados Unidos. Embora o ator tenha realmente deixado a série no episódio exibido no domingo passado (4/11), ele seguirá no universo de “The Walking Dead”, reprisando o papel de Rick Grimes em uma trilogia de filmes para TV, que estão em desenvolvimento no canal pago AMC. A expectativa agora é para o nível da audiência da série sem seu protagonista principal. Para complicar ainda mais, além de Andrew Lincoln, o programa também perdeu a intérprete de Maggie, Lauren Cohan, que não vai mais aparecer nesta temporada. O próximo domingo (11/11) mostrará o primeiro episódio de “The Walking Dead” sem dois de seus intérpretes mais importantes.

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  • Filme,  Série

    HBO confirma elenco e anuncia começo das gravações da volta de Deadwood

    5 de novembro de 2018 /

    A HBO anunciou o começo da produção do telefilme que vai retomar a série “Deadwood”, confirmando a participação de praticamente todo o elenco original. “Deadwood” narrava a origem de uma cidade no Velho Oeste americano, mostrando seus moradores implacáveis e violentos enquanto tentavam estabelecer uma comunidade. A série era protagonizada por Timothy Olyphant (hoje em “Santa Clarita Diet”) como o xerife brutal Seth Bullock e Ian McShane (hoje em “Deuses Americanos”) como o dono de saloon Al Swearengen, que marcou os telespectadores com seu jeito irascível e palavrões constantes. A série durou três temporadas, entre 2004 e 2006, e seu cancelamento foi marcado por protestos dos fãs. O criador da série, David Milch (de “Nova Iorque Contra o Crime”), será o responsável pelo roteiro do telefilme, que trará novamente Olyphant e McShane aos papéis que redefiniram suas carreiras. Além dos dois protagonistas, retornam Molly Parker (Alma Ellsworth), Paula Malcomson (Trixie), John Hawkes (Sol Star), Anna Gunn (Martha Bullock), Dayton Callie (Charlie Utter), Brad Dourif (Doc Cochran), Robin Weigert (“Calamity” Jane Canary), William Sanderson (E.B. Farnum), Kim Dickens (Joanie Stubbs) e Gerald McRaney (George Hearst). Ficaram de fora Titus Welliver (hoje em “Bosch”), além de Powers Boothe, que faleceu no ano passado, e Ralph Richeson, morto em 2015. Boothe interpretava um dos personagens principais da trama, Cy Tolliver, dono do saloon Bella Union e rival de Al Swearengen. As gravações já estão acontecendo, com direção de Daniel Minahan, que comandou quatro episódios da série original, e a previsão é para uma estreia em 2019.

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  • Série

    Série derivada do filme O que Fazemos nas Sombras ganha primeiros teasers

    5 de novembro de 2018 /

    O canal pago FX divulgou os primeiros teasers da série baseada na comédia vampírica “O que Fazemos nas Sombras” (What We Do in the Shadows), criada pelos mesmos responsáveis pelo filme: Taika Waititi, que ganhou proeminência após dirigir “Thor: Ragnarok”, e Jemaine Clement, visto em outro projeto recente da Marvel, como ator na série “Legion”. Os dois colaboraram na direção, no roteiro e estrelaram a produção original, concebida como um falso documentário sobre o cotidiano de vampiros neozelandeses. “O que Fazemos nas Sombras” venceu diversos festivais, como Sitges, o mais famoso dos eventos internacionais do cinema fantástico, e a mostra Midnight Madness, do Festival de Toronto. No filme, uma equipe de documentaristas era convidada por um trio de vampiros a ter acesso exclusivo a seu mundo secreto. Mas em vez de captar momentos tensos e aterrorizantes, eles acabam testemunhando vampiros que fazem tricô e tarefas domésticas, como passar aspirador de pó – mas nunca lavar as louças, que se acumulam há séculos. Mesmo quando saem para a noite, eles não provocam medo nem fazem sucesso com as mulheres, encontrando grande dificuldade para entrar em bares sem serem convidados. A série será bem diferente. Para começar, os protagonistas não serão três vampiros preguiçosos, mas dois vampiros e uma vampira que não aceita desaforos. E ainda haverá um assistente humano, similar ao melhor amigo de um dos vampiros no longa-metragem. Além disso, vai se passar em Nova York. O elenco é formado por Matt Berry (da saudosa série “The IT Crowd”), Natasia Demetriou (“Year Friends”), Kayvan Novak (“As Aventuras de Paddington”) e Harvey Guillen (“The Magicians”). Waititi assinou o piloto aprovado, que será exibido como primeiro episódio da série, ainda sem previsão de estreia. Além desta série, “O que Fazemos nas Sombras” também rendeu outra produção derivada na TV neozelandesa: “Wellington Paranormal”, que acompanha os policiais Karen (vivida por Karen O’Leary) e Mike (Mike Minogue), responsáveis por manter os humanos a salvo de todos as atividades sobrenaturais que ocorrem em sua cidade. Foi ao ar entre julho e agosto no canal neozelandês TVNZ 2.

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  • Série

    Norman Reedus e Melissa McBride fecham contrato para aparecer em derivados de The Walking Dead

    5 de novembro de 2018 /

    Após confirmar a produção de filmes centrados em Rick, o personagem de Andrew Lincoln em “The Walking Dead”, o canal pago AMC fechou novos contratos com Norman Reedus e Melissa McBride para outros projetos derivados de “The Walking Dead”, e atualmente negocia o mesmo acordo com e Danai Gurira. A intérprete de Michonne está contratada apenas até o final da 9ª e atual temporada, e uma solução para manter a personagem na trama poderia ser um reencontro com Rick nos filmes já anunciados da série. Os novos contratos renderam aumentos salariais aos intérpretes. Reedus passará a receber US$ 350 mil por episódio e McBride recebeu um total de US$ 20 milhões para permanecer na franquia pelos próximos três anos. Isto garante a sobrevivência de seus personagens, Daryl e Carol, por mais três temporadas ou especiais que cubram período equivalente. Eles também poderão aparecer simultaneamente na série e nos projetos derivados. O próximo episódio da 9ª temporada de “The Walking Dead” vai ao ar no domingo (11/11). A série é exibida no Brasil pelo canal pago Fox.

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  • Série

    Três cenas inéditas e 22 fotos do próximo capítulo de The Walking Dead destacam novos personagens e mudanças da série

    5 de novembro de 2018 /

    O canal pago americano AMC divulgou três cenas e 22 fotos do próximo episódio de “The Walking Dead”, intitulado “Who Are You Now?”. Enquanto uma das cenas destaca os novos personagens, as fotos mostram as mudanças sofridas pelos protagonistas após o salto temporal introduzido no capítulo anterior. Os novos integrantes da série foram as primeiras novidades desse salto, vistos nos últimos minutos do episódio passado. Trata-se de um grupo formado por Magna (Nadia Hilker, de “The 100”), Connie (Lauren Ridloff, de “Sem Fôlego”), Yumiko (Eleanor Matsuura, de “Into the Badlands”), Kelly (a novata Angel Theory) e Luke (Dan Fogler, de “Animais Fantásticos e Onde Habitam”). Líder do grupo, Magna formará o primeiro casal lésbico da série com Yumiko. Connie, por sua vez, será a primeira personagem com deficiência auditiva. Kelly é irmã de Connie. E Luke, bom, tem uma história curta nos quadrinhos. O salto temporal também trouxe mudanças nos visuais de todos os personagens, como demonstram as fotos. A transformação mais radical aconteceu entre os intérpretes das crianças, que foram substituídos. A nova Judith Grimes, apresentada no capítulo de domingo passado, é vivida por Cailey Fleming, atriz mirim de 12 anos de idade que já tem experiência como heroína de franquia famosa. Ela viveu a jovem Rey em flashbacks de “Star Wars: O Despertar da Força” (2015). Também foi a filha que Jennifer Garner queria vingar no thriller “A Justiceira” (2018). Além dessa mudança, Macsen Lintz, intérprete do menino Henry, foi substituído por seu irmão Matt Lintz (da série “The Alienist” e do filme “Pixels”), que é cinco anos mais velho. Isto significa que Henry assumirá a narrativa de Carl (Chandler Riggs) na série – é que Carl ainda está vivo nos quadrinhos e tem função importante no desenrolar da trama. O próximo episódio da 9ª temporada de “The Walking Dead” vai ao ar no domingo (11/11). A série é exibida no Brasil pelo canal pago Fox.

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  • Série

    Trailer dos próximos três episódios de The Walking Dead detalha salta no tempo e chegada dos Sussurradores

    5 de novembro de 2018 /

    O canal pago americano AMC divulgou um trailer com cenas dos próximos três episódios de “The Walking Dead”, que revelam detalhes do salto temporal verificado nos últimos minutos do capítulo passado. Além de mostrar os personagens com novos penteados, a prévia destaca a chegada dos Sussurradores, que serão os piores vilões da série. Os Sussurradores têm este nome pela forma como sobrevivem ao apocalipse zumbi. Vestindo peles de zumbis, caminham em meio aos infectados e comunicam-se apenas por sussurros, conduzindo hordas de mortos-vivos em ataques contra comunidades para ficar com os espólios. Eles são liderados por Alpha (que será interpretada por Samantha Morton, de “Minority Report”) e seu segundo em comando Beta (Ryan Hurst, de “Sons of Anarchy”), e o grupo ainda inclui Lydia (Cassady McClincy, de “Castle Rock”), a filha adolescente de Alpha. Mas Alexandria também recebe reforço de outro grupo de sobreviventes, introduzido no capítulo anterior. Ele é formado por Magna (Nadia Hilker, de “The 100”), Connie (Lauren Ridloff, de “Sem Fôlego”), Yumiko (Eleanor Matsuura, de “Into the Badlands”), Kelly (a novata Angel Theory) e Luke (Dan Fogler, de “Animais Fantásticos e Onde Habitam”). Líder do grupo, Magna formará o primeiro casal lésbico da série com Yumiko. Connie, por sua vez, será a primeira personagem com deficiência auditiva. Kelly é irmã de Connie. E Luke, bom, tem uma história curta nos quadrinhos. O fato é que, nos quadrinhos de Robert Kirkman, nem todos sobrevivem ao confronto com os Sussurradores, inclusive membros já estabelecidos da série. O salto temporal também trouxe mudanças nos intérpretes das crianças. A nova Judith Grimes foi apresentada no capítulo de domingo passado, interpretada por Cailey Fleming, atriz mirim de 12 anos de idade que já tem experiência como heroína de franquia famosa. Ela viveu a jovem Rey em flashbacks de “Star Wars: O Despertar da Força” (2015). Também foi a filha que Jennifer Garner queria vingar no thriller “A Justiceira” (2018). Além dessa mudança, Macsen Lintz, intérprete do menino Henry, foi substituído por seu irmão Matt Lintz (da série “The Alienist” e do filme “Pixels”), que é cinco anos mais velho. Isto significa que Henry assumirá a narrativa de Carl (Chandler Riggs) na série – é que Carl ainda está vivo nos quadrinhos e tem função importante no desenrolar da trama. O próximo episódio da 9ª temporada de “The Walking Dead” é intitulado “Who Are You Now?” e vai ao ar no domingo (11/11). A série é exibida no Brasil pelo canal pago Fox.

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    The Walking Dead também se despediu de Lauren Cohan no episódio passado

    5 de novembro de 2018 /

    O episódio de domingo (4/11) de “The Walking Dead” não marcou apenas a despedida de Andrew Lincoln da série. Outra protagonista também saiu de cena, ainda que de forma mais sutil. Lauren Cohan terminou sua participação contratual e não voltará a aparecer como Maggie quando a série retornar no próximo capítulo, após um salto temporal na trama. Em entrevista ao site da revista The Hollywood Reporter, a showrunner da série, Angela Kang, confirmou que a personagem não aparecerá mais no restante da 9ª temporada, mas que pode ressurgir mais adiante, já que seu destino ficou em aberto. A saída de Maggie já tinha sido anunciada pela atriz Cohan e pelos produtores da série, após problemas salariais travarem sua renovação de contrato. A atriz vai estrelar outra série, a comédia de ação “Whiskey Cavalier” na rede americana ABC, e seu possível retorno para “The Walking Dead” dependerá do desempenho dessa produção. A última aparição de Maggie se deu após seu confronto com Negan (Jeffrey Dean Morgan). Decidida a matar o homem que tirou a vida do seu amado Glenn, Maggie desiste no minuto final, ao perceber que passar a vida aprisionado seria ainda pior para ele do que a morte. Depois disso, ela é vista ao lado de Michonne (Danai Gurira), Carol (Melissa McBride) e Daryl (Norman Reedus), testemunhando o sacrifício de Rick, ao explodir a ponte que impedirá os zumbis de chegar em Hilltop, a sua comunidade. O episódio não deixa claro o que Maggie faz ao voltar para Hilltop, que lidera, mas fãs especulam que ela pode deixar tudo para trás, após verificar que sua trilha conduzia à violência, passando a questionar suas ações. Assim como Rick e Carl (Chandler Riggs), a personagem de Maggie ainda está viva e no centro da trama da história em quadrinhos em que a série é baseada. Sobre um possível retorno da personagem, a showrunner Kang diz estar esperançosa. “Nós estivemos conversando com Lauren, e espero que possamos contar mais da história de Maggie. Temos algumas cartas na manga e adoraríamos a oportunidade de mostra-las. Mas tem mais a ver com agendar as filmagens no momento certo, estão espero que cheguemos a um acordo”, ela explicou.

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    História de Rick Grimes vai continuar em filmes derivados de The Walking Dead

    5 de novembro de 2018 /

    Andrew Lincoln se despediu de “The Walking Dead” no último domingo (4/11) com a exibição do episódio intitulo “What Comes After” (o que vem depois). Conforme anunciado, ele não voltará mais à série. Entretanto, o destino de seu personagem, Rick Grimes, não foi como a maioria esperava, embora tenha sido exatamente como descreviam boatos do fórum The Spoiling Dead. Se não viu, não leia abaixo. Rick Grimes foi salvo da morte certa no último minuto por Jadis (Pollyanna McIntosh) e seu destino será explorado fora da atração. O ator fechou contrato para estrelar vários filmes da franquia, revelou Scott M. Gimple, roteirista do episódio passado, durante o programa de entrevistas “Talking Dead”, exibido logo após “What Comes After”. O ex-showrunner da série tinha sido promovido a mentor de uma espécie de universo “Walking Dead” para criar novas atrações e expandir a franquia, e a primeira novidade será um filme que contará o destino de Rick, visto pela última vez sendo levado para longe num helicóptero. A ideia dos filmes foi uma forma de manter Lincoln na franquia, já que o ator não queria passar tantos meses do ano gravando no interior de Atlanta e longe da família na Inglaterra. O novo projeto consumirá menos tempo da agenda do astro, permitindo-lhe maior folga. E isso foi o maior incentivo para ele assinar o contrato. A produção do primeiro longa-metragem deve começar no início de 2019, com roteiro de Gimple, para ser exibido no final do ano na rede AMC e em outras plataformas. “Temos muitas coisas no horizonte, começando com um novo épico estrelado por um dos maiores protagonistas da história da TV e uma das melhores pessoas que já conheci”, explicou Gimple em comunicado oficial. “Esses filmes serão grandes evoluções do que estamos fazendo na série. Vamos começar com a primeira continuação da história de Rick Grimes e há muito mais no caminho, incluindo mundos ainda não vistos de ‘The Walking Dead’”. Durante “Talking Dead”, Gimple explicou que a história de Rick continuará em pelo menos três dos filmes previstos. Também serão criadas novas séries, minisséries e especiais que se passarão em outras linha de tempo, acompanhando personagens favoritos dos fãs que já morreram na série principal e novos personagens situados em momentos mais avançados do apocalipse zumbi. Além disso, serão exploradas locações bastante diversificadas, mostrando a evolução da epidemia zumbi ao redor do mundo. E Rick estará no centro disso, ganhando maior conhecimento sobre o quadro completo do mundo zumbi. Um quadro que Gimple define como a “vasta mitologia” por trás da comunidade misteriosa por trás do helicóptero que resgata Rick e busca de pessoas do tipo “A ou B” . “Isso será a base da próxima história que temos para Rick”, contou Gimple ao site The Hollywood Reporter. O presidente de programação da AMC, David Madden, completou a informação, dizendo que os filmes centrados em Rick não serão uma espécie de bônus ou episódio mais longo da série, mas sim “filmes grandiosos em escala”, ​​com duração de duas horas e um orçamento digno de blockbuster.

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    Elenco de The Walking Dead presta homenagem a Andrew Lincoln em vídeo de despedida

    4 de novembro de 2018 /

    O canal pago americano AMC divulgou um vídeo de homenagem a Andrew Lincoln, intérprete de Rick Grimes em “The Walking Dead”. O ator saiu da série no episódio deste domingo (4/11) e a produção aproveitou para registrar depoimentos dos colegas de elenco sobre a experiência de trabalhar com ele. Os elogios rasgados incluem intérpretes que já morreram na atração – e alguns até reapareçam para se despedir pessoalmente, em participação especial no episódio final de Lincoln. Intitulado “What Comes After”, o episódio de despedida do ator contou com aparições dos intérpretes de Shane (Jon Bernthal), Sasha (Sonequa Martin-Green) e Hershell, num retorno que marcou o derradeiro trabalho do ator Scott Wilson, falecido em outubro. O próximo episódio de “The Walking Dead”, que vai ao ar em 11 de novembro, vai mostrar um grande salto no tempo. Não serão apenas meses, como aconteceu entre a temporada anterior e a atual. A diferença será significativa, a ponto de gerar trocas nos intérpretes das crianças. Já está confirmado que Macsen Lintz, intérprete do menino Henry, será substituído por seu irmão Matt Lintz (da série “The Alienist” e do filme “Pixels”), que é cinco anos mais velho. Isto significa que Henry assumirá a narrativa de Carl na série – é que Carl ainda está vivo nos quadrinhos e tem função importante no desenrolar da trama. Além disso, vários personagens novos serão introduzidos. Surgirão os Sussurradores, vilões que ganham seu nome pela forma como sobrevivem ao apocalipse zumbi: vestindo peles de zumbis, caminham em meio aos infectados e comunicando-se apenas através de sussurros. Eles são liderados por Alpha (que será interpretada por Samantha Morton, de “Minority Report”) e seu segundo em comando Beta (Ryan Hurst, de “Sons of Anarchy”), e ainda incluem Lydia (Cassady McClincy, de “Castle Rock”), a filha adolescente de Alpha. Mas Alexandria também receberá reforço de outro grupo de sobreviventes, formado por Magna (Nadia Hilker, de “The 100”), Connie (Lauren Ridloff, de “Sem Fôlego”), Yumiko (Eleanor Matsuura, de “Into the Badlands”), Kelly (a novata Angel Theory) e Luke (Dan Fogler, de “Animais Fantásticos e Onde Habitam”). A série é transmitida simultaneamente no Brasil pelo canal pago Fox.

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    Novo trailer da série de She-Ra revela música-tema e princesa com… bigode!

    4 de novembro de 2018 /

    A DreamWorks Animation divulgou um novo trailer da série “She-Ra e as Princesas do Poder”, que vai estrear em 12 dias na Netflix. A prévia destaca a nova musiquinha da produção, “Warriors”, cantada por Aaliyah Rose, além de apresentar as princesas do título, inclusive uma princesa com… bigode! Aguarda-se reações contra o “kit gay” da agenda LGBTQIA+ para desencaminhar as criancinhas. Por outro lado, “Super Drags” deixará de ser alvo exclusivo da extrema direita. Curiosamente, a produção já foi alvo de controvérsia quando suas primeiras imagens foram reveladas. Fãs do desenho original reclamaram do visual da heroína, bastante modificado em relação à versão dos anos 1980. Menos que a aparência de anime, o que chamou atenção foi a dessexualização da personagem, com diminuição do tamanho de seus seios e a inclusão de shorts sob sua saia curta. O desenho de “She-Ra: A Princesa do Poder” surgiu em 1985 como spin-off de “He-Man e os Mestres do Universo”, um brinquedo que virou série animada, e logo se tornou mais popular que a atração original. A personagem era o alter ego da Princesa Adora, irmã gêmea do He-Man, que lutava pela honra de Greyskull para livrar o planeta Eternia da tirania. A nova versão não tem He-Man, mas um monte de princesas aliadas, e é descrita como “uma jornada épica e atemporal, em celebração à amizade feminina e ao empoderamento, liderada por uma princesa guerreira feita sob medida para os dias de hoje”, segundo a descrição oficial. Nota-se, pela coleção de Princesas, uma proposta de diversidade e inclusão, por meio de sua representação com cores, alturas, larguras e sexualidades diferentes. A produção está sendo realizada sob o comando de Noelle Stevenson, roteirista de “Enrolados Outra Vez” e “Lego Star Wars”, e traz em seu elenco de dubladores diversos atores conhecidos, a começar por Aimee Carrero (de “O Último Caçador de Bruxas” e a voz de “Elena de Avalor”), que vive She-Ra, além de Karen Fukuhara (“Esquadrão Suicida”), AJ Michalka (“The Goldbergs”), Marcus Scribner (“Black-ish”), Reshma Shetty (“Royal Pains”), Lorraine Toussaint (“Orange Is the New Black”), Keston John (“The Good Place”), Lauren Ash (“Superstore”), Christine Woods (“Hello Ladies”), Genesis Rodriguez (“Time After Time”), Jordan Fisher (“Grease Live!”), Vella Lovell (“Crazy Ex-Girlfriend”), Merit Leighton (“Alexa & Katie”), Sandra Oh (“Killing Eve”) e Krystal Joy Brown (“Motown: The Musical”). A atração estreia na Netflix em 16 de novembro.

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