Irmandade: Netflix anuncia nova série brasileira estrelada por Seu Jorge
A Netflix anunciou nesta quinta-feira (31/1) a produção de uma nova série brasileira, com direito a fotos do elenco (veja acima e abaixo). Intitulada “Irmandade”, a série é um suspense criminal estrelado por Seu Jorge (“Cidade de Deus”) e Naruna Costa (“Hoje eu Quero Voltar Sozinho”). Na trama, Naruna Costa vive Cristina, uma advogada honesta e dedicada, que descobre que seu irmão Edson (Seu Jorge) é líder de uma ascendente facção criminosa, a Irmandade. Coagida pela polícia, ela é obrigada a se tornar informante e trabalhar contra o irmão a quem ela sempre idolatrou. Mas, conforme se infiltra na Irmandade, Cristina começa a questionar seus próprios valores sobre a lei e a justiça, e entra em contato com um lado sombrio de si mesma que não imaginava ter. O elenco também inclui Hermila Guedes (“Céu de Suely”) no papel de Darlene, esposa de Edson, e Lee Taylor (“O Mecanismo”) como Ivan, um detento oportunista afiliado à Irmandade. A série foi criada por Pedro Morelli (“Zoom”), que divide a direção com os cineastas Gustavo Bonafé (“O Doutrinador”) e Aly Muritiba (“Ferrugem”). Ainda não há previsão para a estreia.
Clássico de terror de Stephen King vai virar série do diretor de A Culpa É das Estrelas
O fim do mundo está chegando ao CBS All Access. A plataforma americana de streaming vai adaptar o best-seller “The Stand – A Dança da Morte”, de Stephen King, numa série limitada de 10 episódios. O projeto da adaptação estava sendo desenvolvido para o cinema, mas se arrastava há vários anos, devido às dificuldades de condensar a história, de fôlego épico, num filme de duas horas. O diretor Josh Boone (“A Culpa É das Estrelas”), que estava à frente da versão cinematográfica, chegou a propor uma franquia com quatro filmes. Com o fracasso de distopias apocalípticas recentes, pareceu mais lógico transformar a ideia numa série. O próprio Boone vai adaptar o roteiro em que estava trabalhando para o formato da série, em parceria com Ben Cavell (roteirista das séries “Justified” e “Homeland”). Além disso, ele também dirigirá episódios da série. Fã assumido de King, o diretor chegou a afirmar ter se inspirado no clima dos livros do escritor para dirigir “Os Novos Mutantes”, filme de super-heróis da Fox, que deve ser lançado em agosto – salvo novos imprevistos. Ele também está à frente de mais três adaptações de Stephen King, “O Talismã”, publicado em 1983, “Lisey’s Story”, de 2006, e “Revival”, de 2014. “Eu li ‘The Stand’ debaixo da minha cama quando eu tinha 12 anos, e meus pais batistas queimaram o livro em nossa lareira após descobrirem”, disse Boone, no comunicado sobre o projeto. “Encantado com a obra, eu escrevi uma carta a King para professar meu amor por seu trabalho. Várias semanas depois, cheguei em casa e encontrei uma caixa que tinha chegado do Maine, e lá dentro havia vários livros, cada um com uma bela anotação do próprio deus, que me encorajou a escrever e me agradeceu por ser fã. Meus pais, genuinamente sensibilizados pela gentileza e generosidade de King, lamentaram terem proibido seus livros naquele mesmo dia. Eu agradeci incluindo uma participação especial de King no meu primeiro filme (“Ligados Pelo Amor”, de 2012) e tenho trabalhado para trazer ‘The Stand’ à vida por cinco anos. Encontrei parceiros incríveis na CBS All Access e em Ben Cavell. Juntamente com Stephen King e seu filho Owen King, planejamos trazer-lhes a melhor versão da obra-prima de King.” Stephen King abençoou a adaptação, dando seu apoio no comunicado. “Estou empolgado e muito contente que ‘The Stand’ tenha uma nova vida nesta excitante nova plataforma”, disse sobre a série. “As pessoas envolvidas são homens e mulheres que sabem exatamente o que estão fazendo; os roteiros são dinamite. O resultado parece ser algo memorável e emocionante. Acredito que isso levará os espectadores a um mundo que eles esperam que nunca aconteça.” Publicado em 1978, o romance de 1,1 mil páginas é um dos poucos clássicos de King que nunca ganhou versão de cinema. Mas já foi transformado em minissérie, com um elenco grandioso (Gary Sinise, Molly Ringwald e Rob Lowe) e muito sucesso em 1994. A trama acompanha o extermínio da humanidade por uma praga de laboratório e a luta pela sobrevivência dos poucos que escapam do apocalipse, apenas para descobrir que o Anticristo se prepara para eliminar o que resta da civilização. Ainda não há previsão de estreia para a série.
Atriz de A Maldição da Residência Hill será nova vítima de Joe na 2ª temporada de Você
A Netflix anunciou nesta quarta-feira (30/1) que a atriz Victoria Pedretti (a Nell de “A Maldição da Residência Hill”) foi escalada para um dos papéis principais da 2ª temporada de “Você” (You). Ela vai interpretar Love Quinn, uma aspirante a chef de cozinha que não liga muito para redes sociais. Ela também está tentando se recuperar de uma grande tragédia quando conhece Joe (Penn Badgley), sentindo uma conexão profunda com ele. Enquanto a 1ª temporada foi uma coprodução entre a Netflix e o canal pago americano Lifetime, o serviço de streaming vai produzir sozinho a continuação. Na primeira temporada, “Você” acompanhou o perseguidor e funcionário de livraria Joe e sua obsessão pela aspirante a escritora Guinevere Beck (Elizabeth Lail). A história foi baseada no romance homônimo da escritora Caroline Kepnes, que trabalhou lado a lado com os criadores da série, Greg Berlanti (criador de todas as séries da DC Comics do canal CW) e Sera Gamble (criadora de “The Magicians”). A 2ª temporada será inspirada no segundo livro da coleção, “Hidden Bodies” (Corpos Escondidos, em tradução literal), ainda inédito no Brasil. Não há previsão para a estreia do segundo ano de “Você”.
Peter Jackson desenvolve documentário sobre os bastidores do último disco dos Beatles
O diretor Peter Jackson, das trilogias “O Senhor dos Anéis” e “O Hobbit”, dirigirá um documentário sobre a gravação do último álbum dos Beatles, “Let It Be”. Ele teve acesso a quase 55 horas de filmagens inéditas dos bastidores da produção, segundo anunciou nesta quarta-feira (30/1) a gravadora Universal Music. As filmagens foram realizadas entre 2 e 31 de janeiro de 1969 por Michael Lindsay-Hogg e renderam um documentário famoso, também chamado “Let It Be”, que culmina no lendário show dos Beatles no terraço do escritório do estúdio de gravação da Apple em Savile Row. A apresentação está completando 50 anos nesta semana. O filme original foi lançado junto do disco em 1970, meses depois de o grupo se separar. Mas muito material ficou de fora e as cenas contam uma história rica e muito diferente do que a maioria dos fãs imagina. “É simplesmente um tesouro histórico incrível”, afirmou Jackson, no comunicado oficial do projeto. “Há momentos de drama, mas não há nada das desavenças às quais este projeto sempre foi associado. Olhar John, Paul, George e Ringo trabalhar juntos, criando o que são agora já clássicos, do nada, não é só fascinante, é divertido, inspirador e surpreendentemente íntimo”. “É como ter uma máquina do tempo que nos transportasse a 1969. Pudemos nos sentar em uma cadeira do estúdio e simplesmente ver estes quatro amigos fazendo música juntos”, completou. Ainda sem título, o documentário está em fase de produção e conta com o total cooperação de Paul McCartney, Ringo Starr, Yoko Ono Lennon e Olivia Harrison, segundo a gravadora. Jackson trabalhará com os mesmos parceiros de seu documentário sobre a 1ª Guerra Mundial “They Shall Not Grow Old”, a produtora Clare Olssen e o editor Jabez Olssen, e serão utilizadas as mesmas técnicas surpreendentes de restauração de imagens para dar ao filme uma aparência de produção atual. Não há previsão para o lançamento.
Fernando Gaitán (1960 – 2019)
O roteirista colombiano Fernando Gaitán, criador de “Betty, a Feia”, morreu de parada cardíaca nesta terça-feira (29/1) em Bogotá, informou a clínica onde estava internado. Gaitán, de 58 anos, entrou “no serviço de emergências com parada cardiorrespiratória, e sem responder às manobras de reanimação instauradas”, disse o comunicado oficial da Clínica del Country, no norte da capital colombiana. O roteirista iniciou sua carreira nos anos 1980 e assinou diversos sucessos televisivos, que tiveram repercussão internacional. Diversas de suas novelas foram exibidas no Brasil, como “Café com Aroma de Mulher” (1993), “Betty, a Feia” (1999) e “A Feia Mais Bela” (2007). Nenhum sucesso foi tão grande quanto “Betty, a Feia”, que entrou no livro Guinness dos recordes mundiais como a novela mais bem-sucedida de todos os tempos. A produção não só foi exibida em mais de 120 países, como inspirou nada menos que 28 remakes, inclusive no Brasil (“Bela, a Feia”, da Record) e nos Estados Unidos. Transformada na série de comédia “Ugly Betty” em 2006, a versão estrelada por America Ferrera marcou época na rede ABC. Seu sucesso abriu as portas para o humor latino na TV americana e popularizou temas da comunidade LGBTQIA+. Sem “Ugly Betty” não existiria “Jane the Virgin” ou o novo “One Day at a Time”. A história original ainda ganhou um spin-off (“Ecomoda”) e até uma versão animada, além de uma adaptação para o teatro, que reuniu em 2017 o elenco original da novela. Gaitán tinha assinado um contrato com a Sony Pictures e estava desenvolvendo uma minissérie para a plataforma digital da empresa, que misturava comédia romântica e thriller.
Cartas com ameaças de morte contra ator de Empire foram enviadas à Fox
O ataque violento da madrugada desta terça (29/1), que hospitalizou Jussie Smollett, astro da série “Empire”, deve ser considerado oficialmente crime de ódio após a descoberta de ameaças anônimas de morte contra o ator, enviadas na semana passada pelo correio para a afiliada da Fox em Chicago Os sites That Grape Juice e TMZ fotografaram uma das mensagens, composta por letras cortadas de revistas, que diz simplesmente: “Você vai morrer preto viado”. Veja abaixo. O envelope, escrito em tinta vermelha, ainda contém a expressão MAGA, abreviatura de “Make America Great Again”, slogan da campanha de Donald Trump, que foi gritado pelos agressores do ator. Jussie Smollett foi atacado ao sair de um restaurante, sofrendo agressões, enforcamento e ainda teve uma substância jogada contra seu corpo. Os criminosos são dois homens que, durante a violência, gritaram palavras racistas e homofóbicas, além de slogans da eleição de Donald Trump. Ele se encontra em tratamento em um hospital da cidade, onde “Empire” é gravada. Na série da Fox, Smollett interpreta o músico Jamal Lyon, filho de Lucious (Terrence Howard) e Cookie (Taraji P. Henson). Além de ser um jovem negro, o personagem é gay. O ator também assumiu ser gay publicamente em uma entrevista a Ellen DeGeneres, em 2015, afirmando que prefere manter sua vida pessoal longe dos olhos do público. Ao ser considerado crime ódio, a investigação do caso deve passar para a jurisdição do FBI, a polícia federal americana. A rede CNN tentou obter uma declaração oficial do FBI sobre o status em que se encontrava o caso, mas a resposta foi “sem comentários”.
Fox e criadores de Empire condenam ataque que deixou ator da série no hospital
O ataque violento da madrugada desta terça (29/1), que hospitalizou o ator Jussie Smollett, astro da série “Empire”, teve grande repercussão em Hollywood. Ele foi agredido, enforcado e teve uma substância jogada contra seu corpo ao sair de um restaurante de Chicago. Os criminosos são dois homens que, durante o ataque, gritaram palavras racistas e homofóbicas, além de slogans da eleição de Donald Trump. O roteirista Danny Strong, cocriador de “Empire”, foi um dos primeiros a se manifestar nas redes sociais. “Estou profundamente horrorizado e entristecido com os ataques racistas e homofóbicos contra o Jussie Smollett. Ele é uma alma gentil e profundamente talentosa que eu respeito com todo o meu coração. O terror do racismo e da homofobia não tem lugar na nossa sociedade”, ele postou no Twitter. O outro criador da série, o cineasta Lee Daniels postou um poderoso e comovente vídeo no Instagram, expressando seu amor por Smollett e sua ira com os homens que o colocaram no hospital. “É apenas mais um dia fudid* na América”, ele conclui, no final de sua mensagem bruta e forte. “Demorei um minuto para vir à mídia social refletir sobre isso porque, Jussie, você é meu filho. Você não merecia, nem ninguém merece, ter um laço colocado em volta do seu pescoço, ter água sanitária jogada em cima de você, ouvir que tem que morrer porque é um negro viado, ou que quer que eles tenham dito a você. Você é melhor que isso. Nós somos melhores que isso. A América é melhor que isso. Começa em casa. Nós temos que amar uns aos outros, independentemente da orientação sexual que temos. Porque isso mostra que estamos juntos em uma frente unida, e nenhum fetiche racista pode levar alguém a fazer as coisas que eles fizeram com você. Mantenha sua cabeça erguida, Jussie. Estou contigo. Eu estarei aí em um minuto, porque é apenas mais um dia fudid* na América”, Daniels desabafou, a caminho do hospital. Veja a íntegra do vídeo abaixo. A própria rede Fox se posicionou indignada, em comunicado emitido aos meios de comunicação. “Estamos profundamente entristecidos e indignados ao saber que um membro da nossa família ‘Empire’, Jussie Smollett, foi violentamente atacado ontem à noite. Enviamos nosso amor a Jussie, que é resiliente e forte, e trabalharemos com as forças da lei para levar esses responsáveis à justiça. Todo o estúdio, rede e equipe de produção estão unidos contra o ato desprezível de violência e ódio – especialmente contra um dos nossos próprios integrantes”, diz a declaração da 20th Century Fox Television e da Fox Entertainment. A série é gravada em Chicago, onde aconteceu o ataque. Visualizar esta foto no Instagram. We got this @jussiesmollett ????? Uma publicação compartilhada por Lee Daniels (@theoriginalbigdaddy) em 29 de Jan, 2019 às 10:55 PST …whoever did this, do not forget that you are nothing but hate filled cowards while Jussie’s talent and activism will continue to shine a bright light on to the world for decades to come. — Danny Strong (@Dannystrong) January 29, 2019
Série do brinquedo assassino Chucky será produzida pelo canal Syfy
O canal pago americano Syfy adquiriu os direitos da série da franquia “Brinquedo Assassino” e encomendou a produção de seu piloto. Em desenvolvimento há um ano, a versão seriada de “Child’s Play” (título original) foi criada por Don Mancini, que escreveu o roteiro de “Brinquedo Assassino” há 30 anos e desde então explora sem parar o boneco Chucky, tendo escrito todas as seis continuações e ainda dirigiu os três últimos longas do monstro de plástico. Ele vai trabalhar na série com David Kirschner, produtor da franquia, e Nick Antosca, da recentemente cancelada “Channel Zero”. “Há muito tempo eu desejo trazer Chucky para a televisão, e a Syfy é a emissora perfeita para nós. A série trará uma abordagem inovadora para a franquia, permitindo que exploremos o personagem de Chucky com a profundidade que só poderia existir na televisão”, comentou Mancini, em comunicado sobre o projeto. Em entrevista para o site Bloody Disgusting, o roteirista-diretor ainda afirmou que a série foi “deliberadamente configurada no final do último filme”, acrescentando que o “tom é sombrio e perturbador”. A série vai manter a dublagem original de Chucky, feita pelo ator Brad Dourif, e servirá de contraponto ao remake atualmente em produção para os cinemas. A nova versão cinematográfica de “Brinquedo Assassino” será a primeira sem envolvimento de Mancini e tem estreia marcada para 20 de junho.
Robô clássico do primeiro Star Wars vai aparecer na série The Mandalorian
O cineasta Jon Favreau revelou em seu Instagram que “The Mandalorian” terá o retorno de mais um droide conhecido dos fãs de “Star Wars”. A primeira série live-action da galáxia da Lucasfilm contará com participação de R5-D4, o robozinho vermelho que Luke Skywalker (Mark Hamill) e seu tio Owen (Phil Brown) quase compraram no início do “Guerra nas Estrelas” original, de 1977. O droide surgiu bem no começo do clássico e foi apelidado de “Red” (ou “vermelho”) por Luke. Mas logo apresentou um defeito, o que fez com que o futuro jedi e seu tio o trocassem pelo icônico R2-D2. Alguém deve tê-lo consertado, porque a trama de “The Mandalorian” vai se passar anos depois do longa original, mas antes dos longas atuais, mais exatamente entre “O Retorno de Jedi” (1983) e “O Despertar da Força” (2015). De todo modo, R5-D4 não será o único robô da trilogia original que aparecerá na série. Anteriormente, Favreau publicou uma imagem de IG-88, que foi introduzido – muito brevemente – em “O Império Contra-Ataca” (1980). Favreau também revelou a premissa da atração em outro post no Instagram, publicado no começo de outubro. “Após as histórias de Jango e Boba Fett, outro guerreiro emerge no universo ‘Star Wars’. ‘The Mandalorian’ se passa após a queda do Império e antes da emergência da Primeira Ordem”, escreveu o cineasta, completando: “Acompanharemos os percalços de um pistoleiro solitário nos confins da Galáxia, longe da autoridade da Nova República”. O papel-título será desempenhado por Pedro Pascal (“Narcos”) e o elenco grandioso da produção ainda inclui Carl Weathers (o Apollo de “Rocky”), Gina Carano (“Deadpool”), Giancarlo Esposito (“Breaking Bad”), Emily Swallow (“Supernatural”), Omid Abtahi (“Deuses Americanos”), Nick Nolte (“Temporada de Caça”) e até o cineasta alemão Werner Herzog (“O Homem Urso”). Produzida para a plataforma de streaming Disney+ (Disney Plus), a série ainda não tem previsão de estreia.
Jeffrey Dean Morgan volta a Supernatural em fotos do episódio 300 da série
A rede CW divulgou 17 fotos do episódio 300 da série “Supernatural”, que terá participação especial de Jeffrey Dean Morgan (o Negan de “The Walking Dead”), retomando seu papel de John Winchester, o pai de Sam (Jared Padalecki) e Dean (Jensen Ackles). O ator viveu o pai dos irmãos Winchester ao longo de 12 episódios nas primeiras temporadas de “Supernatural”. Sua última aparição foi na season finale da 2ª temporada, em 2007. Depois disso, ele ainda fez uma participação vocal, gravando sua voz para um capítulo da 3ª temporada. Mas sempre disse que toparia voltar, tendo virado grande amigo de Jensen Ackles durante a produção. Não por acaso, Dean já apareceu com Lucille, o bastão de Negan, em “Supernatural”, brincando que era uma antiga arma do pai. Além de Jeffrey Dean Morgan, as fotos também revelam a participação de Kurt Fuller como o anjo Zachariah, morto na 5ª temporada. Intitulado “Lebanon”, o episódio especial vai ao ar em 7 de fevereiro nos Estados Unidos. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Warner.
Fotos e vídeos revelam o novo Esquadrão Suicida da série Arrow
A rede CW divulgou as fotos, duas cenas e o trailer do próximo episódio de “Arrow”, que vai apresentar uma nova versão do Esquadrão Suicida. Referido na série como “Iniciativa Fantasma”, a nova equipe de supervilões inclui Ricardo Diaz (Kirk Acevedo), China White (Kelly Hu), Carrie Cutter, a Cupido (Amy Gumenick), e Kane Wolfman, pseudônimo de Joe Wilson (Liam Hall), o filho de Slade Wilson/Exterminador. Intitulado “Past Sins”, o episódio vai mostrar a reação de Curtis (Echo Kellum) ao descobrir que Diggle (David Ramsey) juntou um novo grupo de assassinos para agirem como agentes clandestinos. Mas os vídeos adiantados se concentram em outras partes da trama, que introduzem um pouco da vida de Laurel Lance (Katie Cassidy) na Terra 2 e a tentativa de Oliver (Stephen Amell) de se conectar com sua irmã Emiko (Sea Shimooka). Com direção do ator David Ramsey, o episódio vai ao ar nesta segunda-feira (28/1) nos Estados Unidos. “Arrow” é exibida no Brasil pelo canal pago Warner.
Veja os primeiros minutos da volta de The Walking Dead
O canal pago AMC divulgou os primeiros minutos de “Adaptation”, episódio que retoma a 9ª temporada de “The Walking Dead”. A prévia é uma sequência imediata do episódio anterior, mostrando o cadáver de Jesus (Tom Payne) e o cerco de zumbis e sussurradores, que atacam Daryl (Norman Reedus), Michonne (Danai Gurira), Aaron (Ross Marquand), Eugene (Josh McDermitt) e as novatas Magna (Nadia Hilker) e Yumiko (Eleanor Matsuura) num cemitério coberto por neblina. Trajando peles dos mortos-vivos, os sussurradores caminham em meio aos infectados e comunicam-se apenas por sussurros, conduzindo hordas de zumbis em ataques contra comunidades para ficar com os espólios. E eles serão os grandes vilões da temporada. O próximo episódio de “The Walking Dead” vai ao ar em 10 de fevereiro. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Fox.
Sonhadora vira primeira super-heroína transexual da TV em trailer de Supergirl
A rede CW divulgou o trailer do próximo episódio de “Supergirl”, que revela a nova super-heroína da série em ação. Trata-se da Sonhadora (Dreamer), identidade de Nia Nal. A personagem foi introduzida no começo da atual 4ª temporada e já manifestou seus poderes, mas é a primeira vez que aparece de uniforme para combater o crime. O vídeo também antecipa uma má notícia. A série vai entrar em hiato de um mês nos Estados Unidos e só volta em 27 de fevereiro, com a exibição do episódio intitulado “Menagerie”. A data será histórica, pois Sonhadora vai virar a primeira heroína transexual da TV. Ela é interpretada pela atriz Nicole Amber Maines (vista em “Royal Pains”), que nasceu com o nome de Wyatt Maines em 7 de outubro de 1997, junto com seu irmão gêmeo Jonas, e se descobriu transgênero aos três anos de idade – mas precisou chorar muito e sofrer para ter a identidade sexual respeitada em sua própria casa, já que o pai não a deixava usar os vestidos cor-de-rosa que ela queria. Foi na 4ª série do ensino fundamental que ela decidiu se chamar Nicole, como sua personagem favorita da série infantil “Zoey 101” (2005–2008), do canal Nickelodeon. E aos 15 anos de idade, já aceita pela família, passou a lutar por seus direitos na escola. Humilhada, ela não podia ir ao banheiro da instituição, porque foi impedida de frequentar o banheiro feminino após a reclamação do avô de uma de suas colegas. Também não podia ir ao banheiro masculino, onde sofria bullying. A família de Nicole entrou com uma ação na Justiça por sentir que ela estava sofrendo discriminação. Em junho de 2014, a Suprema Corte dos Estados Unidos concluiu que o distrito escolar havia violado seus direitos humanos. A família Maines recebeu uma indenização de US$ 75 mil e a escola foi proibida de impedir alunos transgêneros de entrar no banheiro com qual se identificassem. A decisão criou jurisprudência e se transformou num marco histórico na luta pela aceitação da comunidade trans. E tornou a ainda adolescente Nicole Maines conhecida em todo o país. Aos 18 anos, ela contou sua história no livro “Becoming Nicole”, escrito por Amy Ellis Nutt, jornalista do Washington Post, com o objetivo de mostrar a falta de preparo dos pais e das instituições para lidar com crianças transexuais. A publicação entrou na lista dos livros mais vendidos do New York Times e recebeu diversos prêmios. Naquele mesmo ano de 2015, Nicole estreou como atriz, participando da série “Royal Pains”, num episódio sobre os perigos sofridos por uma adolescente trans ao usar hormônios. No ano seguinte, foi destaque no documentário “The Trans List”, da HBO. Agora, dá início ao resto de sua vida, com seu primeiro papel recorrente numa série da TV aberta nos Estados Unidos, sem perder de vista que tudo começou com a vontade de usar um vestido rosa e ir ao mesmo banheiro de suas colegas de aula. Em “Supergirl”, a jovem ativista continua a fazer história ao virar a heroína Sonhadora, bastante conhecida dos leitores da Legião de Super-Heróis, o grupo do século 31 que foi introduzido em “Supergirl” na temporada passada. Entretanto, a versão da série é bem diferente dos quadrinhos. E o uniforme com máscara verde reforça isso. Loira nos gibis, ela sempre usou uniforme branco e nunca escondeu seu rosto. Mas Nicole deu uma entrevista recente em que soltou um spoiler: ela não é a personagem que os fãs imaginam. Na verdade, é sua ancestral. Embora a identidade civil de Sonhadora tenha sido pouco explorada pela DC Comics, seu nome original não é Nia, mas Nura Nal. A heroína dos quadrinhos seria descendente da personagem da série, o que faz sentido narrativo e explica porque Brainiac 5 (Jesse Rath), que vem do futuro, já a chamou de Nura, num ato falho. Os poderes de Nia e Nura Nal são iguais: a capacidade de sonhar com o futuro. E as imagens de seus sonhos são visões que sempre se realizam, ainda que lhe cheguem incompletas. No Brasil, “Supergirl” é exibida pelo canal pago Warner Channel.










