Onisciente: Nova sci-fi brasileira do criador de 3% define seu elenco
A Netflix anunciou o elenco de “Onisciente”, nova série de ficção científica brasileira criada pela mesma equipe de “3%”. Com clima de suspense e ambientação futurista, a série será estrelada por Carla Salle (“Os Dias Eram Assim”), Jonathan Haagensen (“Cidade de Deus”), Luana Tanaka (“3%”), Guilherme Prates (“Motorrad”), Sandra Corveloni (“Linha de Passe”) e Marcello Airoldi (“Flores Raras”). “Onisciente” se passa em um futuro próximo, onde cada cidadão é seguido constantemente por um pequeno (quase imperceptível) drone. A máquina alimenta um supercomputador com dados, aos quais ninguém tem acesso. As taxas de criminalidade são quase zero, uma vez que os criminosos sabem com certeza que serão capturados. O Sistema Onisciente parece perfeito, até que uma jovem chamada Nina descobre uma falha: um assassinato que não foi relatado pelo Sistema. Agora, cabe a ela descobrir o que o sistema está tentando esconder. A série foi criada por Pedro Aguilera (o criador de “3%”), que também atuará como roteirista, produtor e showrunner da atração, enquanto Isabel Valiante (“Psi”) e Julia Jordão (“O Negócio”) vão dirigir os episódios. Serão, ao todo, seis episódios na 1ª temporada e ainda não há previsão de estreia confirmada.
Arrow vai acabar na próxima temporada
Os produtores e o astro de “Arrow” deram as más notícias nesta quarta (6/3). A série vai acabar na sua próxima temporada, a 8ª, que já tinha sido confirmada. E tem mais. A season finale será uma mini-temporada. Bastante reduzida, terá apenas 10 episódios. O final da série e o número de episódios foram anunciados pelo ator Stephen Amell, que interpreta o Arqueiro Verde na produção da DC Comics. “Interpretar Oliver Queen foi a melhor experiência da minha vida profissional… Mas você não pode ser um vigilante para sempre. ‘Arrow’ irá retornar para uma temporada final de 10 episódios no outono. Temos muito o que contar ainda… Por enquanto eu só quero dizer obrigado”, ele escreveu em seu Twitter. A showrunner Beth Schwartz e os produtores executivos Greg Berlanti e Marc Guggenheim também comentaram o cancelamento num comunicado em conjunto. “Essa foi uma decisão difícil, mas, como todas as decisões difíceis que tomamos nos últimos sete anos, foi com os melhores interesses da ‘Arrow’ em mente. Estamos animados com o fato de que ‘Arrow’ deu origem a um universo inteiro de séries que continuarão por muitos anos. Estamos empolgados em elaborar uma conclusão que honre a série, seus personagens e seu legado e que reflita o trabalho de todos os escritores, produtores, atores e – mais importante – a incrível equipe que sustentou a série por mais de sete anos”. A notícia acompanha de perto uma declaração do presidente da rede CW, Mark Pedowitz, sobre abrir caminho para uma possível segunda leva de séries inspiradas nos quadrinhos da DC Comics. “As coisas vão envelhecer e queremos que a próxima geração de séries mantenha o universo da DC na CW o maior tempo possível”, disse o executivo em janeiro, durante encontro patrocinado pela TCA (Associação dos Críticos de Televisão dos Estados Unidos). “Arrow” é a mais “velha” das produções da DC Comics atualmente no ar. Lançada em 2012, deu origem a “The Flash”, que surgiu como um piloto plantado num de seus capítulo, além de “Legends of Tomorrow”, formada por seus personagens coadjuvantes. Não é, portanto, à toa que o universo compartilhado das séries da DC na CW se chama “Arrowverso”. Além das três atrações citadas, as produções que integram os crossovers dos heróis televisivos incluem “Supergirl” e a vindoura “Batwoman”, também plantada em “Arrow”. A reta final de “Arrow” vai incluir o crossover “Crise nas Infinitas Terras”, que nos quadrinhos foi um mega-evento, responsável por dizimar o multiverso da DC e matar diversos personagens, entre eles dois que estrelam séries da CW. Uma prévia foi vista em “Elseworlds”, o crossover do ano passado, que incluiu uma cena enigmática e provavelmente fatídica. Nela, Oliver Queen (Amell) fez um acordo com o Monitor – uma entidade cósmica superpoderosa – para salvar a vida dos dois personagens que morreram nos quadrinhos. E isto pode indicar como “Arrow” acabará. Ao mesmo tempo em que se prepara para encerrar sua produção, “Arrow” tem exibido, de forma consistente, os melhores episódios da atual fase do Arrowverso, além de ter revelado uma “nova geração” de heróis, representados pelos filhos de Oliver Queen, em cenas ambientadas no futuro. Seria este futuro, um futuro literal para os personagens de “Arrow” sobreviverem após o encerramento? Por conta da evolução narrativa de “Arrow”, não se deve descartar planos para um novo spin-off, baseado nos herdeiros do Arqueiro Verde. É praticamente certo que o mega-produtor Greg Berlanti vá continuar expandido o universo iniciado em 2012, que o tornou o maior produtor de séries da atualidade. Com 15 séries simultâneas em produção, ele fechou um novo contrato milionário de exclusividade com a Warner Bros Television para criar ainda mais atrações.
George R.R. Martin diz não saber como Game of Thrones termina
O escritor George R.R. Martin, criador dos livros que inspiraram “Game of Thrones”, não sabe como a série termina. Em entrevista à revista Entertainment Weekly, o autor da saga “As Crônicas de Gelo e Fogo” revelou que não leu os roteiros da 8ª e última temporada, nem foi aos sets acompanhar as gravações. “Eu não os li e não visitei o set porque estou trabalhando em ‘Winds'”, contou, referindo-se a “The Winds of Winter” (Os Ventos de Inverno), sexto e muito postergado livro da série literária. Ele confessou ter “sentimentos confusos” sobre o final de “Game of Thrones”, porque o desfecho foi inteiramente concebido por David Benioff e D.B. Weiss, os criadores da série televisiva. “É claro, eles me ultrapassaram anos atrás. Pode ser que existam grandes discrepâncias”, acrescentou, ao lembrar que, desde o final da 5ª temporada (exibida em 2015), “Game of Thrones” continuou a história criada por ele sem ter mais referências literárias. “Obviamente, eu gostaria de ter terminado estes livros antes, para que a série não tivesse me ultrapassado. Nunca pensei que isso aconteceria”, disse Martin, que, além de “The Winds of Winter”, planeja escrever ainda um sétimo livro, “A Dream of Spring” (Um Sonho de Primavera), que encerrará a versão literária (e original) da saga dos Starks, Targaryens e Lannisters. Nem ele sabe o quão diferente o final de “Game of Thrones” será em relação à conclusão de “As Crônicas de Gelo e Fogo”.. “Eu sei algumas das coisas [que vão acontecer], mas outras coisas menores, dos personagens, eles criaram sozinhos”, comentou o escritor, que ainda disse que só podia reclamar de si mesmo, pela lentidão com que escreve. “A experiência de ‘Game of Thrones’ foi incrível”, acrescentou. “Quase tudo nela foi ótimo”. Além dos livros, Martin também está trabalhando num spin-off de “Game of Thrones, desenvolvido em parceria com a roteirista Jane Goldman (“Kingsman: O Círculo Dourado”), que está em fase de piloto para ser transformado em nova série no canal pago HBO.
Good Omens: O apocalipse vira comédia no novo trailer da minissérie de Neil Gaiman
A Amazon divulgou novos pôsteres, fotos e trailer de “Good Omens”, adaptação do livro “Belas Maldições”, escrito por Neil Gaiman e o falecido autor Terry Pratchett. A prévia apresenta os personagens e destaca o tom de comédia da minissérie, centrada na aliança relutante entre um anjo e um demônio, que se tornaram amigos após séculos de interação em lados opostos e se juntam para impedir o apocalipse. Os personagens centrais são o anjo Aziraphale, vivido por Michael Sheen (série “Masters of Sex”), e o demônio Crowley, interpretado por David Tennant (séries “Doctor Who” e “Jessica Jones”). Eles resolvem encontrar o anticristo adolescente (Sam Taylor Buck, de “Medici”), que desapareceu, antes do pior acontecer. Mas também terão que lidar com os quatro motoqueiros do apocalipse e o arcanjo Gabriel (vivido por Jon Hamm, de “Mad Men”), obcecados em levar a cabo o Armageddon. Sem esquecer, claro, de Deus e o diabo. O elenco ainda conta com Jack Whitehall (série “Fresh Meat”), Michael McKean (série “Better Call Saul”), Miranda Richardson (franquia “Harry Potter”) e as vozes de Benedict Cumberbatch (“Doutor Estranho”) como o diabo, Frances McDormand (“Três Anúncios para um Crime”) como Deus e Brian Cox (“Succession”) dublando a Morte. Além de ter escrito o livro, Neil Gaiman também assina a série como roteirista e showrunner. “Good Omens” é a segunda adaptação do escritor disponibilizada pela Amazon. Gaiman também escreveu o livro que virou “American Gods”, produção do canal pago Starz distribuída pela plataforma de streaming no mercado internacional. Com seis capítulos, a minissérie estreia em 31 de maio.
Revival de Louco por Você é oficializado como minissérie em streaming
Depois de meses de especulações e negociações sigilosas, a série clássica dos anos 1990 “Louco por Você” (Mad About You) teve seu retorno confirmado. O revival será exibido como uma minissérie na plataforma Spectrum. Os atores Helen Hunt e Paul Reiser vão retomar seus personagens na nova produção, que terá seu primeiro episódio dirigido por Hunt. Além deles, o co-criador da série, Danny Jacobson, também vai participar do revival, mas a função de showrunner caberá a Peter Tolan, criador da série “Esquadrão Resgate” (Rescue Me). “Louco por Você” foi exibida entre 1992 e 1999 nos Estados Unidos e venceu 12 prêmios Emmys – quatro deles conquistados por Helen Hunt como Melhor Atriz de Comédia. A minissérie vai reencontrar o casal protagonista depois de 20 anos, lidando com a “síndrome do ninho vazio”, após sua filha Mabel sair de casa. Os episódios ainda devem mostrar como eles enfrentam a rotina da vida de casados, crises da meia-idade e a filha imprevisível. O estúdio Sony recebeu várias ofertas para exibição da série, por isso decidiu cobrar alto pelos novos episódios, baseando-se no sucesso dos revivals recentes de séries clássicas, que em seu retorno à TV provaram-se capazes de liderar a audiência dos Estados Unidos – como “Roseanne” e “Will & Grace”. A opção pela Spectrum também visou fortalecer a relação com a plataforma, para quem o estúdio já produz “L.A.’s Finests”. Terceira maior empresa provedora de acesso à TV paga, telefonia e banda larga dos Estados Unidos, a Spectrum está montando seu portfolio para lançar conteúdo original em streaming ainda neste ano.
Atriz de Capitã Marvel vai estrelar série de ação na plataforma da Apple
Brie Larson já definiu seu próximo projeto após “Capitã Marvel” e “Vingadores: Ultimato”. E não será no cinema. A atriz vai estrelar e produzir uma série de ação para o novo serviço de streaming de Apple. O projeto, que ainda não tem título, trará a atriz como uma agente da CIA, baseando-se nas experiências reais de Amaryllis Fox, uma ex-agente secreta que trabalhou anos para a CIA e era especialista em disfarces. A série será baseada na autobiografia da espiã, “Life Undercover: Coming of Age in the CIA”, que ainda não foi publicada. Os produtores Lynette Howell Taylor (“Nasce Uma Estrela”) e Michael Ellenberg (“Prometheus”) se juntaram a Larson para comprar os direitos do livro antes da publicação. O trio levou a ideia para várias emissoras, e acabou fechando com a Apple. A roteirista Megan Martin (“Animal Kingdom”) está finalizando negociações para assinar o roteiro do piloto e coproduzir a série. Cada vez mais envolvida com bastidores de produção, Larson também vai lançar este ano em streaming o filme que marcou sua estreia na direção. A comédia “Unicorn Store” ainda antecipou a parceria da atriz com seu parceiro em “Capitã Marvel”, Samuel L. Jackson. Originalmente feito em 2017, o longa será disponibilizado pela Netflix em data ainda não divulgada.
Netflix anuncia minissérie baseada no clássico literário Cem Anos de Solidão
A Netflix anunciou nesta quarta-feira (6/3) o projeto de uma minissérie baseada no romance “Cem Anos de Solidão”, do escritor colombiano Gabriel García Márquez, uma das obras mais importantes da literatura do século 20. “Isto é real. Isto é mágico. Isto é ‘Cem Anos de Solidão’. A série chega em breve”, anunciou a plataforma nas redes sociais. O anúncio foi acompanhado por um breve vídeo com o título “Bem-vindo a Macondo”. Para quem conhece a obra, a referência é clara. “Cem Anos de Solidão” acompanha, como indica o título, um século da vida de uma família, os Buendía, cujo patriarca fundou a cidade fictícia de Macondo, na Colômbia. A produção da Netflix será a primeira adaptação do romance clássico, publicado em 1967 – há 52 anos – , que já vendeu cerca de 50 milhões de exemplares em todo o mundo, tornando-se uma das obras mais conhecidas de Garcia Márquez, prêmio Nobel de Literatura em 1982 e falecido em 2014. A série será gravada majoritariamente na Colômbia e com produção executiva dos filhos do autor, Rodrigo – que é diretor – e Gonzalo – designer gráfico. “Durante décadas, nosso pai se mostrou reticente em vender os direitos cinematográficos de ‘Cem Anos de Solidão’ porque acreditava que não podia ser feito com as limitações de tempo de um longa-metragem, ou que produzi-lo em um idioma diferente do espanhol não faria justiça a ele”, disse Rodrigo Garcia em comunicado. Ele acrescentou que “na atual era de ouro das séries, com o nível de escrita e direção de talento, a qualidade cinematográfica do conteúdo e a aceitação por parte do público mundial de programas em idiomas estrangeiros, não poderia haver um melhor momento para realizar uma adaptação para a extraordinária audiência global que a Netflix proporciona”. Contratações de roteiristas, diretores e atores ainda não foram feitas, mas o vice-presidente de originais em espanhol da Netflix, Francisco Ramos, garante que a série será feita pelos “maiores talentos da dramaturgia latino-americana”. Ele também destacou que é uma honra para a plataforma produzir a primeira adaptação do romance. “‘Cem Anos de Solidão’ é uma história atemporal e icônica da América Latina que estamos honrados em compartilhar com o mundo”, disse Ramos. “Sabemos que nossos assinantes de todo o mundo adoram ver filmes e séries em espanhol e acreditamos que esta será uma combinação perfeita do projeto com a nossa plataforma”. Netflix has acquired the rights to Gabriel García Márquez’s masterpiece “One Hundred Years of Solitude” and will adapt it into a series. This marks the first and only time in more than 50 years that his family has allowed the project to be adapted for the screen. pic.twitter.com/HUX1miRAJs — See What's Next (@seewhatsnext) March 6, 2019
Matt Bomer será o principal suspeito da 3ª temporada de The Sinner
O canal pago americano USA Network renovou a série “The Sinner” para sua 3ª temporada. E o próximo caso misterioso do Detetive Harry Ambrose (Bill Pullman) já tem protagonista definido. O ator Matt Bomer vai viver Jamie, que espera o seu primeiro filho com a mulher quando um acidente muito suspeito abala sua jovem família. O papel marca a volta do ator para o canal que, entre 2009 e 2014, exibiu “White Collar”, a série que o projetou. Mais recentemente, ele apareceu em produções como “American Horror Story”, “The Last Tycoon” e “Doom Patrol” (a série da Patrulha do Destino). O criador de “The Sinner”, Derek Simonds, permanece como showrunner no terceiro ano, que ainda não tem previsão de estreia. A série é disponibilizado no Brasil pela Netflix.
Vilão de Lost viverá agente do Mal em piloto dos criadores de Good Wife
O ator Michael Emerson, conhecido por seus papéis em “Lost” e “Pessoa de Interesse” (Person of Interest), entrou no piloto de “Evil”, novo projeto do casal Robert e Michelle King, criadores de “Good Wife” e seu spin-off, “The Good Fight”. A série vai acompanhar um padre, que se junta a uma psicóloga cética e um trabalhador braçal para investigar supostos milagres, possessões demoníacas e outras ocorrências estranhas. Emerson desempenhará o papel de Townsend, especialista da defesa em um caso de assassinato em massa que pode ser um agente do Mal. Já o trio protagonista tem dois papéis definidos. A atriz holandesa Katja Herbers (a Emily de “Westworld”) viverá a psicóloga e Mike Colter (o “Luke Cage”) viverá o padre. Por enquanto, apenas o piloto foi encomendado pela série CBS. Ele precisará ser aprovado para “Evil” virar série.
Superstore é renovada para a 5ª temporada
A rede americana NBC anunciou a renovação de “Superstore”, série de comédia estrelada por America Ferrera (série “Ugly Betty”), para sua 5ª temporada. “Semana após semana, Justin Spitzer, nossos incríveis escritores e elenco e equipe entregam com maestria uma comédia que não apenas nos faz rir, mas fala sobre as questões importantes da atualidade”, disseram os co-presidentes da NBC Lisa Katz e Tracey Pakosta no comunicado da renovação. Criada por Justin Spitzer (produtor da série “The Office”), “Superstore” é, como “The Office”, uma sitcom de ambiente de trabalho. A trama acompanha funcionários variados de uma grande loja americana, que vende de tudo e precisa lidar com um cotidiano repleto de emoções – desde raivosos caçadores de promoções, vendas que causam motins e sessões de treinamento intermináveis. O elenco inclui ainda Ben Feldman (série “Silicon Valley”), Mark McKinney (série “Man Seeking Woman”), Lauren Ash (série “Super Fun Night”), Colton Dunn (série “Key and Peele”), Nichole Bloom (série “Shameless”) e Nico Santos (“Segurança de Shopping 2”). “Superstore” está atualmente em hiato e retorna em na quinta (7/3) para a parte final de sua 4ª temporada nos Estados Unidos. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Warner.
Bruxas formam um exército no primeiro teaser da série Motherland: Fort Salem
O canal pago americano Freeform divulgou o primeiro teaser de “Motherland: Fort Salem”, série sobre um exército de bruxas. A prévia destaca o aspecto militar e patriótico da organização feminina. A 1ª temporada de 10 episódios se passa em uma realidade alternativa, onde as bruxas concordaram em lutar pela independência dos EUA em troca do fim de sua perseguição. Criada por Eliot Laurence (que também criou “Claws”), a série vai seguir três jovens desde seu treinamento básico em magia de combate até sua ida assustadora e emocionante para a guerra. Neste mundo, os papéis tradicionais de gênero e poder são invertidos, com as mulheres na linha de frente, enfrentando a luta iminente e as ameaças terroristas que são notavelmente familiares ao nosso mundo, mas com táticas e armas sobrenaturais”. O elenco destaca Taylor Hickson (a Petra de “Deadly Class”), Jessica Sutton (“A Barraca do Beijo”), Amalia Holm (“Alena”) e Demetria McKinney (“Saints & Sinners”). A série tem produção do ator Will Ferrell (“Pai em Dose Dupla”) e do diretor Adam McKay (“Vice”) e ainda não há previsão de estreia.
Michael Sheen vai viver serial killer em piloto do criador de Chuck
O ator Michael Sheen, protagonista da série “Masters of Sex”, vai viver um pai de família exemplar, que também é um serial killer, no piloto de “Prodigal Son”, uma nova série criminal em desenvolvimento para a rede americana Fox. O personagem de Sheen, Martin Whitly, era um devotado pai de família e cirurgião cardíaco bem-sucedido, que foi parar na prisão por assassinar brutalmente mais de 20 pessoas, tornando-se conhecido na mídia como O Cirurgião. A série, porém, vai girar em torno de seu filho, que ainda não teve intérprete escalado. O psicólogo forense chamado Malcolm Bright é contratado como consultor da polícia de Nova York para ajudar a prender assassinos, porque sabe como eles pensam, já que é filho do Cirurgião. Além dos casos da semana, a série vai se focar no relacionamento da família do Cirurgião. Não apenas no desconforto das visitas do filho ao pai preso, mas também acompanhará a mãe manipuladora e a irmã aparentemente normal demais. Embora o papel principal ainda não esteja definido, o elenco já conta também com Lou Diamond Phillips (“Longmire”), Aurora Perrineau (“Verdade ou Desafio”) e Frank Harts (“The Path”). O piloto foi desenvolvido por Chris Fedak (“Chuck”) e Sam Sklaver, que trabalharam juntos em “Deception” na temporada passada. A direção está a cargo de Lee Toland Krieger, responsável pelos pilotos de “Riverdale”, “Você”, “Deadly Class” e “O Mundo Sombrio de Sabrina”. E, para completar, a produção é do ubíquo Greg Berlanti, o produtor com mais séries simultâneas no ar. Para o portfólio de Berlanti aumentar ainda mais, a Fox precisa aprovar o piloto e encomendar a 1ª temporada de “Prodigal Son”.
Ator de Grimm vai estrelar piloto da série baseada em O Colecionador de Ossos
A produção do piloto de “Lincoln”, que pretende adaptar o livro/filme “O Colecionador de Ossos” como série, definiu seu protagonista. O ator Russell Hornsby (o Hank da série “Grimm”) vai interpretar o papel-título no projeto, desenvolvido para a rede americana NBC. O projeto é baseado no livro do escritor Jeffery Deaver, publicado em 1997, que já ganhou até o momento 13 continuações – a mais recente, “The Cutting Edge”, foi lançada no ano passado. Todas centram-se no personagem de Lincoln Rhyme, que será vivido por Hornsby na TV. Investigador forense aposentado, Lincoln Rhyme se tornou quadriplégico ao sofrer um acidente e é relutantemente transformado em consultor pela polícia de Nova York para ajudar a pegar um serial killer. Ele acaba formando parceria com a policial novata Amelia Sachs, que já no primeiro caso o impressiona por seus instintos dedutivos e vira suas “pernas” nas investigações. O personagem já foi interpretado por Denzel Washington no cinema, numa adaptação de 1999 dirigida pelo australiano Phillip Noyce (“Salt”) e coestrelada por Angelina Jolie, no papel de Amelia. Entretanto, essa adaptação foi destruída pela crítica (28% no Rotten Tomatoes) e deu prejuízo financeiro (bilheteria mundial de US$ 151,4 milhões contra um orçamento de produção de US$ 73 milhões). E, por isso, “O Colecionador de Ossos” não virou franquia cinematográfica. Agora, os personagens de Deaver vão ganhar série com roteiro de VJ Boyd e Mark Bianculli, que trabalharam juntos nos pilotos de “The Jury” (2016) e “Doomsday” (2017), ambos recusados na rede ABC. Bianculli também escreve e produz a série “SWAT”. O fato de Hornsby entrar no projeto reflete as baixas expectativas de sua nova série, “Proven Innocent”, que estreou no mês passado na Fox com audiência de cancelamento. O piloto de “Lincoln” ainda precisará agradar aos executivos da NBC para virar série.












