Produção de Riverdale é suspensa após morte de Luke Perry
O elenco e a equipe de produção de “Riverdale” foram dispensados das gravações da série nesta segunda (4/3), após a notícia da morte de Luke Perry, intérprete de Fred Andrews na atração. Os produtores executivos de “Riverdale”, Greg Berlanti, Sarah Schechter, Roberto Aguirre-Sacasa e Jon Goldwater, emitiram uma declaração em conjunto com o estúdio WBTV e a rede The CW. “Estamos profundamente tristes em saber hoje sobre a morte de Luke Perry. Membro amado da família de ‘Riverdale’, Warner Bros e CW, Luke era tudo o que você esperaria que ele fosse: um profissional incrivelmente atencioso e consumado com um coração gigante e um verdadeiro amigo para todos. Figura paterna e mentora do jovem elenco do programa, Luke foi incrivelmente generoso e infundiu no set amor e bondade. Nossos pensamentos estão com a sua família durante esse período difícil.” O ator tinha 52 anos e morreu nesta manhã no St. Joseph’s Hospital, em Burbank, na Califórnia. Ele sofreu um AVC (Acidente Vascular Cerebral) no dia 27 de fevereiro e foi colocado em coma induzido, não conseguindo se recuperar. O ator despontou para o estrelato com “Barrados no Baile”, que ficou no ar entre 1990 e 2000, onde interpretava o galã Dylan McKay. Em “Riverdale”, ele interpretava o pai do protagonista Archie (K.J. Apa). Ele vinha gravando normalmente as cenas da série nos estúdios da Warner Bros, em Los Angeles e sua morte surpreendeu a todos. Não há previsão para a série voltar a ser produzida. Os roteiristas ainda não pararam para imaginar como se dará a saída do personagem do ator da série. Além de ter gravado episódios inéditos de “Riverdale”, Perry também finalizou sua participação no filme “Era uma Vez em Hollywood”, de Quentin Tarantino, que estreia em julho nos Estados Unidos.
No Activity é renovada para a 3ª temporada
A CBS All Access renovou “No Activity”, que continua a ser a única série de comédia da plataforma, para sua 3ª temporada. Remake da série australiana de mesmo nome, “No Activity” é produzida pelo comediante Will Ferrell (“Pai em Dose Dupla”), pelo diretor Adam McKay (“A Grande Aposta”) e pelas mentes por trás da websérie de esquetes “Funny or Die”. E com a renovação, ultrapassou a duração da série original, que teve apenas duas temporadas, exibidas entre 2015 e 2018. A premissa da série gira em torno de tocaias policiais em que nada parece acontecer, enquanto grandes crimes estão em desenvolvimento. O elenco é liderado por Tim Meadows (série “The Goldbergs”) e o australiano Patrick Brammall (que criou e estrelou a série original) nos papéis centrais, e inclui uma grande lista de atores convidados, entre eles o próprio Will Ferrell, Darren Gilshenan (também da “No Activity” australiana), Arturo Castro (“Narcos”), Mackenzie Davis (“Blade Runner 2043”), Bridget Everett (“Lady Dynamyte”), Jake Johnson (“New Girl”), Sunita Mani (“Glow”), Jason Mantzoukas (“Brooklyn Nine-Nine”), Adrian Martinez (“The Blacklist: Redemption”), Jesse Plemons (“Fargo”), Amy Sedaris (“Unbreakable Kimmy Schmidt”) e JK Simmons (“Whiplash”). A 2ª temporada foi disponibilizada em novembro e não há previsão para a estreia dos próximos episódios
Luke Perry (1966 – 2019)
O ator Luke Perry, que se destacou em papéis nas séries “Barrados no Baile” e “Riverdale”, morreu nesta segunda (4/3) aos 52 anos. Ele foi levado ao hospital na quarta passada (27/2) por paramédicos, após sofrer um AVC (acidente vascular cerebral) severo em sua casa em Sherman Oaks, na Califórnia. Em estado crítico, chegou a ficar em coma induzido, mas veio a falecer após cinco dias internado, acompanhado por sua família. Nascido Coy Luther Perry III em Mansfield, Ohio, o ator começou sua carreira em novelas matinais (as soup operas americanas) nos anos 1980, antes de ser catapultado para a fama no papel de Dylan McKay em “Barrados no Baile” (Beverly Hills 90210). O personagem do galã rebelde multiplicou seu rosto em capas de revistas, pôsteres e decoração de quartos de garotas adolescentes, dando-lhe status de teen idol, que normalmente era reservado para cantores de boy band. E também levou milhões a torcerem contra e a favor suas atitudes e romances, primeiro com Brenda Walsh (interpretado por Shannen Doherty), depois com Kelly Taylor (Jennie Garth), casais de TV que definiram os anos 1990. A série criada por Darren Star durou exatamente uma década, entre 1990 e 2000, tornando-se indissociável do período. Mesmo assim, ganhou uma continuação/revival em 2008, do qual Perry se recusou a participar. Ele também optou por não se envolver no novo revival, marcado para o próximo verão norte-americano, que reúne a maioria do elenco original. Ao contrário dos demais integrantes de “Barrados no Baile”, sua carreira sobreviveu ao final da série, porque ele se antecipou e começou a fazer filmes enquanto a atração experimentava seu auge de popularidade. Entre eles, “Buffy, a Caça-Vampiros” (1992), o thriller “Fronteiras do Crime” (1996) e a sci-fi blockbuster “O Quinto Elemento” (1997). Também se dedicou a dublar animações, fazendo a voz de Rick Jones no desenho do “Incrível Hulk” e de Sub-Zero em “Mortal Kombat: Os Defensores da Terra” (ambos lançados em 1996), além de ter dublado a si mesmo em “Johnny Bravo”. Perry aproveitou o fim de “Barrados no Baile” para se reinventar, entrando no elenco de uma das primeiras séries da HBO, o drama prisional “Oz”, como um padre num arco de 10 episódios entre a 4ª e a 5ª temporadas. Depois, assumiu o papel-título da cultuada série sci-fi canadense “Jeremiah”, criação de J. Michael Straczynski (de “Babylon 5” e “Sense8”), que durou duas temporadas entre 2002 e 2004. Mas também tropeçou, ao tentar voltar para a TV aberta com “Windfall” (2006), na rede NBC, e retornar à HBO com “John from Cincinnati” (2007). Ambas foram encerradas na 1ª temporada. Nesse período, ainda fez dezenas de telefilmes – incluindo a sci-fi “Supernova” (2005) – e participações em séries – como “Will & Grace”, “What I Like About You” e “Criminal Minds”. Um novo filão se abriu nos lançamentos das franquias “Godnight” e “K-9 Adventures”, em telefilmes e produções para homevideo. Na primeira, Perry interpretava um juiz itinerante do velho Oeste chamado John Goodnight. Na segunda, o pai de uma família amorosa e dono de um cachorro-herói. Renderam várias produções, enquanto o ator tentava voltar às séries, em participações recorrentes em “Body of Proof” e no elenco da produção policial canadense “Detective McLean”, cancelada na 1ª temporada. A volta definitiva se deu em “Riverdale” em 2016, quando assumiu o papel de Fred Andrews, pai do protagonista Archie (K.J. Apa). O personagem foi baleado, concorreu à prefeito e enfrentou os poderosos da cidade, rendendo-lhe um grande desempenho dramático. “Eu gosto de interpretar o pai de Archie porque eu gosto de ser pai, e eu acho que é um ótimo personagem nessa série, o mais centrado, que realmente se importa com os garotos”, ele disse, em entrevista para a revista The Hollywood Reporter, aludindo ao fato de ter dois filhos crescidos – de seu casamento com Rachel Minnie Sharp (de 1993 a 2003). Ele estava gravando episódios da 3ª temporada da série, quando faleceu. Além de ainda poder ser visto em capítulos inéditos de “Riverdale”, Luke Perry também finalizou sua participação no próximo filme de Quentin Tarantino, “Era uma Vez em Hollywood”, onde interpreta, justamente, um ator de séries de TV.
Mitzi Hoag (1932 – 2019)
Morreu a atriz Mitzi Hoag, que ficou conhecida pelas séries “E as Noivas Chegaram” (Here Come the Brides) e “Vivendo e Aprendendo” (The Facts of Life). Ela faleceu na terça (26/2), aos 86 anos, em sua casa em Sherman Oaks, na Califórnia. Nascida Margaret Myrtle Hoag em 25 de setembro de 1932, em Illinois, ela se mudou para Nova York para estudar no Actors Studio e virou atriz nos anos 1950. Após aparecer em algumas peças off-Broadway, mudou-se para Los Angeles e encontrou trabalho no cinema e na TV. Sua estreia nas telas foi na comédia “Artimanhas do Amor” (1963). Ela ainda apareceu no filme de motoqueiros “Anjos do Inferno” (1967) e no lisérgico “Viagem ao Mundo da Alucinação” (1967). Mas sua carreira acabou emplacando na televisão, ao entrar no elenco da série de comédia “E as Noivas Chegaram” em 1968. Ela viveu uma das noivas do título, que viajam para encontrar maridos entre os madeireiros do Norte distante dos Estados Unidos, no final do século 19. Após o fim da série, cancelada em sua 2ª temporada em 1970, ela fez diversas participações em “O Jogo Perigoso do Amor”, “Bonanza”, “Mod Squad”, “A Família Dó-Ré-Mi”, “O Incrível Hulk”, “Police Woman”, “Arquivo Confidencial”, “Os Waltons”, “O Barco do Amor” e outras séries que marcaram época, além de ter integrado o elenco de “We’ll Get By”, uma sitcom que não passou dos 13 episódios iniciais. Até ser lembrada em 1982 para o papel recorrente de Evie Green, a mãe adotiva de Natalie (Mindy Cohn) em “Vivendo e Aprendendo”. Ela ainda teve um arco extenso na novela “Santa Barbara”, em 1990, antes de encerrar a carreira com uma participação na série “Grace Under Fire”, três anos depois.
Julia Roberts negocia estrelar sua segunda série da Amazon
Após estrelar sua primeira série na Amazon, “Homecoming”, a atriz Julia Roberts negocia a segunda. Ela abriu conversas com a plataforma para estrelar e produzir “Charlotte Walsh Likes To Win”, uma minissérie baseada no romance best-seller de Jo Piazza. A adaptação está a cargo do dramaturgo e roteirista Jon Robin Baitz, criador da série “Brothers & Sisters”. “Charlotte Walsh Likes To Win” acompanha uma mulher que quer tudo – poder político, um casamento feliz e felicidade. E está disposta a sacrificar muito para conseguir. Uma idealista Charlotte Walsh deixa seu emprego como uma executiva do Vale do Silício para voltar com seu marido e três filhas para sua cidade natal na Pensilvânia, para concorrer ao Senado em uma eleição de meio de mandato que decidirá o equilíbrio de poder no Congresso. Mas a campanha se revela desagradável, graças a um adversário agressivo e julgamento severo da mídia. Quando um segredo é descoberto pela oposição, que poderia colocar em risco sua candidatura e tudo o que ela quer, Charlotte é forçada a medir o quanto custa sua ambição. Ainda não há previsão de estreia.
Irmãos Frog viram mulheres no piloto da série baseada em Os Garotos Perdidos
Seguindo a moda da mudança de sexo de personagens clássicos, o piloto da série baseada no filme “Os Garotos Perdidos” (The Lost Boys) escalou duas atrizes para viver os irmãos Frog. Para quem não lembra, os adolescentes, que trabalhavam numa loja de quadrinhos, eram caçadores de vampiros juvenis, interpretados por Corey Feldman e Jamison Newlander. Na versão seriada, Cheyenne Haynes (“Camping”) e Haley Tju (“Bella and the Bulldogs”) viverão as irmãs Frog – respectivamente, Liza e Cassie Frog. A dupla de caçadoras de vampiras é descrita como “adolescentes locais que trabalham em uma loja de quadrinhos em Santa Carla. Até a chegada de Sam, elas acreditam ser as únicas que conheciam a verdadeira escuridão da cidade.” O intérprete de Sam, que foi vivido por Corey Haim no filme original, é um dos que ainda não foram escalados. Vale lembrar que o filme original deu início à célebre amizade entre os “irmãos” Corey, Haim e Feldman, que rendeu diversas parcerias e problemas com drogas. Os produtores podem estar tramando transformar a brodagem famosa em outro tipo de relacionamento com a mudança de sexo de um dos intérpretes dos personagens. Outro detalhe chama atenção na escalação dessas “irmãs”: Cheyenne Haynes é negra e Haley Tju asiática. Elas se juntam a Tyler Posey (“Teen Wolf”), que tem o papel de Michael, irmão mais velho de Sam, e Kiele Sanchez (o par de Rodrigo Santoro na série “Lost”), escalada como a mãe dele, além de Medalion Rahimi (“The Outpost”) como o interesse romântico do personagem de Posey e Dakota Shapiro (“Valley of the Boom”) como o bad-boy que lidera a gangue de vampiros. O projeto tem roteiro de Heather Mitchell (criadora de “Still Star-Crossed”), produção executiva de Rob Thomas (criador de “iZombie” e “Veronica Mars”) e terá seu piloto dirigido pela cineasta Catherine Hardwicke (de “Crepúsculo”). Nenhum episódio foi encomendado além do piloto, que precisará agradar aos executivos da rede CW para que “The Lost Boys” vire série.
Love, Death & Robots: Série animada dos diretores de Deadpool e Clube da Luta ganha novo trailer para maiores
A Netflix divulgou o segundo trailer de “Love, Death & Robots”, uma série de animação com formato de antologia e temática sci-fi, desenvolvida pelos cineastas Tim Miller (“Deadpool”) e David Fincher (“Clube da Luta”). A prévia tem os três itens do título: amor, morte e robôs. Mas também muito sangue, sexo, monstros e violência. Além disso, revela uma grande variedade de estilos, mantendo um visual refinadíssimo e uma classificação para maiores. Serão 18 histórias ao todo, incluindo tramas sobre “laticínios conscientes, soldados lobisomens e robôs enlouquecidos”, segundo a sinopse oficial. Em comunicado, Miller disse que “Love, Death & Robots” é o seu “projeto dos sonhos”. “Combina o meu amor pela animação e por histórias incríveis. Filmes da meia-noite, quadrinhos, livros e revistas de fantasia me inspiraram por décadas, mas eles foram relegados à cultura marginal dos geeks e nerds dos quais eu fazia parte. Estou muito contente que o panorama criativo finalmente tenha mudado o suficiente para que a animação com temas adultos se torne parte de uma conversa cultural mais ampla.” A estreia da série vai acontecer em 15 de março em streaming.
Diretor revela novo vídeo das gravações da série do Monstro do Pântano
O diretor Len Wiseman (“Anjos da Noite”) divulgou um novo vídeo de bastidores de “Swamp Thing”, a série baseada nos quadrinhos do Monstro do Pântano. A prévia mostra o próprio diretor no meio do pântano da Louisiana, onde a série se passa, demonstrando como a ambientação é excelente para uma história de terror. Veja abaixo. As gravaçõess já estão em andamento há alguns meses e vão mudar bastante a origem do Monstro do Pântano, criado em 1972 pelos lendários Len Wein (também pai de Wolverine) e Bernie Wrightson, alterando o foco para a namorada do personagem nos quadrinhos. Originalmente, Abby Arcane era sobrinha do cientista louco/alquimista Anton Arcane, uma espécie de Dr. Moreau da DC, que criava monstros por meio de mágica e manipulação genética, e foi a primeira personagem a demonstrar empatia pela criatura, após ser salva – junto do marido – repetidas vezes pelo Monstro. Na premissa da série, ela vai surgir solteira e como uma pesquisadora do Centro de Controle de Doenças Contagiosas (CDC, na sigla em inglês), que retorna a sua casa de infância na cidadezinha de Marais, na Louisiana, para investigar um vírus mortal transmitido pelo pântano. Ela desenvolve um vínculo com o cientista Alec Holland, apenas para tê-lo tragicamente tirado dela. Mas quando forças poderosas agem sobre o local com a intenção de explorar as misteriosas propriedades do pântano para seus próprios propósitos, Abby descobrirá que o lugar guarda segredos místicos e que seu potencial interesse romântico pode não estar morto. Abby será vivida por Crystal Reed (que interpretou Sofia Falcone em “Gotham”) e Holland ganhará interpretação de Andy Bean (o Stanley adulto de “It: A Coisa, Capítulo 2”) e de Derek Mears (o Jason da franquia “Sexta-Feira 13”). O primeiro dará vida à versão “humana” do biólogo, enquanto Mears representará o Monstro do Pântano. A série foi desenvolvida pelos roteiristas-produtores Mark Verheiden (“Constantine”) e Gary Dauberman (“It: A Coisa”) para a produtora Atomic Monster, do diretor James Wan (“Invocação do Mal”). O primeiro episódio tem direção de Len Weiseman, mas não há mais informações sobre quem assinará os demais capítulos. “Swamp Thing” será disponibilizada em maio na plataforma DC Universe nos Estados Unidos. Visualizar esta foto no Instagram. Just add water #SwampThing Uma publicação compartilhada por Len Wiseman (@lenwiseman) em 28 de Fev, 2019 às 5:55 PST
Quadrinhos de Resident Alien vão virar série no canal Syfy
O canal pago Syfy aprovou a produção de uma nova série baseada em quadrinhos. A produção de “Resident Alien”, adaptada da publicação homônima da Dark Horse Comics, ganhou sinal verde para gravar sua 1ª temporada. Criada por Chris Sheridan (roteirista-produtor de “Uma Família da Pesada”), a série trará o ator Alan Tudyk (que dublou o robô K-2SO em “Rogue One” e vive o vilão Sr. Ninguém na série da Patrulha do Destino) no papel-título, um extraterrestre que cai em uma pequena cidade do Colorado, onde assume o corpo de um médico recluso, que foi assassinado. Mas enquanto aguarda um resgate que nunca vem, ele passa a resolver pequenos mistérios, questionando se a raça humana merece ser salva ou destruída. Lançada em 2012 pelo escritor Peter Hogan e o desenhista Steve Parkhouse, “Resident Alien” já rendeu cinco minisséries completas, com a sexta, que conclui a história, atualmente em desenvolvimento. Ainda não há previsão para a estreia da série, que reforça a tendência de adaptações de quadrinhos no Syfy. Outras séries do gênero no canal incluem “Krypton”, “Happy!”, “Wynonna Earp”, “Van Helsing” e a novata “Deadly Class”.
Veja na íntegra todos os episódios da série Alien: Isolation, baseada na franquia sci-fi da Fox
O canal do site IGN no YouTube disponibilizou a série digital “Alien: Isolation” de forma integral. Com sete episódios, a produção animada se destina ao público adulto e foi criada sem alarde pela Axis Animation, produtora responsável pelo jogo homônimo, sendo lançada nesta semana na internet. Desenvolvida a partir do material do game, a atração reedita e expande cenas originalmente concebidas para introduzir a história e opções do jogo de 2013, mantendo o mesmo visual disponibilizado no lançamento para consoles PlayStation e Xbox há seis anos. O principal feito de “Alien: Isolation” foi introduzir Amanda, a filha adulta de Ellen Ripley (a personagem de Sigourney Weaver nos filmes). A personagem também é protagonista do novo game da franquia, “Alien: Blackout”, lançado para dispositivos móveis em janeiro. A direção é do curta-metragista Fabien Dubois e a atriz Andrea Deck (“7 Dias em Entebbe”) dubla a voz de Amanda.
Elenco de Childrens Hospital vai estrelar nova série de comédia sobre vírus brasileiro
A turma da divertida série de comédia do Adult Swim “Childrens Hospital” vai voltar a atender pacientes em novo endereço, desta vez na Netflix. O serviço de streaming encomendou a produção de “Medical Police”, série dos mesmos criadores e que contará com praticamente o mesmo elenco. Para completar, o enredo da série ainda terá uma ligação especial com o Brasil. Com 10 episódios de 30 minutos, “Medical Police” vai acompanhar dois médicos americanos recrutados pelo governo para encontrar a cura de um vírus mortal, descoberto no Brasil, e acabam desvendando uma terrível conspiração. A série é uma criação de Rob Corddry, David Wain e Jonathan Stern (o trio de “Childrens Hospital”), mais Krister Johnson (que escreveu “Childrens Hospital”), e traz em seu elenco Erinn Hayes, Rob Huebel, Malin Akerman, Lake Bell, Ken Marino e o próprio criador Rob Corddry, todos da série anterior. Ainda não há previsão para a estreia.
Astro de How I Met Your Mother vai caçar nazistas com Al Pacino em nova série da Amazon
A Amazon Prime Video anunciou mais um nome conhecido do público no elenco de “The Hunt”. O ator Josh Radnor, protagonista da sitcom “How I Met Your Mother”, vai se juntar ao veterano Al Pacino e Logan Lerman (“As Vantagens de Ser Invisível”) na nova série produzida pelo cineasta Jordan Peele (de “Corra!”). Radnor vai interpretar Lonny Flash, um astro de cinema que é secretamente membro de uma organização secreta que caça nazistas escondidos nos Estados Unidos nos anos 1970. Já o papel de Pacino será o de mentor do personagem de Lerman, após o jovem descobrir a existência do grupo em Nova York. Na trama, “Os Caçadores”, como são conhecidos, descobriram que centenas de oficiais nazistas do alto escalão estão vivendo de forma impune, sob disfarce, e conspirando para criar um Quarto Reich nos Estados Unidos. A eclética equipe tem o objetivo de desmascará-los, levá-los à justiça e frustrar seus novos planos genocidas. Escrita por David Weil (do vindouro “Moonfall”) e Nikki Toscano (“Revenge”), a série também terá em seu elenco Jerrika Hinton (“Grey’s Anatomy”), Lena Olin (“A Insustentável Leveza do Ser”), Carol Kane (“Unbreakable Kimmy Schmidt”), Saul Rubinek (“Warehouse 13”), Tiffany Boone (“The Chi”), Louis Ozawa Changchien (“Bosch”), Greg Austin (“Class”) e Dylan Baker (“Homem-Aranha”). Ainda não há previsão para a estreia.
Veja os primeiros minutos da nova série Pretty Little Liars: The Perfectionists
O canal Freeform divulgou os minutos iniciais de “Pretty Little Liars: The Perfectionists”, spin-off de sua série mais popular, “Pretty Little Liars”. A prévia localiza a ação numa nova cidade e descreve, com narração de Sofia Carson, a fictícia universidade de elite Beacon Heights University, listando como seu currículo exige perfeição dos alunos, a ponto de muitos entrarem em colapso, aparentemente a ponto de cometerem um assassinato. A trama acompanha um grupo de estudantes da BHU. Enquanto planejam seu futuro e lidam com suas próprias questões pessoais e familiares, elas descobrem que não precisam ser bonzinhas para serem perfeitas, além de perceber que odeiam o mesmo garoto, o rico e convencido Nolan. Mas quando Nolan aparece morto, elas precisarão provar que não são culpadas, enquanto suas vidas – e segredos – desmoronam ao seu redor. Além de Sofia Carson (a Evie de “Descendentes”), o elenco inclui Sydney Park (Cyndie em “The Walking Dead”), Graeme Thomas King (“Greta”), Kelly Rutherford (Lily em “Gossip Girl”), Hayley Erin (da novela “General Hospital”), o estreante Eli Brown e duas estrelas de “Pretty Little Liars”: Sasha Pieterse, novamente como Alison DiLaurentis, e Janel Parrish como Mona Vanderwaal. Elas entram nesta história como professoras. O projeto foi desenvolvido por I. Marlene King, criadora de “Pretty Little Liars”, e tem inspiração em outro livro de Sara Shepard, autora de “Maldosas – Pretty Little Liars”, que foi adaptada na série original. Trata-se de “As Perfeccionistas”, que ganhará mudanças para integrar Alison e Mona na trama, já que o livro não tem relação com as personagens de “Pretty Little Liars”. Vale lembrar que este é o segundo spin-off da série original que King consegue emplacar. Em 2013, ela lançou “Ravenswood”, que era focada em Caleb (Tyler Blackburn), o “namorado” favorito das fãs de “Pretty Little Liars”, e a atração foi cancelada após apenas 10 episódios. Já “Pretty Little Liars” foi encerrada em junho de 2017 após sete temporadas, consolidada como o maior sucesso do antigo canal ABC Family – que virou o Freeform em 2016. “Pretty Little Liars: The Perfectionists” estreia em 20 de março nos Estados Unidos. E será disponibilizada no Brasil pelo Globoplay, o serviço de streaming da Rede Globo.











