A.P. Bio é cancelada no final de sua 2ª temporada
A rede americana NBC anunciou o cancelamento da série de comédia “A.P. Bio” durante a reta final de sua 2ª temporada. Uma das atrações de pior audiência do canal, a série tem cerca de 2 milhões de telespectadores semanais e 0,5 ponto na demo. Entretanto, dobra o público com as exibições em outras plataformas. Mas, como afirma post no Twitter do criador da série, Michael Patrick O’Brien, o cancelamento é dolorido para a equipe e o elenco, pois todos gostavam muito de trabalhar na produção. Na trama, um professor universitário (Glenn Howerton, de “It’s Always Sunny in Philadelphia”) perde o trabalho dos seus sonhos e se vê obrigado a dar aula de biologia no ensino médio, onde deixa claro a sua frustração, pouco se importando com os alunos, enquanto planeja sua vingança contra aqueles que o prejudicaram. Além de Glenn Howerton, o elenco também incluía Patton Oswalt (“Agents of SHIELD”), Lyric Lewis (“MADtv”), Mary Sohn (“A Chefa”), Allisyn Ashley Arm (“Sunny entre Estrelas”), Jacob McCarthy (“The Drummer and the Keeper”), Aparna Brielle (vista em “Grimm”) e Nick Peine (“A Última Ressaca do Ano”). “A.P. Bio” ainda tem três episódios inéditos e será exibida até junho nos Estados Unidos.
Lady Francisco (1940 – 2019)
A atriz Lady Francisco, que soma quatro décadas de papéis em novelas da Globo, morreu neste sábado (25/5) no Rio de Janeiro, aos 84 anos. Ela estava internada na UTI do Hospital Unimed Barra desde o início de abril após sofrer uma fratura do fêmur enquanto passeava com seus dois cachorros no Parque Guinle, região onde morava. Ela foi operada, mas seu estado de saúde se complicou, vindo a falecer após falência múltipla de órgãos. Nascida Leyde Chuquer Volla Borelli de Bourboun em 1940, em Belo Horizonte, ela era filha de comerciantes bem-sucedidos, amigos de políticos importantes, e contava ter sofrido muito na adolescência por ser considerada mal-comportada, inclusive sendo submetida a choques elétricos por um psiquiatra, a pedido da própria família. Antes de virar atriz, ela venceu diversos concursos de beleza, foi aeromoça e radialista. E marcou casamento – aos 20 anos – com um engenheiro, apenas para descobrir horas antes da cerimônia que ele tinha outra família. O casamento foi proibido, mas os dois se juntaram assim mesmo e tiveram dois filhos. Ela inciou a trajetória artística em produções locais de rádio e TV. Sua estreia na televisão foi como garota-propaganda, anunciando produtos ao vivo na TV Itacolomi, de Belo Horizonte, no final dos anos 1960. Mas só foi deslanchar após se mudar para o Rio, o que levou ao fim de sua união. Nessa época, seu pai havia perdido quase toda a fortuna no jogo e Lady Francisco não teve apoio algum para seguir a carreira. Chegou a ser assaltada, perdendo o dinheiro que tinha trazido para tentar a sorte no Rio, e precisou viver de favores para persistir em sua tentativa de conseguir trabalho, ao aparecer diariamente na porta da TV Tupi. Um dia, ela foi chamada para compor o júri do programa de Flávio Cavalcanti. Em seguida, conseguiu participação na novela “Jerônimo – O Herói do Sertão” (1972). E nunca mais parou. A atriz acabou indo para a Globo em 1975, onde atingiu popularidade quase instantânea com dois papéis exuberantes: a ex-estrela de circo Elizabeth Pappalardo em “Cuca Legal” e Rose, a secretária gostosona de Carlão, personagem icônico de Francisco Cuoco em “Pecado Capital”. A fama de “gostosa” também lhe rendeu inúmeros trabalhos no cinema durante o auge da era da pornochanchada. Para se ter ideia, no mesmo ano em que fez duas novelas, Lady Francisco apareceu em nada menos que seis filmes eróticos. Embora sua filmografia transborde produções de títulos sugestivos – “Os Maniacos Eróticos” (1975), “Viúvas Precisam de Consolo” (1979), “O Verdadeiro Amante Sexual” (1985), “Sexo Selvagem dos Filhos da Noite” (1987) etc – , Lady Francisco também fez filmes “sérios”, como “Lúcio Flávio, o Passageiro da Agonia” (1977), de Hector Babenco, grande marco do cinema brasileiro, e em especial “O Crime do Zé Bigorna” (1977), de Anselmo Duarte, que lhe rendeu o prêmio de Melhor Atriz no Festival de Brasília. Mas o grande foco de sua carreira foram mesmo as novelas. Ela participou de alguns dos maiores sucessos da história da rede Globo, entre eles “A Escrava Isaura” (1976), “Locomotivas” (1977), “O Pulo do Gato” (1978), “Marrom-Glacê” (1979), “Baila Comigo” (1981), “Louco Amor” (1983), “Barriga de Aluguel” (1990), “Explode Coração” (1995), “Alma Gêmea” (2005), “Duas Caras” (2007), “Cheias de Charme” (2012), “Totalmente Demais” (2015), até “Malhação: Vidas Brasileiras” (2018), seu último trabalho, em que interpretou a milionária Lorraine. Seus papeis costumavam ter imenso apelo popular, como a ingênua manicure Gisela na novela “Louco Amor”, de Gilberto Braga, graças a facilidade com que interpretava mulheres despachadas, fogosas e divertidas, da juventude à maior idade. Entretanto, a popularidade conquistada como símbolo sexual teve outro lado. Ela denunciou ter sido abusada sexualmente por um diretor de televisão, cujo nome jamais revelou. Também foi estuprada por quatro homens ao descer de um táxi na Barra da Tijuca. Um mês depois, descobriu que estava grávida e realizou um aborto. Após a decepção de seu primeiro noivado, Lady Francisco nunca se casou. Amor, ela só teve mais um na vida, o dramaturgo Dias Gomes, após ele ficar viúvo da novelista Janete Clair.
Pose: Trailers e pôsteres da 2ª temporada destacam personagens e anos 1990
O canal pago FX divulgou quatro pôsteres, um trailer e três vídeos de personagens de “Pose”, série criada por Ryan Murphy e Brad Falchuck (a dupla de “American Horror Story”) em parceria com Steven Canals, que reúne o maior elenco de atores transgêneros da TV. Os vídeos destacam individualmente um dos três personagens trans centrais da trama, Blanca (Mj Rodriguez), Elektra (Dominique Jackson) e Angel (Indya Moore), que aparecem dançando e confessando seus desejos, cada um numa jornada bem diferente, enquanto a trama avança para os anos 1990 no embalo do “club mix” de um dos maiores sucessos da época, “Back to Life”, do Soul II Soul – que na verdade foi lançado em 1989. “Pose” se passa na cena dançante de Nova York do período, durante o auge do garage (estilo house com vocais de divas) e da dança Vogue (que inspirou o hit homônimo de Madonna). A trama acompanha a trajetória de um grupo de jovens que tenta deixar sua marca na cena da época. Por sinal, a música de Madonna vai ser muito importante para os novos episódios. A 2ª temporada mostrará a descoberta da cena underground LGBTQIA+ pela mídia comercial, graças à repercussão alcançada pelo hit “Vogue”. Inspirada nos ballrooms transexuais, a música também descontextualizou a inspiração e ganhou um vídeo com dançarinos exclusivamente cisgêneros. A série deve mostrar a reação dos personagens a essa apropriação cultural, mas não está claro como isso será abordado, nem quando – provavelmente só no final da temporada. A série retorna em 11 de junho nos Estados Unidos. No Brasil, “Pose” é exibida no canal pago Fox Premium.
Petição para refazer final de Game of Thrones passa de 1,5 milhão de assinaturas
O final de “Game of Thrones”, exibido no domingo passado (19/5) na HBO, aumentou a fúria dos fãs, fazendo disparar a quantidade de inconformados que se manifestaram por meio da petição lançada no site Change.org para que o canal pago refizesse a 8ª temporada. O abaixo-assinado ultrapassou 1,5 milhão de assinaturas. Os comentários de quem colocou seu nome no documento são pesados e não economizam palavrões para manifestar sua decepção dom o desfecho da trama. O usuário Dylan D., que criou a petição, acusa os criadores da série de serem “totalmente incompetentes” para concluir a história sem ter como base os livros de George R.R. Martin, que nortearam os rumos da trama até a 5ª temporada. “David Benioff e D.B. Weiss se provaram roteiristas totalmente incompetentes quando não têm um material para usar de fonte. Esta série merece uma última temporada que faça sentido”, escreveu na justificativa do abaixo-assinado. A atriz Sophie Turner, intérprete de Sansa Stark, foi a integrante do elenco que se manifestou de forma mais veemente sobre a iniciativa até o momento. Ela chamou as pessoas que compartilham a petição de “desrespeitosas”. A HBO obviamente não vai regravar a última temporada da série, que levou quase um ano para ser feita e custou mais por episódio que qualquer outra produção televisiva. Em vez de pedir o impossível, talvez fosse o caso de os fãs de “Game of Thrones” concentrarem sua pressão em outro alvo, como a série de Arya Stark, sugerida no episódio final, que o presidente da HBO afirmou não ter intensão de produzir.
Gentleman Jack é renovada para a 2ª temporada
A minissérie “Gentleman Jack” virou série. A HBO e a BBC anunciaram a renovação de sua coprodução para a 2ª temporada, que terá mais oito episódios. Ambientada na Inglaterra do século 19, “Gentleman Jack” conta a história real de Anne Lister, uma mulher muito à frente de seu tempo, que trocou os vestidos elaborados das damas de sua época por um traje masculino mais prático, assumindo-se lésbica, enquanto lutava para assumir os negócios da família e ficar rica. A série é baseada no diário de Lister e registros da época, e foi escrita, dirigida e produzida por Sally Wainwright (criadora de “Happy Valley”). O elenco destaca Suranne Jones (Doctor Foster) no papel-título, além de Sophie Rundle (“Peaky Blinders”), Gemma Whelan (“Game of Thrones”), Timothy West (“Masada”) e Gemma Jones (“O Diário de Bridget Jones”). A HBO começou exibe “Gentleman Jack” no Brasil, com diferença de quatro dias em relação aos Estados Unidos.
Parte 3 de La Casa de Papel ganha primeiro teaser e data de estreia
A Netflix espanhola divulgou o primeiro teaser da parte 3 de “La Casa de Papel”, que revela a data de estreia dos novos capítulos. A prévia não tem legendas, mas é facilmente compreendida. No vídeo, o Professor (Alvaro Morte) aparece com um macacão vermelho e uma máscara de Dalí na mão, para explicar porque o grupo que assaltou a Casa da Moeda da Espanha vai se reunir novamente: a polícia prendeu um deles. O Professor acrescenta que, por causa disso, eles irão “fazer algo ainda maior”, dando a entender que um novo assalto pode estar a caminho. A estreia da parte 3 (mas pode chamar de 2ª temporada, já que a 1ª foi dividida em duas) vai acontecer em 19 de julho. Ao contrário da temporada original, os novos episódios não são produção da TV espanhola, mas uma atração original – e exclusiva – da Netflix.
Volta de Jean-Luc Picard à Star Trek ganha primeiro pôster e teaser legendado
A Amazon divulgou o primeiro teaser legendado de “Star Trek: Picard”, que trará de volta o personagem Jean-Luc Picard. A prévia revela que o antigo capitão da Enterprise virou almirante e comandou uma das maiores frotas espaciais da história, mas se aposentou e atualmente tem uma vinícola em que fabrica o vinho Chateau Picard. Além disso, a série também ganhou seu primeiro pôster, que pode ser visto abaixo. “Star Trek: Picard” vai se concentrar na etapa seguinte da vida do ex-Capitão, que será novamente interpretado pelo veterano ator inglês Patrick Stewart, de 78 anos de idade. Ele dividirá a atração com uma nova geração literal, formada por Alison Pill (de “Scott Pilgrim Contra o Mundo” e “Vice”), Harry Treadaway (“Penny Dreadful”, “Mr. Mercedes”), Isa Briones (“Ladrões”, “American Crime Story”), Santiago Cabrera (“Heroes”, “Big Little Lies”) e Michelle Hurd (“Demolidor”, “Blindspot”). Hanelle Culpepper, que trabalhou em “Star Trek: Discovery”, dirige os dois primeiros episódios da série, e Alex Kurtzman, que conduz produções da saga desde o filme “Star Trek” (2009), será um dos showrunners. Ainda não há previsão para a estreia da série, que é uma produção da plataforma americana CBS All Access, mas será disponibilizada no Brasil pela Amazon Prime Video.
His Dark Materials: HBO divulga trailer legendado de sua nova série de fantasia
A HBO divulgou a versão oficial legendada do trailer de “His Dark Materials”, série de fantasia que adapta a saga literária conhecida no Brasil como “Fronteiras do Universo”. As cenas destacam o elenco grandioso e uma encenação de fantasia, o que tem gerado algumas comparações, levando alguns apressados a tratarem a produção como “substituta” de “Game of Thrones” no canal. Entretanto, os públicos são bem diferentes. “Game of Thrones” não foi feito para crianças, enquanto a nova fantasia foi concebida originalmente para menores. O universo do escritor Philip Pullman até chegou a ser levado ao cinema em 2006, no filme “A Bússola de Ouro”, estrelado por Nicole Kidman e Daniel Craig, que foi exibido com classificação etária para 10 anos de idade no Brasil. Mas foi um grande fracasso de bilheteria e o projeto não teve continuação, deixando a história incompleta. “A Bússola de Ouro” é apenas o primeiro volume da trilogia literária iniciada em 1995 – os demais são “A Faca Sutil” (1997) e “A Luneta Âmbar” (2000). Como a série foi renovada antes mesmo da estreia, são fortes os indícios de que, desta vez, os fãs dos livros verão uma adaptação completa. Para quem não conhece, “Fronteiras do Universo” acompanha duas crianças, Lyra Belacqua e Will Parry, cujas histórias se entrelaçam durante aventuras por universos paralelos e uma guerra celestial envolvendo ciência, bruxaria e ursos-polares. A série é estrelada pela atriz Dafne Keen, a jovem revelação de “Logan”, no papel da jovem protagonista Lyra. O ótimo elenco também inclui Ruth Wilson (“The Affair”), James McAvoy (“X-Men: Apocalipse”), Lin-Manuel Miranda (“O Retorno de Mary Poppins”), Georgina Campbell (“Krypton”), Ruta Gedmintas (“The Stain”), Anne-Marie Duff (“As Sufragistas”) e Clarke Peters (“Três Anúncios para um Crime”). Para completar, os dois primeiros episódios tem direção do cineasta Tom Hooper (“Os Miseráveis”). Os demais estão a cargo de Jamie Childs (“Doctor Who”), Otto Bathurst (“Robin Hood”) e Dawn Shadforth (“Trust”). Com oito episódios ao todo e coprodução da rede britânica BBC, a 1ª temporada ainda não tem previsão de estreia.
Roteirista de Game of Thrones será consultor da série de O Senhor dos Anéis na Amazon
O produtor e roteirista Bryan Cogman, que escreveu diversos episódios de “Game of Thrones”, foi escalado como consultor da série baseada em “O Senhor dos Anéis”, produzida pela Amazon. Cogman fechou um contrato com a Amazon após a HBO dispensar seu projeto de spin-off de “Game of Thrones”. Ele é o autor de um dos raros episódios elogiados da 8ª temporada, “A Knight of the Seven Kingdoms”, o segundo exibido na reta final. Ele se juntará à equipe formada por J.D. Payne e Patrick McKay (de “Star Trek: Sem Fronteiras”), que comandam o projeto. Mais detalhes sobre a adaptação ainda estão por vir, mas o primeiro comunicado oficial da Amazon apontava que a produção seria um prólogo, passado antes dos eventos de “A Sociedade do Anel”, o primeiro volume da trilogia. Ou seja, a série mostrará aventuras inéditas e originais com personagens conhecidos dos livros e filmes, numa trama situada entre as duas trilogias cinematográficas do universo de Tolkien, “O Hobbit” e “O Senhor dos Anéis”. Recentes publicações nas redes sociais da Amazon revelaram um mapa da Terra Média que destacava a ilha de Númenor, antiga civilização de origem dos ancestrais de Aragorn e dos Reis dos Homens. Na história de Tolkien, a ilha submergiu no fundo do oceano após seus habitantes travarem guerras com os deuses.
Lisa Kudrow vai estrelar nova série de comédia da Amazon
A atriz Lisa Kudrow, conhecida pelo papel de Phoebe na série “Friends”, vai estrelar e produzir uma nova série de comédia da Amazon. Intitulada “Good People”, a atração vai contar a história de três gerações de mulheres que trabalham no setor de Ombudsman (uma espécie de ouvidoria) de uma faculdade. A partir desse eixo narrativo, a série pretende debater cultura, feminismo e questões de classe e raça. Kudrow interpretará Lynn Steele, a Ombdusman da universidade. A série é uma criação da atriz e roteirista Whitney Cummings (“A Química do Amor”), que também participará do elenco, em parceria com o cineasta Lee Daniels (criador de “Empire”). “Good People” será a primeira série de Kudrow desde o final de “Terapia Virtual” (Web Therapy) em 2015. Ainda não há previsão para o lançamento.
Revival da série The L Word ganha pôster e título oficial
O canal pago americano Showtime divulgou o primeiro pôster do revival de “The L Word”, que anuncia o título da produção. A nova versão da série que quebrou tabus de representatividade lésbica na televisão será lançada com o título “The L Word: Generation Q”. O título faz referência à letra Q de “queer” na sigla LGBTQIA+, que reflete a fluidez sexual da nova geração. Mas apesar do título sugerir esta nova geração, a série trará três das estrelas da série original de volta ao elenco. Jennifer Beals (Bette Porter), Katherine Moennig (Shane McCutcheon) e Leisha Hailey (Alice Pieszecki) retomarão seus papéis, dez anos depois do fim da série, em 2009. Durante o evento de inverno da TCA (Associação dos Críticos de TV dos EUA), a atriz Sarah Shahi confirmou que também retomará seu papel de Carmen, a namorada bissexta de Shane, e outras intérpretes da série original devem aparecer em participações especiais para mostrar como seguiram suas vidas, amores e tribulações, em meio às novas personagens da produção. Elas serão acompanhadas por representantes da atual comunidade LGBTQIA+ em Los Angeles, e também pela criadora da série, Ilene Chaiken, que produzirá o reboot. Já o cargo de showrunner ficou com Marja-Lewis Ryan (“The Four-Faced Liar”), devido ao comprometimento de Chaiken com a produção da série “Empire”, na Fox. A estreia ainda não foi marcada, mas deve acontecer na temporada de outono norte-americana, entre setembro e novembro.
Elenco de Game of Thrones se despede em vídeos finais da série
A HBO divulgou vídeos legendados de despedidas do elenco de “Game of Thrones”, em que atores importantes da trama agradecem o apoio dos fãs. A mais emocionada é Emilia Clarke, que tenta conter o choro ao falar sobre a série – ainda sob o impacto do destino de sua personagem, já que aparece como Daenerys. Os depoimentos foram colhidos durante as gravações, com todos os atores caracterizados. E, desde então, Sophie Turner, a Sansa, mudou de tom. Em vez de elogios rasgados aos fãs, ela os considerou “desrespeitosos” pela iniciativa de criar uma petição para que a HBO refizesse a 8ª e última temporada da série. Quase 1,5 milhão de pessoas assinaram o abaixo-assinado online, manifestando sua contrariedade com o desfecho da série, cujo final foi exibido no domingo passado (19/5) e bateu recorde de audiência na HBO.
Final de Orange Is the New Black ganha primeiras fotos e teaser
Mais uma série icônica vai acabar em 2019. A Netflix divulgou as primeiras fotos e um teaser da 7ª e última temporada de “Orange is the New Black”. A prévia confirma que os últimos episódios chegarão à plataforma no próximo dia 26 de julho, como se sabia desde fevereiro. Mas também faz revelações. Ao mostrar algumas atrizes cantarolando o tema da série, vestidos à caráter nos cenários da produção, o vídeo mostra a cumplicidade divertida das parceiras Flaca (Jackie Cruz) e Maritza (Diane Guerrero). Isto significa um reencontro das duas amigas, após Maritza desaparecer da trama, transferida para outro presídio após a rebelião da 5ª temporada – na verdade, Diane Guerrero foi fazer a série dos super-heróis da Patrulha do Destino. Também se vê a continuidade do relacionamento entre as protagonistas Piper (Taylor Schilling) e Alex (Laura Prepon), mesmo após Piper ser solta da prisão. Por sinal, uma das fotos mostra a personagem desencontrada em roupas “civis”. Mas as duas encerram o vídeo andando de mãos dadas. Criada por Jenji Kohan e baseada no livro de memórias de Piper Kerman, “Orange Is The New Black” foi uma das primeiras produções da Netflix e conquistou quatro prêmios Emmy, além de cinco troféus do SAG (o sindicado dos atores). A atração começou em 2013 acompanhando a jornada de Piper Chapman, como a novata que precisa aprender a se situar num presídio, após ser condenada por narcotráfico. Ela aprende sobre divisões raciais, relacionamentos afetivos e problemas de convivência entre prisioneiras e carcereiros, até ter que redescobrir tudo novamente, após uma rebelião levar as personagens para uma prisão de segurança máxima e situações de muito mais perigo e violência.









