Jessica Jones ganha cena inédita e mais de 20 fotos de sua última temporada
A Netflix divulgou uma cena e mais de 20 fotos da 3ª e última temporada de “Jessica Jones”. A prévia traz a protagonista (vivida por Krysten Ritter) discutindo com sua melhor amiga, após ela ganhar superpoderes na temporada anterior. Trish Walker (Rachael Taylor) aparece com uma roupa preta que chega a lembrar um dos disfarces do Demolidor, mas não sua personagem nos quadrinhos, a Felina (Hellcat), cujo uniforme era amarelo. As fotos, por sua vez, destacam em vermelho o novo inimigo de Jessica Jones: o psicopata Gregory Salinger (Jeremy Bobb, da série “Boneca Russa”), que nos quadrinhos assume a identidade do Matador de Idiotas (Foolkiller). Ele foi o segundo vilão a adotar esse nome e se tornou popular o suficiente para merecer uma minissérie nos anos 1990, além de render um imitador num título individual da linha Max, dedicada a publicações adultas da Marvel – e que originou Jessica Jones. O melhor é que após Salinger se regenerar, ele virou, acredite se quiser, o psicanalista de Deadpool! Outra novidade é que a temporada vai marcar a estreia de Krysten Ritter como diretora. Os capítulos finais chegam ao streaming na sexta-feira (14/6). “Jessica Jones” é a última série da Marvel na Netflix. Seu final também marca o fim da parceria, que desandou com o anúncio do projeto da plataforma Disney+ (Disney Plus). Todas as séries da parceria (“Demolidor”, “Jessica Jones”, “Luke Cage”, “Punho de Ferro” e “Justiceiro”) foram canceladas como retaliação. Mas há rumores de resgate na Disney+ (Disney Plus).
Versão anime de Ultraman é renovada para 2ª temporada
A Netflix anunciou nas redes sociais a renovação da sua versão em anime de “Ultraman”. “Prepare-se para vestir a armadura mais uma vez. Ultraman está voltando para sua 2ª temporada”, escreveu o serviço de streaming no Twitter, junto de um pequeno vídeo. A série animada é uma continuação da segunda série a cores produzida pela TV japonesa. Lançada em 1966, a atração original foi pioneira do subgênero de Tokusatsu (séries com efeitos visuais) conhecido como “Kyodai Hero”, em que um herói era capaz de se tornar gigante para enfrentar monstros colossais. O efeito especial, no caso, era mostrar dois atores fantasiados que trocavam socos em cenários de miniaturas de cidades. As brigas entre Ultraman e o kaiju da semana tornaram-se um fenômeno cultural, rendendo dezenas de sequências, derivados, cópias, seguidores e paródias. O herói que batia em monstros só foi chegar ao Brasil nos anos 1970, mas enjoou de tanto reprisar na Record, SBT, Band e até em canais que não existem mais, como Tupi e Manchete. A nova produção acompanha Shinjiro, o filho de Shin Hayata, que foi o Ultraman dos anos 1960. Na trama, anos se passaram desde a última aparição de Ultraman, o que leva a humanidade a acreditar que ele tinha voltado ao espaço depois de derrotar os alienígenas monstruosos que invadiram a Terra. Entretanto, com a chegada de novos invasores, Hayata revela seu segredo ao seu filho, preparando-o para assumir seu legado como o novo Ultraman. O novo “Ultraman” foi desenvolvido pela Production I.G., produtora de “Ghost in the Shell: Stand Alone Complex”, em parceria com a Sola Digital Arts, de “Appleseed Alpha”. São duas escolas bem diferentes de animação, que se combinam para dar nova vida ao clássico, criado como uma junção de computação gráfica e desenho tradicional, sob a direção de Kenji Kamiyama (de “Cyborg 009”) e Shinji Aramaki (de “Appleseed Alpha”). A 2ª temporada ainda não tem previsão de estreia. Get ready to armor up once again, Ultraman is coming back for Season 2. pic.twitter.com/34Bsn0MRMt — NX (@NXOnNetflix) June 11, 2019
Vídeo revela Geena Davis no elenco de GLOW
A Netflix divulgou um vídeo legendado que revela a participação de Geena Davis (do clássico “Thelma & Louise”) na 3ª temporada de “GLOW”, além da primeira foto de sua personagem na trama (acima). A icônica atriz vencedora do Oscar (por “O Turista Acidental”) aparecerá em 5 dos 10 episódios da temporada, no papel de Sandy Devereaux St. Clair, uma ex-showgirl de Las Vegas que agora é diretora de entretenimento do Fan-Tan Hotel & Casino, onde as lutadoras vão se apresentar. “GLOW” acompanha as aventuras de um grupo de mulheres reunido pelo produtor Sam Sylvia (Marc Maron) para estrelar um pioneiro programa de TV de luta livre feminina nos anos 1980. No final do segundo ano da série, elas foram chamadas para se apresentar ao vivo em Las Vegas. Segundo a sinopse dos novos episódios, a paixão de Ruth (Alison Brie) pela produção do programa vai perder espaço para sua “vida pessoal cada vez mais complicada”. Enquanto isso, Debbie (Betty Gilpin) se tornará cada vez mais confiante em sua posição como produtora. “Enquanto os dias se passam em Las Vegas, as linhas entre performance e realidade começam a desaparecer, e o elenco se vê lutando com suas próprias identidades, dentro e fora do ringue”, completa o texto. Criada por Liz Flahive e Carly Mensch (produtoras-roteiristas de “Nurse Jackie”) e produzida por Jenji Kohan (a criadora de “Orange Is the New Black”), a série destaca no elenco Alison Brie (“Artista do Desastre”), Betty Gilpin (“Juntos para Sempre”), Marc Maron (“Quase Famosos”), Sunita Mani (“Mr. Robot”), Ellen Wong (“The Carrie Diaries”), Sydelle Noel (“De Repente um Bebê”), Britt Baron (“Criminal Minds: Beyond Borders”), Jackie Tohn (“CHiPS”), Chris Lowell (“Veronica Mars”) e a cantora irlandesa Kate Nash, entre outros. Os novos episódios estreiam em 9 de agosto.
Boneca Russa é renovada para a 2ª temporada na Netflix
A Netflix confirmou a produção da 2ª temporada de “Boneca Russa” (Russian Doll), série de looping temporal estrelada por Natasha Lyonne (a Nicky de “Orange Is the New Black”). Mais demorado que o habitual, o anúncio veio quatro meses após a estreia dos episódios inaugurais. E foi comemorado num vídeo da atriz, que pode ser conferido abaixo. Na trama original de humor negro, ela celebra seu aniversário numa festa noturna na cidade de Nova York, se droga, se diverte e morre. Apenas para voltar à cena inicial, no banheiro da festa. Várias Vezes. Basicamente como “A Morte Te Dá Parabéns”, mas sem o psicopata. O que a mata são detalhes fortuitos e pessoas desatentas. Além de estrelar, Lyonne criou a atração em parceria com a atriz Amy Poehler (“Parks and Recreation”) e a cineasta Leslye Headland (“Quatro Amigas e um Casamento”). O elenco também inclui Greta Lee (“High Maintenance”), Yul Vazquez (“Narcos: México”), Elizabeth Ashley (“Treme”) e Charlie Barnett (“Chicago Fire”), além de participações de Chloë Sevigny (“Bloodline”), Dascha Polanco (“Orange Is the New Black”), Rebecca Henderson (“Westworld”), Jeremy Bobb (“The Knick”) e Ritesh Rajan (“Stitchers”). Com 96% de aprovação, “Boneca Russa” é uma das séries de comédia mais bem-avaliada da Netflix no site Rotten Tomatoes. II @RussianDoll ???? pic.twitter.com/eFrr3g0Vyj — natasha lyonne (@nlyonne) June 11, 2019
O Mecanismo: José Padilha revê papel de Moro e diz preparar “algo sobre Bolsonaro”
“O Mecanismo” ainda não foi renovada para a 3ª temporada. Mas seu mentor e produtor, o cineasta José Padilha, já sabe o que os próximos capítulos da série devem contar. Ele pretende incluir o conteúdo da reportagem do site The Intercept, que revelou conversas vazadas do aplicativo Telegram entre o ex-juiz Sergio Moro e os integrantes da Lava-Jato. Em entrevista à BBC News Brasil, Padilha disse que “cometeu um erro de julgamento” sobre Moro, que inspira o personagem do juiz Paulo Rigo (vivido por Otto Jr) em “O Mecanismo”. O cineasta afirmou não ter dúvidas de que o juiz “cometeu um monte de erros”, já que a atitude de Moro de “ajudar a acusação” é “claramente estúpida” porque “juízes devem ser neutros” e porque “as evidências eram muito claras”. Para ele, a operação Lava Jato se revelou “um embate entre um juiz e alguns procuradores justiceiros e uma quadrilha de políticos corruptos”. Isto já estava começando a aparecer na série da Netflix, segundo o diretor. “‘O Mecanismo’ mostra, não via mensagens de celular, mas via reuniões entre os membros da Lava Jato, que Moro, a PF [Polícia Federal] e os procuradores tinham uma relação muito íntima e que debatiam, sim, a melhor maneira de encaminhar as acusações contra os réus. Isto está explícito na 1ª e na 2ª temporadas. A diferença é que, nas nossas cenas, a iniciativa nunca era de Moro. Era sempre dos procuradores. Agora, parece que Moro tomou a iniciativa de ‘ajudar’ a acusação… Uma atitude antiética e claramente estúpida. Primeiro, porque juízes precisam ser neutros. Segundo, porque as evidências eram muito claras. Ao se arvorar para além das suas funções, Moro pode terminar ‘soltando’ políticos que, claramente, depenaram o país em conluio com grandes bancos e construtoras.” Ele acrescenta que os roteiristas tiveram “o cuidado de não centrar a série na figura de Moro”, mas, mesmo assim, ele mudaria a forma como ele foi retratado, caso soubesse das mensagens. “O herói do ‘Mecanismo’ é Marco Ruffo [policial interpretado por Selton Mello]… Conte as cenas de Moro ou o tempo de Moro na tela… Não é muito grande. E o Moro que retratamos está longe de ser perfeito. Porém, não resta dúvida: Moro cometeu um monte de erros que mudariam a forma com que mostramos ele, sim. Aliás, não apenas a nossa forma de retratá-lo. Imagino que a forma de toda a mídia.” Entretanto, Padilha garante que o escândalo do vazamento da troca de mensagens entre Moro e promotores não mudou sua visão de Lula, do PT e dos políticos do PMDB que estavam no poder. “Não fiz um erro de julgamento a respeito de Lula, de [Michel] Temer, de [Sergio] Cabral e de [Eduardo] Cunha. Os fatos apurados pela Lava Jato demonstram a desonestidade destes políticos corruptos”. Ele ainda destacou: “Considero o ex-presidente Lula um picareta. Qualquer pessoa razoável não consegue fingir que Lula é honesto”. E citou as palestras pagas por empreiteiras que renderam milhões ao ex-presidente, mas nenhum vídeo, foto ou menção em redes sociais de quem supostamente as presenciou. Questionado se ainda esperava por mais reviravoltas na Lava Jato, Padilha confirmou que teme o pior. “Sobretudo no que tange ao Judiciário. Olho para o STF [Supremo Tribunal Federal] com grande suspeição. Gilmar Mendes questionou as mensagens de Moro. Será que ele nos franqueia acesso às suas mensagens? Ao teor de suas conversas com Aécio [Neves] e demais ‘conhecidos’ que andou soltando?”, questionou. Diante de uma pergunta sobre que outros fatos recentes do Brasil dariam uma boa série ou filme, Padilha citou a ascensão do clã Bolsonaro ao poder. “A chegada de políticos ligados à PM [Polícia Militar] e às milícias do Rio à Presidência da República….”, descreveu. Mas não seria um “Tropa de Elite 3”, já que o segundo filme introduziu o tema das milícias. Seria algo diferente. “Pode esperar algo sobre Bolsonaro sim”, adiantou.
Disney revela primeira arte da série animada que vai continuar Monstros S.A.
A Disney divulgou a primeira arte da série animada “Monstros no Trabalho” (Monsters at Work), produção exclusiva da plataforma de streaming Disney+ (Disney Plus), derivada dos filmes de “Monstros S.A.”. O cartaz, que pode ser conferido abaixo em sua íntegra, foi revelado durante um painel no Festival Internacional de Animação de Annecy, na França. Além da imagem, a Disney também revelou mais informações sobre a série. Ao contrário do prólogo “Universidade Monstros”, lançado nos cinemas em 2013, a nova série vai se passar depois dos eventos do filme original de 2001. Mais especificamente, seis meses depois do final de “Monstros S.A.”, mostrando como Mike e Sully tentam selecionar e treinar outros monstros para fazer as crianças rirem, em vez de assustá-las. Como todos os que cresceram vendo “Monstros S.A.” – ou vendo seus filhos repetirem sem parar a exibição do filme em DVD – devem lembrar, a produção da Pixar terminou com uma mudança radical no mundo dos monstros. Após Mike e Sully descobrirem que a risada das crianças gerava mais energia do que os gritos, todo o foco da empresa em que trabalhavam foi mudado. Assim como nos filmes, a série animada vai voltar a trazer John Goodman e Billy Crystal como os dubladores de Mike e Sully. Já a produção estará a cargo de Bobs Gannaway, veterano da Disney que escreveu a série “Timão e Pumba”, criou “Jake e Os Piratas da Terra do Nunca” e “A Casa do Mickey Mouse”, e ainda ajudou a escrever longas animados das franquias “Carros” e “Tinker Bell”. A plataforma Disney+ (Disney Plus) será lançada no dia 12 de novembro nos Estados Unidos, com planos de chegar a outros países em 2020.
WarnerMedia vai lançar série derivada de Duna com direção de Denis Villeneuve
O serviço de streaming da WarnerMedia encomendou uma série derivada do vindouro filme “Duna”. Intitulada, em inglês, “Dune: The Sisterhood”, a atração será focada nas personagens femininas criadas pelo escritor Frank Herbert. E o cineasta Denis Villeneuve, responsável pela nova e ainda inédita versão de cinema de “Duna, vai comandar o piloto. Considerado um dos livros de ficção científica mais complexos de todos os tempos, a obra de 1965 já foi transformada em filme em 1984 pelo cineasta David Lynch e também originou duas minisséries do canal Syfy nos anos 2000. O próprio filho mais velho de Herbert estendeu a trama em outros livros, entre eles “The Sisterhood of Dune”, um prólogo da obra original, que pode servir de base para a série. Um dos roteiristas do novo filme, Jon Spaihts (“Doutor Estranho”), será responsável por escrever a série, que será produzida por ele, Villeneuve, herdeiros de Herbert e executivos do estúdio Legendary. Não está claro se as atrizes que interpretam as principais personagens femininas do filme participarão da série ou se a produção será um prólogo como o livro de nome similar. O elenco do longa inclui Timothée Chalamet (“Me Chame Pelo Seu Nome”), Josh Brolin (o Thanos de “Vingadores: Guerra Infinita”), Jason Momoa (o “Aquaman”), Oscar Isaac (“Star Wars: Os Últimos Jedi”), Rebecca Ferguson (“Missão Impossível: Efeito Fallout”), Zendaya (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”), Charlotte Rampling (indicada ao Oscar por “45 Anos”), Dave Bautista (“Guardiões da Galáxia”), Stellan Skarsgard (“Chernobyll”) e Javier Bardem (“007: Operação Skyfall”). A história se passa no futuro e em outro planeta, um local árido chamado Arrakis, que produz uma matéria essencial às viagens interplanetárias: a Especiaria. Quem controla a Especiaria tem uma vantagem econômica significativa diante dos adversários, o que faz com que a família real que governa o local sofra um atentado. Apenas o filho, Paul Atreides (Chalamet), escapa e procura se vingar, usando a ecologia bizarra daquele mundo como sua principal arma. Em particular, os vermes gigantes que habitam as grandes dunas – e que são os verdadeiros responsáveis pela produção da Especiaria. As filmagens começaram em março e a estreia está prevista para novembro de 2020. Já a série não tem previsão, pois só começará a ser produzida após Villeneuve encerrar seu trabalho em “Duna”. Ainda sem nome, a plataforma de streaming de WarnerMedia será lançada, em versão beta, no final do ano nos Estados Unidos.
Sandra Bullock desenvolve série musical baseada em sua juventude nos anos 1980
Sandra Bullock está desenvolvendo uma comédia musical inspirada em seus tempos de faculdade, nos anos 1980, para a Amazon. Ainda sem título, a série vai acompanhar uma jovem que desafia as expectativas para encontrar amor, amizades e, mais importante, uma identidade própria nos conturbados anos 1980. A atração terá música e dança e refletirá a época da epidemia da Aids e a repressão contra a cultura LGBTQIA+, seguindo um grupo de jovens marginalizados que se unem e se atrevem a ser eles mesmos, apesar de enfrentarem um perigo real ao fazê-lo. A ideia surgiu de conversas entre Bullock e o produtor-roteirista Akiva Goldsman (criador da série dos “Titãs”), que se entusiasmou e contratou a roteirista Marja-Lewis Ryan para ajudar a desenvolver o conceito. Ela é a showrunner de “The L Word: Generation Q”, revival da série clássica do canal pago Showtime. O roteiro final do piloto, porém, está a cargo de KC Perry (“The Originals”). Outro integrante da equipe é o músico John Legend, vencedor do Oscar de Melhor Canção Original (pelo filme “Selma”), que será responsável pela trilha sonora. A ideia é mesclar sucessos do pop dos anos 1980 com músicas próprias, incluindo diferentes estilos, do gospel à ópera. Goldstein e Legend já trabalharam juntos anteriormente, na série “Underground”, que foi cancelada de forma precoce durante uma crise de identidade do canal WGN America. Bullock não produzia uma série desde “George Lopez”, na rede ABC, no começo dos anos 2000. Ela tem assinado a produção de seus filmes recentes e tomou maior gosto pela função com o sucesso do filme “Bird Box”, na Netflix. Ainda não há previsão para a estreia da nova série.
Pesquisa revela que 1 em cada 5 britânicos já faltou ao trabalho para maratonar séries
O site da revista britânica Radio Times, o mais antigo guia de programação do mundo – criado em 1923 pela então rádio BBC – publicou uma pesquisa sobre os hábitos do público consumidor de séries com resultados impressionantes. Feita com 5,5 mil entrevistados, a pesquisa revelou que 1 em cada 5 pessoas do Reino Unido já deixou de ir trabalhar para ficar em casa maratonando séries. 18% delas disseram especificamente que fingiram estar doentes para escapar do trabalho e ver séries em casa. Metade dos entrevistados ainda revelou já ter assistido a uma maratona de mais de oito horas de série de uma só vez, enquanto três quartos admitiram ter visto mais de quatro horas consecutivamente. Com isso, o sono acaba sendo o maior sacrificado. 80% afirmaram já ter perdido o sono para continuar a assistir a alguma produção até o seu final. As pessoas que responderam à pesquisa também relataram uma grande pressão para estar em dia com os programas. 23% confessaram que já mentiram sobre ter visto uma série só porque todos ao seu redor estavam falando dela. Apesar das inúmeras opções para assistir ao conteúdo na era da internet, a maioria (57%) disse que assiste séries de streaming pela TV. O resto se divide entre 33% que assistem aos programas em seus computadores e 27% que acompanham pelo celular. Com o anúncio de lançamento de novos serviços de streaming, incluindo Apple TV+ e Disney+ (Disney Plus), que prometem trazer ainda mais conteúdo para os consumidores, é provável que o consumo de séries em “binge” se torne cada vez mais comum.
Atriz mirim de It: A Coisa vai estrelar nova série da Netflix
A atriz Sophia Lillis e o ator Wyatt Olef vão voltar a trabalhar juntos depois do sucesso do terror “It: A Coisa”, em que causaram fortes impressões nos papéis de Beverly e Stanley. Os jovens de 17 e 15 anos, respectivamente, estão no elenco de “I Am Not Okay With This”, nova série de fantasia adolescente produzida pela Netflix. Lillis tem o papel principal como Sydney, uma garota que está tentando passar pelo ensino médio enquanto lida com as complexidades de sua família, suas dúvidas sobre sexualidade, e também misteriosos superpoderes que começa a descobrir. “I Am Not Okay With This” é inspirada na graphic novel de mesmo nome, escrita por Charles Forsman, o autor de “The End of the F***ing World”, que faz parte do catálogo da plataforma. O diretor Jonathan Entwistle e a roteirista Christy Hall, que trabalharam na adaptação da outra obra de Forsman, também estão à frente do novo projeto. O elenco ainda inclui Sofia Bryant (“The Good Wife”), Kathleen Rose Perkins (“You’re the Worst”), Aidan Wijtak-Hissong (“Falling Water”) e Richard Ellis (“Veronica Mars”). Todos se reuniram para uma sessão de fotos, que a Netflix divulgou junto do comunicado sobre o casting do projeto. Veja abaixo, ao lado de uma arte dos quadrinhos originais. A série terá oito episódios de meia hora em sua 1ª temporada, que já começou a ser gravada na cidade de Pittsburgh, nos Estados Unidos. A previsão de lançamento é para 2020.
Netflix renova Love, Death & Robots para a 2ª temporada
A Netflix anunciou a renovação da série animada “Love, Death & Robots” para a 2ª temporada. A notícia foi compartilhada nas redes sociais da plataforma. “Love, Death & Robots” é uma série de animação com formato de antologia e temática sci-fi, desenvolvida pelos cineastas Tim Miller (“Deadpool”) e David Fincher (“Clube da Luta”). Disponibilizada em março, chamou atenção por trazer, além dos três itens do título (amor, morte e robôs), muito sangue, sexo, monstros e violência. A produção também possui uma grande variedade de estilos entre os episódios, sem perder de vista um visual refinadíssimo e uma classificação para maiores. A quantidade de capítulos e a data de lançamento da 2ª temporada ainda não foram definidas, mas contarão com supervisão da diretora Jennifer Yuh Nelson (da franquia “Kung Fu Panda”), recém-contratada para o projeto. Jennifer Yuh Nelson Nelson é uma veterana da animação. Além de dirigir dois filmes da franquia “Kung Fu Panda”, ela trabalhou em obras como “Spirit – O Corcel Indomável” (2002) e “Madagascar” (2005), e no ano passado fez sua estreia live-action à frente da fantasia adolescente “Mentes Sombrias” (2018). Eu já tava com saudade de ver robôs estranhos, relações conturbadas e brigas raivosas em animações curtinhas. Vai ter segunda temporada de Love, Death & Robots. pic.twitter.com/ciIYmarSbo — Netflix Brasil (@NetflixBrasil) June 10, 2019
Rafael Miguel (1996 – 2019)
O ator Rafael Miguel, de 22 anos, que interpretou Paçoca na novela “Chiquititas”, do SBT, foi assassinado junto de seus pais, João Alcisio Miguel, de 52 anos, e Miriam Selma Miguel, de 50, na tarde de domingo (9/6) em São Paulo. Rafael e sua família foram até a casa da namorada dele, Isabela Tibcherani, de 18 anos, na Estrada do Alvarenga, no bairro Pedreira, na zona sul da Capital, e foram mortos à tiros por volta das 13h55. De acordo com a Secretaria de Segurança de São Paulo, o caso é investigado pelo 98º Distrito Policial (Jardim Miriam) e as equipes estão em diligência para localizar e prender o autor do crime. Segundo informações do portal G1, o autor do crime seria o pai da namorada de Rafael. O rapaz e seus pais tinham ido ao local para discutir o relacionamento do casal, juntos há mais de um ano. Estavam conversando com a jovem e a mãe dela, quando o pai, Paulo Curpertino Matias, chegou armado e disparou contra as vítimas. O nome completo do jovem era Rafael Henrique Miguel. Ele ficou conhecido por um comercial feito durante sua infância, em que pedia para a mãe comprar brócolis. O sucesso do vídeo de 2004 lhe abriu as portas na TV. Com 10 anos, ele fez sua primeira novela: “Cristal” (2006), no SBT. E emendou com participações, no mesmo ano, na minissérie “JK” e na novela “Pé na Jaca”, na Globo. Ainda integrou o elenco do premiado filme “Meu Mundo em Perigo” (2007), de José Eduardo Belmonte, e de mais duas produções da Globo – o telefilme “O Natal do Menino Imperador” e a novela “Cama de Gato” (ambos de 2008) – antes de voltar para o SBT, onde foi se destacar na versão mais recente de “Chiquititas”. Lançada em 2013, a produção fez enorme sucesso e ficou no ar por dois anos, totalizando 545 capítulos. “Lamentamos e estamos muito tristes com a notícia”, disse o canal em nota. Vários atores de “Chiquititas” e a colegas de SBT se manifestaram nas redes sociais. “Meu Deus… tentando entender o que não quero e não consigo entender… Assassinaram o Rafael Miguel… um menino… um garoto com a vida…”, escreveu Carla Fioroni, que contracenou com Rafael na novela.
Primeira arte conceitual da série Loki mostra personagem em 1975
A Disney divulgou uma arte conceitual da série “Loki”, a primeira produção da Marvel na plataforma Disney+ (Disney Plus), durante a conferência Produced By, que neste fim de semana reuniu os principais produtores de Hollywood em Nova York. E uma foto da apresentação já começou a circular nas redes sociais. Atrás de Kevin Feige, o chefão da Marvel, a imagem mostra tanto o logo da produção quanto o personagem, localizando a ação em 1975. A data é sugerida pelos veículos e por um pôster do filme “Tubarão” ao fundo. A caracterização sugere que o personagem de Tom Hiddleston aparecerá no passado. Mas ainda mantém a dúvida sobre se a história acompanha o Loki desse período ou se mostrará o personagem de hoje viajando no tempo. Ao todo, serão produzidas cinco séries da Marvel derivadas dos filmes dos Vingadores para a Disney+ (Disney Plus). Além de “Loki”, foram confirmadas “The Falcon and the Winter Soldier” (O Falcão e o Soldado Invernal), que juntará Anthony Mackie e Sebastian Stan, “WandaVision”, com Elizabeth Olsen e Paul Bettany reprisando seus papéis como a Feiticeira Escarlate e o Visão, “Hawkeye”, com Jeremy Renner despedindo-se do Gavião Arqueiro, e a animação “Marvel’s What If…?”, baseada nas publicações de quadrinhos conhecidas no Brasil como “O Que Aconteceria Se…”. A plataforma será lançada em 12 de novembro, inicialmente apenas nos Estados Unidos, mas deve começar a expandir o seu alcance para outros países em 2020. Logo da Série do Loki,E uma concept art do nosso "vilão" favorito andando pela terra em 1975.#Loki #LokiSeries #DisneyPlus #Marvel pic.twitter.com/HsQev4hTFY — Disney + Plus Brasil?? (@DisneyPlusBr10) June 9, 2019









