3ª temporada de The Handmaid’s Tale ganha data de estreia no Brasil
A 3ª temporada de “The Handmaid’s Tale” vai estrear já neste sábado (15/6) no Brasil. O serviço on-demand Paramount+ anunciou a exibição dos três primeiros episódios para os assinantes da NET no NOW. Após esse lançamento, os episódios vão chegar semanalmente à plataforma, aos sábados, a partir de 22 de junho. Já a estreia na TV paga, que vai acontecer pelo Paramount Channel, ainda não tem data prevista. Os novos episódios já começaram a ser exibidos nos EUA pela plataforma Hulu, e no mesmo padrão, com os três primeiros disponibilizados no primeiro dia e o resto semanalmente. Assim, já foram ao ar quatro dos 13 episódios produzidos. Baseada no livro de Margaret Atwood, traduzido no Brasil como “O Conto da Aia” e já filmado em 1990 como “A Decadência de uma Espécie”, a trama de “The Handmaid’s Tale” se passa num futuro distópico, após desastres ambientais e uma taxa de natalidade em queda levar a sociedade a explorar as mulheres férteis como propriedade do estado e dar origem a um governo fundamentalista de extrema direita. A trama foi adaptada por Bruce Miller (de “The 100”) e já deixou para trás a história do livro, adentrando território inédito na 2ª temporada para continuar acompanhando a trajetória de sua protagonista. A 3ª temporada explora a revolta das mulheres contra o regime de Gilead, o país fictício da trama – cujo nome vem da Bíblia.
Série animada de Velozes e Furiosos ganha primeiro teaser
A DreamWorksTV divulgou o primeiro teaser de “Fast & Furious: Spy Racers”, série animada derivada da franquia “Velozes e Furiosos” que será exibida na Netflix. A prévia mostra apenas os carros da franquia, mas a trama da animação acompanhará Tony Toretto, o primo adolescente de Dom Toretto (Vin Diesel). Ele é recrutado por uma agência federal para se infiltrar em uma liga profissional de corridas que serve como fachada para uma poderosa organização criminosa. A produção executiva inclui o próprio Vin Diesel, além de Neal Mortiz e Chris Morgan, produtores da franquia cinematográfica. A data de estreia ainda não foi divulgada.
Jude Law vai estrelar nova minissérie britânica de suspense
Os canais pagos americano HBO e britânico Sky estão preparando nova parceria após o sucesso da minissérie “Chernobyl”. Trata-se de “The Third Day” (o terceiro dia, em tradução literal), nova minissérie protagonizada por Jude Law (“Capitã Marvel”). Na produção de seis episódios, o ator viverá Sam, um homem que é levado para uma misteriosa ilha próxima da costa britânica e passa a viver no mundo nada comum de seus habitantes secretos. Isolada do Reino Unido, esta terra contém um povo que tem rituais pouco convencionais, e essa experiência faz o protagonista reviver um trauma do passado, colocando-o em conflito com os moradores. A série tem roteiro de Dennis Kelly (criador da série “Utopia”) e direção de Marc Munden (“A Lenda do Tesouro Perdido”), e começará a ser gravada em julho, visando ir ao ar em 2020. Antes de sua estreia, HBO e Sky vão exibir outra parceria, a cinebiografia “Catherine The Great”, que traz Helen Mirren (“A Rainha”) no papel da imperatriz russa Catarina II. O trailer dessa produção já pode ser visto aqui.
Miley Cyrus vira Ashley O em clipe de sua personagem da série Black Mirror
A Netflix divulgou o clipe de “On a Roll”, o hit de Ashley O, personagem interpretada por Miley Cyrus em um dos episódios de “Black Mirror”. A musiquinha descartável, por incrível que pareça, é uma versão de “Head Like a Hole”, da banda de rock industrial Nine Inch Nails. O criador de Black Mirror, Charlie Brooker, diz que o líder da banda, Trent Reznor, gostou da nova versão. “Ele quis ver o roteiro do episódio, e eu reescrevi a letra para parecer algo feliz. Ele ficou satisfeito”. O vídeo também parece uma paródia de clipe, com a cantora bastante artificial. Intitulado “Rachel, Jack and Ashley Too”, o episódio da traz Miley como uma popstar manipulada pela tia, que também é sua agente. A 5ª temporada da série de antologia sci-fi foi disponibilizado em 5 de junho em streaming.
O Escolhido: Série brasileira de terror da Netflix ganha trailer completo
A Netflix divulgou o pôster e o trailer completo de “O Escolhido”, primeira série de terror brasileira da plataforma. Como mostra a prévia, “O Escolhido” acompanha três jovens médicos, que viajam a um vilarejo do Pantanal para vacinar seus moradores contra uma nova mutação do vírus Zika. Mas são mal-recebidos, com a justificativa de que lá ninguém fica doente. Eles acabam presos nessa comunidade cheia de segredos e cujos residentes são devotos de um líder misterioso, que tem o dom de curar doenças de forma sobrenatural. A série é estrelada por Paloma Bernardi (“Os Parças”), Gutto Szuster (“Mulheres Alteradas”), Pedro Caetano (“O Diabo Mora Aqui”), Alli Willow (“Amorteamo”), Tuna Dwek (“O Segredo de Davi”), Mariano Mattos Martins (“A Primeira Missa”), Lourinelson Vladmir (“Carcereiros”) e Renan Tenca (“Mãe Só Há Uma”). Mas, apesar do elenco brasileiro, a produção é meio mexicana, escrita por brasileiros de Los Angeles. A trama é inspirada na série mexicana “Niño Santo”, criada por Pedro Peirano e Mauricio Katz, que foi adaptada pelo casal Raphael Draccon (roteirista de “Supermax”) e Carolina Munhóz (coautora do livro juvenil “O Reino das Vozes Que Não Se Calam” com a atriz Sophia Abrahão), radicados em Los Angeles. A estreia na Netflix está marcada para 28 de junho.
Globo cancela Ilha de Ferro antes da estreia da 2ª temporada
O Grupo Globo cancelou “Ilha de Ferro”, série mais cara já feita no Brasil, que exibiu apenas seu piloto na TV e tinha recém-encerrado as gravações de sua 2ª temporada. Produção original mais badalada da Globoplay, lançada em novembro do ano passado com grande repercussão, “Ilha de Ferro” transformou-se também na primeira atração cancelada da plataforma. A explicação da Globoplay para o cancelamento foi sucinta: “porque preferiu encomendar novos originais”. Assim, os cenários da série, inclusive a plataforma de petróleo de 3 mil m² que foi reproduzida nos Estúdios Globo, no Rio de Janeiro, com um custo estimado de R$ 2 milhões, já começaram a ser desmontados. A decisão surpreendeu a equipe. Segundo a colunista Patrícia Kogut, do jornal O Globo, a sala de roteiristas já trabalhava na 3ª temporada quando recebeu a ordem de parar. O trabalho desenvolvido foi para o lixo. Apesar de não divulgar números, na época do lançamento, a plataforma de streaming da Globo indicou que a série tinha entrado no top 5 de seus programas mais vistos, com audiência próxima das novelas da emissora. Além disso, a produção conquistou aval internacional, ao ser elogiada pela revista americana Variety, numa reportagem que considerou “Ilha de Ferro” uma das melhores séries estrangeiras do ano. Mas o texto elogioso já chamava atenção para o fato de ser uma aposta arriscada da Globo, porque cara demais. A produção acompanhava o cotidiano de profissionais de uma plataforma de petróleo, alterando-se entre dramas no isolamento do alto-mar e dilemas envolvendo suas famílias em terra firme. O investimento elevado incluía cenas de ação, como uma queda de helicóptero no mar e acordo com a Marinha brasileira para utilização de navios e equipamentos. Escrita por Adriana Lunardi e o já falecido Max Mallmann, com supervisão de Mauro Wilson, a série tinha direção do cineasta Afonso Poyart (“Mais Forte que o Mundo: A História de José Aldo”) e destacava no elenco Cauã Reymond (“Não Devore Meu Coração”), Maria Casadevall (“Mulheres Alteradas”), Sophie Charlotte (“Reza a Lenda”), Klebber Toledo (série “A Fórmula”), Osmar Prado (minissérie “Nada Será Como Antes”) Taumaturgo Ferreira (“Os Parças”), Jonathan Azevedo (novela “A Força do Querer”), Milhem Cortaz (“O Lobo Atrás da Porta”) e Moacyr Franco (“Como se Tornar o Pior Aluno da Escola”). Além disso, Mariana Ximenes (“Uma Loucura de Mulher”), Eriberto Leão (“De Pernas pro Ar 2”) e Romulo Estrela (“Entre Irmãs”) entraram na 2º temporada, ainda inédita. A agora última temporada teve suas gravações encerradas em março e deve estrear “ainda neste ano”. As informações entre aspas são de um comunicado da Globo publicado pelo site Notícias da TV. O texto informa que “Afonso Poyart é [um profissional] de mercado. Estará conosco em outros projetos. A 2ª temporada de ‘Ilha de Ferro’ já está pronta e deve estrear no Globoplay ainda este ano. O Globoplay não renovou a 3ª temporada da série porque preferiu encomendar novos originais”.
Roteirista de Viva – A Vida É uma Festa vai adaptar As Crônicas de Nárnia para a Netflix
A Netflix definiu o responsável por desenvolver sua versão de “As Crônicas de Nárnia”. Matthew Aldrich, co-roteirista da animação “Viva – A Vida É uma Festa” (mas pode chamar de “Coco”), da Disney/Pixar, foi contratado para adaptar a obra do escritor C.S. Lewis para o serviço de streaming. O projeto inclui filmes e pelo menos uma série baseada na franquia. “Narnia” é uma das grandes apostas da Netflix para o público de fantasias juvenis, e deverá chegar ao streaming junto da adaptação rival de “O Senhor dos Anéis”, da Amazon. Ambos os projetos pretendem ocupar o nicho de “Game of Thrones”. Entretanto, as obras originais que inspiram as duas produções foram criadas para crianças e adolescentes – bem diferente do blockbuster televisivo da HBO. As histórias criadas por C.S. Lewis na década de 1950 já foram transportadas para o cinema e para a TV diversas vezes, mais recentemente em três filmes: “As Crônica de Nárnia: O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa” (2005), “As Crônica de Nárnia: Príncipe Caspian” (2008) e “As Crônica de Nárnia: A Viagem do Peregrino da Alvorada” (2010). Os três arrecadaram quase US$ 1,6 bilhão de bilheteria mundial. A Disney distribuiu os dois primeiros e a Fox lançou o terceiro, que teve a menor arrecadação. Um quarto filme estava em desenvolvimento pelo estúdio Tri-Star, do conglomerado Sony, mas não vai sair do papel. A Mark Gordon Company, empresa do produtor Mark Gordon, aproveitou que sua companhia foi comprada pela produtora canadense eOne para suspender o quarto filme e convencer os herdeiros de C.S. Lewis a ousar e levar o projeto para o mercado, imaginando uma combinação de filmes e séries para uma empresa de streaming. A Netflix comprou o pacote. Ainda não há previsão de estreia ou detalhes sobre como o universo de Nárnia será dividido entre filmes e séries. O longa que estava sendo desenvolvido foi escrito pelo roteirista David Magee (“As Aventuras de Pi”). Ele anunciou que tinha concluído o roteiro da adaptação de “As Crônicas de Nárnia: A Cadeira de Prata” há três anos. E, em 2017, o cineasta Joe Johnston (“Capitão América: O Primeiro Vingador”) chegou a ser definido como diretor. Com sete títulos, a coleção literária de C.S. Lewis já vendeu mais de 100 milhões de exemplares ao redor do mundo. E a Netflix adquiriu os direitos de todos eles, podendo, inclusive, recomeçar a contar a história desde o começo.
Vilã Mercy Graves vai aparecer em Titãs completamente diferente de sua versão em Supergirl
A vilã dos quadrinhos Mercy Graves vai aparecer na 2ª temporada de “Titãs” (Titans). E representada por uma triz completamente diferente de todas as intérpretes anteriores da personagem, que tampouco mantiveram um padrão. A assistente/guarda-costas letal de Lex Luthor foi introduzida em 1996 em “Superman: A Série Animada”, como uma jovem ruiva dublada por Lisa Edelstein (de “House”). Fez tanto sucesso que, assim como a Arlequina, acabou adotada pelos quadrinhos, que a desenharam loira. Até que o reboot de 2011 mudou radicalmente sua etnia, transformando-a em asiática. Por isso, ao receber carne e osso pela primeira vez em “Batman vs. Superman” (2016), foi interpretada por uma atriz japonesa, Tao Okamoto (“Wolverine: Imortal”). No ano passado, Mercy ressurgiu na TV como vilã da série “Supergirl” – em versão caucasiana, mas com cabelos morenos e sotaque britânico, na interpretação de Rhona Mitra (que estrelou as duas primeiras temporadas da série “The Last Ship”). Em “Titãs”, porém, ela será vivida por uma atriz negra, Natalie Gumede. Mas, por outro lado, manterá o sotaque britânico. A participação na série da plataforma DC Universe será o primeiro trabalho americano da inglesa Gumede, que tem várias séries britânicas no currículo, de “Doctor Who” a “Vera”. Em comunicado, os produtores de “Titãs” descreveram Graves como “impiedosa e engenhosa”: “Ela serve ao seu chefe com lealdade inquestionável. Sua conexão com os Luthor é profunda, já que Mercy é uma amiga da família desde a infância do vilão”. O detalhe que chama atenção no texto é a menção a Luthor. Pode significar que a série também terá um novo intérprete para o arqui-inimigo de Superman, após Jon Cryer (“Two and a Half Men”) arrasar no papel na 4ª temporada de “Supergirl”, encerrada em maio passado. Isto pode acabar confundindo os espectadores. De todo, é fácil supor que a participação do supervilão e sua assistente tenha relação com a presença de Superboy, já escalado na 2ª temporada de “Titãs”. Ele será vivido pelo ator australiano Joshua Orpin (“The Neon Spectrum”). No Brasil, “Titãs” é distribuída pela Netflix, que ainda não definiu a data de estreia da 2ª temporada.
Lobo vai ganhar série própria após aparecer em Krypton
O personagem dos quadrinhos Lobo vai ganhar uma série própria, após sua participação na 2ª temporada de “Krypton”. O acordo do canal pago americano Syfy com a produtora Warner e o ator Emmett J. Scanlan (da série “Safe”), intérprete de Lobo, veio à tona nesta quarta (12/6), dia da estreia dos novos episódios de “Krypton”. Ou seja, antes de o público opinar sobre a caracterização do anti-herói na televisão. Considerado um dos personagens mais brutais da DC, Lobo é um mercenário e caçador de recompensas alienígena com superforça e praticamente invulnerável, que combina a violência de Wolverine e Justiceiro com o humor ácido de Deadpool. Criado por Keith Giffen e Roger Slifer em 1983 como o último sobrevivente do planeta pacífico Czarnia, Lobo foi concebido como um demônio no meio da utopia e, ainda adolescente, massacrou sozinho toda a sua civilização. Desde então, vaga pelo universo em sua motocicleta espacial, sendo pago para fazer o que mais ama: assassinato e desordem. O personagem chegou a ser cotado para ter seu próprio filme. A adaptação ficou em desenvolvimento por pelo menos 15 anos, com Will Smith e Dwayne Johnson interessados no papel, em diferentes fases. Em 2009, a Warner queria o diretor inglês Guy Ritchie à frente da produção. Mas, em vez disso, Ritchie foi implodir outra franquia no estúdio, “Rei Arthur”. Brad Peyton (“Terremoto: A Falha de San Andreas”) também esteve na lista de cineastas cotados para a produção. E, no começo do ano passado, o cineasta Michael Bay (“Transformers”) chegou a abrir conversas, mas o projeto nunca saiu do papel. Os produtores ainda não explicaram como o personagem entrará na 2ª temporada de “Krypton”, que examinará as consequências do arco inicial e, de certa forma, verá a série começar de novo, redefinindo o planeta natal de Superman e Supergirl.
Jessica Jones: Novo vídeo revela superpoderes de Trish Walker
A Netflix divulgou um vídeo da 3ª e última temporada de “Jessica Jones” centrado na personagem Trish Walker. A prévia traz depoimentos da atriz Rachael Taylor e mostra cenas inéditas, que revelam os superpoderes que Trish adquiriu no final da temporada anterior e como sua jornada a coloca em confronto contra sua melhor amiga Jessica Jones (vivida por Krysten Ritter). Só não mostra a personagem usando o uniforme da heroína dos quadrinhos Felina (Hellcat). Em vez do colante amarelo, Trish adota o pretinho básico de Matt Murdock, o Demolidor. Os capítulos finais chegam ao streaming na sexta-feira (14/6). Mesmo assim, a Netflix brasileira não tem divulgado boa parte do material da atração, como este e outros vídeos recentes, disponíveis apenas sem legendas na página do YouTube da plataforma americana. “Jessica Jones” é a última série da Marvel na Netflix. Seu final também marca o fim da parceria, que desandou com o anúncio do projeto da plataforma Disney+ (Disney Plus). Todas as séries da parceria (“Demolidor”, “Jessica Jones”, “Luke Cage”, “Punho de Ferro” e “Justiceiro”) foram canceladas como retaliação. Mas há rumores de resgate na Disney+ (Disney Plus).
Foto no Instagram confirma presença de Krypto na série Titãs
O ator australiano Joshua Orpin, que vai interpretar Superboy na 2ª temporada de “Titãs”, divulgou uma nova foto de bastidores das gravações que confirma a presença do cachorro Krypto nos novos episódios. Ao lado do close de uma placa de identificação de um cachorro branco, em que se lê o nome Krypto, ele escreveu: “Mais rápido do que um coelho de corrida… mais poderoso do que uma bola de tênis… capaz de pular no seu sofá e roubar o seu lanche”. Conforme vislumbrado na cena pós-créditos da 1ª temporada, “Titãs” vai refletir a origem de Superboy apresentada na série animada “Justiça Jovem” (Young Justice). A breve aparição do personagem serviu para mostrar sua fuga do laboratório genético Cadmus, e que ele não fugiu sozinho. O jovem levou consigo um companheiro de experiências: um cachorro branco. A dogtag agora confirma que o animal é mesmo o célebre Krypto, supercão dos quadrinhos da DC Comics. Vale lembrar que o Superboy e o Krypto atuais não tem nenhuma relação com os personagens clássicos dos quadrinhos, que eram, respectivamente, a versão adolescente do Superman e o cachorro enviado para a Terra antes de Kal-El, num teste de foguete do planeta Krypton. O novo Superboy é um clone, desenvolvido a partir de células de Superman, e foi batizado de Kon-El e Connor Kent ao ser “integrado” na família de Superman e Supergirl. O produtor de “Titãs” Greg Walker até já confirmou que o herói vai adotar a identidade de Connor Kent, ao referir-se a ele com este nome numa entrevista. Connor foi introduzido após a suposta morte de Superman em 1993, com concepção do roteirista Karl Kesel e arte de Tom Grummett – o visual original, no entanto, já foi totalmente descartado. Seu rápido sucesso chamou atenção da família de Jerry Siegel, criador de Superman e do Superboy original, que processou a DC por direitos ao personagem. Isso levou a editora a tentar diferenciá-lo por meio de diversas reinvenções, como clone de Lex Luthor, do cientista que o criou e até do filho de Superman do futuro, culminando em sua morte no crossover “Crise Infinita”, quando a justiça americana deu razão aos Siegels. Desde então, a editora e os herdeiros entraram em acordo e o personagem “melhorou” sua saúde, retornando às páginas da DC. Em contraste com essa bagunça, Superboy teve um desenvolvimento consistente na série “Justiça Jovem”. Como ela também é produzida para a plataforma DC Universe, que exibe “Titãs”, faz até sentido que sua história influencie a abordagem do personagem. Já a participação de Krypto em “Titãs” seguirá uma cronologia que não existe em outras mídias. A atual versão do cachorro nos quadrinhos, pós-“Novos 52”, foi salva por Superman da Zona Fantasma, onde estava desde a destruição do planeta Krypton, e virou o pet da família do herói. Por fim, com os novos episódios Joshua Orpin (“The Blake Mysteries: Ghost Stories”) será o terceiro australiano no elenco de “Titãs”, juntando-se aos conterrâneos Teagan Croft (Ravena) e Brenton Thwaites (Robin). No Brasil, “Titãs” é distribuída pela Netflix, que ainda não definiu data de estreia para a 2ª temporada. Ver essa foto no Instagram Faster than a speeding rabbit… More powerful than a tennis ball… Able to leap onto the couch and steal your snack… #superdog #whosagoodboy #dcutitans Uma publicação compartilhada por Joshua Orpin (@joshua_orpin) em 11 de Jun, 2019 às 7:46 PDT
Pennyworth: Série sobre Alfred ganha trailer eletrizante passado nos anos 1960
O canal pago americano Epix divulgou o pôster e o trailer completo da série “Pennyworth”, que vai acompanhar a juventude do futuro mordomo e melhor amigo do Batman, Alfred Pennyworth. A prévia destaca Jack Bannon (“O Jogo da Imitação”) no papel-título, revela como ele se envolve com Thomas Wayne (Ben Aldridge, de “Reign”), mostra a impecável reconstituição de época e sugere o clima da produção, inspirado em tramas de espionagem e ação da época. A prévia demonstra que a nova atração deve mais às séries eletrizantes dos anos 1960 do que aos quadrinhos. Há um pouco de “Vingadores” (a série britânica), “Agente da UNCLE” e até do “Batman” de 1966 nas cenas reveladas, além de, claro, influência de James Bond. Apesar disso, o tom é mais sério e conservador que as produções do período, e aparentemente impermeável à Beatlemania, o que inclusive destoa da música (maravilhosa) escolhida como trilha – o clássico mod “Tin Soldier”, da banda Small Faces. “Pennyworth” foi criada por Bruno Heller e Danny Cannon, respectivamente criador e produtor de “Gotham”, sobre a juventude de Bruce Wayne e os primeiros anos de James Gordon na força policial de Gotham City. Desta vez, eles voltam ainda mais no tempo para mostrar a juventude de Alfred, na época em que ele vivia em Londres, recém-saído do exército britânico, e o começo de seu relacionamento com o pai de Bruce, Thomas Wayne. A produção ainda destaca a cantora Paloma Faith (“Juventude”) como Bet Sykes, vilã sádica que “testará a coragem” dos jovens Alfred e Thomas, Jason Flemyng (“X-Men: Primeira Classe”) como outro vilão, o elitista Lorde Harwood, e Emma Corrin como Esmé, o amor da juventude de Alfred. Em ascensão, Corrin também viverá a Princesa Diana na série “The Crown”. A 1ª temporada com dez episódios vai estrear em 28 de julho nos Estados Unidos. E não há previsão para sua exibição no Brasil.
Big Little Lies retorna com audiência maior na HBO
A estreia da 2ª temporada de “Big Little Lies” foi vista ao vivo por 2,5 milhões de espectadores na noite de domingo (9/6) nos Estados Unidos, incluindo a audiência do canal pago HBO e de seu serviço de streaming. O número supera em mais de 30% o lançamento da série em 2017 (1,8 milhão) e fica bem próximo do final da 1ª temporada, com 2,6 milhões de visualizações. Em relação ao público que sintonizou a série apenas na TV, o total foi de 1,4 milhão, a segunda maior audiência da série. Apenas a season finale foi vista por mais pessoas – 1,8 milhão. Enquanto o primeiro ano foi focado no mistério sobre quem tinha morrido, o segundo começa com a investigação e destaque para o papel de Meryl Streep, que faz sua estreia na produção. A atriz multivencedora do Oscar vive Mary Louise Wright, mãe do violento Perry Wright (papel de Alexander Skarsgard). Na trama, ela busca respostas sobre a morte do filho. As cinco mulheres envolvidas no crime são vividas por Laura Dern, Shailene Woodley, Zoe Kravitz, Reese Witherspoon e Nicole Kidman. As duas últimas também produzem a série, que adaptou o livro homônimo de Liane Moriarty integralmente em sua 1ª temporada. Os novos capítulos são uma criação original do roteirista-produtor David E. Kelley (“Mr. Mercedes”), e todos foram dirigidos pela inglesa Andrea Arnold (“Docinho da América”). Assim como nos Estados Unidos, a estreia aconteceu em 9 de junho no Brasil.











