As Panteras vira 007 adolescente no primeiro trailer legendado
A Sony divulgou o primeiro trailer legendado do novo “As Panteras”, que mostra a transformação da antiga agência de detetives de Charlie Townsend numa agência de espionagem internacional, com direito a espiã do MI6, gadgets que explodem, um inventor de armas secretas e a missão de salvar o mundo. Mas como as agentes se comportam como adolescentes, com direito a crush em ídolo teen da Netflix, risinhos e olhos arregalados, o contexto acaba sendo menos 007 e mais D.E.B.S. Para completar, a música-tema que embala o vídeo vai ser um sucesso entre as crianças e adolescentes, cantada por Miley Cyrus, Ariana Grande e Lana Del Rey. O filme mostra a formação de um novo trio feminino. Desta vez, apenas Kristen Stewart (“Crepúsculo”) e Ella Balinska (“The Athena”) são agentes treinadas, com Naomi Scott (“Aladdin”) recrutada durante a missão, assumindo o papel de ingênua da história. Mas elas formam apenas uma das muitas equipes comandadas pelo misterioso Charlie. E cada equipe tem o seu próprio Bosley. O nome do assistente de Charlie na série clássica seria, na verdade, um “cargo”. Por isso, atores diferentes interpretam o papel. O trailer mostrou três deles, Patrick Stewart (“Logan”), Djimon Hounsou (“Capitã Marvel”) e Elizabeth Banks (“A Escolha Perfeita”), que também assina a direção do longa. O elenco se completa com Noah Centineo (“Para Todos os Garotos que Já Amei”), Sam Claflin (“Vidas à Deriva”), Chris Pang (“Podres de Ricos”), Luis Gerardo Méndez (“Mistério no Mediterrâneo”) e Jonathan Tucker (“Westworld”). A estreia está marcada para 14 de novembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Max Wright (1943 – 2019)
O ator Max Wright, que até hoje é lembrado pelo papel de Willie Tanner, pai da família da série “Alf, o ETeimoso”, morreu na quarta-feira (26/6) em sua casa em Hermosa Beach, no estado da Califórnia, aos 75 anos. Ele foi diagnosticado com linfoma ainda em 1995, mas o câncer permaneceu em remissão por muitos anos, até recentemente. Nativo de Detroit, Wright começou a carreira no teatro nova-iorquino, estreando na Broadway em 1968, na montagem de “A Grande Esperança Branca”. Seu desembarque em Hollywood aconteceu 11 anos depois, num filme de forte inspiração teatral, “O Show Não Pode Esperar” (1979), semi-autobiografia musical do diretor e coreógrafo Bob Fosse. Wright teve pequenos papéis em alguns filmes do período, como “O Abraço da Morte” (1979), de Jonathan Demme, e “Reds” (1981), de Warren Beatty, mas acabou ganhando mais projeção na televisão. Uma participação em “O Casal 20”, em 1982, abriu caminho para uma longa trajetória de “episódios da semana”, levando-o a aparecer em sitcoms extremamente populares como “Cheers”, “Taxi”, “Murphy Brown”, “Mad About You” e até “Friends” – era o gerente do café Central Perk. A rotina de participações especiais sofreu algumas interrupções por tentativas de integrar elencos fixos. Mas os projetos que o atraiam costumavam ser rapidamente cancelados. Até que, em 1986, Wright entrou em “Alfie”. Foi a segunda série do ator para o produtor Tom Patchett, após passagem pela curta “Buffalo Bill”, só que desta vez a atração durou quatro temporadas, até 1990, sem contar as inúmeras reprises e derivados. A história da família que abrigava um alienígena em sua garagem virou sensação, a ponto de movimentar uma fortuna em licenciamentos para os mais diferentes produtos, de quadrinhos a série animada. O detalhe é que, apesar de o personagem-título ser um marionete, não eram apenas crianças que sintonizavam a atração. “Alf” era considerada mais uma sitcom que programa infantil graças, em grande parte, à qualidade do desempenho de Wright, que comandava o humor com a maior seriedade, em seus embates éticos contra o ETeimoso, tentando fazer Alf se comportar – e não comer os gatos da vizinhança. “Max absolutamente fazia você esquecer que ‘Alf’ era uma marionete”, disse Patchett em 2016. Entretanto, Wright não escondia que odiava trabalhar na série e comemorou seu final. Tanto que não participou do telefilme “Projeto ALF” (1996), que continuou a trama – e foi um fracasso, considerado sério demais. Após o final de “Alf”, Wright demonstrou versatilidade ao participar do elenco estelar da minissérie de terror “The Stand – A Dança da Morte”, baseada em best-seller de Stephen King que virou fenômeno de audiência em 1994. Ele também retomou a carreira no cinema e no teatro, aparecendo nos filmes “O Sombra” (1994), “Dois Velhos Mais Rabugentos” (1995), “Sonho de uma Noite de Verão” (1999) e “Neve Sobre os Cedros” (1999), e recebeu uma indicação ao Tony (o Oscar do Teatro) de Melhor Ator em 1998 pela montagem de “Ivanov”, clássico de Anton Chekhov. Acabou voltando para a TV em 1999 com “The Norm Show”, sobre um ex-jogador de hockey (Norm MacDonald) em liberdade condicional por evasão fiscal. Wright vivia o gerente no serviço social que Norm era obrigado a frequentar. A série durou três anos, até 2001, e ganhou um telefilme de reunião final, em 2005, que se tornou o último trabalho na filmografia do ator.
Comercial junta Havaianas e Stranger Things
A marca brasileira de chinelos Havaianas se juntou à lista de licenciados internacionais da série “Stranger Things”. A empresa produziu um comercial com cenas da 3ª temporada da atração da Netflix para divulgar o lançamento de uma coleção de chinelos temáticos. São dois modelos de sandálias com estampas inspiradas no programa. Como os novos episódios se passam em 1985, o vídeo propõe uma comparação entre os acontecimentos estranhos de Hawkins, a cidade americana em que se passa a série, e o Brasil do mesmo período, em que apresentadoras de programas infantis usavam roupas sensuais e programas de auditório jogavam bacalhaus na plateia. Confira abaixo. A campanha das Havaianas se junta ao relançamento da New Coke, numa ação muito comentada da Coca-Cola em parceria com a série. Além disso, a Nike também começa a vender uma nova coleção de tênis, roupas e acessórios inspirada em “Stranger Things”, com visual vintage da marca nos anos 1980, a partir desta quinta-feira (27/6). A 3ª temporada de “Stranger Things” estreia em 4 de julho em streaming.
Lena Headey entra em nova fantasia épica, no elenco da série de O Cristal Encantado
A atriz Lena Headey entrou em outra saga de fantasia épica após “Game of Thrones”. A ex-intérprete de Cersei Lannister se juntou ao elenco de dubladores de “O Cristal Encantado: A Era da Resistência” (Dark Cystal: Age of Resistance), série da Netflix baseada no clássico infantil de Jim Henson, lançado em 1982. Além dela, a produção anunciou as participações de Benedict Wong (“Doutor Estranho”), Awkwafina (“Poderes de Ricos”), Sigourney Weaver (“Alien”), Hannah John-Kamen (“Homem-Formiga e Vespa”) e o profissional veterano de muppets Dave Goelz, que trabalhou no filme original. A série é ambientada muitos anos antes dos eventos do longa dos anos 1980. Centra-se em três Gelfling (dublados por Taron Egerton, Anya Taylor-Joy e Nathalie Emmanuel) que descobrem a terrível verdade por trás do poder dos malvados Skeksis e partem em uma jornada épica para acender o fogo da rebelião e salvar seu mundo. Headey e John-Kamen darão vozes a Gelflings, os personagens bonzinhos da trama, enquanto Wong e Awkwafina interpretarão vilões Skeksis. Weaver fará a narração e Goelz vai dar voz a outra criatura diferente, um Fizzigig. O resto do elenco de dubladores é igualmente impressionante. Não apenas Taron Egerton (“Rocketman”), Anya Taylor-Joy (“Fragmentado”) e Nathalie Emmanuel (“Game of Thrones”), na pele dos heróis Rian, Brea e Deet, que protagonizam a série. Os coadjuvante confirmados incluem nada menos que Mark Hamill (“Star Wars”), Helena Bonham-Carter (“Oito Mulheres e um Segredo”), Alicia Vikander (“Tomb Raider”), Toby Jones (“Jurassic World: Reino Ameaçado”), Andy Samberg (“Brooklyn Nine-Nine”), Simon Pegg (“Missão Impossível: Efeito Fallout”), Caitriona Balfe (“Outlander”), Natalie Dormer (“Game of Thrones”), Theo James (“Divergente”), Shazad Latif (“Star Trek: Discovery”), Gugu Mbatha-Raw (“O Paradoxo Cloverfield”), Mark Strong (“Kingsman”), Jason Isaacs (“Star Trek: Discovery”), Keegan-Michael Key (“Key and Peele”), Eddie Izzard (“Powers”) e Harris Dickinson (“Malévola 2”). Ou seja, a Netflix Brasil teria que divulgar esta série com legendas! Mesmo assim, o primeiro trailer disponibilizado foi estrelado por vários profissionais anônimos da dublagem brasileira… O comando da série está nas mãos do cineasta francês Louis Leterrier (“O Incrível Hulk”, “Truque de Mestre”), que vai produzir e dirigir os episódios para a Jim Henson Company e a Netflix, com roteiros de Jeffrey Addiss, Will Matthews (ambos do vindouro filme “Life in a Year”) e Javier Grillo-Marxuach (série “The 100”). A estreia está marcada para 30 de agosto em streaming.
Maisie Williams vai estrelar nova série após Game of Thrones
A atriz Maisie Williams já definiu seu próximo projeto televisivo após “Game of Thrones”. Ela será a protagonista de uma nova série britânica de ação e humor negro, provisoriamente intitulada “Two Weeks To Live”. Na trama, a antiga intérprete de Arya Stark viverá Kim Noakes, uma jovem desajustada que vive em reclusão no interior, aprendendo técnicas de sobrevivência com a mãe, após a morte misteriosa de seu pai quando ela era uma criança. Quando uma brincadeira dá errado, ela se vê fugindo da polícia e de um gângster assassino, carregando uma mala de dinheiro roubado e tendo que confiar nas habilidades que desenvolveu em sua infância para sobreviver. Lembra parcialmente a premissa de outro filme/série, “Hanna” – renovada para a 2ª temporada na Amazon. “Ansiosa para começar a trabalhar em algo novo. Acho que ‘Two Weeks To Live’ tem muito potencial e quero fazer algo incrível com essa equipe maravilhosa”, disse Williams em comunicado oficial. Criada por Gaby Hull (da minissérie “Cheat”), a série terá seis episódios, que serão exibidos no canal pago Sky no Reino Unido em 2020.
Última temporada de Orange Is the New Black ganha 50 fotos e trailer legendado
A Netflix divulgou mais de 50 fotos, o pôster e o trailer legendado da 7ª e última temporada de “Orange Is the New Black”. A prévia confirma que a trama vai se alternar entre as personagens que continuam presas e a jornada da protagonista Piper (Taylor Schilling), após ganhar liberdade. Criada por Jenji Kohan e baseada no livro de memórias de Piper Kerman, “Orange Is The New Black” foi uma das primeiras produções da Netflix e conquistou quatro prêmios Emmy, além de cinco troféus do SAG (o sindicado dos atores). A atração começou em 2013 acompanhando a jornada de Piper Chapman, como a novata que precisa aprender a se situar num presídio, após ser condenada por narcotráfico. Ela aprende sobre divisões raciais, relacionamentos afetivos e problemas de convivência entre prisioneiras e carcereiros, até ter a liberdade antecipada por bom comportamento na temporada passada. Os últimos episódios estreiam em 26 de julho em streaming.
Criador de Maniac emplaca duas séries na plataforma de streaming da Warner
A WarnerMedia encomendou duas séries novas de Patrick Somerville, o criador de “Maniac” na Netflix. As atrações serão produzidos para o vindouro serviço de streaming do estúdio. As séries são a comédia de divórcio “Made For Love” e a sci-fi pós-apocalíptica “Station Eleven”. Mas até a comédia tem elementos de tecnologia futurista. “Made For Love” é baseada no romance homônimo de Alissa Nutting e inclui SJ Clarkson (diretora do piloto do spin-off de “Game of Thrones”) na direção e produção dos episódios, enquanto “Station Eleven” adapta o best-seller internacional de Emily St. John Mandel, com direção e produção de Hiro Murai (“Atlanta”). Somerville vai assinar os roteiros e será o produtor executivo de ambas. As encomendas são para 10 episódios em cada série, que serão produzidos, curiosamente, não pela Warner Bros Television (WBTV), mas pela Paramount TV, onde Sommerville tem um contrato de exclusividade. A comédia vai mostrar, de forma absurda e cínica, até onde alguém é capaz de ir por amor e por ódio, abordando divórcio e vingança. A trama segue Segue Hazel Green, uma mulher de 30 e poucos anos, que se divorcia após 10 anos em um casamento sufocante com um bilionário de empresa de tecnologia, que possivelmente é um sociopata. Mas, ao se separar, ela descobre que seu marido implantou um dispositivo revolucionário de monitoramento – o Made for Love – em seu cérebro, permitindo que ele a localize, observe e saiba seus pensamentos e sentimentos o tempo inteiro. Já a sci-fi acompanha os sobreviventes de uma epidemia devastadora, enquanto eles tentam reconstruir e reimaginar o mundo, mantendo apenas o melhor do que foi perdido. Além de ter criado “Maniac”, estrelada por Emma Stone e Jonah Hill, Patrick Somerville escreveu episódios das séries “The Leftovers”, da HBO, “The Bridge”, da FX, e “24: Live Another Day”, da Fox. O serviço de streaming da WarnerMedia ainda não tem previsão de estreia.
Personagem do filme O Poder e a Lei vai ganhar série
A rede CBS encomendou a produção de uma série baseada no personagem central do filme “O Poder e a Lei”, estrelado por Matthew McConaughey em 2011. Desenvolvida pelo roteirista David E. Kelley (de “Big Little Lies” e “Mr. Mercedes”), a série deve ter o título original do filme, “The Lincoln Lawyer”, que também é o mesmo do best-seller escrito por Michael Connelly em 2005 (batizado no Brasil como “Advogado de Porta de Cadeia”). A trama gira em torno do advogado Michael “Mickey” Haller, cujo escritório é o banco traseiro de seu carro da marca Lincoln, em que atende clientes de todos os tipos. “O Poder e a Lei” foi o filme que fez McConaughey ser levado à sério, encerrando sua fase de galã de comédias românticas – três anos depois, ele venceu o Oscar (por “Clube de Compra Dallas”). O sucesso chegou a render anúncio da produção de uma continuação, que curiosamente nunca saiu do papel. Michael Connelly escreveu mais cinco livros sobre o advogado do Lincoln, e dois deles são crossovers com outra série literária do mesmo autor, que já virou série live-action: “Bosch”. Isto porque Mickey Haller é meio-irmão do detetive da polícia de Los Angeles Hieronymus “Harry” Bosch. O escritor será um dos produtores da série, ao lado de Kelley. A atração deve ser lançada no final de 2020.
Pandora: Nova série sci-fi ganha primeira foto e pôster
A rede americana CW divulgou a primeira foto e o primeiro pôster de “Pandora”, sua nova série de ficção científica, que vai estrear durante a temporada de verão. O cartaz mostra a protagonista, vivida por Priscilla Quintana (“Morte Instantânea”), e pergunta “De onde ela vem?”. Passada em 2199, a trama segue a história de Jax (Quintana), uma jovem cadete da Academia de Treinamento Espacial da Terra que, após a morte dos pais, descobre segredos sobre sua identidade, o verdadeiro propósito do programa espacial e o futuro da humanidade… tudo isso enquanto defende a galáxia de alienígenas e humanos. Criada por Mark A. Altman (“Femme Fatales”), a produção também inclui em seu elenco Oliver Dench (“The Athena”), Ben Radcliffe (“As Crônicas de Evermoor”), Raechelle Banno (da novela australiana “Home and Away”), John Harlan Kim (“The Librarians”), Banita Sandhu (“October”), Martin Bobb-Semple (“Free Rein”), Noah Huntley (“Drácula: A História Nunca Contada”) e Vikash Bhai (“Knightfall”). A série estreia em 9 de julho nos EUA.
Série baseada no filme A Praia já tem roteiro “de explodir a cabeça”
O diretor Danny Boyle (“T2: Trainspotting”) voltou a falar do projeto da transformação de seu filme “A Praia” (2000) numa série. A ideia foi mencionada pela primeira vez em 2012, quando a Fox entrou na produção, e ganhou novidades durante entrevista desta semana para o jornal britânico The Independent, em que o cineasta revelou que o piloto já tem roteiro. Boyle disse que a atriz, diretora e roteirista Amy Seimetz (criadora da série “The Girlfriend Experience”) escreveu um tratamento para a série, que ele descreveu como “de explodir a cabeça” (troque explodir por um palavrão para uma tradução mais literal). “É muito intrigante quando você percebe o que Amy fez com os roteiros. Eu não sei se o canal FX terá coragem de produzir essa série para valer”, completou. Curiosamente, a adaptação cinematográfica de “A Praia” não foi exatamente um blockbuster capaz de justificar a produção de uma série. Ao contrário, representa um dos maiores fracassos da carreira de Leonardo DiCaprio, apesar de lançado em plena dicapriomania, logo após o blockbuster “Titanic” (1997). Por seu papel, o ator chegou a ser indicado ao Framboesa de Ouro, premiação anual voltada aos piores do cinema. O filme também teve a pior repercussão crítica da carreira do diretor Danny Boyle. Com estas credenciais, fica difícil imaginar o que atraiu o cineasta de volta para a história. Talvez a amizade com o autor do livro em que a trama se baseia. “A Praia” foi a primeira parceria de Boyle com Alex Garland. A adaptação do livro de 1996 serviu de cartão de visitas do escritor no cinema. Depois, os dois voltaram a trabalhar juntos no terror “Extermínio” (2002) e na sci-fi “Sunshine – Alerta Solar” (2007), antes de Garland também virar diretor de filmes. Em 2000, DiCaprio interpretou Richard, um jovem aventureiro que, em viagem à Tailândia, encontra um misterioso mapa que promete levá-lo a uma praia paradisíaca. Ao chegar lá com dois companheiros de viagem, descobre que o local é realmente deslumbrante. E também centro de uma operação de tráfico internacional. Segundo Boyle, a série acompanharia o mesmo personagem, 20 anos depois dos eventos do filme. Confira o trailer abaixo para lembrar do filme, que também contou em seu elenco com os franceses Guillaume Canet (“Rock’n Roll: Por Trás da Fama”) e Virginie Ledoyen (“Adeus, Minha Rainha”) e o britânico Robert Carlyle (“T2: Trainspotting”).
Diretores de Alguma Coisa Assim e As Boas Maneiras se juntam em nova série da Netflix
A Netflix anunciou a produção de mais uma série brasileira, “Boca a Boca”. A produção de seis episódios vai combinar trama adolescente e epidemia. A trama gira em torno de uma doença contagiosa disseminada pelo beijo, que se espalha entre os jovens e afeta o comportamento de uma até então pacata comunidade interiorana. A princípio, parece uma metáfora para o pânico e a intolerância relacionados à Aids. A produção está a cargo de Esmir Filho, o cineasta premiado de “Os Famosos e Os Duendes da Morte” (2009) e “Alguma Coisa Assim” (2017), que também divide o roteiro e a direção dos episódios com outra cineasta premiada, Juliana Rojas, de “Trabalhar Cansa” (2011), “Sinfonia da Necrópole” (2014) e “As Boas Maneiras” (2017). A equipe de roteiristas ainda inclui Marcelo Marchi, Jaqueline Souza e Thais Guisasola. A produção é uma parceria da Gullane e da Fetiche com a Netflix. O elenco ainda não foi definido e não há previsão de estreia.
Atriz de Grimm entra no revival de The L Word
A atriz Jacqueline Toboni, que viveu a matadora de monstros Trubel na série “Grimm”, entrou no elenco do revival de “The L Word”. Ela será uma das representantes da “geração Q” que batiza a produção. A série vai voltar com um novo título: “The L Word: Generation Q”. Trata-se de uma referência à letra Q de “queer” na sigla LGBTQIA+, que reflete a fluidez sexual da nova geração. Também entraram na série as atrizes Arienne Mandi (“In the Vault”) e Rosanny Zayas (“The Code”) e o ator Leo Sheng (“Adam”), que vão se juntar a três das estrelas da série original. Jennifer Beals (Bette Porter), Katherine Moennig (Shane McCutcheon) e Leisha Hailey (Alice Pieszecki) retomarão seus papéis dez anos depois do fim da série, em 2009. Durante o evento de inverno da TCA (Associação dos Críticos de TV dos EUA), a atriz Sarah Shahi confirmou que também retomará seu papel de Carmen, a namorada bissexta de Shane, e outras intérpretes da série original devem aparecer em participações especiais para mostrar como seguiram suas vidas, amores e tribulações, em meio às novas personagens da produção. Elas serão acompanhadas pela criadora da série, Ilene Chaiken, que produzirá o reboot. Já o cargo de showrunner ficou com Marja-Lewis Ryan (“The Four-Faced Liar”), devido ao comprometimento de Chaiken com a produção da série “Empire”, na Fox. A estreia ainda não foi marcada, mas deve acontecer na temporada de outono norte-americana, entre setembro e novembro, com oito episódios no canal pago americano Showtime.
Scream: 3ª temporada da série baseada em Pânico ganha trailer com muitas mudanças
A 3ª temporada de “Scream”, série da MTV norte-americana inspirada na franquia cinematográfica de terror “Pânico”, ganhou um trailer, um ano após as gravações. E com uma surpresa. A atração mudou de canal. Vai passar no canal VH1. Para atrair seu público, o comercial decidiu destacar os músicos do elenco, como a cantora e atriz Mary J. Blige, indicada ao Oscar 2018 por “Mudbound: Lágrimas sobre o Mississippi”, o rapper Tyga, o filho do rapper Notorious B.I.G., C.J. Wallace, e a filha de Michael Jackson, Paris Jackson. Além disso, também chamou atenção para o nome da produtora, que é a cantora Queen Latifah (“Star”). Até parece que se trata de um musical. Só que não. Em seu retorno à televisão, a série sofrerá um reboot, trazendo novos personagens e atores para a trama de terror, que não se conectará com os acontecimentos dos dois primeiros anos. Em vez disso, resgatará a máscara original dos filmes de Wes Craven. E terá subtítulo. A atração vai se chamar, em inglês, “Scream: Ressurrection”. Além disso, serão menos episódios: seis no total, que serão exibidos nos EUA em apenas três noites, na base de dois capítulos por semana. O elenco também inclui RJ Cyler (“Power Rangers”), Keke Palmer (“Scream Queens”), Tyler Posey (“Teen Wolf”), Giorgia Whigham (“13 Reasons Why”), Giullian Yao Gioiello (“Julie’s Greenroom”) e Jessica Sula (“Fragmentado”). Com roteiro e produção de Brett Matthews (“The Vampire Diaries”), a estreia está marcada para 8 de julho.









